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Técnico em Contabilidade Material extra Modelo Danfe (arquivos/danfe.jpg) Fluxo de caixa – Tabela digitada (arquivos/fluxo_de_caixa.docx) 03/08/2026, 16:29 Versão para impressão about:blank 1/12 https://alt-638e5f8fa10ff.blackboard.com/bbcswebdav/pid-14833527-dt-content-rid-317264363_1/institution/Senac%20RS/_cursos_tecnicos/TCO/UC06/conteudo_presencialidade/10_material_extra/arquivos/danfe.jpg https://alt-638e5f8fa10ff.blackboard.com/bbcswebdav/pid-14833527-dt-content-rid-317264363_1/institution/Senac%20RS/_cursos_tecnicos/TCO/UC06/conteudo_presencialidade/10_material_extra/arquivos/fluxo_de_caixa.docx https://alt-638e5f8fa10ff.blackboard.com/bbcswebdav/pid-14833527-dt-content-rid-317264363_1/institution/Senac%20RS/_cursos_tecnicos/TCO/UC06/conteudo_presencialidade/10_material_extra/arquivos/fluxo_de_caixa.docx Transcrição Olá, aluno! Tudo bem? Neste podcast, vou apresentar um resumo dos principais pontos a serem estudados na Unidade Curricular 6, que tem como foco ajudá-lo a desenvolver a competência de auxiliar a execução das ações pertinentes aos processos financeiros em organizações. Vamos começar pela área fiscal. Esse setor é de grande importância para a gestão financeira de qualquer negócio ou organização, visto que, se a parte tributária de uma empresa estiver desorganizada, ela poderá estar muito próxima de ser impedida pelo governo de continuar funcionando. Portanto, as consequências decorrentes de penalidades impostas pelo governo às empresas que não mantêm registros confiáveis da parte fiscal nem arrecadam da forma correta os seus tributos podem levar a ações graves como, por exemplo, o fechamento do próprio negócio. Por isso, o primeiro passo para uma boa gestão tributária é buscar, no mercado, profissionais que estejam atualizados e tenham experiência na gestão fiscal em outras empresas por onde passaram ou que já tenham prestado consultoria fiscal antes. Isso vai assegurar qualificação ao seu time, que cuida do setor fiscal, além de evitar a ocorrência de erros ou falhas que levem ao impedimento das atividades econômicas da empresa. De certa forma, ações e processos financeiros estão relacionados à parte fiscal, já que toda transação comercial gera algum tipo de tributo a pagar. Esses tributos podem ser classificados em: impostos, taxas, contribuições, contribuições especiais e empréstimos compulsórios. 03/08/2026, 16:29 Versão para impressão about:blank 2/12 Até aqui tudo certo, sem maiores dificuldades. Basta mapear os tipos de tributos e efetuar a arrecadação de acordo com a espécie de tributo devido. É, parece fácil, não é? Mas não é tão simples assim! A atividade fiscal é bem mais abrangente do que simplesmente segregar tributos e pagar as guias de arrecadação. Envolve conhecimentos bem mais apurados e complexos sobre a prática fiscal, que compreendem transações comerciais e não comerciais que exijam a arrecadação de algum tributo. Por exemplo, o pagamento do IPTU referente ao prédio onde está situada a matriz da empresa. O pagamento desse imposto não se enquadra em uma transação comercial de consumo, mas sim sobre o patrimônio da empresa, que, nesse caso, é o prédio onde ficam suas instalações. Poderíamos ter outros tipos de impostos para controlar no setor fiscal, como impostos sobre a renda, como o Imposto de Renda a ser apurado todos os anos. Também temos impostos sobre o consumo, por exemplo, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, conhecido como ICMS, que é cobrado com base na regularidade da circulação de mercadorias e serviços realizada pelas empresas para entregar mercadorias ou prestar serviços aos seus clientes. Nessa linha de raciocínio, o papel do profissional que trabalhará na área fiscal envolve conhecer a fundo a legislação tributária nacional e, em alguns casos, internacional, para poder tomar as decisões mais assertivas quanto ao controle da parte fiscal de uma empresa. Isso ajuda a não pagar tributos maiores ao governo ou de forma desnecessária quando não são devidos e até a evitar que se esqueça de arrecadar alguma tributação devida por falta de conhecimento ou controle interno. Um conhecimento importante para quem pensa em atuar controlando questões fiscais em uma empresa é a Classificação no Código Fiscal de Operações e Prestações. 