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Toxina Botulínica 
Alana Karine é uma renomada fisioterapeuta especialista em dermatofuncional, dedicada a proporcionar os melhores resultados em seu trabalho e compartilhar seu conhecimento. 
Com expertise em eletroterapia, harmonização facial e corporal, rejuvenescimento e bem-estar, com uma extensa lista de cursos e formações, ela se destaca como uma profissional altamente qualificada e comprometida com a saúde e beleza de seus pacientes. 
Sua paixão pela área e constante busca por aprimoramento a tornaram uma referência na estética avançada.
Alana Karine ®
Marketing e Estética
A toxina produzida pelo Clostridium Botulinum começou a ser estudada como opção terapêutica para tratar espasmo musculares na década de 1810, pelo médico alemão Justinus Kerner.
No final do século, em 1895, o pesquisador belga Emile Van conseguiu isolar a bactéria pela primeira vez.
Realizou testes em pacientes com blefaroespasmos contínuos de pálpebra e notou resultados satisfatórios e contínuos. 
História da Toxina
Anatomia da face
Características faciais diferem do sexo:
Masculino: musculatura mais forte com inserções musculares maiores e crescimento ósseo mais acentuado (rosto mais quadrado e estrutura óssea mais acentuada):
Músculos mais desenvolvidos, achatados e hipercinético.
Anatomia muscular 
É obtido de uma bactéria anaeróbica Gram positiva: Clostridium botulinum.
A toxina é liberada pela lise da bactéria. 
Existem vários tipos de toxina dividida em 5 (cinco) grupos e 2 (dois) tipos A e B.
O que é Toxina Botulínica?
Tipos de toxina botulínica 
	TIPO: A 	TIPO: B 
	Ampla gama de utilização 	Menor durabilidade e efeito
	Utilizada em diversos países 	Uso terapêutico 
	Bem descrita na literatura 	Maior dor à injeção 
	Formas comerciais: Botox, Dysport, Xeomin, Botulift, Botulim e Prosigne	Formas comerciais: Myobloc, Neurobloc
Três tipos:
Onabotulínica: Botox 
Abobotulínica: Dysport
Incobotulínica: Xeomin única isenta de proteínas complementares. 
Neurotoxina - Tipo A
Relaxamento 
Ação antinociceptiva - bloqueio da liberação de peptídeos .
Ação muscular 
Inibição da liberação da acetilcoa no terminal nervoso periferico. 
A T.B-A uma vez injetada no músculo, atinge o terminal nervoso colinérgico através da associação das propriedades de dispersão e difusão. 
Mecanismo de ação 
Quando o músculo é desnervado quimicamente pode ocorrer atrofia e podem se desenvolver novos receptores.
Há evidências de que o nervo pode voltar a crescer e reinervar o músculo, faz com que a ação seja reversível. 
Mecanismo de ação 
Mecanismo de ação 
A denervação da junção neuromuscular estimula o crescimento de brotamentos axonais laterais. 
Um destes brotamentos nervosos estabelece uma nova sinapse neuromuscular, restaurando a espasticidade, normalmente após 3 a 6 meses. 
Resposta fisiológica após 6 (seis) horas da aplicação 
Resultados clínicos aparentes entre 24 (vinte e quatro) a 72 (setenta duas) horas
Resultado final no 15º dia
Durabilidade entre 3 (três) e 6 (seis) meses
Ação da toxina 
Efeito irreversível durante período de ação
Após 4 (quatro) a 6 (seis) meses
Brotamento axonal e reinervação muscular (novo brotamento) 
Regeneração da junção muscular alterada pela TXB-A.
Ação da toxina 
Metabolismo
Hábitos de vida (álcool e tabagismo)
Estresse oxidativo 
Uso de medicamentos
Exercícios físicos intenso
Dose
Variação na durabilidade 
A dose ser sempre ajustada à força muscular
50 a 100 unidades por aplicação 
Evitar reaplicação (retoque)
Respeitar o intervalo de 120 dias 
Dose x durabilidade 
Evitar fazer expressões faciais 
Evitar massagear a área, somente movimentos leves
6 (seis) horas sem baixar a cabeça 
24 (vinte e quatro) horas sem maquiagem e sem protetor solar
3 (três) dias sem atividade física
Importante lembrar 
As toxinas não são iguais 
Cada tipo vem de uma cepa específica, com peso molecular diferente e diferentes métodos de extração e purificação 
Conhecendo as toxinas 
Fabricado pelo laboratório Ipsen
Tipo A
300u / 500u (padrão europeu)
Após diluição – 2 a 4 horas 
Dysport apresentou maior quantidade de neurotoxina ativa (maior durabilidade)
Dysport 
Toxina onabutolínica 
Tipo A
50u / 100u / 200u
Após diluição – 2 a 8 horas 
Botox
Laboratório Merz 
Tipo A
50u / 100u
Não contém hemaglutina /albumina
Após diluição - 24 horas em 2 a 8oC
Xeomin 
Prosigne 
Botulim 
Botulift
Nabota 
Outras toxinas 
Tipos de diluição 
	Seca	Úmida 
	Menor quantidade de soro 	Maior quantidade de soro
	50u – 0,5 ml	50u – 1,0 ml 
	100u – 1,0 ml	100u – 2,0 ml 
	200u – 2,0 ml	200u – 4 ml
500u = 166u de outras toxinas
Cada 3 (três) unidades de Dysport equivalem a 1u de Botox (halo maior)
Dysport – 300u 3,0 ml (3 clientes)
Dysport – 500u 4,0 ml – 125u – 0,8 ml – 100u 
Diluição – Dysport 
Diluição – Botox / Xeomin
50u – 1 ml
100u – 1 ou 2 ml
200u – 2, 3 ou 4ml 
Vamos entender…
Em um frasco de 100 unidades, se diluirmos para 1 ml, 2 ml ou 3 ml, teremos sempre 100 unidades. O que muda então? 
