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AULA ATIVIDADE TUTOR 
 
 
AULA 
ATIVIDADE 
TUTOR 
 
 
 
AULA ATIVIDADE TUTOR 
Disciplina: Seminário Integrador na Saúde da Mulher 
Unidade 03 
 
Título: Assistência de Enfermagem ao Trabalho de Parto e Parto de Baixo 
Risco 
Olá, aluno (a)! 
Seja bem-vindo a nossa terceira aula atividade da disciplina Seminário Integrador na 
Saúde da Mulher. 
Para o desenvolvimento das atividades, você deverá estimular o seu pensamento crítico-
reflexivo diante das temáticas relacionadas à primeira unidade. 
Dessa forma, vamos realizar a nossa primeira atividade: 
ATIVIDADE 1 
Para uma assistência qualifica e humanizada à mulher e recém-
nascido, seja na atenção primaria, segundaria ou terciaria, o 
enfermeiro deve ser capacitado, conhendo os detalhes de cada fase 
do período gravidico puerperal. 
Diante desse contexto, reflita e responda os seguintes 
questionamentos: 
1. Descreva a função do exame de cardiotocografia. 
 
A cardiotocografia (CTG) é um exame que monitora simultaneamente os batimentos 
cardíacos do feto e as contrações uterinas da mãe. A função principal da CTG é avaliar 
o bem-estar fetal durante a gravidez e o trabalho de parto, identificando sinais 
precoces de sofrimento fetal ou outras complicações. Além disso, como o exame 
possibilita avaliação da dinâmica uterina durante o trabalho de parto, pode ser usado 
para auxiliar quanto as condutas necessárias de acordo com a avaliação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2. Leia com atenção o artigo indicado no link abaixo e responda: Quais são as 
indicações absolutas para realização de cesariana? 
Link: http://files.bvs.br/upload/S/0100-7254/2010/v38n9/a459-468.pdf 
 
 
• Descolamento prematuro de placenta (fora do período expulsivo); 
• Prolapso de cordão umbilical (antes da dilatação completa); 
• Ruptura de vasa prévia (durante o trabalho de parto); 
• Herpes genital com lesão ativa no trabalho de parto; 
• Placenta prévia total ou parcial; 
• Lesões que obstruem o canal de parto ou levem a sangramento excessivo. 
 
 
 
3. Liste os benéficos do parto natural para mulher e recém-nascido. 
 
• Durante a passagem do bebê pelo canal vaginal, ocorre a compressão do seu 
tórax, de forma a facilitar a saída do líquido amniótico dos pulmões, reduzindo 
a ocorrência de problemas respiratórios futuros; 
• No parto vaginal tem-se a presença de bactérias e fungos, que contribuem 
para o saudável desenvolvimento infantil, visto que auxiliam no crescimento 
e na produção da microbiota própria da criança; 
• O parto normal está associado a uma melhor regulação da glicose e da 
temperatura corporal do bebê, ajudando na adaptação metabólica após o 
nascimento; 
• Para a mulher, o parto vaginal propicia um menor risco de infecção, 
hemorragia e lesões nos órgãos pélvicos, em comparação com a cesariana; 
• A cascata de liberação hormonal que ocorre durante o processo de parto 
(ocitocina) facilita a amamentação nas primeiras horas de vida do recém-
nascido; 
• Há potencialização das contrações uterinas quanto ocorre ejeção do leite 
pelas glândulas mamárias, auxiliando a diminuir os riscos de hemorragia pós-
parto por atonia uterina; 
• parto vaginal facilita o contato pele a pele imediato entre a mãe e o bebê, 
promovendo o vínculo afetivo; 
• O parto vaginal geralmente resulta em uma recuperação mais rápida e menos 
dolorosa para a mulher, em comparação com uma cesariana. 
 
 
 
 
http://files.bvs.br/upload/S/0100-7254/2010/v38n9/a459-468.pdf
 
 
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4. Identifique a apresentação fetal de acordo com cada imagem: 
I) 
II) 
III) 
I) Cefálica 
II) Pélvica; 
III) Transversal. 
5. Quais são os métodos que podem ser utilizados para indução do parto? 
 
• Misoprostol; 
• Cateter de Foley; 
• Ocitocina; 
• Ocitocina + amniotomia. 
 
