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Resumo Ortese e Prótese - disciplina toda
Ótese e Prótese (Universidade Castelo Branco)
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Resumo Ortese e Prótese - disciplina toda
Ótese e Prótese (Universidade Castelo Branco)
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Resumo Ortese e Prótese - Aula 1
Órtese: Segundo Sampol - São equipamentos terapêuticos que auxiliam a 
função do aparelho locomotor nos programas de recuperação físico-
funcional, prevenindo e corrigindo deformidades, dando função aos 
segmentos, colaborando para o desempenho normal dos segmentos, 
melhorando e facilitando a marcha, imobilizando e estabilizando articulações 
nos membros inferiores, superiores e tronco e melhorando as condições nas 
atividades da vida diária e profissional.
Prótese: São aparelhos ou peças que propõe substituir um órgão ou membro,
na sua totalidade ou em parte, o que poderá se possível, reproduzir suas 
formas e prestar os mesmos serviços.
Objetivos: 
1- Imobilizar: dando repouso a tecidos com lesão ou inflamações, em 
articulações e espasmos musculares.
2- Sustentar peso corporal: Em pacientes com déficit de força muscular ou 
paralisia de uma ou mais extremidades
3- Dominar movimentos involuntários: em pacientes com encefalopatia.
4- Prevenir deformidades: em lesões do SNC (em paralisia motora) evitando 
retrações.
5- Recuperar funções: Facilitando funções nas AVDs e AVPS ;auxiliando na 
marcha; manter posicionamento correto do segmento
Classificação:
1- Estática ou rígida : Não possui partes móveis, não possibilita movimento 
articular
2- Dinâmica ou funcional: possui partes moveis (movimento realizado por 
elástico, polias, motores...)
3- Articuladas ou não rígidas
Nomeclaturas: As órtese recebiam denominações relacionadas a 
pesquisadores ,cidades,centros de pesquisas, algumas delas:
1- AFO-Ancle (tornozelo)
2- KAFO- Kenee (joelho)
3- HKAFO-Hip(quadril)
4- OTLS (Órtese tóraco- lombosacral)
Contra Indicações:
1- Restrição de articulações funcionais
2- Piora da postura e da marcha
3- Aparecimento ou piora da dor
4- Desenvolvimento de escaras
5- Desconforto emocional
a) Efeitos Negativos:
i. Dependência Física
ii. Dependência Psicológica
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Nomeclaturas - Órteses de Marcha
1- AFO – Órtese tornozelo pé
2- KAFO – Órtese Joelho Tornozelo Pé
3- HKAFO – Órtese Quadril Joelho tornozelo pé
4- THKAFO – Tronco Quadril Joelho tornozelo pé
Nomeclaturas - Coluna Vertebral
1- Colete Milwalkee
2- Colar Cervical apoio mentoniano
3- Colete cadeira de braço
4- Colete Jewet
Nomeclaturas - Membros Inferiores
1- Bota Robocop
2- Joelheira
3- Tira sub-patelar
4- Tornozeleira
Nomeclaturas - Membros Superiores
1- Imobilizador de membro superior ou tipóia
2- Cotoveleira
3- Imobilizador de dedos
Itens a serem levados em consideração pelos profissionais
a) Prescrever rotina de uso.
b) Dependendo do nível de incapacidade, o ideal é que o paciente tenha 
acompanhamento multidisciplinar.
c) Um aparelho mal prescrito, desnecessário, mal confeccionado pode retardar
ou inclusive malograr de definitivamente sua a capacidade de recuperação 
funcional.
d) Uma prescrição apropriada requer compreensão de anatomia, 
cinesiologia, biomecânica e a fisiopatologia do distúrbio, deve dar 
funcionalidade e conforto
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Classificação:
Pré fabricada: 
 Baixo custo
 Praticidade 
 Nem sempre atende as necessidades
 Ajustável
Sob medida:
 Alto custo
 Boa adaptação
 Indicação especifica
Órtese para membros inferiores
1- Objetivos
a) Estabilizar articulações
b) Prevenir e ou minimizar deformidades
c) Prevenir e ou minimizar contraturas e retrações
d) Diminuir quadro álgico
e) Auxiliar marcha
f) Reduzir clônus
Resumo Aula 2 òrtese e prótese -Membros Inferiores
Órtese: Segundo Sampol - São equipamentos terapêuticos que auxiliam a 
função do aparelho locomotor nos programas de recuperação físico-
funcional, prevenindo e corrigindo deformidades, dando função aos 
segmentos, colaborando para o desempenho normal dos segmentos, 
melhorando e facilitando a marcha, imobilizando e estabilizando articulações 
nos membros inferiores, superiores e tronco e melhorando as condições nas 
atividades da vida diária e profissional.
