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Manutenção como Função Estratégica: Manutenção Preventiva e Corretiva 
 
Daniel Santos Barbosa1 
Profa. Ana Oliveira2 
 
 
 
RESUMO 
 
Manutenção preventiva consiste na atividade realizada por técnicos especializados 
cujo objetivo é prevenir o desgaste prematuro de partes vitais de funções críticas no 
processo de trabalho, prever danos prováveis ou determinar defeitos de operação, 
recomendando reparos agendados antes da falha ou imediatamente antes da culpa. 
Utilizam materiais auxiliares de limpeza e lubrificação, peças sobressalentes 
menores e ferramentas para montagem e desmontagem de peças. E a Manutenção 
corretiva, entende-se a atividade desenvolvida por técnicos especializados cujo 
objetivo é recuperar equipamentos decompostos para colocá-lo em serviço. Dentro 
deste contexto, justifica-se a importância do tema visto que, quando se fala de 
manutenção, seja preventiva ou corretiva, concentra-se em uma tarefa que nem 
todos podem realizar, porque requer conhecimento e habilidades técnicas para 
executá-la. Para uma melhor compreensão sobre o tema abordado, foi formulada a 
questão norteadora da pesquisa, ou seja, quais seriam os aspectos a serem 
observados e valorizados quando se determina ou escolhe o modelo de manutenção 
a ser aplicado, e, para uma pesquisa mais ampla, traçou-se o objetivo principal do 
trabalho, que foi realizar uma releitura na literatura já publicada sobre o tema e, 
determinar pontos básicos e relevantes sobre a manutenção preventiva e corretiva. 
A metodologia utilizada na pesquisa foi a revisão de literatura elaborada através de 
bases bibliográficas obtidas em artigos científicos, livros, periódicos, teses e 
monografias, nos idiomas português e inglês, publicadas no período de 2000 a 2016 
 
Palavras-chave: Manutenção, manutenção preventiva, manutenção corretiva, 
diferenças e aplicabilidades, vantagens e desvantagens 
 
 
1 INTRODUÇÃO 
A manutenção é uma atividade de extrema importância estratégica nas 
organizações, pois a mesma deve garantir a disponibilidade dos equipamentos e 
instalações, segurança e custos adequados. Compreender cada tipo de manutenção 
e aplicar a mais adequada, de forma correta, é fator de otimização da atividade e 
lucro ou até mesmo, a sobrevivência de muitas empresas 
 
1Acadêmico do curso de Engenharia Mecânica da Anhanguera Educacional – FaculdadeAnhanguera 
de Taubaté - SP. 
2 Orientadora. Docente do curso de Engenharia Mecânica da Anhanguera Educacional – Faculdade 
Anhanguera]. 
 
 
A Manutenção preventiva consiste na atividade realizada por técnicos 
especializados cujo objetivo é prevenir o desgaste prematuro de partes vitais de 
funções críticas no processo de trabalho, prever danos prováveis ou determinar 
defeitos de operação, recomendando reparos agendados antes da falha ou 
imediatamente antes da culpa. Utilizam materiais auxiliares de limpeza e 
lubrificação, peças sobressalentes menores e ferramentas para montagem e 
desmontagem de peças. E a Manutenção corretiva, entende-se a atividade 
desenvolvida por técnicos especializados cujo objetivo é recuperar equipamentos 
decompostos para colocá-lo em serviço. Ele usa materiais auxiliares de limpeza e 
lubrificação. 
Quando se fala de manutenção, seja preventiva ou corretiva, concentra-se em 
uma tarefa que nem todos podem realizar, porque requer conhecimento e 
habilidades técnicas para executá-la. Dentro do contexto exposto, justifica-se a 
importância do tema, ou seja, de que a manutenção corretiva em vez de um 
protocolo a seguir depende do diagnóstico identificado, através do qual as decisões 
necessárias serão tomadas em relação às ações que serão realizadas no 
equipamento. E, dentro das operações de manutenção corretiva é essencial que se 
saiba localizar falhas ou defeitos para corrigir o dano com eficiência e eficácia, 
identificado no equipamento ou instalações previamente ou de forma rápida os 
possíveis problemas, a fim de que não se necessite ter paradas inesperadas de 
produção, o que ocasionaria perdas e desperdícios. 
Diante do exposto, foi formulada a questão norteadora deste estudo, ou seja: 
“Quais seriam os aspectos a serem observados e valorizados quando se determina 
ou escolhe o modelo de manutenção a ser aplicado?” 
O Objetivo principal deste estudo foi realizar uma Revisão de Literatura em 
bases teóricas já publicadas sobre o tema e, com essas informações estudar 
sobretermos manutenção preventiva e corretiva e, apontar suas definições, 
aplicabilidades, diferenças e, vantagens e desvantagens para as empresas e para a 
produção de um modo geral. Para um maior entendimento sobre a pesquisa, 
realizou-se um levantamento bibliográfico sobre: (i) Descrever um breve histórico 
sobre o termo Manutenção; (ii) Apontar as características das manutenções 
Preventiva e Corretiva; (iii) Estudar sobre as vantagens e desvantagens de cada 
 
 
uma das manutenções e sua importância no que tange a custos, e diminuição de 
desperdícios na produção. 
 
