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Curso de Bombeiro Profissional Civil Sumário 1. OBJETIVOS............................................................................................................................................................................... 3 2. ATRIBUIÇÕES DO BOMBEIRO PROFISSIONAL CIVIL..................................................................................................................4 2.1. ATIVIDADES BÁSICAS.............................................................................................................................................................4 3. REGISTROS............................................................................................................................................................................... 5 3.1. INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO......................................................................................................5 4. COMUNICAÇÃO..................................................................................................................................................................... 16 4.1. CONCEITO........................................................................................................................................................................... 16 4.2. TELEFONE / ATENDIMENTO................................................................................................................................................ 16 4.3. ESTAÇÕES DE RÁDIO: (RÁDIO COMUNICAÇÃO).................................................................................................................. 17 4.4. REGRAS A SEREM OBSERVADAS NA RADIOCOMUNICAÇÃO...............................................................................................17 4.5. CÓDIGO ¨Q¨........................................................................................................................................................................ 18 4.6. ALFABETO FONÉTICO INTERNACIONAL...............................................................................................................................19 4.7. INSPEÇÕES DE SEGURANÇA................................................................................................................................................20 4.7.1. OBJETIVO DAS INSPEÇÕES............................................................................................................................................... 20 4.7.2. TIPOS DE INSPEÇÕES........................................................................................................................................................20 4.7.3. ETAPAS PARA UMA INSPEÇÃO..........................................................................................................................................20 www.prevlifecursos.com – Av. Artur Bernardes, 784 – Vila Gabriel – Sorocaba/ SP – 18081-000 Tel.: (15) 3411-0001 – Whatsapp – (15) 3012-8181 www.instagran.com/cursos_prevlife - www.facebook.com/prevlife http://www.prevlifecursos.com http://www.instagran.com/cursos_prevlife http://www.facebook.com/prevlife Curso de Bombeiro Profissional Civil CURSO DE ATIVIDADES OPERACIONAIS DE BOMBEIRO PROFISSIONAL CIVIL 1. OBJETIVOS O aluno ao final do módulo deverá: ● Conhecer as principais atribuições do bombeiro civil; ● Conhecer os sistemas de comunicação por voz (fixa e móvel) e dados Conhecer o código alfabeto fonético; ● Conhecer o código de pronúncia de números; ● Conhecer os procedimentos de inspeção preventiva; ● Conhecer um relatório padronizado de acompanhamento de trabalhos de risco, de inspeções e de acidentes; ● Conhecer os padrões de inspeção visual e de teste de funcionamento de extintores de incêndio, conforme Normas Brasileiras específicas para cada tipo de extintor; ● Conhecer como são realizados os teste de abertura e vedação de um hidrante predial Conhecer como é feito o preenchimento de um relatório de incêndio em conformidade com a ABNT NBR 14023; ● Conhecer as recomendações para inspeção, manutenção e cuidados com as mangueiras de incêndio, conforme as Normas ABNT NBR 11861 e ABNT NBR 12779; ● Conhecer os procedimentos para acionar os serviços públicos locais de atendimento a emergências (Corpo de Bombeiros, SAMU, Defesa Civil, Polícia, Agência Ambiental e/ou outras