Prótese: São aparelhos ou peças que propõe substituir um órgão ou membro,
na sua totalidade ou em parte, o que poderá se possível, reproduzir suas 
formas e prestar os mesmos serviços.
Objetivos: 
6- Imobilizar: dando repouso a tecidos com lesão ou inflamações, em 
articulações e espasmos musculares.
Clônus: série de contrações musculares 
involuntárias que ocorre em um músculo 
após ser estirado
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7- Sustentar peso corporal: Em pacientes com déficit de força muscular ou 
paralisia de uma ou mais extremidades
8- Dominar movimentos involuntários: em pacientes com encefalopatia.
9- Prevenir deformidades: em lesões do SNC (em paralisia motora) evitando 
retrações.
10- Recuperar funções: Facilitando funções nas AVDs e AVPS ;auxiliando na 
marcha; manter posicionamento correto do segmento
Contra Indicações:
1- Restrição de articulações funcionais
2- Piora da postura e da marcha
3- Aparecimento ou piora da dor
4- Desenvolvimento de escaras
5- Desconforto emocional
Órteses de Membros Inferiores: São aparelhos de sustentação ,cuja estrutura
básica é de natureza metálic
Objetivos:
1- Estabilizar articulações
2- Prevenir e ou minimizar deformidades
3- Prevenir e ou minimizar contraturas e retrações
4- Diminuir quadro algico
5- Auxiliar marcha
6- Reduzir clonus
Cuidados Terapêuticos
1- Programa de exercícios - condicionamento cardiorespiratorio
2- As órteses devem ser estéticas e funcionai
Componentes: Tem função de sustentação, alinhamento e 
compensação
Órteses de Plástico:
1- Material mais utilizado é o PVC
2- Obedecem o mesmo critério das órteses convencionais3- Podendo ser associada a material metálico
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Tipos de Órteses: 
Calçados Órtesicos: 
 Quando não há deformidades e preservação da sensibilidade 
pode ser fabricado sem características terapêuticas.
 Quando há desvio de valgo e varo,é ideal a prescrição de 
bota,por conferir mais instabilidade.
Palmilhas - Indicações
 pacientes com dismetria
 Pacientes com esporão de calcâneo
 Pacientes com desnivelamento da pelve
 São colocadas internamente no sapato
AFO - tornozelo - Indicações:
 Pé torto congênito
 Pós cirúrgico
 Entorse
 Paciente hemiplégico
Joelho 
 Quando utilizado bloqueio,este é feito por anéis
 Ao sentar deve haver acessórios que destrave os anéis
 Objetiva estabilização do joelho,favorecimento da marcha
KAFO - Órtese Joelho Tornozelo Pé - Indicações:
 Pacientes com desvios de valgo e ou varo
 Geno flexo e ou geno recurvato
HKFO - Órtese Quadril Joelho tornozelo pé - Indicações:
 pacientes paraplégicos
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 pacientes com equilíbrio precário de tronco
 Facilita posição ortostática - necessita de treinamento
Órtese de Propulsão Recíproca
Criada na década de 80,na universidade da lousiana e aperfeiçoada 
na Inglaterra, Denominou-se ARGO - Advance Recipeocal Gait Orthesis - ela 
é Confeccionada de Plástico e Liga metálico, logo é uma órtese de alto custo.
A mesma possui baixo gasto energético e requer um treinamento específico 
para sua utilização.
