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GABARITO | Avaliação III - Desafio Profissional - Individual
(Cod.:1628837)
Verde: resposta correta. Vermelho: alternativa marcada por você que está incorreta.
Peso da Avaliação 3,00
Prova 122794336
Qtd. de Questões 1
Nota 9,00
DESAFIO PROFISSIONAL DE FISIOPATOLOGIA E DIETOTERAPIA NO ESTRESSE 
METABÓLICO 
 
Esta é a descrição do seu Desafio Profissional. Para que você possa desenvolver sua atividade e 
chegar à conclusão desta avaliação, é preciso baixar e salvar o Template Padrão Único em Word que 
está disponível no link ao final desta descrição. Para baixá-lo, clique em Arquivo > Criar uma cópia > 
Baixar uma cópia. Você só conseguirá editar o template depois de salvá-lo. 
 
Vamos adiante! Leia com atenção. 
 
Seja bem-vindo ao Desafio Profissional da Disciplina de Fisiopatologia e dietoterapia no Estresse 
Metabólico. Aqui, você assume o papel de profissional responsável por analisar a situação, tomar 
decisões e propor soluções. É o momento de aplicar seus conhecimentos de forma prática e mostrar 
como lidaria com um desafio real. 
 
ETAPA 1 - Apresentação do Desafio Profissional. 
Você é nutricionista de um hospital público de média complexidade. Recebe para avaliação M.A.S., 
42 anos, sexo masculino, vivendo com HIV há 10 anos, com adesão irregular ao tratamento no último 
ano. O paciente está internado há quatro dias devido à pneumonia bacteriana, apresentando perda de 
peso acentuada, fraqueza, diarreia e ingestão alimentar muito reduzida nas últimas semanas. 
 
Dados clínicos e antropométricos: 
Altura: 1,72 m | Peso atual: 54,0 kg | Peso usual (há 3 meses): 61,5 kg 
Circunferência da panturrilha: 29 cm 
Ingestão alimentar: cerca de 30-40% do habitual 
Diagnóstico médico: pneumonia bacteriana associada ao HIV 
Terapêutica: antirretroviral (tenofovir + lamivudina + dolutegravir) e antibiótico IV 
Exames laboratoriais recentes (48h): 
Hemoglobina 10,2 g/dL 
Linfócitos totais 800/mm³ 
PCR 12 mg/dL 
Sódio 132 mEq/L 
Potássio 3,2 mEq/L 
Fósforo 2,2 mg/dL 
Magnésio 1,4 mg/dL 
Glicemia jejum 118 mg/dL 
Triglicerídeos 220 mg/dL 
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1
21/09/2026, 13:15 Avaliação III - Desafio Profissional - Individual
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O médico assistente solicita sua avaliação nutricional completa e elaboração de um plano de terapia 
nutricional enteral, com justificativa técnica e acompanhamento. 
 
Seu desafio é: 
- Elaborar o diagnóstico nutricional e elencar riscos associados.
- Calcular a estimativa das necessidades energéticas e proteicas. 
- Propor o plano alimentar individualizado com indicação da via de alimentação e da fórmula enteral.
- Definir estratégias para progressão da dieta e para prevenção de complicações e síndrome de 
realimentação.
- Elaborar orientações sobre monitoramento e ajustes de conduta nutricional. 
 
ETAPA 2 - Materiais de referência (ambientação) para o Desafio Profissional.
SILVA, Amanda Alcaraz da; MENDES, Bianca Alves. Fisiopatologia e Dietoterapia no Estresse 
Metabólico. Florianópolis: Arqué, 2025.
Tema de aprendizagem 2 - TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL E PARENTERAL.
Tema de aprendizagem 3 - FISIOPATOLOGIA E DIETOTERAPIA NO HIV/AIDS, DESNUTRIÇÃO 
E CAQUEXIA.
Diretriz da Braspen (2011): Terapia nutricional na Síndrome da Imunodeficiência adquirida 
(HIV/AIDS). 
Livro: Tratado de Nutrição e Dietoterapia. Parte 9 − p. 757. Disponível em: 
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527739771/ 
Artigo: Manejo nutricional em pacientes com risco de síndrome de realimentação. Disponível em: 
https://braspenjournal.org/article/doi/10.37111/braspenj.AE2019344001 
 
ETAPA 3 - Levantamento de conceitos teóricos (preencher no Template Padrão Único). 
 