2 DESENVOLVIMENTO 
 
2.1 Metodologia 
Este trabalho foi elaborado através de uma revisão de literatura em bases 
bibliográfica já publicada a respeito do tema em questão e de assuntos direta e/ou 
indiretamente correlatos. Os dados bibliográficos foram coletados através de artigos 
científicos, livros, periódicos, monografias e teses com o intuito de reunir 
informações a cerca do problema relacionado à manutenção (preventiva e corretiva), 
melhorando e aperfeiçoando assim ideias, fundamentando o assunto abordado, 
através de fontes que viabilizaram soluções para a questão norteadora da pesquisa. 
Limitou-se a pesquisa a publicações do período de 2000 a 2016, no idioma 
português, com o levantamento de informações sobre os descritores: Manutenção; 
Manutenção Preventiva e Manutenção Corretiva; Diferenças, Aplicabilidades, 
Vantagens e Desvantagens. 
2.2 Resultados e Discussão 
2.2.1 Manutenção e Programas de Manutenção 
Segundo Kardec e Nascif (2001), instalações perigosas podem ser 
encontradas em toda a indústria em geral; uma falha neles pode ter sérias 
consequências para as instalações e / ou pessoas. 
As principais causas de possíveis acidentes em instalações perigosas podem 
ser múltiplas e ter origens diferentes: falhas devido às condições de trabalho a que 
estão sujeitas e que podem levar a fenômenos de corrosão, desgaste de peças 
rotativas, fadiga de materiais, danos e deformações nas partes internas ou sujas, 
etc.; desvios das condições normais de operação; erros humanos na identificação de 
materiais, componentes, etc.; interferência de agentes externos ao processo e falhas 
de gerenciamento ou organização, entre outros (SLAKC; CHAMBERS; JOHNSTON, 
2002). 
 
 
Antes que estes aspectos afetem a segurança de toda a instalação e para as 
pessoas, é necessário realizar uma atenção e manutenção dos mesmos. 
Portanto, é de suma importância que um programa de manutenção seja 
executado de acordo com o perigo de cada instalação particular, tendo em mente 
que em uma planta industrial onde existem instalações perigosas, o trabalho de 
manutenção pode envolver um aumento a própria perigosidade do mesmo de 
acordo com a forma em que são feitos (TAVARES, 2000). 
Por outro lado, o pessoal de manutenção está sujeito a riscos adicionais 
devido à natureza muito perigosa das instalações onde realizam seu trabalho; por 
conseguinte, será necessário manter um controle cuidadoso do trabalho de 
manutenção para minimizar os problemas das instalações e os riscos para os 
trabalhadores e para o pessoal que executa essas tarefas. 
 
2.2.2 Tipos de características da Manutenção 
 
Para focar a manutenção preventiva, foca-se ainda dois outros tipos de 
manutenção, como manutenção corretiva e preditiva (DRUMOND, 2004). 
 
2.2.3 Manutenção Corretiva 
Pode-se definir a manutenção corretiva como aquela realizada em uma 
máquina ou instalação quando a falha já ocorreu,para restaurá-la à sua condição de 
operação normal. A manutenção corretiva pode ou não ser planejada. 
A manutenção corretiva planejada inclui as intervenções não planejadas 
(preventivas) que são realizadas durante as paradas programadas. (FERREIRA, 
2007). 
Por exemplo, uma instalação na qual uma junta aparece pela qual um 
vazamento de óleo ocorre e permanece em serviço até uma parada programada na 
qual ela intervém para substituir a junta. Esta manutenção não é preventiva porque 
não foi estipulado para realizar a referida intervenção em intervalos regulares de 
tempo ou horas de serviço. Além disso, é uma intervenção corretiva planejada a ser 
executada durante uma parada programada, sem afetar a disponibilidade da 
instalação (VIANA, 2012) 
 
 
2.2.4 Manutenção Preventiva 
A manutenção preventiva consiste em programar as intervenções ou 
mudanças de alguns componentes ou peças de acordo com intervalos de tempo 
predeterminados ou espaços regulares (horas de serviço, quilômetros percorridos, 
toneladas produzidas). O objetivo deste tipo de manutenção é reduzir a 
probabilidade de falha ou perda de desempenho de uma máquina ou instalação 
tentando planejar algumas intervenções que se ajustam ao máximo para a vida útil 
do elemento intervieram (SILVA, 2007). 
A origem desse tipo de manutenção surgiu por meio da análise estatística da 
vida útil do equipamento e de seus elementos mecânicos e da realização de sua 
manutenção com base na substituição periódica dos elementos, independentemente 
da condição ou condição de deterioração e deterioração dos mesmos. Sua grande 
limitação é o grau de incerteza quando se trata de definir o momento de substituição 
do elemento (SOEIRO, 2017). 
2.2.5 Manutenção Corretiva - Objetivos 
Segundo Viana (2010), a manutenção corretiva tem por objetivo além das 
inspeções visuais e lubrificação, o reparo de avarias que surgem. Tem ainda por 
objetivo, a aplicabilidade em equipamentos com menor nível de criticidade, cujas 
falhas não representam nenhum problema, nem econômico nem técnico. 
2.2.6 Manutenção Preventiva - Objetivos 
Os objetivos da manutenção preventiva são fornecer um programa de 
gerenciamento de manutenção que permita o tempo máximo de operação das 
instalações perigosas, com custo e manutenção mínimos e com máxima segurança. 
Com um programa de manutenção preventiva, inspeções periódicas e reparos 
rápidos são garantidos. (FERREIRA, 2008). 
O departamento de manutenção deve garantir a segurança de seu próprio 
pessoal e fornecer serviços a todas as instalações perigosas. Para cumprir essas 
premissas, recomendações e técnicas relacionadas aos métodos de prevenção de 
acidentes devem ser incorporadas ao programa de manutenção preventiva. Da 
 
 
mesma forma, todos os métodos de manutenção devem ser atualizados sempre que 
houver modificações em um processo ou instalação perigosos (SILVA, 2007). 
 