Resumo Aula 3 - Membros Superiores
Órtese: Segundo Sampol - São equipamentos terapêuticos que auxiliam a 
função do aparelho locomotor nos programas de recuperação físico-
funcional, prevenindo e corrigindo deformidades, dando função aos 
segmentos, colaborando para o desempenho normal dos segmentos, 
melhorando e facilitando a marcha, imobilizando e estabilizando articulações 
nos membros inferiores, superiores e tronco e melhorando as condições nas 
atividades da vida diária e profissional.
Nomeclaturas - Coluna Vertebral
5- Colete Milwalkee
6- Colar Cervical apoio mentoniano
7- Colete cadeira de braço
8- Colete Jewet
Nomeclaturas - Membros Superiores
4- Imobilizador de membro superior ou tipóia
5- Cotoveleira
6- Imobilizador de dedos
Objetivos:
1- Prevenir deformidades
2- Diminuir processos dolorosos articulares e algias musculares
3- Auxiliar AVDS e AVPS
4- Auxiliar em casos de desequilíbrio muscular provocado por paralisia
Contra Indicações:
6- Restrição de articulações funcionais
7- Piora da postura e da marcha
8- Aparecimento ou piora da dor
9- Desenvolvimento de escaras
10- Desconforto emocional
a) Efeitos Negativos:
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Confecção: Geralmente construídas de plástico ou tecidos,com hastes 
plásticas ou metálicas
Órteses Para Tronco: 
Considerações: Apesar de terem princípios biomecânicos bem 
estabelecidos ,poucos dados em literatura avaliam os critérios de uso e 
resultados comparativos entre os diversos tipos. É indispensável para sua 
prescrição analisar de uma maneira criteriosa,a biomecânica,as funções e as 
indicações de cada tipo de órtese nas doenças que mais acometem a coluna 
vertebral,as deformidades,os traumas,as discopatias e as doenças 
degenerativas.
Órteses nas Deformidades:
1- Colete de Milwaukee: Criado inicialmente para suporte da coluna em pós 
cirúrgico ,ao observar-se a auto correção passou a ser utilizado para impedir 
a piora das curvas escolióticas
i. Reduz a ação da gravidade,melhorando a postura 
ativamente, fortalecendo a musculatura e exercendo uma 
pressão antero-lateral constante,com ação de 
indireitamento
ii. Em pacientes com escoliose é importante conhecer o valor
angular da escoliose,a flexibilidade,a localização da 
curva,o potencial de crescimento do paciente.
2- OTLS - Órtese tóraco- lombosacral: utilizada também no tratamento da 
escoliose, é um colete curto e uma das órteses mais estéticas.
Órteses nos Traumas
Contra Indicações:
6- Restrição de articulações funcionais
7- Piora da postura e da marcha
8- Aparecimento ou piora da dor
9- Desenvolvimento de escaras
10- Desconforto emocional
a) Efeitos Negativos:
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Para a prescrição deve-se atentar a caracterizar o tipo de lesão,estruturas 
anatômicas comprometidas e grau de instabilidade.
1- Traumatismos Cervicais: Dependendo da lesão 03 tipos de órteses
a) Colar Cervical- Onde a queixa principal é a dor,não há 
comprometimento da instabilidade, imobiliza sem restringir o 
movimento.
b) Colar Philadelphia- Indicado em fraturas do processo 
espinhosos; em lesões instáveis; mais rígida; permite maior 
controle de flexão e extensão
c) Órtese cervico toracica-Tipo Minerva: Indicada para alguns 
casos de lesões instáveis.
d) Colete de Jewett- Utilizado para pós cirúrgicos e fraturas da 
coluna toraco lombar;onde não exista risco de colapso 
vertebral nem piora do quadro neurológico.
Órteses nas discopatias e Doenças da Coluna Lombar
1- Colete de Putti-utilizado nos casos de hérnia discal e outras dores 
congênitas,limita parcialmente,os movimentos de flexão e extensão.
