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RESPOSATA DA ATIVIDADE DE REVISÃO 1) A) Conforme o entendimento do STJ, as cláusulas de não concorrência em contratos empresariais são válidos, desde que tenham justificativa legitima e respeitem limites razoáveis de tempo, espaço e objeto. B) Os limites de tempo e de espaço servem justamente para avaliar a razoabilidade da cláusula, evitando restrições excessivas a livre iniciativa. C) Tende a ser considerada válida, pois ela possui justificativa e seus limites são estritos e razoáveis. D) Sim, pode influenciar caso João comprove que a baixa qualidade gerou prejuízos, motivando a recisão, pode se discutir o descumprimento dos deveres anexos da boa-fé objetiva por parte da operadora, o que pode mitigar ou afastar a exigibilidade da multa contratual. 2) A) Definir uma cláusula de não concorrência empresarial sem qualquer limitação de tempo é absolutamente inválida ou passível de anulação. B) A cláusula foi redigida de forma genérica, não estabelecendo prazo, limite territorial e nem uma definição objetiva das atividades consideradas concorrentes. C) A falta de restrição temporal, territorial e material gera uma proibição perpétua e universal. Isso, anula a liberdade econômica e a livre iniciativa do indivíduo, violando a função social do contrato e da boa-fé objetiva. D) Os sócios e os fundadores em caso de desligamento da sociedade, obrigam-se a não exercer atividades concorrentes focados em inteligência artificial para o setor financeiro, pelo prazo determinado de 2 anos, restrito ao território nacional. 3) A) Na primeira situação (pagamento direto com o termo do banco), sub-rogação convencional por iniciativa do credor, conforme o artigo 347, inciso I do Código civil. Já na segunda situação (empréstimo para quitação com cláusula) , é sub-rogação convencional por parte do devedor, com fundamento legal no artigo 347, inciso II, do Código Civil. B) Em ambas as hipóteses, Patrícia adquire o crédito e assume a posição jurídica do banco, herdando todos os direitos, ações, privilégios e garantia do credor primitivo. C) Como a sub-rogação transfere todas as garantias vinculadas ao crédito, a garantia hipotecaria sobreo imóvel comercial passa a favorecer Patrícia que pode executa-la. D) A finalidade é finalizar o adimplemento da obrigação por terceiro. Sua importância prática é garantir juridicamente o reembolso do terceiro, munindo- o com as mesmas garantias que o credor original detinha. 4) A) Sim, Carlos tinha o direito de escolher. A lei reconhece esse direito, quando o devedor possui dois ou mais débitos da mesma natureza, líquidos e vencidos, com o mesmo credor e quando oferecer pagamento suficiente para resgatar integralmente pelo menos um deles. B) Não pode mudar posteriormente, pois como ele aceitou e assinou o recebo do banco quitando a dívida sem reclamar, a escolha foi válida. C) A regulamentação estabelece que a atribuição se refira à dívida que já venceu. Quando existem múltiplas dívidas em atraso, o pagamento será alocado àquela que representa maior encargo para o devedor. No cenário específico, as três dívidas estavam em atraso. A Dívida 1 seria vista como a que gera mais ônus, já que, além do montante principal de R$ 50. 000,00, contava com juros atrasados que totalizavam R$ 8. 000,00. Assim sendo, na falta de um posicionamento de ambas as partes, o pagamento seria direcionado à Dívida 1. D) O pagamento irá pagar primeiramente os jurus vencidos e posteriormente o que sobrar vai para o capital principal. 5) A) No cenário apresentado, observa-se a figura da dação em pagamento, conforme o que está disposto no artigo 356 do Código Civil. Essa é uma maneira de encerrar a obrigação, onde o credor aceita receber algo diferente do que foi inicialmente acordado. Para que isso seja válido, é preciso que haja uma obrigação criada anteriormente, que o devedor apresente uma forma de pagamento diferente da que deveria ter feito e, principalmente, que o credor consinta com isso. No caso específico, Mariana devia R$ 120. 000,00 a Roberto e sugeriu entregar um carro no mesmo valor como quitação da dívida. Como Roberto aceitou de forma clara a troca da prestação e as partes formalizaram o acordo, a dação em pagamento foi realizada de maneira válida. B) Marina não pode obrigar Roberto a aceitar, já que o credor não é obrigado a receber prestação diferente do combinado. C) A aceitação do carro extingue totalmente a dívida, liberando Marina da obrigação. D) Como definiram o preço do carro, aplicam-se as regras de compra e venda. Roberto, pode acionar as regras do vício redibitório para rejeitar o veículo ou pedir desconto.