2.2.7 Formas de Realizar Manutenção Preventiva 
Segundo Silva (2007), a manutenção preventiva pode ser feita de três 
maneiras: 
● Revendo recursos com intervalos de tempo iguais entre as revisões, 
desmontando os componentes em revisão antes que eles falhem e sejam 
redefinidos para o tempo zero. 
● Verificando as instalações periodicamente e de acordo com suas condições, 
efetuem a substituição se exceder os limites operacionais. É apropriado quando se 
trata de componentes elétricos e eletrônicos e em instrumentos de controle. 
● Desmontar os componentes a serem examinados e substituir os que estão 
em más condições. É adequado em sistemas eletrônicos complexos e em 
equipamentos em que é difícil prever suas falhas. 
2.2.8 Manutenção Preditiva - Objetivos 
O principal objetivo de um programa de manutenção preditiva é otimizar a 
confiabilidade e a disponibilidade do equipamento a um custo mínimo, obtendo uma 
série de benefícios, que incluem: Evitar as paradas não planejadas da planta; 
estender os ciclos de produção entre as paradas de manutenção e, minimizar os 
tempos de reparo; evitar perdas na produção devido a paradas no processo de 
produção e, ter maior duração dos componentes, uma vez que estes, são 
substituídos somente quando começam a ser danificados (MOSCHI, 2015). 
2.2.9 Manutenção Corretiva Planejada 
A manutenção corretiva planejada prevê o que será feito antes de ocorrer a 
falha, de modo que quando o computador deixa de reparar, e disponíveis peças de 
substituição, os documentos necessários e pessoal técnico anteriormente atribuídos 
em uma programação de tarefas (VIANA, 2012). 
Como o anterior, corrige a falha e age de acordo com um determinado 
fato.Esse tipo de manutenção difere do não planejado, pois esse grau de restrição 
 
 
do anterior é evitado, pois os trabalhos foram programados antecipadamente.Para 
realizar a equipe prisão, mas antes de ser programada, uma lista de tarefas é feita 
para tornar sobre ele e execução do programa naquela ocasião, aproveitando para 
qualquer reparação, substituição ou ajuste não seria viável a ver com o equipamento 
em funcionamento. (FERREIRA, 2007). 
Geralmente é feito em horários de menor atividade, horas contra turnos, 
períodos de baixa demanda, durante a noite, nos finais de semana, feriados, etc. 
 
2.2.10 Manutenção Corretiva Não Planejada 
É a manutenção corretiva de emergência que deve ser realizada o mais 
rápido possível para evitar custos crescentes e evitar danos materiais e / ou 
humanos. Se ocorrer uma avaria inesperada, esta será reparada no menor tempo 
possível, de modo que o sistema, equipamento ou instalação continue a funcionar 
normalmente sem causar danos; ou aquele que por uma condição imperativa requer 
seu reparo (no caso de envolver segurança, ou devido ao perigo de contaminação, 
ou pela aplicação de padrões, etc.) será reparado. (VIANA, 2012). 
2.2.11 Manutenção Corretiva - Aplicabilidade 
São aplicadas em sistemas complexos, geralmente em componentes 
eletrônicos ou naqueles em que não é possível prever falhas, e em processos que 
admitem ser interrompidos a qualquer momento e em qualquer momento, sem afetar 
a segurança (DRUMOND, 2004). 
Equipamento em operação com certa idade, nestes casos, pode acontecer 
que a falha ocorra inesperadamente, e geralmente no momento mais oportuno, 
devido precisamente ao fato de que o equipamento é necessário por necessidade e 
deve estar totalmente operacional. (SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, 
2002). 
Uma desvantagem nesse tipo de manutenção é que o capital imobilizado e 
disponível deve ser fornecido para as peças sobressalentes e elementos, uma vez 
que a aquisição destes não pode ser resolvida rapidamente, e requer uma gestão de 
compra e entrega que não corresponde com o tempo real para iniciar o equipamento 
 
