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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS - DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ENGENHARIA DE ALIMENTOS DETERMINAÇÃO DA CONSTANTE DO PRODUTO DE SOLUBILIDADE. QUÍMICA EXPERIMENTAL - TURMA 02 DJENIFER JAIANE WELZEL 83039 LEONARDO HENRIQUE RIBEIRO 92743 VICTOR PINA FROTA SOUZA 90876 PROFESSOR: ALAN MARINGÁ- PARANÁ 2016 1. INTRODUÇÃO O produto de solubilidade é simbolizado por Kps e é uma constante de equilíbrio entre um sólido não dissolvido e seus íons. O estudo do produto de solubilidade (KPS) quase sempre envolve um soluto pouco solúvel em solução. A solubilidade de um soluto é a massa do soluto que pode ser dissolvida numa certa quantidade de solvente a uma determinada temperatura ou seja é uma substância que tende a se dissolver espontaneamente em outra substância. A interação entre um soluto e um solvente determina quanto soluto pode se dissolver. Os solutos cujas moléculas são mais fortemente atraídas pelas moléculas de água tendem a se dissolver mais facilmente neste solvente. A quantidade de uma substância que pode se dissolver em outra depende de vários fatores como as condições externas, ex: pressão e temperatura como também pode depender da polaridade. 2. OBJETIVOS • Determinar a solubilidade, em mol/L. do cloreto de chumbo (PbCl²) • Determinar a constante do produto de solubilidade do cloreto de chumbo (PbCl²) 3. MATERIAIS E MÉTODOS 3.1.MATERIAIS • Bico de Bunsen • Capsula de porcelana • Tela de amianto • Béquer de 50 ml • Solução saturada de cloreto de chumbo (PbCl²) • Pipeta volumétrica • Vidro de relógio • Balança semi- analítica 3.2.MÉTODOS 3.2.1. Experimento 01 – Determinação da solubilidade molar do PbCl2 a temperatura ambiente. Aqueceu-se o bico de Bunsen a capsula de porcelana por cerca de cinco minutos. Logo após, removeu-se a capsula e deixo-a esfria sobre a tela de amianto até igualar-se a temperatura ambiente. Adicionou-se a um béquer aproximadamente 40mL de solução saturada do cloreto de chumbo (PbCl²), em seguida verificou-se se a mesma estava saturada acrescentando cloreto de chumbo em forma sólida. Transferiu-se, com a pipeta volumétrica, 10,00mL da solução do béquer para o vidro de relógio e com o auxílio da tela de amianto e do bico de Bunsen deixou-se evaporar até secura. Por último foi anotada a massa do porcelana juntamente com o vidro de relógio e o resíduo, em uma balança semi- analítica, afim de calcular a solubilidade molar do cloreto de chumbo (PbCl²) e calcular o Kps do mesmo. 4. RESULTADOS E DISCUSSÕES 1. Experimento 01 – Determinação da solubilidade molar do PbCl2 a temperatura ambiente. Massa da cápsula de porcelana + vidro de relógio= 89,498 gramas. Massa da cápsula de porcelana + vidro de relógio + resíduo= 89, 608 gramas. Massa do resíduo= 0,110 gramas. PbCl2 (s) ! Pb 2+ (aq) + 2Cl- (aq) Reação 1:2 Kps= [Pb]2+ . [Cl-]2 Kps= x. (2x)2 Kps= x. 4x2 Kps= 4x3 1 mol PbCl2----------- 278,1 gramas X ----------------- 0,110 gramas X= 3,95 x 10-4 mol de PbCl2 em 10 mL = 0,0395 mol em 1000 mL Solubilidade (mol/L)= 0,0395 Kps= 4x3 Kps= 4 (0,0395)3 Kps= 2,46 x 10-4 5. CONCLUSÃO Foi possível concluir, através do experimento, determinar a solubilidade molar (em mol/L) do cloreto de chumbo. Além disso, após descobrir a solubilidade em mol, torna- se mais fácil determinar a constante do produto de solubilidade do mesmo. 6. REFERÊNCIAS 1. Russel, John B. Química geral vol. 1 São Paulo: Pearson Education do Brasil, Makron Books, 1994; 2. BROWN, T.L., LEMAY, H. E., BURSTEN, B. E. Química, A Ciência Central. 9ª Edição, São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.