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A R T I C U L A D O R Instrumento mecânico utilizado para simular as relações e movimentos maxilomandibulares do paciente em laboratório, com a finalidade de estudo/reabilitação da oclusão e confecção de dispositivos que serão posteriormente utilizados pelo paciente, de forma harmônica com a anatomia e fisiologia das ATM. A R T I C U L A D O R Precursores (séculos XVIII-XIX) Gariot (1805) é geralmente citado como um dos primeiros a propor um dispositivo simples para simular a oclusão, ainda muito rudimentar. Evans (1840) desenvolveu um dos primeiros aparelhos articulados, ainda sem preocupação com os movimentos mandibulares reais. H I S T Ó R I C O A R T I C U L A D O R Articuladores não ajustáveis (charneira simples) Reproduziam apenas o movimento de abertura e fechamento em dobradiça, sem considerar os movimentos excêntricos (lateralidade e protrusão). Muito limitados para reabilitações complexas, mas ainda usados hoje para casos simples (modelos de estudo, poucos dentes envolvidos). H I S T Ó R I C O A R T I C U L A D O R Bonwill (1858-1866) — marco conceitual George Bonwill descreveu o "triângulo de Bonwill", relação geométrica entre os côndilos e os incisivos inferiores. Criou um dos primeiros articuladores com tentativa de reproduzir relações anatômicas, base para articuladores subsequentes. H I S T Ó R I C O A R T I C U L A D O R Articuladores semiajustáveis (final séc. XIX - início séc. XX) Walker (1896) e depois Snow (1906), com o arco facial, permitiram transferir a relação maxila-ATM para o articulador. Gysi (1908/1910) é considerado um marco fundamental: desenvolveu articuladores que incorporavam guias condilares ajustáveis e estudou sistematicamente os movimentos mandibulares Essa fase estabeleceu o conceito de reproduzir, ainda que parcialmente, os movimentos excêntricos da mandíbula (guias condilar e incisal regulávies). H I S T Ó R I C O A R T I C U L A D O R Articuladores totalmente ajustáveis (pantográficos) McCollum (1921-1924), fundador da Gnathological Society, desenvolveu o pantógrafo, permitindo registrar tridimensionalmente os movimentos mandibulares reais do paciente. Deu origem aos articuladores "totalmente ajustáveis", capazes de reproduzir com alta fidelidade trajetórias condilares individualizadas (ex: Hanau,Stuart, Denar). Consolidou a chamada Escola Gnatológica, com forte influência na oclusão baseada em critérios mecânicos e anatômicos rígidos. H I S T Ó R I C O A R T I C U L A D O R Evolução e diversificação (meados-final do séc. XX) Surgimento de diferentes filosofias oclusais (função em grupo, guia canina, oclusão mutuamente protegida) influenciando o desenho e o uso dos articuladores. Popularização de articuladores semiajustáveis tipo “arcon" (ex: Whip-Mix, Bio- Art) e "não-arcon" (Dentatus, Hanau), mais práticos clinicamente que os totalmente ajustáveis. H I S T Ó R I C O A R T I C U L A D O R H I S T Ó R I C O A R T I C U L A D O R H I S T Ó R I C O A R T I C U L A D O R H I S T Ó R I C O N Ã O A R C O N A R C O N A R T I C U L A D O R H I S T Ó R I C O A R C O N Em 1950, Bergstron classificou os articuladores como condilares e não condilares. Os condilares são aparelhos que têm mecanismos que representam os côndilos (unidos ao ramo inferior ou ao corpo do articulador, assim como os côndilos estão unidos à mandíbula) e a guia condilar está unida ao ramo superior do articulador, simulando a própria cavidade articular; portanto, são chamados de arcon, que vem da palavra articulador condilar. A R T I C U L A D O R H I S T Ó R I C O N Ã O A R C O N Os articuladores não condilares são aqueles que têm o mecanismo representativo dos côndilos unidos ao