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• Calcitonina Cálcio no sangue. Hipotireoidismo e HipertireoidismoHipotireoidismo e HipertireoidismoHipotireoidismo e HipertireoidismoHipotireoidismo e HipertireoidismoHipotireoidismo e Hipertireoidismo TIREOIDETIREOIDETIREOIDE • Maior glândula do sistema endócrino; • Localiza-se na parte inferior do pescoço; • Sua função é controlada por meio de um feedback negativo através do eixo hipotálamo- hipófise-tireoide; • Glândula endócrina altamente vascularizada com dois lobos ligados por uma ponte chamada de istmo, que fica localizada na parte anterior pescoço; HORMO� NIOS: A tireoide tem a capacidade de afetar a taxa metabólica de todos os tecidos: • Velocidades das reações químicas; • O volume do oxigênio consumido; • Quantidade de calor produzido. • T4: Tiroxina Precursor do T3; Maior quantidade: reserva. Atua no (metabolismo) do corpo; • T3: Triiodotironina Metabolismo basal e • Carboidratos • Lipídeos • ProteínasTemperatura; desenvolvimento HIPERTIREOIDISMO: Excesso de hormônios da tireoide; HIPOTIREOIDISMO: Deficiência de hormônios da tireoide HIPOTIREOIDISMOHIPOTIREOIDISMO HIPOTIREOIDISMO T4 e T3; - Doença mais comum da tireoide; - Ocorre mais frequentemente em mulheres; - Pessoas com mais de 60 anos; - Hereditário CAUSAS CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO CLASSIFICAÇÃO • Tireoide de Hashimoto; • Falta de iodo; • Medicamentos; • Congênito; • Cirurgia - O hipotireoidismo pode ser classificado de acordo com a origem do problema: PRIMA� RIO: Quando a disfunção tem origem na própria TIREOIDE; SECUNDA� RIO: Quando a origem provem da HIPO� FISE; TERCIA� RIO: Distúrbio do resultando em hipotálamo secreção inadequada de TSH; CENTRAL: falência da hipófise, do hipotálamo ou de ambos. SINAIS E SINTOMAS: Sinais: - Bradicardia - Pele e cabelo seco; - Edema não depressível; - Ataxia cerebelar; - Reflexos lentos; - Neuropatia periférica , etc. • Quase sempre são assintomáticos; Sintomas: - Fadiga; - Depressão; - Intolerância ao frio; - Ganho de peso; - Constipação; - Menorragia; - Rouquidão; - Demência; - Mialgias, etc. DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO TSH; T4 livre • Exame laboratorial • Resultados TSH elevado, e T4 baixo TRATAMENTOTRATAMENTOTRATAMENTO - Plano de cuidados de enfermagem no paciente com hipotireoidismo: • Intolerância a atividade relacionada com a fadiga e a depressão – Promover a independência nas atividades e no autocuidado. • Risco de alteração da temperatura corporal: – Adicional de roupas e cobertas; – Monitorar temperatura corporal; – Proteger contra exposição ao frio e correntes de ar. • Constipação intestinal relacionada com a função gastrointestinal. – Consumo de liquido dentro dos limites da restrição hídrica; – Fornecer alimentos ricos em fibras; – Incentivar o aumento da mobilidade ; – Incentivar o uso de laxativos e enemas de modo pacimonioso. • Conhec. deficiente sobre a terapia de reposição hormonal - Explicar a justificativa para a reposição de hormônios da tireoide; – Ajudar a desenvolver horários; – Descrever sinais e sintomas, uso excessivo ou deficiente do medicamento. • Padrão respiratório ineficaz Levotiroxina- via oral • Assistência de enfermagem – Estimular a aceitação de dieta laxativa e hidratação; – Instituir cuidados com a pele (hidratação); – Verificar sinais vitais (hipotermia: aquecer o paciente); – Realizar controle hídrico; – Observar sinais de depressão e confusão mental; – Oferecer o apoio psicológico ao paciente no enfrentamento da patologia; – Estimular a respiração profunda para melhora da condição respiratória; – Atentar parar hidratação adequada (atenção à dificuldade de eliminar líquidos). HIPERTIREOIDISMOHIPERTIREOIDISMOHIPERTIREOIDISMO T4 e T3; - Ocorre mais