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A GRAMÁTICA E SUAS PARTES Profa. Katilini Oliveira Por que estudar gramática? PARA SABER ADAPTAR-SE ÀS SITUAÇÕES FORMAIS DE USO DA LÍNGUA. PARA INTERAGIR COM OS VARIADOS TIPOS DE TEXTO QUE SE UTILIZAM DA VARIANTE FORMAL. PARA AMPLIAR AS POSSIBILIDADES DO USO ESCRITO DA LÍNGUA. AS DIVISÕES DA GRAMÁTICA FONOLOGIA. MORFOLOGIA. SINTAXE. SEMÂNTICA. ESTILÍSTICA. FONOLOGIA ESTUDO DOS FONEMAS. OS FONEMAS SÃO UNIDADES SONORAS DE UMA LÍNGUA. SÃO REPRESENTADOS ENTRE BARRAS TRANSVERSAIS: /’kaza/, /’tãpa/... MORFOLOGIA ESTUDO DA FORMAÇÃO DA PALAVRA. DIVISÃO DA PALAVRA EM CLASSES GRAMATICAIS. SINTAXE ESTUDO DAS RELAÇÕES ENTRE AS PALAVRAS NO NÍVEL DA FRASE. CONCORDÂNCIA, REGÊNCIA, CRASE, COLOCAÇÃO PRONOMINAL SEMÂNTICA ESTUDO DO SIGNIFICADO NA RELAÇÃO ENTRE AS PALAVRAS. SINONÍMIA, ANTONÍMIA, HOMONÍMIA, PARONÍMIA, POLISSEMIA, HIPERONÍMIA, HIPONÍMIA ESTILÍSTICA Estuda os processos de manipulação da linguagem que permitem a quem fala ou escreve sugerir ideias. Aboradam-se as figuras de linguagem. QUESTÕES CONTEXTUALIZADAS Texto I O professor deve ser um guia seguro, muito senhor de sua língua; se outra for a orientação, vamos cair na “língua brasileira”, refúgio nefasto e confissão nojenta de ignorância do idioma pátrio, recurso vergonhoso de homens de cultura falsa e de falso patriotismo. Como havemos de querer que respeitem a nossa nacionalidade se somos os primeiros a descuidar daquilo que exprime e representa o idioma pátrio? ALMEIDA, N. M. Gramática metódica da língua portuguesa. Prefácio. São Paulo: Saraiva, 1999 (adaptado). Texto II Alguns leitores poderão achar que a linguagem desta Gramática se afasta do padrão estrito usual neste tipo de livro. Assim, o autor escreve tenho que reformular, e não tenho de reformular; pode-se colocar dois constituintes, e não podem-se colocar dois constituintes; e assim por diante. Isso foi feito de caso pensado, com a preocupação de aproximar a linguagem da gramática do padrão atual brasileiro presente nos textos técnicos jornalísticos de nossa época. REIS, N. Nota do editor. PERINI, M. A. Gramática descritiva do português. São Paulo: Ática, 1996. 13. Confrontando-se as opiniões defendidas nos dois textos, conclui-se que a. ambos os textos tratam da questão do uso da língua com o objetivo de criticar a linguagem do brasileiro. b. os dois textos defendem a ideia de que o estudo da gramática deve ter o objetivo de ensinar as regras prescritivas da língua. c. a questão do português falado no Brasil é abordada nos dois textos, que procuram justificar como é correto e aceitável o uso coloquial do idioma. d. o primeiro texto enaltece o padrão estrito da língua, ao passo que o segundo defende que a linguagem jornalística deve criar suas próprias regras gramaticais. e. o primeiro texto prega a rigidez gramatical no uso da língua, enquanto o segundo defende uma adequação da língua escrita ao padrão atual brasileiro. 13. Confrontando-se as opiniões defendidas nos dois textos, conclui-se que a. ambos os textos tratam da questão do uso da língua com o objetivo de criticar a linguagem do brasileiro. b. os dois textos defendem a ideia de que o estudo da gramática deve ter o objetivo de ensinar as regras prescritivas da língua. c. a questão do português falado no Brasil é abordada nos dois textos, que procuram justificar como é correto e aceitável o uso coloquial do idioma. d. o primeiro texto enaltece o padrão estrito da língua, ao passo que o segundo defende que a linguagem jornalística deve criar suas próprias regras gramaticais. e. o primeiro texto prega a rigidez gramatical no uso da língua, enquanto o segundo defende uma adequação da língua escrita ao padrão atual brasileiro. 