 
novamente no menor tempo possível, com a circunstância agravante de que podem 
ser peças descontinuada, importada ou não mais fabricada. (VIANA, 2012). 
Para realizar a manutenção corretiva, pessoal qualificado é designado para 
resolver o problema imediatamente e com a mais alta solvência profissional. Em 
geral, o pessoal para esse tipo de manutenção é agrupado em grupos. 
2.2.12 Características dos Tipos de Manutenção 
 Segundo Viana (2010), manutenção corretiva são aquelas contingências que 
ocorrem de maneira feliz, sem serem planejadas e aleatórias. Inclui aquela realizada 
para corrigir (consertar) uma falha no equipamento. Está classificada em: 
Não planejado: O corretivo de emergência deve agir o mais rápido possível, a 
fim de evitar custos e danos aos materiais e / ou seres humanos mais velhos. Deve 
ser realizado com urgência, quer por uma falha inesperada de reparação, o mais 
rapidamente possível, quer por uma condição obrigatória que deve ser cumprida 
(problemas de segurança, contaminação, aplicação de regulamentos legais, etc.). 
No caso do exemplo, a detecção do vazamento de gás compromete a gerência a 
tomar a decisão de reparar o vazamento de gás, atuando emuma emergência 
(geralmente a detecção) de um gás combustível, implica a existência de uma 
perigosa concentração no ar ambiente, que é explosivo) (FERREIRA, 2008). 
Planejado: Sabe-se antecipadamente, que se deve ser feito quando o 
equipamento parar. Deve-se ter o pessoal, as peças sobressalentes e os 
documentos técnicos necessários para realizar o reparo corretamente. Como o 
anterior, corrige a falha e age de acordo com um determinado fato. A diferença com 
a emergência, é que não há nenhum grau de urgência do anterior, mas que o 
trabalho pode ser programado para ser realizado em um futuro próximo, sem 
interferir nas tarefas de produção. No geral, foi agendada a equipe de prisão, mas 
antes de fazer isso, nós acumular tarefas a serem executadas sobre ele e execução 
do programa naquela ocasião, aproveitando para realizar todas as tarefas que não 
podíamos fazer com o equipamento em funcionamento (FERREIRA, 2008). 
Normalmente, se aproveita as paradas, períodos de baixa demanda, fins de 
semana, períodos de férias, etc. para a realização desse tipo de manutenção. 
 
 
Para o caso do exemplo, podemos adiar até o fim de semana, em horas do 
dia, o reparo da chapa perfurada, se as condições climáticas permitirem que ela seja 
realizada (KARDEC, 2001). 
Já a manutenção preventiva é feita rotineiramente, a fim de se evitar a 
ocorrência de falhas, e despesas ou a deterioração de um bem. Essa manutenção 
também é chamada de "manutenção planejada", ocorre antes que uma falha ou 
avaria ocorra, sob condições controladas, sem a existência de qualquer erro no 
sistema (MOSCHI, 2015). 
Segundo Tavares (2000), a manutenção preventiva é realizada com base na 
experiência e perícia do pessoal responsável, que é quem responde por determinar 
o tempo necessário para realizar o referido procedimento; o fabricante também pode 
estipular o momento certo através dos manuais técnicos. Tem as seguintes 
características: 
• É realizado no momento em que não está sendo produzido, aproveitando as 
horas de inatividade da planta. 
• É realizado um programa previamente elaborado, detalhando o 
procedimento a ser seguido e as atividades a serem executadas, de forma a ter as 
ferramentas e peças de reposição necessárias "à mão". 
• Tem uma data agendada, bem como um horário de início e conclusão pré-
estabelecido e aprovado pelo conselho de administração da empresa. 
• Destina-se a uma área específica e a determinados equipamentos 
especificamente. Embora você também possa realizar uma manutenção 
generalizada de todos os componentes da planta. 
• Permite que a empresa tenha um histórico de todos os equipamentos, além 
de oferecer a possibilidade de atualização das informações técnicas do 
equipamento. 
• Permite um orçamento aprovado pelo conselho. 
Segundo Silva (2007), a manutenção preditiva são aqueles sinais ou análises 
que fornecem alguma suspeita do acidente. Essa manutenção também é chamada 
de "manutenção planejada", ocorre antes que uma falha ou avaria ocorra, sob 
condições controladas, sem a existência de qualquer erro no sistema. 
 
 
É realizado com base na experiência e perícia do pessoal responsável, que é 
responsável por determinar o tempo necessário para realizar o referido 
procedimento; O fabricante também pode estipular o momento certo através dos 
manuais técnicos. Tem as seguintes características: (VIANA, 2012) 
• É realizado no momento em que não está sendo produzido, aproveitando as 
horas de inatividade da planta. 
• É realizado um programa previamente elaborado, detalhando o 
procedimento a ser seguido e as atividades a serem executadas, de forma a ter as 
ferramentas e peças de reposição necessárias "à mão". 
• Tem uma data agendada, bem como um horário de início e conclusão pré-
estabelecido e aprovado pelo conselho de administração da empresa. 
• Destina-se a uma área específica e a determinados equipamentos 
especificamente. Embora você também possa realizar uma manutenção 
generalizada de todos os componentes da planta. 
• Permite que a empresa tenha um histórico de todos os equipamentos, além 
de oferecer a possibilidade de atualização das informações técnicas do 
equipamento. 
• Permite um orçamento aprovado pelo conselho. 
 
2.2.13 Vantagens e Desvantagens da Manutenção Preventiva e Corretiva Industrial 
 
O tipo de manutenção aplicada depende da área que a indústria atua. 
Naturalmente, cada um deles tem suas vantagens e desvantagens, que devem ser 
levadas em consideração e avaliadas antes de tomar uma decisão sobre qual é a 
maneira de agir na manutenção que melhor se adapte à empresa. 
Segundo Silva (2007), entre as vantagens da manutenção preventiva, estão 
as seguintes: 
A redução de custo em relação à manutenção corretiva; os riscos devido a 
falhas no equipamento ou mesmo vazamentos são significantemente reduzidos. 
Consegue prolongar a vida útil dos equipamentos, visto que, há menos tempo de 
inatividade não planejada causada pela falha do equipamento (KARDEC, 2001). 
 