de responsabilidade local); ● Conhecer os tipos de para-raios e os procedimentos de inspeção visual nos cabos e conectores; ● Conhecer as características, tipos, princípios de funcionamento e os procedimentos de segurança e emergência em caldeiras e vasos sob pressão; ● Conhecer os geradores, conjuntos motobomba e motoventiladores, suas aplicações, operação e manutenção preventiva. www.prevlifecursos.com – Av. Artur Bernardes, 784 – Vila Gabriel – Sorocaba/ SP – 18081-000 Tel.: (15) 3411-0001 – Whatsapp – (15) 3012-8181 www.instagran.com/cursos_prevlife - www.facebook.com/prevlife http://www.prevlifecursos.com http://www.instagran.com/cursos_prevlife http://www.facebook.com/prevlife Curso de Bombeiro Profissional Civil 2. ATRIBUIÇÕES DO BOMBEIRO PROFISSIONAL CIVIL O profissional Bombeiro Civil, deve conhecer as suas atribuições, de acordo com a Instrução Técnica 17 – Parte 2 - Bombeiro Civil, determina que as atribuições dos Bombeiros Civis formados no Estado de São de Paulo, deve as estabelecidas na NBR 14608/ 2007, que explanamos. No item 4.2 da NBR 14608, cita que as atividades básicas dos Bombeiros Civis, são divididas em ações de prevenção e ações emergenciais: 2.1. ATIVIDADES BÁSICAS As atividades básicas do bombeiro profissional civil, durante suas rotinas de trabalho, são as seguintes: a) Identificação e avaliação dos riscos existentes. Esta atribuição aprenderam no módulo de Fundamentos de Análise de Risco. b) Inspeção periódica dos equipamentos de combate a incêndio, incluindo seus testes e manutenção básica (acondicionamento de mangueiras e acessórios, teste de alarmes, motores e bombas, etc.). Esta atribuição irão aprender neste módulo, deixando claro que é importante verificar que cada sistema de prevenção e combate à incêndios e projetado e executado de acordo com a carga de incêndio e riscos particulares das edificações, por isso é importante que o Bombeiro profissional civil saiba fazer as inspeções periódicas de cada sistema. Vamos apresentar alguns modelos de Lista de Verificação que poderá ser utilizado pelo nosso aluno em suas atividades cotidianas. c) Inspeção periódica das rotas de fuga, incluindo a manutenção de sua liberação e sinalização. Nesta atribuição destacamos a importância de estar preparado para que as pessoas saiam do local sinistrado o mais rápido possível, todos em segurança. d) Participação nos exercícios simulados (abandono, combate a incêndios e primeiros-socorros). Pode ser que em algumas empresas o Bombeiro Profissional civil seja convocado para apresentar suas sugestões na elaboração ou revisão do Plano de Emergência, por isso deve estar sempre preparado e ser conhecedor da edificação como um todo, seus perigos e riscos, sua carga de incêndio, suas entradas, acessos de viaturas, entre outras necessidades. Abordaremos o assunto de Plano de Emergência no Módulo Salvamento Terrestre, lembrando que é somente 04 h/ aulas, por isso façam uma leitura do norma NBR 15219, que estabelece as diretrizes do Plano de Emergência. e) Relato formal das irregularidades encontradas, com propostas e medidas corretivas adequadas e posterior verificação da execução. Deverá adotar um relatório padrão, para informar as irregularidades encontradas nas inspeções. f) Apresentação de eventuais sugestões para melhoria das condições de segurança. Poderá ser colocado no relatório técnico das irregularidades encontradas. g) Avaliação, liberação e acompanhamento das atividades de risco. O Bombeiro Profissional Civil deverá sempre estar preparado para acompanhar e em algumas empresas será o responsável de liberar trabalhos à quente, atividades em altura, espaço confinado,ou em locais de perigos inerentes a atividades. Por isso, deve estar familiarizado com estes riscos e suas medidas preventivas, será abordado no módulo Fundamentos de Análise de Risco. www.prevlifecursos.com – Av. Artur Bernardes, 784 – Vila Gabriel – Sorocaba/ SP – 18081-000 Tel.: (15) 3411-0001 – Whatsapp – (15) 3012-8181 www.instagran.com/cursos_prevlife - www.facebook.com/prevlife http://www.prevlifecursos.com http://www.instagran.com/cursos_prevlife http://www.facebook.com/prevlife Curso de Bombeiro Profissional Civil h) Participação da integração da empresa ao(s) órgão(s) de bombeiros públicos da área onde estiver localizada, através de visitas recíprocas e intercâmbio de informações. Em algumas localidades como Campinas, Barueri, Cubatão, entre