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MAPA 01 FUNDAMENTOS que é Fonoaudiologia? Visão geral da área e dos principais campos de atuação 1 Conceito 4 Públicos atendidos Ciência da comunicação humana Bebês Atua na prevenção, avaliação e Crianças reabilitação Adultos Envolve audição, linguagem, fala, voz e deglutição AUDIÇÃO FALA Idosos 2 5 que fono faz Locais de atuação FONOAUDIOLOGIA Clínicas Avalia alterações LINGUAGEM Hospitais Define condutas terapêuticas Escolas Acompanha evolução do paciente VOZ Consultórios Saúde pública 3 Áreas mais conhecidas 6 Audiologia Na prática e na prova Linguagem Entender as áreas ajuda Voz DEGLUTIÇÃO a organizar o estudo Motricidade Orofacial Tema-base para concursos, Disfagia residência e graduação Fluência LEMBRE NA PROVA A Audiologia é uma especialidade dentro da Fonoaudiologia, não uma área separada.MAPA 02 AUDIOLOGIA Anatomia e fisiologia da audição Como som percorre ouvido até ser interpretado pelo cérebro 1 Orelha externa 4 Via auditiva ORELHA ORELHA ORELHA S Pavilhão auricular EXTERNA MÉDIA INTERNA Nervo vestibulococlear Meato acústico externo Tronco encefálico NERVO Capta e conduz som Córtex auditivo temporal AUDITIVO 2 Orelha média 5 Como ouvimos Som entra pelo ouvido Membrana timpânica Vira vibração mecânica Martelo, bigorna e estribo Torna-se impulso elétrico Amplifica as vibrações cérebro interpreta 3 Orelha interna 6 Na prática e na prova CÉREBRO / Externa e média: Cóclea ÁREA AUDITIVA condução do som Órgão de Corti Interna e nervo: percepção auditiva Converte som em Base para entender impulso nervoso perdas auditivas Perdas condutivas envolvem orelha externa ou média; LEMBRE NA PROVA perdas neurossensoriais envolvem cóclea ou nervo.MAPA 03 AUDIOLOGIA Tipos de perda auditiva Entenda as principais classificações e como diferenciá-las 1 Perda condutiva 4 Sinais frequentes Alteração na orelha Dificuldade para externa ou média 1 2 3 entender fala Dificulta a condução PERDA PERDA PERDA Aumentar volume do som com frequência CONDUTIVA NEUROSSENSORIAL MISTA Pode ter bom prognóstico Queixas de escuta reduzida 2 Perda neurossensorial 5 Causas comuns Lesão na cóclea ou no nervo Cerume e otites Afeta a percepção auditiva Presbiacusia Geralmente não há Exposição ao ruído reversão completa Alterações congênitas + 3 Perda mista 6 Na prática e na prova Bloqueio ou dificuldade Dano na cóclea Combina componentes Combina componentes na condução do som ou no nervo auditivo, Identificar local da condutivo e condutivo e até a cóclea prejudica a percepção neurossensorial alteração é essencial neurossensorial do som tipo de perda orienta Envolve mais de um avaliação e conduta segmento do sistema Classificação cai muito auditivo em provas Gap aéreo-ósseo sugere componente condutivo; LEMBRE NA PROVA ausência de gap aponta perda neurossensorial.MAPA 04 AVALIAÇÃO AUDITIVA Audiometria tonal Como interpretar audiograma de forma simples e rápida 1 4 FREQUÊNCIA (Hz) que observar Teste básico da 125 250 500 1k 2k 4k 8k Grau da perda avaliação auditiva -10 Mede limiares por Tipo da perda 0 NORMAL frequência Via aérea Configuração da curva Analisa via aérea e 10 orelha direita Simetria entre as orelhas via óssea 20 (vermelho LEVE 30 [ [ [ [ Via aérea INTENSIDADE (dB HL) [ orelha esquerda 2 40 Eixos do gráfico (azul X) 5 Configurações comuns 50 Horizontal: frequência (Hz) MODERADA Via óssea Descendente 60 (complementa Vertical: intensidade (dB) a análise) Ascendente 70 MODERADAMENTE Quanto mais abaixo, Plana SEVERA pior o limiar 80 Em U ou em entalhe 90 SEVERA 100 3 Símbolos mais usados 6 110 Na prática e na prova PROFUNDA 120 Interpretar o audiograma é vermelho: orelha direita habilidade central X X azul: orelha esquerda Sempre relacione sinais Vermelho = orelha direita X Azul = orelha esquerda Via óssea clínicos e resultados Via óssea complementa (via aérea) (via aérea) (máscara / sem máscara) Tema muito cobrado em a análise graduação e concursos Via aérea alterada com via óssea melhor sugere componente condutivo; LEMBRE NA PROVA quando ambas caem sem gap, pense em perda neurossensorial.MAPA 05 LINGUAGEM INFANTIL Desenvolvimento típico da linguagem Principais marcos esperados da comunicação infantil 1 meses 3 2a3 anos Reage a sons Forma frases curtas Balbucia Aumenta interação verbal Reconhece vozes familiares Melhora compreensão Inicia intenção comunicativa ESCUTA FALA BRINCADEIRA INTERAÇÃO Usa linguagem para pedir SOCIAL e comentar 2 vamos eu 4 brincar? quero! bola Fala primeiras palavras ba Frases mais completas ba ABC Compreende ordens simples Narrativas simples Amplia vocabulário Maior clareza de fala Aponta e nomeia objetos Evolução social e simbólica 5 Sinais de alerta 0 a 12 1a2 2a3 6 Na prática e na prova meses anos anos anos Pouca resposta ao som Marcos guiam triagem e encaminhamento ! Ausência de fala esperada Desenvolvimento varia, Dificuldade importante mas há referências de compreensão esperadas Pouca interação comunicativa Tema-base em linguagem infantil LEMBRE NA PROVA Atraso de linguagem não é definido apenas por fala tardia; compreensão, interação e intenção comunicativa também devem ser observadas.MAPA 06 AVALIAÇÃO AUDITIVA Audiometria vocal Como avaliar detecção e reconhecimento da fala 1 4 Quando altera Teste complementar da Perdas cocleares podem avaliação auditiva reduzir reconhecimento Usa estímulos de fala, Alterações retrococleares não apenas tons puros pioram a discriminação Aproxima o exame da FALA Queixas de escuta podem comunicação real OLÁ! aparecer mesmo com limiares leves 2 Principais medidas BOLA CASA 5 Na prática clínica LDV: menor intensidade em que a voz é detectada PATO Ajuda na adaptação de AASI LRF/SRT: limiar de Mostra impacto funcional recepção de fala da perda auditiva IPRF/IRF: percentual de Orienta aconselhamento reconhecimento de fala ao paciente 3 que observar 6 Na prática e na prova Compatibilidade com a ESCUTA SRT costuma se aproximar audiometria tonal da média tonal de 500, 1k e 2k Clareza na discriminação IRF/IPRF avalia reconhecimento, das palavras não só detecção RECONHECIMENTO Desempenho em diferentes Tema importante em intensidades graduação e concursos Quando SRT é compatível com a média tonal, o resultado LEMBRE NA PROVA ganha confiabilidade; reconhecimento muito ruim exige atenção clínica.MAPA 07 AVALIAÇÃO AUDITIVA Imitanciometria e reflexos acústicos Como avaliar a orelha média e complementar diagnóstico 1 que avalia 4 Reflexos acústicos Integridade funcional ORELHA MÉDIA Contração do músculo da orelha média estapédio diante do Mobilidade da membrana Pressão do ar som intenso timpânica no conduto Podem estar presentes, Condições para ausentes ou elevados transmissão do som Ajudam no topodiagnóstico Complacência 2 Timpanometria (mobilidade) 5 Aplicações clínicas Mede a complacência do CURVAS TIMPANOMÉTRICAS Otites e disfunção sistema tímpano-ossicular + A Ad B tubária As Observa variação com Perfuração e derrame mudança de pressão em orelha média Gera a curva Complemento em timpanométrica Normal Rigidez Hipermobilidade Curva plana Pressão perdas auditivas aumentada negativa 3 Curvas comuns 6 REFLEXO ACÚSTICO Na prática e na prova A: normal Curva e curva C são muito cobradas As: rigidez aumentada Reflexos ajudam a diferenciar Ad: hipermobilidade Som intenso Contração do alterações cocleares e de B: curva plana Resposta medida músculo estapédio via auditiva C: pressão negativa Exame-chave na rotina audiológica LEMBRE NA PROVA Curva é plana; curva sugere pressão negativa. Reflexos acústicos acrescentam informação importante ao diagnóstico.MAPA 08 AVALIAÇÃO AUDITIVA Emissões otoacústicas que a cóclea responde e como interpretar exame 1 Conceito 4 Quando podem faltar Sons gerados pela própria cóclea Disfunção coclear Relacionam-se à função Alterações de orelha média das células ciliadas externas cóclea Ruído excessivo ou Exame objetivo e rápido perda auditiva significativa 2 Tipos mais usados 5 Aplicações clínicas