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<p>Cuidados paliativos</p><p>Professora: Giovana Amaral Cordeiro</p><p>PROGRAMAÇÃO:</p><p>Curso Interdisciplinar de Formação Básica em Saúde do Idoso</p><p>Histórico, conceitos, bioética e legislação</p><p>Comunicação de más noticias, abordagem espiritual e apoio ao luto</p><p>Cuidados paliativos – quem é elegível?</p><p>Dor em Cuidados Paliativos</p><p>Outros sintomas em Cuidados Paliativos</p><p>Hipodermóclise</p><p>PROGRAMAÇÃO:</p><p>Curso Interdisciplinar de Formação Básica em Saúde do Idoso</p><p>Histórico, conceitos, bioética e legislação</p><p>Comunicação de más noticias, abordagem espiritual e apoio ao luto</p><p>Cuidados paliativos – quem é elegível?</p><p>Dor em Cuidados Paliativos</p><p>Outros sintomas em Cuidados Paliativos</p><p>Hipodermóclise</p><p>Quem é elegível?</p><p>Quando indicar?</p><p>Curso Interdisciplinar de Formação Básica em Saúde do Idoso</p><p>QUANDO SE INICIA O CUIDADO PALIATIVO?</p><p>Cura</p><p>Prolongamento de vida</p><p>Ação paliativa</p><p>Condição complexa crônica de longo prazo</p><p>Doença crônica em fase avançada</p><p>Condição terminal</p><p>Linha do tempo 2-5 anos 2 anos 6 meses</p><p>Doenças crônicas</p><p>Foco na doença / sobrevida</p><p>Construção de vínculo</p><p>DAV</p><p>Reabilitação</p><p>Foco na condição/ qualidade de vida</p><p>Plano de cuidados</p><p>Estabelecimento de valores</p><p>Prevenção de crises</p><p>Reabilitação</p><p>Foco em qualidade de vida</p><p>Revisões e ajustes frequentes</p><p>Necessidades essenciais</p><p>Controle de sintomas</p><p>Sedação</p><p>Luto</p><p>O QUE ISSO SIGNIFICA?</p><p>Intervenção precoce</p><p>Não esperar último ano/meses/dias de vida</p><p>Envolver todas os níveis do cuidado e todos os ambientes onde o paciente transita.</p><p>Todos os profissionais de saúde devem ter conhecimentos de cuidados paliativos.</p><p>Equipes de especialistas em cuidados paliativos existem para casos de maior complexidade.</p><p>LISTA DE DOENÇAS QUE REQUEREM CUIDADOS PALIATIVOS</p><p>Doenças potencialmente fatais indicadoras de cuidado paliativo</p><p>Demências	HIV/SIDA</p><p>Neoplasias	Esclerose múltipla</p><p>Doenças cardio/neurovasculares	Doença renal crônica</p><p>DPOC e outras doenças respiratórias crônicas	Artrite reumatoide e outras doenças do colágeno</p><p>Diabetes mellitus	Doença de Parkinson</p><p>Cirrose	Tuberculose multidroga resistente</p><p>LISTA DE DOENÇAS QUE REQUEREM CUIDADOS PALIATIVOS</p><p>DOENÇAS QUE REQUEREM CUIDADOS PALIATIVOS</p><p>Neoplasias:</p><p>Câncer = muitas doenças com implicações diferentes</p><p>¾ das mortes por câncer ocorrem após os 65 anos</p><p>Mais comuns: Mulheres: Mama, pulmão e colorretal // Homens: Pulmão, próstata e colorretal</p><p>O prognóstico depende da extensão do tumor e da resposta ao tratamento</p><p>Os pacientes, em geral, não ficam muito comprometidas em suas atividades até as etapas finais da doença. Mas tem necessidades psicológicas e precisam de apoio e informações desde o diagnóstico.</p><p>DOENÇAS QUE REQUEREM CUIDADOS PALIATIVOS</p><p>Demências:</p><p>Demência de Alzheimer é a mais comum</p><p>Progressão lenta, declinante e involutiva</p><p>Cada fase (inicial, moderada, avançada e final) costuma ser bem marcadas por sinais e sintomas específicos.</p><p>Cada fase pode durar anos. Podendo chegar a anos na fase avançada e meses na fase final.</p><p>Comumente gera enorme desgaste nas relações familiares</p><p>DOENÇAS QUE REQUEREM CUIDADOS PALIATIVOS</p><p>Demências:</p><p>Functional</p><p>Assessment</p><p>Scale (FAST)</p><p>DOENÇAS QUE REQUEREM CUIDADOS PALIATIVOS</p><p>Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e outras doenças pulmonares:</p><p>Determinar o prognóstico é um caminho de incertezas</p><p>Em pacientes com 65 anos ou mais, a mortalidade após uma internação em unidade de terapia intensiva, por exacerbação de DPOC, pode ser elevada, chegando a 30% em cerca de 30 dias após a alta hospitalar. 59% falecem em um ano.</p><p>Pode ser difícil identificar quando um paciente que tem DPOC esteja entrando na fase final da evolução da sua doença  difícil distinção nítida entre tratamento ativo da doença e o tratamento paliativo, principalmente em pacientes que apresentam períodos de relativa estabilidade.