 
Elimina menos erros que são gerados nas operações diárias, melhorando 
substancialmente a confiabilidade dos equipamentos, desta forma, proporciona 
menos custos em reparos causados por falhas inesperadas de equipamentos, que 
devem ser corrigidos rapidamente. 
Consegue reduzir o risco de lesões para os operadores, já que minimiza as 
chances de paradas imprevistas por quebras inesperadas, diminuindo também as 
paradas de produção. Assim, a manutenção preventiva melhora o controle sobre o 
funcionamento do equipamento e, sua produtividade, bem como, o cronograma de 
manutenção que será aplicado nele (SILVA, 2007). 
Uma das desvantagens da manutenção preventiva é que a mesma deve ser 
realizada por pessoal especializado que geralmente é contratado fora da empresa; 
Como as tarefas de manutenção do equipamento são executadas com certa 
periodicidade, elas não permitem que a depreciação ou o desgaste das peças do 
equipamento sejam determinados com exatidão; A empresa deve seguir as 
recomendações do fabricante para agendar trabalhos de manutenção. Por causa 
disso, pode acontecer de uma peça ser substituída quando ela tiver uma vida útil 
mais longa (SOEIRO, 2017). 
 
2.2.14 Manutenção Corretiva – Vantagens e Desvantagens 
 
De acordo com Ferreira (2007), a manutenção corretiva não gera custos fixos 
e, não há necessidade de programá-la ou prever qualquer atividade de parada. 
Oferece, em curto prazo, um bom resultado econômico. 
Segundo Tavares (2000), a produção se torna imprevisível e não confiável. 
Paradas e falhas podem ocorrer a qualquer momento. É claro que não é de todo 
aconselhável basear a manutenção em intervenções corretivas em plantas com alto 
valor agregado do produto final, em plantas que exigem alta confiabilidade (por 
exemplo, empresas que usam frio em seu processo), que eles têm compromissos de 
produção com clientes que sofrem penalidades significativas em caso de não 
conformidade (por exemplo, a indústria automotiva ou o mercado de eletricidade) ou 
aqueles que produzem em campanhas curtas (indústria relacionada à agricultura). 
 
 
Este tipo de manutenção assume riscos econômicos que às vezes podem ser 
importantes; além de que a vida dos equipamentos é encurtada. Além de que, 
impede o diagnóstico fiável das causas das falhas, porque é ignorado se falhou 
devido a mau tratamento, abandono, desconhecimento do manuseamento, desgaste 
natural ou outros. Portanto, a falha pode ser repetida várias vezes (FERREIRA, 
2007). 
Há tarefas que são sempre lucrativas em qualquer tipo de equipamento. Sua 
não realização dificilmente pode ser justificada com base em critérios econômicos: 
lubrificação, limpeza, inspeções visuais e ajustes. Certos equipamentos também 
exigem ajustes contínuos, monitoramento, lubrificação, até mesmo para operar por 
curtos períodos de tempo (DRUMOND, 2004). 
O seguro de máquinas ou de grande quebra geralmente exclui os riscos 
derivadosdo não cumprimento da manutenção programada indicada pelo fabricante 
do equipamento (TAVARES, 2000). 
Os colapsos e comportamentos anormais não só colocam a produção em 
risco: eles também podem representar acidentes com riscos para as pessoas ou 
para o meio ambiente. 
Assim, basear a manutenção na correção de falhas significa ter técnicos 
altamente qualificados, com um estoque importante de peças de reposição, com 
meios técnicos muito variados, etc (DRUMOND, 2004) 
A decisão entre corrigir uma falta de forma planejada ou imediatamente é 
geralmente marcada pela importância do equipamento no sistema de produção: se a 
parada envolver o desligamento imediato do equipamento necessário, o reparo 
começa sem planejamento prévio. Se o equipamento ou a instalação operacional 
ainda puder ser mantido mesmo com a falha presente, o reparo poderá ser adiado 
até que chegue o momento mais apropriado. 
A distinção entre correção corretiva e não programada afeta a produção em 
primeiro lugar. O plano de produção não tem a mesma condição se a parada for 
imediata e surpreendente se tiver algum tempo para reagir. 
Portanto, enquanto o corretivo não programado é claramente uma situação 
indesejável do ponto de vista da produção, compromissos com clientes e receitas, o 
corretivo programado é menos agressivo com todos eles. 
 
 
2.2.15 Benefícios da Combinação de Manutenção Preventiva e Corretiva 
Segundo Viana (2010), a importância da combinação de manutenção 
preventiva e corretiva com o objetivo de prolongar a vida útil do equipamento nas 
empresas é um fator de grande importância estratégica. Por isso, muitas vezes, nas 
operações de manutenção, a manutenção preventiva é aquela destinada à 
conservação de equipamentos ou instalações, através da realização de revisão e 
reparo, para garantir seu funcionamento e confiabilidade adequados e, a mesma é 
realizada no equipamento em condições operacionais. 
Desta forma, a manutenção preventiva evita falhas no equipamento antes que 
elas ocorram, enquanto a manutenção corretiva conserta ou coloca em operação 
aquelas que pararam de funcionar ou estão danificadas. 
De acordo com Drumond (2004), a manutenção preventiva planejada melhora 
a produtividade em até 25%, reduz os custos de manutenção em 30% e aumenta a 
vida útil de máquinas e equipamentos em até 50%. 
Assim, as estratégias convencionais de "reparo quando a quebra ocorre" não 
servem mais, e esperar que a quebra ocorra é incorrer em custos excessivamente 
altos (perdas de produção, deficiências de qualidade, tempo de inatividade e perda 
de lucros). 
2.2.16 Manutenção como Fonte de Rentabilidade 
Para avaliar o gerenciamento da manutenção, os objetivos que a manutenção 
visa atingir devem ser claramente definidos. Esses objetivos serão definidos de 
acordo com os objetivos da empresa (rentabilidade, em mercados competitivos). A 
melhor maneira de saber se esses objetivos são alcançados ou não e como eles 
contribuem para melhorar a competitividade da empresa é quantificá-los em termos 
monetários (SOEIRO, 2017). 
Estratégias de manutenção visam garantir a disponibilidade e eficiência 
exigida unidades, equipamentos e instalações, garantindo longa vida útil e minimizar 
os custos de manutenção, no âmbito da segurança e do meio ambiente (TAVARES, 
2000). 
Fatores críticos de sucesso de gestão de manutenção são a disponibilidade e 
eficiência, que indicará a fração de tempo em que as unidades ou equipamentos 
 
