Esta é uma pré-visualização de arquivo. Entre para ver o arquivo original
Canva IA - Canva Título do tópico: Fichamento: Modelo e Extração do Texto do PDF cria pra mim um fichamento extraindo desse texto e vou te mandar o pdf do modelo do fichamento PSICOLOGIA EXPERIMRNTAL.pdf PDF modelo_fichamento_leitura_psicologia_experimental.docx DOCX Claro — abaixo está o fichamento de leitura já extraído do texto que você mandou, organizado seguindo o modelo do seu PDF. Como você não informou seu nome, a data e a turma específica, deixei esses campos em branco para você preencher . FICHAMENTO DE LEITURA 1. Identificação da leitura Estudante: [preencher] Data da leitura: [preencher] Disciplina / turma: Psicologia Experimental Tema de interesse: uso problemático da internet, redes sociais e saúde mental Tipo de documento: artigo científico Local de acesso: Revista Brasileira de Educação Médica / DOI Referência completa da obra: MOROMIZATO, Maíra Sandes; FERREIRA, Danilo Bastos Bispo; SOUZA, Lucas Santana Marques de; LEITE, Renata Franco; MACEDO, Fernanda Nunes; PIMENTEL, Déborah. O uso de internet e redes sociais e a relação com indícios de ansiedade e depressão em estudantes de medicina . Revista Brasileira de Educação Médica , v. 41, n. 4, p. 497-504, 2017. DOI: 10.1590/1981-52712015v41n4RB20160118. 2. Mapa da leitura Tema ou fenômeno abordado O texto trata da relação entre o uso da internet e das redes sociais e a presença de indícios de ansiedade e დეპressão em estudantes de Medicina. Problema ou questão central O uso da internet, especialmente das redes sociais e aplicativos de mensagem, está associado ao tempo de uso ou ao modo como esse uso acontece? E de que forma isso se relaciona com sintomas ansiosos e depressivos? Objetivo(s) Investigar a correlação entre indicadores do uso da internet e das redes sociais e a presença de sintomas de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina. Conceitos e ideias centrais Adicção por internet (AI) Uso desadaptativo da internet Uso excessivo vs. padrão de uso problemático Ansiedade Depressão Verificação compulsiva de redes sociais Sinais de prejuízo funcional Relação entre uso da internet e saúde mental Metodologia / percurso de investigação Tipo de estudo: descritivo, transversal e quantitativo Amostra: 169 estudantes de Medicina de uma universidade privada de Aracaju (SE) Coleta de dados: questionários autoaplicáveis Instrumentos utilizados: questionário elaborado pelos pesquisadores com base no Internet Addiction Test (IAT) Inventário de Ansiedade de Beck (BAI) Inventário de Depressão de Beck (BDI) Análise estatística: testes de normalidade, Mann-Whitney, Qui-Quadrado e Exato de Fisher, com significância de 5% (p ≤ 0,05) Principais argumentos, achados ou resultados Quase todos os estudantes entrevistados usam internet e/ou redes sociais diariamente. O principal motivo de acesso foi o uso de aplicativos de mensagem instantânea. O WhatsApp apareceu como o aplicativo mais frequente. A maior parte dos participantes reconheceu benefícios da internet, como acesso à informação e facilidade de comunicação. Também foram apontadas interferências negativas, principalmente nos estudos, mas também em família, lazer e atividade física. Não houve associação estatisticamente significativa entre o tempo gasto na internet e os escores de ansiedade e depressão. Houve associações relevantes entre ansiedade/depressão e comportamentos de checagem constante , uso desadaptativo, tensão ao receber mensagens, insônia por uso excessivo, e percepção de prejuízo acadêmico. 3. Três movimentos de uma leitura atenta | O autor diz | Eu compreendo | Eu penso a partir disso | |---|---|---| | A internet é uma ferramenta essencial, mas seu uso descontrolado pode se tornar adicção por internet. | O problema não é simplesmente estar conectado, e sim o modo como a pessoa se relaciona com o uso. | Isso mostra que o foco da prevenção deve ser o padrão de uso, não apenas o tempo online. | | Não houve associação entre tempo gasto na internet e sintomas de ansiedade/depressão. | Ficar muitas horas conectado, sozinho, não explica todo o problema. | Talvez o uso compulsivo funcione mais como um mecanismo emocional de compensação do que como causa direta. | | Há associação entre sintomas psíquicos e comportamentos como checar mensagens, sentir tensão e perder sono. | Os sinais de sofrimento aparecem na rotina e no funcionamento do estudante. | Em estudantes de Medicina, a pressão acadêmica pode intensificar esse padrão e merecer intervenção institucional. | 4. Citações que merecem permanecer | Página | Citação / trecho | Por que preservar? | |---|---|---| | p. 497 | “quando se percebe um uso descontrolado e desadaptativo, ocorre a chamada adicção por internet (AI)” | Define o conceito central do texto. | | p. 498 | “A AI é caracterizada pelo uso com padrão desadaptativo, levando a danos clinicamente significativos ou sofrimento emocional.” | Apresenta a definição mais importante do argumento. | | p. 500 | “Não foi encontrada associação estatística entre o tempo gasto na internet e a presença de sintomas ansiosos e depressivos com os escores BAI (p = 0,167) e BDI (p = 1,000).” | É o principal achado empírico do estudo. | | p. 500 | “Somente apresentaram associação com o escore BDI os que mostraram irritabilidade (p = 0,015), tensão (p = 0,013) e sensação de esvaziamento (p = 0,023).” | Mostra quais sintomas aparecem ligados ao padrão de uso. | | p. 502 | “a AI não está necessariamente relacionada com o tempo gasto na internet, mas com o padrão desadaptativo do uso.” | Resume a conclusão central dos autores. | | p. 502 | “É necessária uma avaliação criteriosa do corpo discente de modo a buscar tratamento eficaz para este transtorno.” | Indica a implicação prática do estudo. | 5. Síntese da leitura Resumo da leitura O artigo investiga a relação entre o uso da internet e das redes sociais e a presença de sintomas de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina. Os autores partem da ideia de que a internet é uma ferramenta indispensável na vida contemporânea, mas alertam que seu uso pode se tornar desadaptativo e gerar prejuízos emocionais e funcionais. A pesquisa foi realizada com 169 estudantes de uma universidade privada de Aracaju, utilizando questionários sobre uso da internet, além do BAI e do BDI para avaliar ansiedade e depressão. Os resultados mostraram que quase todos os participantes usam internet e redes sociais diariamente, principalmente por meio de aplicativos de mensagens instantâneas, com destaque para o WhatsApp. Embora os estudantes reconheçam benefícios como acesso à informação e facilidade de comunicação, muitos também relataram prejuízos em áreas como estudos, atividade física, família e lazer. O ponto mais importante do estudo é que o tempo gasto na internet, por si só, não se associou aos sintomas ansiosos e depressivos . Em contrapartida, comportamentos como checar mensagens de forma constante, sentir tensão ao ser notificado, perder sono por uso excessivo e perceber prejuízo acadêmico apresentaram associação com os escores de ansiedade e depressão. Assim, os autores concluem que o problema não está apenas na quantidade de horas conectadas, mas principalmente no padrão desadaptativo de uso . Conclusões dos autores e limites reconhecidos Os autores concluem que o uso compulsivo da internet pode prejudicar a saúde mental de estudantes de Medicina, especialmente quando se associa a ansiedade, depressão e comprometimento acadêmico. Como leitura crítica, alguns limites importantes