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Instabilidade Postural Imobilismo Dra. Priscila Yumi Abiko GERIATRIA Instabilidade Postural/ Quedas Imobilismo NESSA AULA REVISAREMOS Instabilidade Postural Imobilismo Instabilidade Postural e Quedas A queda pode ser definida como um evento descrito por vítima ou testemunha, em que a pessoa inadvertidamente vai de encontro ao solo ou a outro local em nível mais baixo que o anteriormente ocupado, consciente ou inconsciente, com lesão ou não. “ ”Tratado de Geriatria e Gerontologia. Freitas, E.V.; Py, L.; Neri, A. L.; Cançado, F. A. X.C.; Gorzoni, M.L.; Doll, J. 4ª. Edição. Grupo Editorial Nacional (GEN), 2016. • Fragilidade • Morte • Dependência • Institucionalização • Declínio funcional Excluir : • Causas violentas • Síncope • Convulsão • Trauma esportivo Tinetti ME, JAMA 1995 - Kellog International Work Group on the Prevention of Falls by the Elderly, 1987 Quedas Baixa Energia: • Queda da própria altura • Queda de assento. Alta Energia: • Queda quando em pé no assento • Queda em rampa • Queda em escada quando no terceiro degrau ou acima • Presença de TCE ou FCC em face • Ferimento grave Classificação da queda • Mulheres, viúvos, solteiros ou desquitados • Mais que 2 comorbidades • Maior dependência funcional • Idade • Impulsividade • Queda prévia ** • Visão prejudicada • Distúrbio de marcha, e uso de dispositivos de marcha. • Perda de equilíbrio e força muscular • Medicações (benzodiazepínicos, antidepressivos, antihipertensivos, antipsicóticos, antihistamínicos) • Ambiente hospitalar ou asilar Fatores de risco para queda • Epilepsia • Parkinson • Miopatia/ Neuropatia Periférica • Síncope cardiogênica • HPN • Demência • Hipotensão Postural • Osteoartrite de Joelhos Comorbidades específicas Fatores de risco para queda • Tapete • Degrau • Calçado inadequado • Falta de barra de apoio • Difícil acesso a objetos Fatores Extrínsecos • Perda de consciência • Cardiogênica / Neurogênica • Ambiente (fator externo) • Tontura • Fraqueza súbita Circunstâncias • Neurológico • Arritmia • Pressão arterial (3 medidas) • Exame dos pés • Marcha Exame Físico Caiu! E agora? Fatores Predisponentes Características individuais Mudanças associadas a idade Doenças crônicas Fatores Precipitantes Doença aguda Alta hospitalar Comportamento de risco Efeito dos medicamentos Riscos ambientais QUEDA Fatores Predisponentes X Precipitantes • 26 escalas • Sensível: Dalton • Especifica: Mobility • POMA/ Tinetti TUGT (Timed Up and Go Test) • >14 s = Tendência a quedas. • 32,6 s caidores Avaliação Do Risco • Reposição de Vitamina D em casos de deficiência: Risco de perda de força e massa muscular. Associação com redução da performance física e imobilidade. • Correção de distúrbios da força, marcha e equilíbrio: Podemos sugerir o uso de órteses e meios de suporte como andadores e bengalas. • Correção de problemas auditivos: Déficits auditivos podem estar associados a alterações vestibulares e consequente perda de equilíbrio. Medidas para redução de queda • Revisão dos medicamentos: Efeito colaterais que aumentam a chance de quedas, seja por alteração do sensório, seja por provocarem desequilíbrio, disautonomia ou hipotensão postural. Alguns exemplos seriam benzodiazepínicos, alfa-agonistas e anti-histamínicos de primeira geração. • Medidas para aumentar a segurança da casa: Medidas simples como instalação de barras em ambientes escorregadios (no banheiro / chuveiro, por exemplo), retirada de móveis baixos e tapetes reduzem substancialmente o risco desses pacientes caírem. • Avaliação podiátrica: Seria a avaliação do pé do paciente, identificando alterações cutâneas, calosidades e contraturas que podem aumentar a chance do mesmo cair. Medidas para redução de queda Entre os testes funcionais listados abaixo, qual é o validado para avaliar o risco de queda? A) Teste de velocidade de marcha habitual. B) Teste Timed Up and Go (TUG). C) Teste de levantar e sentar D) Teste de caminhada de 6 minutos. UNIFESP 2021 Entre os testes funcionais listados abaixo, qual é o validado para avaliar o risco de queda? A) Teste de velocidade de marcha habitual. B) Teste Timed Up and Go (TUG). C) Teste de levantar e sentar D) Teste de caminhada de 6 minutos. UNIFESP 2021 Paciente feminina, 81 anos de idade, osteoporótica, sofreu três quedas da própria altura no último ano, sendo a última há 4 meses ao ir ao banheiro à noite. Tem como comorbidades diabetes mellitus tipo 2, hipertensão e osteoporose. Faz uso de losartana, metformina, vitamina