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INTRODUÇÃO E ALGUNS CONCEITOS BÁSICOS. NATHALIA MELO Saúde Coletiva SAÚDE PUBLICA E SAÚDE COLETIVA SAÚDE PUBLICA E SAÚDE COLETIVA Saúde Publica: toma como objeto de trabalho os problemas de saúde, definidos em termos de mortes, doenças, agravos e riscos em suas ocorrências no nível da coletividade. SAÚDE PUBLICA E SAÚDE COLETIVA Saúde Coletiva: por sua vez, toma como objeto as necessidades de saúde, ou seja, todas as condições requeridas não apenas para evitar a doença e prolongar a vida, mas também para melhorar a qualidade de vida, no limite, permitir o exercício da liberdade humana na busca da felicidade. Saúde Publica: toma como objeto de trabalho os problemas de saúde, definidos em termos de mortes, doenças, agravos e riscos em suas ocorrências no nível da coletividade. COMO A SAÚDE COLETIVA TRABALHA Se fundamenta na interdisciplinaridade como condição necessária à produção de um conhecimento ampliado da saúde. EPDEMIOLOGIA ESTATÍSTICA COMO A SAÚDE COLETIVA TRABALHA Se fundamenta na interdisciplinaridade como condição necessária à produção de um conhecimento ampliado da saúde. EPDEMIOLOGIA ESTATÍSTICA Ciência que estuda o processo saúde- doença em coletividades humanas, analisando a distribuição e os fatores determinantes das enfermidades, danos à saúde e eventos associados à saúde coletiva, propondo medidas específicas de prevenção, controle ou erradicação de doenças e agravos. COMO A SAÚDE COLETIVA TRABALHA Se fundamenta na interdisciplinaridade como condição necessária à produção de um conhecimento ampliado da saúde. EPDEMIOLOGIA ESTATÍSTICA Ciência que utiliza as teorias probabilísticas para explicar a frequência da ocorrência de eventos, SAÚDE COLETIVA VAMOS PENSAR! PARA VOCÊ O QUE É TER SAÚDE X DOENÇA SAÚDE X DOENÇA A organização mundial de saúde em 1970 definiu que: Embora esse conceito seja frequentemente utilizado, na verdade é muito difícil de estabelecer/ mensurar claramente o que é o “completo bem-estar” Saúde é ”o estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças.” PROCESSO SAÚDE-DOENÇA Mágica: Relaciona o desencadeamento de doenças ao misticismo, demônios, castigos de deuses e prática de magia. Praticamente todos os acontecimentos que o homem não podia explicar eram atribuídos a fenômenos sobrenaturais. Curandeiros, sacerdotes e indivíduos tidos como bruxos eram figuras consideradas importantes em casos de adoecimento e morte. A saúde era entendida como uma condição natural da vida. PROCESSO SAÚDE-DOENÇA Ingênua: Considera que a saúde, a doença e a morte devem ser aceitas pela população, uma vez que estas são inerentes e fazem parte do ciclo vital. Dentro dessa ideologia, os aspectos sociais, psíquicos e culturais eram considerados apartados dos fatores envolvidos no processo saúde-doença. PROCESSO SAÚDE-DOENÇA Crítica Um novo modo de pensar, no qual surgem dúvidas e críticas sobre os conceitos de saúde e doença. Diferentes profissionais e estudiosos passam a refletir a respeito do processo saúde-doença até estabelecer um modelo de causa e efeito. Esse modelo passa a relacionar agentes etiológicos, condições de trabalho e hábitos de vida com a presença de saúde e o desencadeamento de doenças. Dentro desse contexto de multicausalidade, segmenta-se o adoecimento em dois momentos: a pré- patogênese e a patogênese. Estratégias voltadas à prevenção de doenças.. Conhecendo essas três teorias, fica evidente que saúde e doença não são termos designados por um conceito imutável, estando as definições sujeitas a constantes readequações e mudanças. A doença, nesse caso, pode ser considerada uma condição que provoca distúrbios das funções físicas e mentais e que