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Prof. Ronald Sclavi
UNIDADE II
Tópicos de Atuação
Profissional
 Os novos produtos, gêneros e formatos jornalísticos que surgiram em um mundo digital com 
distribuição de informação em rede implicam em formas de trabalho que exigem do jornalista 
uma reorganização do seu repertório.
 Antes desse mundo digital surgir, seria impensável que um texto ganharia maior alcance 
entre os leitores dependendo da forma como um robô fosse capaz de localizá-lo.
 Nenhum teórico do jornalismo, por mais visionário que fosse, pôde imaginar que uma 
pessoa comum tivesse em suas mãos ferramentas de disseminação de informação
de igual potência àquelas disponíveis para os grandes veículos de comunicação.
 A presença dos algoritmos e da inteligência artificial como 
protagonistas da indústria da comunicação, se cogitada no 
final do século XX, pareceria mais um roteiro de ficção.
 Do mesmo modo, uma sociedade que escolheria o que e 
como consumir em plataformas virtuais pareceria algo 
distante do padrão vigente em tempos do império da
televisão, com suas grades horárias com preços de
anúncios estratosféricos.
O novo jornalista: competências e habilidades 
 A primeira fase para a adaptação de um jornalista a esse cenário em constante mudança é 
reconhecer qual é o seu lugar diante dos seus colegas e do público que pretende alcançar.
 A experiência de quem nasceu no mundo digital é totalmente diferente daquela cultivada no 
planeta dito analógico. Isso vale tanto para quem produz, quanto para quem consome.
 Como abordamos na Unidade I, o mundo se dividiu entre nativos analógicos e nativos 
digitais. Em termos de produção jornalística, cabe aos primeiros, os analógicos, a 
superação de qualquer resistência tecnológica que possa restar diante dessa transição. Para 
Roque (2021), em trabalho focado nas aplicações jornalísticas das redes sociais, a 
matriz de competências desse novo jornalista deve estar concentrada em quatro categorias:
1. Atuação centrada no Jornalismo. 
2. Equipes híbridas. 
3. Cultura das Mídias Sociais. 
4. Formação complementar e autodirecionada.
O preparo para o jornalismo multimídia
 Aqui, Roque (2021) reforça a necessidade da prática jornalística focada nos valores-
notícia, de forma a diferenciar a atuação profissional de práticas caça-cliques. 
 Em outras palavras, ele deixa claro que a atividade jornalística não pode abrir mão de 
apuração, produção textual e cultura organizacional que permeiam a profissão, desde 
sempre.
A participação de outras áreas e saberes nesse tipo de trabalho deve, necessariamente, 
manter o jornalismo no centro do processo. Segundo o autor:
 “Mesmo reconhecendo a importância de outros campos do 
saber, como o Marketing e o Design e a relevância da 
aquisição de conhecimentos e habilidades nestas áreas, os 
editores de mídias sociais afirmam que o jornalismo deve 
ocupar o centro do processo de produção e distribuição de 
informação jornalística para estes suportes”
(Roque, 2021, p. 141).
Atuação centrada no jornalismo
 Nesse ponto, o autor destaca que profissionais que habitam as fronteiras da produção 
jornalística, como o marketing e o design, podem compor equipes multidisciplinares.
 O processo, além de inevitável e por perdurar já há alguns anos, é salutar à produção 
jornalística desde que os valores que norteiam o Jornalismo sejam observados.
 Quando decisões baseadas em métricas de mídia social não causem constrangimentos
éticos nas redações, seja para os produtores de notícias ou na notícia em si.
 Esses novos atores que passam a fazer parte da rotina das redações também podem 
contar com habilidades nas áreas de produção e edição de vídeo e fotografias, 
técnicas de SEO (Search Engine Optimization) e programação de websites.
Equipes híbridas
Para Roque (2021), é necessário que esse novo profissional compreenda que todo o 
processo de produção e distribuição está ancorado nas redes e, portanto, deve seguir um
raciocínio multiplataforma:
 “A compreensão da relevância de plataformas como Facebook, Twitter, YouTube e 
Instagram para a atividade jornalística, deve ser estendida das editorias de mídias sociais 
para os demais setores da redação. Os processos de resistência precisam ceder espaço 
para o entendimento de que o jornalista, atualmente, deve se adaptar ao novo ecossistema 
midiático” (Roque, 2021, p. 147).
 Roque advoga que tais resistências precisam ser 
quebradas a partir dos processos de capacitação
dos profissionais.
Cultura das Mídias Sociais
 Nessa categoria de competências, a formação continuada do jornalista é um ponto que 
deixa de ser apenas um detalhe de aprimoramento e passa a ser uma questão
de sobrevivência.
 O profissional que quer atuar jornalisticamente com mídias sociais precisa complementar 
sua formação diante das exigências do mercado de trabalho no atual
ecossistema midiático. 
 De igual modo, deve ser ele mesmo o responsável pela aquisição de conhecimentos 
mediante cursos, capacitações ou, de modo mais sistemático e aprofundado, em uma pós-
graduação ou mesmo uma nova graduação.
