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08/05/2026
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A N E S T É S I C O S 
G E R A I S
I N T R A V E N O S O S
P r o f a . E s p . T h a y a n n e C a v a l c a n t e d o C o u t o
R e s i d ê n c i a e m A n e s t e s i o l o g i a Ve t e r i n á r i a
TÓPICOS
Introdução
Princípios
Classes de fármacos
Barbitúricos
Imidazólicos
Alquifenóis
Técnicas de Indução
INDUÇÃO ANESTÉSICA
levando o paciente ao estado de inconsciência
• Alterações súbitas no equilíbrio fisiológico ocorrerão
–A monitorização é indispensável nesse momento
• Atenção especial aos sistemas cardiovascular, respiratório e 
nervoso
–O manejo de vias aéreas deve sempre ser considerado nessa etapa
• Atualmente os indutores levam a rápida recuperação, devendo-se 
atentar à instituição do agente de manutenção do plano anestésico.
INDUÇÃO SUAVE
sempre com as menores doses possíveis
• Para isso pode ser necessário usar combinações de fármacos (co-
indução)
• Administração dose-efeito
• Medicação pré-anestésica
• Taxas mais lentas de infusão dos indutores e monitorização
contínua
ANESTESIA GERAL
• Conceito
– Estado de inibição reversível das funções do sistema nervoso
central induzido por fármacos e durante o qual procedimentos
cirúrgicos podem ser realizados na ausência de consciência, resposta
a dor, movimento de defesa e respostas reflexas autonômicas
significantes.
❖Inalatórios
❖Intravenosos
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Nocicepção
Dor e 
sofrimento
Reflexos 
autonômicos
Estímulo doloroso
Reflexos 
motores
Analgesia
Amnésia
Perda da consciência
Estabilização autonômicaRelaxamento muscular
Objetivos:
- Perda da consciência
- Analgesia
- Amnésia
- Relaxamento muscular
- Inibição dos reflexos sensórios 
e autonômicos
CARACTERÍSTICAS IDEAIS DE UM 
ANESTÉSICO INJETÁVEL 
Hidrossolúvel e estável em solução
Rápido equilíbrio entre sangue e cérebro
Não causar dano local quando administrado extravascular
Alterações na [ ] plasmática = alterações no plano
Mínima depressão cardiopulmonar
Depuração e meia-vida rápidas
Metabólitos inativos e/ou atóxicos
Nenhum 
anestésico 
tem sozinho 
todas essas 
características 
CLASSIFICAÇÃO
• Barbitúricos – Tiopental e 
Pentobarbital
• Imidazólicos - Etomidato
• Alquifenóis - Propofol
•Agentes de indução
BARBITÚRICOS
• Mecanismo de ação
–Depressão do SNC pela 
ativação do GABAA
• Aumenta a condução de 
cloreto pelo aumento da 
duração de abertura dos 
canais de cloreto.
