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TEMPLATE PADRÃO ÚNICO DO DESAFIO PROFISSIONAL ORIENTAÇÕES IMPORTANTES ANTES DE COMEÇAR: Este é o template padrão único para a realização do seu Desafio Profissional. Para todas as disciplinas, o template será o mesmo. O que muda é a proposta do seu desafio. Portanto, para que você conheça o desafio proposto para a sua disciplina, é preciso: 1) Acessar o seu AVA; 2) Clicar na disciplina que será avaliada; 3) Entrar em “Notas e Avaliações”; 4) Clicar em “Responder Avaliação III”. Além disto, é fundamental que você faça a leitura atenta da questão na íntegra antes de iniciar o preenchimento deste template. Agora, vamos às etapas de realização do seu desafio profissional. ETAPA 1: Apresentação do Desafio Profissional Seu papel ativo nesta etapa é apenas ler tudo com atenção e entender qual solução (ou soluções) você apresentará ao final da atividade. Então, leia todas as orientações da Etapa 1 do seu Desafio Profissional. ETAPA 2: Materiais de referência (ambientação) do seu Desafio Profissional Nesta etapa, você deve analisar os materiais de referência e inteirar-se do conteúdo que o(a) professor(a) indicou para que você tenha mais segurança e conhecimento na hora de analisar o caso. Depois que você tiver feito a leitura e já estiver munido de mais informações, você deve eleger três aspectos do desafio proposto que sejam os mais relevantes, do seu ponto de vista, para a solução do desafio. Por exemplo: que estratégia inovadora foi usada? Que decisão polêmica ou uma atitude inesperada você localizou? Qual foi o erro do profissional que aplicou a fórmula? O que o profissional esqueceu de observar? Seu papel ativo nesta etapa é apontar esses três aspectos e justificar suas escolhas. Estudante, escreva aqui os três aspectos e justifique suas escolhas. Anote assim neste template: o que chamou atenção + por quê. Após analisar os materiais de referência e relacioná-los ao caso de Benjamim, considero que três aspectos são fundamentais para a solução do desafio. O primeiro é compreender a participação ocupacional para além da capacidade motora isolada. O caso mostra que Benjamim apresenta independência nas AVDs básicas, mas possui dificuldades no brincar ativo e no calçar os sapatos, com baixo desempenho e satisfação identificados pela COPM. Portanto, não seria adequado concentrar a intervenção apenas na marcha ou na força muscular, pois a Terapia Ocupacional busca favorecer o envolvimento da criança em ocupações significativas e sua participação efetiva com os pares. O segundo aspecto é a utilização do brincar como recurso terapêutico e como ocupação própria da infância. Considerando a idade de Benjamim e seu interesse pelas atividades com outras crianças, atividades lúdicas, estruturadas e progressivas podem ser utilizadas para trabalhar equilíbrio, coordenação, controle postural, resistência e habilidades motoras necessárias para correr, saltar e deslocar-se com maior segurança. O livro destaca que o brincar possibilita desenvolver habilidades em situações significativas e motivadoras, favorecendo simultaneamente funcionalidade, independência e participação social. Dessa forma, a intervenção deixa de ser apenas um treinamento físico e passa a ter relação direta com aquilo que Benjamim realmente deseja fazer no cotidiano. O terceiro aspecto é a necessidade de uma intervenção precoce, individualizada e interdisciplinar, considerando tanto as características da criança quanto o ambiente em que ela está inserida. As limitações de dorsiflexão, força distal, equilíbrio e resistência precisam ser avaliadas em relação às demandas das atividades e às barreiras presentes no contexto escolar. O material ressalta a importância da avaliação funcional e do planejamento terapêutico, enquanto o livro destaca que a intervenção deve considerar as necessidades individuais, o ambiente e as ocupações significativas. No caso de Benjamim, isso significa articular o trabalho da Terapia Ocupacional com a equipe responsável pelo