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 CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI
CAMILA DA SILVA MELO
A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
GUARULHOS/SP
2026
CAMILA DA SILVA MELO
A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à disciplina de TCC 1 do Curso de Pedagogia do Centro Universitário FAVENI-UNIFAVENI, como requisito parcial para avaliação 
 Orientador: Prof. Me. Ricardo David Lopes.
GUARULHOS/SP
2026
SUMÁRIO
1	JUSTIFICATIVA	3
2	DEFINIÇÃO DO PROBLEMA E HIPÓTESES	4
2.1 	PROBLEMA	4
2.2 	HIPÓTESES	4
3	OBJETIVOS	5
3.1 	OBJETIVO GERAL	5
3.2 	OBJETIVOS ESPECÍFICOS	5
4	REFERENCIAL TEÓRICO E/OU REVISÃO DE LITERATURA	6
4.1 	REFERENCIAL TEÓRICO	6
4.2 	REVISÃO DE LITERATURA	6
5	PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS	7
6	RESULTADOS ESPERADOS	8
7	CRONOGRAMA	9
	REFERÊNCIAS	10
1	JUSTIFICATIVA
O presente trabalho vem mostrar que é por meio da brincadeira, mais especificamente pelo jogo, que a criança constrói e imagina suas próprias ideias, dando oportunidade para a ação social, ou seja, para a criança, o que importa é o que está sendo vivenciando durante o desenvolvimento do jogo e o que a criança vai aproveitar e tudo isso. É na Educação Infantil que se encontra a importância das atividades lúdicas, sendo que estas promovem ricas oportunidades e experiências para o crescimento sadio das crianças, enquanto seres em desenvolvimento físico, psíquico, emocional e suas capacidades para elaboração da cognição.
Visto desta forma, o brincar é considerado um dos meios mais propícios à construção do conhecimento, ou seja, uma criança é capaz de reelaborar e dominar a realidade através da brincadeira. Assim, o jogo, em sua essência é um recurso positivo para desempenhar funções motivadoras que se destinam ao desenvolvimento social e pedagógico da criança que, ao se descobrir, passa a colocar sobre o jogo suas intenções de crescimento e passa a demonstrar o que realiza e, cabe ao professor fazer dele um instrumento de grande importância para o desenvolvimento pedagógico na Educação Infantil.
Não poderia ser diferente no contexto atual e , menos ainda, na Educação Infantil, na medida em que a criança é efetivamente reconhecida como sujeito de direitos. Entretanto, também é possivel observar que muitas brincadeiras, como cantigas de roda, amarelinha, entre outras, vem desaparecendo e sendo, progressivamente, substituida pelas telas em interações muitos individualizadas, cada vez menos, socializadas.
Para Kishimoto (1999, pág. 11), “portadora de uma especificidade que se expressa pelo ato lúdico, à infância carrega consigo as brincadeiras que se perpetuam e se renovam a cada geração”. Portanto, a forma como a criança se expressa brincando é única e varia de acordo com cada ambiente, espaço e cultura, mas permanece a importância que ela tem, para o crescimento saudável e uma forma de aprendizado através da espontaneidade e criatividade de cada criança ao brincar. 
Diante disso, o objetivo deste trabalho de conclusão de curso é analisar a importaância do brincar para as crianças da Educação Infantil; como objetivos específicos ficam estabelecidos: investigar os benefícios do brincar no contexto da educação infantil e compreender como os professores tem usado o brincar em suas estratégias pedagógicas. 
Para alcançar os objetivos listados acima, elegeu-se a pesquisa qualitativa, de cunho bibliográfico. Esse tipo de pesquisa visa analisar produções já publicadas e responder seus objetivos a partir das descobertas que já foram feitas no campo no qual se localiza. .
2	DEFINIÇÃO DO PROBLEMA E HIPÓTESES
2.1 	PROBLEMA
A brincadeira também ajuda a desenvolver o espírito de cooperação, liderança, competição e os limites. É o momento para compreender o mundo a sua volta, através das regras, onde nem sempre vence, são habilidades que irão fazer parte delas pelo resto de suas vidas. “Quais são as contribuições dos jogos e brincadeiras para o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças na Educação Infantil, segundo a literatura científica?”
2.2 	HIPÓTESES
H1: Os jogos e brincadeiras podem contribuir para o desenvolvimento cognitivo, motor, social e emocional das crianças na Educação Infantil.
H2: A utilização intencional de atividades lúdicas pode favorecer a aprendizagem e a participação das crianças nas experiências pedagógicas.
H3: A mediação do professor pode exercer papel relevante na integração dos jogos e brincadeiras às práticas pedagógicas da Educação Infantil.
3	OBJETIVOS
3.1 	OBJETIVO GERAL 
· Analisar, a partir da literatura científica, as contribuições dos jogos e brincadeiras para o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças na Educação Infantil.
3.2 	OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
