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MBA FGV · POWER SKILLS NAS ORGANIZAÇÕES Power Skills na transformação da Concessionária JB Plano de pessoas, liderança e crescimento sustentável em Itupeva Felipe Massayuki Akamine (A58661390) Higor Herculano Marcolan (A58662150) Matheus Coelho Cosenza (A55144800) ITUPEVA · SP Boa noite, Hoje vou apresentar o trabalho para o grupo 04. O grupo é formado pelo Higor, Matheus e eu. Nossa apresentação propõe um plano de reestruturação para que a Concessionária JB deixe de operar em modo de sobrevivência e volte a crescer de forma sustentável. 1 O gargalo é organizacional, não apenas comercial “ A JB tem ativos para crescer, mas ainda não possui um sistema de pessoas capaz de transformar oportunidade em execução.” Histórico, marca e estabilidade já existem. Baixo crescimento combina liderança ausente, equipe antiga e processos frágeis. A virada exige alinhar liderança, cultura, competências, processos e incentivos. Power skills são o elo entre estratégia e comportamento diário. Concessionária JB · Itupeva O gargalo da JB não é apenas comercial. A empresa possui motivos para crescer, mas ainda não transformou esses ativos em um sistema consistente de pessoas, processos e resultados. Por isso, o nosso foco está nas power skills: competências como comunicação, empatia, inteligência emocional, colaboração, negociação e liderança. A proposta é demonstrar como essas competências podem tornar uma estratégia comercial realmente executável. A lógica da apresentação é simples: capacitar, liderar e crescer.” 2 Mercado primário: Itupeva e relacionamento local. Mercado secundário: Jundiaí, Campinas, Itu, Indaiatuba e Salto. Alcance regional: campanhas, parcerias e eventos direcionados para atrair fluxos das cidades conectadas. Itupeva amplia seu alcance ao conectar mercado local e região 74.994 habitantes estimados em 2025 R$ 149,1 mil PIB per capita em 2023 >34% motos Aumento na quantidade de registros de motocicletas A localização e o ecossistema regional conectam consumo local, circulação, logística, turismo e lazer — ampliando o potencial comercial da concessionária. Fonte: IBGE | Prefeitura de Itupeva A cidade escolhida para o projeto é Itupeva, no interior de SP, aproximadamente 1h de São Paulo, próxima a cidades como Campinas, Jundiaí, Itu, Indaiatuba e assim formando um mercado regional conectado por circulação, consumo e relacionamento. O município atende ao critério do projeto e reúne condições para ser a base de uma operação comercial mais forte. Com um grande alcance regional, podendo realizar campanhas, parcerias e eventos direcionados para atrair os consumidores das cidades próximas. Então, para entender a necessidade da mudança, vou iniciar pelo diagnóstico da empresa. 3 O diagnóstico revela uma organização presa à zona de conforto Governança Proprietário pouco participativo e decisões sem liderança executiva dedicada. Pessoas Equipe antiga, baixa capacitação e ausência de trilhas de desenvolvimento. Mercado Vendas concentradas em poucos itens e baixa exploração do pós-venda. Experiência Estrutura física antiga, relacionamento pouco sistemático e baixa fidelização. O diagnóstico mostra quatro fragilidades: governança pouco participativa, concentração de resultados em poucos itens, baixa exploração do pós-venda e uma experiência ainda pouco sistematizada. O plano de reestruturação responde a essas quatro frentes de maneira integrada. Transição: A primeira condição para essa mudança é definir claramente quem patrocina, quem conduz e quem executa. 4 A mudança precisa de patrocínio, método e responsabilização JB Patrocina o investimento, protege o propósito e cobra resultados; delega a execução e evita centralizar decisões operacionais. Gerente Geral Conduz a transformação, integra as áreas e acompanha o avanço mensal; inspira, mobiliza e cria sentido para a mudança (Liderança Transformacional) Líder de setor Traduz a estratégia em rotina, cuidando de pessoas, indicadores, processos e experiência do cliente; adapta o estilo ao contexto e à maturidade da equipe. (Liderança Situacional) “A transformação precisa de três níveis de liderança: 1) O JB patrocina o investimento e cobra resultados. 2) O Gerente Geral integra as áreas, conduz a mudança e acompanha o avanço mensal (Liderança Transformacional). 