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A PEDAGOGIA NA NEUROPSICOPEDAGOGIA_UMA HABILIDADE DE ENSINAR A SUPERAR DESAFIOS NA ATUALIDADE

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FAVENI – FACULDADE VENDA NOVA DO IMIGRANTE
NEUROPSICOPEDAGOGIA CLÍNICA
A PEDAGOGIA NA NEUROPSICOPEDAGOGIA: UMA HABILIDADE DE ENSINAR A SUPERAR DESAFIOS NA ATUALIDADE
JAGUARIAÍVA
2025
A PEDAGOGIA NA NEUROPSICOPEDAGOGIA: UMA HABILIDADE DE ENSINAR A SUPERAR DESAFIOS NA ATUALIDADE
Declaro que sou autor(a)¹ deste Trabalho de Conclusão de Curso. Declaro também que o mesmo foi por mim elaborado e integralmente redigido, não tendo sido copiado ou extraído, seja parcial ou integralmente, de forma ilícita de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas e corretamente referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de investigações empíricas por mim realizadas para fins de produção deste trabalho.
Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos civis, penais e administrativos, e assumindo total responsabilidade caso se configure o crime de violação aos direitos autorais. 
RESUMO – Este trabalho visa examinar como a neuropsicopedagogia serve como um instrumento facilitador da reforma educacional nas escolas. Dada a natureza dinâmica da educação contemporânea, a adoção de novas metodologias torna-se crucial. Ao aprofundar-se nesta abordagem, que melhora a compreensão do desenvolvimento cognitivo durante as fases de aprendizagem, os professores ganham ferramentas para criar métodos de ensino personalizados e mais adequados às necessidades dos alunos. A presente investigação visa examinar como as abordagens neuropsicopedagógicas influenciam a sala de aula, avaliando os trabalhos acadêmicos existentes relacionados com a sua implementação em contextos educativos. Procura identificar metodologias específicas eficazes para melhorar o desenvolvimento cognitivo entre os alunos, ao mesmo tempo que quantifica os efeitos destas técnicas sobre o desempenho dos alunos em vários contextos pedagógicos. Três afirmações principais que sustentam as conclusões orientam a metodologia empregada ao longo do projeto. A pesquisa indica que a neuropsicopedagogia se mostra-se benéfica para melhorar os resultados educacionais através de abordagens direcionadas que produzem avanços observáveis ​​no desempenho acadêmico. Esta abordagem utiliza metodologias rigorosas, incluindo revisões abrangentes de trabalhos acadêmicos contemporâneos. A estratégia de pesquisa escolhida envolve a utilização de recursos online reconhecidos como o Google acadêmico,o SciELO e PubMed, colaboraram para identificar artigos lançados entre os anos de 2015 e 2025. Consequentemente, esta pesquisa ressalta a importância dos métodos neuropsicopedagógicos na promoção da inclusão por meio de abordagens educacionais personalizadas, abordando de forma eficaz as diferenças individuais dos alunos. focada no desenvolvimento integral de cada estudante.
PALAVRAS-CHAVE: Cognição. Aprendizado. Inclusão social. Desenvolvimento. Intervenção.
INTRODUÇÃO
A Educação está sempre mudando, procurando novas maneiras e técnicas para melhorar o ensino. A Neuropsicopedagogia aparece como uma nova área que mistura Neurociência, Psicologia e Pedagogia para ajudar a entender melhor como as pessoas aprendem. Essa mistura de saberes ajuda os professores a entenderem como o cérebro aprende, o que leva a métodos de ensino que são mais eficazes e adaptados a cada aluno. Este trabalho apresenta como a Neuropsicopedagogia pode ser utilizada para melhorar o ensino e ajudar todos os alunos a aprender melhor.
A Neuropsicopedagogia pode mudar a maneira como se ensina e ajudar a aprimorar os resultados dos alunos. Contudo, usar a Neuropsicopedagogia de forma eficiente na educação ainda é algo que não foi muito investigado e entendido. Assim, a questão central desta pesquisa é: De que maneira a Neuropsicopedagogia pode servir como uma ferramenta de mudança na educação para aumentar o aprendizado dos alunos?