pode ser causada por fatores exógenos, externos ao organismo, ou endógenos, internos ao próprio organismo. PROCESSO SAÚDE-DOENÇA SAÚDE X DOENÇA Ele mostra a complexidade, ou seja o quanto é difícil conceituar saúde, já que o significado desse termo envolve aspectos: Físico Mental Social Modelo Ecológico: - Considera saúde um resultado da interação dinâmica entre: SAÚDE X DOENÇA Modelo Ecológico: - Considera saúde um resultado da interação dinâmica entre: SAÚDE X DOENÇA • IDADE • SEXO • OCUPAÇÃO • ESCOLARIDADE • GENÉTICA • ESTADO IMUNOLÓGICO • ESTADO EMOCIONAL Modelo Ecológico: - Considera saúde um resultado da interação dinâmica entre: SAÚDE X DOENÇA • Determinantes físico-químicos: temperatura, umidade, poluição • Determinantes biológicos: acidentes, infecções • Determinantes sociais: comportamento, organização social. Modelo Ecológico: - Considera saúde um resultado da interação dinâmica entre: SAÚDE X DOENÇA • Químicos: medicamento, álcool... • Biológicos: microrganismo... • Físicos: trauma, calor, radiação... • Nutricionais: carência ou excesso... HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA (Leavell e Clarck) É o curso da doença desde o inicio até sua resolução, na ausência de intervenção. INÍCIO Com a exposição de um hospedeiro suscetível a um agente causal Com a recuperação, deficiência ou óbito TÉRMINO TIPOS DE PREVENÇÃO PREVENÇÃO PRIMARIA • Conjunto de medidas dirigidas as população SAUDÁVEIS. • Evitar a ocorrência de novos casos PREVENÇÃO SECUNDÁRIA • Conjunto de medidas dirigidas as população DOENTES. • Diminuir os números de casos PREVENÇÃO TERCIARIA (reabilitação) • Atenuar invalidez • Promover o ajustamento do paciente • Estender o conceito de prevenção ao campo da reabilitação •Vacinação - imunoprofiláxia; •Tratamento da água para consumo; •Medidas de desinfecção e desinfestação; •Ações de educação e promoção em saúde. TIPOS DE PREVENÇÃO PREVENÇÃO PRIMARIA • Conjunto de medidas dirigidas as população SAUDÁVEIS. • Evitar a ocorrência de novos casos PREVENÇÃO SECUNDÁRIA • Conjunto de medidas dirigidas as população DOENTES. • Diminuir os números de casos PREVENÇÃO TERCIARIA (reabilitação) • Atenuar invalidez • Promover o ajustamento do paciente • Estender o conceito de prevenção ao campo da reabilitação •Cuidados curativos; •Medicação; TIPOS DE PREVENÇÃO PREVENÇÃO PRIMARIA • Conjunto de medidas dirigidas as população SAUDÁVEIS. • Evitar a ocorrência de novos casos PREVENÇÃO SECUNDÁRIA • Conjunto de medidas dirigidas as população DOENTES. • Diminuir os números de casos PREVENÇÃO TERCIARIA (reabilitação) • Atenuar invalidez • Promover o ajustamento do paciente • Estender o conceito de prevenção ao campo da reabilitação •Terapias; •Atuação dos médicos e enfermeiros MEDIDAS PREVENTIVAS MEDIDAS UNIVERSAIS Recomendada a todas as pessoas • Dieta balanceada, higiene dental, pratica de exercícios físicos. MEDIDAS SELETIVAS Subgrupos da população • Faixa etária, sexo, ocupação entre outros Ex: Campanhas de vacinação HPV MEDIDAS INDIVIDUALIZADAS Indicada na presença de uma condição que coloca o individuo em alto risco • Medicação contra diabetes, HAS PLANO DE AULA 25/02: Introdução e alguns conceitos básicos 04/03: história da saúde publica 11/03: Determinantes e condicionantes em saúde 18/03: Politicas de saúde no brasil 25/03: SUS 01/04: Pacto pela vida em defesa do SUS 08/04: AV1 15/04: Feriado 22/04: Lei orgânica 29/04: lei 8.080/190 e 8.142/90 06/05: Organização dos serviços de saúde 13/05: Redes de atenção básica 20/05: Estratégia saúde da família 27/05: Aula com um professor convidado 03/06: AV2 10/06: 2ª chamada 17/06: Prova final AVALIAÇÃO AV1: 10 questões (objetiva e/ou discursiva) AV2: 10 questões (objetiva) Fim