Logo Passei Direto
Buscar
Material

Prévia do material em texto

Léxico e Ideologia
Rosiani Machado 
Léxico e Ideologia
2
Introdução
Neste conteúdo de ensino, você terá conhecimento sobre o que é o léxico de uma 
língua e a que ele se refere. Junto a este assunto verá como se constitui o vocabulário 
de uma língua, com foco na Língua Portuguesa.
Tanto o léxico quanto o vocabulário de uma língua são formados por palavras que 
compõem o que denominamos de acervo linguístico de um povo. Para tanto, é 
importante o esclarecimento de que a linguagem falada precede à linguagem escrita e 
que, portanto, a formação lexical de uma língua obedecerá aos critérios de fala, o que 
significa que nem sempre essas palavras poderão ser encontradas em dicionários, por 
exemplo.
Além disso, há o discurso ideológico presente na língua, o que configura, muitas vezes, 
em preconceito linguístico por parte de usos ditos privilegiados da língua.
Pretendemos, com os conteúdos abordados neste conteúdo, que você tenha 
conhecimento (ou que o aprofunde) sobre o repertório lexical de nossa língua, o 
vocabulário e as palavras utilizadas nas diversas situações comunicativas.
Bons estudos!
Objetivos da Aprendizagem
• Reconhecer o léxico como sendo o acervo linguístico de um povo.
• Compreender a distinção existente entre palavra, léxico e vocabulário.
• Identificar as notações léxicas utilizadas na escrita da Língua Portuguesa.
• Identificar o discurso ideológico presente em alguns contextos de uso da Lín-
gua Portuguesa.
3
O léxico como acervo linguístico de um povo
Iniciamos nossa jornada de estudo sobre os itens lexicais da Língua Portuguesa 
abordando como se dá a construção do léxico de um povo. 
Responda rápido e sem consulta: quantas palavras há na Língua Portuguesa?
Se você teve dificuldades para achar a resposta sem consultar uma fonte, não se 
decepcione. Nem mesmo os lexicólogos (estudiosos e pesquisadores de uma língua) 
entraram em um acordo sobre quantas palavras há em nosso acervo linguístico.
Além disso, outras perguntas suscitam quando se fala em número de palavras 
utilizadas por um determinado povo:
Figura 1 - O que é palavra?
Fonte: Elaborada pela autora (2018).
Essas questões são dúvidas que podem aparecer. Sobre o que é palavra, trataremos no 
tópico seguinte. Note, precisamos ainda nos atentar sobre a qual Língua Portuguesa 
estamos nos referindo. Se a do Brasil, remete à variação existente (e natural) de 
vocábulos de outros países que usam a mesma língua que a nossa, como o caso de 
Portugal e Angola, por exemplo.
Fora que, na contagem das palavras de nossa língua, alguns dicionários trazem 
variações de uma mesma palavra, considerando-a como mais um vocábulo. No 
dicionário Aurélio, por exemplo, a palavra “teto” apresenta três verbetes diferentes. 
4
O Dicionário de Usos do Português do Brasil (2002) apresenta 
62.800 verbetes. Já o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa 
traz, em sua edição de 2010, 143.387 verbetes. No entanto, nenhum 
dicionário, até hoje, ultrapassou a marca do Dicionário de Moraes. 
Em seus 12 volumes, traz 306.949 palavras em Língua Portuguesa.
Fonte: https://dicionarioegramatica.com.br/publicacoes-fixas/
quantas-palavras-tem-os-dicionarios/. Acesso em: 5 fev. 2018.
Curiosidade
Apesar de ser determinado por sua cultura, o léxico de um povo revela uma visão 
de mundo particular. Cada região, cada comunidade irá conceber seu repertório 
linguístico dentro de seu domínio, ou seja, de acordo com sua interpretação. E isso 
será apenas uma parte do acervo lexical de uma língua (ILARI; BASSO, 2006).
De acordo com os autores, 
[...] do ponto de vista histórico, o léxico do português brasileiro aparece 
como o resultado de um longo processo, no qual muitas palavras antigas 
se perdem ou só sobrevivem com novas funções e novos valores, ao 
mesmo tempo que novas palavras vão sendo constantemente criadas. 