ETAPA 4 - Aplicação dos conceitos teóricos ao Desafio Profissional (preencher no Template 
Padrão Único). 
 
ETAPA 5 - ETAPA AVALIATIVA - Redação do produto - Memorial Analítico (preencher no 
Template Padrão Único e, após a finalização, copiar e colar no campo de resposta a seguir). 
Chegou a hora de transformar todo o seu percurso investigativo em um texto claro, bem estruturado e 
objetivo. Você deverá desenvolver um Memorial Analítico. Ele será o produto final do Desafio 
Profissional, que será avaliado com nota de zero a dez e terá peso três na média final da disciplina de 
Fisiopatologia e dietoterapia no Estresse Metabólico. 
 
Lembre-se: para baixar o Template Padrão Único do Desafio Profissional, clique no link a 
seguir e siga o passo a passo: clique em Arquivo > Criar uma cópia > Baixar uma cópia. Você só 
conseguirá editar o template depois de salvá-lo. 
Bons estudos! 
 
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Fonte: SILVA, Amanda Alcaraz da; MENDES, Bianca Alves. Fisiopatologia e Dietoterapia no 
Estresse Metabólico. Florianópolis: Arqué, 2025.
LINK DO TEMPLATE PADRÃO ÚNICO
Resposta esperada
 
GABARITO DE REFERÊNCIA DE CORREÇÃO 
 
Resumo do que você descobriu (1 parágrafo) - – vale 1 ponto 
O estudante deve apresentar, em até um parágrafo, uma síntese do caso analisado e das principais
conclusões alcançadas. Espera-se que destaque que o paciente vivendo com HIV, associado a
uma infecção oportunista (pneumonia bacteriana), apresenta estresse metabólico inflamatório,
desnutrição importante, ingestão alimentar insuficiente e alto risco de síndrome de
realimentação. Deve ficar claro que a análise integrada dos dados levou à indicação de terapia
nutricional enteral precoce, progressiva e cuidadosamente monitorada, fundamentada em
diretrizes científicas nacionais. 
 
Contextualização do desafio (1 parágrafo): Quem? Onde? Qual a situação? - vale 0,5
ponto 
O estudante deve contextualizar o cenário clínico de forma clara, identificando quem é o
paciente, onde ele está inserido e qual a situação-problema. Espera-se a menção ao hospital
público de média complexidade, ao histórico de HIV com adesão irregular ao tratamento, à
internação por pneumonia bacteriana e aos sinais clínicos relevantes, como perda de peso,
fraqueza, diarreia e baixa ingestão alimentar. O objetivo é demonstrar compreensão global do
contexto antes da análise técnica. 
 
Análise (1 parágrafo): use de 2 a 3 conceitos da disciplina, mostrando como eles explicam a
situação. Dê exemplos diretos e contextualizados -– vale 2 pontos 
Nesta etapa, espera-se que o estudante articule conceitos da disciplina para explicar o caso. Deve
abordar a fisiopatologia do estresse metabólico inflamatório no HIV associado à pneumonia,
explicando a relação entre inflamação sistêmica, liberação de citocinas, aumento do catabolismo
proteico, perda de massa muscular e piora funcional. Também é esperado que mencione o
impacto da inflamação no gasto energético e na resistência insulínica, conectando esses
mecanismos às maiores necessidades proteicas e à necessidade de cautela na progressão
calórica. 
 
Propostas de solução (até 2 parágrafos): o que você recomenda? Por quê? Qual teoria apoia
sua ideia? – vale 3 pontos 
O estudante deve apresentar as condutas nutricionais propostas, justificando-as com base na
teoria e nas diretrizes. Espera-se que descreva a avaliação e o diagnóstico nutricional integrados,
utilizando critérios como o GLIM, com interpretação do IMC, percentual de perda ponderal,
circunferência da panturrilha e ingestão alimentar. Deve indicar o diagnóstico de desnutrição
(preferencialmente grave), consumo alimentar insuficiente e risco de síndrome de realimentação.
Em seguida, deve propor a terapia nutricional enteral por via nasoenteral, definir metas
energéticas e proteicas, justificar início hipocalórico com progressão gradual e descrever medidas
específicas para prevenção da síndrome de realimentação, incluindo correção eletrolítica, uso de
tiamina e monitorização clínica e laboratorial. 
 