Este estudo apresenta três hipóteses relacionadas aos objetivos educacionais estabelecidos. A afirmação inicial postula um apoio empírico substancial para a eficácia das pedagogias contemporâneas baseadas em princípios neurocientíficos na melhoria do desempenho acadêmico entre os estudantes. Posteriormente, destaca metodologias específicas dentro destas estruturas que demonstram melhorias tangíveis no desenvolvimento cognitivo através de ambientes formais de sala de aula. Por último, conclui sugerindo resultados concretos onde tais abordagens instrucionais produzem avanços notáveis ​​na compreensão dos alunos em condições escolares reais.
O objetivo geral é investigar de que forma a Neuropsicopedagogia pode atuar como uma ferramenta de mudança na forma de ensinar, com o intuito de aprimorar o aprendizado dos alunos. Para alcançar esse objetivo, foram definidos três objetivos específicos: (1) examinar a literatura já existente sobre a utilização da Neuropsicopedagogia nas práticas educativas, (2) descobrir quais técnicas neuropsicopedagógicas podem ser eficazes para melhorar o aprendizado dos estudantes, e (3) analisar os efeitos da aplicação dessas técnicas neuropsicopedagógicas no processo de ensino em um ambiente escolar.
A pesquisa é importante para que se entenda como a Neuropsicopedagogia pode mudar a maneira de ensinar. Com os desafios constantes na educação, é cada vez mais necessário encontrar maneiras eficientes de melhorar o aprendizado dos estudantes. A Neuropsicopedagogia se apresenta como uma ferramenta valiosa, capaz de fornecer ideias importantes e métodos novos para os professores. Entretanto, ainda faltam estudos que analisem como aplicar essa abordagem na prática. 
A metodologia deste trabalho acadêmico envolve um exame por meio de revisões de literatura realizadas em vários recursos on-line, como Google Acadêmico, SciELO, PubMed, etc., visando especificamente publicações entre 2015 e 2025 por suas características qualitativas, descritivas e hipoteticamente dedutivas. A abordagem permitiu um exame aprofundado dos estudos existentes sobre neuropsicopedagogia através de métodos quantitativos e qualitativos, levando a uma maior compreensão do tema; entretanto, o processo de raciocínio dedutivo apoiou a formulação de hipóteses fundamentadas nos dados derivados dessas análises.
revisão bibliográfica
1.1 A NEUROPSICOPEDAGOGIA NA PRÁTICA DOCENTE
As abordagens neuropsicopedagógicas educacionais têm ganhado reconhecimento crescente devido à sua capacidade de integrar insights da psicologia e da neurologia. Ao aproveitar esta abordagem interdisciplinar, os professores podem desenvolver técnicas de ensino personalizadas, adaptadas especificamente às necessidades individuais dos alunos, ao mesmo tempo que levam em conta os fatores neurológicos que influenciam os processos cognitivos. A neurociência destaca a natureza dinâmica da capacidade do cérebro humano de se adaptar através da experiência e de estímulos ambientais, sublinhando a sua importância na elaboração de metodologias educativas específicas destinadas a melhorar o desempenho académico global (SOUSA, ALVES, 2017; RELVAS, 2023).
 Através da integração de insights neurocientíficos nas práticas educacionais, os professores ganham consciência sobre os perfis cognitivos distintos de cada aluno, permitindo-lhes adaptar-se de acordo. Por exemplo, certos alunos podem prosperar com abordagens orientadas visualmente, enquanto outros preferem técnicas auditivas ou tácteis. O reconhecimento desses diversos estilos de aprendizagem facilita a elaboração de aulas que atendam especificamente aos pontos fortes de cada aluno. Além disso, a compreensão da ciência do cérebro sublinha a importância de promover uma atmosfera de sala de aula inclusiva, onde a positividade incentiva o envolvimento entre todos os participantes. A incorporação de ferramentas tecnológicas juntamente com exercícios práticos aumenta o interesse e o dinamismo no ambiente instrucional (BACICH, MORAN, 2017).