acompanhamento físico, orientar a família e dialogar com a escola para que as brincadeiras sejam adaptadas sem afastá-lo dos colegas. Assim, os três aspectos se complementam: avaliar a funcionalidade, utilizar o brincar de maneira terapêutica e significativa e intervir precocemente sobre as barreiras que restringem a participação. Essa articulação é o que permite transformar a melhora motora em desempenho ocupacional, autonomia e participação social efetiva, que são os resultados realmente relevantes para a Terapia Ocupacional. ETAPA 3: Levantamento de conceitos teóricos Aqui, você deve aproximar a teoria da prática. Seu papel ativo nesta etapa é pesquisar conceitos, autores, teorias etc., que possibilitem a compreensão da solução do desafio. Você pode usar o seu livro da disciplina ou ainda o material apresentado na etapa 2. Para isto, faça uma lista comentada de conceitos-chave, cada um explicado em duas ou três linhas. Por exemplo: Nome do conceito → definição curta → como ajuda a entender o caso. Lembre-se de que é como montar uma “maleta de ferramentas teóricas” para usar na próxima etapa. Desempenho ocupacional: refere-se à capacidade de a criança realizar e participar de ocupações significativas considerando suas habilidades, características pessoais e o ambiente. No caso de Benjamim, esse conceito permite compreender que, embora seja independente nas atividades básicas, suas limitações interferem no brincar ativo e no uso de calçados. Participação ocupacional: envolve o envolvimento efetivo da criança nas atividades do cotidiano, incluindo as relações sociais e escolares. Esse conceito ajuda a perceber que o principal problema de Benjamim não está apenas na marcha, mas na restrição de sua participação nas brincadeiras com os colegas. Modelo de Ocupação Humana (MOHO): proposto por Gary Kielhofner, considera a volição, a habituação e as habilidades de desempenho na compreensão da participação ocupacional. No caso, permite relacionar as capacidades motoras de Benjamim com sua motivação para brincar, seus papéis e sua participação nas atividades sociais. Modelo Canadense de Desempenho Ocupacional (CMOP): compreende o desempenho a partir da interação dinâmica entre pessoa, ambiente e ocupação, valorizando uma prática centrada na pessoa. É pertinente ao caso porque permite analisar Benjamim considerando suas capacidades, o contexto escolar e as atividades que deseja realizar. Medida Canadense de Desempenho Ocupacional (COPM): instrumento utilizado para identificar problemas de desempenho percebidos pela criança e por seus cuidadores, além de acompanhar desempenho e satisfação. No caso de Benjamim, evidencia que brincar e calçar os sapatos são ocupações prioritárias para a intervenção. Brincar como ocupação e recurso terapêutico: o brincar é uma ocupação fundamental da infância e pode ser utilizado simultaneamente como atividade significativa e estratégia terapêutica. Para Benjamim, possibilita trabalhar habilidades motoras e sociais em situações motivadoras, aproximando o tratamento das atividades que realmente fazem parte de sua vida. Habilidades motoras: envolvem capacidades necessárias para a realização das atividades, como força, equilíbrio, coordenação e controle corporal. No caso analisado, as dificuldades de Benjamim nessas habilidades ajudam a explicar sua instabilidade, fadiga e dificuldade para participar de brincadeiras que exigem correr e saltar. Contexto ambiental: o desempenho ocupacional é influenciado pelo ambiente físico e social, que pode facilitar ou criar barreiras à participação. Na situação de Benjamim, observar o espaço escolar e adaptar as atividades quando necessário pode favorecer sua inclusão sem afastá-lo das experiências compartilhadas com os colegas. Raciocínio clínico: corresponde à integração contínua das informações obtidas na avaliação, das observações e das respostas da criança para orientaras decisões terapêuticas. Esse conceito é importante porque a intervenção para Benjamim deve ser individualizada e ajustada