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CENTRO UNIVERSITÁRIO JORGE AMADO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
DISCIPLINA: ENFERMAGEM NA SAÚDE DO IDOSO
INSTABILIDADE POSTURAL
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=quedas+idosos&source=images&cd=&cad=rja&docid=y-8QCiqluVxJHM&tbnid=t78qGiFpIXuctM:&ved=0CAUQjRw&url=http://www.drmariobrusque.com.br/cuidando_13.html&ei=5SFjUd7API2u8ASThIGYBg&bvm=bv.44770516,d.eWU&psig=AFQjCNH-Q4y5OV_u_PPJhezUHUbiUV36sQ&ust=1365537494713098
Síndromes Geriátricas
1. Iatrogenia
2. Instabilidade Postural
3. Imobilidade
4. Incontinências 
5. Insuficiência Cerebral
INSTABILIDADE POSTURAL 
INSTABILIDADE POSTURAL 
QUEIXAS RELACIONADAS
➢ Tontura;
➢ Fraqueza;
➢ Escorregões frequentes;
➢ Pernas sem força.
Instabilidade 
postural
Quedas
INSTABILIDADE POSTURAL - QUEDAS
FATORES DE RISCO PARA QUEDAS:
→ INTRÍNSECOS
→EXTRÍNSECOS
INSTABILIDADE POSTURAL - QUEDAS
FATORES DE RISCO INTRÍNSECOS:
→Alterações do envelhecimento
Lentidão dos movimentos; fraqueza osteomuscular; 
acuidade visual diminuída.
→ Patologias
Demências; parkinson; hipotensão postural.
→Medicamentos –sedativos - polifármacia
→Quedas prévias
→ Vida restrita ao domicílio
INSTABILIDADE POSTURAL - QUEDAS
FATORES DE RISCO EXTRÍNSECOS:
RISCOS AMBIENTAIS
• Degraus
isolados/rampas/escad
as
• Tapetes
• Iluminação inadequada
• Banheiro não
adaptado
• Calçados inadequados
• Piso irregular /
escorregadio
TIPOS DE ATIVIDADES
DESENVOLVIDAS
INSTABILIDADE POSTURAL - QUEDAS
REPERCUSSÕES DA QUEDA
► Fratura
► Óbito
► Imobilidade
► Restrição das atividades de vida diária (AVD’s)
► Risco de novas quedas
► Medo de cair
► Institucionalização
► Declínio funcional
INSTABILIDADE POSTURAL - QUEDAS
Avaliação do idoso após 
episódio de queda
Investigar 
as causas
Orientações 
preventivas
▪ Descrição do evento 
→Onde caiu?
→O que fazia?
→Sentiu algo antes de cair?
→Conseguiu levantar-se sozinho?
▪ Estado Geral 
→Iniciou medicação nova ou alterou
dosagem?
→Polifarmácia?
→Descompensação de alguma doença?
▪ Localização Espacial 
→Existem fatores de risco 
ambiental?
▪ Consequências após a queda 
CAUSA DA QUEDA?
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
TRATAMENTO E ORIENTAÇÕES PREVENTIVAS:
→ Avaliação da acuidade visual;
→ Controle de riscos ambientais (boa iluminação / 
organização dos móveis);
→ Encaminhamento para reabilitação e realização de 
atividade física;
→ Ajudar a pessoa idosa a enfrentar o medo e a frustração;
→ Readequação das medicações;
→ Uso de instrumentos de apoio: bengala, andador;
→ Adaptar as atividades;
→ Avaliação do idoso com síndrome de quedas;
ESTRATÉGIAS
CENTRO UNIVERSITÁRIO JORGE AMADO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
DISCIPLINA: ENFERMAGEM NA SAÚDE DO IDOSO
IMOBILIDADE
http://www.google.com.br/url?sa=i&source=images&cd=&cad=rja&docid=wkBxH6jbnHiG_M&tbnid=UF0FIPGPilwvrM:&ved=0CAgQjRwwAA&url=http://terapiaocupacionaldomiciliar.blogspot.com/2012/08/cuidados-com-o-idoso-acamado.html&ei=eptkUZ6FGdG14APlroCwCQ&psig=AFQjCNFtEBeqewLxmPKO_GuWoQaIGBKkuQ&ust=1365634298455636
IMOBILIDADE
Incapacidade de deslocamento sem o auxílio de
terceiros para os cuidados necessários à vida
diária.