outros, existem alguns Planos de Auxílio Mútuo – PAM e tem outros nomes também, que tem como princípio básico se auxiliar em casos de emergências, e os Bombeiros Profissionais civis, devem estar em constante contatos com as empresas ao redor, bem como com o s órgãos oficiais, sendo eles municipais ou estaduais. E assim estar preparado e conhecer o funcionamento da estrutura destes órgãos e ter sempre um bom relacionamento profissional. i) Atendimento ao plano de emergência da empresa, elaborado por profissional habilitado ou empresa especializada. O Bombeiro Profissional civil, terá suas atividades emergências regidas pelo Plano de Emergência da Empresa, que irá determinar quais serão as atividades que o mesmo deverá desempenhar. Como podem ser notado, as atividades preventivas estão elencadas nos itens da NBR, agora as emergenciais fica a critério do Plano de Emergência da edificação ou empresa, devido a particularidade de cada empresa, adequando a sua realidade. Por isso, devem conhecer e entender o Plano de Emergência, e se for trabalhar numa empresa que não tenha deverá providenciar, juntamente com a empresa. 3. REGISTROS Os registros gerados no atendimento de emergência, deve ser pautado no norma ABNT NBR 14023/1997, de acordo com a Portaria 008 do CBMESP, que regulamenta a formação do Bombeiro civil, que tem como objetivo: Estabelecer um sistema para padronização do registro de dados dos trabalhos operacionais de bombeiros, contendo os dados mínimos necessários para o seu processamento apropriado por órgãos competentes, para fins legais e estatísticos. E determina um modelo de formulário para registro do atendimento, importante ressaltar que não e somente para Bombeiro civil, como também para outros tipos de bombeiros. Analisando os blocos e campos a serem preenchidos devemos adaptar para cada empresa, como documento interno, poiso registro para serviços de bombeiros públicos, voluntários e civis, com a finalidade de análise estatísticas e legais. 3.1. INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO a) BLOCO: IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE RELATORA Este bloco possibilita a impressão prévia do logotipo e identificação/localização da entidade relatora; caso contrário, tais dados devem ser descritos manualmente, de modo a individualizar a entidade relatora, colocar o logo da empresa onde está sendo elaborado do documento. Campo: Situação Assinalar uma e somente uma opção quando: Houver deslocamento e participação efetiva do órgão, assinalar - “COM INTERVENÇÃO”. Houver deslocamento, porém não houver participação efetiva do órgão, assinalar conforme o caso: a) Engano ao chegar no local - verificou-se que não se tratava de atividade de bombeiro. b) Trote ao chegar no local - observou-se que não havia qualquer tipo de evento. c) Solucionado ao chegar no local - a ocorrência já havia sido solucionada por terceiros. www.prevlifecursos.com – Av. Artur Bernardes, 784 – Vila Gabriel – Sorocaba/ SP – 18081-000 Tel.: (15) 3411-0001 – Whatsapp – (15) 3012-8181 www.instagran.com/cursos_prevlife - www.facebook.com/prevlife http://www.prevlifecursos.com http://www.instagran.com/cursos_prevlife http://www.facebook.com/prevlife Curso de Bombeiro Profissional Civil Campo: Número do registro Indicar o número do registro de atividade de bombeiros que possa ser identificado pela entidade relatora como único, correspondente ao despacho de viatura(s) para atendimento, ou ainda naquela situação em que uma brigada tenha que intervir em função de alguma ocorrência. Caso, após o atendimento da ocorrência, surja uma nova durante o regresso da viatura, que seja atendida, está deverá ter novo número. No caso da utilização de mais de uma folha, o número do registro deverá ser repetido em todas elas. Campo: Número de folhas Indicar o número de folhas utilizadas para o registro da ocorrência. Separar o número parcial do número total de folhas utilizadas para registro. Exemplo: 01/10 (1a folha de 10 folhas que compõem o registro). b) BLOCO: IDENTIFICAÇÃO DA OCORRÊNCIA Campo: Data Indicar a data do início de trabalho de bombeiros no formato dia (de 01 a 31), mês (de 01 a 12) e ano (dois últimos dígitos do ano). Exemplo: 26 de março de 1996, indicar: |2|6|0|3|9|6|. Campo: Hora da chamada Indicar o horário em que a solicitação de atendimento foi feita, no formato hora (de 00 a 23) e minuto (01 a 