 Mais adiante falaremos sobre essas possibilidades, bem como 
sobre o conceito de educação continuada.
Formação complementar e autodirecionada
 Entre as habilidades quem compõem a raiz da produção jornalística, nada parece mais 
importante que a produção textual. Antes, além e acima de qualquer outra ferramenta, a 
escrita está para o jornalista como o bisturi está para o cirurgião.
 Mesmo diante de previsões catastróficas e pessimistas, o texto persiste nos meios digitais 
como um código indispensável. Para além das imagens, é o velho texto que percorre 
aplicativos de mensagens, redes sociais e, é importante frisar, vídeos, músicas e memes.
 A busca na rede, grande divisor de águas nessa curta e avassaladora história da 
internet, é léxica, ou seja, feita por palavras. Escrever corretamente é algo ainda mais 
importante que jamais foi.
 Os robôs de busca funcionam como vassouras que varrem 
a rede e trazem consigo vestígios em forma de links. Os 
primeiros links encontrados são consumidos. 
 Imagine quantas pessoas digitaram a palavra covid quando 
a OMS decretou o início da pandemia. Qual foi o primeiro 
link que os buscadores localizaram em cada país? Pois foi 
essa a informação mais consumida daquele momento.
As habilidades que ganharam ainda mais importância
 Entre as coisas mais tristes que podem cruzar a linha de um professor de jornalismo está a 
possibilidade de se deparar com um texto copiado pelo seu aluno de alguma publicação 
e assumido como se fosse de sua autoria.
 Esse gesto está para o jornalismo como a corrupção está para a política: é 
imperdoável. O fruto do trabalho jornalístico é, por natureza, autoral. Por outro lado, é cada 
vez maior o contingente de informação com o qual um jornalista tem que lidar.
 Parte dessa lida é por demais mecânica e envolve muito mais transpiração que inspiração.
 Se algum tipo de tecnologia pode ajudar um jornalista a buscar, selecionar e sintetizar as 
informações genéricas sobre um tema, ele terá tempo de sobra para se dedicar ao coração 
da sua pauta.
 Identificando com clareza e, sobretudo, honestidade a 
diferença e a linha tênue que separam apropriação de 
pesquisa, autoria de plágio, redação de cópia, inspiração 
e transpiração, as ferramentas de Inteligência Artificial (IA) 
podem representar para essa profissão um ganho importante 
ou a perda total do seu prestígio diante da opinião pública.
A Inteligência Artificial: aliada ou concorrente?
A primeira fase para a adaptação de um jornalista a esse cenário em constante mudança é 
reconhecer qual é o seu lugar diante dos seus colegas e do público que pretende alcançar. A 
matriz de competências desse novo jornalista deve estar concentrada em quatro categorias:
I. Atuação centrada no jornalismo, equipes híbridas, cultura das mídias sociais e formação 
complementar e autodirecionada.II. Atuação centrada nas relações públicas, equipes híbridas, cultura das mídias sociais e 
formação complementar e autodirecionada.
III. Atuação centrada no SEO, equipes híbridas, cultura das mídias sociais e formação 
complementar e autodirecionada.
a) Apenas a afirmação I está correta.
b) Apenas a afirmação II está correta.
c) Apenas a afirmação III está correta.
d) Apenas as afirmações I e II estão corretas.
e) Todas as afirmações estão corretas.
Interatividade
A primeira fase para a adaptação de um jornalista a esse cenário em constante mudança é 
reconhecer qual é o seu lugar diante dos seus colegas e do público que pretende alcançar. A 
matriz de competências desse novo jornalista deve estar concentrada em quatro categorias:
I. Atuação centrada no jornalismo, equipes híbridas, cultura das mídias sociais e formação 
complementar e autodirecionada.
II. Atuação centrada nas relações públicas, equipes híbridas, cultura das mídias sociais e 
formação complementar e autodirecionada.
III. Atuação centrada no SEO, equipes híbridas, cultura das mídias sociais e formação 
complementar e autodirecionada.
a) Apenas a afirmação I está correta.
b) Apenas a afirmação II está correta.
c) Apenas a afirmação III está correta.
d) Apenas as afirmações I e II estão corretas.
e) Todas as afirmações estão corretas.
Resposta
 Em razão de uma série de fenômenos que influenciaram diretamente os meios de 
comunicação desde os anos 1990, o espaço para o trabalho com registro em carteira 
foi diminuindo ano a ano e dando lugar a novos formatos de produção.
 Surge, então, a figura do jornalista PJ (sigla que identifica a atuação profissional como 
pessoa jurídica). Há duas dimensões importantes para esse fenômeno.
 O jornalista PJ não é nem um funcionário, na medida que não goza dos seus direitos 
trabalhistas, nem um empresário, já que sua estrutura pessoa jurídica existe 
exclusivamente para formalizar uma relação trabalhista precária.
 A segunda dimensão do mundo PJ se estabelece em outro 
tipo de trabalho, mais comum no mundo da comunicação 
coorporativa e assessoria de imprensa. Aqui, falamos de 
pequenos núcleos de prestação de serviços, funcionando de 
forma colaborativa.