Conclusão reflexiva (até 2 parágrafos): O que você aprendeu com essa experiência? – vale 2
pontos 
Na conclusão, espera-se que o estudante reflita sobre o aprendizado proporcionado pelo desafio.
Deve demonstrar compreensãoda importância do raciocínio clínico integrado, da atuação do
nutricionista no contexto do estresse metabólico e da prevenção de complicações associadas à
terapia nutricional. É desejável que destaque a relevância da tomada de decisão baseada em
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https://www.uniasselvi.com.br/extranet/o-2.0/download/arqu_download.php?link=549786
evidências e do cuidado individualizado em pacientes hospitalizados com HIV e infecções
oportunistas. 
 
Referências (somente o que você realmente usou, incluindo o livro) – vale 0,5 ponto 
O estudante deve indicar as referências que utilizou. Neste caso, utilizou-se: 
Livro da disciplina 
Diretriz da BRASPEN (2011): Terapia nutricional na Síndrome da Imunodeficiencia adquirida
(HIV/AIDS) 
Parte 9 – Livro Tratado de Nutrição e Dietoterapia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2024. E-book. p.757. ISBN 9788527739771. Disponível em:
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527739771/ 
Manejo nutricional em pacientes com risco de síndrome de realimentação. BRASPEN Journal, v.
34, n. 4, p. 414-421, 2019. Disponível em:
. 
 
Autoavaliação (1 parágrafo): o que você percebeu sobre seu próprio processo de estudo? 
O estudante deverá escrever a sua percepção sobre o processo de aprendizagem. Aqui, tudo o que
o estudante escrever deverá ser considerado correto. Ele poderá descrever que sua experiência foi
positiva e que aprendeu muito, poderá descrever que sua experiência foi ruim e que não
conseguiu aprender muito, poderá descrever que sua experiência foi neutra pois já conhecia o
conteúdo. 
Além disso, espera-se que comente como o desafio contribuiu para a compreensão dos conteúdos
da disciplina, para o desenvolvimento do raciocínio clínico e para a integração entre teoria e
prática profissional, evitando respostas genéricas ou meramente descritivas. 
 
Assim, a resposta esperada é: 
 
