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RESUMO DE CITOLOGIA 
CÉLULAS NORMAIS 
Células escamosas - Ectocérvice 
 
Diferentes tipos de células escamosas - A: células superficiais (setas); B: células intermediárias; C: 
células parabasais; D: células metaplásicas. (obj. 20x) 
 
Ectocérvice normal: células escamosas intermediárias basofílicas e células superficiais com citoplasma 
basofílico ou eosinofílico 
 
Ectocérvice normal: células escamosas intermediárias basofílicas e células superficiais eosinofílicas e 
basofílicas (setas). Notar as variações normais de tamanho dos núcleos. 
 
 
Ectocérvice normal: raras células escamosas intermediárias basofílicas e muitas células superficiais 
eosinofílicas e basofílicas. Notar que os tamanhos dos núcleos são diferentes. Duas células 
queratinizadas com citoplasma de cor acastanhada (setas). (obj. 20x) 
 
 
Esfregaço do meio do ciclo (fase ovulatória): muco cervical formando estruturas cristalizadas tipo folhas 
de samambaia e células escamosas superficiais eosinofílicas 
 
Fase luteínica com importante citólise e abundantes bacilos de Döederlein. Núcleos nus provenientes de 
células intermediárias e restos citoplasmáticos 
Células Glandulares – Endocérvice 
 
Um aglomerado de células glandulares com aspecto em favo-de-mel e núcleos nus em meio a muco. (obj. 
20x) - colunares 
 
Citologia em meio líquido: detalhes morfológicos de um aglomerado de células endocervicais colunares. 
(obj. 40x) 
 
Grupamento de células glandulares secretoras normais com padrão típico em favo de mel. (obj. 40x) 
 
Células endocervicais normais do tipo ciliadas 
 
Esfregaço coletado no período menstrual: aglomerado de células endometriais normais com núcleos 
pequenos e escuros, em meio a células escamosas. (obj. 20x) 
 
Comparação entre células endometriais (lado esquerdo) e células endocervicais colunares (lado direito). 
Células metaplásicas 
 
Esfregaço da zona de transição com algumas células escamosas metaplásicas. 
 
Células escamosas metaplásicas, uma delas apresentando um sulco longitudinal nuclear. 
 
Zona de transição (ZT): células escamosas metaplásicas em pequenos aglomerados ou isoladas e 
células escamosas basofílicas normais 
 
Esfregaço da zona de transição (ZT) mostrando um grupamento denso de células metaplásicas típicas 
circundadas por raras células escamosas basofílicas e polimorfonucleares 
Células inflamatórias como histiócitos e polimorfonucleares 
 
Endocérvice normal com inflamação leve: mistura de polimorfonucleares e histiócitos ou macrófagos. (obj. 
20x) 
 
Esfregaço endocervical normal porém inflamatório: um histiócito multinucleado entre numerosos 
polimorfonucleares. (obj. 20x) 
 
Cérvice normal: uma célula escamosa superfícial com citoplasma eosinofílico e polimorfonucleares, 
histiócitos (seta preta) e macrofágos (setas violetas). (obj. 40x) 
 
Endocérvice normal: histiócitos com citoplasmas micro-vacuolados. 
 
Doenças 
COCOS GRAM POSITIVOS - ESTAFILO E STREPTOCOCCUS SÃO OS MAIS COMUNS 
COCOS GRAM NEGATIVOS - NEISSERIA GONORRHOEAE: DIPLOCOCO. 
CAUSA BLENORRAGIA. INÍCIO DA INFECÇÃO ASSINTOMÁTICA OU COM EXSUDATO 
VAGINAL PURULENTO. EVOLUÇÃO PARA CERVICITE, BARTOLINITE, ABSCESSO 
TUBOOVARIANO OU PERITONITE - CONFIRMAÇÃO ATRAVÉS DE CULTURA 
MICROBIOLÓGICA. 
 
