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Manual de Petições

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(Local e data)
(Nome do advobgado)
 (Número da OAB)
60
Contestação em procedimento comum
Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da ....... Vara da Comarca de (cidade) -(UF)
 (deixar aproximadamente, 20 linhas em branco)
Processo nº ....................
(NOME DO RÉU), devidamente qualificado nos autos do processo em
epígrafe, da AÇÃO DE .................., proposta por (NOME DO AUTOR), em curso neste
ínclito Juízo, tendo sido citado por edital, vem, mui respeitosamente, perante V. Excia., por
seu Curador Especial, nomeado, nos termos do art. 9º do CPC, face ao r. despacho de fls.
...., dizer o que se segue.
Trata o presente processo de uma ação de procedimento ordinário, através
da qual é requerida a liquidação e dissolução de sociedade comercial, que tem como sócios,
............................., sendo certo que todos têm a mesma participação na sociedade, uma
vez que a cada um deles, cabem ..... quotas de R$ .......... (valor por extenso) cada uma,
o que significa dizer que cada sócio é responsável por ...% (........ por cento) do capital
social.
Por outro lado, constata-se que o contrato social, acostado aos autos, às fls.
..., em sua cláusula ........., determina que a administração, gerência dos negócios e as
responsabilidades civis, fiscais, trabalhistas e previdenciárias, cabem única e exclusivamente,
ao sócio ................. .
Face ao pedido contido na exordial, de dissolução da referida sociedade,
pedido esse com fincas na notificação de fls. .... a ...., deflui a ilação de que, se infrações ou
disfunções existem, estas são devidas à omissão, negligência ou irresponsabilidade na
administração, por parte do sócio gerente, ...................................., não podendo, agora, o
Réu (NOME DO RÉU), ser responsabilizado por atos que não cometeu, como se vê do art.
11, do Decreto 3.708, que regulamenta a atividade das Sociedades por Quotas de
Responsabilidade Limitada, responsabilizando, até mesmo, criminalmente, o sócio gerente
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por seus atos.
Nesta linha de raciocínio, o Réu, ora representado por seu Curador Especial,
encontra amparo ainda, no art. 16, do supra mencionado Decreto, que dispõe que as
deliberações dos sócios, quando infringentes do contrato social ou da lei, dão
responsabilidade ilimitada àqueles, que expressamente hajam ajustado tais deliberações
contra os preceitos contratuais ou legais, o que no presente caso, não se aplica ao Réu,
uma vez que não participou, nem endossou qualquer ato praticado pelo sócio gerente,
sendo deste, a integral responsabilidade, pelo não cumprimento do estabelecido em lei e
contrato social.
Assim sendo, é esta para, em atendimento ao r. despacho de fls. ...., dizer
que nada tem a se opor contra o pedido constante da exordial, concordando com a liquidação
e dissolução da sociedade comercial ..........., nos termos da legislação vigente.
Mediante ao exposto, vem o Réu, com o devido acato, perante V. Excia.,
requerer, seja declarada a responsabilidade do sócio gerente .........................................,
condenando-o ao pagamento da custas e verba sucumbencial, por ser medida de direito
e de justiça.
Termos em que
Pede e espera deferimento.
(Local e data)
(Nome do advogado)
 (Número da OAB)
62
Contestação em separação judicial
Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da 2ª Vara da Comarca de (Cidade e UF)
(Deixar aproximadamente 20 linhas)
Processo nº ........................
(NOME DO RÉU), (nacionalidade), (estado civil), (profissão), domiciliado nesta
cidade, na rua ..............., portador do CPF nº ................. e da Identidade nº ....................,,
nos autos do processo em epígrafe, da AÇÃO DE SEPARAÇÃO JUDICIAL, promovida por
(NOME DA AUTORA) , vem, mui respeitosamente, perante V. Excia., por seu advogado
firmatário, dizer que é esta para
CONTESTAR
a presente, pelos motivos fáticos e de direito a seguir expostos.