· Compreender a função pedagógica do brincar;
· Identificar contribuições para diferentes dimensões do desenvolvimento infantil.
· Analisar a presença do brincar nos documentos curriculares; e discutir o papel da mediação docente.
4	REFERENCIAL TEÓRICO E/OU REVISÃO DE LITERATURA
4.1 	REFERENCIAL TEÓRICO
Os jogos e brincadeiras contribuem com a criança no processo de imaginação, pensamento, criação e relacionamento com os demais de seu convívio diário. A brincadeira é atividade física ou mental que se faz de maneira espontânea e que proporciona prazer a quem a executa (QUEIROZ, 2003, pg 158). 
A educação infantil é a primeira etapa da educação básica, a partir da lei n° 12.796/13 essa etapa passou a ser obrigatória. Essa lei prevê, por exemplo, o pleno desenvolvimento da criança de até cinco anos de idade nos aspectos físico, emocional, intelectual e social. 
No Brasil existem leis que regulamentam as instituições escolares, as quais também estão inseridas na educação infantil, mas isso às vezes tem sido um problema pois algumas instituições não atendem essa necessidade.Essas leis existem para garantir o direito da criança à educação, sabendo-se que junto a ela, está o brincar. A partir deste princípio, as crianças têm a oportunidade de frequentar a educação básica para que possam desenvolver suas habilidades aprendendo a se inserirem no convívio social. É na escola que as crianças ampliam os seus conhecimentos, no entanto, cabe à instituição escolar, a responsabilidade de oferecer espaço, materiais e novas aprendizagens relacionadas aos conteúdos programáticos elaborados pelo educador. Além de promover todos esses requisitos, também é responsável pela organização das turmas, separando-as por faixa etária. As crianças necessitam da interação com outras pessoas, para se desenvolverem, porém, por serem ainda pequenos é necessário que todos da turma tenham praticamente a mesma idade, pois a troca de aprendizagens é muito importante para que eles possam interagir entre si e se descobrirem uns com os outros. É também nesta fase da vida que elas começam a desenvolverem suas personalidades, e a escola faz parte dessa importante tarefa que é a formação do indivíduo como cidadão, como pessoa que sabe expressar-se e conviver em sociedade, sabe-se que na educação infantil, as crianças passam a maior parte do tempo brincando. 
O brincar é de extrema importância na vida dos seres humanos, pois na brincadeira, a criança aprende a ser criativa e a expressar seus sentimentos de forma saudável, e através dos jogos compreendem que na vida sempre existem regras a serem seguidas e que nem sempre serão somente vitórias, mas que em algum momento passarão por fracassos, e nesses momentos precisam continuar seguindo em frente. O educador tem papel fundamental nessa aprendizagem que os alunos levam para toda a vida, é sua tarefa buscar meios pelos quais as crianças possam interagir através de brincadeiras e com outras pessoas e se socializar, e esse ato de brincar é algo essencial para o desenvolvimento do ser humano.
4.2 	REVISÃO DE LITERATURA 
 Os benefícios do brincar no contexto da educação infantil
A brincadeira na vida da criança é muito importante, pois constitui um processo de mediação entre a criança e a realidade. Brincar é indispensável à saúdefísica, emocional e intelectual; por isso, o lúdico deve estar presente na vida das crianças como uma atividade diária. Atualmente, as crianças estão ingressando cada vez mais cedo nas escolas, em razão do crescimento da participação das mulheres no mercado de trabalho, o que faz com que as mães necessitem deixar seus filhos nas instituições de Educação Infantil em idades cada vez menores.
As escolas de Educação Infantil precisam disponibilizar tempo para as crianças e resgatar o lúdico como um dos conteúdos, pois é na escola que elas encontram espaço livre e adequado para correr, pular, utilizar brinquedos diferenciados e se desenvolver sem perder esse momento importante da infância (LANA, 2004).
Brincar é uma atividade essencialmente humana, sendo o principal modo de expressão da infância. A sociedade moderna, marcada pelo avanço da tecnologia, tem distanciado as crianças da rua, espaço onde há maior সুযোগ para interação e socialização por meio das brincadeiras. É nesse ambiente que a criança pode correr livremente, criar de forma espontânea e interagir com outras crianças. Nas palavras de Friedmann (1996, p. 15), “brincar na rua é um aprendizado e uma oportunidade para a criança interagir com outros parceiros e desenvolver jogos nos quais a atividade física predomina”.
Ao brincar, as crianças utilizam a imitação para criar personagens já observados, transformando o real em seu próprio mundo por meio da imaginação. Dessa forma, expõem suas ideias e desenvolvem a criatividade. Nesse sentido, o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil afirma que:
Toda brincadeira é uma imitação transformada, no plano das emoções e das ideias, de uma realidade anteriormente vivenciada. Isso significa que uma criança que, por exemplo, bate ritmicamente com os pés no chão e imagina-se cavalgando um cavalo, está orientando sua ação pelo significado da situação e por uma atitude mental, e não somente pela percepção imediata dos objetos e situações. (BRASIL, 1998, v. 1, p. 28).
Seja qual for a brincadeira, por mais simples que pareça, ela contribuirá para o desenvolvimento da criança, favorecendo o processo de aprendizagem de forma espontânea, uma vez que a brincadeira possui um sentido próprio e deve ser um momento de prazer.
Winnicott (1975, p. 70) afirma que o brincar é fundamental para o crescimento saudável da criança e para suas relações sociais: “o brincar facilita o crescimento e, portanto, a saúde; o brincar conduz aos relacionamentos grupais”. Assim, sem liberdade para se expressar e utilizar a criatividade, a criança terá dificuldades no desenvolvimento de sua autonomia e personalidade.
Segundo Kishimoto (1999, p. 11), a infância é “portadora de uma especificidade que se expressa pelo ato lúdico”, sendo as brincadeiras perpetuadas e renovadas a cada geração. Portanto, a forma como a criança se expressa por meio do brincar é única e influenciada pelo ambiente e pela cultura, mas sua importância para o desenvolvimento permanece constante.
De acordo com Fortuna (2004), os jogos podem ser organizados em categorias que apresentam níveis crescentes de complexidade, permitindo uma progressão no desenvolvimento das habilidades cognitivas. Jogos mais simples podem preparar para outros mais complexos, facilitando a construção de esquemas mentais.
Os jogos lógicos estimulam operações cognitivas como classificação, seriação, antecipação e conservação. Além disso, unem cognição e emoção, tornando o aprendizado mais significativo. O brinquedo estimula a inteligência ao favorecer a imaginação, a criatividade, a concentração e o engajamento (LANA, 2004).
Os jogos também contribuem para o desenvolvimento da linguagem, uma vez que o contato com diferentes objetos e situações estimula a comunicação. Por meio das brincadeiras, a criança desenvolve o senso de companheirismo, aprende a conviver, a lidar com vitórias e derrotas, e a compreender regras.
A atividade lúdica desenvolve diversas habilidades, como atenção, memória e imaginação, essenciais para o processo de aprendizagem. Considerando que a Educação Infantil constitui a base da formação do indivíduo, o lúdico torna-se um recurso pedagógico eficaz para o desenvolvimento cognitivo da criança.
Ao valorizar jogos e brincadeiras, os professores dispõem de uma ferramenta indispensável para o processo de ensino-aprendizagem. Essas atividades contribuem para o amadurecimento cognitivo e funcionam como estímulo ao desenvolvimento infantil.
O brincar faz parte do universo da criança, facilitando a aprendizagem, a socialização, o desenvolvimento do espírito de grupo e a capacidade de tomar decisões. Sistematizar o brincar implica reorganizar a prática pedagógica, superando modelos tradicionais e incorporando o lúdico como elemento central no processo educativo (LANA, 2004).
Por meio de jogos, brinquedos e brincadeiras, desenvolvem-se a criatividade, a autonomia, a coordenação motora e a capacidade de decisão, além de tornar as aulas mais atrativas e promover a integração entre conteúdos curriculares.
Na sociedade contemporânea, marcada pelo consumismo e pela influência dos meios de comunicação, especialmente a televisão, o lúdico surge como alternativa para favorecer interações mais significativas. A criança, ao brincar, expressa sentimentos, afetividade e vivências internas (FORTUNA, 2004).
Nas brincadeiras, as crianças transformam conhecimentos prévios em novos conceitos, por meio da imitação e da experiência. É no ato de brincar que estabelecem relações, desenvolvem competências e ampliam sua compreensão do mundo (LANA, 2004).
Para brincar, é necessário que a criança tenha autonomia para escolher parceiros e papéis, desenvolvendo sua imaginação e capacidade de resolver problemas. Assim, a brincadeira constitui um espaço de experimentação e construção de conhecimentos.
O brincar pode ser organizado em diferentes categorias, como atividades de movimento, interação com objetos, linguagem e jogos de regras. Essas experiências podem ser agrupadas em três modalidades principais: o faz-de-conta, os jogos de construção e os jogos com regras, todos fundamentais para o desenvolvimento infantil (FORTUNA, 2004).