aparecem: trata-se de um estudo transversal , então não permite afirmar causalidade; a amostra foi de conveniência ; o estudo foi feito em uma única instituição , o que reduz a generalização; os dados dependem de auto-relato , o que pode gerar viés. Contribuições para minha formação, pesquisa ou discussão Este texto ajuda a compreender que o uso problemático da internet não deve ser avaliado apenas pelo tempo de exposição, mas pelo modo como esse uso interfere na vida psíquica e cotidiana. Também mostra que estudantes de Medicina são um grupo especialmente vulnerável a sobrecarga emocional, o que torna importante pensar em prevenção, acolhimento e intervenção institucional. Palavras-chave da leitura adicção por internet redes sociais ansiedade depressão estudantes de Medicina 6. Notas críticas e questões em aberto Questões que o texto me deixou Até que ponto a ansiedade e a depressão antecedem o uso problemático da internet, ou são consequência dele? O uso da internet funciona como compensação emocional em alguns estudantes? Como esse padrão aparece em outros cursos, idades e contextos sociais? Relações com outras leituras ou experiências acadêmicas O texto dialoga com debates sobre: saúde mental de universitários; comportamento compulsivo; regulação emocional; dependência comportamental; impacto do uso de telas e redes sociais no cotidiano. Cuidados para não distorcer o texto Não reduzir o problema ao simples “tempo de tela”. Não afirmar que toda pessoa que usa muito a internet tem adicção. Não interpretar o estudo como prova de causa e efeito, porque o desenho transversal não permite isso. Não ignorar que o texto destaca o padrão desadaptativo de uso como eixo principal da problemática. Se você quiser, eu também posso fazer uma versão ainda mais pronta para colar no Word , com linguagem mais formal e sem explicações extras, já no formato final de entrega. sim claro Perfeito — aqui está a versão mais formal, pronta para copiar e colar no seu fichamento: FICHAMENTO DE LEITURA 1. Identificação da leitura Estudante: ____________________________ Data da leitura: / /________ Disciplina / turma: Psicologia Experimental Tema de interesse: uso da internet, redes sociais e saúde mental Tipo de documento: artigo científico Local de acesso: Revista Brasileira de Educação Médica / DOI Referência completa da obra: MOROMIZATO, Maíra Sandes; FERREIRA, Danilo Bastos Bispo; SOUZA, Lucas Santana Marques de; LEITE, Renata Franco; MACEDO, Fernanda Nunes; PIMENTEL, Déborah. O uso de internet e redes sociais e a relação com indícios de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina . Revista Brasileira de Educação Médica , v. 41, n. 4, p. 497-504, 2017. DOI: 10.1590/1981-52712015v41n4RB20160118. 2. Mapa da leitura Tema ou fenômeno abordado O artigo aborda a relação entre o uso da internet e das redes sociais e a presença de indícios de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina. Problema ou questão central O estudo busca compreender se o uso da internet está associado apenas ao tempo de permanência online ou se o principal fator relacionado ao sofrimento psíquico é o modo desadaptativo de uso. Objetivo(s) Investigar a correlação entre indicadores do uso de internet e redes sociais e a presença de sintomas ansiosos e depressivos em estudantes de Medicina. Conceitos e ideias centrais O texto trabalha com os conceitos de adicção por internet , uso desadaptativo , uso compulsivo , ansiedade , depressão , verificação constante de mensagens , prejuízo funcional e impactos acadêmicos e emocionais . Metodologia / percurso de investigação Trata-se de um estudo descritivo, transversal e quantitativo , realizado com 169 estudantes de Medicina de uma universidade privada de Aracaju, em 2015. Foram utilizados três instrumentos autoaplicáveis: um questionário elaborado pelos pesquisadores com base no Internet Addiction Test (IAT), o Inventário de Ansiedade de Beck (BAI) e o Inventário de Depressão de Beck (BDI) . A análise estatística utilizou testes de normalidade, Mann-Whitney, Qui-Quadrado e Exato de Fisher, com significância de 5%. Principais argumentos, achados ou resultados O estudo mostrou que quase todos os participantes utilizavam internet e/ou redes sociais diariamente. O principal motivo de acesso foi o uso de aplicativos de mensagens instantâneas, especialmente o WhatsApp. Embora os estudantes reconheçam benefícios como acesso à informação e facilidade de comunicação, também relataram prejuízos em áreas como estudos, família, lazer e atividade física. O resultado central foi que não houve associação estatística entre o tempo gasto na internet e os sintomas ansiosos e depressivos . No entanto, foram encontradas associações significativas entre os escores de ansiedade e depressão e comportamentos como: checar mensagens com frequência; sentir tensão ao receber notificações; ficar incomodado quando não consegue responder; verificar o celular ao acordar ou durante a noite; perder sono por uso excessivo da internet; perceber prejuízo acadêmico relacionado ao uso do WhatsApp. 3. Três movimentos de uma leitura atenta O autor diz Os autores defendem que o problema da adicção por internet não está necessariamente ligado ao tempo de uso, mas ao padrão desadaptativo de relação com a rede. Eu compreendo Compreendo que a internet, por si só, não é o principal problema; o que pode indicar sofrimento psicológico é a forma compulsiva, repetitiva e emocionalmente dependente de uso. Eu penso a partir disso A leitura permite pensar que o uso da internet pode funcionar como estratégia de regulação emocional, especialmente em contextos de pressão acadêmica. Isso sugere que intervenções preventivas devem considerar não apenas o tempo de tela, mas também os motivos e os efeitos subjetivos desse uso. 4. Citações que merecem permanecer | Página | Citação / trecho | Por que preservar? | |---|---|---| | p. 497 | “quando se percebe um uso descontrolado e desadaptativo, ocorre a chamada adicção por internet (AI)” | Define o conceito central do estudo. | | p. 498 | “A AI é caracterizada pelo uso com padrão desadaptativo, levando a danos clinicamente significativos ou sofrimento emocional.” | Explicita a definição teórica do fenômeno. | | p. 500 | “Não foi encontrada associação estatística entre o tempo gasto na internet e a presença de sintomas ansiosos e depressivos com os escores BAI (p = 0,167) e BDI (p = 1,000).” | Apresenta o principal achado empírico do artigo. | | p. 500 | “Somente apresentaram associação com o escore BDI os que mostraram irritabilidade (p = 0,015), tensão (p = 0,013) e sensação de esvaziamento (p = 0,023).” | Mostra a relação entre sintomas e impossibilidade de conexão. | | p. 502 | “a AI não está necessariamente relacionada com o tempo gasto na internet, mas com o padrão desadaptativo do uso.” | Resume a conclusão principal dos autores. | | p. 502 | “É necessária uma avaliação criteriosa do corpo discente de modo a buscar tratamento eficaz para este transtorno.” | Destaca a implicação prática do estudo. | 5. Síntese da leitura Resumo da leitura O artigo investiga a relação entre o uso da internet e das redes sociais e a presença de sintomas de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina. Os autores partem da compreensão de que a internet é uma ferramenta indispensável na vida contemporânea, mas alertam que seu uso pode se tornar desadaptativo e prejudicial quando assume caráter compulsivo. A pesquisa foi realizada com 169 estudantes de uma universidade privada de Aracaju, utilizando questionários sobre