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JUNG
 Sombra e persona
Consciência humana: característica central EGO (do latim, “eu”)
 Consciência é a percepção dos nossos próprios sentimentos e no seu centro existe um “eu”. Esse é um ponto de partida e portal para ingressar na psique.
 EGO: fator complexo com o qual todos os conteúdos conscientes se relacionam.
 O ego constitui o centro do campo da consciência e como nesse campo tbm inclui a personalidade empírica – que é a personalidade tal como a conhecemos e vivenciamos diretamente-, o ego é o sujeito de todos os atos conscientes da pessoa.
O terno ego refere-se à experiência que a pessoa tem de si mesma como um centro de vontade, de desejo, de reflexão e ação.
 Quanto a sua função, o ego é um “sujeito” a quem os conteúdos psíquicos são “apresentados”. É como um espelho. Essa ligação com o ego é a condição necessária para tornar qualquer coisa consciente – um sentimento, pensamento, percepção ou fantasia. O ego é uma espécie de espelho no qual a psique pode ver-se a si mesma e pode tornar-se consciente.
 Em seus escritos, Jung refere-se frequentemente ao ego como um “complexo”. Em outras passagens, entretanto, ele a chama simplesmente de um conteúdo específico da consciência, sendo essa uma categoria mais ampla do que o ego e contém mais do que somente o ego. A consciência precede o ego.
 CONSCIENCIA X INCONSCIENCIA
O inconsciente inclui todos os conteúdos psíquicos que se encontram fora da consciência, por qualquer razão ou qualquer duração.
 A consciência é o estado de conhecimento e entendimento de eventos externos e internos. É o estar desperto e atento, observando e registrando o que acontece no mundo e em torno e dentro de cada um de nós. É a percepção do mundo a nossa volta. Os seres humanos não são os únicos que possuem consciência. Ela tão pouco tem a ver com idade. Então um bebê, ao abrir os olhos e assimilar a sala ao seu redor significa um sinal de consciência. O olho é um indicador da presença de consciência. Esta não depende tbm somente da vista, mas tbm de outros sentidos. Então, ainda no ventre da mãe, o bebê registra sons, reage a vozes e música, etc. Tudo isso pode ser definido como consciência.
 O oposto da consciência é o sono profundo e sem sonhos, a ausência total de reatividade e da capacidade de perceber e sentir. A permanente ausência de consciência é praticamente uma definição de morte –exceto em casos de coma. A consciência pertence a corpos vivos.
EGO E CONSCIÊNCIA
 O ego forma o centro crítico da consciência e de fato, determina em grande medida que conteúdos permanecem no domínio da consciência quais se retiram, pouco a pouco, para o inconsciente. O ego é responsável pela retenção de conteúdos na consciência e tbm pode eliminar conteúdos da consciência deixando de os refletir.
Logo, o ego pode reprimir conteúdos que não lhe agradam. Podem tbm recuperar conteúdos da armazenagem no inconsciente (isto é, no banco de memória) des de que n esteja bloqueados por mecanismos de defesa (q mantêm os conflitos intoleráveis fora de alcance e foram reprimidas com grande solidez).
 O ego é o centro da consciência, não só geograficamente, mas tbm dinamicamente. É o centro de energia q movimenta os conteúdos da consciência e os organiza em ordem de prioridade. O ego é o locus da tomada de decisões e do livre-arbítrio. Ele fixa as prioridades.
 O ego é moralmente neutro, não uma “coisa ruim”, como o ouvimos se citado em linguagem vulgar (“oh, ele tem um tal de ego!”), mas uma parte necessária da vida psicológica. O ego é oq separa os humanos de outras criaturas da natureza q tbm possuem consciência.
 O ego focaliza a consciência humana e confere à nossa conduta consciente sua determinação e direção.
 A consciência humana se difere da consciência dos demais seres vivos em virtude de um ego auto-reflexivo, da capacidade para realizar um alto nível de conhecimento de si mesmo e de compreensão das razões para seu próprio comportamento.. Com ele podemos saber que somos e oq somos. É a consciência de si mesmo.
 Dps de certo ponto de desenvolvimento, o ego e a consciência humana passam a ser largamente definidos e moldados pelo mundo cultural em q a pessoa cresce e é educada. Isso constitui uma camada da estrutura do ego em torno do ego central. Com o passar dos anos, essa camada do ego vai ficando cada vez mais espessa. Jung se refere a essas 2 características do ego como “personalidade n1º” e “personalidade n2º”. A n1 é o ego nuclear inato e a n2 é a camada culturalmente adquirida do ego que cresce no decorrer do tempo.