SÍNDROME DA IMOBILIDADE:
Conjunto de alterações que podem ocorrer
após período de imobilidade prolongada,
comprometendo a qualidade de vida e a
independência.
IMOBILIDADE
FATORES PREDISPONENTES À SÍNDROME DA IMOBILIDADE:
➢Polipatologias;
➢Repouso prolongado no leito;
➢Limitação na marcha e equilíbrio / insegurança na locomoção;
➢Quedas prévias / medo de novas quedas
➢Doenças reumáticas dolorosas e deformantes que limitam o 
idoso ao leito;
➢Doenças neurológicas;
➢Desnutrição;
➢Polifármacia;
SISTEMA TEGUMENTAR:
▪ Úlceras por pressão
▪ Dermatite amoniacal/fralda
▪ Monilíase inframamária
COMPLICAÇÕES DA IMOBILIDADE PROLONGADA
CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES
ÚLCERA POR PRESSÃO: Mudança de decúbito; proteção
de proeminências ósseas.
DERMATITE AMONIACAL: troca de fralda regularmente;
uso de dispositivo urinário.
MONILÍASE INFRAMAMÁRIA: realizar a higiene e secagem
adequada da região.
COMPLICAÇÕES DA IMOBILIDADE PROLONGADA
SISTEMA CARDIOVASCULAR:
▪Trombose venosa profunda
▪Hipotensão ortostática
CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES
▪ Movimentação frequente de membros inferiores.
▪ Mobilização e elevação lentas do paciente para
a posição sentada.
COMPLICAÇÕES DA IMOBILIDADE PROLONGADA
SISTEMA OSTEOARTICULAR:
▪ Osteoporose
• Administração de cálcio e vitamina D.
• Realização de atividades físicas.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES
COMPLICAÇÕES DA IMOBILIDADE PROLONGADA
• Troca de fraldas e higiene local sempre que
necessário;
• Ingestão hídrica adequada;
CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES
SISTEMA URINÁRIO:
▪ Incontinência
▪ Retenção urinária
▪ Infecções
COMPLICAÇÕES DA IMOBILIDADE PROLONGADA
• Fisioterapia;
• Massagem de conforto;
CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES
SISTEMA MUSCULO-ESQUELÉTICO:
▪ Atrofia / perda de massa e força muscular
▪ Encurtamento de tendões
▪ Contraturas
▪ Redução da amplitude dos movimentos
COMPLICAÇÕES DA IMOBILIDADE PROLONGADA
SISTEMA DIGESTÓRIO:
▪ Desnutrição
▪ Constipação
▪ Incontinência fecal
▪ Disfagia
DESNUTRIÇÃO: Avaliação multiprofissional;
adaptação da dieta; SNE.
CONTIPAÇÃO: Ingestão de fibras e hidratação.
DISFAGIA: Abordagem multiprofissional
(fonoaudiólogo); adaptação da dieta.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES
COMPLICAÇÕES DA IMOBILIDADE PROLONGADA
SISTEMA RESPIRATÓRIO:
▪ Pneumonia
▪ Aumento das secreções e diminuição do reflexo 
da tosse.
• Posicionamento;
• Hidratação adequadamente;
• Fisioterapia respiratória.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES
COMPLICAÇÕES DA IMOBILIDADE PROLONGADA
• Promover a exposição a luz solar;
• Promover Contato social;
CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES
SISTEMA NERVOSO:
▪ Inversão do ritmo de sono
▪ Depressão
IATROGENIA 
Prejuízo não intencional 
causado por intervenção, 
justificada ou não, por parte 
de um profissional de saúde, 
que resulte em dano à saúde 
do paciente.
Omissão direta de 
intervenção ou procedimento 
necessário/ esperado.
IATROGENIA 
Idosos apresentaram maior risco de sofrer
iatrogenias durante internações.
FATORES DE RISCO:
→ Idade;
→ Número e complexidades das comorbidades;
→ Síndromes geriátricas: incontinências; instabilidade 
postural; imobilidade; delirium.
→ Diminuição da Funcionalidade.
→ Gravidade da doença no momento da internação;
→ Múltiplos medicamentos;
→ Tempo de internação;
Podem levar a comprometimento funcional importante e
mesmo ao óbito.
IATROGENIA 
➢ Polifarmácia
➢ Lesão por pressão
➢ Quedas
TIPOS MAIS COMUNS EM PESSOAS IDOSAS:
POLIFARMÁCIA
➢Uso de cinco ou mais
medicamentos.