 Jornalistas entram com os textos, designers com a 
formatação, fotógrafos com imagens e publicitários com o 
planejamento de mídia e impulsionamento de posts.
O jornalista PF x PJ
 Na sua forma mais comum, quando simplesmente substitui a contratação regular, essa 
modalidade mantém deveres enquanto subtrai direitos. 
 O jornalista PJ não tem 13º salário, fundo de garantia e não está incluído nas regras da 
categoria para a previdência estatal.
 Nos outros formatos, os deveres se resumem às suas entregas. Se o jornalista foi 
contratado para produzir uma matéria por mês será cobrado pelos resultados. 
 É o fim dos horários, presença física regular ou mesmo vínculos de exclusividade. Nessas 
dimensões de serviços PJ, o pagante não é um patrão e sim um cliente.
 Muitos jornalistas, principalmente após algum tempo em 
rotinas extenuantes em redações hard news, optam por 
tornarem-se prestadores de serviços e encaram essa nova 
condição como uma forma libertária de atuar, sem amarras 
trabalhistas, horários e toda a sorte de problemas que o 
cotidiano de qualquer organização pode proporcionar.
O universo freelancer: vantagens e riscos
 Fazer parte de uma folha de pagamento significa, grosso modo, que, aconteça o que 
acontecer, até o quinto dia útil do mês um valor será depositado na sua conta-corrente.
 Sem os vínculos empregatícios, o jornalista deixa de ser prioridade entre os credores 
de uma organização.
 As leis brasileiras também preveem multas para demissões sem justa causa, que acabam 
por garantir obrigatoriedade do contratante de depositar o Fundo de Garantia por Tempo 
de Serviço (FGTS), que também pode ser sacado ao final do contrato quando esse se dá 
por iniciativa do empregador.
 Há também o Seguro-Desemprego previsto de forma 
proporcional aos ganhos do funcionário, sem contar outros 
benefícios exclusivos de categorias e seus acordos
coletivos de trabalho.
 O prestador de serviço, por sua vez, precisa sempre 
manter uma reserva, de modo que na quebra de qualquer 
contrato possa garantir seu sustento. Os mais experientes 
adotam, para cada dois reais ganhos, um economizado.
Segurança Salarial
 O período de isolamento no início da pandemia de Covid-19 popularizou no mundo o 
chamado teletrabalho e com ele a possibilidade do chamado home office.
 Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 15 milhões de 
pessoas ocupadas trabalhavam de casa no final de 2022, correspondentes a 15,6% dos 
ocupados no País.
 A apuração jornalística, bem como outras atividades relacionadas à área corporativa da 
profissão, ganhou em um escritório doméstico estruturas de captação de informação, 
registro e manuseio de dados que empresas de comunicação não dispunham.
 Por outro lado, em home office os períodos, custos e o 
desgaste físico e psicológico de jornadas de 
deslocamento diminuíram consideravelmente.
 Por óbvio, esses novos lobos solitários em seus escritórios 
domésticos perdem com interações de equipe que só o 
convívio físico pode proporcionar. Entretanto, como diz o 
ditado, não há como fazer omeletes sem quebrar os ovos.
O conforto do home office
 O fenômeno da pejotização associado à facilitação da abertura das MEIs, 
microempresas individuais, fizeram com que o mercado passasse a ter novas 
possibilidades de contratação em modalidades das mais diversas, tanto para jornalistas 
experientes quanto para iniciantes.
 Não ter uma estrutura jurídica como opção de contratação pode ser um obstáculo para a 
conquista de uma oportunidade de trabalho.
 Entre os formatos jurídicos mais adequados para a atuação de um jornalista no início 
da sua carreira está o MEI (Microempreendedor Individual). Existem algumas exigências, 
como o faturamento, que deve ser no máximo de R$ 81 mil ao ano ou R$ 6.750,00 ao mês.
 Outra possibilidade de formalizar uma contratação pode 
ser a emissão de um RPA (Recibo de Pagamento 
Autônomo), um documento que deve ser emitido por quem 
contratou o serviço.
 Cooperativas e coletivos também são comuns, porém 
demandam estruturas jurídicas mais complexas.
O momento de abrir uma empresa – formatos possíveis
 Mesmo com os riscos inerentes à profissão, os profissionais de jornalismo não fazem 
mais parte do grupo de atividades previstas para a aposentadoria especial. 
 Os trabalhadores PJ precisam ficar atentos a essa questão, sob o risco de perderem parcial 
ou totalmente a possibilidade de uma velhice com o mínimo de segurança financeira. 
 O profissional que trabalha sob a forma de pessoa jurídica pode contribuir para a 
Previdência Social ou adotar um plano de Previdência Privada.
 As variações mensais de renda de um PJ exigem desse profissional um cuidado redobrado 
para planejar o seu orçamento e os seus investimentos. 
 O benefício pago pelo INSS para quem contribui como PJ 
está limitado a um teto, que hoje gira em torno de R$ 5,8 mil. 
Portanto, no horizonte de um jornalista que segue essa 
trajetória, um plano privado pode ser essencial.