GARDNERELLA VAGINALIS 
BACILO GRAM NEGATIVO OU GRAM VARIÁVEL 
CAUSA A VAGINOSE BACTERIANA: PRURIDO, INFLAMAÇÃO DA MUCOSA, CORRIMENTO 
CINZENTO, HOMOGÊNEO E MAU CHEIROSO. 
ASPECTO CITOLÓGICO: CORA-SE DE AZUL PELA COLORAÇÃO DE PAPANICOLAOU. 
NUMEROSOS BACILOS RECOBREM PARCIAL OU TOTALMENTE A SUPERFÍCIE 
DAS CÉLULAS ESCAMOSAS (“CLUE CELL”), CONFERINDO-LHES COLORAÇÃO VIOLETA 
OU EOSINOFÍLICA. ESFREGAÇO RELATIVAMENTE LIMPO,COM POUCOS LEUCÓCITOS. 
 
Gardnerella vaginalis: as bactérias são visualizadas no fundo, principalmente encobrindo as células 
escamosas resultando em células indicadoras (clue cells) (setas). Não há citólise. Os polimorfonucleares 
são ausentes ou raros. 
 
Gardnerella vaginalis: as bactérias são visualizadas no fundo, principalmente sobre as células escamosas 
resultando em células indicadoras (clue cells). Os polimorfonucleares são ausentes ou raros. Uma célula 
intermediária com o núcleo aumentado. (obj. 20x) 
 
MOBILUNCUS 
BACILOS ENCURVADOS GRAM NEGATIVOS OU VARIÁVEIS 
ANAERÓBIOS ESTRITOS DE CRESCIMENTO LENTO COLONIZAM O TRATO GENITAL EM 
PEQUENOS NÚMEROS, MAS APARECEM EM ABUNDÂNCIA EM MULHERES COM 
VAGINOSE BACTERIANA “COMMA CELLS” (BACILOS SUPRACITOPLASMÁTICOS) 
 
 
 
CHLAMYDIA TRACHOMATIS 
OBRIGATORIAMENTE INTRACELULAR – PRESENÇA DE VACÚOLOS COM ELA DENTRO 
(COSTUMAM SER EOSINOFÍLICOS). 
AS INCLUSÕES CITOPLASMÁTICAS SÃO MELHOR VISUALIZADAS PELA COLORAÇÃO DE 
GIEMSA. PRECISA FAZER O DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL: NEOPLASIA 
 
 
 
ACTINOMICETOS 
BACTÉRIAS FILAMENTOSAS RAMIFICADAS, ANAERÓBICOS 
IDENTIFICADOS COM MAIS FREQUÊNCIA EM USUÁRIAS DE DIU. 
APRESENTAM-SE EM AGLOMERADOS DENSOS E ARREDONDADOS DE FILAMENTOS 
QUE SÃO MELHOR VISUALIZADOS NAS BORDAS DESSES AGLOMERADOS. SÃO 
RAMIFICADOS EM ÂNGULOS RETOS. APRESENTAM INFILTRADO DE 
PMN/MACRÓFAGOS, COM RARAS CÉLULAS GIGANTES. PODE FORMAR ABSCESSOS E 
EVOLUIR PARA ESTERILIDADE. 
 
 
Actinomicose: aglomerados típicos de material pseudofilamentoso. Esfregaço de uma mulher em uso 
de DIU. (obj. 40x) 
LEPTOTRIX VAGINALIS 
BACILOS GRAM NEGATIVOS ANAERÓBICOS. SÃO SEMELHANTES À LACTOBACILOS. SÃO 
SAPRÓFITAS E NÃO GERAM MODIFICAÇÕES CITOPATOLÓGICAS. 
PODEM ACOMPANHAR INFECÇÕES POR TRICHOMONAS VAGINALIS, CANDIDA SP E 
GARDNERELLA VAGINALIS 
 
