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FUNDAMENTOS E PRÁTICAS NO ENSINO DE GEOGRAFIA AULA 8 - AVALIAÇÕES (CONTINUAÇÃO) Prezado(a) aluno(a), A avaliação diagnóstica é realizada no início do período letivo para identificar o nível de conhecimento dos alunos e suas necessidades individuais. A avaliação formativa ocorre de forma contínua durante o processo de ensino, fornecendo feedback para monitorar o progresso e fazer ajustes. A avaliação somativa é realizada no final do período para avaliar o desempenho global dos alunos. O processo avaliativo na educação infantil envolve a seleção cuidadosa de instrumentos e procedimentos para conhecer melhor a aprendizagem das crianças, evitando classificações e rótulos. As modalidades avaliativas utilizadas incluem observações, registros e acompanhamento individual e em grupo. A avaliação na educação infantil deve considerar as interações da criança com a família, a escola e a comunidade, com a participação ativa dos pais. Os instrumentos utilizados para a avaliação incluem observações, registros, portfólios e outros meios que acompanham o desenvolvimento e as mudanças conceituais das crianças. Bons estudos! 8 MODALIDADES AVALIATIVAS A avaliação escolar tem como principal objetivo acompanhar o processo de aprendizagem dos alunos na escola e proporcionar subsídios para aperfeiçoar o trabalho pedagógico do professor. A avaliação, exerce aspectos importantes ao fornecer informações que permitem repensar e replanejar a prática pedagógica, contribuindo para a implementação de ações que promovam melhorias e criem condições mais favoráveis para o ensino-aprendizagem dos alunos (SANTOS; GUIMARÃES, 2017). Os estudos de Bloom et al. (1983) categorizaram a avaliação em três tipos distintos, como já foi citado na aula anterior: ➢ Avaliação diagnóstica; ➢ Avaliação formativa; ➢ Avaliação somativa. Avaliação diagnóstica A avaliação diagnóstica é uma forma de verificar o processo de aprendizagem dos alunos. Geralmente realizada no início de cada ano letivo, ciclo ou período, visa identificar as aprendizagens realizadas e as dificuldades enfrentadas pelos alunos em relação aos conteúdos trabalhados no ano ou ciclo anterior. Uma de suas principais características é o aspecto preventivo. Isso significa que, ao antecipar as dificuldades dos alunos em relação a determinados conteúdos, os professores podem, desde o início das atividades escolares, revisar o que não foi aprendido, proporcionando aos alunos as condições necessárias para progredir em suas aprendizagens. Avaliação Formativa A avaliação formativa, ao contrário da avaliação diagnóstica, ocorre de forma contínua ao longo da vida escolar dos alunos. É por meio da avaliação formativa que o professor acompanha de perto o processo de aprendizagem dos alunos durante todo o período em que estão na escola. Durante a avaliação formativa, o professor dialoga com os alunos sobre o seu desempenho, buscando alternativas para melhorar a qualidade da aprendizagem. Avaliação Somativa A avaliação somativa, ao contrário da avaliação diagnóstica que ocorre no início de cada ano letivo, semestre, bimestre ou ciclo, é realizada no final desses períodos. Seu objetivo principal é selecionar os alunos que estão aptos ou não a avançar para a próxima etapa dos estudos. Através dessa avaliação, os alunos são aprovados ou reprovados para o ano, série ou ciclo seguinte. A avaliação somativa está mais centrada em um sistema educacional formal, focando no resultado alcançado pelos alunos e não no processo realizado (BLOOM, 1983). Cada modalidade de avaliação tem um objetivo específico, na prática, e apresenta características distintas que as tornam únicas. A seguir, as diferentes modalidades de avaliação serão exemplificadas com base nas experiências da escola, a fim de possibilitar a compreensão de quando, como e por que cada uma é utilizada. A avaliação diagnóstica, na prática, não se baseia na opinião ou suposições do professor sobre o conhecimento do aluno. Geralmente ocorre no início do ano letivo, ciclo ou período escolar. Sua principal função é diagnosticar e verificar as aprendizagens dos alunos em relação a determinados conteúdos, compreendendo o que eles aprenderam e o que precisa ser revisado, ou seja, quais pré-requisitos são necessários para que o aluno inicie os estudos de uma disciplina, ano, série e/ou ciclo. Torna-se relevante destacar que não existe um único modelo para realizar uma avaliação diagnóstica. Ela pode ser conduzida por meio de diferentes instrumentos de avaliação, tais como observações e conversas com os alunos, testes, provas, trabalhos em grupo e consulta aos registros escolares, entre outros. A avaliação diagnóstica também tem o objetivo de identificar o comportamento dos alunos e determinar as ações necessárias para que eles possam progredir. É importante compreender que a avaliação diagnóstica verifica as aprendizagens dos alunos de forma abrangente, nivelando