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PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR III Prof(a). Me. Fabiana Silva Botta Demizu TÓPICO I: CONCEITO E DEFINIÇÃO DE GESTÃO 2 • Conceito: Gestão ⇒ (humanos, financeiros, materiais e tecnológicos) • Gestão empresarial, passando pela gestão de projetos, gestão pública, gestão escolar, gestão ambiental, entre outras. • ⇒ De acordo com Bes e Toledo (2020), a gestão se torna um processo essencial para garantir a eficiência, eficácia e sustentabilidade das organizações que desenvolvem processos educacionais não escolares. GESTÃO ESCOLAR ADMINISTRATIVA 3 ⇒ Gestão Escolar Administrativa: administração dos recursos físicos, financeiros e humanos. ⇒ Introdução à gestão escolar administrativa: definição e importância. ⇒ Desafios da gestão escolar administrativa: recursos limitados, demandas dos alunos e suas famílias, leis e regulamentos educacionais e fiscais. ⇒ Tecnologias e inovações na gestão escolar administrativa: tendências e benefícios. GESTÃO ESCOLAR ADMINISTRATIVA 4 ⇒ Habilidades do gestor escolar administrativo: liderança, planejamento, organização, comunicação e gestão de equipes. 1.Eficiência e eficácia dos recursos: importância, estratégias e ferramentas para maximizar o uso dos recursos disponíveis. 1.Aprimoramento da infraestrutura escolar: necessidades e estratégias para melhorar as condições físicas e tecnológicas da escola. GESTÃO FINANCEIRA 5 ⇒ Elaborar e executar um plano de orçamento; ● Gerenciar o fluxo de caixa; ● Analisar investimentos; ● Gerir custos e despesas; ● Captar recursos; ● Prestar contas aos órgãos competentes. GESTÃO FINANCEIRA 6 ▪ Importância da gestão financeira eficiente na instituição de ensino: ▪ Evita o endividamento e garante recursos para investimentos; ▪ Contribui para a formação continuada dos profissionais da educação; ▪ Gera uma imagem positiva da instituição perante a comunidade; ▪ Aumenta a credibilidade da escola; ▪ Favorece a captação de novos alunos; ▪ Em conclusão, a gestão financeira é uma parte essencial de qualquer organização, seja ela uma empresa ou uma instituição sem fins lucrativos. GESTÃO FINANCEIRA 7 Importância da gestão financeira eficiente na instituição de ensino: ▪ Evita o endividamento e garante recursos para investimentos; ▪ Contribui para a formação continuada dos profissionais da educação; ▪ Gera uma imagem positiva da instituição perante a comunidade; ▪ Aumenta a credibilidade da escola; ▪ Favorece a captação de novos alunos; LIDERANÇA E GESTÃO ESCOLAR 8 ▪ Mudanças verificadas no mundo globalizado atual ▪ Tecnologia e comunicações como fatores impulsionadores ▪ Novas exigências de produção e competitividade ▪ Discussão sobre a liderança como tema central ▪ Época de incertezas, restrições, ameaças e dificuldades ▪ Preocupação constante com a qualidade no âmbito do sucesso educativo e na gestão participativa. TÓPICO II: LIDERANÇA E GESTÃO ESCOLAR 9 ▪ Mudanças verificadas no mundo globalizado atual; ▪ Tecnologia e comunicações como fatores impulsionadores; ▪ Novas exigências de produção e competitividade; ▪ Discussão sobre a liderança como tema central; ▪ Época de incertezas, restrições, ameaças e dificuldades; ▪ Preocupação constante com a qualidade no âmbito do sucesso educativo e na gestão participativa; LIDERANÇA E GESTÃO ESCOLAR 10 ▪ Mudanças no mundo globalizado atual, em especial ligadas à tecnologia e às comunicações; ▪ Novas exigências de produção e competitividade; ▪ Questão da liderança como tema central em um mundo de incertezas e dificuldades; ▪ Preocupação constante com a qualidade no sucesso educativo e na gestão