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EMR - Eu Médico Residente © Todos os direitos reservados Cefaleias e Convulsão Material de Acompanhamento EXTENSIVO BASES Arthur Lopes https://www.eumedicoresidente.com.br/revisoes?utm_source=googleads&utm_medium=&utm_campaign=18292583228&utm_content=138925119737&utm_term=eu%20m%C3%A9dico%20residente&gclid=CjwKCAjwvsqZBhAlEiwAqAHEldn5sJodBizbGix8koItM-46maGebK1zME_5NTbEYcv5jfC7DDY2kxoCTDkQAvD_BwE Página 2 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão Objetivos da Aula 1. Diferenciar cefaleia primária x secundária; 2. Saber quando investigar uma cefaleia secundária; 3. Conhecer as principais causas de cefaleia secundária; 4. Conhecer o quadro clínico das cefaleias primárias; 5. Conhecer o tratamento abortivo e profilático das cefaleias primárias; 6. Conhecer a definição de epilepsia; 7. Aprender o manejo do estado de mal epilético; 8. Aprender a classificação, características e manejo da crise convulsiva febril; 9. Conhecer tipos de epilepsia importantes na infância. Caso Clínico ▪ Andrea, 30 anos, previamente hígida, deu entrada na emergência do hospital com queixa de cefaleia de forte intensidade há 24 horas. ▪ Ela refere ser portadora de enxaqueca e não apresenta outras comorbidades. Não faz uso de medicações regularmente. Usa analgésicos quando há crise de dor. ▪ Nos últimos 3 meses ela relata que está apresentando piora da frequência (2-3 crises por semana) e também da intensidade da dor. Refere que acorda durante o sono por conta da dor. ▪ A dor prévia se localiza em região periorbitária e temporal à direita, de caráter pulsátil. Ainda apresenta náuseas e vômitos associados, bem como piora da dor com estímulos luminosos, sonoros e ao realizar atividades físicas. À admissão referia que a dor apresentava nota 10/10 em intensidade na escala visual numérica. ▪ Ao exame físico apresentava-se consciente e orientada, sem déficits neurológicos focais e sem déficits de nervos cranianos. Fundo de olho sem papiledema. À palpação cefálica não apresentava alterações. ▪ Como prosseguir a avaliação de Andrea? ▪ Há indicação de solicitar exames de imagem? ▪ Quais medicações podem ser utilizadas para o controle da dor? ▪ Qual a prescrição ambulatorial de Andrea? https://storyset.com/illustration/retroviruses/bro Página 3 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão CEFALEIAS INVESTIGAÇÃO E CAUSAS SECUNDÁRIAS 1 INTRODUÇÃO 2 QUANDO INVESTIGAR UMA CEFALEIA? 2.1 SUSPEITA DE CEFALEIA SECUNDÁRIA (RED FLAGS) https://storyset.com/illustration/medicine/bro Página 4 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão 3 CAUSAS DE CEFALEIA SECUNDÁRIA 3.1 HEMORRAGIA SUBARACNOIDE Página 5 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão 3.2 HIPERTENSÃO INTRACRANIANA Página 6 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão Página 7 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão 3.3 OUTRAS CEFALEIAS Página 8 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão Se Liga na Imagem ▪ HEMORRAGIA SUBARACNOIDEA ▪ ENCEFALITE HERPÉTICA Arquivo pessoal Arthur Lopes https://healthjade.net/xanthochromi/ https://storyset.com/illustration/doctor/bro https://www.consultant360.com//herpes-simplex-virus-encephalitisarticles Página 9 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão CEFALEIAS PRIMÁRIAS DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO 4 CEFALEIAS 4.1 ENXAQUECA Página 10 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão 5 TRATAMENTO DA ENXAQUECA 5.1 PROFILÁTICO Página 11 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão 5.2 PRINCIPAIS PRECAUÇÕES NO USO DAS MEDICAÇÕES PROFILÁTICAS Página 12 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão 6 CEFALEIAS 6.1 CEFALEIAS TRIGEMINO-AUTONÔMICAS Página 13 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão 6.2 CEFALEIA TIPO-TENSÃO (TENSIONAL) https://www.physio-pedia.com/Tension-type_headache Página 14 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão 7 CEFALEIAS PRIMÁRIAS 7.1 REVISÃO Vou Gabaritar na Residência 1. (SES-PE 2023.2 ACESSO DIRETO) – Um paciente queixa-se de cefaleia que caracteriza como dor intensa em torno do olho direito, que dura alguns 30 minutos e se repete várias vezes por dia e se acompanha de lacrimejamento e coriza