 
Leptothrix vaginalis – Flora bacteriana constituída por longos bacilos 
 
CANDIDA ALBICANS 
LEVEDURA FREQUENTEMENTE ENCONTRADA EM VULVA, VAGINA E RARAMENTE 
ENCONTRADA NO COLO DO ÚTERO. 
FATORES PREDISPONENTES: GRAVIDEZ, OBESIDADE, DIABETES E TRATAMENTO COM 
IMUNOSSUPRESSORES, PODENDO ACOMPANHAR AS MANIFESTAÇÕES DE AIDS. 
PODE SER ASSINTOMÁTICO OU APRESENTAR-SE SOB FORMA DE LEUCORRÉIA 
CREMOSA, ESPESSA, COM PRURIDO E QUEIMAÇÃO. 
ASPECTO CITOLÓGICO: ALTERAÇÕES CELULARES DE VACUOLIZAÇÃO CITOPLASMÁTICA, 
HALO PERINUCLEAR, CONDENSAÇÃO DA CROMATINA, AGRUPAMENTO CELULAR 
AXIAL, PSEUDOEOSINOFILIA, LEUCÓCITOS DEGENERADOS, CÉLULAS PROFUNDAS. A 
CANDIDA É RECONHECIDA COMO ESTRUTURAS FILAMENTOSAS COM HIFAS, 
PSEUDOHIFAS E ESPOROS. OS ESPOROS SÃO OVALADOS MEDINDO DE 3 A 6 MM COM 
ZONA CLARA CENTRAL E MEMBRANA BEM DEFINIDA. AS HIFAS FORMAM 
AMARANHADOS VARIADOS, POR VEZES LONGOS E POR VEZES ACOMPANHADOS DE 
ESPOROS. 
 
 
(Cândida albicans): hifas e esporos em fundo inflamatório. 
 
hifas (seta violeta) e esporos (elipses) são evidentes nesse aumento. Células intermediárias com núcleos 
aumentados (seta preta), sugerem um ASC-US associado. (obj. 20x) 
TRICHOMONAS VAGINALIS 
PROTOZOÁRIO FLAGELADO, ENCONTRADO EM GENITAIS EXTERNOS FEMININO E 
MASCULINO. A INFECÇÃO É UMA DST, PODE PASSAR ASSINTOMÁTICO OU PASSAR POR 
FASES DE REMISSÃO. A SINTOMATOLOGIA É DE CORRIMENTO VAGINAL ABUNDANTE, 
MAL-CHEIROSO, AMARELOESVERDEADO. A MUCOSA VAGINAL E CERVICAL 
APRESENTA-SE COM PONTILHADO HEMORRÁGICO. PODE INFECTAR A BEXIGA E GERAR 
DISÚRIA. PODE-SE OBSERVAR MOBILIDADE NO EXAME A FRESCO. 
FATORES PRÉ-DISPONENTES: LESÕES TRAUMÁTICAS DO EPITÉLIO; ELEVAÇÃO DO PH 
VAGINAL. 
ASPECTO CITOLÓGICO: OS TRICHOMONAS VAGINALIS SE APRESENTAM COMO 
ESTRUTURA ARREDONDADA, PIRIFORME OU IRREGULAR, MEDINDO 10 A 20MM. 
CORA-SE EM AZUL OU ESVERDEADO (MAIS COMUMENTE EM CINZENTO); NÃO SE 
VISUALIZA FLAGELO. AS CÉLULAS EPITELIAIS MOSTRAM GRANDE EOSINOFILIA DO 
CITOPLASMA, COM HALOS AO REDOR DO NÚCLEO, CLAROS E ESTREITOS. EXISTE 
AUMENTO DO NÚMERO DE PARABASAIS NA MULHER JOVEM E AUMENTO DE CÉLULAS 
SUPERFICIAIS NA IDOSA. NO ESFREGAÇO ATRÓFICO, AS ALTERAÇÕES PODEM 
SIMULARLESÕES PRÉ-MALIGNAS. 
 
Fundo inflamatório, células escamosas com halo perinuclear claro e núcleo hipercromático de tamanho 
aumentado (seta violeta): infecção por Trichomonas vaginalis (seta preta: parasita). 
 