3) Os líderes de setor traduzem a estratégia em rotina, cuidando de pessoas, processos, indicadores e experiência do cliente. Adaptando o estilo ao contexto e à maturidade da equipe. (Liderança Situacional) 5 Liderança transformacional “Chave para a virada cultural da empresa” 01 Visão Conectar a equipe a uma concessionária que vende mobilidade, segurança, serviço e comunidade. 02 Engajamento Traduzir metas em desafios claros, reconhecimento e autonomia responsável. 03 Desenvolvimento Feedback, mentoria, PDI e estímulo à melhoria contínua. 04 Adaptação Combinar liderança transformacional e situacional conforme a maturidade do colaborador. Fonte conceitual: Goldschmidt, Power Skills nas organizações, FGV, 2024. Falando sobre a Liderança Transformacional, temos 4 pontos importantes de um líder para gerar a virada cultural da empresa Cria visão, Engajamento dos funcionários, Desenvolvimento de pessoas Adapação ao ambiente conforme a situação Onde, o objetivo é conectar a equipe a uma concessionária que entrega mobilidade, segurança, serviço. Essa liderança deve combinar inspiração com acompanhamento concreto, incluindo feedback, mentoria, PDI e autonomia responsável. 6 Power skills transversais formam o padrão de atendimento Competência Comportamento observável Resultado esperado Comunicação eficaz Alinha expectativas, registra informações e reduz ruído. Menos retrabalho e mais confiança. Foco no cliente Escuta, personaliza a solução e acompanha o ciclo de venda. Maior satisfação e recompra. Colaboração Compartilha dados e resolve problemas entre áreas. Jornada integrada. Inteligência emocional Autorregula-se sob pressão e conduz conflitos. Clima mais estável. Resiliência Aprende com perdas, reclamações e mudanças. Adaptação sem paralisia. Base conceitual: inteligência emocional, social, resiliência e colaboração — FGV. As power skills precisam aparecer em comportamentos observáveis. Aqui temos algumas competências com os comportamentos observáveis e o resultados esperados para transformar o padrão de atendimento. Comunicação eficaz reduz ruído; Foco no cliente melhora a jornada; Colaboração integra áreas; Inteligência emocional estabiliza o clima; Resiliência permite aprender com perdas e mudanças. O resultado esperado é menos retrabalho, mais confiança e maior capacidade de recompra. 7 Matriz de Competências Posição Power skills prioritárias Hard skills indispensáveis Diretor Liderança transformacional, influência e decisão. KPIs, orçamento e gestão de mudanças. Gerente de vendas Liderança situacional, negociação e coaching. CRM, funil e vendas consultivas. Vendedores Escuta ativa, empatia, persuasão e resiliência. Produto, proposta, financiamento e follow-up. Gerente de oficina Liderança servidora, assertividade e solução de problemas. O.S., produtividade, qualidade e garantia. Mecânicos Colaboração, atenção, proatividade e responsabilidade. Diagnóstico, manutenção e padrões técnicos. Suporte Empatia; organização; criatividade e adaptabilidade. ERP/CRM, finanças, mídia e métricas. A seleção deve avaliar competências comportamentais e técnicas de forma integrada. A matriz conecta cada posição às competências comportamentais e técnicas necessárias. Ela serve como referência para contratação, desenvolvimento, avaliação e sucessão. A mensagem central é que a seleção deve avaliar competências comportamentais e técnicas de forma integrada. Dando exemplo ao diretor (gerente geral) – sendo um líder transformador, influente e decisor mas também, conectado com competências técnicas (como KPI / gestão de orçamentos ) para o sucesso da virada do resultado. 