2- Colete de Knight-Indicado nas espondilolistese degenerativas e fase inicial 
de estenose do canal,mais rígido
Resumo Aula 1 de Amputações - Introdução a Amputações
Considerações: A abordagem ideal deve ser multidisciplinar. Tem sido 
observado que os amputados sob a assistência de uma equipe clínica torna-
se muitíssimo mais bem adaptado para retornar ao seu lugar na sociedade.
etapas da abordagem devem ser: 
1. Prescrição
2. Adaptação
3. Treinamento
4. Avaliação
5. Seguimento
Etapas dos Procedimentos:
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1. Exame pré clinico
2. Prescrição detalhada incluindo fatores cirúrgicos,físicos e 
protéticos
3. Verificação inicial de alinhamento e função mecânica ,para 
instituir o treinamento
4. Treinamento da prótese
5. Verificação final da adaptação,alinhamento e aparência
6. Acompanhamento
Causas mais comuns:
a. Traumas
b. Lesões e patologias vasculares
c. Infecções
d. Tumor
e. Anomalias congênitas
f. Lesões térmicas
OBS: Apenas em algumas ocasiões o fisioterapeuta tem a 
oportunidade de examinar e aconselhar um paciente antes de uma 
amputação.
Antes da cirurgia o paciente deve ser preparado física e 
psicologicamente para o procedimento.
Para cada caso o tratamento e a abordagem devem 
diferir.
Níveis de Amputações: As amputações podem ser classificadas por níveis, 
são eles:
1. Membros Superiores:
i. Desarticulação do ombro
ii. Amputação transumeral - acima do cotovelo
iii. Desarticulação do cotovelo
iv. Amputação transradial - abaixo do cotovelo
v. Desarticulação do punho
vi. Amputação do metacarpo
2. Membros Inferiores:
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https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-ortese-e-protese-disciplina-todai. Amputação de pé
ii. Amputação Transtibial - amputação da panturrilha
iii. Desarticulacao do joelho
iv. Amputação transfemoral - amputacao da coxa
v. Desarticulação do quadril
vi. Hemipelvectomia
Algumas complicações que podem acontecer em um membro amputado 
podem ocorrer por condições cirúrgicas inadequadas ou protética;causas 
conhecidas mais inevitáveis; falta de orientação, algumas delas são
1. Ulceração - Associada a isquemia local;aparece ao longo da cicatriz 
cirúrgica
2. Neuroma de amputação - Tumor composto por células nervosas.
3. Degeneração valeriana - Degeneração das fibras nervosas após 
separação de seu centro nutriente; o efeito do reparo iniciado após a 
amputação,deixa a fibra nervosa separada de sua célula de 
origem,sofrendo sua porção distal alterações
4. Membro Fantasma - Sensação indolor,descrição de um membro que 
ainda esta preso ao corpo;pode ser constante,intermitente ou 
temporária.
Dor Fantasma
Teorias da Dor Fantasma: 
1. Teoria periférica - Afirma que a sensibilidade persiste nas 
terminações nervosas do coto(circuito tálamo/córtex cerebral)
1. Sentida por cerca de 50% dos pacientes amputados
2. Sentida distalmente
3. Descrita como picada de faca,ou forte corrente elétrica
4. Pode ser persistente ou passageira
5. pode diminuir com o tempo ou persistir indefinidamente
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2. Teoria das Comportas - Propõe que o corno posterior da medula é 
capaz de modificar os impulsos somato-sensitivos antes que ocorra a
percepção e a resposta.
3. Teoria psicológica - Acredita-se que o amputado tenha um desejo de 
realização,um forte sentimento de negação da parte perdida ou ainda
está indo para uma síndrome de lamentação.
Objetivos do Tratamento:
1. Impedir no pós cirúrgico
2. Controlar edema no coto
3. Reeducar marcha
4. Evitar deformidades
5. Manter força muscular nos demais segmentos
6. Melhorar e ou melhorar equilíbrio nas transferências
7. Manter mobilidade geral
8. Dar apoio emocional
9. Restaurar e ou manter a auto estima
10. Restaurar a independência funcional
11. Tratar a dor caso aja membro fantasma
Tratamento:
1. Do primeiro ao terceiro dia:
a) Isometria
b) Exercícios respiratórios
c) Movimentação passiva
2. Do terceiro ao décimo dia
a) Exercícios ativo no coto
b) Cinesioterapia motora global
c) Treinamento de transferência
3. Do décimo dia em diante
a) Exercícios resistido - já com cicatrização
b) Cinesioterapia motora global
c) Enfaixamento do coto
i. diminui a sensibilidade
ii. previne edema
iii. modela o coto
Posicionamento e orientações no leito:
1. Evitar travesseiro sob o coto
2. Evitar estar deitado por tempo prolongado
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3. Evitar estar sentado por tempo prolongado
Resumo Aula de Amputações - Aula 2
Etiologias:
1) Trauma
2) Doença Vasculares
3) Mal formação Congênita
4) Infecções
5) Tumores Malignos
6) Queimaduras
Exemplos Etiologicos:
1- Lesão Traumática - Acidente de Moto
2- Doença Vascular - doenças arteriais, venosas ou linfáticas.