participativa; ▪ Educação básica encarada como responsabilidade de todos; ▪ Importância do desenvolvimento sustentável para o crescimento como Nação. AUTORES (AS) QUE INICIARAM 11 ▪ Frederick Taylor (1856 – 1915). ▪ Surgimento da liderança e gestão escolar no final do século XIX e início do século XX; ▪ Diversificação das teorias de liderança e gestão escolar nas décadas de 1920 e 1930, com o surgimento da escola das relações humanas; ▪ Importância das relações interpessoais na gestão escolar e necessidade de uma liderança mais democrática e participativa. ▪ Novas abordagens de liderança e gestão escolar na década de 1960, como a liderança situacional e a liderança transformacional. “ Construir uma realidade mais significativa, não se constituindo em uma prática comum nas escolas (LUCK, 2002, p.17 ” 12 12 AUTORES (AS) QUE INICIARAM 13 ▪ Michael Fullan: liderança efetiva/mudanças duradouras com visão clara, trabalho em equipe e desenvolvimento profissional contínuo; ▪ Phillip Hallinger: liderança distribuída/ambiente de colaboração e participação para maximizar potencial de cada membro da equipe escolar; ▪ James Spillane: liderança é processo dinâmico e situacional, conforme necessidades e desafios de cada contexto escolar; ▪ Kenneth Leithwood: liderança efetiva requer habilidades técnicas e interpessoais; ▪ Andy Hargreaves: acesso de todas as crianças a uma educação de qualidade. CONCLUSÃO 14 ● A liderança e gestão escolar têm raízes na antiguidade, mas surgiram como disciplina acadêmica e prática profissional mais recentemente. ● Desde então, as teorias de liderança e gestão escolar evoluíram, com ênfase nas relações interpessoais. ● Hoje, a liderança e gestão escolar são cada vez mais importantes; ● As teorias de liderança e gestão escolar estão cada vez mais focadas na promoção de mudanças significativas e duradouras nas escolas. TÓPICO III: PLANEJAMENTO E RECURSOS TECNOLÓGICOS E PROJETOS EDUCACIONAIS 15 ▪ Introdução: A história recente do planejamento e recursos tecnológicos na escola e projetos educacionais. ▪ Década de 1960: O surgimento dos primeiros computadores e programas educacionais e o início do uso da tecnologia na educação. ▪ Anos 80: O desenvolvimento dos computadores pessoais e a popularização da internet impulsionaram o uso da tecnologia na educação. TÓPICO III: PLANEJAMENTO E RECURSOS TECNOLÓGICOS E PROJETOS EDUCACIONAIS 16 ▪ Adoção de programas de computador e softwares educacionais para auxiliar no processo de ensino e aprendizagem. ▪ Década de 90: O surgimento dos primeiros projetos educacionais voltados para o uso da tecnologia, como o Projeto UCA (Um Computador por Aluno). PLANEJAMENTO NA ESCOLA 17 ▪ Introdução: O papel do planejamento no processo de ensino e aprendizagem. ▪ Importância do planejamento: Auxiliar na organização e no sucesso da prática educativa. ▪ Formas de planejamento: Escrito, falado e/ou mental. ▪ Planejamento perceptível: Planejamento que pode ser percebido pelos envolvidos no processo educativo. PLANEJAMENTO NA ESCOLA 18 ▪ Objetivos do planejamento na escola: Definir objetivos, metas e estratégias para alcançá-los. ▪ Organização dos recursos: Distribuição e utilização dos recursos disponíveis na escola. ▪ Projeto Político Pedagógico (PPP): Definição e importância do documento que norteia as ações e decisões da instituição. PLANEJAMENTO NA ESCOLA 19 ▪ Elaboração coletiva do PPP: Participação dos gestores, professores, funcionários, alunos e pais na construção do documento. ▪ Etapas da elaboração do PPP: Diagnóstico da escola, definição de objetivos, metas e estratégias, definição das ações e avaliação. 