(ILARI; BASSO, 2006, p. 134).
Desse modo, o léxico da Língua Portuguesa foi constituído por diferentes situações. 
Neste conteúdo, apresentamos os três grandes conjuntos que formam a constituição 
de nossa língua: palavras provenientes do Latim vulgar, os empréstimos e a formação 
vernácula. 
Figura 2 - Formação das palavras
Fonte: Plataforma Deduca (2018).
Veremos cada um deles nos tópicos que seguem:
5
Palavras provenientes do Latim vulgar
É chamado de Latim vulgar a língua que deu origem à Língua Portuguesa. Como já 
dissemos, a língua de um povo forma-se a partir de sua fala. Com o latim não foi 
diferente. A história conta que, durante a ascensão romana, a língua foi dominada 
pelos romanos à medida que diferentes regiões eram tomadas. Assim, o Latim foi 
invadindo territórios linguísticos por meio da fala de seus soldados e se misturando 
com a língua de cada lugar.
Até chegar ao que falamos hoje, a Língua Portuguesa percorreu um longo caminho, 
mas sua origem dá-se no Latim vulgar.
Empréstimo
Outras línguas tiveram (e ainda têm) contato com a Língua Portuguesa. Dos povos 
germânicos, recebemos palavras como espeto, guerra, morno, sopa, roupa, dentre outras; 
do árabe, algodão, cenoura, enxaqueca, limão, xarope, almofada; dos espanhóis vieram 
palavras como pastilha, cordilheira, baunilha etc.; do italiano, serenata, arcada, gazeta, 
afresco etc. No entanto, a língua que mais palavras trouxe para nosso vocabulário foi 
o Francês. Placa, pinça, engrenagem, enciclopédia, romantismo, plantão, sargento são 
somente algumas delas.
Formação vernácula
Existem palavras na língua que se consolidaram por meio das combinações criadas 
por seus usuários. Conforme Ilari e Basso (2006), os casos mais comuns são os 
referentes aos prefixos e aos sufixos. Nessa perspectiva, é importante relatar que 
tais palavras são criadas em momentos históricos diversos e que isso faz com que, 
mesmo tendo-se conhecimento de tais derivações, a palavra em si nem sempre é 
reconhecida pelos usuários de outra época.
Os prefixos “mini” (minissaia, minifúndio, minidicionário, minimundo, 
minidesvalorização) e “micro” (microcomputador, micro-ondas, microrregião, micro-
ônibus) são os mais usados na formação vernácula de palavras. Dentre os sufixos, 
temos “-eiro” (maleiro, roqueiro, contratorpedeiro), “-ista” (urbanista, naturista, linguista, 
conteudista) e o sufixo “-oso” (garboso, modernoso, pomposo).
Além desses três casos descritos, há outros que são responsáveis pela formação 
lexical da Língua Portuguesa. As marcas, por exemplo, também têm seu espaço para 
6
designar o produto. Nos anos 1950 e até há algum tempo, geladeira, no Brasil, era 
denominada de Frigidaire, marca que se consolidou no mercado brasileiro. As lâminas 
de barbear eram (e ainda são) denominadas de Gillette, fabricante do produto.
Apresentados os conjuntos que constituem a formação lexical da Língua Portuguesa, 
passaremos a compreender a diferença entre palavra, léxico e vocabulário.
Distinção entre palavra, léxico e vocabulário
Para responder a uma das perguntas do quadro anterior (o que é palavra?), é necessário 
pensar no que entendemos por palavra. 
Vejamos a definição de palavra de acordo com o dicionário Aurélio (2009). 
Palavra
[Do gr. parabolé, pelo lat. parabola.]
Substantivo feminino. 
1.E. Ling. Unidade mínima com som e significado que pode, sozinha, constituir enunciado; 
forma livre. 
2. Unidade pertencente a uma das grandes classes gramaticais, como, p. ex., substantivo, 
verbo, adjetivo, advérbio, abstraídas as diferentes realizações (marcas flexionais) que ela 
possa apresentar; lexema.