uso da internet, além dos inventários de Beck para ansiedade e depressão. Os resultados indicaram que a quase totalidade dos participantes fazia uso diário da internet e/ou redes sociais, especialmente por meio de aplicativos de mensagem instantânea. Os estudantes relataram benefícios importantes, como acesso à informação, comunicação e sociabilidade, mas também apontaram prejuízos em sua rotina, sobretudo nos estudos. O achado principal do estudo foi que o tempo gasto na internet não apresentou associação significativa com ansiedade e depressão . Em contrapartida, comportamentos ligados à verificação constante do celular, à tensão diante de mensagens, à perda de sono e à percepção de prejuízo acadêmico mostraram associação com os escores de ansiedade e depressão. Assim, os autores concluem que a problemática não se refere apenas à quantidade de horas conectadas, mas principalmente ao padrão desadaptativo de uso da internet . Conclusões dos autores e limites reconhecidos Os autores concluem que o uso compulsivo da internet pode gerar prejuízos emocionais e acadêmicos, especialmente em estudantes de Medicina, grupo que já vive sob forte pressão. O texto sugere a necessidade de avaliação cuidadosa e intervenções institucionais voltadas à prevenção e ao cuidado. Como limites importantes, pode-se destacar que o estudo é transversal, o que impede estabelecer relação causal; a amostragem foi por conveniência; e os dados foram obtidos por auto-relato, o que pode introduzir vieses. Além disso, a pesquisa foi realizada em apenas uma instituição, o que restringe a generalização dos resultados. Contribuições para minha formação, pesquisa ou discussão Este texto contribui para compreender que a relação entre internet e saúde mental é mais complexa do que uma simples associação com tempo de uso. Ele é útil para refletir sobre dependência comportamental, regulação emocional e sofrimento psíquico em estudantes universitários. Também reforça a importância de observar sinais de uso compulsivo e prejuízo funcional, especialmente em contextos de alta exigência acadêmica. Palavras-chave da leitura adicção por internet redes sociais ansiedade depressão estudantes de Medicina 6. Notas críticas e questões em aberto Questões que o texto me deixou A ansiedade e a depressão precedem o uso problemático da internet ou surgem como consequência dele? O uso excessivo da internet pode funcionar como uma forma de compensação emocional? Como esse padrão se manifesta em outros cursos e contextos sociais? Relações com outras leituras ou experiências acadêmicas O texto se relaciona com estudos sobre saúde mental universitária, comportamento compulsivo, regulação emocional, dependência comportamental e impacto do uso de tecnologias digitais na vida cotidiana. Cuidados para não distorcer o texto Não reduzir o problema ao simples “tempo de tela”. Não concluir que todo uso intenso da internet é patológico. Não tratar o estudo como prova de causalidade, pois o desenho transversal não permite isso. Não desconsiderar que o foco principal dos autores é o padrão desadaptativo de uso . Se você quiser, eu também posso transformar isso em uma versão ainda mais acadêmica , com linguagem mais próxima de entrega final de faculdade e com formatação mais “limpa” para Word. continui por favor Claro — aqui está a versão ainda mais acadêmica, limpa e pronta para entrega : FICHAMENTO DE LEITURA 1. Identificação da leitura Estudante: ____________________________________ Data da leitura: / /________ Disciplina / turma: Psicologia Experimental Tema de interesse: uso da internet, redes sociais e saúde mental Tipo de documento: artigo científico Local de acesso: Revista Brasileira de Educação Médica / DOI Referência completa da obra: MOROMIZATO, Maíra Sandes; FERREIRA, Danilo Bastos Bispo; SOUZA, Lucas Santana Marques de; LEITE, Renata Franco; MACEDO, Fernanda Nunes; PIMENTEL, Déborah. O uso de internet e redes sociais e a relação com indícios de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina . Revista Brasileira de Educação Médica , v. 41, n. 4, p. 497-504, 2017. DOI: 10.1590/1981-52712015v41n4RB20160118. 2. Mapa da leitura Tema ou fenômeno abordado O artigo analisa a relação entre o uso da internet e das redes sociais e a presença de indícios de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina. Problema ou questão central A questão central do texto é compreender se os prejuízos associados ao uso da internet estão relacionados apenas ao tempo gasto online ou, sobretudo, ao modo desadaptativo de uso. Objetivo(s) Investigar a correlação entre indicadores do uso de internet e redes sociais e a presença de sintomas ansiosos e depressivos em estudantes de Medicina. Conceitos e ideias centrais O texto se organiza em torno dos conceitos de adicção por internet , uso desadaptativo , uso compulsivo , verificação constante de notificações , ansiedade , depressão e prejuízo funcional . Metodologia / percurso de investigação Trata-se de um estudo descritivo, transversal e quantitativo , com amostragem por conveniência , realizado com 169 estudantes de Medicina de uma universidade privada de Aracaju (SE), em 2015. Foram aplicados três instrumentos autoaplicáveis: um questionário elaborado pelos pesquisadores com base no Internet Addiction Test (IAT), o Inventário de Ansiedade de Beck (BAI) e o Inventário de Depressão de Beck (BDI) . A análise estatística empregou testes de normalidade, Mann-Whitney, Qui-Quadrado e Exato de Fisher, com significância estatística de 5%. Principais argumentos, achados ou resultados Os resultados mostram que quase todos os participantes utilizavam internet e/ou redes sociais diariamente, principalmente por meio de aplicativos de mensagens instantâneas, com destaque para o WhatsApp. O acesso à informação e a comunicação foram apontados como principais benefícios do uso da internet, mas também foram relatados prejuízos em áreas como estudos, família, lazer e atividade física. O achado principal do estudo foi que não houve associação estatisticamente significativa entre o tempo gasto na internet e os sintomas de ansiedade e depressão . Entretanto, foram encontradas associações relevantes entre os escores de ansiedade e depressão e comportamentos como: verificar redes sociais ao acordar ou durante a noite; sentir tensão diante de mensagens não respondidas; apresentar irritabilidade, tensão e sensação de esvaziamento quando impossibilitado de estar conectado; relatar prejuízo acadêmico em razão do uso de aplicativos de mensagem; perder sono por uso excessivo da internet. 3. Três movimentos de uma leitura atenta O autor diz Os autores defendem que a adicção por internet não se explica simplesmente pelo tempo de uso, mas pelo padrão desadaptativo de relação com a rede, que pode produzir sofrimento emocional e prejuízos funcionais. Eu compreendo Compreendo que o problema não está apenas em passar muitas horas conectado, mas em como esse uso interfere na rotina, nas emoções e no desempenho acadêmico e social do indivíduo. Eu penso a partir disso A leitura sugere que o uso da internet pode funcionar como forma de regulação emocional e compensação diante de sofrimento psíquico. Isso leva a pensar que a prevenção e a intervenção devem considerar não apenas a frequência de uso, mas também seus significados subjetivos e seus efeitos na vida cotidiana. 