EOAT: emissões evocadas Triagem auditiva neonatal transientes Monitoramento ototóxico EOAPD: produto de distorção Complemento na Escolha depende do investigação audiológica objetivo clínico resposta células 3 ciliadas externas Quando estão presentes 6 Na prática e na prova Cóclea funcionando Exame objetivo, não depende adequadamente de resposta ativa do paciente Orelha média precisa estar Presença de EOA não exclui em boas condições alteração retrococlear Comuns em audição Muito cobrado em triagem periférica preservada neonatal Emissões otoacústicas refletem a função coclear, especialmente das LEMBRE NA PROVA células ciliadas externas, mas dependem também de boa condição da orelha média.MAPA 09 AVALIAÇÃO AUDITIVA PEATE / BERA Potenciais evocados auditivos do tronco encefálico 1 4 Para que serve Exame eletrofisiológico objetivo RESPOSTA DO PEATE Estimar limiar auditivo Registra respostas da via auditiva até o tronco encefálico Onda I Onda III Onda V Investigar maturação e integridade da via auditiva Muito útil quando não há resposta comportamental Auxiliar em suspeitas confiável retrococleares 2 Como é feito 5 Indicações Eletrodos na cabeça e Bebês e crianças pequenas estímulo sonoro por fones Captação das respostas Casos difíceis na avaliação elétricas comportamental ESTÍMULO Pode ser feito em sono Complemento em SONORO natural ou repouso diagnósticos complexos 3 Ondas principais 6 Na prática e na prova VIA AUDITIVA Onda I: nervo auditivo Onda V é a mais valorizada ATÉ 0 TRONCO na prática clínica Onda III: tronco encefálico ENCEFÁLICO Latências absolutas e baixo interpicos ajudam a análise Onda V: referência mais usada clinicamente Tema frequente em audiologia infantil No PEATE, a onda Vé a referência clínica principal; alterações de LEMBRE NA PROVA latência podem indicar comprometimento na via auditiva.MAPA 10 AUDIOLOGIA INFANTIL Triagem auditiva neonatal Teste da orelhinha e os próximos passos 1 Objetivo 4 Resultado Identificar precocemente Passou: segue alterações auditivas acompanhamento Favorecer intervenção no de rotina tempo adequado Falhou: precisa reteste Reduzir impacto no e investigação desenvolvimento da Triagem não fecha linguagem diagnóstico sozinha 2 Quando fazer 5 Fatores de risco Preferencialmente ainda Histórico familiar de na maternidade perda auditiva Nos primeiros dias de vida TRIAGEM RETESTE DIAGNÓSTICO ! UTI neonatal e Antes de 30 dias, sempre prematuridade que possível Infecções congênitas e ototoxicidade 3 Como funciona 6 Fluxo de acompanhamento Exame rápido, seguro Triagem e objetivo otoacústicas ACOMPANHAMENTO 0+0+0 Reteste quando necessário Geralmente usa emissões Diagnóstico audiológico BEBÊ OUVIDO CALENDÁRIO Intervenção e Não causa dor no bebê monitoramento LEMBRE NA PROVA Falha na triagem não significa diagnóstico fechado; correto é retestar e, se preciso, encaminhar para avaliação audiológica completa.MAPA 11 AUDIOLOGIA Processamento Auditivo Central Como cérebro organiza, discrimina e entende os sons 1 Conceito 4 Como avaliar Interpretação central da Anamnese e observação informação sonora clínica Audição periférica pode Testes comportamentais estar normal específicos Envolve análise, organização Oi! Como Relacionar desempenho e resposta ao som você está? escolar e queixas funcionais ??? 2 Sinais frequentes BARULHO! 5 Na prática clínica Dificuldade para entender Orienta encaminhamento fala no ruído e intervenção ! Trocas, distração e Pode impactar lentidão auditiva aprendizagem e linguagem Queixa de "ouve, mas Exige análise não entende" multiprofissional 3 Habilidades auditivas 6 Na prática e na prova Figura-fundo PAC não é igual a perda auditiva periférica Fechamento auditivo OUVIR ATENÇÃO PROCESSAR Ruído é queixa clássica Ordenação temporal E COMPREENDER Tema cobrado em Integração binaural audiologia infantil e educacional LEMBRE NA PROVA Audiograma normal não exclui alteração de processamento auditivo; a queixa funcional tem grande valor clínico.MAPA 12 AUDIOLOGIA Como ler um laudo audiológico Passo a passo para interpretar exame sem se perder 1 que compõe 0 laudo 4 Termos comuns LAUDO AUDIOLÓGICO Condutiva, neurossensorial Audiometria tonal e vocal 1. IDENTIFICAÇÃO E QUEIXA 1. IDENTIFICAR e mista Imitanciometria e Paciente: Queixa e dados Bilateral, unilateral e observações Data: do paciente assimétrica Queixa: Conclusão e conduta Curva A, e 2. AUDIOMETRIA TONAL 2. ANALISAR 250 500 1k 2k 4k 8k (Hz) Limiar, tipo e -10 grau da perda 0 2 Passos de leitura 0 20 Orelha direita 5 Raciocínio clínico 30 30 Orelha esquerda 40 Dados do exame devem Verificar identificação 50 60 3. CONFERIR conversar entre si e queixa 70 80 Conclusão e 90 Sintomas e resultados Ler limiares, tipo e grau coerência clínica 100 110 precisam ser relacionados Conferir conclusão (HL Laudo orienta, mas não e coerência clínica 3. AUDIOMETRIA VOCAL 4. IMITANCIOMETRIA 4. INTERPRETAR substitui avaliação global Timpanometria Reflexos Pesquisa do de Reconhecimento de Fala (IRF) Acústicos Estapédio Relacionar com OD: % OE: % a clínica e conduta 3 que identificar Limiar de Reconhecimento de Fala (LRF) 6 dB Tipo A Presente Presente Na prática e na prova OD: dB OE: Tipo de perda Primeiro localize o tipo 5. CONCLUSÃO 6. OBSERVAÇÕES de perda Grau e configuração Tipo de perda: Depois analise grau e Simetria entre Grau: impacto funcional as orelhas Conduta sugerida: Laudo é tema recorrente em estágio e concurso LEMBRE NA PROVA Ler um laudo é integrar resultados, queixa e conclusão; não basta olhar apenas audiograma.? MAPA 13 AUDIOLOGIA Pegadinhas de prova em Audiologia Erros clássicos e como não cair nas confusões mais cobradas 1 0 que mais confunde 4 ! Questões frequentes RN que falha: reteste, ? Tipo X grau da perda CUIDADO COM Triagem X diagnóstico AS CONFUSÕES! ? não diagnóstico fechado Audiograma normal não exclui PAC Via aérea X via óssea AASI não é indicado EXAME só pelo grau ANAMNESE EXAMES 2 ACHADOS Não confunda 5 CONDUTA Estratégia para acertar Curva é plana Leia a queixa e contexto CONFUSÕES MAIS COMUNS Curva sugere Identifique exame-chave pressão negativa TIPO X GRAU TRIAGEM X DIAGNÓSTICO VIA AÉREA X VIA ÓSSEA Compare achado, Gap aéreo-ósseo aponta conclusão e conduta componente condutivo Tipo = condutiva, Grau leve, Triagem = Diagnóstico = Via aérea = Via óssea = 3 Testes importantes sensorioneural ou mista indica risco confirma e som pelo ar condução pelo 6 classifica Na prática e na prova profunda EOA avalia função coclear Atenção aos termos absolutos PEATE avalia via até tronco encefálico Entender a diferença Bancas cobram raciocínio, não só decoreba muda a resposta! Audiometria vocal não Revisão por comparação substitui tonal ajuda muito LEMBRE NA PROVA Em audiologia, acertar a questão depende de cruzar exame, clínica e conduta.MAPA 14 REABILITAÇÃO AUDITIVA AASI (aparelho auditivo) Quando indicar, como adaptar e que orientar ao paciente 1 4 Etapas da adaptação Aparelho de amplificação sonora individual Seleção e regulagem Amplifica sons de forma Verificação e orientação programada Acompanhamento e Busca melhorar comunicação ajustes no dia a dia 2 Quando indicar 5 Cuidados e orientação Perdas auditivas com Uso progressivo e benefício esperado rotina diária Queixa funcional e limiares Higiene e troca de pilha compatíveis ou carregamento Indicação depende de Expectativas realistas avaliação individual 3 Benefícios 6 Na prática e na prova Melhor acesso aos sons Indicação não depende da fala só do grau Adaptação envolve Redução do esforço aconselhamento de escuta Reabilitação auditiva é Mais participação social processo contínuo LEMBRE NA PROVA sucesso do AASI depende de boa indicação, adaptação cuidadosa e acompanhamento.MAPA 15 REABILITAÇÃO AUDITIVA Implante coclear Indicação, funcionamento e acompanhamento na reabilitação 1 4 Benefícios e limites Dispositivo eletrônico Pode melhorar detecção implantável PARTE EXTERNA PARTE INTERNA e percepção de fala Estimula diretamente IMPLANTADA Resultados