 No campo da saúde não é diferente. O SUS (Sistema Único 
de Saúde), embora mundialmente conhecido por sua 
abrangência e universalidade no atendimento, tem limitações 
mais do que evidentes.
Proteção Social: saúde, aposentadoria e segurança
 A precarização do trabalho, quando levada para a realidade do trabalho no hard news, 
coloca os jornalistas em um patamar de segurança ainda mais sensível. 
 O relatório Monitoramento de ataques a jornalistas no Brasil, editado pela Abraji (Associação 
Brasileira de Jornalismo Investigativo), revelou, em 2022, 557 ataques a jornalistas. 
 Segundo o documento, em 145 casos, as agressões apresentaram traços explícitos de 
violência de gêneroe/ou vitimaram mulheres jornalistas. Os discursos estigmatizantes, 
forma de violência verbal que busca minar a credibilidade de profissionais e veículos 
midiáticos, são a forma de ataque mais comum – alcançando 61,2% dos alertas em 2022.
 Os episódios de agressões físicas, intimidação, ameaças 
e/ou destruição de equipamentos atingiram 31,2% do total 
de ataques registrados no último ano – um crescimento de 
102,3% em relação a 2021.
 Nesse cenário, mesmo os jornalistas assistidos por estruturas 
jurídicas de grandes eventos sentem-se ameaçados no 
exercício de suas funções. O que dizer daqueles que 
trabalham em regime PJ?
Proteção Social: saúde, aposentadoria e segurança
As leis brasileiras também preveem multas para demissões sem justa causa, que acabam por 
garantir obrigatoriedade do contratante de depositar o Fundo de Garantia por Tempo de 
Serviço (FGTS), que também pode ser sacado ao final do contrato quando esse se dá por 
iniciativa do empregador. Há também o Seguro-Desemprego previsto de forma proporcional 
aos ganhos do funcionário, sem contar outros benefícios exclusivos de categorias e seus 
acordos coletivos de trabalho. O prestador de serviço, por sua vez: 
a) Precisa sempre manter uma reserva alimentar, além de 
procurar alternativas para sua saúde e aposentadoria.
b) Precisa sempre manter uma reserva financeira, além de 
procurar alternativas para sua saúde e aposentadoria.
c) Precisa sempre manter uma reserva financeira, além de 
procurar alternativas de emprego e renda.
d) Precisa sempre manter uma reserva para sua aposentadoria, 
já que não tem direito a contribuir para o INSS.
e) Precisa sempre manter uma reserva financeira, além de 
contratar serviços de segurança particular.
Interatividade
As leis brasileiras também preveem multas para demissões sem justa causa, que acabam por 
garantir obrigatoriedade do contratante de depositar o Fundo de Garantia por Tempo de 
Serviço (FGTS), que também pode ser sacado ao final do contrato quando esse se dá por 
iniciativa do empregador. Há também o Seguro-Desemprego previsto de forma proporcional 
aos ganhos do funcionário, sem contar outros benefícios exclusivos de categorias e seus 
acordos coletivos de trabalho. O prestador de serviço, por sua vez: 
a) Precisa sempre manter uma reserva alimentar, além de 
procurar alternativas para sua saúde e aposentadoria.
b) Precisa sempre manter uma reserva financeira, além de 
procurar alternativas para sua saúde e aposentadoria.
c) Precisa sempre manter uma reserva financeira, além de 
procurar alternativas de emprego e renda.
d) Precisa sempre manter uma reserva para sua aposentadoria, 
já que não tem direito a contribuir para o INSS.
e) Precisa sempre manter uma reserva financeira, além de 
contratar serviços de segurança particular.
Resposta
 A redemocratização do País, nos anos 1980, levou o Estado brasileiro a uma nova 
dimensão da gestão de comunicação social e seu papel nos órgãos de governo. 
 No período autoritário, essa relação se dava no limite protocolar e oficialista; em tempos 
democráticos, o diálogo com a sociedade, mais do que importante, passa a ser essencial.
 Órgãos de Estado e Governo tiveram que se habituar à mediação exercida pelos 
veículos que, por sua vez, passaram a recusar a passividade das notas e dos comunicados.
 Ressurge a investigação jornalística e seu papel fiscalizador, agora amparados pela 
Constituição Federal de 1988.
 Mais adiante, em final dos anos 1990 e na primeira década 
dos anos 2000, o próprio Governo passa a atuar como um 
disseminador de comunicação, primeiro a partir de canais 
estatais e públicos e depois na internet.
 Nos dois casos, jornalistas passam a ser mão de obra 
essencial, se somando àqueles contratados pelas assessorias 
de imprensa e departamentos de comunicação nas diversas 
esferas de governança.
Mercado de atuação no setor público 
 Segundo a última edição da pesquisa Perfil do Jornalista Brasileiro, mais de 1/3 dos 
jornalistas brasileiros (34,9%) trabalham fora da mídia, em atividades de assessoria de 
imprensa ou comunicação, produção de conteúdo para mídias digitais, entre outras.