03/08/2026, 16:29 Versão para impressão about:blank 3/12 No conteúdo anexo a esse podcast, temos um exemplo de um Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica, a DANFE, em que é possível identificar o Código Fiscal de Operações e Prestações, o CFOP. O CFOP, resumidamente, indicará se existe ou não recolhimento de impostos sobre os produtos transportados e como isso deverá ocorrer. Lembre-se de que há uma lógica no posicionamento de cada número na sequência. O CFOP é uma sequência numérica de quatro dígitos que identifica a natureza de circulação de produtos e a prestação de serviços em todo o Brasil e no exterior. O primeiro dígito representa se o produto ou a atividade é de entrada ou de saída. O segundo dígito corresponde ao grupo ou à operação referida no documento fiscal. Já o terceiro e quarto dígitos especificam o tipo de prestação ou de operação realizada. Lembre-se que existem mais de quinhentos códigos CFOP e, devido a isso, até mesmo para um profissional que atua há muitos anos na área fiscal, a classificação pode gerar confusão ou incerteza em certas situações. Assim, caso haja dúvidas, é sempre bom consultar um contador ou a tabela CFOP atualizada e fornecida pelo governo. Quanto aos documentos que impactam os processos financeiros nas organizações, eles podem ser classificados em dois tipos principais: fiscais e não fiscais. Os documentos fiscais, como o próprio nome já diz, se referem a toda a documentação, de caráter fiscal obrigatória, que todo o empreendimento que exerça atividades tributáveis precisa gerar ou manter sob seu controle por um tempo predeterminado na legislação. Mesmo que seja uma empresa isenta do pagamento de impostos, ela precisará buscar ou gerar alguns destes documentos fiscais para poder funcionar normalmente, como a Nota Fiscal Eletrônica, a NF-e, que é um documento fiscal emitido para comprovar diversas operações comerciais de circulação de mercadorias. 03/08/2026, 16:29 Versão para impressão about:blank 4/12 Há também a Nota fiscal de Serviço Eletrônica, a NFS-e, o Cupom Fiscal e muitos outros documentos fiscais, cada um com suas especificidades e controles. Todos exigem controle por parte do setor fiscal da empresa, para que possam ser devidamente gerados, conferidos e armazenados. Além desses exemplos de documentação fiscal, também existem os documentos não fiscais, que podem ser planilhas de apoio para cadastro dos clientes, controle de tributos a pagar, gestão das duplicatas recebidas, entre outros documentos. É fundamental, para as empresas e os setores de contabilidade, manter um bom controle da gestão de notas fiscais. Emitir a nota fiscal é uma obrigatoriedade para toda pessoa jurídica, estando sujeita a multas e demais penalidades caso não faça a sua emissão. Mas o que acontece quando a emissão de uma nota fiscal não é feita de imediato? Será que há multa por nota fiscal atrasada? A resposta é não, pois não existe prazo para emitir nota fiscal. Entretanto, para evitar problemas com o Fisco, é recomendado sempre gerar esse documento fiscal antes de enviar o produto ou efetuar o serviço ao cliente. A nota fiscal, em sua essência, é uma obrigação acessória imposta pelos órgãos fiscalizadores aos contribuintes. Em resumo, é o documento fiscal que habilita legalmente as operações e prestações necessárias do contribuinte. Muito se evoluiu nas últimas décadas, e hoje a gestão de documentos fiscais e não fiscais ficou muito facilitada devido ao avanço tecnológico. Antigamente, o controle e o arquivamento desses documentos deveria ser no formato físico, com pastas ou caixas para arquivamento. Porém, hoje temos a opção de manter quase todos os documentos salvosem formato digital. O formato de armazenamento mudou, mas, a forma de controle continua praticamente igual, porém mais rápida, confiável e sem ocupar tanto espaço físico de estantes ou salas como antes. Essa modernização também trouxe benefícios quanto à temporalidade de arquivamento, não exigindo mais que as empresas tenham grandes salas para guardar todos esses documentos pelo prazo estipulado na legislação. Hoje isso é 03/08/2026, 16:29 Versão para impressão about:blank 5/12 facilitado pela Lei da Liberdade Econômica, artigo 3.