</p><p>Podem ser preditores de mau prognóstico:</p><p>VEF1</p><p>Gravidade da debilidade física</p><p>Idade avançada</p><p>Uso de oxigênio a longo prazo</p><p>Parecem não predizer mortalidade:</p><p>Tabagismo</p><p>Depressão</p><p>Qualidade de vida e presença de comorbidades</p><p>Frequência das internações por qualquer outra causa</p><p>20-25% dos pacientes que apresentam DPOC grave experimentam dor, depressão, ansiedade e dispneia intensa no fim da sua vida</p><p>DOENÇAS QUE REQUEREM CUIDADOS PALIATIVOS</p><p>Insuficiência cardíaca</p><p>É uma complexa síndrome clínica, que pode decorrer de qualquer transtorno estrutural ou funcional cardíaco que prejudique a capacidade dos ventrículos em se encher de sangue ou em ejetar sangue.</p><p>É um problema de saúde pública, chegando a ser considerado epidemia em países em desenvolvimento</p><p>É a segunda causa de internação em Hospices americanos.</p><p>Aumenta o crescimento da população idosa = aumenta o crescimento de pacientes com risco ou portadores de IC</p><p>A mortalidade por IC é maior do que a maioria dos cânceres</p><p>DOENÇAS QUE REQUEREM CUIDADOS PALIATIVOS</p><p>HIV / SIDA:</p><p>Também não é fácil prever morte iminente – um paciente com SIDA pode morrer em consequência de sua primeira manifestação do HIV ou ao adquirir novas doenças.</p><p>À medida que a doença progride, a necessidade de alívio sintomático tornar-se-á mais importante do que o tratamento curativo.</p><p>DOENÇAS QUE REQUEREM CUIDADOS PALIATIVOS</p><p>HIV / SIDA:</p><p>Também não é fácil prever morte iminente – um paciente com SIDA pode morrer em consequência de sua primeira manifestação do HIV ou ao adquirir novas doenças.</p><p>À medida que a doença progride, a necessidade de alívio sintomático tornar-se-á mais importante do que o tratamento curativo.</p><p>Pacientes com SIDA estarão na fase terminal da sua doença se:</p><p>CD4 + 50 anos;</p><p>5. Ausência de terapia retroviral, quimioterapia e outras medicações relacionadas à profilaxia da doença por HIV;</p><p>6. Demência avançada por SIDA;</p><p>7. Toxoplasmose e Insuficiência Cardíaca Congestiva sintomática ao repouso.</p><p>DOENÇAS QUE REQUEREM CUIDADOS PALIATIVOS</p><p>Acidente Vascular Encefálico (AVE)</p><p>Os principais critérios para indicação de Cuidados Paliativos para pacientes que sofreram um Acidente Vascular Encefálico contemplam a avaliação nutricional e capacidade funcional:</p><p>Escala de Performance Paliativa – PPS menor ou igual a 40% como descrito abaixo;</p><p>Grau de deambulação: permanece principalmente na cama;</p><p>Atividade / extensão da doença: incapaz de trabalhar;</p><p>Incapacidade para autocuidado;</p><p>Ingesta alimentar e hídrica diminuída;</p><p>Estado de consciência: sonolento / confuso;</p><p>Perda de peso > 10% durante 6 meses anteriores;</p><p>Perda de peso > 7,5% nos últimos 3 meses;</p><p>Albumina sérica 8mg/Dl. .</p><p>Variáveis associadas à mortalidade precoce: idade</p><p>avançada, demência, doença vascular periférica, albuminemia, e “questão suspresa”</p><p>Pacientes com DRC estão estão entre os mais sintomáticos de qualquer grupo de doença crônica.</p><p>Proporcionalidade terapêutica</p><p>A fase final de vida é um diagnóstico médico.</p><p>A decisão sobre limitar ou suspender um tratamento concerne ao médico em consonância com sua equipe.</p><p>A família deve ser informada e compartilhar das decisões, porém, jamais deve-se delega-las a ela.</p><p>Mortalidade 20-25%/ano</p><p>DOENÇAS QUE REQUEREM CUIDADOS PALIATIVOS</p><p>Hepatopatias:</p><p>As complicações da doença hepática avançada estão associadas a sintomas intensos e debilitantes, incluindo dor, câimbras e depressão.</p><p>A prevalência de sintomas em doença hepática avançada costuma ser maior do que outras condições crônicas</p><p>Benefícios das abordagem paliativa em hepatopatias: *melhora da qualidade de vida (e da intensidade de sintomas), * redução de custos</p><p>Manejo de situações clínicas específicas: Ascite refratária, Encefalopatia hepática, dor crônica.