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1
ASMA
Definição: 
Doença inflamatória crônica, de sintomatologia variável em tempo e intensidade. 
Fisiopatogenia: 
A inflamação brônquica é resultante da resposta imunológica do tipo Th2 => Aumento de citocinas (IL-4) => ativação e degranulação de mastócitos e eosinófilos, que, por sua vez, aumentam a produção de IgE => broncoconstrição
Fatores de Risco:
Predisposição genética
Atopia; 
Urbanização; 
Exposição ao tabagismo; 
Exposição ocupacional; 
Exposição a alérgenos; 
Obesidade.
ASMA
Epidemiologia: 
Acomete principalmente crianças
Teceira maior causa de hospitalização em menores de 18 anos de idade ( EUA) e a quarta, no Brasil, considerando todos os grupos etários
Classificação:
Asma alérgica: Acomete mais de 80% das crianças e cerca de 50% dos adultos. 
Asma criptogênica ou idiopática: Tipo de asma que costuma surgir na fase adulta. 
Não alérgica: 
Asma ocupacional: fatores irritativos para as vias aéreas. 
Asma medicamentosa: tipicamente relacionada ao anti-inflamatório não esteroidal (ex.: aspirina)
 
ASMA
Quadro clínico:
Dispneia
Sibilância
Tosse crônica
Desconforto torácico / “aperto no peito”
Histórico de alergia associada
Comportamento: 
Variáveis
Intermitentes
Piores à noite e quando acorda pela manhã
Desencadeados por “gatilhos”. 
ASMA
Espirometria:
Diagnóstico 
Monitoramento 
Resposta ao tratamento 
Parametros:
VEF1: volume de ar exalado no primeiro segundo
CVF: Capacidade Vital Forçada
Índice de Tiffenau = VEF1 / CVF 
0, 75 Adultos 
0,90 Crianças
ASMA
 Prova broncodilatadora
400 mcg de Salbutamol ou Fenoterol via inalatória
 VEF1 > 200mL e ≥ 12% do valor pré-broncodilatador ou ≥ 7% do valor previsto 
 
Teste de broncoprovocação
 Metacolina, Histamina ou Carbacol via inalatória
Queda em mais de 20% do VEF1
ASMA
Classificação do controle 
ASMA
TRATAMENTO 
ETAPA 1 e 2: CORTICOIDE INALATÓRIO + FORMOTEROL ( SE NECESSÁRIO)
ETAPA 3: CORTICOIDE INLATÓRIO DOSE BAIXA + FORMOTEROL ( DE MANUTENÇÃO)
ETAPA 4: CORTICOIDE INALATÓRIO DOSE MÉDIA + FORMOTEROL ( DE MANUTENÇÃO) 
ETAPA 5: ADICIONAR TIOTÓPRIO, CONSIDERAR DOSE ALTA DE CORTICOIDE INALATÓRIO + FORMOTEROL, ANTI-IGE, ANTI-IL5 E IL4
ASMA
TRATAMENTO DE MANUTENÇÃO GINA 2024
ASMA
CORTICOIDES 
ASMA
 
Crise leve/moderada 
Fala frases completas, sem sinais de esforço respiratório 
FC ≤ 120 bpm
SaO2 ≥ 90 %
FR ≤30 irpm 
PFE ≥ 50% 
Crise Grave 
Fala por palavras, presença de esforço respiratório 
FC > 120 bpm 
SaO2 30 
PFE 80 % DO PREDITO: LEVE
 