 O maior percentual desses trabalhadores indicou que sua atividade principal é realizada 
em assessorias de imprensa (43,4%), compreendendo a assessoria como uma 
organização que tem como atividade principal o relacionamento com os veículos noticiosos.
 Fora da mídia, os jornalistas elegeram de forma preferencial o setor público como área 
de atuação. Os jornalistas também têm como meios profissionais preferenciais fora da mídia 
empresas ou órgãos públicos (17,1%), agências de comunicação (15,1%) e organizações do 
terceiro setor ou da sociedade civil (10%). 
 Ainda segundo a pesquisa, esses jornalistas se distribuem 
entre o Poder Executivo (24,2%), o Legislativo (6,9%), o 
Judiciário (2,3%) e no Ministério Público (0,9%). No 
entanto, 6,6% afirmaram trabalhar em outros órgãos que se 
posicionam entre o setor público e o privado, como autarquias, 
conselhos de classe, entre outros.
Mercado de atuação no setor público 
 A Constituição Federal de 1988 garantiu aos funcionários públicos concursados 
estabilidade no emprego. Essa conquista permitiu que profissionais das mais diversas áreas 
olhassem para o setor público como um cenário de trabalho estável e organizado em termos 
de carreira, ganhos e oportunidades.
 Enquanto o setor privado experimentava crises sucessivas, sobretudo após a chegada da 
internet, o mundo público formava uma legião de servidores de alto nível, bem pagos e 
capazes de operar serviços de alta complexidade. Entre eles, jornalistas.
 No período de 2013 a 2023 foram realizados mais de 290 concursos de Comunicação 
Social no Brasil. Em média, tivemos 27 editais por ano. 
 A maioria dos concursos públicos na área da 
comunicação social é destinada a egressos do curso de 
jornalismo (94,6%). 
 Há uma preferência pelo jornalista pelo seu domínio de 
técnicas e práticas jornalísticas aplicadas à assessoria de 
imprensa e redes sociais digitais.
Concursos
 O estudo Dicas para passar em concursos de comunicação social, de Aldo Schmitz (2023), 
analisou quase 11 mil questões de 44 bancas examinadoras. A maior parte das bancas, 
51%, se destinava ao Poder Executivo, 22% ao Judiciário, 19% ao Legislativo e 8% a 
autarquias (conselhos federais e estaduais, agências reguladoras etc.).
 Cerca de 59% das questões dos concursos de Comunicação Social são de 
conhecimento específico, a maioria com peso 2. Nesse quesito, o maior número de 
perguntas está relacionado à comunicação organizacional (23,6%), seguido por jornalismo 
(12,5%), comunicação digital (10,7%), assessoria de imprensa (6,8%), editoração e produção 
gráfica (6,5%), relações públicas (6%) e teorias da comunicação (4,1%).
 Ainda segundo Schmitz (2023), dentro dessas áreas, os 
temas mais requisitados pelas bancas são comunicação 
integrada, a estrutura da comunicação interna, o papel e 
as funções de assessoria de imprensa, o release, o media 
training, as redes sociais, além das teorias de 
comunicação e do jornalismo.
Concursos
 As assessorias de imprensa, muito embora sejam mais numerosas em oferta para atuação 
na área pública, não são as únicas atribuições para um jornalista que pretende ter o Estado 
como seu patrão.
 As emissoras estatais e públicas de comunicação não apenas transmitem a atividade dos 
órgãos públicos que representam como também utilizam tais informações em programas 
periódicos, educacionais, bem como documentários que usam os próprios conteúdos 
gerados como matéria-prima.
 A TV Câmara, por exemplo, além de documentar as sessões 
do Plenário da Câmara Federal e suas comissões, também 
transmite programas que usam a temática legislativa como 
pauta. Seus jornalistas também se ocupam de trabalhos 
especiais, como documentários sobre a Constituição ou 
mesmo sobre legislações que marcaram época,como a Lei 
Maria da Penha.
Áreas de atuação
 Mesmo no âmbito organizacional, o trabalho de um jornalista no poder público pode 
alçar voos importantes e que seriam raros se estivesse na mesma posição na iniciativa 
privada. Empresas públicas ou mistas, como a Petrobras, têm orçamentos gigantescos.
 As estruturas de comunicação dessas organizações exigem trabalhos de uma complexidade 
que empresas particulares não alcançam. Imagine estabelecer uma rotina de comunicação 
interna com trabalhadores que atuam em plataformas de petróleo em alto-mar ou mesmo 
planejar uma campanha de vacinação para centenas de milhões de pessoas.
 Os desafios de um jornalista nesse setor ganham contornos de altíssima 
especialização que podem demandar conhecimentos que transcendem suas 
funções básicas, extrapoladas para a gestão pública.
 Diante de desafios dessa natureza, mesmo levando em conta 
preconceitos atávicos em relação à atuação de jornalistas na 
área pública, esse segmento pode ser uma referência de 
profissionalismo e segurança profissional para essa categoria.