ramo superior do articulador, também chamados de não arcon. O fato de a guia condilar estar unida ao ramo superior ou ao inferior não traz consequências, mas, nos articuladores do tipo arcon, ao elevar o ramo superior, a guia condilar sofre variações na sua inclinação. A R T I C U L A D O R H I S T Ó R I C O A R T I C U L A D O R H I S T Ó R I C O A R T I C U L A D O R H I S T Ó R I C O A R T I C U L A D O R H I S T Ó R I C O A R T I C U L A D O R C O M P O N E N T E S Ângulo de Bennet E espaço intercondilar Pino Incisal Corpo Guia Côndilar Ramo Bolacha ou Platina Guia de Movimento lateral A R T I C U L A D O R C O M P O N E N T E S Ângulo de Bennet E espaço intercondilar Pino Incisal Corpo Guia Côndilar Ramo Bolacha ou Platina Guia de Movimento lateral O corpo é representado por dois postes unidos cuja função é dar suporte a todo o conjunto, estabelecendo a distância entre os ramos (entre 8 e 10cm) para prover espaço suficiente ao posicionamento dos modelos superior e inferior. CORPO A R T I C U L A D O R C O M P O N E N T E S Ângulo de Bennet E espaço intercondilar Pino Incisal Corpo Guia Côndilar Ramo Bolacha ou Platina Guia de Movimento lateral Em um articulador do tipo arcon, podem-se manter as esferas condilares, representativas do côndilo, fixas (sem movimentos) ou permitir a sua aproximação ou separação de acordo com a distância condilar do paciente. Na grande parte dos articuladores não arcon, as distâncias são fixas. CORPO A R T I C U L A D O R C O M P O N E N T E S Ângulo de Bennet E espaço intercondilar Pino Incisal Corpo Guia Côndilar Ramo Bolacha ou Platina Guia de Movimento lateral São hastes horizontais presentes nas regiões superior e inferior do articulador, que devem ser paralelas durante o trabalho protético, tendo a função de manter os modelos em relação pelos seus suportes RAMOS A R T I C U L A D O R C O M P O N E N T E S Ângulo de Bennet E espaço intercondilar Pino Incisal Corpo Guia Côndilar Ramo Bolacha ou Platina Guia de Movimento lateral Dependendo do articulador, podem estar localizadas no ramo superior ou unidas aos postes. Elas representam as fossas articulares, tendo como finalidade orientar os movimentos das esferas condilares, tanto no sentido anteroposterior quanto no sentido lateral. GUIAS CONDILARES A R T I C U L A D O R A R C O F A C I A L Dispositivo para registrar e transferir informações posicionais tridimensionais da arcada superior do paciente para o articulador. A finalidade do arco facial é orientar a montagem de um modelo de gesso da maxila, relacionando-o espacialmente ao eixo rotacional mecânico do articulador e simulando a relação da maxila com o eixo terminal transversal de rotação dos côndilos da mandíbula e com os ossos do crânio do paciente. A R T I C U L A D O R A R C O F A C I A L Registra a distância intercondilar, o que permite a montagem do modelo superior, com as características individuais de posição, inclinação e grau de assimetria da arcada dentária em relação aos côndilos, bem como a montagem posterior do modelo inferior e a simulação dos movimentos mandibulares do paciente ao redor do eixo de rotação de seus côndilos Reabilitação de pacientes que requeiram um mínimo de ajustes intraorais, pois a montagem dos modelos em articulador, com relação similar à encontrada na boca do paciente, permite que os dentes excursionem da mesma maneira como na boca sem interferências iatrogênicas e com menor necessidade de ajustes clínicos. A R T I C U L A D O R A R C O F A C I A L A R T I C U L A D O R Â N G U L O D E B E N N E T X M O V I M E N T O D E B E N N E T A R T I C U L A D O R O movimento de Bennett é o deslocamento lateral (translação) do côndilo de trabalho durante os movimentos