14. A publicidade, de uma forma geral, alia elementos verbais e imagéticos na constituição de seus textos. Nessa peça publicitária, cujo tema é a sustentabilidade, o autor procura convencer o leitor a a. assumir uma atitude reflexiva diante dos fenômenos naturais. b. evitar o consumo excessivo de produtos reutilizáveis. c. aderir à onda sustentável, evitando o consumo excessivo. d. abraçar a campanha, desenvolvendo projetos sustentáveis. e. consumir produtos de modo responsável e ecológico. 14. A publicidade, de uma forma geral, alia elementos verbais e imagéticos na constituição de seus textos. Nessa peça publicitária, cujo tema é a sustentabilidade, o autor procura convencer o leitor a a. assumir uma atitude reflexiva diante dos fenômenos naturais. b. evitar o consumo excessivo de produtos reutilizáveis. c. aderir à onda sustentável, evitando o consumo excessivo. d. abraçar a campanha, desenvolvendo projetos sustentáveis. e. consumir produtos de modo responsável e ecológico. eu gostava muito de passeá… saí com as minhas colegas… brincá na porta di casa di vôlei… andá de patins… bicicleta… quando eu levava um tombo ou outro… eu era a::… a palhaça da turma… ((risos))… eu acho que foi uma das fases mais… assim… gostosas da minha vida foi… essa fase de quinze… dos meus treze aos dezessete anos… A.P.S., sexo feminino, 38 anos, nível de ensino fundamental. Projeto Fala Goiana, UFG, 2010 (inédito). 15. Um aspecto da composição estrutural que caracteriza o relato pessoal de A.P.S. como modalidade falada da língua é a. predomínio de linguagem informal entrecortada por pausas. b. vocabulário regional desconhecido em outras variedades do português. c. realização do plural conforme as regras da tradição gramatical. d. ausência de elementos promotores de coesão entre os eventos narrados. e. presença de frases incompreensíveis a um leitor iniciante. eu gostava muito de passeá… saí com as minhas colegas… brincá na porta di casa di vôlei… andá de patins… bicicleta… quando eu levava um tombo ou outro… eu era a::… a palhaça da turma… ((risos))… eu acho que foi uma das fases mais… assim… gostosas da minha vida foi… essa fase de quinze… dos meus treze aos dezessete anos… A.P.S., sexo feminino, 38 anos, nível de ensino fundamental. Projeto Fala Goiana, UFG, 2010 (inédito). 15. Um aspecto da composição estrutural que caracteriza o relato pessoal de A.P.S. como modalidade falada da língua é a. predomínio de linguagem informal entrecortada por pausas. b. vocabulário regional desconhecido em outras variedades do português. c. realização do plural conforme as regras da tradição gramatical. d. ausência de elementos promotores de coesão entre os eventos narrados. e. presença de frases incompreensíveis a um leitor iniciante. Palavras jogadas fora Quando criança, convivia no interior de São Paulo com o curioso verbo pinchar e ainda o ouço por lá esporadicamente. O sentido da palavra é o de “jogar fora” (pincha fora essa porcaria) ou “mandar embora” (pincha esse fulano daqui). Teria sido uma das muitas palavras que ouvi menos na capital do estado e, por conseguinte, deixei de usar. Quando indago às pessoas se conhecem esse verbo, comumente escuto respostas como “minha avó fala isso”. Aparentemente, para muitos falantes, esse verbo é algo do passado, que deixará de existir tão logo essa geração antiga morrer. As palavras são, em sua grande maioria, resultados de uma tradição: elas já estavam lá antes de nascermos. “Tradição”, etimologicamente, é o ato de entregar, de passar adiante, de transmitir (sobretudo valores culturais). O rompimento da tradição de uma palavra equivale à sua extinção. A gramática normativa muitas vezes colabora criando preconceitos, mas o fator mais forte que motiva os falantes a extinguirem uma palavra é associar a