Ectocérvice inflamatória: em grande aumento, presença de Trichomonas vaginalis (seta). 
 
Ectocérvice inflamatória: presença de Trichomonas vaginalis (em forma de pera, seta). (obj. 40x 
 
Ectocérvice inflamatória: fundo inflamatório, células escamosas com halo perinuclear claro e núcleo 
aumentado e hipercromático (seta violeta): infecção por Trichomonas vaginalis (seta preta: parasitas 
visíveis). 
HERPES SIMPLEX 
VÍRUS DO TIPO 1 OU 2. DST COM INFECÇÃO PRIMÁRIA ASSINTOMÁTICA OU COM 
FEBRE, MIALGIAS E CEFALÉIA DE 2 A 3 SEMANAS E DEPOIS DESAPARECE. A CLÍNICA 
DEMONSTRA LESÕES COM PÁPULAS E VESÍCULAS, MÚLTIPLAS, PRESENÇA DE 
PÚSTULAS ULCERADAS, COALESCENTES, QUE DESAPARECEM EM TORNO DE 10 DIAS. 
PODE HAVER LINFOADENOPATIA REGIONAL. O CITOLÓGICO DEVE SER COLHIDO DAS 
BORDAS DA LESÃO E DO LÍQUIDO VESICULAR. 
ASPECTO CITOLÓGICO: CÉLULAS COM NÚCLEOS AUMENTADOS DE TAMANHO, DE 
ASPECTO HOMOGÊNEO, TINTOS EM AZUL PÁLIDO, COM ASPECTO DE VIDRO 
DESPOLIDO. A CROMATINA SE AGRUPA JUNTO AO ENVOLTÓRIO NUCLEAR E HÁ 
MULTINUCLEAÇÃO E AMOLDAMENTO NUCLEAR. NO PERÍODO FINAL DA INFECÇÃO 
OBSERVAM-SE INCLUSÕES NUCLEARES ÚNICAS, EOSINOFÍLICAS, VOLUMOSAS, COM 
HALO CLARO. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL: CÉLULAS TROFOBLÁSTICAS, CÉLULAS 
GIGANTES DE CORPO ESTRANHO, CÉLULAS ENDOCERVICAIS E CÉLULAS NEOPLÁSICAS. 
 
 
 
 
 
 
 
Infecção herpética: célula multinucleada (seta) com inclusão viral intranuclear. (obj. 20x 
 
Infecção herpética: células mononucleares com inclusão viral intranuclear (setas 
 
Infecção herpética: células mononucleares e multinucleadas com inclusão intranuclear com aspecto de 
vidro fosco e cromatina marginal. Amoldamento nuclear (seta 
 
Infecção herpética: células multinucleadas com núcleos borrados e aspecto de vidro fosco 
 
COMPARAÇÃO 
 
 
A: Cândida. B: Trichomonas vaginalis. C: Herpes. D: Gardnerella vaginalis. (obj. 40x) 
HPV LESÃO INTRAEPITELIAL DE BAIXO GRAU 
ACOMETE AS CÉLULAS BASAIS PQ ESTÃO COM A SÍNTESE DE PROTEÍNAS AUMENTADA. 
PODE OCORRER UMA DISPLASIA LEVE QUE PASSA A SER CHAMANDA DE LSIL. 
 
 Coilócitos - Lesão intra-epitelial escamosa de baixo grau. 
 