D, cálcio e alendronato. É independente para atividades de vida diária e tem cognição preservada. Na avaliação funcional, realizou o teste Timed up and go em 12 segundos. Qual é o principal fator preditor de futuras quedas para essa idosa? A) História de queda recente B) Diagnóstico de osteoporose C) Polifarmácia D) Resultado do teste Timed up and go MedCof 2023 Paciente feminina, 81 anos de idade, osteoporótica, sofreu três quedas da própria altura no último ano, sendo a última há 4 meses ao ir ao banheiro à noite. Tem como comorbidades diabetes mellitus tipo 2, hipertensão e osteoporose. Faz uso de losartana, metformina, vitamina D, cálcio e alendronato. É independente para atividades de vida diária e tem cognição preservada. Na avaliação funcional, realizou o teste Timed up and go em 12 segundos. Qual é o principal fator preditor de futuras quedas para essa idosa? A) História de queda recente B) Diagnóstico de osteoporose C) Polifarmácia D) Resultado do teste Timed up and go MedCof 2023 A abordagem multiprofissional é a forma mais efetiva para se prevenir as quedas em idosos. Assinale a alternativa onde estão algumas das abordagens que efetivamente diminuem o risco de quedas: A) Reposição de Vitamina D, independente dos níveis prévios; identificação e tratamento dos distúrbios de força, marcha e equilíbrio muscular; correção dos problemas de audição. B) Correção dos déficits auditivos e fonoaudiológicos; revisão dos medicamentos; medidas para aumentar a segurança da casa. C) Identificação e tratamento dos distúrbios de força, marcha e equilíbrio muscular; reposição de vitamina D, quando deficiente; avaliação podiatrica. D) Identificação e tratamento dos distúrbios de força, marcha e equilíbrio, correção dos distúrbios auditivos e fonoaudiológicos; reposição de vitamina D, quando deficiente. E) Medidas para aumentar a segurança da casa, correção dos problemas de audição, reposição de vitamina D, independente dos níveis prévios. IAMSPE 2022 A abordagem multiprofissional é a forma mais efetiva para se prevenir as quedas em idosos. Assinale a alternativa onde estão algumas das abordagens que efetivamente diminuem o risco de quedas: A) Reposição de Vitamina D, independente dos níveis prévios; identificação e tratamento dos distúrbios de força, marcha e equilíbrio muscular; correção dos problemas de audição. B) Correção dos déficits auditivos e fonoaudiológicos; revisão dos medicamentos; medidas para aumentar a segurança da casa. C) Identificação e tratamento dos distúrbios de força, marcha e equilíbrio muscular; reposição de vitamina D, quando deficiente; avaliação podiátrica. D) Identificação e tratamento dos distúrbios de força, marcha e equilíbrio, correção dos distúrbios auditivos e fonoaudiológicos; reposição de vitamina D, quando deficiente. E) Medidas para aumentar a segurança da casa, correção dos problemas de audição, reposição de vitamina D, independente dos níveis prévios. IAMSPE 2022 Paciente de 90 anos, sexo masculino, comparece ao serviço de Urgência e Emergência acompanhado pelo filho, após ter sido encontrado caído ao chão em sua residência. Filho refere que o pai está apresentando quedas frequentes, mas após essa última houve dificuldade para deambular e o pai ficou confuso.É hipertenso e diabético há muitos anos e já teve episódio de AVC prévio, sem sequelas, com acompanhamento na UBS. Queixa-se de vertigem com frequência e nas últimas consultas estava apresentando queda da pressão arterial. Faz uso das seguintes medicações: Enalapril 10 mg 2x ao dia, Hidroclorotiazida 25 mg cedo, Glibenclamida 5 mg cedo, Metformina 500 mg a noite, Diazepam 10 mg a noite (para dormir há 5 anos) e Cinarizina 10 mg há 3 anos. As quedas são a causa mais comum de lesão em pacientes com mais de 65 anos de idade, representando quase três quartos de todo o traumatismo nessa população. Em relação a quedas em idosos: A) Os fatores associados ao aumento do risco de quedas com lesões graves (fratura, luxação ou laceração) incluem queda associada à síncope, história de queda anterior à lesão e função executiva reduzida. B) A incidência de quedas aumenta com a idade e é maior em idosos do sexo masculino. C) Apenas medicamentos que atuam no Sistema Nervoso Central estão relacionados ao aumento do risco de quedas. D) Idosos hospitalizados apresentam baixa incidência de quedas. FAMERP 2023 Paciente de 90 anos, sexo masculino, comparece ao serviço de Urgência e Emergência acompanhado pelo filho, após ter sido encontrado