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Controle e retornos do paciente odontopediátrico 
1- Identificação; 
2- Prevenção e controle da doença 
(cárie: fazendo orientação 
primeiramente) 
3- Tratamentos minimamente 
invasivos; 
4- Revisões/consultas de retorno. 
Consultas de retorno 
Consultas pré-planejadas de pacientes que 
já passaram por tratamento odontológico 
ou de pacientes sadios em 
acompanhamento. 
Reinício do ciclo no protocolo de Mínima 
Intervenção em saúde bucal. 
“É só uma limpezinha” 
Precisa ser feito uma revisão da 
anamnese, um novo exame clínico, 
avaliação dos tratamentos anteriores, 
radiografias se necessário, 
desenvolvimento da oclusão, reavaliação 
do risco, novas intervenções e adesão da 
família às mudanças do comportamento. 
Fatores de risco 
• Variação nas doenças em 
determinada população; 
• Alterações patológicas são 
dinâmicas. 
Individúo 
• Comportamento e hábitos; 
• Mudanças relacionadas ao 
crescimento e desenvolvimento 
Paciente de 6-7 anos que o dente 
permanente está nascendo precisa avaliar. 
Monitoramentos frequentes permitem 
intervenção precoce mas podem 
potencializar os sobrediagnósticos e 
sobretratamentos. 
Intervalos mais longos são justificados para 
pacientes baixo risco à cárie, sem 
resultar em qualquer efeito negativo para 
saúde bucal. 
Fatores de risco norteiam o tempo ideal 
de retorno. 
 
Pacientes baixo risco de cárie: 12 a 24 
meses 
Pacientes alto risco de cárie: 3 a 5 meses 
A ideia é a manutenção de saúde do 
paciente. 
• Identificação de possíveis 
alterações precocemente; 
• Medidas de controle apropriadas; 
• Evitando aumento da 
complexidade do tratamento.