palavra, influenciados direta ou indiretamente pela visão normativa, a um grupo que julga não ser o seu. O pinchar, associado ao ambiente rural, onde há pouca escolaridade e refinamento citadito, está fadado à extinção? É louvável que nos preocupemos com a extinção de ararinhas-azuis ou dos micos-leão-dourados, mas a extinção de uma palavra não promove nenhuma comoção, como não nos comovemos com a extinção de insetos, a não ser dos extraordinariamente belos. Pelo contrário, muitas vezes a extinção das palavras é incentivada. VIARO, M. E. LínguaPortuguesa, n. 77, mar. 2012 (adaptado 16. A discussão empreendida sobre o (des)uso do verbo “pinchar” nos traz uma reflexão sobre a linguagem e seus usos, a partir da qual compreende-se que: a. as palavras esquecidas pelos falantes devem ser descartadas dos dicionários, conforme sugere o título. b. o cuidado com espécies animais em extinção é mais urgente do que a preservação de palavras. c. o abandono de determinados vocábulos está associado a preconceitos socioculturais. d. as gerações têm a tradição de perpetuar o inventário de uma língua. e. o mundo contemporâneo exige a inovação do vocabulário das língua É louvável que nos preocupemos com a extinção de ararinhas-azuis ou dos micos-leão-dourados, mas a extinção de uma palavra não promove nenhuma comoção, como não nos comovemos com a extinção de insetos, a não ser dos extraordinariamente belos. Pelo contrário, muitas vezes a extinção das palavras é incentivada. VIARO, M. E. Língua Portuguesa, n. 77, mar. 2012 (adaptado 16. A discussão empreendida sobre o (des)uso do verbo “pinchar” nos traz uma reflexão sobre a linguagem e seus usos, a partir da qual compreende-se que: a. as palavras esquecidas pelos falantes devem ser descartadas dos dicionários, conforme sugere o título. b. o cuidado com espécies animais em extinção é mais urgente do que a preservação de palavras. c. o abandono de determinados vocábulos está associado a preconceitos socioculturais. d. as gerações têm a tradição de perpetuar o inventário de uma língua. e. o mundo contemporâneo exige a inovação do vocabulário das língua Texto I "Agora Fabiano conseguia arranjar as idéias. O que o segurava era a família. Vivia preso como um novilho amarrado ao mourão, suportando ferro quente. Se não fosse isso, um soldado amarelo não lhe pisava o pé não. (...) Tinha aqueles cambões pendurados ao pescoço. Deveria continuar a arrastá-los? Sinha Vitória dormia mal na cama de varas. Os meninos eram uns brutos, como o pai. Quando crescessem, guardariam as reses de um patrão invisível, seriam pisados, maltratados, machucados por um soldado amarelo." (Graciliano Ramos. Vidas Secas. São Paulo: Martins, 23.ª ed., 1969, p. 75.) Texto II Para Graciliano, o roceiro pobre é um outro, enigmático, impermeável. Não há solução fácil para uma tentativa de incorporação dessa figura no campo da ficção. É lidando com o impasse, ao invés de fáceis soluções, que Graciliano vai criar Vidas Secas, elaborando uma linguagem, uma estrutura romanesca, uma constituição de narrador em que narrador e criaturas se tocam, mas não se identificam. Em grande medida, o debate acontece porque, para a intelectualidade brasileira naquele momento, o pobre, a despeito de aparecer idealizado em certos aspectos, ainda é visto como um ser humano de segunda categoria, simples demais, incapaz de ter pensamentos demasiadamente complexos. O que Vidas Secas faz é, com pretenso não envolvimento da voz que controla a narrativa, dar conta de uma riqueza humana de que essas pessoas seriam plenamente capazes. (Luís Bueno. Guimarães, Clarice e antes. In: Teresa. São Paulo: USP, n.° 2, 2001, p. 254.) 