TIPOS PSICOLÓGICOS
 A disposição para assumir uma dessas atitudes (introversão e extroversão) vem do inato ego nuclear. Logo a pessoa nasce com a tendência inata para assumir uma das atitudes. Contudo, as colisões com a realidade podem fazer com que o ego necessite se adaptar à realidade, desenvolvendo a outra atitude.
 Essas diferenças entre as pessoas (introvertidas e extrovertidas) podem levar a conflitos sérios no seio de família e grupos, pois filhos tipologicamente diferente dos pais são mtas vezes incompreendidos e podem ser coagidos a adorar uma falsa tipologia q se harmonize com as preferências dos pais. O filho “correto” será o preferido. Isso prepara terreno para rivalidade e inveja entre irmãos.
SOMBRA E PERSONA
 Referimos uma pessoa como detentora de uma personalidade, mas de fato esta é composta por um agregado de subpersonalidades.
 Há o complexo do ego; dps a multidão de complexos pessoais secundários (dos quais o complexo da mae e do pai são os mais importantes e poderosos) e por fim encontramos numerosas imagens e constelações arquetípicas.
 Somo feitos de mtas atitudes e orientações potencialmente divergentes, e estas podem facilmente cair em oposição recíproca e criar conflitos que culminam em estilos neuróticos de personalidade. Como par dessas subpersonalidades divergentes temos a sombra e a persona que são estruturas complementares que existem em toda psique humana.
 No começo da vida, a personalidade é uma simples unidade indiferenciada. Amorfa e mais potencial do que real, ela constitui um todo. Com o tempo, essa totalidade diferencia-se e separa-se em várias partes. Nasce a consciência do ego e, ao crescer, deixa para tras boa parte da totalidade de si mesmo no q agora é o “inconsciente”. O inconsciente por sua vez é estruturado por internalizações e experiências traumáticas para formar as subpersonalidades, os complexos. Os complexos são autônomos e revelam uma consciência própria.
A SOMBRA DO EGO
 O ego não consegue controlar a sombra e n possui consciência de que projeta uma sombra.
 Quaisquer partes da personalidade que normalmente pertenceriam ao ego se estivessem integradas mas foram suprimidas por causa de dissonância cognitiva ou emocional, caem na sombra. De modo geral, a sombra possui uma qualidade amoral ou, pelo menos, pouco recomendável, contendo características da natureza de uma pessoa que são contrárias aos costumes morais da sociedade. A sombra é o lado inconsciente das operações intencionais e voluntárias do ego. É, por assim dizer, a face posterior do ego.
 Todo ego tem uma sobra e ao adaptar-se e enfrentar-se com o mundo, o ego, de modo involuntário, emprega a sombra para executar operações desagradáveis q ele n poderia realizar sem cair num conflito moral.
 Se traços da sombra se tornam, em certa medida, conscientes e integrados, uma pessoa é mto diferente do indivíduo comum. A maioria das pessoas n sabem que são tão egocêntricas e egoísta quanto na realidade é, mas quer aparentar ser altruísta. Há essa tendência de esconder tais traços dos outros e de si mesmas por trás de uma fachada. Ou então o contrário, pessoas que querem se fazer de “maus” (se orgulhando de sua ganância, cobiça e agressividade), mas no seu lado oculto (sombra) são sensíveis e sentimentais. Contudo, a maioria das pessoas só revelam sus lados sombrios por acidente, em sonhos ou em situações de extremo. Para essas pessoas, o lado sombriodo ego ainda funciona, mas através do inconsciente, manipulando o meio ambiente e a psique para certas intenções e necessidades sejam satisfeitas de um modo socialmente aceitável.
 A sombra n é diretamente experimentada pelo ego. Sendo inconsciente, é projetada em outros. Quando uma pessoa se sente tremendamente irritada por outra q manifesta ser realmente egoísta, por exemplo, essa reação é usualmente um sinal de q está sendo projetado um elemento inconsciente da sombra. Muitos egos adotam uma postura defensiva dessa percepção, ignorando a parte projetiva. Essa defesa exclui a possibilidade de adquirir o conhecimento consciente de características da sombra e ganhar uma integração entre dessas.