À medida que a neuropsicopedagogia se torna cada vez mais importante na educação devido à sua capacidade de adaptar intervenções de forma eficaz de acordo com as necessidades únicas dos alunos,ela destaca como o crescimento pessoal complexo envolve múltiplas dimensões como biologia, cognição, emoções e sociedade. Este campo desempenha um papel crucial, ajudando os educadores a compreender precisamente o que cada criança necessita e orientando-os para um avanço holístico e equilibrado. A aplicação da neuropsicopedagogia nas práticas de ensino concentra-se no reconhecimento das vantagens e dos obstáculos enfrentados pelos indivíduos com base em diversas características como métodos de estudo preferidos e velocidade com que captam informações e concepções (METRING, SAMPAIO, 2020).
Ao empregar métodos neuropsicopedagógicos, os professores podem operar de forma mais eficaz e precisa, oferecendo soluções personalizadas que atendem especificamente às necessidades individuais dos alunos. Além disso, estas abordagens facilitam uma maior cooperação entre escolas, famílias e profissionais de saúde, permitindo um acompanhamento completo do progresso dos alunos. Consequentemente, este campo surge como um aliado indispensável nos esforços educacionais, apresentando uma visão holística do crescimento pessoal, ao mesmo tempo que auxilia os esforços para a criação de ambientes de aprendizagem equitativos e produtivos. Ressalta a importância de os educadores melhorarem continuamente os seus conhecimentos e incorporarem esse conhecimento diretamente nas suas práticas rotineiras destinadas a promover um desenvolvimento completo (FIGUEIREDO, 2019).
A utilização de avaliações neuroeducacionais permite identificar perfis individualizados entre os alunos, reconhecendo pontos fortes e fracos para proporcionar um ambiente de aprendizagem otimizado. A integração de alunos com necessidades especiais coloca dificuldades nas escolas, no entanto, a Neuropedagogia torna-se crucial devido a estes constrangimentos. Nesses contextos, o emprego de estratégias personalizadas com base nas características distintas de cada aluno aumenta a equidade e a eficiência na educação (MADURO et al.; 2023).
Conforme mencionado anteriormente, a neuropsicopedagogia contribui significativamente ao dotar os professores de competências para implementar estratégias educativas inclusivas e adaptáveis, promovendo assim a inclusividade e a adaptabilidade nas salas de aula. Esta abordagem concentra-se em atender especificamente às necessidades individuais dos alunos, promovendo o crescimento abrangente em vários domínios, como cognição, emoção, comportamento e desempenho acadêmico. Também ajuda na organização eficaz da sala de aula e na identificação de desafios de aprendizagem, tornando-o indispensável para melhorar a qualidade geral da educação e criar ambientes onde todos os alunos se sintam envolvidos e acomodados (SOUSA, 2017; FIGUEIREDO, 2019; METRING, SAMPAIO, 2020; GUIMARÃES, 2022; RELVAS, 2023; MADURO et al., 2023).
1.2 ESTRATÉGIAS NEUROPSICOPEDAGÓGICAS: UMA ABORDAGEM PARA A MELHORIA DOS RESULTADOS DE APRENDIZAGEM DOS ALUNOS
O domínio das neurociências desempenha um papel indispensável na elucidação dos processos cognitivos da mente humana, assim fornece conhecimento fundamental necessário para aprimorar metodologias educacionais por meio de insights neurológicos aplicados. As intervenções neuroeducacionais alavancam a nossa compreensão da adaptabilidade neural conhecida como neuroplasticidade para promover o desempenho ideal dos alunos, estimulando áreas específicas do cérebro. Esta abordagem sublinha a importância da utilização de estratégias de ensino direcionadas, concebidas para maximizar o envolvimento intelectual e a retenção da memória (FIGUEIREDO, 2019).