mandibulares de lateralidade. Quando a mandíbula se move para um lado (por exemplo, para a direita), o côndilo do lado para onde o movimento ocorre (côndilo de trabalho) não gira apenas em torno de um eixo vertical, ele também se desloca lateralmente (para fora), ao invés de permanecer fixo como um simples eixo de rotação. Esse deslocamento lateral do côndilode trabalho é o que caracteriza o movimento de Bennett. M O V I M E N T O D E B E N N E T A R T I C U L A D O R O ângulo de Bennett é a medida angular que quantifica a trajetória do côndilo de balanceio (não trabalho) durante o movimento lateral, em relação ao plano sagital mediano. • É formado entre o plano sagital e a trajetória de movimento do côndilo de balanceio, projetada no plano horizontal. • Representa o grau de inclinação do trajeto condilar de balanceio para frente e para dentro (medial). • Valores médios costumam variar entre 7° e 20°, sendo frequentemente citado um valor médio de aproximadamente 15°. Â N G U L O D E B E N N E T A R T I C U L A D O R Â N G U L O E M O V I M E N T O D E B E N N E T MOVIMENTO ÂNGULO A R T I C U L A D O R Â N G U L O C O N D I L A R Ângulo que reproduz a inclinação da eminência articular do temporal, guiando o trajeto do côndilo durante o movimento de protrusão mandibular (deslizamento para frente). No articulador semi-ajustável, essa guia é representada por uma caixa condilar inclinável, cujo ângulo pode ser regulado para simular, o mais fielmente possível, o trajeto que os côndilos do paciente percorrem contra a eminência articular durante a protrusão. A R T I C U L A D O R Â N G U L O C O N D I L A R Registro clínico do trajeto condilar: O ângulo é obtido a partir de registros de mordida em protrusão, que capturam o trajeto real do côndilo do paciente ao se mover para frente e para baixo. Transferência para o articulador: Esse valor angular (geralmente entre 30° e 60°, com média próxima de 30°, é então ajustado na caixa condilar do articulador, ajustando a guia protrusiva para reproduzir a trajetória individual do paciente. A R T I C U L A D O R Â N G U L O C O N D I L A R Impacto no desenho oclusal: Quanto mais íngreme o ângulo condilar, maior a desoclusão posterior durante a protrusão, permitindo cúspides mais altas nas restaurações sem gerar interferências. Quanto mais suave o ângulo, menor a desoclusão, exigindo cúspides mais baixas (mais planas) para evitar contatos prematuros nos movimentos excursivos. Consequência clínica: Ajuste incorreto do ângulo condilar (por exemplo, usar valores médios de tabela ao invés do registro individual do paciente) pode levar a restaurações com interferências oclusais em protrusão, gerando sobrecarga nos dentes anteriores, desgaste excessivo, ou desconforto. A R T I C U L A D O R A J U S T E D O S Â N G U L O S A R T I C U L A D O R A J U S T E D O S Â N G U L O S A R T I C U L A D O R A J U S T E D O S Â N G U L O S A R T I C U L A D O R M O N T A G E M A R T I C U L A D O R M O N T A G E M A R T I C U L A D O R M O N T A G E M A R T I C U L A D O R M E S A D E C A M P E R A R T I C U L A D O R C I R Ú R G I C O A R T I C U L A D O R C I R Ú R G I C O A R T I C U L A D O R F U N Ç Õ E S • Permitem que o profissional observe as relações oclusais entre os maxilares do paciente, proporcionando uma visão tridimensional da oclusão; • Fornecem ao operador um melhor senso de perspectiva, proporcionando uma estética satisfatória e evitando restaurações fora do plano oclusal correto; • Permitem o encerramento diagnóstico e o reposicionamento dental nos modelos com um grau de precisão que irá depender do tipo de articulador a ser utilizado; • Permitem a montagem de dentes artificiais com auxílio de planos de