Diante do exposto, evidencia-se que o brincar desempenha um papel fundamental no desenvolvimento integral da criança, contribuindo para aspectos cognitivos, emocionais, sociais e motores. Além de favorecer a aprendizagem de forma significativa e prazerosa, o lúdico possibilita a construção de conhecimentos, a expressão da criatividade e o fortalecimento das relações sociais. Nesse sentido, torna-se indispensável que a Educação Infantil valorize e integre as brincadeiras em sua prática pedagógica, reconhecendo-as como elemento essencial para o desenvolvimento saudável e pleno das crianças.
Práticas pedagógicas e o brincar na Educação Infantil
É o adulto, na figura do professor, que, na instituição infantil, ajuda a estruturar o campo das brincadeiras na vida das crianças. Consequentemente, é ele quem organiza sua base estrutural, por meio da oferta de objetos, fantasias, brinquedos ou jogos, bem como pela delimitação e organização dos espaços e do tempo para brincar. Por meio das brincadeiras, os professores podem observar e construir uma visão dos processos de desenvolvimento das crianças, tanto no coletivo quanto individualmente, registrando suas capacidades de uso das linguagens, bem como suas habilidades sociais e recursos afetivos e emocionais.
A intervenção intencional, baseada na observação das brincadeiras das crianças, oferecendo materiais adequados e um espaço estruturado para brincar, permite o enriquecimento das competências imaginativas, criativas e organizacionais infantis. Cabe ao professor organizar situações para que as brincadeiras ocorram de maneira diversificada, possibilitando às crianças escolher temas, objetos e companheiros, bem como jogos de regras e de construção, elaborando de forma pessoal e independente suas emoções, sentimentos, conhecimentos e regras sociais (LANA, 2004).
É necessário que o professor tenha consciência de que, na brincadeira,as crianças recriam e estabilizam conhecimentos sobre diferentes esferas, por meio de uma atividade espontânea e imaginativa. Nessa perspectiva, não se deve confundir situações com objetivos de aprendizagem explícitos — relacionados a conceitos, procedimentos ou atitudes — com aquelas em que o conhecimento é experimentado espontaneamente. No entanto, os jogos, especialmente aqueles com regras, podem ser utilizados como atividades didáticas, desde que o professor compreenda que, nesses casos, não se trata de brincadeira livre, pois há intencionalidade pedagógica envolvida (LANA, 2004).
Como atividade controlada pelo professor, a brincadeira pode assumir um caráter de sedução pedagógica, no qual a criança não define o tema, os papéis ou o desenvolvimento da atividade. Nesse caso, o controle do adulto garante a transmissão de conteúdos, utilizando o interesse da criança pelo brincar como meio para atingir objetivos escolares. Contudo, para que as crianças exerçam sua capacidade criadora, é imprescindível que haja diversidade e riqueza de experiências, tanto nas brincadeiras livres quanto nas atividades orientadas.
A escola, enquanto instituição social responsável pela formação do indivíduo, configura-se como um espaço privilegiado para a realização das brincadeiras, sendo um ambiente de relações sociais que favorece o desenvolvimento infantil.
Entretanto, questiona-se se esse espaço tem sido, de fato, garantido nas instituições escolares. A brincadeira, como fator de formação do sujeito, tem sido estudada e valorizada pelos profissionais da educação? Estudos indicam consenso quanto à sua importância. Segundo Rabioglio (1995, p. 138), “a criança brinca para interpretar e assimilar o mundo, os objetos, a cultura, as relações e os afetos entre as pessoas”.
5	PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A pesquisa do trabalho em questão contou com a pesquisa de cunho bibliográfico, na qual é possível utilizar, livros, revistas, artigos, periódicos, e dentre outros instrumentos e legislações. Refletindo sobre as metodologias de pesquisa, inicialmente, foram realizadas buscas e leituras e análises das obras dos autores, que permitiram o embasamento teórico metodológico .
6	RESULTADOS ESPERADOS
Espera-se identificar, a partir da literatura científica, as principais contribuições dos jogos e brincadeiras para o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças na Educação Infantil. Pretende-se compreender de que maneira as atividades lúdicas podem favorecer aspectos cognitivos, motores, sociais e emocionais, bem como analisar o papel da mediação docente na organização de experiências pedagógicas que valorizem o brincar.
No ambiente da creche, por meio de jogos e brincadeiras livres ou orientadas, as crianças constroem autonomia, aprendem a conviver, expressam sentimentos e desenvolvem formas de interação com o outro. Assim, compreender a importância do brincar significa reconhecer seu papel fundamental na formação infantil e na prática pedagógica do professor.
7	CRONOGRAMA
	