 
Quadro 1 - Significado do termo “palavra"
Fonte: Adaptado de Ferreira (2009).
O significado dado pelo dicionário esclarece um ponto fundamental: palavra é a 
“unidade mínima com som e significado que pode, sozinha, constituir enunciado”. 
Como vimos, enunciado é o resultado de uma produção discursiva, de fala ou de 
escrita, que irá anunciar algo, comunicar algo. Sendo assim, a palavra deverá ter o 
mínimo de uma letra, mas que, no entanto, essa letra comunique algo. É importante 
lembrar que na Língua Portuguesa toda palavra é constituídapor pelo menos uma 
vogal, já que não há, em nossa língua, nenhuma palavra cuja sílaba seja formada sem 
a presença da vogal. 
Na prática, isso significa dizer que poderemos ter uma preposição (A), um artigo (AS), 
um verbo (AMAR), um substantivo (AMIGO), e assim por diante.
Observe, no Quadro 2, os diferentes valores que o “A” tem em nossa língua:
7
A
Preposição 
Artigo definido feminino singular
Pronome oblíquo 
Pronome demonstrativo
Estava a observar o jardim.
Viu a rosa e emocionou-se.
Olhou-a com carinho.
Esta roseira foi a que meu pai plantou.
Quadro 2 - Valores do “A” na Língua Portuguesa
Fonte: Elaborado pela autora (2018).
Embora constituído por apenas uma letra, vimos apenas algumas das variações 
do vocábulo “A”, que apresenta inúmeras significações que o tornam equivalente à 
palavra.
Já o conjunto de palavras de uma língua é o que irá constituir seu vocabulário. 
Entretanto, vocabulário poderá ser, também, atribuído a uma nomenclatura específica, 
como o vocabulário referente à Sociologia ou à Economia, por exemplo. Há, ainda, 
o vocabulário como referência a um dicionário sucinto. Por exemplo: Dicionário 
Compacto do Direito. 10ª ed. 2011. 
Por outro lado, léxico e vocabulário são dois termos que, por vezes, são considerados, 
de maneira equivocada, como tendo o mesmo sentido, pois ambos remetem a 
conjuntos de palavras de determinada língua. No entanto, não são termos sinônimos. 
O léxico, como vimos no tópico anterior, diz respeito ao conjunto de palavras de uma 
determinada língua, já o vocabulário refere-se ao conjunto de palavras que um usuário 
dessa língua irá dominar. Portanto, léxico e vocabulário não podem ser considerados 
iguais, já que um indivíduo não poderá saber todo o léxico de sua língua, mas poderá 
criar seu próprio vocabulário para uso comunicativo.
Visto o que é léxico, vocabulário e palavra, vamos ao tópico seguinte, que irá abordar 
as notações léxicas. 
Notações léxicas
Para que uma palavra tome seu significado, ela deverá ser pronunciada de modo que 
se compreenda o que o usuário da língua quer dizer. 
Para tanto, há, no inventário lexical de qualquer língua, o que denominamos de 
notação léxica. Essa notação diz respeito a convenções da língua que irão determinar 
a pronúncia adequada e correta para cada palavra.
8
Na Língua Portuguesa, temos alguns sinais gráficos que, de acordo com Martins e 
Zilberknop (2010), servem de apoio interpretativo à fala, pois, sem eles, não haveria 
compreensão da palavra que está sendo dita. São eles:
• acento agudo ( ´ ) - análise (substantivo) - analise (verbo);
• acento circunflexo ( ^ ) - trêmula (substantivo) - tremula (verbo);
• Acento grave ( ` ) - àquela (contração da preposição com o pronome demons-
trativo) - aquela (pronome demonstrativo);
• Cedilha ( , ) - faça (verbo) - faca (substantivo);
• Apóstrofo ( ‘ ) - d’água; 
• Til ( ~ ) - lã (substantivo) - lá (advérbio);
• Hífen ( - ) - recém-chegado. 
Embora o trema tenha sido abolido de nossa língua a partir do 
Novo Acordo Ortográfico, ele também é considerado uma notação 
léxica, já que modifica a palavra por meio de seu uso na vogal “u”. 
