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AUTARQUIA DE ENSINO SUPERIOR DE ARCOVERDE – AESA CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE ARCOVERDE – CESA CURSO DE BACHARELADO EM PSICOLOGIA EMYLLY MAYSA DE OLIVEIRA CARDOSO A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO ESCOLAR FRENTE A DEMANDA DE LAUDOS DIAGNÓSTICOS NO CONTEXTO EDUCACIONAL: FOCO NAS ESTRATÉGIAS DE INTEGRAÇÃO DE ALUNOS LAUDADOS Arcoverde – PE 2026 EMYLLY MAYSA DE OLIVEIRA CARDOSO A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO ESCOLAR FRENTE À DEMANDA DE LAUDOS DIAGNÓSTICOS NO CONTEXTO EDUCACIONAL: FOCO NAS ESTRATÉGIAS DE INTEGRAÇÃO DE ALUNOS LAUDADOS Projeto de pesquisa apresentado ao Curso de Bacharelado em Psicologia da AESA/CESA como requisito parcial para aprovação na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso I. Orientador: Prof. Thiago Ventura de Sousa Arcoverde – PE 2026 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO..................................................................................................................04 2 PROBLEMA DE PESQUISA.............................................................................................05 3 HIPÓTESES........................................................................................................................06 4 OBJETIVOS........................................................................................................................07 4.1 GERAL.............................................................................................................................07 4.2 ESPECÍFICOS..................................................................................................................07 5 JUSTIFICATIVA..................................................................................................................08 6 REFERENCIAL TEÓRICO................................................................................................09 7 METODOLOGIA...............................................................................................................10 8 CRONOGRAMA.................................................................................................................11 9 ORÇAMENTO....................................................................................................................12 REFERÊNCIAS......................................................................................................................13 INTRODUÇÃO A Psicologia Escolar e Educacional é um campo da Psicologia que busca compreender os processos de aprendizagem e as relações que acontecem dentro do ambiente escolar. Nesse contexto, o psicólogo escolar atua como um mediador entre escola, família e estudantes, procurando entender as dificuldades que surgem durante o processo de escolarização e buscando caminhos que favoreçam o desenvolvimento integral dos alunos. Além disso, esse profissional também analisa as condições institucionais e pedagógicas presentes na escola, contribuindo para a construção de práticas educacionais mais reflexivas, acolhedoras e inclusivas (Lessa; Souza, 2025). Nos últimos anos, as discussões sobre inclusão escolar têm se tornado cada vez mais presentes tanto na área da educação quanto na Psicologia. Com a ampliação das políticas públicas voltadas à educação inclusiva, estudantes com deficiência ou com necessidades educacionais específicas passaram a ter maior acesso ao ensino regular. Nesse cenário, os diagnósticos e laudos passaram a desempenhar um papel importante, principalmente no acesso ao atendimento educacional especializado e na organização de estratégias pedagógicas que possam atender melhor esses estudantes (Nakano, 2024). Sabe-se que a educação contemporânea atravessa um momento de transição fundamental, pois o diálogo principal reside na inclusão e nesse cenário, instituições de ensino têm enfrentado uma alta significativa na demanda por laudos diagnósticos, especialmente relacionados a condições neurodivergentes e neuroatípicas (como TDAH, TEA, DISLEXIA e outras condições do neurodesenvolvimento) (Brasil, 2023). A escola tornou-se um dos principais palcos para a identificação de sinais de atipicidade, porém, laudo não é um rótulo limitante, nem deve ser visto como um ponto final, mas