a) Entre as doenças arteriais são mais comuns a arteriosclerose 
obliterante periférica, a tromboangeite obliterante e neuropatia 
diabética
3- Má Formação Congênita - São tratados alguns tipos extremos com 
amputações a fim de modelar o coto para o uso de prótese
4- Infeccções - Osteomielite
a) infecção no osso causada por bactérias, micobactérias ou fungos. Na
grande maioria dos casos, o agente patogênico é o Staphylococcus 
aureus
5- Tumores Malignos - Nestes casos as amputações são indicadas, com 
freqüência, quando uma extremidade tem um tumor maligno, como um 
sarcoma osteogênico
6- Queimadura - Queimadura Elétrica
a) As queimaduras elétricas principalmente de 3º Grau, causam lesões 
graves ao tecido levando a amputações
Principais objetivos da Fisioterapia no Pós Operatório (PO)
1. Aumentar a força e a resistência de forma global
2. Reduzir a dor e edema
3. Prevenir contraturas e problemas secundários
4. Evitar complicações e condicionamento geral do corpo
5. Manter e aumentar a amplitude articular
A maior incidência de amputações é de Dedos, seguida de, em ordem: Pé, 
Transtibial, Desarticulação de joelho, Transfemural, Desarticução de Quadril e de 
Membros Superiores
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Atuação do Fisioterapeuta no Pré Operatório:
1- Tratamento:
a) Realizar exercícios para manter a ADM
b) Realizar exercícios para fortalecimento muscular
c) Estimular mobilidade no leito
d) Orientações sobre recursos protéticos
e) Realizar exercícios respiratórios
2- Objetivos:
a) Acelerar o processo de recuperação do pós-operatório e 
clarear ao paciente quanto a sua reabilitação com prótese.
b) Equipe multidisciplinar: participação do fisioterapeuta quanto a 
decisão do nível ideal de amputação - programa de 
protetização
Níveis de Amputação:
1- Desarticulação dos dedos
2- Desarticulação dos metatarsos
3- Desarticulação tarsometatársica (Lisfranc)
4- Transtibial
# Amputações de Membros Inferiores - Causas
1. Desarticulação dos Dedos: traumáticas, neuropáticas ou vasculares - 
espontâneas
2. Desarticulação Metatarsofalangeana: traumáticas, neuropáticas ou 
vasculares.
3. Desarticulação Tarsometatársica (ou de Lisfranc): traumáticas, 
neuropáticas ou vasculares
4. Amputação Transmetatarsiana: causado em sua maioria, por processos 
vasculares e traumáticos
a) A descarga realizada pode prejudicar a marcha durante 
a fase de impulsão
5- Desarticulação de joelho
6- Transfemoral
7- Desarticulação do quadril
8- Hemipelvectomia
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b) A utilização de uma lamina flexível, acumulará energia e
facilitará a impulsão durante a marcha distribuindo as 
forças na fascia plantar
5. Desarticulação Mesotársica (ou de Chopart): vascular, traumática, 
infecciosa e em menor número tumoral.
a) É uma desarticulação entre os ossos navicular e 
cubóide com o tálus e o calcâneo respectivamente.
6. Desarticulação do Tornozelo (ou de Syme): vascular, traumática, 
anomalias congênitas, deformidades adquiridas
a) É uma amputação realizada com a desarticulação 
tíbiotársica com uma secção óssea logo abaixo dos 
maléolos.
