SEMINÁRIO SOBRE CÂNCER DE PELE - ANHANGUERA
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SEMINÁRIO SOBRE CÂNCER DE PELE - ANHANGUERA


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estomatológicas advindas da terapia antineoplásica.
http://medifoco.com.br/fotos-de-carcinoma-epidermoide-espinocelular/
3.4 MELANOMA
O melanoma é um tumor maligno originário dos melanócitos (células que produzem pigmento) e ocorre em partes como pele, olhos, orelhas, trato gastrointestinal, membranas mucosas e genitais. Um dos tumores mais perigosos, o melanoma tem a capacidade de invadir qualquer órgão, criando metástases, inclusive no cérebro e coração. Portanto, é um câncer com grande letalidade. 
O melanoma cutâneo tem incidência bem inferior aos outros tipos de câncer de pele, mas sua incidência está aumentando no mundo inteiro. Há diversos tipos clínicos de melanoma, como o melanoma nodular, melanoma lentigioso acral, melanoma maligno disseminado e melanoma maligno lentigo. 
Embora o câncer de pele seja o mais frequente no Brasil e corresponda a 25% de todos os tumores malignos registrados no país, o melanoma representa apenas 4% das neoplasias malignas do órgão, apesar de ser o mais grave. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), são estimados mais de 6 mil novos casos de melanoma por ano.
Existem quatro tipos principais de melanoma: 
O melanoma extensivo superficial é o tipo mais comum. Ele geralmente é plano e irregular, quanto ao formato e à cor, e ocorre em tons diferentes de preto e marrom. Ele pode se manifestar em qualquer idade ou região do corpo e é mais comum em pessoas de pele branca.
O melanoma nodular geralmente começa como uma área elevada de cor preta azulada ou vermelha azulada. Entretanto, alguns melanomas não apresentam cor alguma.
O melanoma lentigo maligno geralmente ocorre em idosos. Ele é mais comum em peles danificadas pelo sol na região do rosto, do pescoço e dos braços. As áreas de pele anormal geralmente são grandes, planas e têm aspecto bronzeado com áreas marrons.
O melanoma lentiginoso acral é a forma menos comum de melanoma, geralmente ocorre nas palmas, solas ou embaixo das unhas e é mais comum em afro americanos.
3.5 COMO PREVENIR
Evitar a exposição excessiva ao sol e proteger a pele dos efeitos da radiação UV são as melhores estratégias para prevenir o melanoma e outros tipos de tumores cutâneos.
Como a incidência dos raios ultravioletas está cada vez mais agressiva em todo o planeta, as pessoas de todos os fototipos devem estar atentas e se protegerem quando expostas ao sol. Os grupos de maior risco são os do fototipo I e II, ou seja: pele clara, sardas, cabelos claros ou ruivos e olhos claros. Além destes, os que possuem antecedentes familiares com histórico da doença, queimaduras solares, incapacidade para bronzear e pintas também devem ter atenção e cuidados redobrados.
A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda que as seguintes medidas de proteção sejam adotadas:
Usar chapéus, camisetas e protetores solares. 
Evitar a exposição solar e permanecer na sombra entre 10 e 16h (horário de verão). 
Na praia ou na piscina, usar barracas feitas de algodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta. As barracas de nylon formam uma barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam o material. 
Usar filtros solares diariamente, e não somente em horários de lazer ou diversão. Utilizar um produto que proteja contra radiação UVA e UVB e tenha um fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo.  Reaplicar o produto a cada duas horas ou menos, nas atividades de lazer ao ar livre. Ao utilizar o produto no dia-a-dia, aplicar uma boa quantidade pela manhã e reaplicar antes de sair para o almoço. 
Observar regularmente a própria pele, à procura de pintas ou manchas suspeitas. 
Consultar um dermatologista uma vez ao ano, no mínimo, para um exame completo. 
Manter bebês e crianças protegidos do sol. Filtros solares podem ser usados a partir dos seis meses.
4. PASSO 2
		O câncer é uma doença presente no dia a dia das pessoas. Pode ser prevenida e tratada e até curada. Neste trabalho foram agrupados informações referentes ao câncer de pele, suas características e aspectos, informando prevenções importantes no combate ao câncer de pele.
