Prévia do material em texto
Relação Religião e Morte Estágios do Luto e Morte Religiões transmitem mensagens de Negação é a recusa inicial diante esperança diante da morte da notícia de doença incurável Concebem a morte como passagem Ira manifesta-se como revolta para um possível recomeço contra a situação e pessoas ao Oferecem abrigo, proteção e redor conforto para enlutados Barganha envolve tentativas de Histórico papel das religiões na negociação com divindades ou compreensão e ritualização da destino morte Depressão e aceitação são fases posteriores do processo de luto Morte Simbólica Tanatologia Cuidados na Finitude Pediátrica Refere-se a perdas não Importância do manejo dos sintomas físicas, mas com impacto físicos para aliviar sofrimento emocional profundo Necessidade de escuta ativa e respeito Provoca sentimentos de às crenças da criança e família luto como tristeza, medo e Sintomas comuns não incluem febre, solidão náuseas ou vômitos na terminalidade Exemplo: perda da saúde e Cuidados podem ocorrer em diversos atividades prazerosas, ambientes, inclusive domiciliar como no caso da fibromialgia Diferente da morte física, mas gera sofrimento Mudanças na Percepção da Morte equivalente ao luto Séculos XX e XXI marcam aumento da longevidade e expectativa de vida Doenças crônicas complexas tornaram-se Suicídio na História mais prevalentes na população Filosofia e Morte Rituais religiosos e simbolismos Na Idade Média, suicídio era continuam influenciando luto Heidegger definiu ser considerado maior pecado humano como Consciência sobre a morte evoluiu desde pela Igreja a Idade Média até hoje ser-para-a-morte inevitável Concílio de Arles determinou A consciência da finitude excomunhão e apreensão dos direciona escolhas e modos bens do suicida de viver Civilização Maia via suicídio Outros filósofos abordaram como ato nobre e caminho para a morte sob perspectivas paraíso distintas Visões sobre suicídio variam Tanatologia integra conforme contexto cultural e filosofia para compreender religioso existir e a morte