17. No texto II, verifica-se que o autor utiliza a) linguagem predominantemente formal para problematizar, na composição de Vidas Secas, a relação entre o escritor e o personagem popular. b) linguagem inovadora, visto que, sem abandonar a linguagem formal, dirige-se diretamente ao leitor. c) linguagem coloquial para narrar coerentemente uma história que apresenta o roceiro pobre de forma pitoresca. d) linguagem formal com recursos retóricos próprios do texto literário em prosa para analisar determinado momento da literatura brasileira. e) linguagem regionalista para transmitir informações sobre literatura, valendo-se de coloquialismo para facilitar o entendimento do texto. 17. No texto II, verifica-se que o autor utiliza a) linguagem predominantemente formal para problematizar, na composição de Vidas Secas, a relação entre o escritor e o personagem popular. b) linguagem inovadora, visto que, sem abandonar a linguagem formal, dirige-se diretamente ao leitor. c) linguagem coloquial para narrar coerentemente uma história que apresenta o roceiro pobre de forma pitoresca. d) linguagem formal com recursos retóricos próprios do texto literário em prosa para analisar determinado momento da literatura brasileira. e) linguagem regionalista para transmitir informações sobre literatura, valendo-se de coloquialismo para facilitar o entendimento do texto. Em primeiro lugar gostaria de manifestar os meus agradecimentos pela honra de vir outra vez à Galiza e conversar não só com os antigos colegas, alguns dos quais fazem parte da mesa, mas também com novos colegas, que pertencem à nova geração, em cujas mãos, com toda certeza, está também o destino do Galego na Galiza, e principalmente o destino do Galego incorporado à grande família lusófona. E, portanto, é com muito prazer que teço algumas considerações sobre o tema apresentado. Escolhi como tema como os fundadores da Academia Brasileira de Letras viam a língua portuguesa no seu tempo. Como sabem, a nossa Academia, fundada em 1897, está agora completando 110 anos, foi organizada por uma reunião de jornalistas, literatos, poetas que se reuniam na secretaria da Revista Brasileira, dirigida por um crítico literário e por um literato chamado José Veríssimo, natural do Pará, e desse entusiasmo saiu a ideia de se criar a Academia Brasileira, depois anexada ao seu título: Academia Brasileira de Letras. Nesse sentido, Machado de Assis, que foi o primeiro presidente desde a sua inauguração até a data de sua morte, em 1908, imaginava que a nossa Academia deveria ser uma academia de Letras, portanto, de literatos. BECHARA, E. Disponível em: www.academiagalega.org. Acesso em: 31 jul. 2012 18. No trecho da palestra proferida por Evanildo Bechara, na Academia Galega da Língua Portuguesa, verifica-se o uso de estruturas gramaticais típicas da norma padrão da língua. Esse uso a. torna a fala inacessível aos não especialistas no assunto abordado. b. contribui para a clareza e a organização da fala no nível de formalidade esperado para a situação. c. atribui à palestra características linguísticas restritas à modalidade escrita da língua portuguesa. d. dificulta a compreensão do auditório para preservar o caráter rebuscado da fala. e. evidencia distanciamento entre o palestrante e o auditório para atender os objetivos do gênero palestra. 