59). Exemplo: 14 horas e 38 minutos, indicar: |1|4|3|8|. Campo: Hora no local Indicar o horário em que a primeira guarnição (equipe) chegou no local para atendimento, no formato hora (de 00 a 23) e minuto (01 a 59). Exemplo: a primeira guarnição chegou no local às 14 horas e 45 minutos, indicar: |1|4|4|5|. Campo: Hora de término Indicar o horário em que se encerrou o atendimento pela última guarnição (equipe) no formato hora (de 00 a 23) e minuto (01 a 59). Exemplo: 15 horas, indicar: |1|5|0|0|. Campo: Meio utilizado Assinalar com um “X” somente um meio pelo qual o solicitante acionou a entidade relatora. Caso seja “outro”3), especificar qual o meio empregado na linha pontilhada correspondente. Campo: Endereço (avenida, rua, número, etc.) Indicar o tipo de logradouro (avenida, rua, praça, etc.) e respectivo nome e número do local do atendimento. Campo: Complemento (andar, sala, etc.) Indicar o complemento do endereço (sala, andar, aptº etc.), se houver. Campo: CEP Indicar o código de endereçamento postal do local de atendimento. Campo: Bairro Indicar o bairro do local atendido. Campo: Município Indicar o município do local atendido. Campo: UF Indicar a sigla da Unidade da Federação (Estado ou Distrito Federal) do local do atendimento. Exemplo: Espírito Santo = ES. Campo: Solicitante Indicar o nome da pessoa física que efetuou a solicitação de atendimento. www.prevlifecursos.com – Av. 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Campo: Tipo de utilização da propriedade Assinalar com “X”, conforme o caso, o tipo de utilização, da propriedade, predominante no local de atendimento. c) BLOCO: TIPO DE ATIVIDADE Assinalar a quadrícula da atividade predominante que foi realizada no local, em função de seu fato gerador (incêndio, salvamento ou prevenção e auxílio). Exemplo: queda de avião seguida de explosão, com várias vítimas. Classificá-la como sendo ocorrência de Salvamento, cuja discriminação é Acidente em Meio de Transporte, quantificando no campo próprio as buscas e resgates efetuados4). GRUPO: INCÊNDIO Assinalar, inicialmente, a quadrícula que caracteriza e identifica a ocorrência como sendo de incêndio. Campo: Em edificações Assinalar somente o tipo de edificação predominante. Campo:Em meio de transporte (qtde) Preencher com a quantidade de veículos sinistrados, podendo ser mais de um tipo. Campo: Em vegetação Assinalar somente o tipo de vegetação predominante. Campo: Outro tipo de incêndio Assinalar a quadrícula quando o tipo de incêndio não se enquadrar nos anteriores e especificá-lo na linha pontilhada correspondente. Campo: Área atingida Edificada (m2): Assinalar a quadrícula e indicar, em seguida, no campo próprio, em metros quadrados, em números inteiros, a área total da edificação atingida pelo fogo, fumaça ou pelo agente extintor, excluída a área não edificada (terreno). Não edificada (m2) (se urbana): Assinalar a quadrícula e indicar, em seguida, no campo próprio, em metros quadrados, em números inteiros, a área não edificada, quando no perímetro urbano, que foi atingida pelo fogo, fumaça ou agente extintor, excluída a área edificada (prédio). Não edificada (ha) (se rural): Assinalar a quadrícula e indicar, em seguida, no campo próprio, em hectares (10 000 m2, aproximadamente 1 (um) campo de futebol), em números inteiros, a área não edificada, quando na área rural, que foi atingida pelo fogo, fumaça ou agente extintor, excluída a área edificada (prédio). Campo: Área total Edificada (m²): Assinalar a quadrícula e indicar, em seguida, no campo próprio, em metros quadrados, em números inteiros, a área total da edificação, excluída a área não edificada (terreno). www.prevlifecursos.com – Av. Artur Bernardes, 784 – Vila Gabriel – Sorocaba/ SP – 18081-000 Tel.: (15) 3411-0001 – Whatsapp – (15) 3012-8181 www.instagran.com/cursos_prevlife - www.facebook.com/prevlife http://www.prevlifecursos.com http://www.instagran.com/cursos_prevlife http://www.facebook.com/prevlife Curso de Bombeiro Profissional Civil Não edificada (m²) (se urbana): Assinalar a quadrícula e indicar, em seguida, no campo próprio, em metros quadrados, em números inteiros, a área total não edificada, quando no perímetro urbano, excluída a área edificada (prédio). Não edificada (ha) (se rural): Assinalar a quadrícula e indicar, em seguida, no campo próprio, em hectares (10 000 m², aproximadamente 1 (um) campo de futebol), em números inteiros, a