variam o nervo auditivo Receptor/estimulador entre pacientes Indicado em perdas interno Não restaura audição severas ou profundas "normal" selecionadas Processador 2 Quando indicar externo 5 Acompanhamento Pouco benefício com AASI Bobina Cirurgia e ativação Eletrodos na transmissora Avaliação audiológica cóclea Mapeamento do (antena) e médica completa CAMINHO DO SOM COM 0 IMPLANTE processador Critérios variam Terapia e reabilitação conforme idade e caso auditiva Som captado Sinal enviado pela Estímulo elétrico Cérebro interpreta pelo microfone bobina transmissora enviado ao nervo como som 3 Partes do sistema 6 Na prática e na prova Implante é indicado por Componente interno critérios, não só desejo implantado do paciente Processador externo Reabilitação pós-ativação Microfone e bobina é fundamental transmissora Tema importante em audiologia e otologia LEMBRE NA PROVA Implante coclear une tecnologia e reabilitação; ganho depende da indicação e do acompanhamento.MAPA 16 REABILITAÇÃO AUDITIVA Reabilitação auditiva em crianças Intervenção precoce, família e desenvolvimento da comunicação 1 Por que é importante A 4 Papel da família Intervenção precoce favorece linguagem Família participa da reabilitação Reduz impacto da privação Ambiente comunicativo rico auditiva Acompanhamento contínuo Acompanha desenvolvimento global 2 Pontos centrais 5 Na prática clínica Diagnóstico audiológico precoce Seguimento multiprofissional Uso de AASI ou implante Metas individualizadas quando indicado Monitorar audição, dispositivo Estimulação auditiva e e linguagem orientação familiar 6 3 Na prática e na prova que observar Tempo de intervenção Respostas aos sons influencia prognóstico Evolução da fala e linguagem Reabilitação não é só adaptar Participação da família dispositivo e rotina de uso OUVIR ESTIMULAR DESENVOLVER Tema frequente em audiologia LINGUAGEM infantil LEMBRE Na criança, reabilitação auditiva envolve audição, linguagem, NA PROVA família e acompanhamento contínuo.17 REABILITAÇÃO AUDITIVA Reabilitação auditiva em adultos e idosos Comunicação funcional, adaptação e qualidade de vida 1 Objetivo 4 Como conduzir Melhorar acesso aos sons da fala Avaliar necessidades funcionais Reduzir esforço auditivo Regular dispositivo e Favorecer autonomia e orientar uso participação social Revisões e ajustes periódicos 2 ? Recursos usados 5 Impactos positivos AASI Melhora compreensão de fala Implante coclear em casos selecionados Mais interação familiar FONOAUDIÓLOGA Estratégias de comunicação Melhor qualidade de vida e aconselhamento 3 6 Dificuldades frequentes Na prática e na prova Grau da perda não é único Queixa no ruído critério Adaptação ao dispositivo Adesão depende de orientação Isolamento social e e expectativa fadiga auditiva Idoso pode ter fatores OUVIR COMPREENDER PARTICIPAR cognitivos associados LEMBRE NA PROVA Na reabilitação do adulto e do idoso, foco é a comunicação funcional no dia dia.MAPA 18 I AUDIOLOGIA OCUPACIONAL Perda auditiva induzida por ruído Prevenção, monitoramento e atuação na saúde do trabalhador 1 4 Prevenção Perda auditiva relacionada EPI e controle do ruído à exposição ao ruído Educação em saúde auditiva Geralmente progressiva e evitável Programa de conservação Importante na saúde auditiva ocupacional X X 5 Atuação 2 Fatores de risco X AUDIOMETRIA TONAL - VIA AÉREA fonoaudiológica Ruído intenso e prolongado -10 Audiometrias periódicas 0 Falha no uso de proteção 10 Monitoramento do trabalhador 20 30 Tempo de exposição Orientação e registro 50 60 de achados ENTALHE 70 EM ALTAS 80 FREQUÊNCIAS 90 3 Sinais e achados 100 250 500 1k 2k 3k 4k 6k 8k 6 Na prática e na prova FREQUÊNCIA (Hz) Dificuldade para entender fala Nem toda perda ocupacional é igual Zumbido pode estar associado Entalhe costuma aparecer em Entalhe audiométrico é altas frequências achado clássico Tema importante em concursos e saúde do trabalho EXPOSIÇÃO PREVENÇÃO MONITORAMENTO LEMBRE NA PROVA A prevenção é essencial: PAIR é classicamente associada à exposição crônica ao ruído.19 AUDIOLOGIA Zumbido Avaliação, fatores associados e condutas fonoaudiológicas 1 4 Condutas Percepção de som sem Aconselhamento fonte externa Aparelhos auditivos Pode ser contínuo ou quando indicados intermitente Estratégias de som e Impacto varia entre pacientes manejo do incônndao 2 Possíveis associações 5 Na prática clínica Perda auditiva AVALIAÇÃO Escuta qualificada Exposição ao ruído HISTÓRIA CLÍNICA do paciente Estresse, sono e fatores AUDIOMETRIA Abordagem individualizada emocionais IMPACTO Encaminhamento quando necessário 3 que avaliar 250 1k 8k 6 Na prática e na prova História clínica e impacto Zumbido é sintoma, funcional não diagnóstico final Audiometria e exames Nem sempre significa complementares perda grave Caracterização do zumbido Importante relacionar clínica e achados QUEIXA AVALIAR MANEJAR LEMBRE No zumbido, a conduta começa pela avaliação do impacto funcional e dos fatores associados. NA PROVA20 LINGUAGEM INFANTIL Atraso de linguagem X transtorno de linguagem Como diferenciar, avaliar e pensar clinicamente 1 Por que diferenciar 4 que observar Nem toda fala tardia é transtorno Compreensão Diferença orienta conduta Como COMPREENDER Vocabulário e organização você se EXPRESSAR de frases Importante para triagem e sente? Eu... encaminhamento Intenção comunicativa e feliz! interação social 2 5 Atraso de linguagem Como avaliar MAÇÃ Ritmo mais lento no Anamnese e marcos do desenvolvimento desenvolvimento Pode haver evolução com apoio Observação clínica e brincadeira Avaliar compreensão e interação ATRASO DE LINGUAGEM TRANSTORNO DE LINGUAGEM Relacionar fala, linguagem e contexto 3 6 Transtorno de linguagem Desenvolvimento mais lento, Déficits persistentes que impactam Na prática e na prova mas pode alcançar os pares a comunicação e funcionamento Déficits persistentes de Fala tardia isolada não com apoio. cotidiano. compreensão e/ou expressão fecha diagnóstico Impacto funcional maior Avaliação deve ser ampla Pode exigir acompanhamento Tema muito cobrado em prolongado linguagem infantil OBSERVAR AVALIAR DEFINIR CONDUTA LEMBRE A diferença entre atraso e transtorno depende de análise global da comunicação, não só da idade da fala. NA PROVA21 LINGUAGEM INFANTIL Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem (TDL) Sinais, avaliação e impacto na comunicação e na aprendizagem 1 que é 4 que observar Dificuldade persistente em compreender Compreensão de instruções, e/ou expressar linguagem. COMPREENDER perguntas e histórias. Não é explicada apenas por perda auditiva, deficiência intelectual ou Vocabulário (quantidade e precisão). falta de estímulo. INTERAGIR Morfossintaxe (estrutura das frases). Origem do desenvolvimento EXPRESSAR Narrativa e organização do discurso. neurobiológico da linguagem. 2 Sinais frequentes 5 balão Como avaliar Atraso no início da fala. Anamnese detalhada (história Frases curtas e pouco organizadas. do desenvolvimento). Vocabulário limitado para a idade. Observação clínica e brincadeira. Dificuldade para compreender Linguagem em diferentes contextos. comandos e perguntas. COMPREENSÃO EXPRESSÃO Dificuldade para narrar fatos Uso de instrumentos específicos e contar histórias. Entender e padronizados. Organizar e dizer que ouve ideias com 3 Impactos funcionais e contexto. palavras e frases. 