7. Amputação de Boyd: Osteotomia do calcâneo é realizada horizontalmente 
e fixada à tíbia e à fíbula após um deslocamento.
8. Desarticulação do Joelho: Traumatismos ortopédicos irreversíveis; 
Anomalia congênita de tíbia e/ou fíbula; Tumores distais.
9. Amputação Transtibial: vascular, traumática, infecciosa, neoplásica, 
anomalias congênitas.
a) Entre a desarticulação tíbio-társica e a do joelho
10. Amputação Transfemoral: vascular, traumática, infecciosa, neoplásica, 
anomalias congênitas.
11. Desarticulação do Quadril: traumatismos complexos e neoplasias.
a) Retirada de todo o MI, inclusive da cabeça do fêmur.
12. Hemipelvectomia: neoplasias e metástases. Anomalias Congênitas
a) Retirada de metade da pelve e todo o membro inferior 
homolateral.
Problemas cirurgicos que podem ocorrer:
1- Hematoma
2- Infecção
Cuidados a serem Tomados:
a. Não colocar almofada para separar as pernas
b. Evitar flexionar o coto quando estiver sentado
c. Não colocar almofadaem baixo do coto
d. Evitar ficar na cama com o coto fletido
e. Não apoiar o coto flexionado sobre a muleta
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3- Necrose
4- Contratura Muscular
5- Neuromas
6- Sensação Fantasma
7- Complicações Pulmonares
8- Edema
9- Escara de decúbito
# Tratamento Fisioterápico no Período Ambulatorial - Etapas de tratamento – 
Fase pré Protética:
A. Dessensibilização
a) Definição
b) Objetivos
c) Etapas
B. Enfaixamento
a) Objetivo
b) Formas
c) Início
d) Tempo de Utilização
e) Enfaixamento Transtibial
f) Enfaixamento Transfemural
C. Neuroevolução
a) Definicão
b) Objetivo
c) Etapas Neuroevolutivas
D. Fortalecimento
a) Cinesioterapia Global
b) Cinesioterapia Específica para o Coto de Amputação 
Resumo Aula 3 Amputações - Protetização Membros Inferiores
Objetivo: É recuperar a função do paciente para uma vida normal e reintegra-
lo à sociedade
Pontos a se observar - ao escolher o tipo de prótese:
1. Nível de amputação
2. Condições do coto
3. Perfil do paciente
4. Condicionamento Físico
5. Expectativa do paciente em relação a prótese
Objetivos da Fisioterapia:
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1. Avaliação protética
2. Treino de manuseio e adaptação protética
3. Transferência de sentado para em pé e vice-versa
4. Equilíbrio e transferência de peso
5. Fases da Marcha isolada
O que o fisioterapeuta deve avaliar:
1. alinhamento estático
2. Não deve machucar, ser confortáve
3. A prótese deve ser o mais leve possível
4. O paciente geralmente não conhece uma prótese
5. Movido pela ansiedade e pela inexperiência, não encontra defeitos
6. Avaliar os locais de descarga de peso e suspensão no encaixe protético e 
orienta-lo ao paciente
7. Orientar quanto a mudança nos saltos dos calçados o encaixe do coto 
deve ser trocado sempre que houver pistonamento, o que pode ocasionar 
feridas
O que avaliar durante o treino de adaptação:
1. Dependerá de cada nível de amputação
2. Verificar a pressão nos locais destinados a carga
3. Checar o alinhamento protético
4. Verificar pontos com excesso de pressão que apresentem vermelhidão no 
local e feridas em fase de cicatrização
Treino de Transferência:
a) O membro são é fundamental na hora de levantar, os dois pés 
devem estar paralelos, inclinar o tronco para frente, realizando a 
extensão de joelhos e tronco
b) Há uma maior dificuldade nas amputações transfemorais e 
desarticulação de joelho e quadril
c) Em pé o joelho protético deve ser estendido como o quadril
d) Para sentar deve retirar o peso sobre a prótese, transferilo sobre 
o membro são e lentamente fletir o joelho e quadril.
e) Para os joelho com trava, ele deve realizar o destravamento 
manual antes de sentar-se
Transferência de peso e Equilíbrio:
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1- Deve ser realizado dentro das barras paralelas em frente a um espelho
2- Deve ser realizado a transferência de peso ânteroposterior, látero-lateral e 
diagonal .