Áreas de atuação
Enquanto o setor privado experimentava crises sucessivas, sobretudo após a chegada da 
internet, o mundo público formava uma legião de servidores de alto nível, bem pagos e 
capazes de operar serviços de alta complexidade. Entre eles, jornalistas. Isso se deu porque a 
Constituição Federal de 1988:
a) Garantiu aos funcionários públicos concursados o direito à aposentadoria.
b) Garantiu aos funcionários públicos concursados liberdade de culto e manifestação religiosa.
c) Garantiu aos funcionários públicos concursados estabilidade no emprego.
d) Garantiu aos funcionários públicos concursados empregos vitalícios.
e) Garantiu aos funcionários públicos concursados o 13º salário.
Interatividade
Enquanto o setor privado experimentava crises sucessivas, sobretudo após a chegada da 
internet, o mundo público formava uma legião de servidores de alto nível, bem pagos e 
capazes de operar serviços de alta complexidade. Entre eles, jornalistas. Isso se deu porque a 
Constituição Federal de 1988:
a) Garantiu aos funcionários públicos concursados o direito à aposentadoria.
b) Garantiu aos funcionários públicos concursados liberdade de culto e manifestação religiosa.
c) Garantiu aos funcionários públicos concursados estabilidade no emprego.
d) Garantiu aos funcionários públicos concursados empregos vitalícios.
e) Garantiu aos funcionários públicos concursados o 13º salário.
Resposta
 A graduação em Jornalismo não pode ser o último passo para um profissional que 
pretende manter-se atualizado diante das imensas transformações que o seu segmento de 
atuação vem experimentando nos últimos anos.
 A exemplo de outras áreas de atuação humana, o jornalismo demanda respostas que a 
mera atuação nas empresas de comunicação não são capazes de suprir.
 O mercado, cada vez mais, se coloca em um patamar de consumidor de tecnologias que não 
desenvolve; e o jornalismo, como ofício, pode tornar-se mero usuário de softwares e 
hardwares que não elaborou, pouco conhece e opera com demasiada limitação e resistência.
 A inteligência artificial é um ótimo exemplo. A passividade 
do mercado em relação aos seus limites coloca em risco a 
credibilidade jornalística. 
 Só a academia proporciona o ambiente de debate e 
produção de conhecimento capaz de elevar a profissão aos 
patamares que já ocupou antes da era tecnológica: como 
mediadora social entre os centros de poder e a sociedade.
A academia como possibilidade de trabalho e estudo
 O campo acadêmico da comunicação, por muitos anos, olhou para a produção 
mercadológica como terreno de estudo e pesquisa. Diferentemente de outras áreas do 
saber, no jornalismo a universidade não interferia no ferramental tecnológico 
jornalístico, mas buscava compreendê-lo e sistematizá-lo para o ensino da profissão.
Essa abordagem tecnicista necessita somar-se a uma visão crítica:
 “Temos de fazer essa reflexão com certa urgência, já que 
se continuarmos a repetir em sala, sem a crítica 
necessária (o que reflete a má-formação do docente) as 
fórmulas ditadas pelo mercado de trabalho, estaremos 
rapidamente colocando por terra alguns propósitos da 
universidade, como o de criar massa crítica de reflexão da 
sociedade e o de gerar conhecimentos que visem à 
contínua construção da cidadania” (Ramadan, 2001, p. 5).
 Isso se dá a partir de duas abordagens. A primeira é sobre a 
demanda da chamada educação continuada. A segunda diz 
respeito aos campos de pesquisa e docência na comunicação.
A academia como possibilidade de trabalho e estudo
 O conceito de educação continuada ou permanente surgiu na 15ª Conferência Geral da 
Unesco, em 1968, que analisava a crise da educação no Pós-guerra. Era um conceito que 
visava essencialmente, após meio século de guerras, uma educação para a paz.
 Retomado no Ano Internacional da Educação (1970), o conceito ganhou novos 
contornos em países em desenvolvimento como o Brasil, principalmente nas políticas 
de educação de adultos.
 Os anos 1990, marcados pela crise do emprego e pelas 
competitividades de mercados e de profissionais, recolocaram 
a importância da Educação Continuada, em face 
particularmente da facilidade de sua concretização pela 
abrangência social dos meios eletrônicos, sobretudo a 
televisão e a informática com seus sistemas de rede
(Vilarinho, 2001, p. 6).
A ideia do ensino continuado
 As tecnologias digitais levaram o mundo a uma nova aceleração. Jamais nos 
transformamos tão rapidamente e dificilmente reduziremos essa velocidade.
 Esta intensa relação do homem contemporâneo com a tecnologia determina que a Educação 
Continuada se fundamente na perspectiva de que a cognição e os processos de construção 
do conhecimento resultam de redes complexas nas quais interagem atores que sintetizam 
dimensões humanas, biológicas e técnicas (Vilarinho, 2001, p. 7).
 Apenas um mergulho profundo e permanente na complexidade desse mundo que 
despontou pode gerar as condições necessárias para que um jornalista atue com o 
ferramental atualizado e a necessária massa crítica.
 Não há outro espaço para esse desenvolvimento senão a 
academia. Entender que o estudo não é apenas uma 
questão de formação, mas uma demanda constante de 
desenvolvimento, coloca a Comunicação Social, em 
definitivo, entre as áreas de pesquisa e produção de 
conhecimento mais importantes da contemporaneidade.