sim como uma ferramenta de orientação que sirva para se criar estratégias práticas de adaptação escolar que garantam o direito ao aprendizado. Por isso, alguns estudos ressaltam a importância de refletir de forma crítica sobre o uso de diagnósticos e laudos no ambiente escolar, evitando processos de rotulação ou estigmatização dos estudantes (Dornelas; Otaciano; Batista, 2025). Dentro desse contexto, o diagnóstico acaba ocupando um lugar cada vez mais presente nas práticas escolares, sendo utilizado para orientar intervenções pedagógicas ou encaminhamentos para serviços especializados. No entanto, pesquisas indicam que o diagnóstico também pode influenciar a forma como o estudante é visto dentro da escola, interferindo nas expectativas de professores, gestores e até mesmo familiares em relação ao seu processo de aprendizagem (Angelucci et al., 2021). Diante dessa realidade, a atuação do psicólogo escolar se torna ainda mais importante. Esse profissional pode contribuir para ampliar a reflexão sobre o uso dos laudos diagnósticos no cotidiano escolar, ajudando a escola a compreender que as dificuldades de aprendizagem são fenômenos complexos e que não podem ser explicados apenas por diagnósticos individuais. Assim, o psicólogo escolar pode colaborar na construção de estratégias que envolvam toda a comunidade escolar, promovendo um olhar mais amplo e cuidadoso sobre os estudantes (Lessa; Souza, 2025). Diante disso, o presente estudo tem como objetivo analisar o impacto do aumento de laudos diagnósticos na atuação do psicólogo escolar, considerando as evidências presentes na literatura científica e as estratégias utilizadas para a integração de alunos laudados no contexto educacional. 2 PROBLEMA DE PESQUISA Laudos médicos nem sempre são compreendidos ou utilizados de forma prática pela escola, pois, vários fatores contribuem para isso, ou seja, falta de profissionais no ambiente escolar, até termos técnicos e linguagem complexa no laudo, podem dificultar a interpretação por parte de gestores e educadores, limitando a implementação de estratégias pedagógicas adaptadas. A psicologia da aprendizagem é fundamental para o professor ao fornecer estratégias para adaptar o ensino às necessidades individuais, aumentar a motivação e otimizar a gestão de sala de aula. Ela transforma o docente em mediador, permitindo compreender o desenvolvimento cognitivo e emocional dos alunos para promover uma aprendizagem significativa e duradoura. Assim, este estudo pretende responder o seguinte questionamento: De que maneira a atuação do psicólogo escolar pode mediar a relação entre o diagnóstico clínico (laudo) e as práticas pedagógicas, visando a superação da estigmatização e a promoção da aprendizagem do aluno? 3 HIPÓTESES A atuação do psicólogo escolar, ao realizar a mediação entre o diagnóstico clínico e o planejamento pedagógico, favorece a criação de estratégias de ensino personalizadas, reduzindo a exclusão de alunos laudados no cotidiano da sala de aula. A presença ativa do psicólogo escolar no suporte aos professores e na desconstrução de estigmas associados aos laudos diagnósticos resulta em uma percepção mais humanizada do aluno, potencializando suas capacidades de aprendizagem e integração social. 4 OBJETIVOS 4.1 GERAL Investigar a atuação do psicólogo escolar diante do aumento de demandas por laudos diagnósticos no contexto educacional, investigando estratégias que promovam a integração efetiva e o desenvolvimento integral de alunos laudados. 4.2 ESPECÍFICOS · Refletir sobre como o laudo clínico muitas vezes é utilizado como justificativa para dificuldades que podem ser pedagógicas ou sociais; · Identificar o papel do psicólogo e sua contribuição como mediador na articulação entre a equipe pedagógica e a família; · Avaliarestratégias de intervenção da escola frente aos alunos laudados, focando na autonomia do estudante. 