8 Área Power Skills Justificativa Gerência(Liderança) Liderança inspiradora; tomada de decisão; inteligência emocional Conduz equipes, resolve conflitos, decide com clareza e mantém o engajamento diante de metas desafiadoras. Vendas Comunicação persuasiva; negociação; orientação para resultados Compreende o cliente, constrói confiança, negocia soluções e mantém foco nas metas comerciais. Atendimento Empatia; escuta ativa; resolução de problemas Acolhe demandas, compreende o cliente e soluciona situações com rapidez e cordialidade. Financeiro Organização; pensamento analítico; responsabilidade Exige precisão, atenção aos detalhes, análise de dados e conformidade dos processos. Oficina Trabalho em equipe; proatividade; atenção aos detalhes Colabora, antecipa necessidades e executa serviços com qualidade e segurança. Marketing Criatividade; pensamento estratégico; adaptabilidade Cria campanhas atrativas, interpreta tendências e ajusta estratégias pelos resultados. Power Skills Este quadro detalha as competências comportamentais por área. Em gerência, liderança e decisão; em vendas, comunicação e negociação; no atendimento, empatia e resolução de problemas; no financeiro, organização e análise; na oficina, colaboração e atenção aos detalhes; e em marketing, criatividade e adaptabilidade. Não leia todas as linhas; cite dois exemplos. Área Hard Skills Justificativa Gerência (Liderança) Gestão de indicadores (KPIs); planejamento estratégico; gestão de pessoas Acompanha metas, analisa resultados, define estratégias comerciais e desenvolve a equipe. Vendas Técnicas de vendas consultivas; conhecimento técnico dos produtos; uso de CRM Domina o produto, conduz negociações consultivas e registra oportunidades e clientes no CRM. Atendimento Operação de CRM/ERP; gestão de agendamentos; técnicas de atendimento Organiza o fluxo, registra informações e entrega atendimento padronizado e eficiente. Financeiro Fluxo de caixa e conciliação; análise financeira; documentos fiscais Controla contas a pagar e receber, faturamento e conformidade fiscal. Oficina Diagnóstico mecânico/eletrônico; manutenção preventiva/corretiva; manuais e equipamentos Aplica procedimentos, utiliza ferramentas específicas e segue padrões da fabricante. Marketing Mídias sociais; tráfego pago (Meta Ads/Google Ads); métricas digitais Atrai clientes, monitora resultados e otimiza investimentos em publicidade. Power Skills As hard skills mostram a capacidade técnica necessária para executar a estratégia: KPIs, planejamento, CRM, ERP, vendas consultivas, diagnóstico de oficina, controle financeiro e métricas digitais. A combinação entre power skills e hard skills evita que a transformação fique apenas no discurso. Contratações / Promoções – capacidades esperadas Gerente Geral: transformação, desenvolvimento de equipes e gestão por indicadores. Líder de vendas: formação de vendedores e soluções completas. Líder de oficina: produtividade, segurança, qualidade e experiência. Marketing/CRM: demanda regional, conteúdo, tráfego e mensuração. Vendedores e mecânicos: competência técnica, ética, escuta e disciplina. Processo: entrevista por competências → simulação de atendimento → role play de negociação → referências profissionais → onboarding de 90 dias. Tempo: 15 segundos. A política de pessoas deve reconhecer competências diferentes em cada função. Gerência, oficina, vendas e marketing exigem combinações específicas de liderança, técnica e relacionamento. A contratação ou promoção deve considerar tanto a capacidade atual quanto o potencial de desenvolvimento. 11 A estrutura proposta separa estratégia, execução e relacionamento Direção Diretor de transformação: integração, ritmo e indicadores. Vendas Gerente + quatro vendedores com carteira regional e abordagem consultiva. Pós-venda Gerente de oficina + mecânicos + atendimento/consultor de serviços. Suporte Financeiro, marketing/CRM e dois estagiários em formação. Movimentos internos: promover colaboradores aderentes a consultor de serviços, instrutor de integração e apoio de relacionamento; contratar externamente as competências críticas ausentes. Direção, vendas, pós-venda e suporte precisam ter responsabilidades claras, mas operar com integração. A transformação só será percebida pelo cliente se as áreas deixarem de funcionar como silos. 12 Plano de Ação para equipe interna Reter e promover Alto desempenho e aderência cultural. PDI, mentoria e responsabilidade ampliada. Requalificar Bom conhecimento técnico, baixa colaboração. Feedback, coaching e metas comportamentais. Substituir gradualmente Baixa entrega e baixa aderência. Critérios objetivos, prazo e transição responsável. Desenvolver ou contratar Potencial sem experiência recebe rotação; capacidade crítica ausente é buscada no mercado. IMPORTANTE O plano combina retenção de talentos, requalificação, substituição gradual de perfis desalinhados e contratação ou desenvolvimento de competências críticas. A lógica é preservar conhecimento, corrigir lacunas e acelerar a mudança sem ruptura desnecessária. 