</p><p>Estimativa de prognóstico, interface com transplante hepático, comunicação</p><p>DOENÇAS QUE REQUEREM CUIDADOS PALIATIVOS</p><p>Considerações especiais</p><p>Alguns pacientes idosos apresentam condições de fragilidade intensa, sem diagnóstico específico, mas que parecem estar em declínio progressivo de vitalidade e aparentemente desenvolvendo uma trajetória previsível em direção à morte dentro dos próximos meses.</p><p>Para esses pacientes, a indicação de Cuidados Paliativos é importante com o objetivo de atingir a condição de bem-estar global.</p><p>Indicações não convencionais para Cuidados Paliativos como a Síndrome da Fragilidade incluem indivíduos idosos com comprometimento funcional progressivo, perda de peso progressiva e que podem ter várias doenças crônicas simultâneas (por exemplo, hipertensão arterial, doença coronariana, diabetes), mas sem nenhuma condição fatal iminente.</p><p>Eles podem ter tido uma aceleração recente do declínio cognitivo e funcional ou ter tomado uma decisão de não prosseguir tratamento agressivo devido à idade avançada, à má saúde geral, estado cognitivo, ou custos excessivos</p><p>A combinação de perda de peso progressiva e dificuldades com as atividades da vida diária (AVDs) são um importante preditor de mortalidade em 6 meses, geralmente mais importantes do que o diagnóstico, estado mental, ou admissão em unidade de Cuidados Intensivos</p><p>DOENÇAS QUE REQUEREM CUIDADOS PALIATIVOS</p><p>Indicações de Cuidados Paliativos segundo as condições do paciente:</p><p>Paciente não é candidato à terapia curativa</p><p>Paciente tem uma doença grave e prefere não ser submetido a tratamento de prolongamento da vida</p><p>Nível inaceitável de dor por mais de 24 horas</p><p>Sintomas não controlados (náusea, dispneia, vômitos, etc.)</p><p>Sofrimento psicossocial e/ou espiritual não controlado</p><p>Visitas frequentes ao atendimento de emergência (mais de 1 vez no mês pelo mesmo diagnóstico)</p><p>Mais do que uma admissão hospitalar pelo mesmo diagnóstico nos últimos 30 dias</p><p>Internação prolongada sem evidência de melhora</p><p>Internação prolongada em UTI</p><p>Prognóstico reservado documentado pela equipe médica</p><p>PROGRAMAÇÃO:</p><p>Não vai ter nenhuma escalinha?</p><p>Aplicação de instrumentos e escalas</p><p>Curso Interdisciplinar de Formação Básica em Saúde do Idoso</p><p>Histórico, conceitos, bioética e legislação</p><p>Comunicação de más noticias, abordagem espiritual e apoio ao luto</p><p>Cuidados paliativos – quem é elegível?</p><p>Dor em Cuidados Paliativos</p><p>Outros sintomas em Cuidados Paliativos</p><p>Hipodermóclise</p><p>Aplicação de Instrumentos e Escalas de Avaliação</p><p>Curso Interdisciplinar de Formação Básica em Saúde do Idoso</p><p>Aplicação de Instrumentos e Escalas de Avaliação</p><p>Permite conhecer a capacidade do paciente para poder realizar atividades cotidianas.</p><p>Preditor independente de mortalidade, em patologias oncológicas e não oncológicas</p><p>Útil para tomada de decisões clínicas e valorizar o impacto de um tratamento e a progressão da doença.</p><p>Karnofsky de 50 ou inferior indica elevado risco de morte durante os 6 meses seguintes.</p><p>Escala aplicada por profissional médico ou enfermeiro.</p><p>Escala de Avaliação Funcional de Karnofsky</p><p>Aplicação de Instrumentos e Escalas de Avaliação</p><p>Escala de Avaliação Funcional de Karnofsky</p><p>Aplicação de Instrumentos e Escalas de Avaliação</p><p>Escala de Performance: ECOG</p><p>Aplicação de Instrumentos e Escalas de Avaliação</p><p>Estima a sobrevida no período de 30 dias a partir de uma avaliação clínica e laboratorial</p><p>Identifica os pacientes com probabilidade reduzida de sobreviver mais de 30 dias -> se beneficiam com os cuidados em ambiente domiciliar, por equipe interdisciplinar.</p><p>Escala aplicada por profissional médico</p><p>Palliative Prognostic Score - PPS</p><p>Escala de Performance Paliativa- PPS</p><p>Grupos de risco:</p><p>A - probabilidade de sobreviver 30 dias > 70%</p><p>B - probabilidade de sobreviver 30 dias 30 - 70%</p><p>C - probabilidade de sobreviver 30 dias 6: Sobrevida menor que 03 semanas</p><p>PPI</p>

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