frequentemente em mulheres; - A faixa etária mais atingida para o público feminino está entre 20 à 40 anos.; - Cerca de 2 à 3% das mulheres são acometidas, enquanto o público masculino é afetado em cerca de 0,2%;; CAUSAS • Doença de Basedow-Graves; • Bócio multi e uni nodular tóxico; • Adenoma Tóxico. ETIOLOGIAETIOLOGIAETIOLOGIA • Doença de Basedow-Graves: – Forma mais comum do hipertireoidismo; – Ocasiona cerca de 60 à 80% dos casos do hipertireoidismo; – Distúrbio autoimune; – Bócio, hipertireoidismo e exoftalmia; EXOFTALMIA BO� CIO ETIOLOGIAETIOLOGIAETIOLOGIA • Bócio multi e uni nodular tóxico: – E� a 2º causa mais comum do hipertireoidismo; – Caracteriza-se pela presença de um ou mais nódulos autônomos hiperfuncionantes; – Mais comum em mulheres; –Acomete mais pessoas a partir de 60 anos; BO� CIO MULTINODULAR Sintomas: - Intolerância ao calor; - Palpitações; - Tremor; - Ansiedade; - Fadiga; - Perda de peso; - Fraqueza muscular; - Diarreia; - Dificuldade em dormir; - Irritabilidade e pele quente e úmida. Sinais: - Olhar fixo; - Retração palpebral; - Bócio. BO� CIO UNINODULAR ETIOLOGIAETIOLOGIAETIOLOGIA • Adenoma Tóxico: – Desenvolve o hipertireoidismo por meio de uma mutação no gene que expressa o receptor de TSH; – Mais frequente em pessoas idosas; –Apresenta manifestações cardiovasculares como: fibrilação atrial de alta frequência e insuficiência cardíaca de difícil controle; SINAIS E SINTOMAS: DIAGNÓSTICODIAGNÓSTICODIAGNÓSTICO – O diagnóstico é realizado primeiramente pela avaliação do paciente no exame físico onde pode-se observar: • A presença da glândula tireoide aumentada; • Ausculta de frêmitos nos bócios maiores; • Exoftalmia; • Para confirmação diagnóstica a avaliação das dosagens dos níveis de TSH e HT é de extrema importância; – Redução de TSH; – Cintilografia (tireoide nodular). TRATAMENTOTRATAMENTOTRATAMENTO • Propanolol – para rápido controle dos sintomas. • Metimazol ou Propiltiouracil – diminuem a quantidade de T3 e T4; • Iodo radioterapia - (lesiona células da tireoide diminuindo a produção de hormônios); • Tireoidectómica subtotal. • TERAPIA COM IODO RADIOATIVO: – O isótopo de iodo é concentrado na glândula tireoide, destruindo as células tireóideas; – E� administrada em uma única porção de radiação; – Não produz risco para outros tecidos radio sensíveis; – Pode desencadear um estado de hipotireoidismo; Indicações • Tratamento de Adenoma tóxico; • Bócio multinodular; • Tireotoxicose; Contraindicações • Gestantes não podem fazer uso desse tratamento. Medicamentos antitireoidianos: – Responsáveis por inibir um ou mais estágios da síntese e liberação dos HT; – Bloqueiam a utilização do iodo; –A administração deve ser realizada pela manhã, 30 minutos antes da alimentação; Tireoidectómia –Remoção do tecido tireóideo; –Mais utilizada nos casos: • Pacientes com bócios volumosos; • Gestantes no segundo trimestre; –Baixo nível de recidiva • 0% em tireoidectomia total; • 8% em tireoidectomia subtotal em até 5 anos. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEMASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEMASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM • Orientar quanto ao repouso físico e mental e aos cuidados com a pele; • Manter atitude tranquila e compreensiva ao abordar o paciente, á que sua ansiedade foge de seu controle; • Encaminha para cirurgia, quando indicada; • Controle de SSVV; • Realizar controle de peso; • Estimular ingesta hídrica; • Realizar controle de eliminações. Hipotireoidismo e Hipertireoidismo TIREOIDE • Maior glândula do sistema endócrino; A tireoide tem a capacidade de afetar a taxa metabólica de todos os tecidos: • Velocidades das reações químicas; • O volume do oxigênio consumido; • Quantidade de calor produzido. • Calcitonina