o conhecimento como o único desejável para todos os estudantes. Formativa, na prática, na prática, deve ser realizada de forma contínua, apresentando-se de várias maneiras, como observação, anotações do professor sobre o desempenho dos alunos, criação de documentos avaliativos como pareceres e portfólios que registram o progresso das aprendizagens dos alunos na escola. Testes, provas e relatórios também podem ser usados como instrumentos de avaliação formativa, mas seu feedback deve ser voltado para auxiliar os alunos a enfrentar seus desafios de aprendizagem. Nesse sentido, o feedback é considerado essencial, pois permite que os alunos revejam suas dificuldades em relação a determinados conteúdos. É necessário que o professor tenha um olhar atento para as aprendizagens e conquistas de cada aluno, respeitando o tempo e o ritmo individuais e incentivando-os a avançar em seus conhecimentos. Caso contrário, a avaliação não pode ser considerada formativa, mas apenas diagnóstica. A avaliação somativa, na prática, ocorre na escola ao final de um período, podendo ser por meio de uma prova ou trabalho final, ou pela soma dos resultados acumulados. Ela determina a decisão de aprovação ou reprovação dos alunos. Além disso, a avaliação somativa também está presente no cotidiano escolar por meio de processos avaliativos externos, que visam aprimorar o sistema educacional brasileiro. 8.1 Processo Avaliativo O processo avaliativo exige uma organização que inclui métodos e instrumentos essenciais para alcançar o objetivo desejado, que é o acompanhamento efetivo do desenvolvimento e da aprendizagem dos alunos na escola. Esse acompanhamento pode ser realizado por meio da observação, questionamento e aplicação de testes (SANTOS; GUIMARÃES, 2017). ➢ Observação: É caracterizada pela percepção dos elementos essenciais para uma avaliação. Portanto, é importante definir "o quê?" e "por quê?" uma situação deve ser observada. Hoffmann (2008, p. 64), levanta a seguinte questão: "O que o professor observa ao analisar as atividades do aluno?". Através da observação, o professor consegue identificar os progressos e as dificuldades dos alunos. Para utilizar a observação, o professor precisa de ferramentas como blocos/cadernos de anotações, também conhecidos como anedotários, e fichas de acompanhamento com informações sobre o desempenho dos alunos. A observação é amplamente utilizada em avaliações diagnósticas. ➢ Inquirição: É caracterizada pelo questionamento. De acordo com Hoffmann (2008), o ato de avaliar está intrinsecamente ligado ao ato de questionar, sendo amplamente utilizado na prática pedagógica do professor. Envolve um processo de diálogo, no qual o professor, ao concluir a explicação de um determinado conteúdo, volta-se para seus alunospara verificar se há dúvidas remanescentes e o que precisa ser revisado, a fim de garantir a compreensão dos conteúdos ensinados. Na inquirição, o questionário e a entrevista são dois instrumentos comumente utilizados na modalidade de avaliação formativa. ➢ Testagem: É uma das formas mais comuns de coletar informações sobre o desenvolvimento cognitivo dos alunos na escola. Podemos categorizar a testagem em dois tipos: • Testes/provas padronizados desenvolvidos por especialistas e aplicados a grupos de alunos de uma determinada etapa da educação. Um exemplo de prova padronizada são as avaliações em larga escala elaboradas pelo Ministério da Educação e Cultura - MEC. • Testes/provas elaborados pelos próprios professores das turmas, que visam acompanhar o desenvolvimento e aprendizagem dos alunos. A testagem é amplamente utilizada em avaliações somativas. 8.2 Avaliação na educação infantil Conforme Santos e Guimarães (2017), a educação infantil é definida na legislação brasileira como a fase de escolarização que engloba desde o nascimento até os cinco anos, incluindo creche e pré-escola. Assim como nas outras etapas da educação, a educação infantil também utiliza instrumentos de avaliação para promover o desenvolvimento da aprendizagem dos alunos e qualificar esse processo. A avaliação na educação infantil tem como princípio a observação e acompanhamento, uma vez que essa etapa da escolarização também se dedica ao desenvolvimento da criança, e não apenas aos cuidados. Durante muito tempo, a educação infantil foi vista como um espaço para cuidar e entreter as crianças por um período. No entanto, atualmente entendemos que desde os primeiros meses de vida, a criança está em processo de desenvolvimento e aprendizagem. De acordo com Carneiro (2010): A avaliação na educação infantil consiste no acompanhamento do desenvolvimento infantil e por isso, precisa ser conduzida de modo a fortalecer a prática docente no sentido de entender que avaliar a aprendizagem e o desenvolvimento infantil implica sintonia com o planejamento e o processo de ensino. Por isso, a forma, os métodos de avaliar e os instrumentos assumem um papel de extrema