13 Onboarding Semana 1 Cultura, propósito, ética, segurança, portfólio e jornada do cliente. 30 dias ERP/CRM, processos, padrões de atendimento e interação entre áreas. 60 dias Definição de papéis, metas assistidas, atendimento supervisionado e feedback semanal. 90 dias Autonomia progressiva, apresentação de indicadores e PDI individual. Aqui , o onboarding organiza a entrada e o desenvolvimento das pessoas em etapas: primeira semana, trinta, sessenta e noventa dias. Isso cria clareza de expectativas, acompanhamento e integração, reduzindo o risco de contratar e deixar o profissional sem direção. 14 Metodologia 70–20–10 70% Na prática Job rotation, projetos de melhoria, metas e desafios reais. 20% Nas relações Mentoria, feedback, coaching e workshops integrados. 10% Formação formal Cursos, certificações, treinamentos da fabricante e EAD. Tempo: 15 segundos. O desenvolvimento será aplicado principalmente na prática, apoiado por relações de aprendizagem e complementado por formação formal. A metodologia 70–20–10 conecta a capacitação aos desafios reais da operação. 15 Plano de Estágio 0–3 meses Integração, sistemas, comunicação e trabalho em equipe. 4–12 meses Rotinas supervisionadas, indicadores e resolução de problemas. 13–18 meses Projetos, apresentação de resultados e autonomia. 19–24 meses Projeto final, avaliação e possível efetivação. Tempo: 15 segundos. O plano de estágio cria uma entrada progressiva para novos talentos, com acompanhamento ao longo do tempo. O objetivo é formar profissionais alinhados à cultura, aos processos e às necessidades futuras da JB. 16 Incentivos devem premiar resultado, qualidade e colaboração Mecanismo Aplicação Indicador Fixo Estabilidade para todas as posições. Elegibilidade e permanência. Bônus coletivo Metas globais e integração entre áreas. Satisfação e rentabilidade. Variável individual Vendas de motos e produtos agregados. Conversão, ticket e margem. Reconhecimento Setorial Produtividade, qualidade e destaque mensal. Retrabalho, prazo e avaliação. Os incentivos devem premiar resultado, qualidade e colaboração. Aqui adotamos alguns mecanismos para premiação dos colaboradores, assim evitando que a remuneração estimule apenas o curto prazo e reforça o comportamento coletivo, a produtividade e a qualidade da entrega. 17 Investimentos Frente Premissa indicativa Investimento Consultoria de recrutamento Contratações críticas; fee enxuto sobre remuneração R$ 55 mil Capacitação e Universidade JB Trilhas, workshops, certificações e eventos prioritários R$ 50 mil CRM, ERP e dados Implantação essencial, parametrização e treinamento R$ 55 mil Oficina e experiência Ferramentas, segurança, sinalização e atendimento R$ 50 mil Showroom e jornada do cliente Adequações prioritárias e pontos de relacionamento R$ 60 mil Eventos mensais Seis eventos prioritários, média indicativa de R$ 5 mil R$ 30 mil Montante total de transformação no primeiro ano R$ 300 milO primeiro ano exige um investimento de transformação de R$ 300 mil. O valor está distribuído entre recrutamento, capacitação, CRM/ERP e dados, oficina e experiência, showroom e jornada do cliente e eventos prioritários. Cada frente deve ter responsável, prazo, indicador e evidência de avanço. O investimento cria a infraestrutura mínima para a mudança se sustentar. Ênfase: verbalize o total antes de mencionar as frentes. 18 Cronograma de Desenvolvimento 0–3 MESES Reestruturar Entregas: diretor e gerências; matriz de talentos; onboarding; CRM; linha de base de NPS/CSAT e funil comercial. 3–12 MESES Consolidar Entregas: trilhas por cargo; vendas de serviços agregados; eventos mensais; produtividade da oficina; reposição seletiva. 