LESÕES INTRAEPITELIAIS DO COLO UTERINO 
DISCARIOSE: CÉLULA COM NÚCLEO ANORMAL E CITOPLASMA DIFERENCIADO 
(ASPECTO DE MALIGNIDADE CERVICAL INCIPIENTE). ANOMALIAS NUCLEARES DE 
AUMENTO DE VOLUME, IRREGULARIDADE DE FORMA E CONTORNO, HIPERCROMASIA 
E MULTINUCLEAÇÃO. COILOCITOSE. 
CARIOMEGALIA: CATEGORIA INTERMEDIÁRIA ENTRE A CÉLULA NORMAL E A CÉLULA 
DISCARIÓTICA, CARACTERIZADA POR AUMENTO DO TAMANHO NUCLEAR, SEM 
HIPERCROMASIA. 
CÉLULA CANCEROSA: PRESENÇA DE MODIFICAÇÕES NUCLEARES E CITOPLASMÁTICAS. 
NÚCLEO COM ALTERAÇÕES MAIS ACENTUADAS QUE O DA CÉLULA DISCARIÓTICA; 
MODIFICAÇÕES DO NUCLÉOLO (TAMANHO E NÚMERO); CITOPLASMA COM 
ALTERAÇÕES DE TAMANHO E DE FORMA. 
COILOCITOSE – CÉLULA SUPERFICIAL OU INTERMEDIÁRIA COM NÚCLEO 
HIPERCROMÁTICO, AMIÚDE HOMOGÊNEO, AUMENTADO DE VOLUME, ÀS VEZES 
MÚLTIPLO E CIRCUNDADO POR UM GRANDE HALO PERINUCLEAR COM CONTORNOS 
BEM ACENTUADOS. NA PERIFERIA DO HALO, O CITOPLASMA APRESENTA-SE COMO 
UMA ORLA DENSA, CIANÓFILA OU EOSINÓFILA. 
DISQUERATOSE – AGLOMERADOS DENSOS E ESPESSOS DE PEQUENAS CÉLSULAS 
ALONGADAS OU ELÍPTICAS, COM CITOPLASMA EOSINÓFILO. 
 
No epitélio escamoso 
ASC-US (significado indeterminado) 
 
 
Esfregaço ectocervical, discretamente inflamatório: célula intermediária com núcleo aumentado de volume 
e cromatina homogênea : 
 
A: ASC-US: célula escamosa eosinofílica com núcleo aumentado e hipercromático. B: ASC-US: célula 
escamosa eosinofílica com núcleo aumentado, mas com cromatina pálida. 
 
Ectocérvice inflamatória: célula intermediária binucleada e células intermediárias profundas com núcleos 
aumentados e densos: ASC-US 
 
ASC-US: duas células escamosas metaplásicas das camadas intermediárias profundas, com aumento 
nuclear, e cromatina mais densa e discretamente irregular (seta) 
ASC-H (não se pode afastar de lesão de alto grau) 
 
Esfregaço inflamatório com células escamosas parabasais com núcleos volumosos: ASC-H (elipse). 
 
Grandes grupamento de células atípicas imaturas, algumas com nucléolos (metaplasia imatura atípica 
(seta) ou reparação atípica?) e outras com morfologia mais colunar (linha pontilhada). Atipias de células 
escamosas (ASC-H) ou de células glandulares (AGC 
 
Pequeno grupamento coeso de células atípicas (metaplasia imatura) com núcleos aumentados de 
tamanho, hipercromasia e anisocariose. ASC-H. 
 
Grande grupamento celular com nucléolos proeminentes (reparação/metaplasia imatura): duas células 
basais atípicas isoladas (setas): ASC-H (HSIL?) 
LSIL – LESOES DE BAIXO GRAU (N-1) – DISPLASIA LEVE 
• ESTRUTURA EPITELIAL RELATIVAMENTE CONSERVADA, COM ANOMALIAS NÚCLEO-
CITOPLASMÁTICAS DISSEMINADAS EM TODA A SUA ESPESSURA. 
• NÚCLEOS MODERADAMENTE AUMENTADOS DE VOLUME, IRREGULARES E 
HIPERCROMÁTICOS. 
• MITOSES ATÍPICAS MAIS NUMEROSAS NAS CAMADAS PARABASAIS. 
• LESÕES CONDILOMATOSAS. 
CARACTERES ESSENCIAIS DAS LESÕES HISTOLÓGICAS PRÉ- MALIGNAS DO EPITÉLIO 
ESTRATIFICADO PAVIMENTOSO 
 MANUTENÇÃO, DIMINUIÇÃO OU AUSÊNCIA DE MATURAÇÃO CELULAR 
 ANOMALIAS DO NÚCLEO 
 TAMANHO DA RELAÇÃO NÚCLEO-CITOPLASMA 
 HIPERCROMASIA 
 ANISOCARIOSE 
 PRESENÇA DE MITOSES 
 MITOSES ATÍPICAS 
 COILOCITOSE: CROMATINA CONDENSADA, AUMENTO DO NÚCLEO, 
HALOPERINUCLEAR COM CONDENSAMENTO DO CITOPLASMA. 
 