18. No trecho da palestra proferida por Evanildo Bechara, na Academia Galega da Língua Portuguesa, verifica-se o uso de estruturas gramaticais típicas da norma padrão da língua. Esse uso a. torna a fala inacessível aos não especialistas no assunto abordado. b. contribui para a clareza e a organização da fala no nível de formalidade esperado para a situação. c. atribui à palestra características linguísticas restritas à modalidade escrita da língua portuguesa. d. dificulta a compreensão do auditório para preservar o caráter rebuscado da fala. e. evidencia distanciamento entre o palestrante e o auditório para atender os objetivos do gênero palestra. Qual é a segurança do sangue? Para que o sangue esteja disponível para aqueles que necessitam, os indivíduos saudáveis devem criar o hábito de doar sangue e encorajar amigos e familiares saudáveis a praticarem o mesmo ato. A prática de selecionar criteriosamente os doadores, bem como as rígidas normas aplicadas para testar, transportar, estocar e transfundir o sangue doado fizeram dele um produto muito mais seguro do que já foi anteriormente. Apenas pessoas saudáveis e que não sejam de risco para adquirir doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue, como hepatites B e C, HIV, sífilis e Chagas, podem doar sangue. Se você acha que sua saúde ou comportamento pode colocar em risco a vida de quem for receber seu sangue, ou tem a real intenção de apenas realizar o teste para o vírus HIV, NÃO DOE SANGUE. Cumpre destacar que apesar de o sangue doado ser testado para as doenças transmissíveis conhecidas no momento, existeum período chamado de janela imunológica em que um doador contaminado por um determinado vírus pode transmitir a doença através do seu sangue. DA SUA HONESTIDADE DEPENDE A VIDA DE QUEM VAI RECEBER SEU SANGUE. Disponível em: www.prosangue.sp.gov.br. Acesso em: 24 abr. 2015 (adaptado). 19. Nessa campanha, as informações apresentadas têm como objetivo principal a. conscientizar o doador de sua corresponsabilidade pela qualidade do sangue. b. garantir a segurança de pessoas de grupos de risco durante a doação de sangue. c. esclarecer o público sobre a segurança do processo de captação do sangue. d. alertar os doadores sobre as dificuldades enfrentadas na coleta de sangue. e. ampliar o número de doadores para manter o banco de sangue. 19. Nessa campanha, as informações apresentadas têm como objetivo principal a. conscientizar o doador de sua corresponsabilidade pela qualidade do sangue. b. garantir a segurança de pessoas de grupos de risco durante a doação de sangue. c. esclarecer o público sobre a segurança do processo de captação do sangue. d. alertar os doadores sobre as dificuldades enfrentadas na coleta de sangue. e. ampliar o número de doadores para manter o banco de sangue. Revista Bolsa, 1986. In: CARRASCOZA, J. A. A evolução do texto publicitário: a associação de palavras como elemento de sedução na publicidade. São Paulo: Futura, 1999 (adaptado). 20. Nesse cartaz publicitário de uma empresa de papel e celulose, a combinação dos elementos verbais e não verbais visa a. justificar os prejuízos ao meio ambiente, ao vincular a empresa à difusão da cultura. b. incentivar a leitura de obras literárias, ao referir-se a títulos consagrados do acervo mundial. c. seduzir o consumidor, ao relacionar o anunciante às histórias clássicas da literatura universal. d. promover uma reflexão sobre a preservação ambiental ao aliar o desmatamento aos clássicos da literatura. e. construir uma imagem positiva do anunciante, ao associar a exploração alegadamente sustentável à produção de livros. 20. Nesse cartaz publicitário de uma empresa de papel e celulose, a combinação dos elementos verbais e não verbais visa a. justificar os prejuízos ao meio ambiente, ao vincular a empresa à difusão da cultura. b. incentivar a leitura de obras literárias, ao referir-se a títulos consagrados do acervo mundial. c. seduzir o consumidor, ao relacionar o anunciante às histórias clássicas da literatura universal. d. promover uma reflexão sobre a preservação ambiental ao aliar o desmatamento aos clássicos da literatura. e. construir uma imagem positiva do anunciante, ao associar a exploração alegadamente sustentável à produção de livros. image2.emf image3.png image4.png