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Centro Universitario Planalto do Distrito Federal - UNIPLAN Polo – Altamira/Pa RELATÓRIOS DO ESTÁGIO CURRICULAR II Altamira/Pa 2025.01 Centro Educacional Planalto do Distrito Federal - UNIPLAN Polo Altamira Franciene Davila de Araujo – UL22107909 RELÁTORIOS DO ESTÁGIO CURRICULAR II Trabalho de conclusão do segundo estagio curricular de fisioterapia, setimoo semestre. Altamira /Pa 2025.01 Introdução A seguir, veremos relatórios sobre 3 roteiros propostos no portal acadêmico da uniplan a sobre o segundo estagio curricular, realizado no semestre 2025.01. Relatório 1 – CINESIOTERAPIA DE PUNHOS E DEDOS Neste roteiro numero 20, estudado na aula , nos deparamos com a cinesioterapia de punhos e dedos, sendo ela que ela é uma abordagem terapêutica que utiliza o movimento como recurso para promover reabilitação funcional, sendo amplamente aplicada em disfunções musculoesqueléticas, sendo ela uma técnica é essencial para restaurar mobilidade, força, coordenação e funcionalidade após lesões traumáticas, cirurgias, doenças reumáticas, neurológicas ou processos degenerativos. Objetivos da Cinesioterapia em Punhos e Dedos · Manter ou recuperar a amplitude de movimento (ADM); · Fortalecer musculaturas extrínsecas e intrínsecas da mão; · Melhorar a destreza e coordenação motora fina; · Reduzir dor e rigidez articular; · Prevenir deformidades e aderências; · Promover independência funcional nas atividades de vida diária (AVDs). Classificação dos Exercícios · Exercícios Passivos: Realizados com auxílio do terapeuta ou equipamentos, sem esforço voluntário do paciente. Indicados na fase aguda ou em casos de limitação funcional severa. · Exercícios Ativos Assistidos: O paciente realiza parte do movimento com auxílio. · Exercícios Ativos Livres: Envolvem movimentos realizados pelo próprio paciente sem resistência externa. · Exercícios Resistidos: Utilizam resistência (elásticos, bolas, argilas terapêuticas, etc.) para promover ganho de força. Exemplos de Exercícios Comuns · Flexão e extensão de punho e dedos; · Desvios radial e ulnar; · Movimentos de pinça e preensão palmar; · Oposição do polegar aos dedos; · Mobilização articular isolada e global. Indicações · Pós-operatórios (ex: síndrome do túnel do carpo, fraturas); · Artrites e artroses; · Lesões tendíneas e ligamentares; · Paralisias neurológicas periféricas; · Traumatismos e entorses. O tratamento deve ser individualizado, considerando a fase da lesão, o quadro clínico e os objetivos funcionais do paciente. A progressão dos exercícios deve respeitar a dor, o edema e os limites articulares. A cinesioterapia pode ser associada a recursos como crioterapia, termoterapia e terapia ocupacional para melhores resultados. Relatório 2 – LIBERAÇÃO MIOFASCIAL Neste roteiro, realizado nas aulas 38 e 39, vimos a respeito do que se trata a liberação miofascial, sendo ela uma técnica terapêutica manual utilizada para tratar restrições do tecido conjuntivo, promovendo alívio da dor, melhora da mobilidade e restauração do equilíbrio musculoesquelético. Essa técnica atua sobre a fáscia, uma rede de tecido conjuntivo que envolve músculos, ossos, nervos e órgãos. Esta técnica, tem como objetivos principais reduzir tensões e aderências na fáscia, aleu de ajudar a melhorar a circulação local e o metabolismo na região, reduzir quadros dolorosos miofasciais, auxiliar no ganho de ADM, e corrigie alterações posturais e desequilíbrios musculares. Esta técnica, miofascial baseia-se na aplicação de pressões suaves e sustentadas sobre os tecidos moles, com movimentos lentos que seguem a direção da restrição fascial, até que se perceba um “deslizamento” ou liberação do tecido. Alem disso, ela envolve algumas técnicas diferentes de aplicação, sendo elas: Liberação direta: Aplicação de pressão manual sobre a área tensionada; Liberação indireta: Uso de manobras suaves, guiadas pelas respostas do corpo, para liberar tensões profundas; Instrumentos auxiliares: Bolas, ventosas, rolos de liberação e ganchos (hooking); Liberação ativa: Associada ao movimento do paciente durante a aplicação. Mas assim como toda e qualquer técnica, nos temos suas indicações e contra indicações, podendo citar como as mais importantes: Indicações · Síndrome miofascial; · Tensionamentos musculares crônicos; · Dores lombares, cervicais e articulares; · Fibromialgia; · Recuperação pós-cirúrgica ou pós-lesão; · Restrição de movimento por aderências fasciais. Contraindicações Relativas e Absolutas · Feridas abertas ou infecções locais; · Trombose venosa profunda; · Fraturas recentes; · Osteoporose severa; · Inflamações agudas. Estudos demonstram