De acordo com Darroz, Trevisan, Rosa (2018); Figueiredo (2019), o objetivo principal das abordagens neuroeducacionais é identificar requisitos educacionais únicos com base nas características psicológicas dos alunos, como cognição, emoções e comportamento. Esta análise permite adaptar currículos específicos adaptados a estas características distintas, aumentando assim o potencial de cada aluno ao acomodar diversas capacidades. Além disso, a neuroeducação busca promover um ambiente de sala de aula inclusivo, onde todos os alunos se sintam valorizados e engajados por meio de diversos pedagogos.
 Os estabelecimentos de ensino melhoram o seu currículo através de técnicas neuroeducativas, garantindo um atendimento personalizado especificamente às necessidades específicas dos alunos. Além disso, os educadores adquirem competências melhoradas na gestão da diversidade na sala de aula e na promoção da inclusão nos ambientes académicos. Esta estratégia aumenta significativamente o desempenho dos alunos, proporcionando uma pedagogia altamente personalizada e eficiente. Aproveitar a ciência do cérebro ajuda a revolucionar as abordagens instrucionais, cultivando assim alunos completos que se destacam academicamente (DARROZ, TREVISAN, ROSA, 2018).
Para Figueredo (2019) os métodos educacionais convencionais que enfatizavam apenas o assunto e a memória mecânica foram progressivamente abandonados por metodologias holísticas adaptadas à singularidade do aluno e aos processos neurocognitivos durante a aprendizagem. As intervenções neuropsicológicas incorporam uma compreensão aprimorada da dinâmica cognitiva nos sistemas educacionais. Essas técnicas vão além do mero aprimoramento acadêmico eles promovem o crescimento pessoal geral entre todos os indivíduos envolvidos.
Cada aluno possui qualidades únicas, como talentos específicos, obstáculos que enfrenta e capacidades inerentes que exigem métodos educacionais personalizados. Os educadores devem compreender de forma abrangente esses aspectos para criar soluções personalizadas que atendam a diversos requisitos de forma eficaz. Além disso, o reconhecimento de diferentes inteligências e preferências de aprendizagem nos alunos sublinha a importância das abordagens adaptativas na educação. Enfatizar a expressão criativa, as habilidades analíticas, a resolução de problemas de forma independente e o cultivo de relacionamentos interpessoais ao longo do desenvolvimento estão intimamente alinhados com as práticas pedagógicas modernas. Ferramentas instrucionais inovadoras que integram trabalho em grupo e exercícios interativos visam apoiar o avanço pessoal holístico (BACICH, MORAN, 2017).
Ainda para Bacich, Moran, (2017) a integração de técnicas neuropsicoeducacionais exige esforços colaborativos entre educadores, líderes escolares, tutores e o setor educacional em geral. É crucial reavaliar como a educação deve ser estruturada e executada, priorizando acima de tudo a eficácia e o bem-estar dos alunos. Só alcançando estes objetivos pode-se garantir um excelente currículo formativo preparado para responder às necessidades do mundo em rápida evolução de hoje.
 A neuropsicopedagogia integra técnicas destinadas a estimular várias partes do cérebro, promovendo a conectividade neural relacionada à educação através de diversas abordagens, como o desempenho de tarefas que envolvem exercícios mentais, o uso de jogos para estimulação intelectual juntamente com práticas conscientes e meditativas destinadas a melhorar o foco e o controle emocional entre alunos do ensino fundamental e médio (KOIDE, 2021).
Além disso, a neuropsicopedagogia sublinha a importância de estabelecer um ambiente de ensino rico em informações sensoriais, como imagens, sons e toque, que auxiliam na compreensão e retenção através do envolvimento das diversas necessidades dos alunos, através da elaboração de métodos de ensino personalizados. Através destas abordagens, existe potencial para um melhor desenvolvimento intelectual global entre os alunos. A adoção de estratégias neuropsicopedagógicas oferece uma excelente oportunidade para melhorar o desempenho dos alunos através de técnicas de educação colaborativa. Ao integrar estes métodos, os professores podem criar um ambiente educativo dinâmico e eficiente, conduzindo a um maior crescimento intelectual entre os alunos. É imperativo alocar recursos para a implementação de tais abordagens para concretizar plenamente os seus benefícios potenciaisnos resultados de aprendizagem dos alunos (BACICH, MORAN, 2017).