área não edificada, quando na área rural, excluída a área edificada (prédio). Campo: Sistemas de proteção contra incêndio Tipos de sistemas existentes: Assinalar com “X” o tipo de sistema de proteção contra incêndio existente no local atingido pelo incêndio. Foi utilizado? SIM/NÃO: Assinalar com “X” se o respectivo sistema foi utilizado ou não. Campo: Possível causa do incêndio Assinalar com “X” a causa de maior possibilidade, que tenha originado a ocorrência de incêndio. Campo: Haverá perícia? Indicar se haverá ou não perícia de incêndio. No caso de dúvida, assinalar “NÃO”. Campo: Órgão responsável pela perícia Assinale o órgão que procederá à perícia de incêndio no caso do campo “Haverá perícia?” ter sido assinado com “SIM”. GRUPO: SALVAMENTO Assinalar, além da quadrícula que caracteriza e identifica a ocorrência como sendo de Salvamento, o tipo de meio onde foi realizado o salvamento, assinalando a quadrícula correspondente a Terrestre ou Aquático. Campo: Discriminação Assinalar o evento que gerou a ocorrência de salvamento, descartando os eventos secundários ou decorrentes do principal. Campo: Quantificação Assinalar a quadrícula do que foi buscado ou resgatado com “X”, quantificando, respectivamente, em seguida, no campo próprio (de 00 a 99) tanto o que foi buscado, quanto o que foi resgatado. A convenção é a de que tudo aquilo que foi resgatado teve uma prévia busca. Logo, nas situações em que há resgate, desconsiderar a busca efetuada. Exemplo: Na situação em que uma guarnição (equipe) sai para procurar um cadáver, sem, contudo, encontrá-lo, deve ser assinalado e quantificado que foi feita a busca do cadáver. Na mesma situação, caso a guarnição (equipe) o encontre e o recupere, deve ser assinalado e quantificado apenas o resgate. GRUPO: PREVENÇÃO E AUXILIO Assinalar, além da quadrícula que caracteriza e identifica a ocorrência como sendo de Prevenção e Auxílio, o motivo que gerou atividade de Prevenção e/ou Auxílio por parte da entidade relatora, descartando os eventos secundários ou decorrentes do principal. d) BLOCO: ATENDIMENTO A VÍTIMAS Campo: Nome Indicar, se possível, o nome completo da(s) vítima(s) atendida(s). Campo: Atendimento pré -hospitalar Sim/N ã o Assinalar “SIM” para as vítimas que receberam APH (Atendimento pré-hospitalar). Assinalar “NÃO” para as vítimas que não receberam APH. www.prevlifecursos.com – Av. Artur Bernardes, 784 – Vila Gabriel – Sorocaba/ SP – 18081-000 Tel.: (15) 3411-0001 – Whatsapp – (15) 3012-8181 www.instagran.com/cursos_prevlife - www.facebook.com/prevlife http://www.prevlifecursos.com http://www.instagran.com/cursos_prevlife http://www.facebook.com/prevlife Curso de Bombeiro Profissional Civil Campo: Tipo Indicar o tipo (de 1 a 3) de vítima (ver legenda). Campo: Sexo Indicar o sexo da vítima (“M” para masculino ou “F” para feminino). Campo: Idade Indicar a idade constatada ou presumida da vítima, em números inteiros de anos, utilizando-se dois dígitos. Campo: Nível de lesão Assinalar com “X” a respectiva quadrícula, indicando o nível da lesão da vítima. Campo: Problemas encontrados Indicar com o respectivo número da legenda, até cinco, os problemas encontrados ao atender a vítima (caso sejam mais de cinco itens, especificar os excedentes no campo “Dados Complementares”). Campo: Total de vítimas Indicar o número total de vítimas atendidas, de acordo com o nível de lesão. e) BLOCO: RECURSOS EMPREGADOS Campo: Tipo Indicar a quantidade de veículos empregados no atendimento, por tipo. No caso de veículos de múltiplo uso, ou seja, que atendam tanto incêndio quanto salvamento e/ou outro tipo de atividade, classificá-los em função do principal tipo de atividade realizada. Campo: Entidade/quantidade Indicar a quantidade dos respectivos veículos empregados no atendimento por tipo, de acordo com o órgão a que pertencem. Campo: Efetivo Assinalar nas quadrículas o tipo, quantificando, em seguida, respectivamente, aqueles que participaram do evento. f) BLOCO: HISTÓRICO/RESUMO DA OCORRÊNCIA Descrever sucintamente os dados de importância para se entender o atendimento, sem que se repitam as informações já assinaladas. g) BLOCO: DADOS COMPLEMENTARES Informar dados que são importantes, mas que não possuem campo específico ou suficiente para sua descrição. h) BLOCO: RESPONSÁVEL PELO PREENCHIMENTO Campo: Nome Indicar o nome completo do responsável pelo preenchimento do registro. Campo: Cargo/função Indicar o cargo/função do responsável pelo preenchimento do registro. Campo: Data do preenchimento Indicar a data do preenchimento do relatório no formato dia (de 01 a 31), mês (de 01 a 12) e ano (dois últimos dígitos do ano). www.prevlifecursos.com – Av. 