º, inciso X, que diz: São direitos de toda pessoa, natural ou jurídica, essenciais para o desenvolvimento e o crescimento econômicos do País, observado o disposto no parágrafo único do art. 170 da Constituição Federal: X - Arquivar qualquer documento por meio de microfilme ou por meio digital, conforme técnica e requisitos estabelecidos em regulamento, hipótese em que se equiparará a documento físico para todos os efeitos legais e para a comprovação de qualquer ato de direito público. É importante destacar a questão das auditorias que os diversos setores de uma empresa podem sofrer periodicamente. Auditoria é a análise de todas as atividades desenvolvidas por uma empresa de pequeno, médio ou grande porte, que tem como objetivo verificar se suas ações estão de acordo com seus planejamentos ou se estão de acordo com as normas estabelecidas pelo governo por meio de legislação. Por exemplo, a auditoria pode verificar se as terminologias técnicas relacionadas ao processo financeiro e contábil estão de acordo em todos os registros de um determinado setor, isto é, se existe um padrão na classificação utilizada para classificar arquivos que devem ser guardados na empresa. Outro detalhe que pode ser observado pelas auditorias é a verificação de cálculos financeiros para confirmar se a apuração de valores confere com os registros internos e externos gerados. Assim a evolução digital mencionada no processo de emissão de nota fiscal e no processo de arquivamento de documentos também chegou às contas a pagar. Agora deixamos de focar na parte fiscal e começamos a falar um pouco mais da parte financeira da gestão de uma empresa. 03/08/2026, 16:29 Versão para impressão about:blank 6/12 Se antigamente se fazia o controle manual de notas ou registros de pagamentos em um livro, hoje já temos acesso ao controle de pagamentos eletrônico, em que o uso de opções via internet banking se tornou muito comum em serviços, como transferências bancárias, pagamentos de boletos por meio de leitor de código de barras no celular ou por QRCode, uso da opção de pagamento por Pix, com a transferência na hora do pagamento, entre outras facilidades proporcionadas por tecnologias. Se uma empresa quiser se manter em funcionamento, ela deverá se relacionar, em algum momento, com fornecedores, prestadores de serviço e outros tipos de pessoas e empresas, contratando e comprando produtos ou serviços. Nesse sentido, a boa gestão de contas a pagar dependerá da boa relação entre essas partes e a própria empresa. Se os pagamentos dos fornecedores atrasarem ou forem realizados no valor errado, a confiança entre as partes ficará comprometida. Por isso, para uma boa gestão de contas a pagar, é essencial fazer um planejamento financeiro, para ajudar a evitar esse tipo de problema. No planejamento financeiro, primeiramente se coletam informações sobre o mercado para que a empresa possa se situar. O segundo passo é definir objetivos e metas para buscar melhorias ou corrigir problemas mais sérios que foram identificados no planejamento inicial. O terceiro passo é analisar a situação financeira da empresa mais a fundo. Já o quarto passo envolve o desenvolvimento de soluções e a apresentação do planejamento. O quinto passo envolve a implementação do que foi planejado. Por fim, o sexto passo consiste na etapa de monitoramento e revisão do planejamento financeiro para buscar melhorias que possam ser inseridas no próximo ciclo a ser rodado. Com base em um planejamento financeiro sólido e revisado periodicamente, é possível ter um controle mais assertivo, que permita definir quais serviços ou produtos precisam ser adquiridos. Vejamos algumas dicas importantes para a organização do “contas a pagar”: 03/08/2026, 16:29 Versão para impressão about:blank 7/12 Garanta que as compras e as contratações aconteçam sempre depois da pesquisa e da comparação de preços, pois isso garante a escolha de um melhor projeto, que assegure um bom custo-benefício. Antes de comprar, verifique o fluxo de caixa projetado para a data do vencimento da obrigação contratada e se existem recursos disponíveis para a quitação da dívida. Certifique-se da existência de impostos a pagar sobre operações de compra ou contratação de serviços. Por isso a importância em alinhar o contas a pagar com o setor fiscal da empresa dentro do planejamento financeiro, já que o pagamento de tributos fará parte das diversas obrigações que precisam ser controladas e quitadas pelo