6 Na prática e na prova Dificuldades na aprendizagem No TDL, compreender e expressar podem estar ambos afetados. TDL não é apenas fala tardia. da leitura e da escrita. Prejuízo na interação social impacto funcional importa e nas relações. mais que a idade isolada. Menor participação e maior Tema recorrente em frustração no contexto escolar. linguagem infantil. OBSERVAR AVALIAR DEFINIR CONDUTA LEMBRE NA PROVA No TDL, diagnóstico depende de análise ampla da linguagem e do impacto funcional no dia a dia.22 LINGUAGEM INFANTIL TEA e comunicação Sinais de alerta e olhar fonoaudiológico para interação e linguagem 1 Por que observar 4 que avaliar Importância da Compreensão detecção precoce Expressão OLHAR GESTOS COMUNICAR BRINCAR Intervenção oportuna Pragmática Orientação e apoio Perfil sensorial/ à família comunicativo 2 Sinais de alerta 5 Na prática clínica Pouco contato visual Intervenção individualizada Resposta inconsistente Metas funcionais ao nome Atraso ou diferença na Trabalho com família comunicação e escola 3 6 Comunicação e interação Na prática e na prova Intenção comunicativa TEA não é definido só pela fala Brincadeira compartilhada Pragmática é central Gestos e reciprocidade social OBSERVAR INTERAGIR DESENVOLVER Tema frequente em COMUNICAÇÃO desenvolvimento infantil LEMBRE Na comunicação no TEA, é essencial avaliar não só palavras, NA PROVA mas também interação, intenção e funcionalidade.23 LINGUAGEM INFANTIL Consciência fonológica e alfabetização Como sons da fala ajudam leitura, escrita e aprendizagem 1 4 Como estimular Consciência de rimas: Jogos sonoros e rimas. perceber sons parecidos Que RIMA SÍLABA FONEMA no final das palavras. sons você Bater palmas para cada sílaba. ouve? gato / pato ca-sa /b/ /o/ /\/ /a/ Identificar o som inicial Consciência de sílabas: identificar e segmentar sílabas. das palavras. Consciência de fonemas: reconhecer Brincar de trocar sons e manipular os menores sons da fala. e criar novas palavras. 2 Habilidades-chave B 5 que avaliar BOLA Rimar palavras. HISTÓRIAS Desempenho em tarefas Identificar aliteração PALAVRAS CASA fonológicas (rima, sílabas, (som inicial igual). A B fonemas). Segmentar e contar sílabas. Atenção e escuta à linguagem. Manipular fonemas: adicionar, Desempenho em contexto substituir e excluir sons. escolar e cotidiano. OUVIR PERCEBER SONS RELACIONAR LETRAS 3 6 Relação com alfabetização Perceber os sons Identificar rimas, sílabas Relacionar sons Na prática e na prova da fala. e fonemas. a letras e palavras. Facilita a associação letra-som. Consciência fonológica não é só decorar letras. Melhora a decodificação e a compreensão de leitura. EXEMPLOS DE ATIVIDADES Ajuda na alfabetização QUAL RIMA? BATA PALMAS QUAL SOM INICIAL? e no sucesso escolar. TROQUE SOM Favorece a escrita de palavras Tema frequente em fono e textos. pato bato educacional e infantil. gato rato - pato ca-sa = 2 palmas b b b Trocar /p/ por /b/ LEMBRE NA PROVA Consciência fonológica fortalece a relação entre fala e escrita e é base importante para a alfabetização.24 I LINGUAGEM INFANTIL Avaliação da linguagem infantil Anamnese, observação clínica e raciocínio para entender caso 1 Objetivo 4 Instrumentos e contexto Identificar dificuldades Observação clínica. de linguagem. FAMÍLIA Testes e protocolos Compreender perfil AUDIÇÃO padronizados. comunicativo da criança. ESCOLA Entrevista com família. Orientar a conduta e o plano de intervenção. Diálogo com a escola. 2 COMPREENSÃO que investigar FALA 5 Raciocínio clínico ANAMNESE Gestação e desenvolvimento. Relacionar achados da anamnese e observação. Queixa principal da família ou escola. Diferenciar atraso de transtorno de linguagem. Audição e saúde geral. Considerar fatores associados Escola e ambiente familiar. (audição, cognição, ambiente). 3 6 que observar BRINCADEIRA Na prática e na prova Compreensão (entende o que diz). Avaliação não depende de um item isolado. Expressão (conteúdo e forma). Contexto importa: Brincadeira (simbólica e funcional). funcionalidade e participação. Interação comunicativa. Tema muito cobrado Fala (sons, fluência, organização). ANAMNESE OBSERVAR INTEGRAR ACHADOS em provas e casos clínicos. LEMBRE Avaliar linguagem infantil é integrar história, observação clínica e funcionalidade da comunicação. NA PROVA25 NEUROCOMUNICAÇÃO Afasia 1 Tipos, sinais e avaliação da linguagem após lesão cerebral 4 que é Como avaliar Alteração adquirida da ÁREAS DA LINGUAGEM Fala espontânea. linguagem após lesão (HEMISFÉRIO ESQUERDO) Quero.. Compreensão. cerebral. aquilo... Repetição. Frequentemente causada como se por AVC. Nomeação. chama? Leitura e escrita. 2 Sinais comuns 5 Na prática clínica Dificuldade para nomear COMPREENDER Grande impacto na comunicação objetos e pessoas. NOMEAR e na vida diária. Dificuldade para compreender Envolver família e cuidadores que ouve. REPETIR na comunicação. Dificuldade para repetir palavras e frases. EXPRESSAR Reabilitação interdisciplinar e personalizada. Fala desorganizada ou com pouca fluência. Linguagem Compreensão NEUROLOGIA 6 3 Repetição Tipos principais Nomeação FONOAUDIOLOGIA Na prática e na prova Leitura/Escrita REABILITAÇÃO Afasia não é alteração motora Afasia de Broca: fala não fluente, isolada. compreensão relativamente Localização e perfil linguístico preservada. importam. Afasia de Wernicke: fala fluente, compreensão prejudicada. Tema comum em neurologia Afasia global: grandes prejuízos e fono hospitalar. em compreensão e expressão. AVALIAR DIFERENCIAR PERFIL DEFINIR CONDUTA LEMBRE NA PROVA Na afasia, o perfil linguístico ajuda a entender a lesão e a planejar a reabilitação.26 NEUROCOMUNICAÇÃO Disartria X Apraxia de fala Como diferenciar alterações motoras da fala no raciocínio fonoaudiológico 1 que são 4 Pa... que observar Disartria: alteração motora da fala por comprometimento pa-to. Consistência dos erros. neurológico. Prosódia e fluência. Apraxia de fala: dificuldade no planejamento/programação dos Força/coordenação oral movimentos da fala. versus planejamento motor. Ambas afetam inteligibilidade, mas por mecanismos diferentes. 5 Como avaliar 2 Sinais da disartria Amostras de fala automática DISARTRIA APRAXIA DE FALA Fala lenta, arrastada ou e voluntária. imprecisa. Repetição de sílabas, palavras Execução Planejamento e frases. Alterações de voz, respiração e prosódia. Músculos, coordenação Sequenciar e programar Tarefas motoras e análise Erros mais consistentes. e controle motor. movimentos para falar. perceptiva. 3 Erro consistente erro inconsistente 6 Sinais da apraxia Na prática e na prova Dificuldade para iniciar e Disartria não é igual a apraxia. organizar sequências motoras. Apraxia costuma ter maior Erros inconsistentes e & variabilidade de erros. tentativas de ajuste. Tema frequente em Piora em palavras mais neurologia e linguagem longas e complexas. OUVIR A FALA DIFERENCIAR PERFIL DEFINIR CONDUTA adulta. LEMBRE Na avaliação motora da fala, diferenciar execução e planejamento NA PROVA muda a hipótese clínica e a conduta.27 NEUROCOMUNICAÇÃO Linguagem após AVC Sinais, impactos e raciocínio fonoaudiológico na comunicação do adulto 1 que considerar CÉREBRO 4 (HEMISFÉRIO ESQUERDO) que avaliar AVC pode afetar linguagem, Quero... ÁREA Compreensão, expressão, fala, voz e deglutição. vermelho.. LESIONADA nomeação e repetição. quadro depende da área cereibral lesionada. casa... Leitura, escrita e pragmática. A comunicação funcional Participação e comunicação pode ficar muito funcional. comprometida. 5 2 Na prática clínica Sinais frequentes Reabilitação precoce Dificuldade para compreender favorece recuperação. ou se expressar. Metas devem ser funcionais Nomeação prejudicada e e individualizadas. fala reduzida. Família e equipe Alterações associadas de multiprofissional são leitura e escrita. importantes. 