20 ▪ Movimento da Escola Nova propôs uma educação centrada no aluno, com aulas práticas e dinâmicas. ▪ A educação foi vista como uma ferramenta de controle social e ideológico. ▪ Globalização e tecnologia. DITADURA PROJETOS EDUCACIONAIS GLOBALIZAÇÃO ESCOLA NOVA 1.John Dewey (1859–1952) 21 ▪ Filósofo e educador norte-americano ▪ Defendia que a aprendizagem deveria ser baseada em projetos relevantespara a vida dos estudantes. 2. Paulo Freire (1921–1997) 22 ▪ Educador brasileiro, ficou conhecido por sua teoria da educação como prática da liberdade. Freire defendia que a educação deveria ser libertadora e crítica, e que os projetos educacionais deveriam ter como objetivo a transformação social. 3. Seymour Papert (1928–2016) 23 ▪ Matemático e educador sul-africano, foi um dos criadores da linguagem de programação LOGO; ▪ Defensor do uso da tecnologia na educação. ▪ Em seus escritos, Papert defendia que os projetos educacionais deveriam ser baseados em problemas reais, e que a tecnologia poderia ser uma ferramenta poderosa nesse processo. 4. Howard Gardner (1943) 24 ▪ Psicólogo norte-americano, é conhecido por sua teoria das inteligências múltiplas. Gardner defende que as pessoas têm diferentes formas de aprender e que os projetos educacionais deveriam levar isso em consideração. 5. Maria Montessori (1870-1952) 25 ▪ Médica e educadora italiana, é conhecida por seu trabalho com o método, Montessori, que valoriza a aprendizagem por meio da experiência prática e do interesse das crianças. Em seus escritos. Montessori defendia que os projetos educacionais deveriam ser baseados nas necessidades e interesses das crianças. CONCLUSÃO 26 Projetos educacionais são uma parte importante da história da educação; Diversos autores contribuem com teorias e práticas nessa área; As abordagens para projetos educacionais variam desde a aprendizagem baseada em problemas reais até a valorização dos interesses e necessidades dos estudantes; Os projetos educacionais visam aprimorar a educação e promover a transformação social; 27 POLÍTICAS DE INCLUSÃO CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 LDBEN (1996) 28 PNE (2014) POL. NACIONAL DE E.ESP. NA PERSPECTIVA DA E. INCLUSIVA INCLUSÃO ESCOLAR NO BRASIL 29 GESTÃO DEMOCRÁTICA CONSELHOS ESCOLARES ELEIÇÃO PARA DIRETOR 30 GESTÃO DEMOCRÁTICA PART. DA COMUNIDADE PLANO DE GESTÃO CONCLUSÃO 31 ▪Estabelecimento de objetivos claros; ▪Criação de um ambiente de trabalho colaborativo ou flexivo; ▪Flexibilidade e adaptabilidade de gestão. 32 BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm. Acesso em: 23 abr. 2023. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília: MEC, 2001. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/diretrizes.pdf. Acesso em: 23 abr. 2023. BRASIL. Ministério da Educação. Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade. Brasília: MEC, 2003. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/educacaoinclusiva.pdf. Acesso em: 23 abr. 2023. REFERÊNCIAS 33 BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC, 2020. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/politica-nacional-educacao- especial.pdf. Acesso em: 23 abr. 2023. LUCK, Eloisa. Liderança em Gestão Escolar. Petrópoles - RJ: Vozes, 2008. Disponível em: https://plataforma.bvirtual.com.br/Acervo/Publicacao/114666. Acesso em: 23 abril. 2023. SANT´ANNA, Geraldo. J. Planejamento, Gestão e Legislação Escolar. São Paulo: Editora Saraiva, 2014. 9788536522319. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536522319/. Acesso em: 23 abril. 2023. REFERÊNCIAS 34 Obrigado(a)! Fabiana Silva Botta Demizu Contato/Rede Social: @proffabianademizu