BARBITÚRICOS
• Principais fármacos
– Fenobarbital (longa)
– Pentobarbital (curta duração: 60 – 90 min) 
– Tiopental (ultracurta duração: 10 -15 min)
BARBITÚRICOS
• Aspectos farmacocinéticos
–Características
• Tiopental é um ácido fraco (pKa = 7,6)
• Em meio aquoso, parte da droga fica ionizada e parte não
ionizada
• A forma não ionizada é a forma ativa, pois atravessa a
barreira hematoencefálica com mais facilidade
• No pH fisiológico (7,4):
–Cerca de 61% do tiopental está na forma não ionizada
– Isso facilita sua rápida entrada no cérebro
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BARBITÚRICOS
• Aspectos farmacocinéticos
–Características
• Situações que aumentam o efeito do tiopental no SNC:
•  do pH do sangue (acidose, uremia e hipoalbuminemia) - 
a fração ativa (forma não ionizada) do agente no cérebro →
 penetração da droga
• Alta ligação às proteínas plasmáticas (albumina)
– : os efeitos da droga podem ser mais pronunciados, maior
risco de depressão cardiorrespiratória
BARBITÚRICOS
• Aspectos farmacocinéticos
–Alta lipossolubilidade – início rápido (~30s) e duração ultra
curta
–A redistribuição pelos órgãos bem vascularizados permite que
ocorra um equilíbrio – duração ultracurta
–Doses repetidas → Efeito cumulativo →  a capacidade de
remoção do tiopental do sangue e  o tempo de recuperação
–Biotransformação
• Metabolizado no fígado  excreção pelos rins
–Não tem analgesia
BARBITÚRICOS
• FARMACODINÂMICA
–SNC
• Depressão e anestesia
• Redução do fluxo sanguíneo e do consumo de O2 
cerebral
• Redução da pressão intracraniana
• Depressão do centro termorregulador
• Efeito anticonvulsivante
BARBITÚRICOS
Sistema
Cardiovascular
 DC
Inotropismo 
negativo
Hipotensão
Taquicardia 
reflexa
Volume 
sistólico
 Fluxo sanguíneo 
coronariano
FARMACODINÂMICA
BARBITÚRICOS
• FARMACODINÂMICA
–Sistema Respiratório
• Depressão da dose centro respiratório (bulbar)
• Hipoventilação -  FR
•  da responsividade a hipoxemia e hipercapnia
–Sistema hepático, renal e gastrointestinal
• Depressão da motilidade intestinal
•  do fluxo sanguíneo renal -  PA e  DC
BARBITÚRICOS
• Evitar o uso em:
–Cardiopatias
–Hepatopatias
–Nefropatias
–Gestantes – depressão fetal
–Obesos
–Afecções ligadas a distensão abdominal 
- morte 
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BARBITÚRICOS
• POSOLOGIA
–Tiopental
• Cães e gatos: 7 – 12,5 mg/kg IV com MPA
20 – 25 mg/kg sem MPA
• Equinos: 4 - 15 mg/kg IV
• Suínos: 5 – 12 mg/kg IV
ETOMIDATO
• MECANISMO DE AÇÃO
–Atividade no receptor GABA – semelhante aos barbitúricos
• FARMACOCINÉTICA
–Hidrossolúvel penetra rapidamente no cérebro
–Rápido período de latência e curta duração (7min) – sem
efeito cumulativo
–Eliminação: hidrólise → enzimas hepáticas e esterases
plasmáticas – metabólitos inativos
ETOMIDATO
• FARMACODINÂMICA
• SNC
–Depressão cerebral – Hipnose
–  do fluxo sanguíneo e consumo de O2 cerebral
• Sistema Cardiovascular
– Estabilidade cardiovascular – alterações mínimas ou nenhuma 
alteração da FC, VS, DC, PAM.
– Pacientes cardiopatas - segurança
• Sistema Respiratório
– Efeitos mínimos, porém pode causar apneia após indução intravenosa 
rápida
ETOMIDATO
• FARMACODINÂMICA
–Outros efeitos importantes
• Dor e mioclonias no momento da aplicação
–Reduzida com MPA adequada e/ou benzodiazepínicos IV
• Hemólise, se extravascular
• Supressão adrenocortical – inibição da síntese de cortisol –
persiste pelo menos 6h no cão e 5h no gato – foi associado
ao maior de índice de mortalidade em humanos
• Analgesia:NÃO produzem antinocicepção
ETOMIDATO
• POSOLOGIA
–Cães e gatos 1 – 3 mg/kg IV (indução)
– INVIÁVEL em grandes animais
PROPOFOL
• Quimicamente distinto de todos os outros fármacos
intravenosos de indução ou manutenção
• Recuperação rápida com efeitos residuais mínimos