4. Citações que merecem permanecer | Página | Citação / trecho | Por que preservar? | |---|---|---| | p. 497 | “quando se percebe um uso descontrolado e desadaptativo, ocorre a chamada adicção por internet (AI)” | Define o conceito central do estudo. | | p. 498 | “A AI é caracterizada pelo uso com padrão desadaptativo, levando a danos clinicamente significativos ou sofrimento emocional.” | Explicita o eixo teórico do artigo. | | p. 500 | “Não foi encontrada associação estatística entre o tempo gasto na internet e a presença de sintomas ansiosos e depressivos com os escores BAI (p = 0,167) e BDI (p = 1,000).” | Resume o principal achado empírico. | | p. 500 | “Somente apresentaram associação com o escore BDI os que mostraram irritabilidade (p = 0,015), tensão (p = 0,013) e sensação de esvaziamento (p = 0,023).” | Indica sintomas ligados à impossibilidade de conexão. | | p. 502 | “a AI não está necessariamente relacionada com o tempo gasto na internet, mas com o padrão desadaptativo do uso.” | Resume a conclusão central do texto. | | p. 502 | “É necessária uma avaliação criteriosa do corpo discente de modo a buscar tratamento eficaz para este transtorno.” | Aponta a implicação prática e institucional do estudo. | 5. Síntese da leitura O artigo analisa a relação entre o uso da internet e das redes sociais e a presença de sintomas de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina. A pesquisa parte da compreensão de que a internet se tornou uma ferramenta indispensável na vida contemporânea, mas que seu uso pode assumir um caráter problemático quando se torna compulsivo, desadaptativo e prejudicial ao funcionamento cotidiano. Para investigar essa relação, os autores realizaram um estudo descritivo, transversal e quantitativo com 169 estudantes de Medicina de uma universidade privada de Aracaju (SE). Foram utilizados um questionário construído com base no Internet Addiction Test (IAT), o Inventário de Ansiedade de Beck (BAI) e o Inventário de Depressão de Beck (BDI). Os dados revelaram que quase todos os participantes faziam uso diário de internet e/ou redes sociais, sobretudo por meio de aplicativos de mensagens instantâneas. Os benefícios mais mencionados foram o acesso à informação e a facilidade de comunicação; por outro lado, foram relatados prejuízos em diferentes dimensões da vida, especialmente nos estudos. O resultado mais importante do estudo foi a ausência de associação estatisticamente significativa entre o tempo gasto na internet e a presença de sintomas ansiosos e depressivos. Em contrapartida, foram observadas associações relevantes entre ansiedade, depressão e comportamentos de checagem constante, tensão diante de mensagens, sensação de esvaziamento, prejuízo acadêmico e perda de sono. Dessa forma, os autores concluem que o uso problemático da internet não deve ser compreendido apenas pela quantidade de tempo conectado, mas principalmente pelo padrão desadaptativo de uso . Conclusões dos autores e limites reconhecidos Os autores concluem que o uso compulsivo da internet pode gerar impactos negativos sobre a saúde mental e sobre o rendimento acadêmico, especialmente em estudantes de Medicina, grupo que já convive com alta pressão e exigência emocional. O texto sugere a necessidade de avaliação criteriosa e de intervenções voltadas à prevenção e ao cuidado. Como limitações, pode-se destacar que o estudo possui delineamento transversal, o que impede estabelecer relação causal entre as variáveis; a amostragem foi por conveniência; e os dados foram obtidos por auto-relato, o que pode introduzir vieses. Além disso, a pesquisa foi realizada em apenas uma instituição, limitando a generalização dos resultados. Contribuições para minha formação, pesquisa ou discussão Este texto contribui para uma compreensão mais ampla da relação entre internet e saúde mental, mostrando que o foco analítico deve recair sobre o modo de uso e não apenas sobre a duração da conexão. Também ajuda a refletir sobre dependência comportamental, regulação emocional e sofrimento psíquico em contextos de alta exigência acadêmica. Para a formação em Psicologia, o artigo reforça a importância de observar sinais de uso compulsivo, prejuízo funcional e sofrimento emocional em estudantes universitários. Palavras-chave da leitura adicção por internet redes sociais ansiedade depressão estudantes de Medicina 6. Notas críticas e questões em aberto Questões que o texto me deixou A ansiedade e a depressão antecedem o uso problemático da internet ou surgem como consequência dele? O uso excessivo da internet pode funcionar como mecanismo de compensação emocional? Como esses padrões aparecem em outros cursos e contextos sociais? Relações com outras leituras ou experiências acadêmicas O artigo dialoga com estudos sobre saúde mental de universitários, dependência comportamental, regulação emocional e impacto das tecnologias digitais no cotidiano. Cuidados para não distorcer o texto Não reduzir o fenômeno ao simples tempo de tela. Não concluir que todo uso intenso da internet é patológico. Não interpretar o estudo como evidência de causalidade. Não desconsiderar que o foco principal do artigo está no padrão desadaptativo de uso . Se você quiser, no próximo passo eu posso fazer uma destas três opções: deixar tudo em formato mais curto e direto , montar em padrão ABNT/entrega acadêmica , ou transformar em arquivo textual com aparência de documento final . 2 Perfeito — segue a versão em padrão mais acadêmico e próxima de entrega formal : FICHAMENTO DE LEITURA 1. Identificação da leitura Estudante: ____________________________________ Data da leitura: / /________ Disciplina / turma: Psicologia Experimental Tema de interesse: uso da internet, redes sociais e saúde mental Tipo de documento: artigo científico Local de acesso: Revista Brasileira de Educação Médica / DOI Referência completa da obra: MOROMIZATO, Maíra Sandes; FERREIRA, Danilo Bastos Bispo; SOUZA, Lucas Santana Marques de; LEITE, Renata Franco; MACEDO, Fernanda Nunes; PIMENTEL, Déborah. O uso de internet e redes sociais e a relação com indícios de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina . Revista Brasileira de Educação Médica , v. 41, n. 4, p. 497-504, 2017. DOI: 10.1590/1981-52712015v41n4RB20160118. 2. Mapa da leitura Tema ou fenômeno abordado O artigo analisa a relação entre o uso da internet e das redes sociais e a presença de indícios de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina. Problema ou questão central A questão central do texto é compreender se os prejuízos associados ao uso da internet decorrem principalmente do tempo gasto online ou do padrão desadaptativo de uso. Objetivo(s) Investigar a correlação entre indicadores do uso de internet e redes sociais e a presença de sintomas ansiosos e depressivos em estudantes de Medicina. Conceitos e ideias centrais O texto desenvolve os conceitos de adicção por internet , uso desadaptativo , uso compulsivo , verificação constante de mensagens , ansiedade , depressão e prejuízo funcional . Metodologia / percurso de investigação Trata-se de um estudo descritivo, transversal e quantitativo , com amostragem por conveniência , realizado com 169 estudantes de Medicina de uma universidade privada de Aracaju (SE), em 2015. Foram aplicados três instrumentos autoaplicáveis: um questionário elaborado pelos autores com base no Internet Addiction Test (IAT), o Inventário de Ansiedade de Beck (BAI) e o Inventário de Depressão de Beck (BDI) . A análise estatística utilizou testes de normalidade, Mann-Whitney, Qui-Quadrado e Exato de Fisher, com significância de 5%. Principais argumentos, achados ou resultados Os resultados indicaram que quase todos os participantes utilizavam internet e/ou redes sociais diariamente, sobretudo por meio de aplicativos de mensagens instantâneas, com destaque para o WhatsApp. Os principais benefícios do uso da internet foram o acesso à informação e a facilidade de comunicação. Entretanto, também foram relatados prejuízos em áreas como estudos, família, lazer e atividade física. O achado principal foi que não houve associação estatisticamente significativa entre o tempo gasto na internet e os sintomas de ansiedade e depressão . Em contrapartida, foram encontradas associações relevantes entre ansiedade e depressão e comportamentos como: checar redes sociais ao acordar ou durante a noite; sentir tensão diante de mensagens não respondidas; apresentar irritabilidade, tensão e sensação de esvaziamento quando impossibilitado de estar conectado; relatar prejuízo acadêmico em razão do uso de aplicativos de mensagens; perder sono por uso excessivo da internet. 