Aspecto citológico: Preponderância de células 
ASPECTO CITOLÓGICO: DISCARIÓTICAS INTERMEDIÁRIAS E SUPERFICIAIS, COM 
NÚCLEOS MODERADAMENTE AUMENTADOS DE VOLUME E CROMATINA GRANULOSA 
OU RETICULAR HOMOGÊNEA. HIPERCROMASIA VARIADA, MEMBRANA NUCLEAR 
DENTEADA. NUCLÉOLOS APARENTES. RELAÇÃO NÚCLEOCITOPLASMA LIGEIRAMENTE 
AUMENTADA. CITOPLASMA TRANSPARENTE, CIANÓFILO OU ANFÓFILO, COM 
DISCRETAS VARIAÇÕES DE TAMANHO E FORMA. COILOCITOSE E DISCERATOSE PODEM 
ESTAR PRESENTES. 
 
A:LSIL E B:HSIL 
 
LSIL: células escamosas eosinofílicas com cavidade perinuclear vazia, circundada por citoplasma 
condensado e um núcleo moderadamente aumentado de tamanho: coilócitos típicos 
 
LSIL: grupo com um coilócito típico e duas células paraqueratóticas. (obj. 20x) 
 
 
Coilócitos típicos: células escamosas eosinofílicas, algumas delas apresentando cavidade perinuclear 
vazia circundada por citoplasma denso e núcleo moderadamente aumentado de tamanho (seta) (LSIL) 
 
LSIL: coilócito com núcleo volumoso e hipercromático 
HSIL (LESÕES DE ALTO GRAU) 
• EPITÉLIO ALTAMENTE REMANEJADO EM TODA SUA ESPESSURA, COM VARIAÇÕES 
QUALITATIVAS DO TAMANHO DAS CÉLULAS E DA INTENSIDADE DAS ANOMALIAS 
NUCLEARES E CITOPLASMÁTICAS. 
• DESAPARECIMENTO DA POLARIDADE CELULAR E MITOSE, EM TODAS AS CAMADAS 
DA LESÃO. 
• AS ANOMALIAS NÚCLEO-CITOPLASMÁTICAS SÃO CLASSIFICADAS EM 3 
TIPOS: 
- LESÕES DIFERENCIADAS QUERATINIZADAS 
CÉLULAS COM GRANDES NÚCLEOS HIPERCROMÁTICOS CIRCUNDADOS POR 
CITOPLASMA FORTEMENTE QUERATINIZADO. LOCALIZAM-SE AO NÍVEL EXOCERVICE, 
PODENDO ESTENDER-SE ATÉ A MUCOSA VAGINAL. 
- LESÕES COM CÉLULAS DE GRANDE TAMANHO 
CÉLULAS DE GRANDE TAMANHO, NÚCLEO VOLUMINOSO E HIPERCROMÁTICO, 
ENVOLTO POR CITOPLASMA POUCO ABUNDANTE. QUERATINIZAÇÃO PARCIAL. 
LOCALIZAM-SE AO NÍVEL DA JEC E PODEM AVANÇAR PARA A EXOCÉRVICE OU 
ENDOCÉRVICE. 
- LESÕES COM CÉLULAS DE PEQUENO TAMANHO 
POPULAÇÃO HOMOGÊNEA DE PEQUENAS E MÉDIAS CÉLULAS COM NÚCLEOS 
VOLUMOSOS, ALONGADOS. PROVÊM DAS CÉLULAS DE RESERVA ENDOCERVICAIS E 
NASCEM NA ENDOCÉRVICE. 
Lesões 
 