A ideia do ensino continuado
 Dentro da academia há duas alamedas pelas quais o ensino continuado trafega. No 
terreno da pós-graduação é possível prosseguir pelo lato sensu e/ou pelo stricto sensu.
 Na primeira alternativa temos os cursos de especialização. Em turmas menores, formadas 
por estudantes maduros, esses cursos representam uma nova dimensão para o 
desenvolvimento do saber.
 Menos focadas em competências e habilidades e mais centradas no aprendizado crítico, as 
especializações representam um ambiente capaz de levar o estudante a uma relação de 
prazer diante do conhecimento, com uma ambiência mais do que propícia ao ensino 
continuado.
 Nas especializações, o pós-graduando também estará 
diante de uma rede de relacionamentos, dos professores 
(normalmente mestres e doutores) aos estudantes (de um 
modo geral diferenciados em relação à média da graduação).
 A outra alameda que se abre seguirá na produção do 
conhecimento através da pesquisa metodológica: é o stricto 
sensu, com os programas de mestrado ou doutorado.
A pós-graduação lato sensu e stricto sensu e a pesquisa como forma de 
reinterpretar o mercado
 Esses programas se apresentam com linhas de pesquisa a partir das quais os alunos 
desenvolvem suas propostas de dissertação (no caso do mestrado) e tese (no caso
do doutorado).
 A diferença fundamental entre as duas propostas é que o doutoramento exige uma 
pesquisa inédita em sua respectiva área, enquanto a dissertação, no mestrado,pode 
discorrer sobre um recorte temático, sem essa exigência.
 O stricto sensu oferece uma gama de disciplinas relacionadas à sua linha de pesquisa, com 
uma exigência de créditos (presença e aprovação em cada matéria).
 Ao longo desse período de aulas, o estudante amadurece seu 
projeto de pesquisa. Em seguida, se debruça sobre o tema 
com a orientação de um dos docentes do programa.
 Essa pesquisa é submetida, em princípio, a uma banca de 
qualificação que tem como objetivo orientar ou reorientar os 
caminhos percorridos pelo estudante. Finalmente, o 
pesquisador defende seu trabalho em uma banca 
examinadora e recebe seu título (mestre ou doutor).
A pós-graduação lato sensu e stricto sensu e a pesquisa como forma de 
reinterpretar o mercado
 As pesquisas dos programas stricto sensu podem ser financiadas por entidades de 
fomento públicas ou privadas, fazendo da pesquisa acadêmica uma possibilidade de 
trabalho remunerado.
 Os pesquisadores titulados também podem se candidatar à docência em suas áreas de 
pesquisa, de forma a difundir o conhecimento produzido entre os alunos da graduação.
 Em pesquisa que mapeou 109 teses defendidas em 2017, a pesquisadora Marialva 
Barbosa identificou as principais áreas de pesquisa e suas concentrações temáticas.
 Estudos de televisão, cinema, jornalismo, imagem, publicidade e relações 
públicas/comunicação organizacional foram as áreas mais pesquisadas. 
 O levantamento também identificou um conjunto de trabalhos 
com dimensão política. São pesquisas na interseção entre as 
abordagens que privilegiam áreas (políticas da comunicação, 
economia política da comunicação, teorias políticas etc.) e as 
que misturam os saberes, na perspectiva da comunicação 
como saber síntese do século XXI.
A pós-graduação lato sensu e stricto sensu e a pesquisa como forma de 
reinterpretar o mercado
 Dizia um velho e experiente gestor de cursos de Comunicação Social em São Paulo que 
os egressos de Jornalismo, sobretudo os que alcançaram uma posição de sucesso na área, 
deveriam voltar aos tablados universitários para devolver à sociedade aquilo que receberam 
a mais que a maioria dos seus contemporâneos.
 Não é difícil entender a tese que embasa esse argumento. Segundo o Instituto Brasileiro de 
Geografia e Estatística (IBGE), 6,87% dos brasileiros, ou 13,4 milhões de pessoas, tinham o 
ensino superior completo em 2010. Já em 2020 houve um aumento para 18,06% da 
população. Esse percentual cresceu para 19,2% em 2022. Ainda assim, grosso modo, 
menos de 20 em cada 100 brasileiros alcançam o ensino superior.
 A docência em jornalismo, na perspectiva da educação 
continuada e do conhecimento produzido nos programas 
de pós-graduação, é outro caminho que qualquer estudante 
pode colocar entre as possibilidades a serem percorridas ao 
longo de sua carreira.
A docência em Comunicação Social e Jornalismo
Segundo o Perfil do Jornalista Brasileiro 2021, a docência é uma atividade exercida por 
cerca de 7,4% dos profissionais dessa área:
 A maior parte dos/as jornalistas docentes trabalha em Universidade de Iniciativa 
Privada (30%), quantitativo bastante próximo daqueles/as que atuam em Universidade 
Federal (28%). Apenas 12% da amostra possui vínculos simultâneos com Instituições de 
Ensino Superior de natureza diferente, ou seja, marcou mais de uma opção de resposta. 