2. VEF1 ENTRE 80% E 50 %: MODERADA
3. VEF1 ENTRE 50% E 30%: GRAVE 
4. VEF1 300 
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA
OXIGENIOTERAPIA DOMICILIAR PROLONGADA:
 :
Pa02 MENOR OU IGUAL A 55 mmHg OU SaTO2 MENOR OU IGUAL A 88% 
PaO2 ENTRE 55 – 59 mmHg ou SaTO2 ASSOCIADO A HIPERTENSÃO PULMONAR OU COR PUMONALE OU HEMATÓCRITO > 55%
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA
EXACERBAÇÃO:
 :
DISPNEIA ASSOCIADA A TOSSE COM AUMENTO DO VOLUME DE EXPECTORAÇÃO 
INFECÇÕES: RINOVIRUS; INFLUENZA ; H. INFLUENZA; PNEUMOCOCO; PSEUDOMONAS 
TRATAMENTO: 
AMOXICILINA COM CLAVULANATO + MACROLÍDEO 
BRONCODILATADOR DE CURTA DURAÇÃO 
CORTICOIDE SISTÊMICO: PREDNISONA 40MG/DIA OU METILPREDNISOLONA EV 
SUPORTE RESPIRATÓRIO: Spo2 ALVO 88-92%
VNI SE pHem substituição à beclometasona. 
E. Encaminhar para fisioterapia respiratória e associar prednisolona 1 mg/Kg/dia para manutenção do tratamento
QUESTÕES 
 SES-RJ 2021 ACESSO DIRETO. Mulher de 22 anos com asma brônquica desde a infância, sem manifestações clínicas e medicação há vários anos, inicia crises diárias de broncoespasmo, inclusive durante a madrugada, que apresentam boa melhora com beta-2-agonista de curta duração. A tosse é persistente, incomodando muito a paciente, que nega febre, secreção amarelada e apresenta bom estado geral. O médico opta pela troca para um beta-2-agonista de longa duração, o que implica em associação quase obrigatória de: 
A. Corticoide por via oral. 
B. Corticoide por via inalatória. 
C. Amoxicilina e brometo de ipratrópio. 
D. Azitromicina e brometo de ipratrópio.
QUESTÕES 
 SES-RJ 2021 ACESSO DIRETO. Mulher de 22 anos com asma brônquica desde a infância, sem manifestações clínicas e medicação há vários anos, inicia crises diárias de broncoespasmo, inclusive durante a madrugada, que apresentam boa melhora com beta-2-agonista de curta duração. A tosse é persistente, incomodando muito a paciente, que nega febre, secreção amarelada e apresenta bom estado geral. O médico opta pela troca para um beta-2-agonista de longa duração, o que implica em associação quase obrigatória de: 
A. Corticoide por via oral. 
B. Corticoide por via inalatória. 
C. Amoxicilina e brometo de ipratrópio. 
D. Azitromicina e brometo de ipratrópio.
QUESTÕES 
SES-PE 2020 R3 PEDIATRIA. Após iniciar o tratamento para asma com corticoide inalatório adequado, o paciente apresenta controle parcial dos sintomas. A melhor conduta nesse momento antes de passar para outra etapa será: 
A. Checar a técnica de uso e adesão ao tratamento e comorbidades. 
B. Realizar estudo de imagem para avaliar complicações. 
C. Associar antagonista de leucotrieno. 
D. Associar LABA (broncodilatador de ação longa) e prescrever corticoide oral. 
E. Tratar uma possível infecção de vias aéreas associada.
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QUESTÕES 
SES-PE 2020 R3 PEDIATRIA. Após iniciar o tratamento para asma com corticoide inalatório adequado, o paciente apresenta controle parcial dos sintomas. A melhor conduta nesse momento antes de passar para outra etapa será: 
A. Checar a técnica de uso e adesão ao tratamento e comorbidades. 
B. Realizar estudo de imagem para avaliar complicações. 
C. Associar antagonista de leucotrieno. 
D. Associar LABA (broncodilatador de ação longa) e prescrever corticoide oral. 
E. Tratar uma possível infecção de vias aéreas associada.
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QUESTÕES 
SES-PE 2021 R3 CLÍNICA MÉDICA. Sobre à Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), qual o item INCORRETO.
A. Há indicação do uso de corticoides sistêmicos também na fase estável dos pacientes portadores de DPOC, pela melhora da função pulmonar.
B. Na avaliação de pacientes com DPOC, a radiografia de tórax é normalmente realizada para excluir diagnósticos alternativos, avaliar comorbidades ou avaliar uma mudança nos sintomas que sugira uma complicação da DPOC.
C. As exacerbações agudas podem ser causadas por vários fatores, mas a maioria está associada a infecções virais ou bacterianas.
D. Pacientes com hipoxemia devido a uma exacerbação da DPOC devem receber oxigênio suplementar sendo sugerido que o oxigênio suplementar seja titulado para uma meta de 88 a 92 por cento da saturação.
E. Para pacientes do grupo C, sugerimos o tratamento inicial com um antagonista muscarínico de longa ação (LAMA), em vez de um β2-agonistas de longa duração (LABA), devido à taxa de exacerbação reduzida, associada à terapia com LAMA.
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QUESTÕES 
SES-PE 2021 R3 CLÍNICA MÉDICA. Sobre à Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), qual o item INCORRETO.