➢Principal causa: doenças
crônicas.
• Consulta com vários especialistas
POLIFARMÁCIA
➢Aumento do risco das Reações
Adversas à Medicamentos
➢Aumento do risco de Interações
Medicamentosas
➢Toxicidade cumulativa
➢Erros de medicação
➢Dificuldade de adesão ao tratamento
CONSEQUÊNCIAS
POLIFARMÁCIA
Absorção (alterações na via oral):
• Diminuição da superfície absortiva
• Aumento do pH gástrico
• Diminuição da motilidade do trato
digestório
FARMACOLOGIA GERIÁTRICA
FARMACOCINÉTICA
POLIFARMÁCIA
FARMACOLOGIA GERIÁTRICA
FARMACOCINÉTICA
METABOLISMO
Diminuição do fluxo sanguíneo hepático
Menor metabolismo
Aumento dos níveis plasmáticos do 
medicamento
POLIFARMÁCIA
FARMACOLOGIA GERIÁTRICA
FARMACOCINÉTICA
ELIMINAÇÃO
Diminuição da taxa de filtração glomerular
Aumento do nível sérico dos medicamentos
POLIFARMÁCIA
REAÇÕES ADVERSAS À MEDICAMENTOS
INCIDÊNCIA DE REAÇÕES ADVERSAS:
▪ 2 medicamentos – 8% de ocorrência de RAM
▪ 5 medicamentos – 50%
▪ 8 ou mais medicamentos – 100%
POLIFARMÁCIA
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
➢ Deslocamento dos sítios de ligação
➢ Indução ou inibição do metabolismo
➢ Efeitos aditivos
➢ Interação com doença de base
Ex.:Captopril + Furosemida = Hipotensão
O uso de medicamento influencia a ação de outro
POLIFARMÁCIA
BENZODIAZEPÍNICOS
Diazepam, clonazepam:
Meia-vida de 24 h em jovens.
Meia-vida de 90 h em pessoas idosas.
ANTICOLINÉRGICOS
Opioides
Aumenta o risco de delirium em 5 a 12 vezes.
Medicamentos inapropriados em idosos
POLIFARMÁCIA
➢ Usar tratamento medicamentoso após medidas
não-farmacológicas.
➢ Iniciar com doses baixas e aumentar
gradativamente.
➢ Considerar os benefícios X efeitos colaterais
➢ Evitar anticolinérgicos e medicamentos de ação
no SNC.
MEDIDAS PREVENTIVAS
Referências
FLORES, S.M.; MENGUE, S.S. Uso de medicamentos por idosos em 
região do sul do Brasil. Rev. de Saúde Pública, 2005.
KIKUCHI, E.L. Iatrogenia. In.: Geriatria: principais temas. AMARAL, 
J.R.G. São Paulo: CBBE, 2009.
KIKUCHI, E.L. Farmacologia geriátrica. In.: Geriatria: principais 
temas. AMARAL, J.R.G. São Paulo: CBBE, 2009.
SANTOS, J. C. dos; CEOLIM, M.F. Iatrogenias de enfermagem em 
pacientes idosos hospitalizados. Rev Esc Enferm USP, v.43, n.4, 
p.810-7, 2009.
SECOLI, S.R. Polifarmácia: interações e reações adversas no uso de 
medicamentos por idosos. Rev Bras Enferm, Brasília, 2010, jan-fev; 
63 ; 136-40.
SZLEJF, C et al. Fatores relacionados com a ocorrência de iatrogenia
em idosos internados em enfermaria geriátrica: estudo prospectivo. 
Einstein, v.6, n. 3, p. 337-42, 2008.
Referências
BARRETO FILHO, A. C. P. Quedas. In.: AMARAL, J. R. G. 
(Org.) Geriatria: principais temas. São Paulo: CBBE, 2009, 
p.65- 78.
BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de 
Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa 
idosa. Brasília: Ministério da Saúde, 2006b. (Série A. 
Normas e Manuais Técnicos; Cadernos de Atenção Básica; 
n. 19). Disponível em: www.saúde.gov.br. Acesso em 15 set 
2011.
PAPALÉO NETTO, M. Gerontologia. São Paulo: Editora 
Atheneu, 1999.
PAPALÉO NETTO, M. Urgências em geriatria. São Paulo: 
Editora Atheneu, 2001.
http://www.saude.gov.br/

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