5. PASSO 3
Folder em anexo.
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Não costumamos pensar na pele como um órgão, mas é isso o que ela é: o maior órgão de nosso corpo, responsável pela troca de calor e água com o ambiente, encarregado de proteger os órgãos internos contra bactérias e de captar e enviar para o cérebro informações sobre calor, frio.
A falta de maiores informações sobre as neoplasias malignas de pele no Brasil impossibilita que se trace perfil da amplitude do problema. Isto também foi identificado nesta pesquisa como a falta de dados (a localização do tumor, descrição da lesão, o tipo de tratamento a que foram encaminhados, acompanhamento sobre o sucesso ou não do tratamento) ou registros incompletos nos documentos pesquisados. Entre os pacientes com melanoma de pele, a distribuição das lesões não se dá em áreas expostas ao sol como se observa entre os portadores de carcinomas basocelulares e tumores espinocelulares. 
Observa-se, porém, que o risco de melanoma, em áreas da pele que são pouco expostas ao sol, aumenta em decorrência de exposições intermitentes e intensas ao sol. Existem estudos, que mostraram que trabalhadores que não se expõem ao sol tiveram riscos iguais ou maiores do que os trabalhadores com atividades externas. Em nosso estudo a predominância de pacientes com algum tipo de câncer de pele está na faixa etária de 61 a 70 anos, não havendo prevalência de gênero. 
O carcinoma basocelular foi o tipo histológico mais representativo 85,05% dos casos diagnosticados. Em relação ao melanoma, que é um tumor maligno de alto grau, o valor obtido é de 14,94%. Em ambos os casos, a cirurgia é o tratamento mais recomendado. Contudo, dependendo da extensão, o carcinoma basocelular pode também ser tratado através de medicamento tópico ou radioterapia, de acordo com o INCA. Os resultados obtidos indicam que a prevenção primária do câncer cutâneo é o melhor procedimento para a população que se expõe ao sol, voluntariamente ou por necessidade.
REFERÊNCIAS
Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Coordenação Geral 
de Ações Estratégicas. Coordenação de Prevenção e Vigilância. Estimativa 
2012: incidência de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional de 
Câncer; 2011. Disponível em: http://www1.inca.gov.br/estimativa/2012/
estimativa20122111.pdf. Acessado em 2015 (15 set)
ANTONIO SANTINI, Luiz; CLAUDIO SANTOS THULER, Luiz. ABC do câncer. Rio de Janeiro: Instituto Nacional de Câncer (INCA) / Ministério da saúde; 2011. Disponível em: < http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/abc_do_cancer.pdf>. Acesso em: 16 set. 2015.
Como prevenir o câncer da pele. Rio de Janeiro: Portal da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Disponível em: < http://www.sbd.org.br/informacoes/sobre-o-cancer-da-pele/como-prevenir-o-cancer-da-pele/>. Acesso em 16 set. 2015.
PESSOA CHINEM, Valquiria; AMANTE MIOT, Hélio. Epidemiologia do carcinoma basocelula. Anais Brasileiros de Dermatologia; 2011. Disponível em < http://www.scielo.br/pdf/abd/v86n2/v86n2a13.pdf >. Acesso em 16 set. 2015.
Sinais e sintomas. Rio de Janeiro: Portal da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Disponível em: < http://www.sbd.org.br/informacoes/sobre-o-cancer-da-pele/sinais-e-sintomas/ >. Acesso em 16 set. 2015.
 
Referências Bibliográficas:
http://www.clinicaprietoluna.com.br/cirurgias/cancer-de-pele
http://www.bolsademulher.com/saude-mulher/saiba-identificar-pintas-que-podem-indicar-cancer-de-pele
http://www.diariodoscampos.com.br/cidades/2013/09/cancer-de-pele-atinge-120-mil-pessoas-em-2012/950410/
http://slideplayer.com.br/slide/292347/
Graduandos em Enfermagem:
Anna Waléria de Souza
RA: 2870936483
Bruna Nadyelle Dantas de Moura
RA: 2858146581
Emmily Luciane Gomes Rocha
RA: 2865962502
Fernanda Mota de Souza