 
estão em serviço (disponibilidade) e a fração de tempo em que o serviço é eficaz 
para produção (VIANA, 2010). 
Disponibilidade só tem de ser tomada quando necessário, o que não significa 
que tem que ser igual em todos os recursos (unidades), uma vez que muito depende 
da criticidade do mesmo, e que criticidade pode variar dependendo das condições 
de mercado. Ter uma disponibilidade muito alta em recursos (unidades) que não 
precisam disso só provoca um excesso de custos, devido ao uso excessivo de 
recursos de manutenção (SOEIRO, 2017). 
A melhoria em ambos os índices de disponibilidade e eficiência e custos de 
manutenção reduzidos são responsáveis por aumento da rentabilidade e, portanto, 
tem um impacto direto sobre os lucros. 
2.2.17 Breve Resumo sobre os Custos de Manutenção e seus Benefícios 
Segundo Silva (2004), o objetivo básico do gerenciamento de custos é 
estimular a otimização do uso de mão-de-obra, quantidade de materiais, contratos e 
minimizar o tempo de inatividade. 
É por isso que existem indicadores como: o valor de 1 min de produção, o 
custo de manutenção por m2 de área, mão de obra e matéria-prima no produto e o 
tipo de custo de manutenção, entre outros, permitem a comparação com os 
indicadores da organização, para facilitar a visualização das incidências das 
diferentes estratégias que você deseja aplicar (FERREIRA, 2007). 
O conceito "Custeio" refere-se a um processo que ocorre em um sistema de 
informação e que o reflete em uma figura que visa mostrar o desempenho oportuno 
de um gerenciamento e que ao longo do tempo permite inferir uma tendência de uso 
de recursos (DRUMOND, 2004). 
Os custos de manutenção são úteis de duas maneiras: Para avaliar os 
resultados internos de uma organização de manutenção e para comparar o 
investimento com os resultados operacionais da empresa (SILVA, 2004). 
O mérito da manutenção não é conhecer os custos totais, mas pode 
especificar sua distribuição por diferentes conceitos, como: Áreas de operação 
Equipamentos ou conjuntos Família de equipamentos Partes do equipamento Causa 
da falha Tipo de trabalho Origem do trabalho (SOEIRO, 2017). 
 
 
Por componentes de intervenção (causar a falha, sintomas e as medidas 
tomadas). Essas relações são obtidas de um sistema integrado de informação 
também pode fornecer os seguintes relatórios: custo por unidade produzida relação 
aos custos operacionais totais a relação de vendas (TAVARES, 2000). 
A gestão adequada dos custos de manutenção pode ajudar na visão para 
muitas empresas a barreira entre a competitividade ea ruína, como tem sido o caso 
de empresas que têm perpetuado equipamentos obsoletos e têm inovado 
tecnologicamente sem estar preparado para o desafio de assimilar os novos 
conhecimentos e processos (VIANA, 2012). 
A infraestrutura básica que permite que as tarefas para a frente para controlar 
os custos precisam de alguns elementos para facilitar a tomar medidas concretas 
importância dos custos de manutenção (FERREIRA, 2007). 
Permite conhecer os custos em tempo, com precisão e veracidade de 
informações deve ser Importância atempada dos Custos de Manutenção. A 
comunicação sistema de informação e ambiente propício exigem controles precisos, 
formação qualificada, objetivos claros, gestores pessoais e competentes gera uma 
organização adequado e comprometido (SILVA, 2004). 
Importância dos custos de manutenção - Qualquer pessoa dentro da 
organização deve estar muito ciente da responsabilidade de cuidar dos custos, 
mantendo-se informado de seu status e sua contribuição para controlar o sistema de 
ordens de serviço, pois deve ser preenchido com a maior precisão possível porque a 
soma de seus dados permite obter as informações necessárias no sistema 
(DRUMOND, 2004). 
Origens dos custos de manutenção - De acordo com sua natureza, se pode 
classificar os custos de manutenção nos custos incorridos por: Realização de 
intervenções; Defeitos na qualidade de manutenção; Custos de armazenamento; 
Investimentos em manutenção (MOSCHI, 2015). 
Origens dos custos de manutenção Desgaste das peças - Peças com erros 
de construção; Esforços superiores em peças devido a mudanças nas condições de 
operação Esforços de fadiga repetitivos Causas de intervenções (PINTO, 1999). 
 