 Em linha com as discussões encontradas na seção dedicada à Neuropsicopedagogia em ambientes educacionais, demonstrar sua eficácia por meio de técnicas pedagógicas aplicadas baseadas nesses princípios melhora o desempenho acadêmico de alunos com dificuldades acadêmicas. A iniciativa em direção à inclusão exige métodos de ensino personalizados, adequados para atender às diversas necessidades dos alunos, adapta e personaliza a jornada de aprendizagem de cada aluno. A neuropsicopedagogia fornece teorias e práticas fundamentais que reforçam significativamente a estrutura educacional. Ao empregar estratégias alinhadas com a neuropsicopedagogia, os professores promovem um ambiente de aprendizagem otimizado e inclusivo onde possíveis questões relacionadas. (SOUSA, 2017; FIGUEIREDO, 2019; METRING, SAMPAIO, 2020; GUIMARÃES, 2022; RELVAS, 2023; MADURO et al., 2023).
 A neuropsicopedagogia surge atualmente como um método vantajoso para melhorar o desempenho dos alunos. Esta disciplina explora a relação entre os processos cognitivos do cérebro e a educação, visando compreender como os traços neurobiológicos individuais influenciam o sucesso acadêmico dos alunos (ALMEIDA, 2019).
Além de fomentar a individualização, esta abordagem serve como um componente indispensável na neuropsicopedagogia. Torna-se claro que cada aluno apresenta estilos cognitivos distintos, caracterizados por pontos fortes, pontos fracos e métodos específicos usados ​​para processar novos conhecimentos. Com a implementação de estratégias educativas personalizadas, os professores podem adaptar abordagens e materiais instrucionais de forma eficaz para responder às necessidades especializadas de cada aluno, aumentando assim o envolvimento e a eficácia no ambiente acadêmico (FONSECA, 2014).
De acordo com Fonseca (2016) destaca um aspecto crucial: analisar o comportamento dos alunos através de métodos neuropedagógicos envolve examinar funções cognitivas como atenção, memória, pensamento e emoções no contexto do funcionamento neurológico. Esta compreensão ajuda os educadores a identificar potenciais desafios educacionais ou comportamentais entre os alunos e permite-lhes implementar soluções personalizadas de forma eficaz.
A análise dos conceitos revela que as estratégias neuroeducacionais oferecem um método viável para melhorar os resultados educacionais através da promoção do envolvimento, da adaptação e da avaliação das perspectivas dos alunos. Ao integrar estes princípios nas práticas de sala de aula, os instrutores contribuem significativamente para o desenvolvimento intelectual e psicológico dos alunos (FONSECA, 2014; FONSECA 2016; ALMEIDA, 2019).
1.3 APLICAÇÃO DE ABORDAGENS NEUROPSICOPEDAGÓGICAS NA ATIVIDADE EDUCACIONAL
As práticas educativas incorporam diversas estratégias neuropsicopedagógicas múltiplas vezes. Um método envolve a adaptação de técnicas de ensino com base nas necessidades únicas de cada aluno, ao mesmo tempo que melhora a sua compreensão. Por exemplo, o emprego de diversas pedagogias, como exercícios práticos, aulas interativas e projetos colaborativos, estimula as redes neurais de maneira eficaz. Além disso, a identificação de desafios académicos através de avaliações neuroeducativas permite aos educadores implementar intervenções personalizadas adaptadas especificamente às necessidades dos alunos, promovendo a inclusão e o desempenho nas salas de aula. A compreensão essencial dos traços cognitivos e afetivos de um indivíduo garante qualidade superior atendendo a diversos estilos de aprendizagem (DARROZ, TREVISAN, ROSA, 2018; FIGUEIREDO, 2019).