3 6 Impactos funcionais Na prática e na prova COMPREENDER EXPRESSAR PARTICIPAR Nem toda dificuldade Limitação na autonomia e no convívio social. Após AVC, avaliar linguagem é avaliar também pós-AVC é igual. funcionalidade e participação. Dificuldade em atividades Localização da lesão ajuda no raciocínio. do dia a dia. Tema clássico em Frustração e sobrecarga familiar. neurocomunicação e fono hospitalar. IDENTIFICAR AVALIAR PLANEJAR ALTERAÇÕES FUNCIONALIDADE REABILITAÇÃO LEMBRE NA PROVA No AVC, foco não é apenas déficit linguístico, mas também impacto funcional na vida diária.MAPA 28 NEUROCOMUNICAÇÃO Traumatismo cranioencefálico e comunicação Como TCE pode impactar linguagem, cognição e participação social 1 que é relevante 4 Quero voltar que avaliar TCE pode gerar sequelas ao trabalho e conversar ATENÇÃO Linguagem, pragmática e cognitivas e comunicativas. discurso. melhor. Alterações variam conforme Atenção, memória e funções gravidade e localização. MEMÓRIA executivas. Nem sempre a fala é Comunicação funcional em único problema. CONVERSAÇÃO diferentes contextos. TCE 2 ORGANIZAÇÃO Sinais frequentes 5 Na prática clínica Dificuldade de atenção, memória Reabilitação precisa integrar e organização do discurso. cognição e comunicação. Lentidão de processamento e Objetivos funcionais pragmática alterada. são centrais. Dificuldade para manter Envolver família e rotina conversas e narrativas. real do paciente. COGNIÇÃO LINGUAGEM PARTICIPAÇÃO 3 Impactos funcionais Inclui atenção, memória, Envolve compreensão, Refere-se ao engajamento 6 funções executivas e expressão, pragmática social, escolar, familiar Na prática e na prova Prejuízo no retorno social, processamento. e discurso. e profissional. TCE pode parecer sutil, mas escolar ou profissional. No comunicação e cognição caminham juntas. gerar grande impacto. Maior dependência em Comunicação social é atividades do dia a dia. tema-chave. Relações interpessoais podem Importante em neurofuncional ser afetadas. e reabilitação. OBSERVAR INTEGRAR ACHADOS DEFINIR METAS LEMBRE No TCE, a análise clínica deve ir além da fala e incluir cognição, NA PROVA funcionalidade e participação social.MAPA 29 NEUROCOMUNICAÇÃO Demências e alterações de linguagem Sinais, progressão e olhar fonoaudiológico na comunicação do idoso 1 que considerar 4 que avaliar Demências podem afetar Nomeação, compreensão linguagem, memória e ? e discurso. funcionalidade. Memória comunicativa e o quadro costuma ser MEMÓRIA LINGUAGEM funcionalidade. progressivo. Como Necessidades da família e A comunicação muda ao se chama do cuidador. longo da evolução. mesmo? 2 5 Sinais frequentes Na prática clínica Dificuldade para encontrar Foco em comunicação palavras. funcional e estratégias facilitadoras. Repetições, discurso empobrecido e compreensão Adaptações ambientais ajudam. variável. Orientação a familiares é Prejuízo em memória e essencial. orientação pode interferir. RESPEITO EMPATIA 6 3 COMUNICAR ORIENTAR ADAPTAR Na prática e na prova Impactos funcionais Na demência, a meta nem sempre é recuperar, Nem toda dificuldade do Conversas e participação mas manter participação e qualidade de vida. idoso é envelhecimento social ficam reduzidas. típico. Rotina e autonomia podem Progressão e funcionalidade ser comprometidas. importam. Cuidadores precisam de Tema relevante em orientação. gerontologia e ORIENTAR FAMÍLIA PROMOVER AVALIAR neurocomunicação. FUNCIONALIDADE LEMBRE Nas demências, a atuação fonoaudiológica valoriza comunicação funcional, NA PROVA apoio familiar e qualidade de vida.30 I NEUROCOMUNICAÇÃO Avaliação da comunicação no adulto neurológico Anamnese, observação e raciocínio para entender perfil funcional 1 Objetivo 4 Instrumentos e contexto Identificar alterações de Observação clínica e comunicação no adulto. conversa funcional. LINGUAGEM FALA Relacionar linguagem, Testes e protocolos fala e cognição. quando indicados. Direcionar conduta Escuta do paciente, e reabilitação. família e equipe. COGNIÇÃO FAMÍLIA 2 5 que investigar Raciocínio clínico História clínica e neurológica. Integrar achados linguísticos e funcionais. Queixa do paciente e da família. Diferenciar perfil motor, linguístico e cognitivo. Rotina, autonomia e ANAMNESE contexto funcional. Considerar impacto na História clinica NEUROLOGIA participação. Queixa Rotina FONOAUDIOLOGIA 3 Contexto REABILITAÇÃO 6 que observar Funcionalidade Na prática e na prova Compreensão, expressão Avaliação não depende e discurso. FUNCIONALIDADE PARTICIPAÇÃO de um item isolado. Fala, voz, pragmática Funcionalidade é central. e cognição. Tema recorrente em Participação comunicativa neurologia e reabilitação. no dia a dia. ANAMNESE OBSERVAR INTEGRAR ACHADOS LEMBRE Avaliar comunicação no adulto neurológico é integrar déficits, funcionalidade NA PROVA e participação no cotidiano.31 MOTRICIDADE OROFACIAL Sistema estomatognático Estruturas, funções e raciocínio clínico na motricidade orofacial 1 que é 4 que observar Conjunto de estruturas Postura de lábios e língua. orais e faciais. Participa de respiração, Simetria, mobilidade e tônus. sucção, mastigação, Oclusão e organização deglutição e fala. RESPIRAÇÃO MASTIGAÇÃO funcional. Base da motricidade orofacial. 2 5 Na prática clínica Estruturas principais Relacionar forma e função. Lábios, língua e bochechas. DEGLUTIÇÃO FALA Considerar idade, hábitos e desenvolvimento. Mandíbula, palato e dentes. PALATO Músculos e articulações Integrar avaliação estrutural DENTES e funcional. associadas. LÁBIOS 3 LÍNGUA 6 Funções Na prática e na prova MANDÍBULA Respiração e sucção. ANATOMIA Estrutura e função BOCHECHAS FUNÇÕES Mastigação e deglutição. caminham juntas. DESENVOLVIMENTO Não avaliar só anatomia Fala, mímica e AVALIAÇÃO isolada. postura oral. Tema-base da motricidade orofacial. 1 OBSERVAR 2 AVALIAR 3 INTEGRAR ESTRUTURAS FUNÇÕES ACHADOS Y LEMBRE Na entender sistema estomatognático é a base para NA PROVA interpretar alterações de fala, mastigação e deglutição.32 MOTRICIDADE OROFACIAL Respiração oral 1 Sinais, consequências e condutas na motricidade orofacial que é 4 que avaliar Predomínio da respiração VIAS AÉREAS Modo respiratório e pela boca. selamento labial. Pode ser total ou mista. VIA NASAL Permeabilidade nasal e (preferencial) hábitos associados. Costuma ter causa multifatorial. Postura de língua, lábios e mandíbula. VIA ORAL (alterada) 2 BOCA ABERTA Sinais frequentes E LÁBIOS 5 Na prática clínica ENTREABERTOS Boca aberta e lábios Atuação multiprofissional entreabertos. FONOAUDIÓLOGA é comum. Ronco, salivação e Encaminhar quando ressecamento oral. necessário. Postura facial alterada Reabilitar função, não e fadiga. só aparência. 3 zzz 6 Possíveis consequências Na prática e na prova Impacto em mastigação, Causa não é igual à deglutição e fala. SELAMENTO VIA NASAL SONO POSTURA consequência. Alterações craniofaciais LABIAL FUNCIONAL E RONCO FACIAL Observar função e e do sono. contexto. Atenção e rendimento Tema frequente na podem sofrer. infantil. 1 OBSERVAR 2 INVESTIGAR 3 REABILITAR SINAIS CAUSA FUNÇÃO LEMBRE Na respiração oral, a conduta depende da relação entre causa, NA PROVA sinais funcionais e equipe multiprofissional.33 MOTRICIDADE OROFACIAL Mastigação e deglutição Padrões típicos e alterados no raciocínio fonoaudiológico 1 4 que considerar que avaliar Mastigação prepara FUNÇÕES ORAIS Lábios, língua, mandíbula o bolo alimentar. e bochechas. Deglutição conduz o MASTIGAÇÃO Preparo oral, trânsito alimento com segurança. e selamento. Funções dependem de PREPARO DO BOLO Consistência alimentar integração motora. e segurança funcional. DEGLUTIÇÃO 2 Padrão típico 5 Na prática clínica Mastigação bilateral PADRÃO TÍPICO ALTERAÇÃO FUNCIONAL Observar função em e organizada. situação real. Vedamento labial e Relacionar achados controle oral. estruturais e funcionais. Deglutição eficiente, Definir conduta conforme sem escape ou esforço. impacto funcional. 3 Sinais de alteração Mastigação Bolo coeso Deglutição eficiente Mastigação Escape alimentar Deglutição com 6 bilateral no centro da língua sem escape unilateral ou ou interposição esforço, engasgos Na prática e na prova Mastigação unilateral ou eficiente ineficiente lingual ou escape Mastigar e deglutir não ineficiente. são a mesma etapa. Escape alimentar, engasgos Compensação não ou esforço. significa normalidade. Interposição lingual e Tema central em compensações. 