 
Causas de investimentos em manutenção - Todas as causas já mencionadas, 
pois os investimentos são feitos para diminuir os demais custos. A falta de 
coordenação entre os membros do serviço.(SOEIRO,2017). 
Origens dos custos de manutenção Decisão de ter peças em estoque; Meios 
necessários para gerenciar e armazenar Causas de custos de armazenamento. O 
mérito da manutenção não é conhecer os custos totais, mas sim especificar sua 
distribuição por diferentes conceitos. A falta de interesse no controle dos custos de 
manutenção em muitas empresas é o resultado de sua ignorância. Qualquer pessoa 
dentro da organização deve estar muito ciente da responsabilidade de vigiar os 
custos (SILVA, 2007). 
O objetivo básico de uma gestão de custos é estimular a otimização do uso 
do trabalho, quantidade de materiais e tempo de desemprego. Como gerentes de 
manutenção, uma das principais tarefas é minimizar os custos de manutenção. A 
gestão adequada dos custos de manutenção pode ajudar a ver, para muitas 
empresas, a barreira entre competitividade e ruína. Não confunda falha de 
manutenção com falha do equipamento (FERREIRA, 2008). 
2.2.18 Manutenção e os Equipamentos e Instalações 
Os autores são praticamente unânimes em ressaltar que, a manutenção 
dentro da indústria é um eixo fundamental para a conservação de equipamentos e 
instalações, o que permite maximizar a produção. Além do que, Ferreira (2007) 
salienta repetidamente em seus artigos que, a manutenção proporciona 
confiabilidade, eficiência e produtividade à indústria, e que os resultados são 
avaliados em quantidade e qualidade do produto. 
As pesquisas feitas sobre os tipos de manutenção revelaram que, os 
equipamentos e instalações de uma indústria estão sujeitos a diversos tipos de 
manutenção, que podem ser corretivas, preditivas ou preventivas, cada uma delas 
aplicável na proporção que requer. Considera-se que a manutenção é uma das 
maiores preocupações da indústria em 2022, fator salientado por Viana (2012) e 
Soeiro (2017) entre outros, te que a mesma tem sido confiada a pessoal qualificado 
e dedicado a esta tarefa. 
 
 
Ferreira (2008) e Silva (2007) definem alguns modelos de manutenção que se 
aplicam aos diferentes equipamentos; Esses modelos propõem objetivos claros e 
precisos, focados nos eixos funcionais da empresa. 
A literatura pesquisada sobre o planejamento e programação da manutenção 
revelou através de Ferreira (2007) que os mesmos tem por finalidade elaborar um 
projeto que contenha as ações a serem realizadas para o desempenho da indústria; 
É essencial saber para onde você está indo como empresa, por isso é programado 
incluindo as tarefas de acordo com o desempenho de cada elemento e 
documentado com o objetivo de analisar quanta manutenção é realizada. 
E Drumond (2007) ressaltou em suas publicações que a análise de falhas e 
sua criticidade dão luz ao planejador para que o mesmo possa tomar decisões que 
contribuam para um bom funcionamento, desempenho e principalmente que 
minimizem o custo de aplicação de manutenção a este ou aquele elemento. 
Tavares (2000) em suas publicações analisadas neste trabalho deu a 
compreensão sobre a principal vantagem da manutenção corretiva que é a de 
resolver imediatamente qualquer dano que ocorra na empresa. Além disso, foi 
possível também, levantar informações na literatura que ressaltaram essa vantagem 
mediante a leitura das bases bibliográficas fornecidas por Moschi (2015), onde 
ressalta que a manutenção corretiva quando bem executada, evita ter que se 
comprar novos equipamentos sempre que há uma avaria, visto que, basta apenas 
reparar as peças e corrigir as falhas existentes. 
Drumond (2007) ressaltou em suas publicações analisadas que, a 
manutenção corretiva não prevê planos de manutenção e, como consequência, a 
possibilidade de as peças de reposição em estoque não serem suficientes é alta. 
Além disso, também pode acontecer que não haja um técnico de manutenção 
disponível para resolver o problema, pois os erros não são previstos com 
antecedência. 
Porém, Pinto (2019), afirmou em suas publicações analisadas que , embora 
em alguns casos seja inevitável, a manutenção corretiva tem um impacto financeiro 
maior do que as demais, pois às vezes implica em uma interrupção prolongada do 
equipamento. Além disso, uma porcentagem significativa dessas falhas pode ser 
evitada se forem programados planos de manutenção preventiva. 
 
 
Os resultados levantados ao final da pesquisa foram que a principal diferença 
entre esses dois tipos de manutenção, ou seja, preventiva e corretiva é o tempo de 
reparo do ativo. Nas manutenções corretivas, a operação é realizada somente 
quando ocorre uma falha ou avaria, por outro lado, nas manutenções preventivas, os 
ativos possuem planos de manutenção programados para evitar falhas mais 
complexas. 
Sobre a questão norteadora da pesquisa, ou seja, qual seria o melhor tipo ou 
a manutenção ideal para a empresa, verificou-se através da literatura analisada que 
seria aquela, obviamente, que apresenta maior percentual de custo-benefício. Para 
definir o modelo de utilização ideal em cada equipamento ou conjunto de 
equipamentos da empresa, deve-se realizar uma avaliação sobre a importância do 
equipamento para o ciclo produtivo e os impactos de uma possível parada durante a 
sua operação. Quando os processos de manutenção são alinhados às necessidades 
de cada equipamento se obtém muitas vantagens para o setor de manutenção das 
empresas e para a gestão como um todo. A responsável por avaliar essas 
informações e informar o tipo de manutenção correta é a matriz de criticidade de 
manutenção. Uma abordagem simples, no formato de fluxograma, preparado para 
apontar uma possível decisão. 
 