	Meses do
ano
	Atividades/etapas
da pesquisa
	2026
	2026
	
	fev
	mar
	abr
	mai
	jun
	jul
	ago
	set
	out
	nov
	Definição do tema da
pesquisa
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	Elaboração	da
introdução
	
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	Início	da	revisão
bibliográficaou referencial teórico
	
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	Início do material e Métodos/Procedimento
s medodológicos
	
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	Sequência/Finalizaçã da	revisão de literatura	 ou referencial teórico
	
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	Sequência/finalização do material e métodos/ Procedimentos
medodológicos
	
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	Elaboração	do
resumo
	
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	Elaboração	das
considerações finais
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Finalização do
Resumo
	
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REFERÊNCIAS
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CENTRO DE ENSINO TECNOLÓGICO DE BRASÍLIA. Programa de capacitação em Educação Infantil. Brasília, 2002.
FORTUNA, Tânia Ramos. O brincar na Educação Infantil. Revista Pátio – Educação Infantil. Ano 1 nº 3. Dezembro de 2003/março de 2004. ed. Artmed. P. 7-10.
GIL, Antônio Carlos. Técnicas de pesquisa em economia e elaboração de monografias. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2000.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O jogo e a educação infantil. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2002.
LANA, Adriana Venturim. Uma maneira lúdica de ensinar matemática para crianças com dificuldades de aprendizagem. Trabalho de Conclusão de Curso. Guarapari, ES: FIPAG, 2004
MACEDO, Lino de. Faz-de-conta na escola: a importância do brincar. Revista Pátio – Educação Infantil. Ano 1 nº 3. Dezembro de 2003/março de 2004. ed. Artmed. P. 10-13
OLIVEIRA, Zilma de M. Ramos. A criança e seu desenvolvimento, perspectiva parase discutir a educação infantil. 2 ed. São Paulo, 1998.
RABIOGLIO, M.B. Jogar: um jeito de aprender. Dissertação de Mestrado, USP: São Paulo, 1995. capturado em http://www.usp.br
REGO, Teresa Cristina. Vygotsky: uma perspectiva histórico-político cultural da educação. 13 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995
VYGOTSKY, Lev Semenovich. A formação social da mente. 5 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
WAJSKOP, Gizela. Birncar na Pré-escola. 2 ed. São Paulo: Cortez Editora, 1997 
WWW.Webartigos.com/artigos/a-importancia-dos-jogos-e-brincadeiras-na-educação infantil/ 
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