3. Síntese da leitura O artigo investiga a relação entre o uso da internet e das redes sociais e a presença de sintomas de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina. Os autores partem da compreensão de que a internet se consolidou como ferramenta indispensável na vida contemporânea, mas que seu uso pode tornar-se problemático quando assume caráter compulsivo e desadaptativo. A pesquisa foi realizada com 169 estudantes de Medicina de uma universidade privada de Aracaju (SE), utilizando um questionário elaborado com base no Internet Addiction Test (IAT), além do Inventário de Ansiedade de Beck (BAI) e do Inventário de Depressão de Beck (BDI). Os resultados mostraram que quase todos os participantes faziam uso diário de internet e/ou redes sociais, principalmente por meio de aplicativos de mensagens instantâneas. Embora os estudantes reconhecessem benefícios como acesso à informação e facilidade de comunicação, também relataram prejuízos em diferentes dimensões da vida cotidiana, especialmente nos estudos. O resultado central do estudo foi a ausência de associação estatisticamente significativa entre o tempo gasto na internet e os sintomas ansiosos e depressivos. Por outro lado, foram observadas associações importantes entre ansiedade, depressão e comportamentos de checagem constante, tensão diante de mensagens, perda de sono, sensação de esvaziamento e percepção de prejuízo acadêmico. Assim, os autores concluem que o problema não está apenas na quantidade de tempo conectado, mas principalmente no padrão desadaptativo de uso da internet . 4. Citações que merecem permanecer p. 497 “quando se percebe um uso descontrolado e desadaptativo, ocorre a chamada adicção por internet (AI)” Justificativa: define o conceito central do artigo. p. 498 “A AI é caracterizada pelo uso com padrão desadaptativo, levando a danos clinicamente significativos ou sofrimento emocional.” Justificativa: explicita a base conceitual do estudo. p. 500 “Não foi encontrada associação estatística entre o tempo gasto na internet e a presença de sintomas ansiosos e depressivos com os escores BAI (p = 0,167) e BDI (p = 1,000).” Justificativa: apresenta o principal achado empírico. p. 500 “Somente apresentaram associação com o escore BDI os que mostraram irritabilidade (p = 0,015), tensão (p = 0,013) e sensação de esvaziamento (p = 0,023).” Justificativa: evidencia os sintomas associados à impossibilidade de conexão. p. 502 “a AI não está necessariamente relacionada com o tempo gasto na internet, mas com o padrão desadaptativo do uso.” Justificativa: sintetiza a conclusão central do texto. p. 502 “É necessária uma avaliação criteriosa do corpo discente de modo a buscar tratamento eficaz para este transtorno.” Justificativa: aponta a implicação prática e institucional da pesquisa. 5. Conclusões dos autores e limites reconhecidos Os autores concluem que o uso compulsivo da internet pode acarretar impactos negativos sobre a saúde mental e o rendimento acadêmico, especialmente em estudantes de Medicina, grupo submetido a intensa pressão emocional e acadêmica. O estudo destaca a necessidade de avaliação cuidadosa e de intervenções voltadas à prevenção e ao cuidado. Como limites, pode-se destacar que o desenho transversal não permite estabelecer causalidade; a amostragem foi por conveniência; os dados foram obtidos por auto-relato; e a pesquisa foi realizada em apenas uma instituição, o que restringe a generalização dos achados. 6. Contribuições para a formação e para a discussão acadêmica Este texto contribui para compreender que a relação entre internet e saúde mental não pode ser reduzida ao tempo de uso, mas deve considerar o modo como a pessoa se relaciona com o ambiente digital. O artigo é útil para refletir sobre dependência comportamental, regulação emocional e sofrimento psíquico em contextos de alta exigência acadêmica. Também reforça a importância de observar sinais de uso compulsivo e prejuízo funcional em estudantes universitários. 7. Palavras-chave da leitura adicção por internet redes sociais ansiedade depressão estudantes de Medicina 8. Notas críticas e questões em aberto Questões que o texto me deixou A ansiedade e a depressão antecedem o uso problemático da internet ou surgem como consequência dele? O uso excessivo da internet pode funcionar como estratégia de compensação emocional? Como esse padrão se manifesta em outros cursos e contextos sociais? Relações com outras leituras ou experiências acadêmicas O artigo se relaciona com estudos sobre saúde mental de universitários, comportamento compulsivo, regulação emocional, dependência comportamental e o impacto das tecnologias digitais na vida cotidiana. Cuidados para não distorcer o texto Não reduzir o problema ao simples tempo de tela. Não concluir que todo uso intenso da internet é patológico. Não interpretar o estudo como prova de causalidade. Não desconsiderar que o foco principal do artigo está no padrão desadaptativo de uso . Se quiser, no próximo passo eu posso fazer uma versão ainda mais enxuta, com cara de ficha final de entrega , ou então formatar tudo em blocos menores para colar direto no Word . o professor falou pra nao mudar o formato do fichamento,porfavor mantenha o modelo do pdf mas respondendo as perguntas que estar no fichamento pra cocluir Claro — agora vou manter o modelo do PDF exatamente na estrutura dele , apenas respondendo às perguntas do fichamento para você poder copiar e colar sem alterar o formato pedido pelo professor. MODELO DE FICHAMENTO DE LEITURA 1. Identificação da leitura Estudante: ________________________________ Data da leitura: / /________ Disciplina / turma: Psicologia Experimental Tema de interesse: uso da internet, redes sociais e saúde mental Tipo de documento: artigo científico Local de acesso: Revista Brasileira de Educação Médica / DOI Referência completa da obra: MOROMIZATO, Maíra Sandes; FERREIRA, Danilo Bastos Bispo; SOUZA, Lucas Santana Marques de; LEITE, Renata Franco; MACEDO, Fernanda Nunes; PIMENTEL, Déborah. O uso de internet e redes sociais e a relação com indícios de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina . Revista Brasileira de Educação Médica , v. 41, n. 4, p. 497-504, 2017. DOI: 10.1590/1981-52712015v41n4RB20160118. 