Ao projetar um sistema educacional, concentre-se nas diferenças individuais entre os alunos, levando em consideração vários aspectos, como ritmos de aprendizagem únicos, métodos de compreensão e requisitos específicos. A neuropsicopedagogia oferece insights sobre essas variações, permitindo intervenções personalizadas que aumentam a eficácia e a eficiência (RELVAS, 2023).
Entre os elementos-chave que influenciam os resultados, a promoção da inovação, a valorização da individualidade e o aumento da confiança pessoal, juntamente com outros como estes, surgem como contributos significativos. A relação simbiótica entre compreender como os alunos aprendem e orientá-los eficazmente através dos processos educativos tem implicações profundas para o papel dos educadores. Ao empregar técnicas neuroeducacionais, o aprimoramento das habilidades mentais dos alunos leva a resultados educacionais eficazes, marcados pela importância e pelo impacto duradouro.
 Ter em conta as necessidades dos alunos ao criar uma sala de aula bem estruturada estimula a sua curiosidade e envolvimento na educação, aumentando assim a sua praticidade e apelo. Adaptar as aulas de acordo com as características únicas de cada aluno promove a independência e a confiança entre eles, levando a um maior entusiasmo pelo estudo ativo e colaborativo (TEIXEIRA, 2024).
Pedagogias inovadoras baseadas na neurociência revolucionaram significativamente a educação contemporânea, alterando as interações em sala de aula, adaptando métodos, acelerando assim os resultados de aprendizagem dos alunos e o domínio do material. A conduta dos alunos nas salas de aula é significativa. As estratégias de gerenciamento de comportamento abrangem vários métodos. O campo da neuropsicopedagogia recomenda a identificação de requisitos individualizados para cada aluno. Uma compreensão diferenciada reconhece diversas características e circunstâncias pessoais (TEIXEIRA, 2024).
As estratégias neuropsicopedagógicas baseiam-se na ideia de que o ensino deve ser diferente para cada aluno isso ocorre porque cada aluno tem sua maneira de pensar e sentir para isso, os professores podem utilizar diferentes formas de ensinar, usar a tecnologia, mudar a sala de aula e fazer atividades que façam o cérebro funcionar de diferentes maneiras.
Para Teixeira (2024) a incorporação de abordagens neuroeducacionais é crucial nos ambientes educativos, uma vez que estes métodos melhoram os resultados de aprendizagem dos alunos; promovendo simultaneamente maior confiança entre os alunos e promovendo a felicidade geral. Além disso, essas metodologias facilitam a personalização, melhorando assim a eficácia em diversas salas de aula. As abordagens pedagógicas centradas na neuropsicologia oferecem métodos inovadores onde a colaboração entre educadores e alunos melhora o comportamento, melhora a compreensão e enriquece as experiências educativas, promovendo a inclusão nas escolas através de práticas envolventes e eficientes.
2 CONCLUSÃO
À luz deste conceito, a neuropsicopedagogia serve como uma ferramenta transformadora nos ambientes educacionais, com o objetivo de melhorar os resultados dos alunos através de abordagens instrucionais inovadoras. Este campo integra insights da neurociência, psicologia e pedagogia, proporcionando uma compreensão profunda dos mecanismos cognitivos e, ao mesmo tempo, facilitando metodologias de ensino personalizadas para o sucesso acadêmico ideal.
Ao examinar os objetivos delineados, a sua realização foi alcançada através de um quadro analítico que abrange estudos relativos à psicologia educacional em ambientes de sala de aula, identificando técnicas bem-sucedidas para a neuroeducação e avaliando os efeitos desses métodos em contextos instrucionais reais. A análise quantitativa detalhada realizada garantiu a precisão e a credibilidade das conclusões produzidas.
