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FV Aula 10 20/03/26 Def. Dizemosdelim fry =Lou finy -L conforme > Se: (x ,y)-> (a,b) podemos fazer os valores de finyl arbitrariamente próximos de L , desde que by) seja tomado suficientemente próximo , mas distinto, de Cab). Za Ou , + formalmente , se: do flay) entra- b - dado Evo , obtemos so aqui ↑ - ex tal que :XAE 0 J ./P , Por S => b C ↳ - Y If(y) - L /S, O xs -> & quando (y) onde P= (ay) . Po = (a,b)~ entra aqui Vimos : exemplos onde o limite não existe ! Agora, vamos ver alguns resultados afirmativos. Exemplos. 1.cER constante => lim C = C (,y)+ (a, b) · Z - C gráfico : z = c 2. lim x = a , plano buy)- (ab) Y Chorizontal/ lim y = b buy)- (ab) S U Prova . Seja fray=. Dado Exo, queremos : Ifiny) - al-in-alJE . Ideia Notamos que : Tirando P ~ & - dos 2 lados S P= (a,y) (x-a)2x(x-a) + (y - b) 3 => - & b De sempre 10 f ↑ D ↓aSua ax In-al S 1 Ou seja :I-al & P, Po). Logo, quando 01 d/PPol 16, temos também : le-al /S . Portanto, podemos tomar s= E. lim e limPropriedades algébricas . Se flay) = L -y-> rab/ g(y) = M , (iy)-> (a,b) Valem : 1.limy +giy= fregra da soma! 2. limeyre rabo ray - ginyf = L- M fregra dadiferença 3. lim 1(f · g((x ,y)] = LM fregra do produtos Euy)- (a,b) 4. lim Cregra do quociente myre rabigi 5 . lim myrerab Army" = Fu EN fregra da potências 6.lim Ufry= 0 fegra da vai Exemplos. 1. lim x- xy + 3 = 0 - 0 . 1 + 3 =3 = - 3 . bey)- 10, 1) 2y + 5xy - ys 021 +5. 0 . 1 - 13 2. lim 22 zy = lim x 2 xy · Ve + vi bey-> 10, 00 ver-vi bey+> 10, 00 vir-vij vevy ->o regra do = lim (x2- xy/(z +viprociente não se aplica - be,y)-> 10, 0) #(5 Fatbabb = lim x(x- y)(xz +vi be,y)-> 10, 0) (x - y) = lim a fu + vij) = 0 . ( +0 = 0 . 2 be,y)-> 10, 0) Teorema do confronto . Se fragesgrayshrays em torno de (a, b) e lim frenge = lim fer, y)- (a,b) my-rab, brany) = L, entãohimginy-- A Consequência importante : h ↳ /funcãoxtende a) tende a zre -> o f O D a Obs . f é limitada se Ifiay) /M , pl alguma Ote . M . Exemplos . 1. Lembrança de FUV/BM : lim a sen=? z z= sen(i n- 0 L - sen não tem limite conforme= a- - regra do produto não se aplica . MAS,10 : -1 -1sen-Sentimesen- ↑ ->O ->O Confronto Argumento resumido : z= x Z A Z= x sen sen 1 e limitado a sante tande a o ma n-0 z=- x 2. lim 4xy2 =? buy-to, or x2+yz - fix , y) to long dos eixos : fimo =0 e flayleo Au longo da reta y = 1 : fixx = 4x . n 3 = m = 2x - 0 x2 + n2 2x2 Ao long da parábola n= y : f(y : y) = G .y: g2 = by (y212 + yzy4+ y2 =e 3 Ao longo da parábola y = n2 : fran)- o também. Isso não prova nada, mas, começamos a suspeitarde fray) -> 0 quandoby -> 10, 0). · fix,g) = 4x · Ya f-> o ao longo de x = + yz todos estes caminhos 0. %3S+ =O y.y faty2)·y sempre => 0xyz 41 & é limitado) . a = + y Assim , temos: frey)= /Y = pelo teorema do confronto,a quando (,y)-> 10, 0) imitado Eim flyo e - Def. Dada f : D-> R, dizemos que f é contínua em CableD Se: lim frey) = flab) sayl- fab Obs. Só falamos de continuidade em pontos do domínio. Proposição. Onde estiverem definidas, a soma, diferença , produto e quociente de funções continua são continuas. T dadesExemplos. fConsequência das proprie #algébricas dos limites 1. frag) = 2ey x2+ yz Da= RIE /0,03, onde f é continua,pois produtossomal prociente de continuas. 2. Frage= Se Sag + ro, of 4 ! O · Se sery) = 10,o Agora Df = R, e f é : / contínua emRI 00013 , como antes ;descontínua em 10, 01 , pois fo = o , mas vimos de E limrayr-caorfraig). 3. fragi = Dessa o é contínua em R S pois : . em 11/0 , 05 é somalproduto/quociente de contínuas j · em 10 , 01 , temos : lim fray) = 0= f(0,0) · / Cy)-> 000) Teorema . Sejam DOR e ICI . Se f : D-R é continua em (a, b) e g :- R é contínua em frable I , então gof é contínua em (a,b) D Y A 1Z & W Obs . A composta de I flag e g(z) é : ↳abrabt s got ? Na prática: limites passam "p/ dentro" de funções Continuas. Exemplos 1. lim In (1+2) = In lim 11+ ag) = In (1+ 1 .1) = In 2. (y)- (1, 1) (ay)-> 11,1 2 . fray) = cos é contínua em Df = (fy) : y0]. 5 ↑