12–24 MESES Escalar Entregas: plano de carreira; sucessão; liderança interna; expansão regional seletiva; estudo de novo ponto. Regra de decisão: a expansão só deve avançar após estabilidade de processos, indicadores, liderança e caixa operacional. Cronograma de Desenvolvimento Curto Prazo (0–3 meses): Integração e Padronização Objetivo: garantir que todos os colaboradores dominem os processos internos e os padrões de atendimento. Ações: Programa de integração (onboarding). Capacitação nos sistemas internos (ERP e CRM). Treinamentos técnicos específicos por função. Workshop sobre atendimento ao cliente e cultura organizacional. Avaliação inicial de competências. Médio Prazo (3–12 meses): Aperfeiçoamento e Desenvolvimento Objetivo: elevar o desempenho técnico e fortalecer competências comportamentais. Ações: Trilhas de aprendizagem por cargo. Treinamentos de negociação e experiência do cliente. Desenvolvimento de inteligência emocional e comunicação. Participação em feiras, eventos e treinamentos da fabricante. Programa estruturado de feedback e acompanhamento individual. Longo Prazo (12+ meses): Liderança e Inovação Objetivo: formar especialistas e preparar sucessores para posições estratégicas. Ações: Programa de formação de lideranças. Certificações técnicas avançadas. Capacitação em análise de indicadores e gestão estratégica. Projetos de inovação e melhoria contínua. Plano de carreira com critérios claros para promoção. De zero a três meses, a JB reestrutura papéis, processos e indicadores. De três a doze meses, consolida a operação, desenvolve pessoas e estabiliza a experiência. De doze a vinte e quatro meses, escala seletivamente. A regra é simples: expansão somente depois de estabilidade. 19 O painel de gestão conecta power skills a resultados Cada competência deve aparecer em comportamentos observáveis e em indicadores de desempenho. Cliente NPS/CSAT, reclamações, retorno e taxa de recompra. Vendas Leads, conversão, ticket médio, produtos agregados e alcance regional. Oficina Ocupação, horas produtivas, retrabalho, prazo e receita por ordem de serviço. Pessoas Turnover, absenteísmo, conclusão de trilhas, avaliação de 90 dias e promoções internas. Cultura Pulse survey, qualidade dos feedbacks e colaboração entre áreas. O painel transforma a estratégia em acompanhamento. Cliente, vendas, oficina, pessoas e cultura precisam ser monitorados por indicadores e comportamentos. A gestão deixa de avaliar apenas o resultado final e passa a acompanhar os sinais que produzem esse resultado. 20 A JB pode deixar de sobreviver e voltar a crescer 01 Liderança Direção executiva, visão compartilhada e responsabilização. 02 Competências Power skills incorporadas à seleção, ao desenvolvimento e à avaliação. 03 Experiência Atendimento consultivo, oficina confiável e comunidade regional. 04 Expansão Novos mercados somente após processos, indicadores e sucessão. Conclusão: a vantagem competitiva da concessionária será transformar competências comportamentais em comportamentos observáveis, resultados mensuráveis e relacionamento de longo prazo. Este slide resume a tese da transformação. Liderança cria direção e responsabilização. Competências transformam a cultura em práticas. Experiência converte essas práticas em confiança e relacionamento. Expansão só deve acontecer quando processos, indicadores, caixa e sucessão estiverem preparados. A concessionária pode deixar de sobreviver e voltar a crescer, mas a sequência importa: primeiro organizar e liderar; depois desenvolver e entregar; finalmente, escalar. 21 Referências e premissas Fontes utilizadas FGV. Goldschmidt, Cristina. Power Skills nas organizações. Rio de Janeiro: FGV, 2024. Apostila fornecida pelo usuário. Plano de negócio. Problemática, estrutura, dados gerais e propostas para a Concessionária JB em Itupeva. Documento fornecido pelo usuário. IBGE. Itupeva — Cidades e Estados. Dados de população, PIB per capita, escolarização e IDHM: https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/sp/itupeva.html Prefeitura de Itupeva. Informações sobre o Distrito Turístico Serra Azul e articulação regional: https://itupeva.sp.gov.br/ Prefeitura de Louveira. Informações sobre o Distrito Turístico Serra Azul: https://www.louveira.sp.gov.br/ TOTVS Metodologia 70-20-10: o que é e como aplicar no desenvolvimento de pessoas. [S. l.]: TOTVS, [s. d.]. Disponível em: https://www.totvs.com/blog/gestao-para-recursos-humanos/metodologia-70-20-10/. Acesso em: 12 ago. 2026. 22 image1.jpg image2.jpg image3.jpg image4.png image5.jpg image6.jpg image7.jpg image8.jpg image9.jpg image10.jpg image11.jpg image12.jpg image13.jpg image14.jpg image15.jpg image16.jpg image17.jpg image18.jpg image19.jpg