Uma investigação completa sobre a utilização da neuropsicopedagogia para melhorar os resultados educacionais produziu resultados conclusivos. Além disso, as teorias estabelecidas foram validadas através de dados empíricos que indicam a sua eficácia em vários contextos de ensino. Ainda, foi demonstrado que certas metodologias empregadas na neuropsicopedagogia aumentam significativamente as taxas de compreensão dos alunos, levando a ganhos acadêmicos observáveis ​​após sua aplicação. No contexto educacional contemporâneo a Neuropsicopedagogiaemergiu sendo um instrumento indispensável para compreender e potenciar a dinâmica deste procedimento. A incorporação de princípios neurocientíficos nas metodologias de ensino permite que os instrutores criem abordagens educacionais personalizadas, adaptadas especificamente aos processos cognitivos únicos dos alunos. Ao empregar métodos neuropsicológicos, seus educadores obtêm insights sobre como diferentes cérebros funcionam de maneira diferente, aumentando assim a eficácia do ensino. Os requisitos únicos de cada aluno devem ser levados em consideração ao planejar as aulas esta abordagem garante uma experiência educacional individualizada, adaptada especificamente para eles, com base em seus pontos fortes e fracos cognitivos específicos.
1. REFERÊNCIAS 
ALMEIDA, A. C. M. de. Neuroeducação e flexibilidade curricular: Definição de estratégias e modos de trabalho pedagógico. Tese (Doutorado em Educação) - Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti (Portugal). 2019.
BACICH, L.; MORAN, J. Metodologias ativas para uma educação inovadora: 
uma abordagem teórico-prática. Penso Editora: Porto Alegre, 2017.
DARROZ, L. M., TREVISAN, T. L.; ROSA, C. T. W. da Estratégias de aprendizagem: caminhos para o sucesso escolar. Amazônia: Revista de Educação em Ciências e Matemáticas, 14(29), 93-109, 2018.
FIGUEIREDO, A. V. Diálogos em neuropsicopedagogia na educação e saúde. 
Editora Autografia: Rio de Janeiro, 2019.
FONSECA, V. D. Papel das funções cognitivas, conativas e executivas na aprendizagem: uma abordagem neuropsicopedagógica. Revista Psicopedagogia, 31(96), 236-253. 2014.
FONSECA, V. D. Importância das emoções na aprendizagem: uma abordagem neuropsicopedagógica. Revista Psicopedagogia, 33(102), 365-384. 2016.
GUIMARÃES, A. A contribuição das neurociências aos cérebros que chegam às escolas. Autografia: Rio de Janeiro, 2022.
KOIDE, A. B. de S. Ninguém solta a mão de ninguém! Um olhar para práticas pedagógicas que valorizam a aprendizagem por domínios e as funções executivas em um contexto de alta vulnerabilidade social. Tese (Doutorado em Educação) Escola de Ciências Humanas, Jurídicas e Sociais, PUC Campinas, São Paulo. 2021.
MADURO, A. S. M., et al. Do individual ao coletivo: equipe multiprofissional no atendimento das Necessidades Educacionais Especiais-(NEE). In: Educação e Conhecimento v. 5, GONÇALVES, M.C.S.; PIMENTA, D.C.F.G. (Org.) Editora Poisson: Belo Horizonte, 2023.
METRING, R.; SAMPAIO, S. Neuropsicopedagogia e aprendizagem. Wak: Rio de Janeiro, 2020.
MOREIRA, N. E. A psicopedagogia e a Neuropsicopedagogia na intervenção pedagógica da aprendizagem como ferramenta na formação continuada de professores. Saberes tradicionais e conhecimentos científicos nas ciências humanas. Organizadoras: Denise Pereira, Janaína de Paula do Espírito Santo. Ponta Grossa, PR: Atena, 2020.
RELVAS, M. P. Neurociência na prática pedagógica. Digitaliza Conteúdo: Rio de Janeiro, 2023.
SOUSA, A. M. O. P. de; ALVES, R. R. N. A neurociência na formação dos educadores e sua contribuição no processo de aprendizagem. Revista Psicopedagogia, 2017, 34.105: 320-331, 2017.
TEIXEIRA, C. D. C. Inclusão escolar, dificuldades e transtornos de aprendizagem na prática neuropsicopedagógica institucional. Revista OWL (OWL Journal) - Revista Interdisciplinar De Ensino E Educação, 2.1: 48-58. 2024.
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