Preliminarmente vem à presença de V.Excia dizer que segundo o art.282,
Inciso II, do CPC, não foi qualificada a pessoa do Suplicado, eis que a norma contida no
mencionado dispositivo legal, assim determina:
Art. 282 - A petição inicial indicará:
.............................................................................................................
II - os nomes, prenomes, estado civil, profissão, domicílio e residência do autor e do réu;
sendo, portanto, curial a determinação para que seja emendada a inicial.
No mérito, inobstante a inteligência e integridade da ilustre e culta patrona
“ex-adversa”, não merecem prosperar as alegações da Autora, por não traduzirem a verdade
dos fatos, como se provará a seguir.
No item 3 da exordial, a Autora com suas próprias palavras informa “...pois o
marido da Suplicante caiu no uso desregrado de bebidas alcoólicas e substâncias que
causam dependência. Apesar de inúmeras tentativas...” mas, embora tenha usado o termo
“inúmeras tentativas”, apresentou, tão somente, um documento, às fls. 13, que assim mesmo,
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nada prova: a uma, porque não está autenticado, não emprestando validade para uso como
prova; e a duas, porque tal declaração refere-se, apenas, à internação, sem contudo declarar
o motivo da mesma, que não autoriza a conclusão de que as afirmações da Autora sejam
verdadeiras.
No item 4, do petitório inaugural, a Suplicante diz que o varão, ora Suplicado,
era um rigoroso provedor das necessidades familiares, mas agora, já não mais assim vem
procedendo.
Ora, chega a ser hilariante tal acusação, para não se falar em mentirosa,
pois a Autora, sim é quem deixou e deixa seus filhos em constante abandono, pois por
ocasião da AÇÃO DE ALIMENTOS, foi por demais comprovado que ela, a Suplicante, ao
receber os alimentos, não honrou para com os compromissos de mãe e dona de casa, nada
pagando, embolsando o dinheiro que foi depositado em sua conta corrente na Caixa
Econômica, pelo Suplicado e diga-se, de passagem, soma expressiva, pois foram R$ ............,
sendo que vem recebendo atualmente, o determinado de R$ ................ .
Tanto é verdade que a Suplicada é pessoa descumpridora de seus deveres,
que chegou até mesmo a ser advertida por V.Excia., através de mandado, advertindo a
mesma, a não se furtar em cumprir o que fora determinado judicialmente, sob pena de ver-
se processada por crime de desobediência, mandado este cumprido e recebido pela
Suplicada na data de ...................., em virtude da AÇÃO CAUTELAR INOMINADA, apensada
a esta.
O item 5 da inicial, não traduz a verdade, eis que o Suplicado, sim, foi quem
sempre tentou a composição amigável, mas nada conseguindo, pois a Requerente tem
demonstrado enorme desequilíbrio emocional, tomando atitudes que falam por si só,
totalmente estranhas e que indicam existir alguma anormalidade, o que não é difícil para o
ilustre julgador perceber, ante as audiências que já se perpetraram, onde a Autora chegou
até a ser interpelada por V.Excia., quando lhe perguntou se estava tendo alguma dificuldade
de compreensão e, mais, por ocasião da AÇÃO DE ALIMENTOS, em audiência, logo após
ter firmado o acordo e este já estar homologado, a Suplicante disse não concordar com o
mesmo.
Como se não bastasse o relatado, tem-se ainda como prova deste
comportamento em desequilíbrio as ocorrências policiais, anexas aos autos da AÇÃO
CAUTELAR INOMINADA, apensa, em franca demonstração de desrespeito e pouco apreço
pela justiça, pois se assim não for interpretado, somente a insanidade pode explicar tais
atitudes, chegando mesmo a Autora, por diversas vezes, afirmar que não tem medo de
polícia, nem de “juizinho”.
Em suas alegações na exordial, no item 6, chega às raias do absurdo, quando
afirma que o Requerido está amasiado com sua ex-namorada, o que além de não ser
verdade, ela sim, que está em franco e público colóquio amoroso, o que não faz questão de
esconder, tanto, que é sempre vista ao lado de seu novo companheiro,

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