Aproximadamente 10% dos/as jornalistas docentes atuam em Centro de Ensino Superior 
Privado; e/ou em Universidade Estadual; e/ou em Universidade Confessional e/ou Faculdade 
de Iniciativa Privada, cada uma. Apenas 7% trabalham em Universidade Comunitária ou 
similar (Lima et al., 2022, p. 79).
 A evolução dos quadros de professores de jornalismo no Brasil 
passou por diversas fases. Na introdução dos cursos de 
graduação nos anos 1960, o corpo docente era formado, 
de um lado, por profissionais do mercado que não 
conheciam mais que suas atribuições ao lado de teóricos 
que, por óbvio, jamais se debruçaram sobre a 
comunicação como área do saber.
A docência em Comunicação Social e Jornalismo
Com tudo o que a comunicação passou, dos seus primeiros momentos de academia até hoje, o 
professor de comunicação teve, tem e terá de se reinventar na mesma velocidade que a 
sua ciência caminha:
 Assim, espera-se que o docente jornalista seja um professor universitário ciente de 
suas ações, sabendo da importância das concepções pedagógicas para a ótica da 
profissão, construindo uma identidade de professor reflexivo; logo, compreendendo a 
relação ensino e aprendizagem e fazendo de sua prática docente uma tarefa profissional e 
de constante reflexão. Com tal atitude é possível melhorar não apenas a sua atividade 
docente como a própria profissionalização para consolidar ainda mais o curso de Jornalismo 
no país (Ferreira, 2013, p. 43).
 Da mesma forma que o profissional de jornalismo procura 
agora criar um novo lugar no mundo, o docente que se 
dispõe a orientá-lo precisa estar preparado e ciente do 
seu lugar e do seu papel na sociedade.
A docência em Comunicação Social e Jornalismo
Em pesquisa que mapeou 109 teses defendidas em 2017, a pesquisadora Marialva Barbosa 
identificou as principiais áreas de pesquisa e suas respectivas concentrações temáticas. Entre 
as áreas mais pesquisadas estão:
I. Estudos de televisão e cinema.
II. Estudos de jornalismo e imagem.
III. Estudos de publicidade e relações públicas/comunicação organizacional.
a) Apenas a afirmação I está correta.
b) Apenas a afirmação II está correta.
c) Apenas a afirmação III está correta.
d) Apenas as afirmações I e II estão corretas.
e) Todas as afirmações estão corretas.
Interatividade
Em pesquisa que mapeou 109 teses defendidas em 2017, a pesquisadora Marialva Barbosa 
identificou as principiais áreas de pesquisa e suas respectivas concentrações temáticas. Entre 
as áreas mais pesquisadas estão:
I. Estudos de televisão e cinema.
II. Estudos de jornalismo e imagem.
III. Estudos de publicidade e relações públicas/comunicação organizacional.
a) Apenas a afirmação I está correta.
b) Apenas a afirmação II está correta.
c) Apenas a afirmação III está correta.
d) Apenas as afirmações I e II estão corretas.
e) Todas as afirmações estão corretas.
Resposta
 BARBOSA, M. Pesquisas em Comunicação no Brasil: perspectivas históricas. In: BIANCO, N. 
R. D.; LOPES, R. S. (org.). O campo da comunicação: epistemologia e contribuições 
científicas. São Paulo: SOCICOM, 2020, v. 1, p. 63-99.
 FERREIRA, J. Docência universitária: elementos norteadores da prática pedagógica no curso 
de Jornalismo. 2013. Tese (Doutorado em Jornalismo) − Universidade Federal de Uberlândia, 
Uberlândia, 2013.
 LIMA, S. P. (org.); BARROS, J. V.; HENRIQUES, R. P.; MICK, J.; MOLIANI, J. A.; NICOLETTI, 
J.; PATRÍCIO; et al. M. Perfil do jornalista brasileiro: características sociodemográficas, 
políticas, de saúde e do trabalho em 2021. Quorum Comunicações, 2022. Disponível em: 
https://tinyurl.com/yckd7a8s. Acesso em: 3 out. 2023.
 RAMADAN, N. A. Reflexões sobre o ensino de jornalismo na 
era digital. In: XXIV Congresso Brasileiro de Ciências da 
Comunicação, 2001, Campo Grande.
Referências
 ROQUE, F. R. P. Matriz de competências para o jornalismo em mídias sociais e 
repercussões na formação do jornalista. 2021. Dissertação (Mestrado em Jornalismo) − 
Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2021.
 SCHMITZ, A. Dicas para passar em concursos de comunicação social. Instituto Superior de 
Comunicação, 2023. Disponível em: https://tinyurl.com/fh3e6evc. Acesso em: 19 abr. 2024.
 VILARINHO, L. R. Educação continuada e educação a distância: anomalias no contexto do 
paradigma tradicional de ensino? Reunião Anual da ANPEd, v. 24, 2001. Disponível em: 
https://tinyurl.com/2x4xbv9h. Acesso em: 22 abr. 2024.
Referências
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