 
 A FORMAÇÃO DA SOMBRA
 Os conteúdos e as qualidades que contribuem para a formação da sombra são selecionadas pelo processo de desenvolvimento: oq a consciência do ego rejeita torna-se sombra; oq ela positivamente aceita, aquilo com q se identifica, ela absorve e torna-se parte integrante da persona. A sombra é caracterizada pelos traços e qualidades q são incompatíveis com o ego consciente e a persona.
 A persona é a “pessoa pública” e oficial q esta +/- identificada com a consciência do ego e forma a identidade psicossocial do indivíduo. A persona em sua maioria é compatível com normas e costumes sociais. Contudo tbm temos a face oposta que é a sombra, ela normalmente é ignorada e so aparece em ocasiões especiais.
 A persona é a pessoa que passamos a ser em resultado dos processos de aculturação, educação e adaptação aos nossos meios físico e social. Jung pegou esse termo “persona” no teatro, onde esse termo se refere a mascara do ator que ao ser posta, o ator assumia determinado papel. No plano psicológico, a persona é um complexo cuja tarefa consiste tanto em revelar quanto em esconder os pensamentos conscientes de um indivíduo aos outros. Como Complexo, a persona possui considerável autonomia e não está sob o total domínio do ego.
 A sombra, um complexo funcional complementar, é uma espécie de contra-pessoa. A sombra pode ser pensada como uma subpersonalidade que quer o que a persona não permitirá.
 A PERSONA
 
 É a pessoa tal como apresentada, não a pessoa real.
 A persona é um construto psicológico e social adotado para um fim específico; ele se relaciona com o desempenho de papéis na sociedade.
 - Ambientes distintos exigem atitudes distintas, as quais, dependendo do grau de identificação do ego com a atitude do momento, produziam uma duplicação de caráter.
 OBS: Identificação do ego está relacionado a sua capacidade para absorver e unir-se a objetos externos, atitudes e pessoas.
 O núcleo do ego é arquetípico, individual e pessoal. Ainda é pequeno ponto de reflexão, o centro do “eu”. O lado arquetípico do núcleo do ego é puro “eu sou”, uma manifestação de si-mesmo. É simplesmente “egoidade”. No lado pessoal, o ego é permeável a influencia de forças externas. Essa influencia penetra no ego e afasta essa pura “egoidade” quando o ego se identifica com o novo conteúdo. Isto é a “aprendizagem” do ego. Aprendemos os nossos nomes. Quando o ego é identificado com a persona, sente-se idêntico a ela. Eu sou então meu nome, filho da minha mãe e do meu pai. Com essas identificações a pessoa deixa de ser simplesmente “eu sou oq sou” mas, em vez disso, sou Fulano de tal, nascido em tal data, etc. Este é quem eu sou agora. Assim, a pura “egoidade” pode ficar obscurecida e esconder-se ou desaparecer totalmente da consciência. Então, somos verdadeiramente dependentes da persona para a nossa inteira identidade e senso de realidade.
 É claro, isso tbm pode flutuar. As vezes a pessoa pode se encontrar no estado puro “eu sou”, n se identificando com coisa alguma em particular, etc. T.S. Eliot disse, falando sobre gatos, q eles tem 3 nomes: um que todo mundo conhece, um q so alguns conhecem e um q so o gato conhece! O primeiro e o segundo se refere a persona e o terceiro se refere ao núcleo arquetípico do ego.
 AS DUAS FONTES DA PERSONA
 O caráter social é orientado, por uma parte, pelas expectativas e demandas da sociedade e, por outra, pelos objetivos e aspirações do indivíduo.
 Essa relação ego e persona não é algo simples, pois de um lado há a movimentação do ego no sentido da separação, autonomia, para uma, “egoidade e ao mesmo tempo há uma outra parte do ego onde a persona ganha raízes, se movimentando no sentido do relacionamento e adaptação.
A persona pode ser usada tanto para expressar quanto para esconder aspectos da personalidade
A id com a persona pode mudar com o tempo (pode mudar introversão x extroversão) ; 
Persona: pele psíquica entre ego e mundo
AS TRANSFORMAÇÕES DA PERSONA
 O núcleo arquetípico do ego não muda com o tempo, mas a persona pode ser e é modificada ao longo da vida, dependendo da percepção do ego das mudanças ocorridas no ambiente e da sua capac. De interagir com este último

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