orientação nas próteses parciais removíveis e totais. A R T I C U L A D O R D E S P R O G R A M A Ç Ã O O C L U S A L Esses dispositivos permitem o afastamento dos dentes posteriores e são mantidos em posição por 5 a 15 minutos, promovendo a desmemorização do reflexo proprioceptivo dos dentes e da musculatura. Permite que o paciente "esqueça" a posição habitual da mandíbula Facilita a manipulação A R T I C U L A D O R D E S P R O G R A M A Ç Ã O O C L U S A L Na presença de interferências oclusais, o sistema neuromuscular "aprende" um padrão de fechamento que desvia a mandíbula de sua posição musculoesqueleticamente estável para evitar o contato prematuro, mascarando a verdadeira relação entre as arcadas. POR QUE É NECESSÁRIO? A R T I C U L A D O R D E S P R O G R A M A Ç Ã O O C L U S A L – T i r a s d e L o n g A R T I C U L A D O R D E S P R O G R A M A Ç Ã O O C L U S A L INDICAÇÕES – JIG DE LUCIA: Desprogramador muscular Manutenção do paciente em RC para registro A R T I C U L A D O R D E S P R O G R A M A Ç Ã O O C L U S A L QUAL O MELHOR MECANISMO PARA MANIPULAÇÃO EM RC? A R T I C U L A D O R D E S P R O G R A M A Ç Ã O O C L U S A L Ao eliminar o contato dos dentes posteriores, remove-se o input proprioceptivo periodontal responsável por guiar o fechamento habitual; Isso reduz a atividade dos músculos elevadores (temporal e masseter), já que o reflexo de proteção periodontal não é mais acionado pelos dentes posteriores; Sem as interferências, o côndilo tende a se posicionar mais facilmente em relação cêntrica, guiado principalmente pela musculatura e pelos ligamentos, e não pelos contatos dentários. COMO FUNCIONA (MECANISMO): J I G D E LU C I A Yo u t u b e : G r u p o D e n t a l R e s e a r c h E X A M E C L Í N I C O E A N A M N E S E Estudos epidemiológicos indicam que 50%-60% da população apresenta ao menos um sinal de alguma perturbação funcional do sistema mastigatório, muitos deles subclínicos, ou seja, imperceptíveis ao próprio paciente. Isso não significa que todo sinal exija tratamento, a decisão depende da significância, da etiologia e do prognóstico de cada achado. História e um exame completos são a base de qualquer diagnóstico correto. P R E V A L Ê N C I A D E D T M E X A M E C L Í N I C O E A N A M N E S E Como a prevalência de DTM é alta, recomenda-se que todo paciente odontológico passe por uma triagem simples, independentemente da queixa principal. O objetivo da anamnese e do exame de triagem é identificar pacientes que apresentam sinais subclínicos, bem como sintomas que o próprio paciente pode não relacionar às DTMs, mas que estão frequentemente associados a alterações funcionais do sistema mastigatório (por exemplo, dores de cabeça e sintomas relacionados aos ouvidos). QUESTIONÁRIO CLÍNICO: entrevista direta ou incluir na anamnese T R I A G E M E X A M E C L Í N I C O E A N A M N E S E 1. Você apresenta dificuldade e/ou dor para abrir a boca, por exemplo, ao bocejar? 2. Sua mandíbula fica “presa”, “travada” ou “sai do lugar”? 3. Você apresenta dificuldade e/ou dor ao mastigar, falar ou movimentar a mandíbula? 4. Você percebe ruídos nas articulações da mandíbula? 5. Suas mandíbulas costumam apresentar sensação de rigidez, tensão ou cansaço? 6. Você sente dor na região dos ouvidos, têmporas ou bochechas? 7. Você apresenta dores de cabeça, dores no pescoço ou dores de dente frequentes? 8. Você sofreu recentemente alguma lesão ou trauma na cabeça, pescoço ou mandíbula? 9. Você percebeu recentemente alguma alteração na sua mordida? 