• Muito popular na anestesia humana e veterinária
• Usado para sedação, indução e manutenção anestésica
• MECANISMO DE AÇÃO
– Similar aos outros anestésicos injetáveis – GABA-A
– Inibição do receptor NMDA
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PROPOFOL
• Características
–Óleo em emulsão aquosa contendo (aspecto 
leitoso):
• 1% de propofol
• 10% de óleo de soja
• 2,25% de glicerol 
• 1,2% de fosfatídeo de ovo purificado
–Não contém conservantes – meio rico para 
crescimento de bactérias e fungos
–Ampolas devem ser usadas ou descartadas 
antes de 6h
PROPOFOL
• FARMACOCINÉTICA
–Ácido muito fraco (pKa = 11)
• Fração não-ionizada praticamente de 100%
• Pouca variação em alterações de pH sanguíneo
– Elevada taxa de ligação às proteínas plasmáticas: 97 – 99%
– Período de latência curto (15 – 30 seg.) e de ação curto (2 – 8 
min)
–Distribuição
• Alto volume de distribuição
• Efeito não cumulativo  eliminação
PROPOFOL
• FARMACOCINÉTICA
–Modelo aberto bicompartimental
• Fase de rápida distribuição
• Fase de depuração (clearance) mais lenta
–Após injeção IV o propofol alcança rapidamente o SNC →
indução da anestesia
–Redistribuição do cérebro para outro tecidos no corpo →
término da ação anestésica
PROPOFOL
• FARMACOCINÉTICA
–Biotransformação
• Rápido e extenso metabolismo hepático (glicuronidação) e
excreção pelos rins
–Depuração excede o fluxo sanguíneo hepático –
metabolismo extra-hepático
–Gatos – metabolismo extra-hepático no tecido pulmonar
• Processo mais lento em gatos – principalmente quando usado
como agente de manutenção (infusão contínua) - deficiência de
glicuronidação
PROPOFOL
• FARMACODINÂMICA
• SNC
–Depressão do SNC – hipnose
– PIC e do consumo de O2 cerebral–Possui efeitos anticonvulsivantes
• Sistema Cardiovascular
– RVS e do inotropismo -  PA e  DC
–Mais proeminentes em pacientes hipovolêmicos, geriátricos ou 
que apresentam comprometimento da função ventricular 
esquerda
PROPOFOL
• FARMACODINÂMICA
–Sistema Respiratório
• Depressão respiratória dose-dependente
– Bradipneia
–Apneia – dose e velocidade dependente
• Administração lenta (mínimo 2 minutos)
• Associação com opioides intensifica o efeito sobre a
ventilação
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PROPOFOL
• FARMACODINÂMICA
–Outros efeitos
• Pode provocar mioclonias
• Fetais/neonatais:
–Atravessa facilmente a barreira placentária, porém é
rapidamente metabolizado pelos neonatos
–Escolha aceitável para cadelas submetidas a cesariana
• Efeitos analgésicos:NÃO produz analgesia
• Atenção ao risco de contaminação
PROPOFOL
• POSOLOGIA
–Pequenos animais: 2 – 8 mg/kg
• Dependendo da MPA e co-indutores
• Infusão contínua: 0,2 – 1 mg/kg/min
–Varia de acordo com associações
–Equinos: 1 – 2 mg/kg com MPA
• Infusão contínua: 8 – 15 mg/kg/hora
–Varia de acordo com associações
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	Slide 1: Anestésicos Gerais intravenosos
	Slide 2: Tópicos
	Slide 3
	Slide 4: Indução anestésica levando o paciente ao estado de inconsciência
	Slide 5: Indução suave sempre com as menores doses possíveis
	Slide 6: Anestesia geral
	Slide 7
	Slide 8: Características ideais de um anestésico Injetável 
	Slide 9: Classificação
	Slide 10: barbitúricos
	Slide 11: barbitúricos
	Slide 12: barbitúricos
	Slide 13: barbitúricos
	Slide 14: barbitúricos
	Slide 15: Barbitúricos
	Slide 16: barbitúricos
	Slide 17: barbitúricos
	Slide 18: barbitúricos
	Slide 19: barbitúricos
	Slide 20: etomidato
	Slide 21: etomidato
	Slide 22: etomidato
	Slide 23: etomidato
	Slide 24: propofol
	Slide 25: propofol
	Slide 26: propofol
	Slide 27: propofol
	Slide 28: propofol
	Slide 29: propofol
	Slide 30: propofol
	Slide 31: propofol
	Slide 32: propofol

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