LESÓES MALPIGHIANAS QUERATINIZADAS 
MAIORIA DE CÉLULASCOM CITOPLASMA QUERATINIZADO, ESPESSO E DE CONTORNO 
IRREGULAR. ESCAMAS ANUCLEADAS. NUCLÉOLOS VISÍVEIS. NÚCLEOS GRANDES, 
MUITO HIPERCROMÁTICOS E DENSOS (NÚCLEOS EM “TINTA DA CHINA”), 
DE FORMA ARREDONDADA, ALONGADA, ELÍPTICA, IRREGULAR OU FUSIFORME. 
RELAÇÃO NÚCLEO-CITOPLASMA AUMENTADA. CÉLULAS COM FORMAS BIZARRAS. 
 
LESÕES DE CÉLULAS GRANDES 
OS ESFREGAÇOS MOSTRAM PRESENÇA DE CÉLULAS IMATURAS DE FORMA POLIGONAL, 
OVAL, ARREDONDADA, ELÍPTICA, IRREGULAR OU ALONGADA. TAMANHO 
COMPARÁVEL AO DAS PARABASAIS. NÚCLEOS DE FORMA OVAL, REDONDA OU 
IRREGULAR, AUMENTADOS DE VOLUME E HIPERCROMÁTICOS E REVESTIDOS POR 
MEMBRANA VISÍVEL, POR VEZES PREGUEADA. MULTINUCLEAÇÃO POUCO FREQUENTE. 
CROMATINA RETICULAR OU GRANULOSA, NÃO HOMOGÊNEA. ALGUNS NÚCLEOS TÊM 
ASPECTO OPACO. NUCLÉOLOS PEQUENOS OU NÃO VISÍVEIS. CITOPLASMA CIANÓFILO 
OU EOSINÓFILO, DE FORMA E TAMANHO IRREGULARES, ÀS VEZES VACUOLADO. 
RELAÇÃO NÚCLEOCITOPLASMA AUMENTADA COM A GRAVIDADE DA LESÃO. 
CARIORREXE. PICNOSE. 
 
LESÕES PEQUENAS CÉLULAS 
AGLUTINADOS DE PEQUENAS CÉLULAS COM ASPECTOS “SINCICIAIS”. NÚCLEOS 
VOLUMOSOS E RODEADOS POR UMA FINA ORLA CITOPLASMÁTICA (RELAÇÃO 
NÚCLEO-CITOPLASMA MUITO ELEVADA). CROMATINA EM AGLUTINADO, NÚCLEO 
GRANULOSO. NUCLÉOLOS ÀS VEZES VISÍVEIS. ISOLADAMENTE, ESSAS CÉLULAS. 
PODEM SER CONFUNDIDAS COM LINFÓCITOS, COM PEQUENAS CÉLULAS 
METAPLÁSICAS OU COM CÉLULAS ENDOMETRIAIS. 
 
A: LSIL. B: HSIL 
 
Células parabasais com núcleo aumentado, contornos nucleares irregulares, com anisocariose e 
anisocitose em uma população homogênea de células. HSIL 
 
Células parabasais com núcleo aumentado, contornos nucleares irregulares e cromatina grosseira. HSIL. 
 
HSIL: aglomerado de células parabasais e basais com núcleos aumentados, hipercromáticos e de 
contornos irregulares. 
 
HSIL: Células parabasais e basais em fila indiana, com núcleos aumentados, hipercromáticos e de 
contornos irregulares 
CARCINOMA ESCAMOSO 
 
Carcinoma escamoso invasor: células malignas pleomórficas, isoladas ou agrupadas, às vezes com 
núcleos nitidamente atípicos ou alongados. Fundo inflamatório, hemorrágico e necrótico 
 
Carcinoma escamoso invasor: aglomerado de células malignas pleomórficas pouco diferenciadas e uma 
célula isolada de morfologia anormal (seta). Fundo inflamatório, hemorrágico e necrótico. 
 