contas a pagar. Evite associar os gastos pessoais dos sócios com as contas a pagar da empresa. Na contabilidade, há o princípio da entidade que prega pela separação do patrimônio pessoa física do patrimônio pessoa jurídica, o que evita problemas nos registros patrimoniais, geração de caixa dois, fraudes etc. Por último, não conte com limites de créditos que sua empresa tenha pré- aprovados como se fossem dinheiro à sua disposição, já que esses recursos não vêm de graça e podem gerar custos altos de juros até o fim de sua quitação. No contas a receber também houve avanços significativos. Existe uma relação muito direta entre a gestão do contas a receber e a gestão do contas a pagar. Essa relação deve permitir que a gestão de cobranças, que fica sob o guarda-chuva do contas a receber, gere dinheiro em tempo hábil e em quantidade suficiente para quitar as obrigações do contas a pagar. É por isso que uma empresa bem administrada precisa ter um controle financeiro que una boas práticas de contas a pagar e de contas receber. Vejamos algumas dicas importantes para a administração do contas a receber: Antes de definir as condições de vendas a prazo, sempre analise o seu fluxo de caixa. Tenha sempre em mente que existe um custo financeiro em conceder a opção de venda a prazo para o cliente e, caso ele não quite sua dívida junto à 03/08/2026, 16:29 Versão para impressão about:blank 8/12 empresa, esse custo poderá impactar o fluxo de caixa. Por isso, um ponto importante a ser observado de perto e controlado pelo contas a receber será o percentual de inadimplência. Com base no controle do nível de inadimplência, o contas a receber poderá afrouxar as vendas a prazo se o indicador for baixo ou reduzir a opção de vendas a prazo, caso o indicador esteja muito alto. Nesse último caso, quando a carteira de clientes tem um percentual muito alto de maus pagadores, é necessário reduzir essa opção de venda a prazo até que se normalize a situação ou cobrar juros em cima das compras realizadas pelos clientes, o que garantirá uma entrada maior nos recebimentos para contrabalancear com as perdas por inadimplência. Lembre-se de que antecipar o recebimento de créditos junto a clientes custa caro e pode consumir seu lucro. No conteúdo anexo a este podcast, você pode ver uma planilha que mostra o fluxo de caixa, na qual, na parte de cima, constam os meses do ano com a projeção do saldo inicial no começo de cada mês, a projeção de entradas do contas a receber e o nível percentual de inadimplência, cancelamentos e descontos, que somados totalizam um valor considerável de perdas que impactam o valor total em caixa e em direitos a receber da empresa. Uma estratégia que pode ser adotada é a criação de uma “sala de guerra”, onde um grupo de colaboradores ficará responsável por reduzir um dos itens que fazem a empresa perder recebimentos, como a inadimplência que está circulada em vermelho na imagem. Nesse caso, o grupofocará nesse principal fator buscando adotar medidas para redução no curto e no longo prazo. Na parte de baixo da planilha com o fluxo de caixa, temos os gastos totais de cada mês, também circulados em vermelho e que podem ser o foco de uma segunda sala de guerra, onde um grupo diferente de colaboradores do departamento financeiro pode focar somente em criar estratégias para reduzir os gastos da empresa, que estão muito altos ou que devem ser enxugados em virtude de uma crise econômica que se aproxima. Nesse foco de contenção de gastos, o grupo responsável terá a missão de equilibrar os gastos da empresa sem que se perca qualidade nos processos. Geralmente, a medida mais fácil a ser tomada para reduzir gastos é diminuir o quadro de funcionários, contudo, aqueles 03/08/2026, 16:29 Versão para impressão about:blank 9/12 colaboradores que permanecem na empresa acabam ficando sobrecarregados, e os processos que antes estavam alinhados começam a ser feitos de forma desorganizada, isto é, se perde em qualidade, que é um ponto-chave para a empresa se destacar no mercado. Se a qualidade cair muito, o cliente pode perceber quando for comprar uma mercadoria ou contratar um serviço dessa empresa, podendo resultar na queda da receita como consequência. Portanto, ao reduzir o quadro de colaboradores em uma situação de crise, é necessário ter muito cuidado para não agravar ainda mais