Tanto que palavras como “linguística” e “frequente” continuam a ser 
pronunciadas como se o trema ainda fosse usado: “lin-guística” e 
“fre-cuente”. 
Atenção
O domínio discursivo dá-se a partir do repertório lexical que a língua oferecerá para 
que cada indivíduo construa seu vocabulário de uso em situações de comunicação. 
A ideologia, como algo que remete a um sistema de ideias, faz parte do discurso 
organizados e sistematizado de uma língua. 
É sobre esse assunto que trataremos no tópico seguinte.
Discurso ideológico
Já sabemos que o discurso é algo particular, próprio do indivíduo e reflete a necessidade 
de comunicação de cada um. 
A ideologia, por sua vez, irá retratar um conjunto organizado de ideias, crenças, 
valores e opiniões de um determinado grupo, atribuindo-lhe harmonia de pensamento 
(FERREIRA, 2009). Dentro de um pensamento ideológico, a realidade é que deve 
9
determinar as ideias. No entanto, o que acaba ocorrendo é justamente o contrário, e 
as ideias representativas é que determinam a realidade. 
Na situação de discurso, a ideologia defenderá suas ideias e crenças, impondo-as a 
um determinado grupo. Em uma concepção sociológica, Dunker (2008) afirma que a 
ideologia discursiva irá dissimular as ideias de uma determinada classe, passando 
esta a ser controlada pelo discurso daqueles que têm a intenção de domínio, de 
autoridade, de poder sobre o outro. O autor diz que, dentro dessa concepção, a ideologia 
irá expressar “[...] um conjunto de normas e formas de pensamento que se tornam 
obrigatórios para dada comunidade, mas que sobretudo prescrevem a continuidade 
de um modo de agir que mantenha a dominação e a divisão social” (DUNKER, 2008, 
p. 189). 
A ideologia irá aparecer em momentos discursivos diversos e específicos, já que todo 
discurso carrega consigo um contexto social no qual foi produzido. Aqui traremos 
duas formas de discurso ideológico: o jornalístico e o humorístico.
No discurso jornalístico, a ideologia se faz presente nos textos noticiados de forma 
a convencer e a conquistar o leitor, e não somente informar, como deveria. Vejamos 
a manchete de uma notícia veiculada na página de esportes do site UOL, escrita pelo 
jornalista Thiago Fernandes: 
Antes baladeiro, Egídio quase morou com R10 e largou a noite pela mulher. 
Figura 3 - Discurso ideológico no jornalismo
Fonte: Adaptada de Fernandes (2018).
10
Embora a página seja de “Esportes”, o que encontramos é uma notícia sobre a vida 
particular de um atleta, possivelmente um jogador de futebol. Além disso, a manchete 
chama a atenção para o discurso ideológico implícito nos termos “baladeiro” e “R10”. 
Isso é possível somente lendo o teor da notícia para compreensão (talvez não completa) 
do que ela trata. “Baladeiro” aparece com o sentido de que o atleta saía para a “balada”, 
termo associado a festa noturnas em locais públicos ou privados, geralmente com o 
consumo de bebida alcoólica e que duram a noite toda. Já a referência a “R10”, apenas 
tendo conhecimento sobre o mundo do esporte futebolístico para saber que se trata 
do jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho, como é mais popularmente conhecido. Sua 
camiseta levava o número 10 pela posição que atuava ao jogar, ou seja, a de meio-
campo. O jogador era conhecido, também, por levar uma vida noturna intensa, fazendo 
com que sua conduta fosse alvo de inúmeras críticas.
De igual modo, as piadas, textos que fazem parte do repertório humorístico, muitas 
das vezes também exibem um discurso ideológico. 
Vejamos uma piada retirada de um site de humor: 
Na delegacia
– Seu delegado, meu marido saiu de casa ontem à noite, disse que ia comprar arroz e até 
agora não voltou. O que eu faço, doutor?
– Sei lá! Faz macarrão!!
Figura 4 - Discurso ideológico na piada
Fonte: Adaptada de Piadas (2018).