5 JUSTIFICATIVA Embora existam muitas teorias sobre inclusão, há uma carência de estudos que descrevam as estratégias práticas do psicólogo escolar diante do aumento exponencial de laudos (como TEA, TDAH e Dislexia) nas escolas regulares. Esta pesquisa contribui para o diálogo entre a Psicologia Escolar e a Pedagogia, fortalecendo a ideia de que o trabalho clínico (laudo) e o trabalho educativo devem caminhar juntos, e não de forma isolada. A relevância social desta pesquisa demonstra-se pela urgência em transformar o laudo diagnóstico de um carimbo de limitação em um roteiro de possibilidades para a criança, buscando sistematizar intervenções psicológicas que superem a visão puramente clínica, integrando-as ao fazer pedagógico cotidiano. A pesquisa revela importantes conhecimentos acadêmicos, já que se faz necessário conhecer e compreender a atuação do psicólogo escolar frente à demanda de laudos diagnósticos no contexto educacional, mostrando que sua função vai além da triagem, sendo essencial para a gestão da diversidade em sala de aula. 6 REFERENCIAL TEÓRICO 6.1 A Investigação Pedagógica frente ao Laudo: Desafios para uma Educação Inclusiva As escolas enfrentam diversos desafios em relação à inclusão de alunos especiais porque em muitas escolas brasileiras há falta de estrutura para receber tais alunos e sendo assim, não há uma educação para todos os alunos da escola básica como se propaga. Uma educação de qualidade, acessível a todos, tornará a escola cada vez mais inclusiva, porém, este é um caminho ainda a ser percorrido e diante do aumento de laudos que chegam a escola, esses desafios aumentam por diversos fatores. Para Lima (2025), o laudo médico, embora ofereça informações importantes sobre as condições biológicas e funcionais do estudante, não deve ser confundido com o planejamento pedagógico. No cenário da Educação Inclusiva, a investigação pedagógica surge como uma ferramenta essencial para identificar as potencialidades, o estilo de aprendizagem e as barreiras ambientais que impedem o desenvolvimento do aluno. Um dos principais desafios enfrentados pelos professores é a tendência de "biologizar" o fracasso escolar. Quando o foco recai estritamente sobre a deficiência ou o transtorno descrito no laudo, corre-se o risco de reduzir o sujeito à sua patologia. Como aponta a literatura, a função da escola não é curar, mas ensinar. Portanto, o diagnóstico clínico deve ser um ponto de partida, e não um destino final que determine o "teto" intelectual do estudante (SOUZA, 2025, P.27). Um atendimento educacional especializado é essencial na escola, porque A articulação entre o professor da sala comum e o professor do AEE é o pilar da inclusão efetiva, pois, o laudo descreve a condição, mas é a investigação pedagógica que descreve as estratégias de ensino. Essa parceria permite que a escola cumpra seu papel social de garantir o acesso ao conhecimento universal a todos os estudantes, independentemente de suas condições singulares. O AEE é uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, graus e etapas do percurso escolar e tem como objetivos, entre outros, identificar as necessidades e possibilidades do aluno com deficiência, elaborar planos de atendimento, visando ao acesso e à participação no processo de escolarização em escolas comuns, atender o aluno com deficiências no turno oposto àquele em que ele freqüenta a sala comum, produzir e/ou indicar materiais e recursos didáticos que garantam a acessibilidade do aluno com deficiência aos conteúdos curriculares, acompanhar o uso desses recursos em sala de aula, verificando sua funcionalidade, sua aplicabilidade e a necessidade de eventuais ajustes, e orientar as famílias e professores quanto aos recursos utilizados pelo aluno (OLIVEIRA, 2022, p.29). Para o professor trabalhar com alunos laudados, mas com dúvidas do diagnóstico, sem ajuda de um profissional, é difícil porque na maioria das vezes não está preparado e assim, não consegue criar estratégias de aprendizagem especialmente para esse aluno, porque falta informação sobre o que deve ser feito, por essa razão, muitos obstáculos são enfrentados tantos por estes alunos, quanto pelos professores. Corroborando com a idéia de Dornellas (2025), um pressuposto frequente nas políticas relativas à inclusão supõe um processo sustentado unicamente pelo professor, no qual o trabalho do mesmo é concebido como o responsável pelo seu sucesso ou fracasso. É claro que a aprendizagem dos alunos é uma das metas fundamentais, não só dos professores, mas de todo o profissional que esteja implicado com a educação e, sem dúvida, uma prática pedagógica adequada é necessária para alcançá-la. 6.2 O Papel do Laudo Clínico na Escola As escolas viraram um centro de relatórios