conforme sua evolução, interesses e participação. Intervenção centrada na participação: significa planejar a intervenção não apenas para melhorar uma função corporal isolada, mas para reduzir limitações que impedem a criança de realizar ocupações significativas. Assim, no caso de Benjamim, o ganho motor deve estar relacionado à melhora de sua segurança, autonomia e participação no brincar e no contexto escolar. ETAPA 4: Aplicação dos conceitos teóricos ao Desafio Profissional Neste momento, você deve começar a construção da sua análise. É aqui que você vai usar sua “maleta de ferramentas” para solucionar o desafio. Seu papel ativo nesta etapa é aplicar cada conceito que julgue importante e conectá-lo com algo que acontece na situação analisada. Você fará isso por meio de uma lista de tópicos, respondendo: Como o conceito X explica o que aconteceu na situação Y? O que a teoria X nos ajuda a entender sobre o problema central? Que soluções possíveis a teoria aponta (e por que elas fazem sentido)? Desempenho ocupacional: O conceito explica que a independência de Benjamim nas atividades básicas não significa ausência de dificuldades ocupacionais. A avaliação demonstra que ele apresenta limitações no brincar ativo e no ato de calçar os sapatos, com baixo desempenho e satisfação. A teoria orienta a intervenção para além do déficit físico, buscando melhorar sua capacidade de participar das ocupações significativas do cotidiano. Participação ocupacional: A dificuldade de correr, saltar e brincar com os colegas mostra que o problema central está também na restrição da participação. Esse conceito ajuda a compreender que a intervenção não deve ter como único objetivo melhorar força, equilíbrio ou mobilidade, mas possibilitar que Benjamim participe das brincadeiras escolares com maior segurança, autonomia e confiança. Modelo de Ocupação Humana (MOHO): O MOHO permite relacionar as habilidades de desempenho de Benjamim com sua motivação, interesses e papéis ocupacionais. Como ele demonstra interesse pelo brincar, mas evita atividades motoras por insegurança e frustração, a intervenção pode utilizar atividades significativas para aumentar sua motivação, desenvolver habilidades e favorecer a retomada gradual de seu papel como participante das brincadeiras. Modelo Canadense de Desempenho Ocupacional (CMOP): A situação deve ser analisada pela interação entre Benjamim, suas ocupações e o ambiente. Assim, suas limitações motoras não podem ser observadas isoladamente, pois o contexto escolar também interfere em sua participação. A teoria sustenta uma intervenção centrada na criança, identificando as atividades que considera importantes e adaptando-as quando necessário. COPM: Os resultados da COPM tornam visíveis as ocupações que realmente são relevantes para Benjamim, especialmente o brincar ativo e o calçar os sapatos. Dessa forma, o instrumento contribui para estabelecer objetivos individualizados e acompanhar se a intervenção está produzindo mudanças percebidas pela própria criança e por seus cuidadores. Brincar como ocupação e recurso terapêutico: Como o brincar é uma ocupação central na infância, ele pode ser utilizado como meio para trabalhar equilíbrio, coordenação, força, controle corporal e resistência sem retirar o significado da atividade. No caso de Benjamim, brincadeiras estruturadas e progressivas podem favorecer o desenvolvimento das habilidades necessárias para correr e saltar, ao mesmo tempo em que ampliam sua participação social. Habilidades motoras: As limitações apresentadas por Benjamim ajudam a explicar sua instabilidade em superfícies irregulares, a dificuldade de mobilidade e a fadiga precoce. A teoria direciona a utilização de atividades graduadas para desenvolver as habilidades necessárias ao desempenho funcional, sempre relacionando o ganho motor às demandas concretas das ocupações. Contexto ambiental: O ambiente escolar pode funcionar tanto como facilitador quanto como barreira. Por isso, é necessário observar as características do espaço