importância, tendo em vista que contribuem para a reflexão necessária por parte dos profissionais acerca do processo de ensino (CARNEIRO, 2010, p. 6). A avaliação na educação infantil deve englobar todo o processo e ser utilizada como uma ferramenta para verificar o desenvolvimento da criança, além de ressignificar e refletir sobre a prática do professor ao longo desse processo. Para isso, é importante que o processo de avaliação considere os momentos de interação das crianças em grupo, ao mesmo tempo, em que registra a individualidade e o comportamento de cada aluno. Dessa forma, a avaliação também envolve o olhar do professor em relação aos seus alunos e às atividades desenvolvidas. Portanto, é fundamental ser um instrumento que auxilie a escola a refletir sobre seu projeto de educação para a primeira infância. Nesse sentido, Hoffmann (2012) destaca a importância de a avaliação ser um instrumento de acompanhamento não apenas para o professor, mas também para os pais, a instituição e os alunos. Ainda assim, são apontados por Hoffmann (2012), alguns princípios orientadores para a educação infantil e sua avaliação. Esses princípios incluem a presença de: ➢ Uma proposta pedagógica que busca considerar a diversidade de interesses e possibilidades de exploração do mundo pela criança, respeitando sua própria identidade sociocultural e proporcionando um ambiente interativo, com uma variedade de materiais e situações para serem vivenciadas. ➢ Um professor curioso e pesquisador do mundo da criança, atuando como mediador de suas conquistas, visando apoiá-la, acompanhá-la e proporcionar novos desafios. ➢ Um processo de avaliação contínuo que envolve a observação, registro e reflexão sobre as ações e o pensamento das crianças, levando em consideração suas diferenças culturais e de desenvolvimento. Esse processo de avaliação serve como base para que o educador repense sua prática pedagógica, conforme destacado por (HOFFMANN, 2012). Nesse sentido, é relevante destacar a importância do registro e da observação como ferramentas para a avaliação na educação infantil. Através desses recursos, é possível manter um registro do processo de desenvolvimento e analisar o progresso de cada aluno ao longo de um período, como um ano, por exemplo. No entanto, é fundamental que o registro seja imparcial, sem fazer inferências sobre o comportamento ou desenvolvimento individual, visto que essa etapa constitui a própria avaliação, enquanto o registro serve apenas como apoio para sua realização. Oliveira (2007), destaca: Avaliar na Educação Infantil implica em detectar mudanças em competências das crianças que passam a ser atribuídas tanto ao trabalho realizado na creche e na pré-escola quanto exige o redimensionamento do contexto educacional – repensar o preparo dos profissionais, suas condições de trabalho, os recursos disponíveis, as diretrizes definidas e os indicadores utilizados para promovê-la ainda mais como ferramenta para o desenvolvimento infantil (OLIVEIRA, 2007, p. 255). A avaliação na educação infantil tem como finalidade observar o que a criança aprendeu ou não, e identificar suas necessidades de aprendizagem, sem o objetivo de promovê-la para uma etapa posterior. Essas premissas estão segundo o estabelecido nos documentos legais e políticos da educação infantil. 8.3 Instrumentos para avaliação na educação infantil Relatório de observação Os relatórios de observação são registros escritos feitos durante e após a realização das atividades planejadas na rotina da Educação Infantil. Para facilitar a elaboração desses documentos, é recomendado que o educador tenha um caderno ou bloco de anotações sempre à mão enquanto estiver com as crianças. É importante que esse caderno seja fácil de transportar para diferentes ambientes e possua um apoio, como uma prancheta ou capa dura, caso o professor não tenha uma mesa disponível (LEPRE; OLIVEIRA, 2021). Nos registros, é essencial incluir a data da observação e o nome da criança que está sendo acompanhada. As observações devem abranger as interações, diálogos, interesses, dificuldades e progressos das crianças. É recomendável que o professor estabeleça uma escala de observação para garantir que todos os alunos sejam incluídos nas observações. Outra opção disponível são os roteiros de observação, nos quais são previamente estabelecidos os elementos que devem ser avaliados, normalmente criados pelo educador com base nos objetivos propostos. Os roteiros de observação orientam o olhar do professor e garantem a uniformidade no processo de observação. É fundamental destacar que os relatórios de observação podem incluir fotografias e gravações que, periodicamente, serão analisadas juntamente com as anotações para verificar o desenvolvimento das crianças e permitir a organização pedagógica do professor. Relatório de acompanhamento De acordo com Lepre e Oliveira (2021), quando ocorre o processo de revisão dos registros de observação