3 CONCLUSÃO 
Considera-se o término desta pesquisa que a justificativa da escolha do tema 
foi demonstrada ao longo do estudo, visto que, foi possível através da literatura 
apontar primeiramente o conceito de manutenção preventiva, consiste na atividade 
realizada por técnicos especializados cujo objetivo é prevenir o desgaste prematuro 
de partes vitais de funções críticas no processo de trabalho, prever danos prováveis 
ou determinar defeitos de operação, recomendando reparos agendados antes da 
falha ou imediatamente antes da culpa. 
Demonstrou-se através das bases teóricas os materiais utilizados na 
manutenção preventiva, tais como: materiais auxiliares de limpeza e lubrificação, 
peças sobressalentes menores e ferramentas para montagem e desmontagem de 
peças. 
 
 
Também se apontou ao longo da pesquisa que aManutenção corretiva, é 
entendida como a atividade desenvolvida por técnicos especializados cujo objetivo é 
recuperar equipamentos decompostos para colocá-lo em serviço. Ela usa materiais 
auxiliares de limpeza e lubrificação. 
Considera-se que foi possível perceber pela literatura analisada que, quando 
se fala de manutenção, seja preventiva ou corretiva, concentra-se em uma tarefa 
que nem todos podem realizar, porque requer conhecimento e habilidades técnicas 
para executá-la. 
Dentro do contexto exposto, pode-se justificar realmente a importância do 
tema, ou seja, de que a manutenção corretiva em vez de um protocolo a seguir 
depende do diagnóstico identificado, através do qual as decisões necessárias serão 
tomadas em relação às ações que serão realizadas no equipamento. 
E, dentro das operações de manutenção corretiva é essencial que se saiba 
localizar falhas ou defeitos para corrigir o dano com eficiência e eficácia, identificado 
no equipamento ou instalações previamente ou de forma rápida os possíveis 
problemas, a fim de que não se necessite ter paradas inesperadas de produção, o 
que ocasionaria perdas e desperdícios. 
Desta forma, considera-se que a questão norteadora da pesquisa foi 
alcançada, visto que, foi descrito ao longo da pesquisa os aspectos a serem 
observados e valorizados quando se determina ou escolhe o modelo de manutenção 
a ser aplicado. 
Da mesma forma, o objetivo principal deste estudo foi também alcançado, já 
que foi possível realizar um estudo mais aprofundado sobre os termos manutençãopreventiva e corretiva e, apontar suas definições, aplicabilidades, diferenças e, 
vantagens e desvantagens para as empresas e para a produção de um modo geral. 
 
REFERÊNCIAS 
 
DRUMOND, M. R. Manual do sistema de gerenciamento da manutenção: 
Companhia Vale do Rio Doce.Minas Gerais, 2004 
 
FERREIRA, J. R. A importância da manutenção na indústria. 2007. 63f. 
Monografia de Conclusão de Curso (Graduação) – Faculdade de Tecnologia de 
Taquaritinga, Taquaritinga, 2007. 
 
 
 
FERREIRA, L. S. Uma Introdução à Manutenção. Porto, Edição Publindústria, 
edições Técnicas, 4-12. 2008 
 
KARDEC, A.; NASCIF, J. Manutenção: Função Estratégica. 2.ª ed. Rio de Janeiro: 
Qualitymark Ed., 2001. 
 
MIRSHAWKA, V. Manutenção Preditiva: Caminho para zero defeitos, Makron 
Books, São Paulo, 1991. 
 
MOSCHI, J. Gerenciamento de Parada de Manutenção. 2ed. São Paulo: Brasport. 
2015, 304 p. 
 
PINTO, A. K. Manutenção: Função Estratégica,4. Planejamento e Organização da 
Manutenção. Rio de Janeiro, RJ. Qualitymark, 1999, 380 p. 
 
SILVA, R. P. Gerenciamento Do Setor De Manutenção. Gestão Industrial do 
Departamento de Economia e Administração. Universidade Taubaté 2004. Taubaté, 
SP. 
 
SILVA, A. L., Manutenção Preventiva e Manutenção Preditiva, 1-2. 2007. 
 
SOEIRO, M.V.de. A. Gestão da Manutenção. 1ed. Londrina: Editora e Distribuidora 
Educacional S.A. 2017, 200p. 
 
SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da Produção: 
importância da manutenção preventiva e corretiva. São Paulo: Atlas, 2002. 703 p 
 
TAVARES, L. A. Administração Moderna de Manutenção. 1ª edição. Rio de 
Janeiro: Novo Pólo, 2000. 
 
VIANA, H.R.G. Gerenciamento da Manutenção Industrial. 1 ed. Rio de Janeiro: 
Editora Qualitymark. 2010. 534p. 
 
VIANA, Herbert Ricardo Garcia. PCM – Planejamento e Controle de Manutenção. 
Rio de Janeiro: Qualitymark Editora, 2012. 
 
 
 
 
 
 
 
 
	2.2.18 Manutenção e os Equipamentos e Instalações

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