ipsilateral. Qual o diagnóstico mais provável? A. Glaucoma de ângulo fechado. B. Hipertensão intracraniana. C. Cefaleia em salvas. D. Migrânea clássica. E. Trombose de seio cavernoso. Página 15 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão Caso Clínico ▪ Andrea, 30 anos, previamente hígida, deu entrada na emergência do hospital com queixa de cefaleia de forte intensidade há 24 horas. ▪ Ela refere ser portadora de enxaqueca e não apresenta outras comorbidades. Não faz uso de medicações regularmente. Usa analgésicos quando há crise de dor. ▪ Nos últimos 3 meses ela relata que está apresentando piora da frequência (2-3 crises por semana) e também da intensidade da dor. Refere que acorda durante o sono por conta da dor. ▪ A dor prévia se localiza em região periorbitária e temporal à direita, de caráter pulsátil. Ainda apresenta náuseas e vômitos associados, bem como piora da dor com estímulos luminosos, sonoros e ao realizar atividades físicas. À admissão referia que a dor apresentava nota 10/10 em intensidade na escala visual numérica. ▪ Ao exame físico apresentava-se consciente e orientada, sem déficits neurológicos focais e sem déficits de nervos cranianos. Fundo de olho sem papiledema. À palpação cefálica não apresentava alterações. ▪ Como prosseguir a avaliação de Andrea? Realizar exame de imagem, já que houve mudança no padrão de dor que referia anteriormente. ▪ Há indicação de solicitar exames de imagem? A tomografia de crânio foi solicitada e não foram observadas alterações. ▪ Quais medicações podem ser utilizadas para o controle da dor? Analgésicos, AINES, triptanos. Manejo inicial pode ser feito com: ▪ Dipirona 1g + AD IV; ▪ Cetoprofeno 100mg + SF 0,9% 100mL IV; ▪ Dimenidrinato 30mg + SF 0,9% 100mL IV; Sumatriptano 6mg SC. ▪ Qual a prescrição ambulatorial de Andrea? Iniciar profilático, visto aumento da frequência de crises. https://storyset.com/illustration/retroviruses/bro Página 16 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão ESTADO DE MAL EPILÉTICO, CRISE CONVULSIVA FEBRIL E EPILEPSIA NA INFÂNCIA 8 EPILEPSIA 9 ESTADO DE MAL EPILÉPTICO Página 17 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão 9.1 TRATAMENTO 10 CRISE CONVULSIVA FEBRIL Página 18 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão Página 19 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão 11 EPILEPSIA NA INFÂNCIA Página 20 Arthur Lopes Cefaleias e Convulsão Vou Gabaritar na Residência 2. (SUS-SP 2023 ACESSO DIRETO) – Paciente de dois anos de idade, do sexo masculino, deu entrada pela sala de emergência, trazido pela equipe do SAMU. Sua mãe relata que, há aproximadamente uma hora, o paciente apresentou uma convulsão em vigência de febre. Conforme a descrição da mãe, trata-se de quadro com característica de ser uma convulsão tônica clônica generalizada. A mãe relata duração de aproximadamente 5 minutos, com resolução espontânea. Relata que o paciente ficou sonolento após resolução do quadro, mas que, ao chegar no hospital, já se apresentava ativo e reativo. Ao exame físico, constatou-se o seguinte: paciente em bom estadogeral, febril, sem alterações neurológicas, com quadro de coriza hialina e congestão nasal. Mãe relata que paciente está com quadro de tosse, coriza hialina e febre há 2 dias. Assinale a alternativa que apresenta a conduta a ser tomada nesse caso hipotético. A. Realizar (TC) de crânio com contraste. B. Dar alta com tratamento sintomático e orientações de sinais de alarme. C. Coletar hemograma, hemocultura e PCR. D. Internar paciente e solicitar avaliação de neuropediatra. E. Realizar coleta obrigatória de líquor. Gabarito: 1. C 2. B A EMPRESA EMR – Eu Médico Residente Ensino Ltda © Todos os direitos reservados. CNPJ: 34.730.954/0001-71 facebook.com/Eu-Medico-Residente instagram.com/eumedicoresidente/ YouTube/eumedicoresidente WhatsApp: 55 (81) 98276-3620 contato@eumedicoresidente.com.br www.eumedicoresidente.com.br É terminantemente proibida a reprodução total ou parcial desta obra, por qualquer meio ou processo, sem a expressa autorização do autor e das edições criadas pelo Eu Médico Residente ©. A violação dos direitos autorais dessa obra caracteriza crime descrito na legislação em vigor, sem prejuízo das sanções civis cabíveis. 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