1 OBSERVAR FUNÇÃO 2 DIFERENCIAR PADRÃO 3 e disfagia. DEFINIR CONDUTA LEMBRE A forma de mastigar e deglutir revela a organização NA PROVA funcional do sistema estomatognático.34 I MOTRICIDADE OROFACIAL Alterações de fala de origem miofuncional Como respiração, língua, lábios e oclusão influenciam a articulação 1 que são 4 que avaliar Alterações articulatórias Produção dos sons da fala. relacionadas à função orofacial. RESPIRAÇÃO Postura e mobilidade Podem envolver língua, lábios, FUNCIONAL LÍNGUA orofacial. mandíbula e oclusão. Fala reftete a organização POSTURA Relação entre estrutura, sa função e articulação. miofuncional. sa sa HÁBITOS LÁBIOS ORAIS 2 5 Fatores associados Na prática clínica Avaliar fala e motricidade Respiração oral e postura juntas. inadequada. DENTES/ Priorizar impacto funcional Alterações de língua, lábios OCLUSÃO da comunicação. e tônus. Planejar terapia articulatória Oclusão e hábitos orais e miofuncional. persistentes. FALA MOTRICIDADE OROFACIAL 3 FLUXO 6 Sinais frequentes DE AR FONOAUDIOLOGIA Na prática e na prova Distorções ou imprecisão LINGUAGEM Nem toda alteração de fala articulatória. é fonológica. raciocínio diferencial Interposição lingual na fala. é essencial. Dificuldade em sons específicos e inteligibilidade Tema importante em reduzida. linguagem e 1 OUVIR A FALA 2 EXAMINAR OROFACIAL 3 PLANEJAR TERAPIA Y LEMBRE Na fala de origem miofuncional, a articulação deve ser entendida NA PROVA junto com a função orofacial.MAPA 35 MOTRICIDADE OROFACIAL Frênulo lingual e frenectomia Avaliação funcional e atuação fonoaudiológica antes e depois do procedimento 1 que considerar FRÊNULO LINGUAL 4 Papel da frenectomia frênulo pode limitar Pode ser indicada em movimentos da língua. casos selecionados. A decisão clínica depende de Objetivo é ampliar função, restrição funcional. não só modificar anatomia. ELEVAÇÃO Anatomia isolada não Frênulo DA LÍNGUA Deve estar integrada ao define conduta. lingual raciocínio clínico. 2 Sinais possíveis 5 Atuação fonoaudiológica Dificuldade de elevação ou Avaliar antes e após o protrusão da língua. procedimento. Impacto em amamentação, Orientar família e equipe. mobilidade ou fala. Acompanhar mobilidade Compensações e desconforto funcional. AVALIAÇÃO FUNCIONAL ANTES AVALIAÇÃO FUNCIONAL DEPOIS e função. 3 6 que avaliar Na prática e na prova Forma e inserção do frênulo. AMAMENTAÇÃO MOBILIDADE FALA AMAMENTAÇÃO MOBILIDADE FALA Frenectomia não substitui avaliação funcional. Mobilidade e amplitude Nem todo frênulo alterado da língua. 1 2 3 exige procedimento. Impacto funcional na Tema relevante em MO alimentação e comunicação. e aleitamento. OBSERVAR FUNÇÃO ORIENTAR EQUIPE ACOMPANHAR REABILITAÇÃO LEMBRE No frênulo lingual, a decisão clínica depende de restrição funcional, NA PROVA não só da aparência anatômica.36 MOTRICIDADE OROFACIAL Terapia miofuncional orofacial Objetivos, estratégias e raciocínio clínico para reabilitar função orofacial 1 que é 4 que avaliar Intervenção para reorganizar FUNÇÃO Função antes de indicar funções orofaciais. GERA exercícios. Envolve respiração, mastigação, QUALIDADE RESPIRAÇÃO LÍNGUA Idade, desenvolvimento e adesão. deglutição, fala e postura oral. DE VIDA Respostas motoras e Baseia-se em avaliação generalização funcional. individualizada. 2 5 Objetivos terapêuticos Na prática clínica Melhorar mobilidade, tônus e LÁBIOS Exercício deve ter propósito funcional. coordenação. Evitar protocolo rígido igual Favorecer vedamento labial e para todos. postura de língua. Envolver família e contexto Promover eficiência funcional quando necessário. no dia a dia. EXERCÍCIOS ORAIS DEGLUTIÇÃO MOTRICIDADE OROFACIAL FONOAUDIOLOGIA 3 6 Estratégias frequentes AVALIAÇÃO Na prática e na prova Treino funcional e SOPRAR ELEVAR LÍNGUA VEDAR LÁBIOS MASTIGAR TERAPIA MIOFUNCIONAL Terapia não é só fazer exercícios. proprioceptivo. Objetivo é função, não Orientação de hábitos e rotina. movimento isolado. Integração com fala, Tema-chave em e alimentação e respiração. 1 DEFINIR reabilitação. 2 TREINAR 3 MONITORAR OBJETIVO FUNCIONAL FUNÇÃO GENERALIZAÇÃO LEMBRE Na terapia miofuncional, foco é reorganizar a função para NA PROVA melhorar comunicação, alimentação e respiração.37 I E FLUÊNCIA Produção vocal Como respiração, fonação e ressonância se organizam para formar a voz 1 que é 4 que avaliar A voz resulta da integração RESPIRAÇÃO RESSONÂNCIA Qualidade vocal, intensidade entre ar, laringe e trato vocal. e pitch. É uma função complexa de Respiração, esforço e comunicação. coordenação. Depende de coordenação Ressonância e projeção vocal. respiratória e muscular. Cavidades nasal, oral e faringe 2 amplificam e 5 Componentes modelam som. Na prática clínica Entrada de ar Relacionar sintoma e Respiração: fornece energia mecanismo vocal. aérea. Integrar avaliação auditiva Fonação: vibração das FONAÇÃO e observacional. pregas vocais. Considerar contexto de Ressonância: amplifica e uso da voz. modifica som. 3 6 Fatores que influenciam Na prática e na prova Pregas vocais Postura e apoio respiratório. vibram e produzem Voz não depende só som. VOZ E FLUÊNCIA da laringe. Hidratação, saúde laríngea AVALIAÇÃO DA Respiração, fonação e e uso vocal. FONOAUDIOLOGIA ressonância caminham juntas. Hábitos e demanda vocal Tema-base da área de voz. do dia a dia. 1 GERAR AR 2 VIBRAR 3 RESSONAR PREGAS VOCAIS E E PROJETAR Y LEMBRE Entender a produção vocal é essencial para interpretar NA PROVA alterações de voz e orientar a conduta fonoaudiológica.38 E FLUÊNCIA Disfonias 1 Diferenças entre disfonias funcionais, organofuncionais e orgânicas que são 4 Disfonia orgânica Alterações na qualidade, FUNCIONAL ORGANOFUNCIONAL ORGÂNICA Relacionada a alteração intensidade ou esforço vocal. estrutural ou neurológica. Uso vocal Uso vocal inadequado Alteração estrutural Podem afetar comunicação inadequado associado a ou neurológica Pode ocorrer por inflamação, e participação. sem lesão alteração estrutural. como causa paralisia ou lesão. Exigem raciocínio clínico estrutural. principal. A origem não é apenas diferencial. comportamental. 2 Disfonia funcional 5 que avaliar Predomínio de uso Queixa, uso vocal e início inadequado da voz. LESÃO + ALTERAÇÃO dos sintomas. Sem lesão estrutural COMPORTAMENTO ESTRUTURAL OU Qualidade vocal, esforço primária. VOCAL NEUROLÓGICA e estabilidade. Tensão e comportamento Achados perceptivos e vocal têm grande peso. exame laríngeo. ANATOMIA DA LARINGE 3 DISFONIAS Disfonia organofuncional 6 SINAL DE FONOAUDIOLOGIA Na prática e na prova Comportamento vocal AVALIAÇÃO DA VOZ Nem toda disfonia tem inadequado associado a lesão. a mesma causa. Exemplo: nódulos e Classificação orienta espessamentos. Estrutura e função a conduta. Tema clássico em voz. influenciam o quadro. 1 OUVIR A 2 DIFERENCIAR A ORIGEM 3 DEFINIR CONDUTA LEMBRE Na disfonia, compreender a relação entre comportamento NA PROVA vocal e estrutura ajuda a definir melhor caminho terapêutico.39 I E FLUÊNCIA Avaliação vocal Anamnese, percepção, acústica e laringe no raciocínio fonoaudiológico 1 Objetivo 4 Instrumentos Identificar alterações vocais Anamnese e gravação de e impacto funcional. amostra vocal. Relacionar sintoma, uso ANAMNESE Análise perceptivo-auditiva vocal e contexto. e acústica. Direcionar conduta e Exame laríngeo quando acompanhamento. indicado. PERCEPÇÃO 2 5 que investigar Raciocínio clínico Queixa, início e evolução Integrar voz, laringe e dos sintomas. ACÚSTICA funcionalidade. Demanda vocal, hábitos Diferenciar perfil e saúde geral. comportamental e orgânico. Rotina profissional e Considerar impacto sinais associados. LARINGE comunicativo. 3 CHECKLIST VOZ PROFISSIONAL que ouvir e observar 192 Hz 6 FO 1,2% QUEIXA LARINGOLOGIA Na prática e na prova Jitter Rugosidade, soprosidade Shimmer 3,1% VOCAL e tensão. NHR 0,13 AVALIAÇÃO VOCAL Avaliar voz não é só CONTEXTO Intensidade, pitch e FONOAUDIOLOGIA ouvir rapidamente. A anamnese orienta a estabilidade. interpretação. Respiração, ataque vocal Tema central em voz e e esforço. reabilitação. 