visando aprimorar a prática e identificar o desenvolvimento das crianças, estamos nos referindo ao relatório de acompanhamento. Esse documento é essencial e faz parte das documentações necessárias na Educação Infantil, pois são evidências do trabalho pedagógico e instrumentos de retorno para as famílias e equipe gestora. Além da análise escrita do educador, é possível utilizar fichas de avaliação que permitem uma visualização rápida das habilidades e competências já adquiridas pela criança. Observe o exemplo do Quadro 1: Quadro 1 - Ficha de avaliação Fonte: Lepre e Oliveira, 2021. No item de avaliação, é comum utilizar as seguintes legendas: D (desenvolvido), ED (em desenvolvimento),ND (não desenvolvido) e NA (não avaliado). Portfólio Conforme Shores e Grace (2001), o portfólio é descrito como uma compilação de elementos que revelam, ao longo do tempo, os diversos aspectos do desenvolvimento de cada criança. Os componentes que integram os portfólios são: ➢ Amostras de trabalhos (atividades) realizadas pelas crianças; ➢ Produtos de avaliação de desempenho, como fichas e relatórios; ➢ Fotografias que registram momentos significativos; ➢ Diários de aprendizagem, nos quais são feitas anotações sobre as atividades, objetivos, falas das crianças e considerações do professor; ➢ Registros escritos que contêm descrições ou narrativas breves sobre as atividades; ➢ Síntese de reuniões escolares e análise do portfólio. Ao organizar o portfólio, você pode se fazer as seguintes perguntas: ➢ O que estava acontecendo quando fiz esse registro? ➢ Quem estava presente nesse momento? ➢ Quem planejou a atividade: foi o professor, uma criança ou foi espontânea? ➢ Que tipo de aprendizado estava ocorrendo: cognitivo, socioemocional ou físico? ➢ Esse momento foi um marco importante para alguma criança? É essencial para o educador avaliar a criança para obter uma compreensão abrangente, levando em consideração suas habilidades e não focando apenas no que a criança ainda não sabe fazer. A avaliação deve buscar verificar se os resultados foram alcançados, se houve progresso no aprendizado e identificar os pontos positivos e negativos que o educador deve investigar. Essa abordagem contribui para aprimorar o planejamento educacional reflexivo (SILVA, 2012). É importante contextualizar a avaliação na educação infantil, garantindo que os instrumentos e procedimentos adotados sejam cuidadosamente pensados para evitar a classificação da criança e a criação de rótulos. Ao compreender o desenvolvimento infantil, é necessário considerar as interações da criança com a família, a escola e a comunidade, reconhecendo que essas interações ocorrem em uma sociedade e cultura da qual todos fazemos parte ativa. 8.4 Domínios do desenvolvimento infantil Desenvolvimento físico-motor: refere-se ao crescimento do corpo e do cérebro, às capacidades sensoriais e perceptivas, às habilidades motoras, como sustentar a cabeça, sentar, andar, correr e saltar, bem como ao desenvolvimento neurológico. Desenvolvimento cognitivo: se refere ao progresso das capacidades mentais superiores, como atenção, memória, concentração, pensamento, linguagem, criatividade, flexibilidade cognitiva e outras habilidades. Desenvolvimento afetivo: envolve a evolução das emoções e sentimentos, a construção da personalidade, a formação da autoimagem e autoestima, assim como o desenvolvimento das relações intra e interpessoais. Desenvolvimento sociomoral: refere-se à construção da autonomia moral por meio das interações sociais. Envolve o entendimento e a internalização das regras de convivência, bem como o desenvolvimento de princípios morais e virtudes (SANTANA, 2017). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BLOOM, B. S. et al. Manual de avaliação formativa e somativa do aprendizado escolar. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1983. CARNEIRO, M. P. A. K. B. Processo avaliativo na Educação Infantil. Monografia (Pós-graduação em Educação Infantil) - Escola Superior Aberta do Brasil, Vila Velha. ES, 2010. HOFFMANN, J. M. L. Avaliar: respeitar primeiro, educar depois. Porto Alegre: Mediação, 2008. HOFFMANN, J.M.L. Avaliação e educação infantil: um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. Porto Alegre: Mediação, 2012. LEPRE, R. M.; OLIVEIRA, J. Avaliação na Educação Infantil: Por que, o quê e como avaliar? Material didático formação de professores. Bauru. São Paulo. 2021. OLIVEIRA, M. R. Educação Infantil, fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2007. SANTANA ALVES, D. L. Observação e registro: possibilidades reflexivas para professores de creche. Bauru: UNESP, 2017. SANTOS, P. K.; GUIMARÃES, J. Avaliação de aprendizagem. Porto Alegre, Grupo A, 2017. SILVA, T. Z. Avaliação na Educação Infantil: um breve olhar na avaliação da aprendizagem. Revista Thema, v. 9, n. 2, 2012. SHORES, E.; GRACE, C. Manual de portfólio: um guia passo a passo para o professor. Artmed: Porto alegre, 2001.