A análise do caso clínico de M.A.S., 42 anos, vivendo com HIV há 10 anos e internado por
pneumonia bacteriana associada, evidenciou um quadro de estresse metabólico inflamatório
importante, associado à desnutrição grave, ingestão alimentar insuficiente e elevado risco de
síndrome de realimentação. A integração entre dados clínicos, antropométricos, laboratoriais e
conceitos fisiopatológicos permitiu compreender a complexidade do estado nutricional do
paciente e fundamentar a proposta de terapia nutricional enteral individualizada e segura. 
O paciente encontra-se hospitalizado em um hospital público de média complexidade, com
histórico recente de adesão irregular à terapia antirretroviral, perda de peso acentuada, fraqueza,
diarreia e redução significativa da ingestão alimentar nas semanas que antecederam a internação.
Os exames laboratoriais demonstram inflamação ativa, imunossupressão e distúrbios eletrolíticos
relevantes, o que reforça a gravidade do quadro clínico e nutricional. 
Do ponto de vista fisiopatológico, a associação entre HIV e pneumonia bacteriana desencadeia
resposta inflamatória sistêmica mediada por citocinas pró-inflamatórias, como TNF-α e
interleucinas, que promovem aumento do catabolismo proteico, perda acelerada de massa
muscular e piora funcional. Esse processo está diretamente relacionado à resistência insulínica e
à alteração do metabolismo energético, podendo elevar o gasto energético basal e comprometer a
utilização adequada dos nutrientes. Esses mecanismos explicam a rápida deterioração do estado
nutricional e fundamentam a necessidade de maior aporte proteico e de progressão cautelosa da
oferta calórica. 
A avaliação nutricional integrada demonstrou índice de massa corporal de 18,25 kg/m²,
classificado como magreza ou desnutrição segundo a Organização Mundial da Saúde. Observou-
se perda ponderal de 12,2% em três meses, valor considerado clinicamente significativo, além de
circunferência da panturrilha de 29 cm, indicativa de depleção muscular. A ingestão alimentar
estimada em apenas 30–40% do habitual na última semana caracteriza consumo insuficiente e
contribui de forma direta para o agravamento do quadro nutricional. De acordo com os critérios
do Global Leadership Initiative on Malnutrition (GLIM), o paciente apresenta critérios
fenotípicos (baixo IMC, perda ponderal significativa e depleção muscular) e etiológicos (ingestão
reduzida e inflamação sistêmica), permitindo o diagnóstico de desnutrição grave. 
A interpretação dos exames laboratoriais reforça esse diagnóstico, com destaque para proteína C
reativa elevada, linfopenia e alterações eletrolíticas importantes, como hipofosfatemia,
hipocalemia e hipomagnesemia, que configuram alto risco de síndrome de realimentação. A
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presença de hiponatremia leve, anemia e alterações glicêmicas e lipídicas também exige
monitoramento contínuo durante a intervenção nutricional. 
Diante desse cenário, indica-se terapia nutricional enteral precoce por via nasoenteral, uma vez
que o trato gastrointestinal está funcional e a ingestão oral é insuficiente. As necessidades
energéticas estimadas situam-se entre 25 e 30 kcal/kg/dia (1350–1620 kcal/dia), porém, devido
ao elevado risco de síndrome de realimentação, recomenda-se início com aproximadamente 10
kcal/kg/dia, com progressão gradual ao longo de 4 a 7 dias. A necessidade proteica é estimada
entre 1,5 e 2,0 g/kg/dia, visando atenuar o catabolismo muscular e favorecer a recuperação da
massa magra. 
A conduta dietoterápica deve incluir correção prévia dos distúrbios eletrolíticos, administração de
tiamina antes do início da nutrição enteral, cautela com oferta hídrica e de sódio nas primeiras 48
a 72 horas e monitorização frequente de eletrólitos e glicemia. Recomenda-se o uso de fórmula
enteral polimérica hiperproteica, com densidade energética entre 1,2 e 1,5 kcal/mL, iniciando-se
a infusão em baixa taxa, entre 20 e 30 mL/h, com progressão conforme tolerância clínica e
estabilidade metabólica. Em caso de diarreia associada ao uso de antibióticos, devem ser
consideradas estratégias como ajuste da osmolaridade, da velocidade de infusão e inclusão de
fibras solúveis. 
A monitorização nutricional deve ser contínua, com avaliação clínica e gastrointestinal nas
primeiras horas, controle diário de eletrólitos nas fases iniciais, acompanhamento semanal de
peso e circunferências e revisão diária das metas nutricionais até o alcance do aporte pleno. As
condutas propostas estão fundamentadas nas diretrizes da BRASPEN para HIV/AIDS, no manejo
do estresse metabólico e nas recomendações para prevenção da síndrome de realimentação em
adultos hospitalizados. 
A elaboração deste memorial possibilitou compreender de forma aplicada a relação entre
fisiopatologia do estresse inflamatório, diagnóstico nutricional e planejamento dietoterápico em
um contexto clínico complexo. A experiência reforçou a importância da atuação crítica e baseada
em evidências do nutricionista clínico, especialmente na prevenção de complicações metabólicas
e na promoção de recuperação nutricional e funcional em pacientes hospitalizados. 
Minha resposta
A análise do caso permitiu identificar que o paciente apresenta desnutrição energético proteica
grave associada ao HIV e à pneumonia bacteriana, caracterizando um quadro de intenso estresse
metabólico e elevado risco para síndrome de realimentação. A avaliação nutricional evidenciou a
necessidade de uma intervenção precoce, cuidadosamente planejada e baseada em evidências
científicas, com o objetivo de promover a recuperação do estado nutricional, prevenir