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No que tange a comunicação do dia-a-dia do profissional de segurança, o equipamento de rádio comunicação é o mais utilizado, pelo baixo custo e por atender às necessidades internas de um estabelecimento. No entanto a tecnologia tem aprimorado cada vez mais esses equipamentos quanto à funcionalidade, capacidade, alcance e recursos. Em 1997, a NEXTEL começou a operar no Brasil, como forma moderna de comunicação através de equipamento portátil, com dupla função, radiocomunicação e telefone, oferecendo mais recursos, funções e garantindo maior alcance nas comunicações. Hoje, além das funções mencionadas, tal operadora de comunicação móvel oferece cobertura nacional e internacional, havendo equipamentos que permitem acesso internet e envia mensagens eletrônicas, possibilitando comunicação para qualquer parte do mundo. Considerando as peculiaridades da atividade de segurança, em diversos casos, os Bombeiro civis utilizam meios naturais de comunicação, como maior discrição e sigilo das mensagens, funcionando inclusive como forma de comando, nas operações de salvamento, incêndio, resgate ou atividades específicas inerentes a sua profissão. 4.2. TELEFONE / ATENDIMENTO Inventado em 1875 por Alexandre Grahan Bell, o telefone é um processo elétrico, com ou sem fio que permite a comunicação entre duas pessoas. Embora seja considerado seguro não é totalmente confiável, podendo ser interceptado através de grampo, ou involuntariamente por linhas cruzadas. Normalmente as empresas e instituições estabelecem um padrão uniforme de atendimento telefônico, com a designação do nome da empresa, nome do atendente, cumprimento cordial (bom dia, boa tarde, boa noite) e/ou dizendo “às suas ordens”. Independente do padrão adotado pela empresa, o atendimento telefônico deve obedecer às seguintes regras: 1. Atenda ao primeiro toque. Você também não gosta de esperar. Isto demonstrará atenção e eficiência. 2. Não diga ALÔ. Identifique-se. Diga o nome da empresa, seu nome seguido do cumprimento oportuno: “bom dia”, “boa tarde” ou “boa noite”. Quando se tratar de ligação interna, identifique-se falando sua área e o seu nome. 3. Evite deixar esperando quem ligou. Ninguém gosta do famoso “um minutinho, por favor”. Quando não puder fornecer a informação no momento, consulte quem está na linha para saber se aguarda ou chama de novo, ou simplesmente anote o telefone e o nome da pessoa, dizendo que logo que tiver a informação solicitada, você retornará. 4. Atenda da melhor forma, falando somente o necessário. Fale naturalmente e claramente, somente o necessário, evitando a utilização do telefone para fins pessoais. 5. Faça ou transfira você mesmo suas ligações. Mostre sua eficiência. Atenda com educação as ligações que, por algum motivo, caíram no seu ramal por engano. 6. Utilize sua lista telefônica interna. Tenha sempre a relação de telefones úteis, bem como a relação de ramais, visando prestar um serviço melhor. www.prevlifecursos.com – Av. Artur Bernardes, 784 – Vila Gabriel – Sorocaba/ SP – 18081-000 Tel.: (15) 3411-0001 – Whatsapp – (15) 3012-8181 www.instagran.com/cursos_prevlife - www.facebook.com/prevlife http://www.prevlifecursos.com http://www.instagran.com/cursos_prevlife http://www.facebook.com/prevlife Curso de Bombeiro Profissional Civil 7. Não utilize lápis ou caneta para discar. Você evitará ligações erradas e conservará o equipamento. 8. Evite interpelações bruscas. Evite interromper quem nos chama enquanto fala, pois poderá demonstrar indelicadeza. Seja hábil e se perceber excitação e ansiedade em quem lhe fala, procure cuidadosamente ajudá-lo a expressar-se. 9. Cuidado com a termologia e sigilo. Não utilize termos técnicos que pessoas fora de sua área não entendem. E nunca transmita informações pessoais, bem como rotinas diárias de quem quer que seja. 10. Não use expressões indesejáveis. Tratamentos pessoais (querida, amor, benzinho, etc.) e Gírias não devem nunca ser usados. E nunca transmita informações sobre assuntos de segurança. 11. Encerre cordialmente a conversa. Utilize as palavras mágicas de cortesia: OBRIGADO, POR FAVOR, ÀS ORDENS, DESCULPE. 