3- Deve ser estimulado a retirada das mãos da barra a medida da evolução 
do equilíbrio
4- A cinesioterapia com utilização de bola, bastão, elásticos, promoverá maior
equilíbrio dentro de atividades dinâmicas
Exemplos de exercícios e fases da fisioterapia:
1- Reeducação de Marcha Equilíbrio e Transferência de Peso
2- Equilíbrio e Coordenação
3- Equilíbrio e Coordenação com Bastão
4- Equilíbrio e Coordenação com Bastão
5- Equilíbrio e Coordenação com Bastão
a) Nos pacientes com desarticulação de joelho e amputações 
transfemorais está atividade contribui para o controle do 
quadril e extensão dos joelhos protéticos
b) A cama elástica e a tábua de propriocepção são atividades 
para níveis médio e alta intensidade
Fases Iniciais da Marcha:
a. Na barra paralela devem ser solicitados ao paciente
b. repetidos passos para frente e para trás bilateralmente
c. Devem ser seguidos as fases da marcha
d. Raramente os pacientes realizam a rotação pélvica no 
lado amputado, desta forma o fisioterapeuta facilitará este
movimento
e. A fase inicial começa com o apoio do membros 
superiores e posteriormente sem apoio
f. Quando a passada for realizada pelo lado sadio devera 
manter o joelho protético em extensão
# Treinos em Escadas, Rampas e Terrenos Acidentados
1. Este atividade é fundamental para pacientes que utilizam joelho protético
2. Ao descer coloca-se a prótese primeiro sempre mantendo o joelho 
protético em extensão, salvo nos casos de joelho (3R80) e joelho 
computadorizado (C-LEG), onde a marcha poderá ser simultânea
3. Para subir um degrau a carga é colocada sobre a prótese mantendo o 
joelho protético em extensão
4. É fundamental para o bom desempenho com a prótese
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5. Treino de descida de Escadas joelho 3R80
6. Treino de Resistência na Bicicleta e Esteira
7. Fortalecimento Muscular na Cadeira Extensora
8. Fortalecimento Muscular Associado a Transferência de Peso
a) O paciente realiza os movimentos 
abdução, adução, flexão e extensão 
do quadril ao mesmo tempo que 
ocorre a transferência de peso para 
o lado contralateral
Amputações Bilaterais: Geralmente estão associadas às patologias 
vasculares e traumáticas e ocorrem nos níveis transtibiais e transfemorais. 
Nos pacientes com amputações transfemorais, a presença de deformidade 
em flexão de quadril é comum. Pode ser utilizado um tratamento 
intermediário antes da colocação de próteses definitiva através do uso de 
Stubbies
1. Amputação Bilateral Transfemoral - Stubbies: Ajuste do paciente na 
posição ereta, Auxílio no alongamento dos flexores do quadril. Fortalecimento
de grupos musculares no ortostatismo; Maior confiança nos treinos de 
equilíbrio e transferências; Maior habilidade no treino de marcha
2. Alongamen to bilateral de íliopsoas: Paciente em decúbito dorsal, o 
fisioterapeuta realiza passivamente o movimento de extensão do quadril e 
conseqüentemente acontecerá o alongamento iliopsoas
3. Reeducação de Marcha com prótese Bilateral: A reducação da marcha é 
iniciada logo que for possível, dentro das barras paralelas, respeitando a 
evolução da marcha, iniciando com passos curto evoluindo até a retirada das 
mãos. Fora das barras é iniciado o treino em uso de andador ou 01 par de 
muletas canadenses até a sua retirada tota
4. Musculação na Amputação Bilateral: O fortalecimento dos membros 
superiores e tronco facilita de forma significativa a transferência para cama, 
cadeira fixa e de rodas e durante a marcha com próteses
Amputação transtibial Aberta Após uma Queda
Mesmo quando o paciente apresenta uma ferida na parte distal do coto, pode ser protetizado pois no encaixe KBM não há 
necessidade do contato distal
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