Carcinoma invasor bem diferenciado queratinizante: grupo de células malignas pleomórficas, 
moderadamente diferenciadas, por vezes alongadas, sem queratinização. 
 
Carcinoma escamoso invasor: células malignas pleomórficas, isoladas ou agrupadas, ocasionalmente 
queratinizadas (seta). Imagem de canibalismo (elipse) 
 
No epitélio glandular 
 
Esfregaço inflamatório e hemorrágico, contendo células glandulares atípicas conservando sua forma 
colunar, com núcleos volumosos (setas) 
 
Três células glandulares endocervicais, sendo uma delas atípica, com núcleo volumoso, de contornos 
regulares e cromatina homogênea. 
ADENOCARCINOMA IN SITU 
ADENOCARCINOMA IN SITU 
TRANSFORMAÇÃO MALIGNA DO EPITÉLIO CILÍNDRICO GLANDULAR. 
AS GLÂNDULAS MOSTRAM VARIAÇÕES MODERADAS DE TAMANHO E FORMA, ÀS 
VEZES COM PROJEÇÕES PAPILARES. AS CÉLULAS GLANDULARES, CILÍNDRICAS OU 
CÚBICAS, APRESENTAM NÚCLEOS VOLUMOSOS HIPERCROMÁTICOS. MITOSE RARA. 
SECREÇÃO MUCOSA DIMINUÍDA OU AUSENTE. ÁREAS DE EPITÉLIO CILÍNDRICO 
NORMAL AO LADO DE UM REVESTIMENTO PLURIESTRATIFICADO E NEOPLÁSICO SÃO 
COMUNS, ASSIM COMO NO EPITÉLIO SUPERFICIAL DA MUCOSA ENDOCERVICAL. 
EM 50% DOS CASOS, É ACOMPANHADO DE LESÕES INTRA-EPITELIAIS MALPIGHIANAS 
OU DE CARCINOMA EPIDERMÓIDE INVASIVO. 
 
CITOLOGIA 
OS ESFREGAÇOS SÃO CARACTERIZADOS POR AGLOMERADOS DE CÉLULAS CILÍNDRICAS 
REVELANDO PSEUDO-ESTRATIFICAÇÃO E ASPECTO PALIÇÁDICO TÍPICO. ELEMENTOS 
ISOLADOS CÚBICOS OU CILÍNDRICOS. OS NÚCLEOS SÃO MODERADAMENTE 
AUMENTADOS DE VOLUME, REDONDOS OU OVAIS, HIPERCROMÁTICOS, GRANULOSOS 
(10-15MM). MACRONUCLÉOLOS VISÍVEIS OU OCULTOS PELA DENSIDADE DA 
CROMATINA. MITOSE. CITOPLASMA PÁLIDO OU ESPUMOSO E CIANÓFILO. RELAÇÃO 
NÚCLEOCITOPLASMA VARIA. IMAGENS DE ROSETA COM CITOPLASMA. ABUNDANTE E 
CLARO DESLOCANDO O NÚCLEO PARA A BASE. 
 
 
Adenocarcinoma endocervical in situ (AIS): células endocervicais colunares atípicas, com núcleos 
volumosos, alongados e hipercromáticos. Aspecto típico em plumagem (feathering) e paliçada 
 
Adenocarcinoma endocervical in situ (AIS): células endocervicais colunares atípicas, com núcleos 
volumosos, alongados e hipercromáticos. Presença de aspecto em plumagem (feathering). Notar a 
presença de núcleos ligados ao grupamento celular por um filamento citoplasmático (seta) 
 
Adenocarcinoma endocervical in situ (AIS): células endocervicais colunares atípicas, com núcleos 
aumentados e alongados. Aspecto típico em plumagem (feathering) e paliçada (elipse). Notar a presença 
de núcleos ligados ao grupamento celular por um filamento citoplasmático (seta)

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