e das brincadeiras, realizando adaptações quando forem necessárias, sem promover exclusão ou superproteção. Essa perspectiva favorece a participação de Benjamim junto aos colegas e contribui para uma inclusão efetiva. Raciocínio clínico: A intervenção deve ser construída a partir da avaliação, da observação do desempenho e da resposta de Benjamim às atividades. Como o raciocínio clínico é contínuo e adaptativo, as estratégias podem ser modificadas conforme sua evolução, evitando uma aplicação rígida de técnicas e mantendo o foco nas necessidades e preferências da criança. Intervenção centrada na participação: A principal solução indicada pela teoria é integrar os aspectos físicos, ocupacionais e contextuais. Portanto, o objetivo não deve ser simplesmente fazer Benjamim caminhar melhor, mas transformar os ganhos de mobilidade, equilíbrio, força e resistência em maior autonomia para calçar-se, brincar, interagir com os colegas e participar da rotina escolar. Essa articulação entre função e ocupação torna a intervenção mais significativa e coerente com a Terapia Ocupacional. A ETAPA 5 É A MAIS IMPORTANTE DE TODO O PROCESSO, POIS É A ETAPA QUE SERÁ AVALIADA! ENTÃO, PRESTE MUITA ATENÇÃO! ETAPA 5 – AVALIATIVA: Redação do produto - Memorial Analítico. Chegou a hora de transformar todo o seu percurso investigativo em um texto claro, bem estruturado e objetivo. Seu papel ativo nesta etapa é desenvolver um Memorial Analítico. Este será o produto final do Desafio Profissional, que será avaliado com nota de zero a dez e terá peso três na média final desta disciplina. Vamos reforçar o que é um memorial analítico? É basicamente você mostrando o caminho que percorreu: o que leu, como interpretou, que teorias usou, que conclusões tirou e o que aprendeu com tudo isso. Para ajudar você, segue o passo a passo do que não pode faltar no Memorial Analítico (ordem recomendada, pois cada item fará parte da composição da sua nota): Resumo do que você descobriu (1 parágrafo) – vale 1 ponto Contextualização do desafio (1 parágrafo): Quem? Onde? Qual a situação? – vale 0,5 ponto Análise (1 parágrafo): use de 2 a 3 conceitos da disciplina, mostrando como eles explicam a situação. Dê exemplos diretos e contextualizados – vale 2 pontos Propostas de solução (até 2 parágrafos): o que você recomenda? Por quê? Qual teoria apoia sua ideia? – vale 3 pontos Conclusão reflexiva (até 2 parágrafos): O que você aprendeu com essa experiência? – vale 2 pontos Referências (somente o que você realmente usou, incluindo o livro) – vale 0,5 ponto Autoavaliação (1 parágrafo): o que você percebeu sobre seu próprio processo de estudo? – vale 1 ponto Checklist rápido antes de entregar: Meu texto não passou de 6000 caracteres. Meus conceitos fazem sentido, e não estão só “porque sim”. Conectei teoria + situação. Apresentei soluções plausíveis. Incluí referências. Mostrei que aprendi algo. Tenho orgulho do que escrevi. Lembre-se de que este trecho deve ser copiado e colado no campo de resposta da questão, dentro de Notas e Avaliações. Lembre-se também de salvar este documento em PDF e colocá-lo como anexo à sua resposta. Ao analisar o caso de Benjamim, 4 anos, com Pé Torto Congênito bilateral tratado pelo Método de Ponseti, compreendi que a correção estrutural e a marcha independente não significam ausência de repercussões funcionais. Permanecem instabilidade em superfícies irregulares, limitação de dorsiflexão, redução de força distal e fadiga precoce. A MIF indica independência completa nas atividades de autocuidado (nível 7) e independência modificada/supervisão na mobilidade mais complexa (níveis 6–5). Já a COPM aponta baixo desempenho(4–5/10) e satisfação (3–4/10) no brincar ativo e no calçar os sapatos, evidenciando restrição de participação, principalmente no contexto escolar. Benjamim está na fase pré-escolar, frequenta a escola e participa de um contexto familiar estruturado. Na escola, correr, saltar e participar de jogos coletivos fazem parte das demandas ocupacionais próprias da