2. Mapa da leitura Tema ou fenômeno abordado O texto aborda a relação entre o uso da internet e das redes sociais e a presença de indícios de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina. Problema ou questão central A questão central é compreender se os prejuízos associados ao uso da internet estão relacionados apenas ao tempo gasto online ou, principalmente, ao padrão desadaptativo de uso. Objetivo(s) Investigar a correlação entre indicadores do uso de internet e redes sociais e a presença de sintomas ansiosos e depressivos. Conceitos e ideias centrais Os conceitos centrais do texto são adicção por internet, uso desadaptativo, uso compulsivo, ansiedade, depressão, verificação constante de mensagens e prejuízo funcional. Metodologia / percurso de investigação Trata-se de um estudo descritivo, transversal e quantitativo, realizado com 169 estudantes de Medicina de uma universidade privada de Aracaju (SE), em 2015. Foram utilizados um questionário elaborado pelos autores com base no Internet Addiction Test (IAT), o Inventário de Ansiedade de Beck (BAI) e o Inventário de Depressão de Beck (BDI). A análise estatística empregou testes de normalidade, Mann-Whitney, Qui-Quadrado e Exato de Fisher, com significância de 5%. Principais argumentos, achados ou resultados Os resultados mostraram que quase todos os participantes utilizavam internet e/ou redes sociais diariamente, especialmente aplicativos de mensagens instantâneas, com destaque para o WhatsApp. Os principais benefícios percebidos foram o acesso à informação e a facilidade de comunicação, enquanto os principais prejuízos foram relacionados aos estudos, à família, ao lazer e à atividade física. O achado principal foi que não houve associação estatística entre o tempo gasto na internet e os sintomas de ansiedade e depressão. Em contrapartida, foram observadas associações entre os escores de ansiedade e depressão e comportamentos como checar redes sociais ao acordar ou durante a noite, sentir tensão diante de mensagens, perder sono e perceber prejuízo acadêmico. 3. Três movimentos de uma leitura atenta | O AUTOR DIZ | EU COMPREENDO | EU PENSO A PARTIR DISSO | |---|---|---| | A adicção por internet não se explica apenas pelo tempo de uso, mas pelo uso desadaptativo. | O problema não é somente ficar muito tempo conectado, mas a forma compulsiva e funcionalmente prejudicial de uso. | Isso mostra que o foco da prevenção deve estar no padrão de uso e não apenas na duração do acesso. | | Não foi encontrada associação estatística entre tempo gasto na internet e sintomas ansiosos/depressivos. | Passar muitas horas online, isoladamente, não explica o sofrimento psíquico. | O uso da internet pode estar mais ligado à regulação emocional do que à simples quantidade de tempo. | | Foram encontradas associações entre ansiedade/depressão e comportamentos de checagem e dependência. | Os sinais de sofrimento aparecem na rotina e no funcionamento do estudante. | Em estudantes de Medicina, esse padrão pode indicar necessidade de acompanhamento e intervenção institucional. | 4. Citações que merecem permanecer | PÁGINA | CITAÇÃO / TRECHO | POR QUE PRESERVAR? | |---|---|---| | p. 497 | “quando se percebe um uso descontrolado e desadaptativo, ocorre a chamada adicção por internet (AI)” | Define o conceito central do texto. | | p. 498 | “A AI é caracterizada pelo uso com padrão desadaptativo, levando a danos clinicamente significativos ou sofrimento emocional.” | Explica a base conceitual do estudo. | | p. 500 | “Não foi encontrada associação estatística entre o tempo gasto na internet e a presença de sintomas ansiosos e depressivos com os escores BAI (p = 0,167) e BDI (p = 1,000).” | Apresenta o principal achado empírico. | | p. 500 | “Somente apresentaram associação com o escore BDI os que mostraram irritabilidade (p = 0,015), tensão (p = 0,013) e sensação de esvaziamento (p = 0,023).” | Indica os sintomas relacionados à impossibilidade de conexão. | | p. 502 | “a AI não está necessariamente relacionada com o tempo gasto na internet, mas com o padrão desadaptativo do uso.” | Resume a conclusão central do artigo. | | p. 502 | “É necessária uma avaliação criteriosa do corpo discente de modo a buscar tratamento eficaz para este transtorno.” | Mostra a implicação prática do estudo. | 5. Síntese da leitura Resumo da leitura O artigo investiga a relação entre o uso da internet e das redes sociais e a presença de sintomas de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina. Os autores partem da ideia de que a internet é uma ferramenta indispensável na vida contemporânea, mas que seu uso pode se tornar problemático quando assume caráter compulsivo e desadaptativo. A pesquisa foi realizada com 169 estudantes de uma universidade privada de Aracaju (SE), utilizando um questionário elaborado com base no Internet Addiction Test (IAT), o Inventário de Ansiedade de Beck (BAI) e o Inventário de Depressão de Beck (BDI). Os resultados mostraram que quase todos os participantes usavam internet e/ou redes sociais diariamente, sobretudo por meio de aplicativos de mensagens instantâneas. Embora os estudantes reconhecessem benefícios como acesso à informação e facilidade de comunicação, também relataram prejuízos em diferentes áreas da vida, principalmente nos estudos. O resultado principal foi a ausência de associação estatisticamente significativa entre o tempo gasto na internet e os sintomas de ansiedade e depressão. Em contrapartida, comportamentos de verificação constante, tensão diante de mensagens, perda de sono e prejuízo acadêmico apareceram associados aos escores de ansiedade e depressão. Assim, o estudo conclui que o problema não está apenas no tempo conectado, mas principalmente no padrão desadaptativo de uso da internet. Conclusões dos autores e limites reconhecidos Os autores concluem que o uso compulsivo da internet pode prejudicar a saúde mental e o rendimento acadêmico, especialmente em estudantes de Medicina, que já convivem com intensa pressão emocional e acadêmica. O estudo aponta a necessidade de avaliação criteriosa e de intervenções institucionais voltadas à prevenção e ao cuidado. Como limites, pode-se destacar que o estudo é transversal, o que não permite estabelecer causalidade; a amostragem foi por conveniência; os dados foram obtidos por auto-relato; e a pesquisa foi realizada em apenas uma instituição, o que reduz a generalização dos resultados. Contribuições para minha formação, pesquisa ou discussão Este texto contribui para compreender que a relação entre internet e saúde mental não deve ser reduzida ao tempo de uso, mas ao modo como o indivíduo se relaciona com o ambiente digital. O artigo é relevante para pensar dependência comportamental, regulação emocional e sofrimento psíquico em estudantes universitários. Também reforça a importância de observar sinais de uso compulsivo e prejuízo funcional em contextos de alta exigência acadêmica. Palavras-chave da leitura Adicção por internet; redes sociais; ansiedade; depressão; estudantes de Medicina. 6. Notas críticas e questões em aberto Questões que o texto me deixou A leitura levanta dúvidas sobre se a ansiedade e a depressão antecedem o uso problemático da internet ou se surgem como consequência dele. Também fica a questão de saber se o uso excessivo pode funcionar como forma de compensação emocional. Relações com outras leituras ou experiências acadêmicas O texto dialoga com estudos sobre saúde mental de universitários, dependência comportamental, regulação emocional e impacto das tecnologias digitais na vida cotidiana. Cuidados para não distorcer o texto Não se deve reduzir o fenômeno ao simples tempo de tela. Também não se deve concluir que todo uso intenso da internet é patológico. O estudo não prova causalidade, pois seu desenho é transversal. Além disso, o foco principal dos autores está no padrão desadaptativo de uso, e não apenas na quantidade de horas conectadas. Se você quiser, eu posso agora fazer uma última revisão para deixar com linguagem ainda mais parecida com a de aluno , ou posso ajustar para caber em uma folha mais resumida , se o professor pedir algo menor. sim Claro — você quer que eu faça a versão com linguagem mais parecida com a de aluno ou a versão mais resumida para caber em uma folha ? sim Perfeito — você prefere: linguagem mais parecida com a de aluno , ou versão mais resumida para caber em uma folha ? Se quiser, você pode responder só com 1 ou 2 . 