4.3. ESTAÇÕES DE RÁDIO: (RÁDIO COMUNICAÇÃO) As estações de radiocomunicação podem sem classificadas em: Fixas, Móveis e Portáteis, conforme segue: a) Estações Fixas: são aquelas instaladas nas dependências dos prédios, com uso de antenas apropriadas; b) Estações Móveis: são aquelas instaladas em veículos terrestres, aéreos e aquáticos c) Estações Portáteis: são aquelas facilmente portadas por uma só pessoa, mesmo quando se encontra em operação. Os equipamentos de radiocomunicação são dotados de microfone do tipo “PUSH TO TALK” (aperte para falar). Ao comprimir a tecla ocorre o desligamento da recepção do equipamento e o sistema de transmissão será ativado. Ao apertarmos a tecla PTT o aparelho passa a gerar e propagar ondas através de sua antena. Ao falarmos, o microfone transforma nossa voz de frequência de áudio em sinal elétrico, mandando para o transceptor que fará com que a onda portadora o transporte até o receptor. Em um transceptor ligado e sintonizado para receber ondas portadoras de frequência igual ao do transmissor, ocorrerá o recebimento da onda portadora, através de uma antena. Essa onda traz o sinal elétrico, que ao entrar no transceptor será novamente transformado em frequência de áudio (quando ouvimos o rádio). d) Rádio Transceptor Portátil: É um equipamento elétrico, portátil, que funciona através de ondas magnéticas. 4.4. REGRAS A SEREM OBSERVADAS NA RADIOCOMUNICAÇÃO 1. Fazer as transmissões tão breves quanto possível, com o máximo de abreviações (uso do código Q), de forma a ocupar a frequência ou o canal por um mínimo de tempo possível, a fim de evitar interferências na transmissão de outrem, o operador deve escutar por algum tempo, antes de iniciar uma transmissão, certificando que a frequência ou canal está livre e desocupado; 2. Transmitir sempre de forma clara e pausadamente; 3. Somente usar a rede rádio para assuntos de serviço; 4. Responder prontamente a qualquer chamado que exija resposta imediata; 5.Manter a efetiva disciplina na rede, não fazendo brincadeiras nem a utilizando desnecessariamente com assuntos estranhos ao serviço, pois é muito importante que a rede esteja livre em casos de eventuais emergências ou solicitação de apoio por qualquer integrante da segurança. 4.5. CÓDIGO ¨Q¨ O código “Q” é uma coleção padronizada de três letras, todas começando com a letra “Q”. O Código “Q” original foi criado por volta de 1909 pelo governo britânico, como uma lista de abreviações. O código “Q”facilitou a comunicação entre www.prevlifecursos.com – Av. Artur Bernardes, 784 – Vila Gabriel – Sorocaba/ SP – 18081-000 Tel.: (15) 3411-0001 – Whatsapp – (15) 3012-8181 www.instagran.com/cursos_prevlife - www.facebook.com/prevlife http://www.prevlifecursos.com http://www.instagran.com/cursos_prevlife http://www.facebook.com/prevlife Curso de Bombeiro Profissional Civil operadores de rádios marítimos que falam línguas diferentes, por isso foi adotado internacionalmente tão rapidamente. Um total de quarenta e cinco códigos “Q” aparece na “lista de abreviações para ser usadas na radiocomunicação”, que foi incluído no serviço de regulação afixado à Terceira Convenção Internacional de Radiotelegrafia, que aconteceu em Londres, sendo assinada em 5 de julho de 1912, entrando em vigor em 1 de julho de 1913. CÓDIGO Q SIGNIFICADO CÓDIGO Q SIGNIFICADO QAP Na escuta QRD Destino QRA Nome ou prefixo da estação QSO Contato QRM Interferência QTX Manter-se alerta QSJ Dinheiro/Valor QRK/5 100% QTA Cancelar mensagem QRT Encerrar transmissão QTC Mensagem QSY Mudar a frequência QSL Entendido QRS Fale mais devagar QTH Local onde se encontra QRB Qual sua distância QSP Repita a mensagem QTR Hora exata QRV PROSSIGA QUD Urgente QRU Recado, noticias QTO Banheiro www.prevlifecursos.com – Av. Artur Bernardes, 784 – Vila Gabriel – Sorocaba/ SP – 18081-000 Tel.: (15) 3411-0001 – Whatsapp – (15) 3012-8181 www.instagran.com/cursos_prevlife - www.facebook.com/prevlife http://www.prevlifecursos.com http://www.instagran.com/cursos_prevlife http://www.facebook.com/prevlife Curso de Bombeiro Profissional Civil 4.6. ALFABETO FONÉTICO INTERNACIONAL Embora aumente o tempo de transmissão, o alfabeto fonético se destina a dar a precisão necessária em certos tipos de comunicação, como no caso de transmissão de letras e de nomes pouco comuns. Comunicação é o ato ou efeito de transmitir ou receber mensagens por