infância. Embora seja independente nas atividades de vida diária, ele evita brincadeiras motoras e demonstra frustração ao comparar seu desempenho com o dos colegas. Assim, o desafio terapêutico é compreender a diferença entre independência funcional básica e participação ocupacional significativa. O conceito de desempenho ocupacional permite compreender que uma capacidade motora preservada não garante execução eficiente, satisfação ou engajamento. Na Terapia Ocupacional, a função deve ser analisada em relação à pessoa, à ocupação e ao contexto. No caso de Benjamim, a instabilidade, a limitação de dorsiflexão e a fadiga interferem diretamente na participação em brincadeiras com os pares. O brincar é uma ocupação central da infância e favorece experiências motoras, sociais e emocionais. Nesse sentido, a MIF oferece dados quantitativos sobre independência funcional, enquanto a COPM acrescenta a percepção do desempenho e da satisfação. A análise conjunta mostra que a principal repercussão não está na marcha isoladamente, mas na participação ocupacional. Diante disso, proponho uma intervenção baseada na ocupação, utilizando o brincar terapêutico de forma estruturada, significativa e graduada. Podem ser realizados circuitos funcionais com diferentes texturas e níveis de instabilidade, corrida progressiva, saltos adaptados e jogos cooperativos. Essas atividades permitem trabalhar força distal, equilíbrio dinâmico e resistência física dentro de situações próximas às ocupações de Benjamim. A graduação das tarefas deve respeitar suas respostas e ampliar progressivamente sua participação, favorecendo experiências de sucesso e reduzindo a tendência de evitar atividades motoras. Também considero necessária a orientação à escola, para favorecer oportunidades de participação, utilizar adaptações ambientais temporárias quando necessárias e aumentar gradualmente as demandas. A intervenção deve envolver criança, família e escola, pois o desempenho ocupacional é influenciado pela interação entre características pessoais, ocupações e ambiente. A COPM deve ser reaplicada no acompanhamento para verificar mudanças no desempenho e na satisfação, considerando como referência uma mudança de pelo menos 2 pontos nos escores. Esse acompanhamento permite ajustar o plano terapêutico conforme a evolução de Benjamim. Este caso reforçou que independência funcional não é sinônimo de participação ocupacional plena. Avaliar somente marcha, força ou mobilidade seria insuficiente, pois a Terapia Ocupacional precisa compreender como as funções corporais repercutem nas ocupações significativas. A utilização conjunta da MIF e da COPM amplia o raciocínio clínico ao integrar dados quantitativos e a percepção da criança. Aprendi que, na intervenção pediátrica, o objetivo não deve ser apenas melhorar uma função, mas possibilitar que a criança brinque, interaja e participe com maior segurança e satisfação. A reavaliação e a fundamentação teórica tornam a tomada de decisão mais consistente. REFERÊNCIAS THEOBALD, Mariana Nicole Cassola. Terapia ocupacional nas disfunções físicas da criança e do adolescente. Florianópolis, SC: Arqué; Uniasselvi, 2024. E-book. ISBN 978-65-279-0198-3. MONTEIRO, Brenda Belmira Teles; SANTOS, Câmia Valéria dos. Brincar e a terapia ocupacional: interfaces e estratégias de intervenção em crianças. 2022. Disponível em: https://ri.ufs.br/bitstream/riufs/17581/2/Brenda_Belmira_Teles_%20Monteiro%26Camia_Val% C3%A9ria_dos_Santos_TCC.pdf. Acesso em 10 fev. 2026. Ao desenvolver este estudo, percebi que o raciocínio terapêutico precisa ir além da identificação de alterações motoras. Aprendi a relacionar os resultados dos instrumentos de avaliação com as ocupações e o contexto de vida da criança, compreendendo que participação, significado e satisfação também são indicadores importantes. Esse processo ampliou minha compreensão sobre a atuação da Terapia Ocupacional e fortaleceu minha capacidade de relacionar teoria e prática na construção de uma intervenção mais centrada na criança.