complicações metabólicas e contribuir para a melhora do prognóstico clínico. Contextuação do
desafio O caso refere-se a um paciente do sexo masculino, de 42 anos, internado em um hospital
público devido à pneumonia bacteriana associada ao HIV. O paciente apresentava perda ponderal
significativa, ingestão alimentar reduzida, sinais de desnutrição grave e alteraçõeslaboratoriais
importantes. Diante desse quadro, foi solicitada uma avaliação nutricional completa para
definição da melhor estratégia de terapia nutricional enteral. Analise O estresse metabólico
provocado pela infecção favorece o aumento do catabolismo proteico, intensificando a perda de
massa muscular e agravando o estado de desnutrição. Além disso, a imunossupressão causada
pelo HIV compromete a resposta imunológica, aumentando a suscetibilidade às infecções e
dificultando a recuperação clínica. Outro aspecto relevante é o elevado risco de síndrome de
realimentação, evidenciado pelas alterações nos níveis de fósforo, potássio e magnésio, tornando
indispensável a introdução gradual da terapia nutricional com monitoramento contínuo para
evitar complicações metabólicas. Proposta de solução Como estratégia de intervenção,
recomenda-se a implementação da Terapia Nutricional Enteral (TNE) por meio de sonda
nasoenteral, utilizando fórmula polimérica hipercalórica (1,5 kcal/mL) e hiperproteica, adequada
às necessidades do paciente. A estimativa nutricional corresponde a 30–35 kcal/kg/dia e 1,5–2,0
g de proteína/kg/dia. Entretanto, devido ao elevado risco de síndrome de realimentação, a oferta
energética deve ser iniciada entre 15 e 20 kcal/kg/dia, com progressão gradual ao longo de três a
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cinco dias, até atingir a meta nutricional. Antes do início da terapia nutricional, é essencial
corrigir os distúrbios eletrolíticos, realizar suplementação de tiamina e monitorar diariamente
fósforo, potássio, magnésio e glicemia. Essas condutas são recomendadas pelas diretrizes de
terapia nutricional e têm como finalidade garantir uma recuperação segura, reduzir complicações
e favorecer a melhora do estado nutricional e clínico do paciente. Conclusão reflexiva O
desenvolvimento deste desafio possibilitou compreender a importância da integração entre os
conhecimentos de fisiopatologia, avaliação nutricional e dietoterapia na tomada de decisões
clínicas. Ficou evidente que a terapia nutricional deve ser planejada de forma individualizada,
considerando as condições clínicas, o estado nutricional e os riscos metabólicos de cada paciente.
Além disso, esta experiência reforçou a relevância do nutricionista como integrante da equipe
multiprofissional de saúde. Compreendi que a nutrição vai além do suporte alimentar,
constituindo parte essencial do tratamento, especialmente em pacientes imunossuprimidos, nos
quais uma conduta nutricional adequada pode contribuir significativamente para a recuperação
clínica, redução de complicações e melhora da qualidade de vida. Referência BRASIL.
Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Manejo da Infecção pelo
HIV em Adultos. Brasília: Ministério da Saúde. WAITZBERG, Dan L. Nutrição Oral, Enteral e
Parenteral na Prática Clínica. 6. ed. São Paulo: Atheneu. SOCIEDADE BRASILEIRA DE
NUTRIÇÃO PARENTERAL E ENTERAL (BRASPEN). Diretrizes Brasileiras de Terapia
Nutricional. CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI – UNIASSELVI. Livro da
disciplina de Terapia. Autoavaliação Durante a elaboração deste desafio, percebi uma evolução
significativa na minha capacidade de relacionar os conteúdos teóricos com a prática clínica. A
análise do caso exigiu leitura crítica, interpretação dos dados clínicos e laboratoriais, além da
aplicação dos conhecimentos sobre avaliação nutricional e terapia nutricional enteral. Esse
processo fortaleceu meu raciocínio clínico, minha capacidade de tomada de decisão baseada em
evidências e minha compreensão sobre a importância de uma conduta nutricional segura, ética e
individualizada. Também compreendi que o nutricionista desempenha papel fundamental na
recuperação do paciente, contribuindo diretamente para a melhoria do prognóstico e da qualidade
da assistência em saúde.
arquivo_pronto_templete.pdfClique para baixar sua resposta
Retorno da correção
Olá, estudante! Sua resposta demonstra excelente capacidade de síntese ao resumir o quadro
clínico e contextualizar o desafio, detalhando o perfil do paciente, o ambiente hospitalar e os
principais riscos associados. Você articulou conceitos relevantes de fisiopatologia do estresse
metabólico, catabolismo proteico e risco de síndrome de realimentação, conectando-os
adequadamente à situação apresentada. A proposta de solução foi clara, fundamentada em
diretrizes, contemplando diagnóstico nutricional, cálculo das necessidades, escolha da via e
fórmula enteral, além de estratégias para progressão segura da dieta e prevenção de
complicações. O texto apresenta justificativas técnicas consistentes e orientações práticas para
monitoramento. Sua conclusão reflete maturidade ao integrar teoria e prática, reconhecendo o
papel do nutricionista e a importância do cuidado individualizado. As referências estão bem
direcionadas, embora pudessem ser citadas com maior precisão (incluindo artigo específico de
síndrome de realimentação). A autoavaliação evidencia reflexão sobre o aprendizado e
desenvolvimento do raciocínio clínico. Para próximos desafios, sugerimos detalhar ainda mais
critérios diagnósticos (como IMC, GLIM) e explicitar exemplos práticos de monitoramento.
Lembre-se de toda vez que desenvolver um desafio profissional, seguir o template da atividade.
Bons estudos!
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