meio de métodos ou processos convencionados (Dicionário Aurélio). Para que ocorra a comunicação são necessários: 1- Um emissor; 2- Um receptor; 3- Um código; 4- Um canal. A- Alfa B- Bravo C- Charlie D- Delta E- Echo F- Fóxtrot G- Golf H- Hotel I- Indian J- Juliet K- Kilo L- Lima M- Mike N- November O- Oscar P- Papa Q- Quebec R- Romeo S- Sierra T- Tango U- Uniform V- Victor W- Whiskey X- Xingu Y- yanquee Z- Zulu 1- Primeiro, Uno 2- Segundo 3- Terceiro 4- Quarto 5- Quinto 6- Sexto 7- Sétimo 8- Oitavo 9- Nono 0- Negativo www.prevlifecursos.com – Av. Artur Bernardes, 784 – Vila Gabriel – Sorocaba/ SP – 18081-000 Tel.: (15) 3411-0001 – Whatsapp – (15) 3012-8181 www.instagran.com/cursos_prevlife - www.facebook.com/prevlife http://www.prevlifecursos.com http://www.instagran.com/cursos_prevlife http://www.facebook.com/prevlife Curso de Bombeiro Profissional Civil 4.7. INSPEÇÕES DE SEGURANÇA Inspeções de segurança é uma ferramenta importante para controle de riscos que e consiste em efetuar vistorias nas áreas e meios de trabalho, com o objetivo de prevenir, descobrir e corrigir situações que comprometam o funcionamento do Sistema de Prevenção e Combate à Incêndios. Uma inspeção para ser bem aproveitada precisa ser planejada, e o primeiro passo é definir o que se pretende com a inspeção e como fazê-la. 4.7.1. OBJETIVO DAS INSPEÇÕES ● Detectar problemas ou situações que possam contribuir para prejudicar o funcionamento correto do Sistema de Prevenção e Combate a Incêndio; ● Exigência legal, como atribuição do Bombeiro Civil. 4.7.2. TIPOS DE INSPEÇÕES a) Rotina ou diária - Inspeções mais comuns de acontecerem. A rigor devem estar vinculadas ao dia-a-dia do Bombeiro Profissional. Visam à detecção de problemas logo no início da jornada de trabalho e saber se os equipamentos estão em pleno funcionamento, e solicitar correção urgente, por ser um equipamentos para atendimento de emergências. b) Inspeção geral - Realizada quando se e contratado na empresa, para ter uma visão panorâmica de todos os setores da empresa, dos perigos e riscos, dos produtos químicos, e do sistema de Prevenção de combate à incêndios. c) Inspeções Periódicas - São aquelas que são programadas em intervalos regulares (mensal, bimensal, trimestral, semestral), poderá ser geral, na empresa inteira ou parcial, abrangendo um setor somente. d) Inspeções especiais - Necessitam de equipamentos específicos e conhecimento técnico especializado: Caldeiras, Vasos sob pressão, Instalações Elétricas, entre outros. e) Inspeções Oficiais - Efetuada pelos órgãos governamentais do trabalho ou securitários. Para este caso é muito importante que os serviços de segurança mantenham controle de tudo o que ocorre e ao andamento de tudo o que estiver pendente relativamente à segurança e que estejam em condições de atender e informar devidamente à fiscalização; f) Inspeções Eventuais - Sem dia ou horário pré-determinados, atende a necessidade de verificação de alguma situação específica que envolva alguma máquina, equipamento, instalações ou operações. 4.7.3. ETAPAS PARA UMA INSPEÇÃO a) Observação: verificação de todas as condições físicas das instalações, bem como de desempenho do pessoal em relação às questões de segurança e higiene do trabalho; b) Informação: comunicação das irregularidades detectadas aos responsáveis pela atividade onde ela foi observada c) Registro: os itens detectados deverão ser registrados em formulários próprios, relatórios ou qualquer outro tipo de comunicação utilizada na empresa. www.prevlifecursos.com – Av. Artur Bernardes, 784 – Vila Gabriel – Sorocaba/ SP – 18081-000 Tel.: (15) 3411-0001 – Whatsapp – (15) 3012-8181 www.instagran.com/cursos_prevlife - www.facebook.com/prevlife http://www.prevlifecursos.com http://www.instagran.com/cursos_prevlife http://www.facebook.com/prevlife Curso de Bombeiro Profissional Civil d) Encaminhamento: depois de feitos, os registros deverão ser encaminhados aos setores competentes para que sejam tomadas as devidas providências, cabíveis em cada situação. e) Acompanhamento: toda recomendação de segurança que for registrada após as inspeções, deverá ser acompanhada pelo profissional a fim de que se tenha pleno conhecimento das providências adotadas para a solução dos problemas. Anexos: Check list de Sistema de Proteção e Combate à incêndio. www.prevlifecursos.com – Av. 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