1 Perfeito — aqui está a versão com linguagem mais parecida com a de aluno , mas mantendo o formato do modelo do PDF para você copiar e colar sem mudar a estrutura. MODELO DE FICHAMENTO DE LEITURA 1. Identificação da leitura Estudante: ____________________________________ Data da leitura: / /________ Disciplina / turma: Psicologia Experimental Tema de interesse: uso da internet, redes sociais e saúde mental Tipo de documento: artigo científico Local de acesso: Revista Brasileira de Educação Médica / DOI Referência completa da obra: MOROMIZATO, Maíra Sandes; FERREIRA, Danilo Bastos Bispo; SOUZA, Lucas Santana Marques de; LEITE, Renata Franco; MACEDO, Fernanda Nunes; PIMENTEL, Déborah. O uso de internet e redes sociais e a relação com indícios de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina . Revista Brasileira de Educação Médica , v. 41, n. 4, p. 497-504, 2017. DOI: 10.1590/1981-52712015v41n4RB20160118. 2. Mapa da leitura Tema ou fenômeno abordado O texto fala sobre a relação entre o uso da internet e das redes sociais e a presença de sintomas de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina. Problema ou questão central A principal questão do artigo é entender se o problema está só no tempo que a pessoa passa online ou se o mais importante é a forma como ela usa a internet. Objetivo(s) Investigar a relação entre os indicadores de uso da internet e das redes sociais e os sintomas de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina. Conceitos e ideias centrais Os conceitos mais importantes são: adicção por internet, uso desadaptativo, uso compulsivo, ansiedade, depressão, checagem constante de mensagens e prejuízo funcional. Metodologia / percurso de investigação Foi feito um estudo descritivo, transversal e quantitativo com 169 estudantes de Medicina de uma universidade privada de Aracaju (SE), em 2015. Os autores usaram um questionário criado por eles com base no Internet Addiction Test (IAT), além do Inventário de Ansiedade de Beck (BAI) e do Inventário de Depressão de Beck (BDI). A análise dos dados foi feita com testes estatísticos, considerando significância de 5%. Principais argumentos, achados ou resultados Os resultados mostraram que quase todos os estudantes usavam internet e/ou redes sociais todos os dias, principalmente aplicativos de mensagem, como o WhatsApp. Os participantes disseram que os maiores benefícios eram o acesso à informação e a facilidade de comunicação. Por outro lado, também relataram prejuízos nos estudos, na família, no lazer e na atividade física. O resultado mais importante foi que não houve associação entre o tempo gasto na internet e os sintomas de ansiedade e depressão. Mesmo assim, foram encontradas associações entre ansiedade/depressão e comportamentos como verificar mensagens o tempo todo, sentir tensão ao receber notificações, perder sono e perceber prejuízo nos estudos. 3. Três movimentos de uma leitura atenta | O AUTOR DIZ | EU COMPREENDO | EU PENSO A PARTIR DISSO | |---|---|---| | A adicção por internet não depende só do tempo de uso, mas do jeito como a pessoa usa a internet. | Não é só ficar muito tempo conectado que causa problema; o problema está no uso exagerado e descontrolado. | Isso mostra que o mais importante é observar o comportamento da pessoa, e não apenas quantas horas ela fica online. | | Não foi encontrada relação entre o tempo de uso e os sintomas de ansiedade e depressão. | Ficar muitas horas na internet, sozinho, não explica tudo. | Talvez a internet esteja sendo usada como uma forma de aliviar emoções difíceis. | | Foram encontradas associações entre sintomas emocionais e atitudes como checar mensagens e perder sono. | Os sinais de sofrimento aparecem no dia a dia do estudante. | Em estudantes de Medicina, isso pode indicar necessidade de acompanhamento e prevenção. | 4. Citações que merecem permanecer | PÁGINA | CITAÇÃO / TRECHO | POR QUE PRESERVAR? | |---|---|---| | p. 497 | “quando se percebe um uso descontrolado e desadaptativo, ocorre a chamada adicção por internet (AI)” | Define o tema principal do artigo. | | p. 498 | “A AI é caracterizada pelo uso com padrão desadaptativo, levando a danos clinicamente significativos ou sofrimento emocional.” | Explica o que é adicção por internet. | | p. 500 | “Não foi encontrada associação estatística entre o tempo gasto na internet e a presença de sintomas ansiosos e depressivos com os escores BAI (p = 0,167) e BDI (p = 1,000).” | Mostra o principal resultado da pesquisa. | | p. 500 | “Somente apresentaram associação com o escore BDI os que mostraram irritabilidade (p = 0,015), tensão (p = 0,013) e sensação de esvaziamento (p = 0,023).” | Mostra quais sintomas apareceram ligados ao problema. | | p. 502 | “a AI não está necessariamente relacionada com o tempo gasto na internet, mas com o padrão desadaptativo do uso.” | Resume bem a conclusão do estudo. | | p. 502 | “É necessária uma avaliação criteriosa do corpo discente de modo a buscar tratamento eficaz para este transtorno.” | Mostra a importância prática do estudo. | 5. Síntese da leitura Resumo da leitura O artigo estuda a relação entre o uso da internet e das redes sociais e os sintomas de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina. Os autores partem da ideia de que a internet é muito importante na vida atual, mas pode se tornar prejudicial quando o uso vira algo compulsivo e desadaptativo. A pesquisa foi feita com 169 estudantes de uma universidade privada de Aracaju (SE), usando um questionário baseado no Internet Addiction Test (IAT), além dos inventários de Beck para ansiedade e depressão. Os resultados mostraram que quase todos os alunos usavam internet e redes sociais todos os dias, principalmente para conversar por aplicativos de mensagem. Eles também relataram benefícios como acesso à informação e facilidade de comunicação, mas disseram que a internet atrapalha principalmente os estudos. O resultado principal foi que o tempo gasto na internet não teve relação direta com ansiedade e depressão. Mesmo assim, houve associação entre esses sintomas e comportamentos como checar mensagens o tempo todo, sentir tensão com notificações, perder sono e perceber prejuízo no rendimento acadêmico. Assim, o artigo mostra que o problema não está só no tempo conectado, mas principalmente no jeito desadaptativo de usar a internet. Conclusões dos autores e limites reconhecidos Os autores concluem que o uso compulsivo da internet pode prejudicar a saúde mental e o rendimento dos estudantes, principalmente os de Medicina, que já vivem sob muita pressão. O estudo também mostra que é importante avaliar melhor esses estudantes e pensar em formas de prevenção e cuidado. Como limites, o artigo tem um desenho transversal, então não dá para afirmar causa e efeito. Além disso, a amostra foi por conveniência, os dados foram de auto-relato e a pesquisa foi feita em apenas uma instituição. Contribuições para minha formação, pesquisa ou discussão Esse texto ajuda a entender que o uso da internet não deve ser visto só pelo tempo gasto, mas também pela forma como a pessoa se relaciona com ela. O artigo é importante para pensar em dependência comportamental, regulação emocional e saúde mental em estudantes universitários. Também mostra que é preciso observar sinais de uso compulsivo e de prejuízo na vida diária. Palavras-chave da leitura Adicção por internet; redes sociais; ansiedade; depressão; estudantes de Medicina. 