Cálcio no sangue. HIPERTIREOIDISMO: Excesso de hormônios da tireoide; HIPOTIREOIDISMO: Deficiência de hormônios da tireoide HORMÔNIOS: • T4: Tiroxina Precursor do T3; Atua no (metabolismo) do corpo; Maior quantidade: reserva. • T3: Triiodotironina • Carboidratos • Lipídeos • Proteínas Metabolismo basal e Temperatura; desenvolvimento HipotireoidismoT4 e T3; - Doença mais comum da tireoide; - Ocorre mais frequentemente em mulheres; - Pessoas com mais de 60 anos; - Hereditário CAUSAS DIAGNÓSTICO CLASSIFICAÇÃO TSH; TRATAMENTO - Plano de cuidados de enfermagem no paciente com hipotireoidismo: • Intolerância a atividade relacionada com a fadiga e a depressão SINAIS E SINTOMAS: – Promover a independência nas atividades e no autocuidado. • Risco de alteração da temperatura corporal: Sinais: Sintomas: – Adicional de roupas e cobertas; – Monitorar temperatura corporal; – Proteger contra exposição ao frio e correntes de ar. • Constipação intestinal relacionada com a função gastrointestinal. – Consumo de liquido dentro dos limites da restrição hídrica; – Fornecer alimentos ricos em fibras; – Incentivar o aumento da mobilidade ; – Incentivar o uso de laxativos e enemas de modo pacimonioso. • Conhec. deficiente sobre a terapia de reposição hormonal - Explicar a justificativa para a reposição de hormônios da tireoide; – Ajudar a desenvolver horários; – Descrever sinais e sintomas, uso excessivo ou deficiente do medicamento. • Padrão respiratório ineficaz • Assistência de enfermagem – Estimular a aceitação de dieta laxativa e hidratação; – Instituir cuidados com a pele (hidratação); – Verificar sinais vitais (hipotermia: aquecer o paciente); – Realizar controle hídrico; – Observar sinais de depressão e confusão mental; – Oferecer o apoio psicológico ao paciente no enfrentamento da patologia; – Estimular a respiração profunda para melhora da condição respiratória; – Atentar parar hidratação adequada (atenção à dificuldade de eliminar líquidos). HIPERTIREOIDISMO - Ocorre mais frequentemente em mulheres; CAUSAS • Bócio multi e uni nodular tóxico; • Adenoma Tóxico. ETIOLOGIA • Doença de Basedow-Graves: – Ocasiona cerca de 60 à 80% dos casos do hipertireoidismo; – Distúrbio autoimune; – Bócio, hipertireoidismo e exoftalmia; EXOFTALMIA BÓCIO ETIOLOGIA • Bócio multi e uni nodular tóxico: – Caracteriza-se pela presença de um ou mais nódulos autônomos hiperfuncionantes; – Mais comum em mulheres; –Acomete mais pessoas a partir de 60 anos; BÓCIO MULTINODULAR BÓCIO UNINODULAR ETIOLOGIA • Adenoma Tóxico: – Mais frequente em pessoas idosas; –Apresenta manifestações cardiovasculares como: fibrilação atrial de alta frequência e insuficiência cardíaca de difícil controle; SINAIS E SINTOMAS: Sintomas: Sinais: DIAGNÓSTICO TRATAMENTO • Tireoidectómica subtotal. • TERAPIA COM IODO RADIOATIVO: tireoide, destruindo as células tireóideas; – É administrada em uma única porção de radiação; – Não produz risco para outros tecidos radio sensíveis; – Pode desencadear um estado de hipotireoidismo; Indicações • Tratamento de Adenoma tóxico; • Bócio multinodular; • Tireotoxicose; Contraindicações • Gestantes não podem fazer uso desse tratamento. Medicamentos antitireoidianos: – Responsáveis por inibir um ou mais estágios da síntese e liberação dos HT; – Bloqueiam a utilização do iodo; –A administração deve ser realizada pela manhã, 30 minutos antes da alimentação; • Realizar controle de peso; • Realizar controle de eliminações. Tireoidectómia –Mais utilizada nos casos: • Gestantes no segundo trimestre; • 8% em tireoidectomia subtotal em até 5 anos. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM • Manter atitude tranquila e compreensiva ao abordar o paciente, á que sua ansiedade foge de seu controle; • Encaminha para cirurgia, quando indicada;