médicos e essa tem sido uma constante preocupação de tal instituição, porque é constante o agendamento de famílias que fazem reuniões para entregar laudos e diagnósticos de seus filhos e a impressão que dar é que tudo virou patologia, dessa forma, a escola nos últimos anos, deixou de ser apenas um espaço de aprendizagem, para se tornar um terreno marcado por disputas emocionais, diagnósticos e medicações. Na visão de Santos (2020), presenciamos nas escolas, professores sobrecarregados, alunos rotulados e famílias angustiadas que compõem um cenário preocupante porque por trás d e tudo isso, há uma hiperpatologização da infância e adolescência. É importante compreender que parte desse crescimento se deve à maior conscientização de educadores, profissionais de saúde e famílias. Isso favoreceu a identificação de casos antes invisibilizados, o que é positivo, porém, não se pode confundir aumento de diagnósticos com aumento real de casos clínicos, pois nem toda alteração de comportamento, atenção ou socialização indica um transtorno mental. A esse respeito Alves (2025) diz que nem toda alteração de comportamento, atenção ou socialização indica um transtorno mental. "O diagnóstico em psiquiatria é um processo detalhado e complexo, que precisa escutar interlocutores diversos, integrar saberes e acompanhar o tempo da criança. A investigação pedagógica em contextos de educação inclusiva exige um deslocamento do olhar clínico para o olhar educativo. Quando um estudante chega à escola com um laudo diagnóstico, o desafio docente consiste em não permitir que o documento se torne o limite das possibilidades de aprendizagem do aluno. As escolas viraram um centro de relatórios médicos e essa tem sido uma constante preocupação de tal instituição, porque é constante o agendamento de famílias que fazem reuniões para entregar laudos e diagnósticos de seus filhos e a impressão que dar é que tudo virou patologia, dessa forma, a escola nos últimos anos, deixou de ser apenas um espaço de aprendizagem, para se tornar um terreno marcado por disputas emocionais, diagnósticos e medicações. Segundo Martinez (2023) presenciamos nas escolas, professores sobrecarregados, alunos rotulados e famílias angustiadas que compõem um cenário preocupante porque por trás d e tudo isso, há uma hiperpatologização da infância e adolescência. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma em cada sete crianças e adolescentes entre 10 e 19 anos no mundo apresenta algum transtorno mental. No Brasil, o quadro é ainda mais alarmante. Dados do Ministério da Saúde (2023) indicam um aumento de 34% nas prescrições de metilfenidato -- princípio ativo da Ritalina, entre 6 e 17 anos, nos últimos cinco anos. É importante compreender que parte desse crescimento se deve à maior conscientização de educadores, profissionais de saúde e famílias. Isso favoreceu a identificação de casos antes invisibilizados, o que é positivo, porém, não se pode confundir aumento de diagnósticos com aumento real de casos clínicos, pois nem toda alteração de comportamento, atenção ou socialização indica um transtorno mental. Como argumenta Mantoan (2022), nem toda alteração decomportamento, atenção ou socialização indica um transtorno mental. "O diagnóstico em psiquiatria é um processo detalhado e complexo, que precisa escutar interlocutores diversos, integrar saberes e acompanhar o tempo da criança. 6.3 Papel do psicólogo como mediador na articulação entre a equipe pedagógica e a família O psicólogo escolar não é um clínico dentro da escola, sua função vai muito além de atender individualmente alunos com dificuldades emocionais, ele atua de forma preventiva, educativa e consultiva, contribuindo para o desenvolvimento de práticas que favoreçam o bem-estar coletivo. Lima (2024) afirma que entre suas funções, estão a observação do comportamento dos alunos em sala de aula, a realização de intervenções em grupo, a orientação a professores sobre estratégias pedagógicas e a mediação de situações de conflito. Além disso, o psicólogo escolar realiza avaliações psicopedagógicas, identifica sinais de dificuldades de aprendizagem e propõe ações em conjunto com a equipe pedagógica. Portanto, a presença desse profissional ao cotidiano escolar permite uma leitura mais profunda das causas dos problemas enfrentados pelos