Analisando o discurso dessa piada, tem-se a ideologia presente no pouco caso feito 
pelo delegado frente à aflição da mulher que não tinha notícias do marido desde a 
noite anterior. Além disso, o discurso ideológico produzido pelo delegado reflete a 
maneira de pensar de muitos homens em relação à mulher, que, ideologicamente, não 
teria condições de formular um pensamento racional e prático diante de uma situação 
de ausência do marido.
11
Esses são dois casos de discurso ideológico presentes em textos jornalísticos e 
humorísticos. Entretanto, esse tipo de discurso se manifesta em outras situações, 
como o discurso político, recheado de caráter ideológico.
Para que haja comunicação, é necessário que o sujeito domine, 
total ou parcialmente, o vocabulário que está sendo utilizado; caso 
contrário, haverá dificuldade de interpretação. E você, como reage 
frente a situações em que não domina determinado vocabulário? 
Que recursos utiliza? Um dicionário pode ajudar. No entanto, o 
domínio do vocabulário vai além disso, e a leitura de textos diversospoderá auxiliar, e muito. Reflita sobre isso.
Reflita
Com esse assunto, chegamos ao final de mais um conteúdo. Esperamos que o 
conteúdo aqui abordado tenha contribuído para a aquisição de novos conhecimentos 
ou de aprofundamento destes. 
Esperamos que você possa ter ampliado ou, até mesmo, adquirido novos 
conhecimentos sobre o léxico de uma língua, bem como sobre vocabulário e conceito 
de palavra. Tais conhecimentos poderão ser utilizados por você para a construção de 
seu próprio discurso e para interpretação daqueles com os quais você terá contado 
ao longo de sua vida. 
12
Conclusão
Neste conteúdo você viu que:
• O léxico faz parte do acervo linguístico de um povo.
• As palavras de um léxico são formadas a partir de alguns processos. Na Lín-
gua Portuguesa, temos as palavras provenientes do Latim vulgar, as que vêm 
por empréstimo de outras línguas, e a formação vernácula. 
• A palavra diz respeito ao menor meio comunicacional da língua; léxico e vo-
cabulário não são a mesma coisa: léxico é o conjunto de palavras de uma 
determinada língua, já o vocabulário refere-se ao conjunto de palavras que um 
usuário dessa língua irá dominar.
• Notações léxicas são sinais gráficos utilizados para determinar a pronúncia 
adequada e correta para cada palavra de uma determinada língua.
• O discurso ideológico se baseia na defesa de ideias e crenças impostas a 
determinado grupo. É o discurso daqueles que têm a intenção de domínio, de 
autoridade, de poder sobre o outro.
As palavras são usadas por nós a todo momento: na fala com 
seu vizinho ou colega, na escrita deste e-book, nos discursos 
ideológicos etc. Contudo, ainda temos dificuldade de conceituar 
o termo palavra.Acesse o link https://conceito.de/palavra e leia o 
texto que traz vários conceitos para o termo palavra.
Saiba mais
13
Referências
DUNKER, C. I. L. Discurso e ideologia. In: SIGNORINI, I. (Org.). [Re]Discutir texto, gênero 
e discurso. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. p. 185-213.
FERNANDES, T. Antes baladeiro, Egídio quase morou com R10 e largou a noite pela 
mulher. UOL, Belo Horizonte. 7 fev. 2018. Disponível em: https://esporte.uol.com.br/
futebol/ultimas-noticias/2018/02/07/egidio-largou-festas-por-esposa-em-2018-ela-
avalizou-volta-ao-cruzeiro.htm. Acesso em: 7 fev. 2018.
FERREIRA, A. B. de H. Novo Dicionário Eletrônico Aurélio. Curitiba: Positivo, 2009.
ILARI, R.; BASSO, R. O português da gente: a língua que estudamos a língua que 
falamos. São Paulo: Contexto, 2006.
MARTINS, D. S.; ZILBERKNOP, L. S. Português Instrumental: de acordo com as atuais 
normas da ABNT. 29. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
NA DELEGACIA. Piadas. Disponível em: https://www.piadas.com.br/piadas/piadas-
curtas/na-delegacia. Acesso em: 22 fev. 2018.

Mais conteúdos dessa disciplina