caído ao chão em sua residência. Filho refere que o pai está apresentando quedas frequentes, mas após essa última houve dificuldade para deambular e o pai ficou confuso. É hipertenso e diabético há muitos anos e já teve episódio de AVC prévio, sem sequelas, com acompanhamento na UBS. Queixa-se de vertigem com frequência e nas últimas consultas estava apresentando queda da pressão arterial. Faz uso das seguintes medicações: Enalapril 10 mg 2x ao dia, Hidroclorotiazida 25 mg cedo, Glibenclamida 5 mg cedo, Metformina 500 mg a noite, Diazepam 10 mg a noite (para dormir há 5 anos) e Cinarizina 10 mg há 3 anos. As quedas são a causa mais comum de lesão em pacientes com mais de 65 anos de idade, representando quase três quartos de todo o traumatismo nessa população. Em relação a quedas em idosos: A) Os fatores associados ao aumento do risco de quedas com lesões graves (fratura, luxação ou laceração) incluem queda associada à síncope, história de queda anterior à lesão e função executiva reduzida. B) A incidência de quedas aumenta com a idade e é maior em idosos do sexo masculino. C) Apenas medicamentos que atuam no Sistema Nervoso Central estão relacionados ao aumento do risco de quedas. D) Idosos hospitalizados apresentam baixa incidência de quedas. FAMERP 2023 Assinale a assertiva correta sobre quedas em idosos. A) São fatores de risco para quedas ser do sexo masculino e apresentar depressão. B) Idosos frágeis tendem a apresentar mais quedas em ambientes externos. C) Após uma queda da própria altura, independentemente das circunstâncias em que ocorreu, é necessário prosseguir com exames complementares para descartar causas cardíacas. D) O fator de risco de maior importância para novas quedas é ter caído no último ano. HCPA-RS 2023 Assinale a assertiva correta sobre quedas em idosos. A) São fatores de risco para quedas ser do sexo masculino e apresentar depressão. B) Idosos frágeis tendem a apresentar mais quedas em ambientes externos. C) Após uma queda da própria altura, independentemente das circunstâncias em que ocorreu, é necessário prosseguir com exames complementares para descartar causas cardíacas. D) O fator de risco de maior importância para novas quedas é ter caído no último ano. HCPA-RS 2023 Quanto a prevenção de quedas em idosos, é correto afirmar que: A) Hipertensão arterial sistêmica e diabetes melito constituem fatores de risco modificáveis, pois o controle intensivo destas comorbidades leva a redução significativa de quedas. B) Antiarritmicos e psicotrópicos são considerados fatores de proteção, sendo sendo capazes de prevenir quedas. C) Suspender a restrição de sódio, usar meias elásticas e o uso de fludrocortisona podem ser usados no tratamento da hipotensão postural. D) A reposição de vitamina D para idosos em geral, na dose de 1000 a 2000Ui/dia previne quedas e a perda de massa muscular em idosos. E) Idosos institucionalizados possuem menor risco de quedas que idosos saudáveis visto terem, de modo geral, maior suporte de apoio. BOS 2024 Quanto a prevenção de quedas em idosos, é correto afirmar que: A) Hipertensão arterial sistêmica e diabetes melito constituem fatores de risco modificáveis, pois o controle intensivo destas comorbidades leva a redução significativa de quedas. B) Antiarritmicos e psicotrópicos são considerados fatores de proteção, sendo capazes de prevenir quedas. C) Suspender a restrição de sódio, usar meias elásticas e o uso de fludrocortisona podem ser usados no tratamento da hipotensão postural. D) A reposição de vitamina D para idosos em geral, na dose de 1000 a 2000Ui/dia previne quedas e a perda de massa muscular em idosos. E) Idosos institucionalizados possuem menor risco de quedas que idosos saudáveis visto terem, de modo geral, maior suporte de apoio. BOS 2024 Instabilidade Postural Imobilismo Síndrome do imobilismo Conjunto de sinais e sintomas resultantes da supressão de todos os movimentos articulares, que, por conseguinte, prejudica a mudança postural, compromete a independência, leva à incapacidade, à fragilidade e à morte “ ” Tr at ad o d e G er ia tr ia e G er o n to lo g ia . F re it as , E .V .; P y, L .; N er i, A . L .; C an ça d o , F . A . X .C .; G o rz o n i, M .L .; D o ll, J . 