10. Você já recebeu tratamento anteriormente para alguma dor facial sem causa esclarecida ou para algum problema na articulação da mandíbula? T R I A G E M - P e r g u n t a s E X A M E C L Í N I C O E A N A M N E S E Inspeção da simetria facial Observação dos movimentos mandibulares Palpação bilateral dos músculos temporal e masseter e da lateral das ATMs. T R I A G E M - E x a m e E X A M E C L Í N I C O E A N A M N E S E Se a triagem for positiva, parte-se para uma história e exame completos, que investigam três estruturas básicas: músculos, ATMs e dentição. T R I A G E M E X A M E C L Í N I C O E A N A M N E S E Histórico clínico: Ao contrário do exame para doenças dentárias (onde a maior parte do diagnóstico vem do exame clínico), em quadros de dor 70% a 80% da informação diagnóstica vem da história, e uma parcela menor do exame físico. Queixaprincipal e dor: Queixa principal deve ser registrada nas palavras do próprio paciente. Quando há mais de uma queixa, cada uma é detalhada separadamente e depois se avalia a relação entre elas. História médica geral, revisão de sistemas e avaliação psicológica A N A M N E S E E X A M E C L Í N I C O E A N A M N E S E E X A M E M U S C U L A R A dor muscular normalmente resulta de sobrecarga funcional (hiperatividade, bruxismo) ou trauma direto: Palpação Manipulação funcional Amplitude de abertura bucal E X A M E C L Í N I C O E A N A M N E S E E X A M E M U S C U L A R Palpação Pressão firme e circular de cerca de 1 kg por 2 segundos com o dedo médio (indicador e anelar avaliando áreas adjacentes). A resposta do paciente é registrada em escala de 0 a 3 (0 = sem dor; 1 = desconforto; 2 = dor definida; 3 = dor intensa com reação de esquiva). Músculos rotineiramente palpados: temporal (porções anterior, média e posterior, além do tendão), masseter (porções superficial e profunda), esternocleidomastóideo e musculatura cervical posterior (esplênio da cabeça e trapézio). Também se buscam pontos-gatilho (bandas musculares hipersensíveis), que podem gerar dor referida característica relevantes, por exemplo, na cefaleia de origem no trapézio. E X A M E C L Í N I C O E A N A M N E S E E X A M E M U S C U L A R Manipulação Funcional Para músculos praticamente impalpáveis (pterigóideos lateral inferior, lateral superior e medial), usa-se a manipulação funcional: contrair e depois alongar o músculo para ver se ambas as ações aumentam a dor. Músculo Contraindo Alongando Músculo pterigóideo lateral inferior Protrusão contra resistência, ↑ dor Apertamento sobre os dentes, ↑ dor / Apertamento sobre separador, sem dor Músculo pterigóideo lateral superior Apertamento sobre os dentes, ↑ dor / Apertamento sobre separador, ↑ dor Apertamento sobre os dentes, ↑ dor / Apertamento sobre separador, ↑ dor / Abertura da boca, sem dor Músculo pterigóideo medial Apertamento sobre os dentes, ↑ dor / Apertamento sobre separador, ↑ dor Abertura da boca, ↑ dor E X A M E C L Í N I C O E A N A M N E S E E X A M E M U S C U L A R Manipulação Funcional Músculo Pterigóideo Medial Músculo Pterigóideo Lateral Inferior Músculo Pterigóideo Lateral Superior Distúrbio Intracapsular Abertura ampla Dor ↑ Dor ↑ levemente Sem dor Dor ↑ Protrusão contra resistência Dor ↑ levemente Dor ↑ Sem dor Dor ↑ Apertamento sobre os dentes Dor ↑ Dor ↑ Sem dor Dor ↑ Apertamento sobre separador (unilateral) Dor ↑ Sem dor Dor ↑ Sem dor Protrusão contra resistência com separador unilateral Dor ↑ levemente Dor ↑ Dor ↑ levemente (se apertamento sobre separador unilateral) Sem dor E X A M E C L Í N I C O E A N A M N E S E E X A M E M U S C U L A R Amplitude de abertura bucal A abertura interincisal normal fica entre 53–58 mm; considera-se restrição abaixo de 40 mm (levando em conta idade e porte do paciente). Mede-se a abertura confortável máxima (até sentir dor) e a abertura máxima (mesmo com dor). Também se registram movimentos laterais (