que a liberação miofascial pode promover melhora significativa na dor e função física em diversas condições musculoesqueléticas. Embora seus mecanismos ainda sejam amplamente investigados, acredita-se que seus efeitos envolvem respostas neuromusculares, aumento do fluxo sanguíneo e reorganização do tecido conjuntivo. Relatório 3 - Testes Ortopédicos de Membros Superiores. Neste roteiro de numero 39, estudado na aula 58 desse semestre, vimos a respeito dos Testes Ortopédicos Membros Superiores, sendo eles exames físicos para avaliar a função, mobilidade e integridade das articulações e estruturas do membro superior, tendo como principais objetivos, avaliar a função do membro superior, tão como diagnosticar lesões ou condições que possam afetar a movimentação do mesmo, e permitir, que seja preparado um plano de tratamento adequado cara cada caso. Após essa introdução do que se trata e qual a importância, tivemos acesso na teoria e pratica a alguns dos testes mais importantes realizados, em ombro, cotovelo, punho e mão sendo eles: · Testes de apreenssão de ombro: São testes nos quais irá se avaliar o grau de instabilidade na articulação glenoumeral atraves de movimentos específicos para cada região da articulação, como por exemplo o: · Teste de liberação anterior: Partindo da posição do teste recolocação, a força posterior aplicada na cabeça do úmero deverá ser retirada subitamente. O resultado é positivo na presença de apreensão, sendo perceptível visualmente e através da palpação também. · Teste de Speed: é um exame ortopédico que avalia a integridade do tendão da cabeça longa do bíceps braquial, uma estrutura que se origina na escápula e se insere no rádio, passando pelo sulco bicipital do úmero. O teste de Speed é indicado para diagnosticar a tendinite bicipital, uma inflamação do tendão do bíceps que causa dor e limitação funcional no ombro. A tendinite bicipital pode ser causada por diversos fatores, como trauma, sobrecarga, movimentos repetitivos, alterações degenerativas, lesões do manguito rotador ou do lábio glenoidal. Para realizar o teste de Speed, o paciente deve estar sentado ou em pé, com o ombro relaxado e o cotovelo estendido. O examinador deve colocar o dedo indicador sobre o sulco bicipital do paciente, para palpar o tendão do bíceps, e a outra mão sobre o punho do paciente, para aplicar resistência. O examinador deve pedir ao paciente que eleve o braço em flexão, com o antebraço supinado, até cerca de 60 graus, enquanto o examinador oferece resistência na direção oposta. O teste é considerado positivo se o paciente referir dor no sulco bicipital ou se o examinador perceber fraqueza ou movimento brusco do braço. O teste de Speed é um teste ortopédico que tem como principal implicação clínica o diagnóstico da tendinite bicipital, uma condição que afeta o tendão da cabeça longa do bíceps e que causa dor e limitação funcional no ombro. · Teste de flexão de cotovelo: O teste de flexão do cotovelo é um exame físico utilizado para avaliar a função e a integridade do cotovelo, tendo como principal objetivo, avaliar a flexão do cotovelo e detectar possíveis lesões ou condições que afetam a articulação. O teste consiste em realizar a flexão do cotovelo do paciente relaxado de 140º a 150º, caso tenha a presença de dor ou desconforto, pode estar relacionado a condiçõescomo tendinite, bursite ou ate mesmo artrite, condição que pode ser confirmada com exames de imagens especificar, na qual disponibilizará, a formação de um tratamento cada vez mais especifico e adequado para cada condição. · Teste de Adson: Esse teste ajuda a diagnosticar a síndrome do desfiladeiro torácico que é associada a uma compressão do feixe braquial. Para efetuar o teste de Adson, colocar o paciente na posição vertical sentada, com os braços apoiados no laboratório. De seguida, o doente roda e estende o pescoço para o lado testado. Segue-se uma respiração inspiratória profunda que é mantida durante 30 segundos, enquanto o examinador apalpa para detetar quaisquer alterações no pulso radial. É descrita uma modificação com o ombro em 15 graus de abdução e a cabeça mantida na posição de teste durante 1 minuto, enquanto o sujeito respira normalmente. Este teste é positivo, caso o pulso radial esteja abolido ou se os sintomas familiares do paciente forem reproduzidos. Estes testes de suma importância nos acompanham desde o inicio da pratica clinica desde a fase anterior do estagio, onde tratamos uma paciente com patologia em MMSS, passando a aperfeiçoar cada vez mais tais abordagens, nos auxiliando no enriquecimento de experiência em MMSS, nas quais utilizaremos ao longo de toda vida clinica.