4 ª. E d iç ão . G ru p o E d it o ri al N ac io n al ( G E N ), 20 16 . Causas da imobilidade Causas da imobilidade Critérios Maiores: • Déficit cognitivo moderado a grave; • Múltiplas contraturas. Critérios menores • Lesão por pressão, • Disfagia • Dupla incontinência • Afasia 2 + 2 Critérios A síndrome da imobilidade geralmente acontece após um período de hospitalização e se agrava quando o idoso volta para casa. Com relação ao diagnóstico dessa síndrome, assinale a alternativa correta. A) Nos critérios maiores, encontram-se o deficit cognitivo leve e (ou) as múltiplas contraturas. Nos critérios menores, encontram-se os sinais de sofrimento cutâneo ou lesão por pressão, a disfagia de leve a grave, a dupla incontinência e a disartria. B) Nos critérios maiores, encontram-se o deficit cognitivo leve e(ou) as múltiplas contraturas. Nos critérios menores, encontram-se os sinais de sofrimento cutâneo, a disfagia para líquidos e a manutenção para sólidos, a dupla incontinência e a afasia. C) Nos critérios maiores, encontram-se o deficit cognitivo médio e (ou) as múltiplas contraturas. Nos critérios menores, encontram-se os sinais de sofrimento cutâneo ou lesão por pressão, a dispepsia, a prosopagnosia, a dupla incontinência e a afasia. D)Nos critérios maiores, encontram-se o deficit cognitivo leve e(ou) as múltiplas contraturas. Nos critérios menores, encontram-se os sinais de sofrimento cutâneo ou lesão por pressão, a disfagia de leve a grave, a incontinência urinária isolada e a afasia. E) Nos critérios maiores, encontram-se o deficit cognitivo de médio a grave e (ou) as múltiplas contraturas. Nos critérios menores, encontram-se os sinais de sofrimento cutâneo ou lesão por pressão, a disfagia de leve a grave, a dupla incontinência e afasia. SUS-SP 2022 A síndrome da imobilidade geralmente acontece após um período de hospitalização e se agrava quando o idoso volta para casa. Com relação ao diagnóstico dessa síndrome, assinale a alternativa correta. A) Nos critérios maiores, encontram-se o deficit cognitivo leve e (ou) as múltiplas contraturas. Nos critérios menores, encontram-se os sinais de sofrimento cutâneo ou lesão por pressão, a disfagia de leve a grave, a dupla incontinência e a disartria. B) Nos critérios maiores, encontram-se o deficit cognitivo leve e(ou) as múltiplas contraturas.Nos critérios menores, encontram-se os sinais de sofrimento cutâneo, a disfagia para líquidos e a manutenção para sólidos, a dupla incontinência e a afasia. C) Nos critérios maiores, encontram-se o deficit cognitivo médio e (ou) as múltiplas contraturas. Nos critérios menores, encontram-se os sinais de sofrimento cutâneo ou lesão por pressão, a dispepsia, a prosopagnosia, a dupla incontinência e a afasia. D)Nos critérios maiores, encontram-se o deficit cognitivo leve e(ou) as múltiplas contraturas. Nos critérios menores, encontram-se os sinais de sofrimento cutâneo ou lesão por pressão, a disfagia de leve a grave, a incontinência urinária isolada e a afasia. E) Nos critérios maiores, encontram-se o deficit cognitivo de médio a grave e (ou) as múltiplas contraturas. Nos critérios menores, encontram-se os sinais de sofrimento cutâneo ou lesão por pressão, a disfagia de leve a grave, a dupla incontinência e afasia. SUS-SP 2022 1. Principal fator de risco para quedas: Queda prévia. 2. Para avaliar o risco de queda: TUGT (Timed Up and Go Test) 3. Para redução de queda: Vitamina D se deficiência, Corrigir distúrbio de força, marcha, equilíbrio, correção auditiva, rever medicações, aumentar segurança da casa, avaliação podiátrica. Take Home Messages Critérios Maiores: • Déficit cognitivo moderado a grave; • Múltiplas contraturas. Critérios menores • Lesão por pressão, • Disfagia • Dupla incontinência • Afasia 2 + 2 Take Home Messages Obrigada! Dra. Priscila Yumi Abiko GERIATRIA Dra. Priscila Yumi Abiko Instabilidade Postural e Imobilismo Fatores de risco para quedas: Sexo feminino, Mais que duas comorbidades associadas; Maior dependência funcional; Idade; Impulsividade; Queda prévia (é o principal fator de risco para novas quedas) ; Visão prejudicada; Distúrbio de marcha, e uso de dispositivos de marcha; Perda de equilíbrio e força muscular; Uso de medicações: Benzodiazepínicos; Antidepressivos; Antihipertensivos; Antipsicóticos; Antihistamínicos. Comorbidades específicas: Epilepsia; Parkinson; Miopatia; síncope cardiogênica; Hidrocefalia de pressão normal; Demência. Avaliar circunstâncias: • Perda de consciência; • Cardiogênica/neurogênica; • Ambiente (fator externo); • Tontura; • Fraqueza súbita. Exame físico: • Neurogênica; • Arritmia; • Pressão arterial (3 medidas); • Exame dos pés; • Marcha. Avaliação de risco: • TUGT (timed up and go test) Medidas para redução de quedas: Reposição de vitamina D, em casos de deficiência (