O halo e a dispersão 
Quando injeto 2 unidades diluídas em 1 ml de soro tenho 1 halo de 1 cm 
2u de 2 ml = 2 cm 
3u de 3 ml = 3 cm 
Como escolher a diluição?
Existem 3 situações:
Músculo delgado 
Hipercinético 
Tamanho da região a ser tratada 
Músculo delgado 
Concentração no ponto de aplicação com maior dispersão, necessitando de dose menor na região 
Maior espaçamento dos pontos respeitando o halo maior e as margens de segurança 
Aplicação intradérmica em regiões de maior risco
Músculo hipercinético
Concentrar mais a potência nos pontos de aplicação, com espaçamento menor entre os pontos, demandando maior quantidade de toxina e de pontos.
Tamanho da região a ser tratada 
Regiões muito extensas, que podem requerer muitos pontos e grandes quantidades de toxina
Podem gerar reação de hipersensibilidade e rejeição à toxina com tempo
Nestes casos a hiperdiluição é mais recomendada, por atingir regiões sem extrapolar o máximo preconizado de 100 unidades por aplicação do Dysport e 50 a 60 de outras toxina. 
Importante 
A diluição não impacta na durabilidade, doses muito baixas tem pouca eficácia e doses altas oferecem aspecto artificial e risco de migração e proses 
Material 
Seringa de 1 ml resíduo zero
Agulha 32G para aplicação e 26G para aspiração 
Soro fisiológico 0,9% estéril 
Regiões de aplicação 
Rugas glabelares
Rugas frontais 
Bunny lines 
Pés de galinha
Sorriso gengival 
Depressor do ângulo da boca
Queixo de laranja 
Hiperidrose
Código de barra 
Músculo frontal
Sempre perguntar se o paciente quer elevar a sobrancelha 
Se sim fazer marcação do ponto alto da sobrancelha 
Se for não, aplicar de ponta a ponta 
Agulha a 90o
Região glabela 
Paciente com o músculo contraído marcar os pontos 
Risco de ptose palpebral
Manter o músculo entre os dedos durante a aplicação para evitar difusão 
Orbicular dos olhos
Pedir para o paciente fechar os olhos com força, marcar 1 cm do globo ocular 
Risco de ptose palpebral
Manter um dedo na borda lateral do olho 
Bunny Lines 
Pedir para o paciente fazer a mímica de coelho e marcar 3 pontos, um central e 2 laterais na mesma altura 
Depressor do ângulo da boca e mentoniano
Melhora aspecto de boca caixa e queixo de laranja 
2u no depressor do ângulo 
2u em cada mentoniano 
Elevador da ponta do nariz 
Não eleva, porém impede que a ponta seja puxada para baixo quando paciente sorrir 
2u ou 4u
Preparação 
Paciente deve está semi sentado – evitar difusão 
Higienização com clorexidina ou álcool 70%
Uso de luvas
Agulha a 90º
Anestésico tópico ou gelo
Contraindicação 
Gravidez
Lactante 
Hipersensibilidade a albumina 
Doenças auto-imunes 
Distúrbios de coagulação 
Uso de aminoglicosídeos, anticoagulante, cloroquina, ciclosporinas,D-penicilamina, tubocurarinas e succinilcolina
Reações pós aplicação 
Eritema 
Hematomas 
Cefaléia
Assimetrias 
Principais complicações 
Infecções 
Assimetrias 
Ptose 
Estrabismo 
Principais complicações 
Infecções 
Assimetrias 
Ptose 
Estrabismo 
Diplopia
Ausência de resultado
Lagoftalmo – dificuldade de ocluso da pálpebra 
Principais complicações 
Infecções 
Assimetrias 
Ptose 
Estrabismo 
Diplopia
Ausência de resultado
Lagoftalmo – dificuldade de ocluso da pálpebra 
Lagoftalmo 
Dores muito altas sobre o orbicular do olho 
Dificuldade para fechar os olhos 
Assimetrias
Fotografar paciente 
Aplicar somente no ponto assimétrico 
Estrabismo 
Ocasionada por uma infiltração nos músculos oblíquos inferiores após a inoculação da toxina próximo a pálpebra inferior 
Diplopia – paralisia dos músculos retos laterais, olho seco, ação direta na glândula lacrimal
Prevenção – respeitar a distância do rebordo da íris 
Ptose palpebral 
Ocorre quando a toxina se difunde e atravessa o septo orbitário 
Evitar orbicular do olho 
Dá para reverter?
Não existe antídoto para botox 
DMAE a 4 ou 8% - mais de uma aplicação, doloroso. Alérgicos a frutos do mar não pode 
LED vermelho – 5 joules
Radiofrequência 
Microagulhamento
4 a 8 aplicações 
Fim.
Mera mudança não é crescimento.
Crescimento é a síntese de mudança e continuidade,
e onde não há continuidade não há crescimento.
C.S. Lewis
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