6. Leia o caso a seguir: 
“T.S.M, 27 anos, G1P0, IG: 39 semanas, apresenta diagnóstico de DGA2 + 
Macrossomia fetal, encontra-se em trabalho de parto, ao toque vaginal 
apresenta colo fino, centralizado com 5 cm de dilatação, dinâmica uterina 
irregular. Paciente apresenta queixa de dor abdominal intensa e 
sangramento via vaginal em moderada quantidade. Durante a avaliação, o 
 
 
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enfermeiro identifica hipotensão (PA: 80/50), taquicardia materna (160 
bpm), distensão abdominal e bradicardia fetal (90 bpm). 
Qual é o possível diagnóstico do caso citado acima? Quais são os fatores de 
risco para esta complicação? 
 
 
Diagnóstico: Ruptura uterina. 
Fatores de risco: 
• Intervalo interpartal menor do que 15meses; 
• Pós datismo; 
• Idade materna maior do que 40 anos; 
• Escore de Bishoppodem ajudar no 
alívio da dor; 
 
• Posições confortáveis: Mudar de posição regularmente durante o trabalho 
de parto pode ajudar a aliviar a dor e facilitar o progresso do trabalho de 
parto. 
 
 
ATIVIDADE 3 
Durante o parto a mulher está exposta a situações de urgências e 
emergências, o enfermeiro precisa conhecer as principais causas 
de morte materna e o manejo das intercorrências de acordo com 
normas e diretrizes. 
Diante do tema apresentado, reflita e responda os seguintes 
questionamentos: 
1. O pós-parto imediato (4° período), inicia-se após a dequitação da placenta e 
é considerado o período de risco materno, com probabilidade de grandes 
hemorragias. Quais são as principais causas de hemorragia pós-parto? 
 
04 “T’s” (Tônus, tecido, trauma e trombina): 
• Atonia uterina; 
• Lacerações do canal de parto; 
• Retenção de fragmentos placentários em cavidade uterina; 
• Distúrbios de coagulação. 
 
 
 
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2- Leia com atenção o caso a seguir: 
“J.O, 17 anos, G2P1, IG: 40 semanas, em pós-parto vaginal imediato, sem 
laceração e sem episiotomia, apresenta sangramento via vaginal em grande 
quantidade, útero hipotônico, hipotensão e taquicardia.” 
Qual é o possível diagnostico do caso? Descreva os passos iniciais que o 
profissional de saúde deve seguir para atender a intercorrência. 
 
 
Diagnóstico: Atonia uterina. 
 
• Iniciar massagem uterina (compressão 
bimanual do útero); 
• Chamar ajuda; 
• 02 acessos venosos calibrosos; 
• Monitorização; 
• Suporte de oxigênio; 
• Medicação conforme protocolo e indicação 
médica. 
 
 
3- Descreva as principais causas de inversão uterina. 
A inversão uterina é uma emergência na qual o corpo uterino vira pelo avesso, 
protraindo-se através do colo do útero até o interior da vagina ou além da abertura 
vaginal. As seguintes condições podem contribuir para ocorrência da intercorrência: 
• Excessiva pressão no fundo uterino durante a retirada da placenta; 
• Útero flácido; 
• Placenta acreta (placenta com aderência anormal). 
 
4- Leia com atenção o artigo indicado no link abaixo e explique o que é o 
procedimento de episiotomia e sua recomendação na prática obstétrica. 
 
Link: https://docs.bvsalud.org/biblioref/2022/01/1353285/66517-texto-do-
artigo-334519-3-10-20220118.pdf 
 
A episiotomia é um procedimento cirúrgico que objetiva aumentar a abertura vaginal 
por uma incisão no períneo, no final do período expulsivo, momento do 
desprendimento fetal. Atualmente, não há evidência científica suficiente para definir 
as indicações para a episiotomia, sem a comprovação de sua eficácia, o método não 
deve ser incentivado. A prática da episiotomia realizada de forma indiscriminada 
pode causar danos profundos na qualidade de vida e na saúde da mulher. 
Te desejo uma ótima atividade! 
https://docs.bvsalud.org/biblioref/2022/01/1353285/66517-texto-do-artigo-334519-3-10-20220118.pdf
https://docs.bvsalud.org/biblioref/2022/01/1353285/66517-texto-do-artigo-334519-3-10-20220118.pdf
 
 
AULA ATIVIDADE TUTOR 
 Prof.ª Pamela P. S. Oliveira

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