a situação de queda nas receitas. O ideal é sempre adotar uma estratégia de reduzir gastos, mas que também esteja alinhada a uma estratégia para aumentar as receitas do negócio. Outra dica importante é evitar controlar o contas a receber só pelos relatórios bancários ou de administradoras de cartão de crédito, pois, às vezes, os relatórios fornecidos por essas instituições não são totalmente precisos ou têm um prazo de tempo reduzido para acesso às informações dos valores recebíveis, algo em torno de três a seis meses. Caso você precise de relatórios dos extratos mais antigos, pode ser que você fique sem essa informação ou passe por um processo bem burocrático para conseguir, e talvez eles não sejam tão detalhados quanto os relatórios de extratos mais recentes. O fluxo de caixa apresentado na imagem pode ser construído facilmente em uma planilha eletrônica. Porém, o ideal é sempre contar com o apoio de um software de gestão financeira que dê o devido suporte ao controle do contas a receber e também do contas a pagar. Um setor que combina com o que acabamos de falar é o setor da tesouraria. A tesouraria é o setor da empresa responsável por apoiar o departamento financeiro com relação ao controle das entradas e saídas de recursos financeiros, ao mesmo tempo que gerencia formas de aplicar recursos disponíveis que não comprometam o saldo mínimo em caixa. Devido a essa proximidade com o setor de contas a receber e o setor de contas a pagar, a tesouraria é um dos setores que mais conhecem o funcionamento e a situação de toda a empresa, tanto do ponto de vista financeiro quanto do ponto de vista operacional. 03/08/2026, 16:29 Versão para impressão about:blank 10/12 Conforme mencionado, os avanços tecnológicos possibilitaram mais facilidade e praticidade nos controles que antes eram feitos manualmente e hoje passam a ser realizados de forma automática, e na tesouraria, não é diferente, com o uso de softwares de gestão como o ERP, que significa Enterprise Resource Planning ou Sistema de Gestão Integrado. Esses softwares ajudam no trabalho de conciliação de diversos registros financeiros, contábeis, entre outros. Por meio do uso de um sistema integrado, você otimiza o tempo, melhorando a organização financeira da sua empresa, e pode se dedicar a questões que possam melhorar processos internos ou reduzir ameaças externas ao negócio, o que não é possível ou tão fácil de se fazer quando se perde horas alimentando planilhas e criando fórmulas que estão sujeitas a erros inesperados. Com tantas inovações tecnológicas disponíveis para alavancar os processos, optar pelo uso de uma plataforma financeira é a maneira mais simples de controlar, organizar e otimizar sua gestão de pagamentos, recebimentos e cobranças. Além de facilitar todo o trabalho da gestão financeira, um software completo garante a eficiência das transações entre clientes e a sua empresa, pois, ao utilizar a tecnologia a seu favor, é mais fácil controlar os pagamentos e recebimentos, enviar cobranças nas datas corretas para os clientes e não cobrar duplamente pela compra, por exemplo, o que é um erro comum de acontecer quando o processo é executado através de planilhas manuais. Outra questão importante é a integração do acesso em qualquer plataforma, seja no computador ou no smartphone. Para ter acesso, basta que você tenha disponível conexão com a internet no local onde você se encontrar e poderá entrar no sistema via mobile facilmente. Esse tipo de acesso por plataforma em nuvem aumenta a segurança da empresa em relação às informações e todos os relatórios financeiros guardados, já que eles ficarão salvos na nuvem como backup, mesmo que haja falhas no 03/08/2026, 16:29 Versão para impressão about:blank 11/12 computador e perdas de dados armazenados no equipamento. Este foi um breve resumo sobre os principais conhecimentos estudados na Unidade Curricular 6, que tem como competência “Auxiliar a execução das ações pertinentes aos processos financeiros em organizações”, como desafio a ser construído por você, aluno. Espero que você tenha gostado deste conteúdo e continue sempre buscando acompanhar as atualizações do mercado sobre a execução dos processos financeiros nas organizações para se tornar um profissional cada vez melhor. Até a próxima! 03/08/2026, 16:29 Versão para impressão about:blank 12/12