6. Notas críticas e questões em aberto Questões que o texto me deixou Ficou a dúvida se a ansiedade e a depressão vêm antes do uso problemático da internet ou se aparecem depois. Também fiquei pensando se o uso excessivo pode funcionar como uma forma de aliviar emoções difíceis. Relações com outras leituras ou experiências acadêmicas O texto se relaciona com estudos sobre saúde mental de universitários, comportamento compulsivo, regulação emocional e uso das tecnologias digitais no cotidiano. Cuidados para não distorcer o texto É importante não reduzir o problema apenas ao tempo de tela. Também não se deve concluir que toda pessoa que usa muito a internet tem adicção. O estudo não prova causa e efeito, porque é transversal. Além disso, o foco principal dos autores está no padrão desadaptativo de uso, e não só na quantidade de horas online. Se você quiser, eu também posso fazer agora uma versão mais curta, ocupando menos espaço na folha , mas ainda mantendo exatamente esse mesmo modelo do PDF. sim quero Perfeito — aqui está a versão mais curta , mas mantendo exatamente o modelo do PDF e com linguagem de aluno, pronta para copiar e colar: MODELO DE FICHAMENTO DE LEITURA 1. Identificação da leitura Estudante: ____________________________________ Data da leitura: / /________ Disciplina / turma: Psicologia Experimental Tema de interesse: uso da internet, redes sociais e saúde mental Tipo de documento: artigo científico Local de acesso: Revista Brasileira de Educação Médica / DOI Referência completa da obra: MOROMIZATO, Maíra Sandes; FERREIRA, Danilo Bastos Bispo; SOUZA, Lucas Santana Marques de; LEITE, Renata Franco; MACEDO, Fernanda Nunes; PIMENTEL, Déborah. O uso de internet e redes sociais e a relação com indícios de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina . Revista Brasileira de Educação Médica , v. 41, n. 4, p. 497-504, 2017. DOI: 10.1590/1981-52712015v41n4RB20160118. 2. Mapa da leitura Tema ou fenômeno abordado Relação entre uso da internet/redes sociais e sintomas de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina. Problema ou questão central O problema está no tempo de uso da internet ou na forma desadaptativa de usar? Objetivo(s) Investigar a relação entre indicadores de uso da internet/redes sociais e sintomas ansiosos e depressivos. Conceitos e ideias centrais Adicção por internet, uso desadaptativo, uso compulsivo, ansiedade, depressão e prejuízo funcional. Metodologia / percurso de investigação Estudo descritivo, transversal e quantitativo com 169 estudantes de Medicina de uma universidade privada de Aracaju (SE). Foram usados um questionário baseado no IAT, o BAI e o BDI. Principais argumentos, achados ou resultados Quase todos os estudantes usavam internet e redes sociais diariamente, principalmente aplicativos de mensagem. O tempo gasto online não teve relação estatística com ansiedade e depressão. Porém, houve associação entre esses sintomas e comportamentos como checar mensagens o tempo todo, sentir tensão, perder sono e perceber prejuízo nos estudos. 3. Três movimentos de uma leitura atenta | O AUTOR DIZ | EU COMPREENDO | EU PENSO A PARTIR DISSO | |---|---|---| | A adicção por internet não depende só do tempo de uso, mas do modo como a pessoa usa. | O problema não é só ficar muito tempo online, mas usar a internet de forma compulsiva e prejudicial. | Isso mostra que é preciso olhar o comportamento, e não só as horas de uso. | | Não houve associação entre tempo de internet e ansiedade/depressão. | Ficar muito tempo conectado, sozinho, não explica tudo. | Talvez a internet seja usada para aliviar emoções difíceis. | | Foram encontradas associações entre sintomas emocionais e checagem constante de mensagens. | Os sinais de sofrimento aparecem no cotidiano do estudante. | Em estudantes de Medicina, isso pode indicar necessidade de cuidado e prevenção. | 4. Citações que merecem permanecer | PÁGINA | CITAÇÃO / TRECHO | POR QUE PRESERVAR? | |---|---|---| | p. 497 | “quando se percebe um uso descontrolado e desadaptativo, ocorre a chamada adicção por internet (AI)” | Define o tema principal. | | p. 498 | “A AI é caracterizada pelo uso com padrão desadaptativo, levando a danos clinicamente significativos ou sofrimento emocional.” | Explica o conceito central. | | p. 500 | “Não foi encontrada associação estatística entre o tempo gasto na internet e a presença de sintomas ansiosos e depressivos...” | Mostra o principal resultado. | | p. 500 | “Somente apresentaram associação com o escore BDI os que mostraram irritabilidade, tensão e sensação de esvaziamento.” | Mostra sintomas ligados ao problema. | | p. 502 | “a AI não está necessariamente relacionada com o tempo gasto na internet, mas com o padrão desadaptativo do uso.” | Resume a conclusão do texto. | 5. Síntese da leitura Resumo da leitura O artigo analisa a relação entre o uso da internet e das redes sociais e os sintomas de ansiedade e depressão em estudantes de Medicina. Os autores mostram que a internet é muito importante na vida atual, mas pode se tornar prejudicial quando o uso passa a ser compulsivo e desadaptativo. A pesquisa foi feita com 169 estudantes de uma universidade privada de Aracaju (SE), usando um questionário baseado no Internet Addiction Test (IAT), além dos inventários de Beck para ansiedade e depressão. Os resultados mostraram que quase todos os estudantes usavam internet e redes sociais todos os dias, principalmente para mensagens instantâneas. O tempo gasto online não teve associação com ansiedade e depressão, mas comportamentos como checar mensagens, sentir tensão, perder sono e perceber prejuízo nos estudos apareceram ligados a esses sintomas. Assim, o estudo conclui que o problema está mais no jeito de usar a internet do que no tempo conectado. Conclusões dos autores e limites reconhecidos Os autores concluem que o uso compulsivo da internet pode prejudicar a saúde mental e o rendimento acadêmico, principalmente em estudantes de Medicina. O estudo também mostra a necessidade de avaliação e cuidado. Como limite, o desenho transversal não permite afirmar causa e efeito. Contribuições para minha formação, pesquisa ou discussão O texto ajuda a entender que o uso da internet não deve ser visto só pelo tempo de tela, mas também pelo modo como afeta a vida da pessoa. Ele é útil para pensar em saúde mental, dependência comportamental e regulação emocional. Palavras-chave da leitura Adicção por internet; redes sociais; ansiedade; depressão; estudantes de Medicina. 6. Notas críticas e questões em aberto Questões que o texto me deixou A ansiedade e a depressão vêm antes do uso problemático ou depois? O uso excessivo da internet pode funcionar como forma de compensação emocional? Relações com outras leituras ou experiências acadêmicas O texto se relaciona com estudos sobre saúde mental de universitários, comportamento compulsivo e impacto das tecnologias digitais. Cuidados para não distorcer o texto Não reduzir o problema ao tempo de tela. Não dizer que todo uso intenso da internet é patológico. Não interpretar o estudo como prova de causa e efeito. Se você quiser, eu também posso fazer uma versão ainda mais enxuta, bem curtinha , caso o professor queira algo que caiba em menos espaço.