1 COLETAR 2 ANALISAR 3 INTEGRAR HISTÓRIA A ACHADOS LEMBRE Na avaliação vocal, integrar queixa, percepção e evidências clínicas NA PROVA fortalece raciocínio fonoaudiológico.40 I E FLUÊNCIA Higiene vocal e prevenção Hábitos protetores e fatores de risco para manter uma voz saudável 1 que é 4 que orientar Conjunto de cuidados para Reduzir abuso e mau uso vocal. preservar a voz. Observar sinais de fadiga Ajuda a prevenir sobrecarga HIDRATAÇÃO e rouquidão. e sintomas. USO EFICIENTE DESCANSO Buscar avaliação quando Importa para qualquer DA E SONO sintomas persistirem. pessoa, especialmente profissionais da voz. 5 2 SEM TABACO Na prática clínica Hábitos protetores AMBIENTE E ÁLCOOL Orientação deve ser Hidratação e pausas vocais. FAVORÁVEL individualizada. Sono, respiração adequada E UMIDIFICADO Relacionar rotina, profissão e aquecimento quando e demanda vocal. necessário. LARINGE SAUDÁVEL Prevenção não substitui Ambiente favorável e uso EVITAR GRITAR avaliação quando há queixa. eficiente da voz. E PIGARREAR 3 6 Fatores de risco VOZ PROFISSIONAL Na prática e na prova Gritar, pigarrear e falar ÁGUA FONOAUDIOLOGIA Nem toda dica serve para voz LIVRE FALE com esforço. E EQUILIBRADA CUIDE DA SAÚDE VOCAL todos do mesmo jeito. SUA voz Tabaco, álcool e ar FLUÉNCIA Prevenir é melhor que reabilitar sobrecargas muito seco. repetidas. Sobrecarga vocal e ! pouca recuperação. Tema frequente em voz profissional e saúde vocal. 1 IDENTIFICAR RISCOS 2 ORIENTAR HÁBITOS 3 PREVENIR SOBRECARGA LEMBRE Na higiene vocal, pequenas mudanças de hábito podem NA PROVA reduzir sobrecarga e proteger a qualidade da voz.41 E FLUÊNCIA Gagueira e transtornos da fluência Características, impacto funcional e raciocínio fonoaudiológico na fluência da fala 1 que são 4 FALA Como avaliar Alterações na fluência da fala. FLUÊNTE Anamnese e história de desenvolvimento. Podem incluir repetições, prolongamentos e bloqueios. Amostra de fala espontânea e dirigida. Impactam comunicação e RUPTURAS Considerar fatores participação. DA FLUÊNCIA emocionais e contexto re-pe-peito caaaaa-sa comunicativo. 2 Sinais frequentes 5 Na prática clínica Repetição de sons, sílabas Fluência deve ser analisada ou palavras. com funcionalidade. Prolongamentos e bloqueios. Envolver família e ambiente Tensão, esforço e reações quando necessário. emocionais associadas. Estratégias precisam ser FLUÊNCIA É... individualizadas. Multifatorial FLUÊNCIA 3 que observar Dinâmica LINGUAGEM 6 Contextual Frequência e tipo de rupturas. Na prática e na prova PRÁTICA CLÍNICA Nem toda disfluência é Situações em que aumenta patológica. ou reduz. Impacto funcional importa Impacto na interação, no raciocínio clínico. escola ou trabalho. Tema importante em linguagem e fluência. 1 OBSERVAR A FALA 2 ANALISAR CONTEXTO 3 DEFINIR CONDUTA LEMBRE Na fluência, olhar clínico deve considerar não só a ruptura, NA PROVA mas também impacto comunicativo e emocional.42 E FLUÊNCIA Voz profissional Cuidados, demandas e orientação fonoaudiológica para professores, cantores e teleatendimento 1 que é 4 Q que orientar Uso profissional da voz Aquecimento e desaquecimento como principal instrumento quando indicado. de trabalho. CANTO E PALCO Hidratação, pausas e melhor Exige resistência, eficiência ENSINO uso respiratório. e adaptação vocal. E COMUNICAÇÃO Ajustar ambiente e hábitos Demanda prevenção e vocais. acompanhamento. 2 Profissionais frequentes 5 Na prática clínica Professores. ABC Considerar demanda real de uso da voz. Cantores e atores. Relacionar queixa, rotina e Teleatendimento, contexto ocupacional. palestrantes e vendedores. Intervenção deve ser voz SAUDÁVEL funcional e personalizada. NO TRABALHO 3 Fatores de risco II 6 Na prática e na prova Sobrecarga vocal e uso ÁGUA prolongado. HIDRATAÇÃO PAUSAS RESPIRAÇÃO USE BEM Voz profissional não se SUA resume a cantar. Ambiente ruidoso ou seco. Prevenção e orientação Técnica inadequada, pouca são centrais. pausa e baixa hidratação. Tema recorrente em voz ocupacional. 1 IDENTIFICAR DEMANDA 2 ORIENTAR HÁBITOS 3 PROMOVER EFICIÊNCIA VOCAL LEMBRE Na voz profissional, prevenir sobrecarga e adaptar uso vocal NA PROVA ao contexto é parte essencial da conduta fonoaudiológica.43 DISFAGIA E FONO HOSPITALAR Deglutição normal 1 Fases oral, faríngea e esofágica no raciocínio fonoaudiológico 4 Fase esofágica Processo de condução Bolo segue pelo segura do alimento e saliva. 1 2 3 até o estômago. Envolve coordenação FASE ORAL FASE FARÍNGEA FASE ESOFÁGICA Movimento peristáltico sensório-motora. conduz o alimento. Relaciona alimentação, Não é foco primário da hidratação e proteção de atuação fonoaudiológica, vias aéreas. mas precisa ser Palato mole considerada. Lábios eleva vedados 2 Epiglote Fase oral fecha a via 5 que observar aérea Captação, mastigação e Língua Eficiência, tempo e preparo do bolo alimentar. propulsiona Laringe segurança da deglutição. o bolo eleva Organização e propulsão Coordenação entre Bolo segue pela língua. pelo esôfago respiração e deglutição. Requer vedamento labial até o estômago Ausência de escape, e controle oral. Bolo é preparado Vias aéreas são protegidas engasgo ou resíduo Movimento peristáltico e impulsionado e o bolo passa pela faringe. importante. conduz o bolo ao estômago. pela língua. 3 Fase faríngea 6 Na prática e na prova Disparo da deglutição. Deglutição normal depende Elevação laríngea e de integração entre fases. proteção das vias aéreas. Mastigar e engolir não são Passagem do bolo a mesma etapa. pela faringe. Tema-base para entender PREPARAR BOLO PROTEGER VIAS AÉREAS CONDUZIR ESÔFAGO disfagia. LEMBRE Compreender a deglutição normal é a base para reconhecer NA PROVA alterações e definir a conduta em disfagia.44 DISFAGIA E FONO HOSPITALAR Disfagia: sinais de alert e riscos Como reconhecer alterações na deglutição e pensar a segurança alimentar 1 que é 4 Quem pode apresentar Dificuldade ou alteração no processo de deglutição. Pacientes neurológicos. Pode comprometer Idosos frágeis. alimentação, hidratação MOLHADA TOSSE OU APÓS DEGLUTIR RESÍDUO Pessoas com doenças e segurança. ENGASGO E ESFORÇO estruturais, pós-extubação Ocorre em diferentes faixas etárias e condições clínicas. DEGLUTIÇÃO ou em ambiente hospitalar. SAUDÁVEL 2 Sinais de alerta 5 Na prática clínica AMBIENTE Tosse ou engasgo ao comer HOSPITALAR Identificar risco e necessidade e beber. de avaliação detalhada. Voz molhada após deglutição. Considerar segurança, via oral Escape oral, resíduo e consistências. e esforço para engolir. CONDIÇÕES Atuação precoce pode reduzir NEUROLÓGICAS complicações. 3 Riscos associados 6 Na prática e na prova Aspiração e pneumonia Tosse não é o único sinal aspirativa. PÓS-EXTUBAÇÃO E CONDIÇÕES de disfagia. Desnutrição e desidratação. RISCO DE ASPIRAÇÃO ESTRUTURAIS Disfagia envolve eficiência E PNEUMONIA Redução da qualidade de vida e segurança. e maior tempo de internação. Tema central em fono hospitalar. 1 RECONHECER 2 AVALIAR 3 DEFINIR SINAIS RISCO SEGURANÇA ALIMENTAR LEMBRE Na disfagia, reconhecer cedo os sinais de alerta NA PROVA ajuda a prevenir complicações respiratórias e nutricionais.45 DISFAGIA E FONO HOSPITALAR Avaliação clínica da disfagia Anamnese, observação e raciocínio para entender segurança e funcionalidade da deglutição 1 Objetivo 4 Consistências e oferta Identificar sinais de disfagia Líquidos, pastosos e sólidos e nível de risco. conforme avaliação. Direcionar manejo clínico Oferecer de forma progressiva e necessidade de exames e segura. complementares. Registrar resposta do paciente Apoiar decisão sobre via oral a cada consistência. e consistências. 2 AVALIAÇÃO DA DISFAGIA DEGLUTIÇÃO 5 que investigar Raciocínio clínico Anamnese História clínica e diagnóstico Observação Cavidade Integrar anamnese, observação oral de base. Consistências e contexto médico. Faringe Queixas alimentares, tosse, Segurança Determinar risco de aspiração Funcionalidade e funcionalidade oral. engasgo e perda de peso. Laringe Estado respiratório, nível de Definir conduta, orientações e encaminhamentos. alerta e funcionalidade. 3 que observar LÍQUIDOS SÓLIDOS 6 PASTOSOS Na prática e na prova Postura, controle oral e Avaliação clínica não depende manejo de saliva. de um único sinal. Tosse, voz após deglutição Segurança alimentar é e sinais de fadiga. prioridade. Eficiência, segurança e Tema recorrente em necessidade de adaptações. 