alunos, possibilitando intervenções mais eficazes, porque é o mediador entre a equipe pedagógica e a família e assim, não atua isoladamente, mas como parte ativa da comunidade educativa. Fortalecer os laços entre família e escola é uma das formas mais eficazes de garantir o sucesso escolar e o desenvolvimento integral dos alunos e isso é mediado também pelo psicólogo, porque quando há essa intervenção desse profissional, os laços sem dúvidas se estreitam e ambas as instituições se unem para buscar soluções, que são essenciais para o desenvolvimento desses alunos. Miranda (2023) nos diz que a educação não é uma tarefa que a escola possa realizar sozinha sem a cooperação de outras instituições e, a nosso ver, a família é a instituição que mais perto se encontra da escola. Sendo assim se levarmos em consideração que Família e Escola buscam atingir os mesmos objetivos, devem elas comungar os mesmos ideais para que possam vir a superar dificuldades e conflitos que diariamente angustiam os profissionais da escola e também os próprios alunos e suas famílias. Pinho (2024), em sua obra, afirma que ensinar para a inclusão social, utilizando os instrumentos pedagógicos da escola e inserindo também a família, é fortalecê-la como núcleo básico das ações inclusivas e de cidadania. Para a escola realizar uma educação adequada, deverá, ao incluir o educando no meio escolar, incluir também a sua família nos espaços de atenção e atuação psicopedagógica. A presença e participação da família durante todo o processo de aprendizagem é fundamental, por isso, é muito importante que haja uma parceria entre familiares e escola, porque a família é portadora de informações preciosas que podem colaborar bastante com o planejamento das intervenções educacionais. Na perspectiva de Lessa (2025) o papel do psicólogo escolar evoluiu de uma perspectiva puramente clínica e diagnóstica para uma atuação institucional e mediadora. No centro dessa transformação está a capacidade de articular o diálogo entre a equipe pedagógica e a família, criando uma rede de apoio que sustenta o desenvolvimento integral do aluno. Sabe-se que quando a escola recebe um laudo de um aluno, não compreende exatamente o que a criança tem, assim, o diagnóstico, muitas vezes, em vez de auxiliar na compreensão das necessidades educacionais, acaba por rotular o aluno, engessando suas possibilidades de desenvolvimento e retirando da escola a responsabilidade sobre o processo de ensino-aprendizagem. (Martinez, 2023). É importante compreender que a integração de alunos laudados depende diretamente da postura do corpo docente, porém, é o psicólogo que atua como mediador entre o saber clínico e a prática pedagógica e cabe a ele promover espaços de reflexão com os professores, auxiliando-os a lidar com as angústias e dificuldades que a inclusão de alunos com deficiência ou transtornos pode gerar. O papel do psicólogo escolar, frente à demanda de laudos, não é o de um diagnosticador, mas o de um articulador de redes. Ele deve garantir que o laudo seja um ponto de partida para o suporte, e não um ponto final para a exclusão. A estratégia de integração mais eficaz é aquela que transforma o ambiente para acolher a diferença, em vez de tentar "normalizar" o aluno para que ele caiba no ambiente. Incluir é um processo complexo á medida que a escola precisa se adaptar as necessidades específicas dos alunos autistas, no entanto muitos desafios ainda são enfrentados no ambiente escolar e para enfrentar tais desafios se faz necessário a implementação de estratégias pedagógicas diferenciadas, o apoio de profissionais capacitados, como psicólogos se torna essencial a instituição escolar para promoção de um ambiente acolhedor e inclusivo. 7 METODOLOGIA 8 CRONOGRAMA 9 ORÇAMENTO REFERÊNCIAS ALVES, M. D. As representações sociais dos professores acerca da inclusão de alunos com distúrbios globais do desenvolvimento. [Dissertação]. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria; 2025. ANGELOUCCI, Carla Biancha et al. O laudo psicológico e a produção de modos de existência na escola. Psicologia Escolar e Educacional, São Paulo, v. 25, 2021. BRASIL. Ministério da Educação. Relatório de Monitoramento dos Indicadores da Educação Especial. Brasília: INEP/MEC, 2023. DORNELAS, G. 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