A. Há indicação do uso de corticoides sistêmicos também na fase estável dos pacientes portadores de DPOC, pela melhora da função pulmonar.
B. Na avaliação de pacientes com DPOC, a radiografia de tórax é normalmente realizada para excluir diagnósticos alternativos, avaliar comorbidades ou avaliar uma mudança nos sintomas que sugira uma complicação da DPOC.
C. As exacerbações agudas podem ser causadas por vários fatores, mas a maioria está associada a infecções virais ou bacterianas.
D. Pacientes com hipoxemia devido a uma exacerbação da DPOC devem receber oxigênio suplementar sendo sugerido que o oxigênio suplementar seja titulado para uma meta de 88 a 92 por cento da saturação.
E. Para pacientes do grupo C, sugerimos o tratamento inicial com um antagonista muscarínico de longa ação (LAMA), em vez de um β2-agonistas de longa duração (LABA), devido à taxa de exacerbação reduzida, associada à terapia com LAMA.
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QUESTÕES 
ENARE 2021 R3 CLÍNICA MÉDICA. Paciente do sexo masculino, 67 anos, portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) há 09 anos, comparece à consulta com pneumologista devido à piora do quadro de dispneia. Refere que, ao caminhar, apresenta dificuldade para acompanhar o passo de outra pessoa da mesma idade, além de ter apresentado uma agudização no último ano, sem necessidade de hospitalização. Sua espirometria mostra VEF1: 76% e VEF1/CVF: 0,65. Diante disso, a classificação de GOLD para DPOC do paciente descrito é?
A. GOLD 3B.
B. GOLD 3C.
C. GOLD 2D.
D. GOLD 4B.
E. GOLD 2B
.
QUESTÕES 
ENARE 2021 R3 CLÍNICA MÉDICA. Paciente do sexo masculino, 67 anos, portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) há 09 anos, comparece à consulta com pneumologista devido à piora do quadro de dispneia. Refere que, ao caminhar, apresenta dificuldade para acompanhar o passo de outra pessoa da mesma idade, além de ter apresentado uma agudização no último ano, sem necessidade de hospitalização. Sua espirometria mostra VEF1: 76% e VEF1/CVF: 0,65. Diante disso, a classificação de GOLD para DPOC do paciente descrito é?
A. GOLD 3B.
B. GOLD 3C.
C. GOLD 2D.
D. GOLD 4B.
E. GOLD 2B
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QUESTÕES 
UNICAMP-SP 2020 ACESSO DIRETO. Homem, 64a, comparece ao Pronto Socorro com dificuldade respiratória há 2 dias acompanhada de tosse seca, nega febre ou edema de membros. Antecedente pessoal: tabagismo 30 maços/ano, parou de fumar há 2 anos, diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica há 6 meses e iniciou uso inalatório de
formoterol e brometo de tiotrópio. Exame físico: agitado, FR=26 irpm, oximetria de pulso (ar ambiente) = 86%; cianose de extremidades, pulmões: redução global do murmúrio vesicular, com raros sibilos. A CONDUTA É:
Gasometria arterial, radiografia de tórax, hemograma, oxigenoterapia, corticosteroide sistêmico e broncodilatadores.
B. Angiotomografia de tórax, eletrocardiograma, oxigenoterapia e anticoagulação plena.
C. Espirometria, radiograma de tórax, hemograma, corticosteroide inalatório, broncodilatadores e antibioticoterapia.
D. Broncoscopia para coleta de lavado brônquico, antibioticoterapia, corticosteroide inalatório e broncodilatadores.
QUESTÕES 
UNICAMP-SP 2020 ACESSO DIRETO. Homem, 64a, comparece ao Pronto Socorro com dificuldade respiratória há 2 dias acompanhada de tosse seca, nega febre ou edema de membros. Antecedente pessoal: tabagismo 30 maços/ano, parou de fumar há 2 anos, diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica há 6 meses e iniciou uso inalatório de
formoterol e brometo de tiotrópio. Exame físico: agitado, FR=26 irpm, oximetria de pulso (ar ambiente) = 86%; cianose de extremidades, pulmões: redução global do murmúrio vesicular, com raros sibilos. A CONDUTA É:
Gasometria arterial, radiografia de tórax, hemograma, oxigenoterapia, corticosteroide sistêmico e broncodilatadores.
B. Angiotomografia de tórax, eletrocardiograma, oxigenoterapia e anticoagulação plena.
C. Espirometria, radiograma de tórax, hemograma, corticosteroide inalatório, broncodilatadores e antibioticoterapia.
D. Broncoscopia para coleta de lavado brônquico, antibioticoterapia, corticosteroide inalatório e broncodilatadores.
QUESTÕES 
SUS-SP 2019 ACESSO DIRETO. Pacientes portadores de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica grave, com descompensações frequentes, apesar de tratamentopleno, podem se beneficiar do uso contínuo de oxigênio. Constituem critérios de uso de oxigenoterapia no domicílio os valores de pressão arterial de oxigênio ou de saturação de oxigênio, respectivamente:
A. ≤ 55 mmHg ou ≤ 88 %.
B.

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