1 COLETAR HISTÓRIA 2 OBSERVAR DEGLUTIÇÃO 3 INTEGRAR ACHADOS hospitalar e disfagia. LEMBRE Na avaliação clínica da disfagia, foco é integrar NA PROVA sinais, contexto e funcionalidade para promover segurança alimentar.46 I DISFAGIA E FONO HOSPITALAR Consistências alimentares e segurança da deglutição Líquidos, pastosos e sólidos no raciocínio fonoaudiológico para uma via oral mais segura 1 que são 4 0 que avaliar Ajustes de consistência Controle oral, tempo de trânsito ajudam a adaptar a via oral. e deglutição. Devem considerar segurança, Tosse, escape, resíduo e conforto eficiência e funcionalidade. do paciente. Não substituem avaliação Resposta a diferentes clínica. consistências e volumes. 2 Líquidos DEGLUTIÇÃO 5 AVALIAÇÃO Na prática clínica Líquidos finos podem aumentar DA DEGLUTIÇÃO Oferecer consistências de forma risco em alguns casos. Cavidade Controle oral oral progressiva e segura. Líquidos espessados podem Tempo de trânsito Deglutição Faringe Registrar resposta do paciente. favorecer controle oral. Segurança Integrar postura, utensílio Observar tosse, voz molhada Laringe Funcionalidade e orientações. e fadiga. 3 Pastosos e sólidos 6 Na prática e na prova Pastosos costumam exigir LÍQUIDOS PASTOSOS SÓLIDOS Nem toda consistência serve menos mastigação. (finos ou espessados) (purês, cremes) (pães, bolachas) para todos pacientes. Sólidos exigem preparo oral Segurança alimentar é e mastigação eficiente. prioridade. A escolha depende do Tema recorrente em disfagia quadro clínico. clínica e hospitalar. 1 TESTAR CONSISTÊNCIAS 2 OBSERVAR SEGURANÇA 3 DEFINIR OFERTA Y LEMBRE Na escolha das consistências, foco é combinar NA PROVA segurança, eficiência e funcionalidade para cada paciente.47 DISFAGIA E FONO HOSPITALAR Fonoaudiologia em UTI e ambiente hospitalar Segurança da deglutição, comunicação e atuação interdisciplinar no cuidado ao paciente 1 4 Objetivos Atuação fonoaudiológica no Favorecer alimentação mais cuidado hospitalar e intensivo. segura quando possível. Envolve deglutição, comunicação e funcionalidade. COMUNICAÇÃO DEGLUTIÇÃO SEGURANÇA Apoiar comunicação do paciente. Exige raciocínio integrado Orientar equipe e familiares. ao quadro médico. 78 96 18 2 Situações frequentes 5 Na prática clínica Pós-extubação, pacientes Atuação multiprofissional neurológicos e idosos frágeis. é essencial. Traqueostomia, rebaixamento Conduta depende da do nível de alerta. estabilidade clínica. Queixas de disfagia e ATUAÇÃO INTERDISCIPLINAR Reavaliação frequente é dificuldade de comunicação. comum no hospital. 3 que avaliar 6 Na prática e na prova Estado respiratório, nível de MÉDICO ENFERMAGEM NUTRIÇÃO Hospital não é só disfagia; FISIOTERAPIA OUTROS consciência e postura. comunicação também importa. Segurança da deglutição e Segurança e funcionalidade risco de aspiração. guiam a conduta. Voz, comunicação e Tema recorrente em fono resposta funcional. hospitalar. 1 AVALIAR ESTABILIDADE 2 DEFINIR PRIORIDADES 3 ORIENTAR CONDUTA LEMBRE Na fono hospitalar, a conduta precisa integrar NA PROVA segurança clínica, funcionalidade e comunicação do paciente.48 DISFAGIA E FONO HOSPITALAR Disfagia neurológica X mecânica Como diferenciar causas e pensar avaliação e conduta na deglutição alterada 1 que considerar 4 0 que avaliar Disfagia pode ter origem NEUROLÓGICA MECÂNICA História clínica, sinais observáveis neurológica ou estrutural/mecânica. e localização da queixa. A causa influencia o padrão Via oral, eficiência, segurança de alteração. L Atraso no Obstrução e consistências. disparo ou estreitamento diferencial orienta a conduta. Necessidade de exames Alimento complementares. Fraqueza parado 2 Disfagia neurológica Relacionada a AVC, Parkinson, Coordenação 5 ! Esforço e Na prática clínica prejudicada desconforto TCE e outras condições Relacionar causa, funcionalidade AVALIAÇÃO neurológicas. DA DEGLUTIÇÃO e risco. Pode envolver atraso no disparo, História clinica Orientar conduta e fraqueza e coordenação Exemplo de alterações Observação Exemplo de alterações prejudicada. Funcionalidade Via oral funcionais amplas. Consistências Integrar equipe médica Frequentemente associa alterações e terapêutica. Controle oral Sensibilidade Impacto funcional Estreitamentos Pós-cirurgia Dificuldade na 3 e faringeo alterada Disfagia mecânica amplo e lesões e alterações passagem do bolo estruturais 6 Na prática e na prova Relacionada a tumores, cirurgias, PASTOSOS SEMISSÓLIDOS SÓLIDOS Sinais parecidos podem ter estenoses ou alterações estruturais. causas diferentes. Pode gerar sensação de alimento Raciocínio diferencial parado, esforço e obstrução. é essencial. Exige olhar para anatomia Tema frequente em disfagia e passagem do bolo. e neurofuncional. 1 IDENTIFICAR ORIGEM 2 RELACIONAR SINAIS 3 DEFINIR CONDUTA LEMBRE Na disfagia, diferenciar origem neurológica e mecânica NA PROVA melhora raciocínio clínico e a tomada de decisão.49 Fonoaudiologia Neurofuncional Principais quadros, alterações frequentes e raciocínio clínico na reabilitação 1 4 que avaliar Atuação com pacientes História clínica e contexto neurológicos e suas funções funcional. comunicativas e alimentares. Cognição, linguagem, fala e Pode envolver linguagem, fala, PARKINSON TCE AVC DEMÊNCIAS deglutição. voz, cognição e deglutição. Alterações de voz, Impactos cognitivos, Déficits de linguagem, Déficits progressivos Participação, família e rotina. fala, deglutição comunicativos e Exige avaliação funcional ampla. fala e deglutição de memória, linguagem e motricidade. comportamentais. frequentes. e comunicação. 2 5 Quadros frequentes Na prática clínica AVC, Parkinson, TCE e demências. Reabilitação deve ser individualizada. Doenças neuromusculares e FOCOS PRINCIPAIS Linguagem Cognição outras condições neurológicas. Objetivos funcionais Linguagem são centrais. Cada quadro pode gerar perfis diferentes. Fala Trabalho interdisciplinar é frequente. Cognição Fala Deglutição 3 que pode alterar Deglutição 6 AVALIAÇÃO Na prática e na prova Comunicação, linguagem e RACIOCÍNIO CLÍNICO PLANO Nem todo paciente neurológico participação social. FUNCIONALIDADE tem o mesmo perfil. Voz, fala e inteligibilidade. Funcionalidade importa mais Deglutição, autonomia e que um achado isolado. funcionalidade. Tema-base em neuroreabilitação fonoaudiológica. 1 AVALIAR PERFIL 2 DEFINIR METAS 3 REABILITAR FUNÇÃO LEMBRE Na neurofuncional, a meta é promover comunicação, NA PROVA alimentação e participação com foco na funcionalidade.50 GERONTOLOGIA Fonoaudiologia na Gerontologia Envelhecimento, funcionalidade e cuidado fonoaudiológico na comunicação e deglutição do idoso 1 0 que é 4 0 que avaliar Atuação com a pessoa idosa Queixa funcional, rotina e considerando envelhecimento apoio familiar. e funcionalidade. FALA E AUDIÇÃO COMUNICAÇÃO COGNIÇÃO DEGLUTIÇÃO PARTICIPAÇÃO Comunicação, audição, cognição Envolve comunicação, audição, SOCIAL e deglutição. voz e deglutição. Considera contexto de vida Participação, segurança e qualidade de vida. e participação. 2 5 Mudanças do envelhecimento Na prática clínica Podem ocorrer alterações Cuidado deve ser individualizado sensoriais, motoras e cognitivas. e humanizado. Nem toda mudança é patológica. Orientar família e cuidadores é importante. Fragilidade e comorbidades influenciam o quadro. Manter funcionalidade e FOCO DO CUIDADO participação é prioridade. FUNCIONALIDADE 3 SEGURANÇA Áreas de atenção AUTONOMIA 6 QUALIDADE DE VIDA Na prática e na prova Audição e compreensão de fala. PARTICIPAÇÃO Envelhecimento não é sinônimo Voz, comunicação e interação social. de doença. Alimentação, segurança da deglutição e autonomia. Funcionalidade e contexto guiam a conduta. Tema relevante em gerontologia e saúde do idoso. 1 IDENTIFICAR NECESSIDADES 2 ORIENTAR E INTERVIR 3 PROMOVER FUNCIONALIDADE LEMBRE Na gerontologia, a atuação fonoaudiológica busca preservar NA PROVA funcionalidade, segurança e participação no envelhecimento.

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