AUDITORIA TEORIA E EXERCÍCIOS COMENTADOS
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AUDITORIA TEORIA E EXERCÍCIOS COMENTADOS


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TEORIA E 
QUESTÕES 
COORDFNACÁO 
Vicen te Paulo 
Marce lo A l e x a n d r i n o 
I D I T n D A f W E D , I T O R A 
M É T O D O Vicente 
Marcelo 
AUDITORIA 
TEORIA E EXERCÍCIOS COMENTADOS 
abdri 
^ J^reito autoral 
Edi to r i a l 
N a c i o n a l 
O GEN I Grupo Editorial Nacional reúne as editoras Guanabara Koogan, Santos, LTC, Forense, 
ÍVlétodo e Forense Universitária, que publicam nas áreas científica, técnica e profissional. 
Essas empresas, respeitadas no mercado editorial, construíram catálogos inigualáveis, com 
obras que têm sido decisivas na formação acadêmica e no aperfeiçoamento de várias gerações 
de profissionais e de estudantes de Administração, Direito, Enfermagem, Engenharia, Fisioterapia, 
Medicina, Odontologia e muitas outras ciências, tendo se tornado sinônimo de seriedade e respeito. 
Nossa missão é prover o melhor conteúdo científico e distribuí-lo de maneira flexível e conve-
niente, a preços justos, gerando benefícios e servindo a autores, docentes, livreiros, funcionários, 
colaboradores e acionistas. 
Nosso comportamento ético incondicional e nossa responsabilidade social e ambiental são refor-
çados pela natureza educacional de nossa atividade, sem comprometer o crescimento contínuo e 
a rentabilidade do grupo. 
TEORIA E 
QUESTÕES 
D A V I BARRETO 
FERNANDO GRAEFF 
AUDITORIA 
TEORIA E EXERCÍCIOS COMENTADOS 
COORDENAÇÃO 
Vicente Paulo 
Marcelo Alexandrino 
0 1 EDITORA MÉTODO 
SAO PAULO 
V i c e n t e 
Marce lo 
© EDITORA MÉTODO 
Uma editora integrante do GEN j Grupo Editorial Nacional 
Rua Dona Erigida, 701, Vila Mariana - 04111-081 - São Paulo - SP 
Tel.; (11) 5080-0770 / (21) 3543-0770 - Fax: (11) 5080-0714 
Vis i te nosso si te: www.ed i t o rame todo .com.b r 
metodo@grupogen.com.br 
Capa: Ra fae l Molotievsctii 
Foto de capa: Businessman in the office - Celal Tebe r (sxc .hu) 
CIP-BRASiL . CATALOGAÇÃO NA F O N T E 
SINDICATO NACIONAL D O S E D I T O R E S DE LIVROS, RJ . 
C 8 7 3 p 
6 .ed . 
C o s t a , J o s é A r m a n d o da , 1940-
P r o c e s s o adminis t ra t ivo d i sc ip l inar : teor ia e prát ica / J o s é A r m a n d o d a C o s t a . - 6. 
e d . - Rio d e J a n e i r o : F o r e n s e , S ã o P a u l o : MÉTODO, 2 0 1 0 . 
Inclui bibliografia 
ISBN 9 7 8 - 8 5 - 3 0 9 - 3 3 1 8 - 0 
1. P r o c e s s o administrat ivo. 2. Direito adminis t ra t ivo - Brasil. 3. Brasil - S e r v i d o r e s 
públ icos - Disciplina. I. Título. 
10-4618. CDU; 342 .9 (81) 
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à sua edição (impressão e apresentação a fim de possibilitar ao consumidor 
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conceitos doutrinários, à s concepções ideológicas e referências indevidas são 
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é proibida a reprodução total ou parcial de qualquer forma ou por qualquer meio, 
eletrônico ou mecânico, inclusive através de processos xerográficos, fotocópia e 
gravação, sem permissão por escrito do autor e do editor 
Impresso no Brasil 
Printed in Brazil 
2011 
Aos meus pais e à minha esposa Carolina, por seu apoio e amor. 
Davi Barreto 
A Mercedes, minha mãe, e à Nicole, minha esposa, por todo o amor 
e paciência, sem os quais esta obra não seria possível. 
Fernando Graeff 
NòtadaEdítqraíqAc^ integrafrnentênéstaobra. 
NOTA DOS AUTORES 
A auditoria vem ganhando força ao longo dos anos como ferramenta para 
garantir transparência de empresas, instituições e governos aos diversos usuários 
externos que dependem de informações contábeis, financeiras e operacionais para 
a tomada de suas decisões. 
Nesse sentido, essa disciplina tem um peso cada vez maior nos principais 
concursos públicos, tais como: Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil (a 
partir de 2009 a Auditoria passou a fazer parte das disciplinas específicas, com 
peso 2), Auditor dos Fiscos Estaduais e Municipais, Auditor Federal de Controle 
Externo do Tribunal de Contas da União, Analista de Finanças e Controle da 
Controladoria-Geral da União, entre outros. 
Ressalte-se que, no final do ano de 2009, o Conselho Federal de Contabilidade 
(CFC) promoveu uma profunda modificação na estrutura das Normas Brasileiras de 
Auditoria com a publicação de 38 novas resoluções1, no intuito de alinhar as dispo-
sições brasileiras com os padrões intemacionais ditados pela International Federation 
of Accounting (IFAC). As novas normas serão aplicáveis aos balanços com exercícios 
findos a partir do dia 30 de dezembro de 2010, portanto, passarão a ser cobradas em 
provas de concursos públicos, em substituição à NBC T 11 e seus complementos. 
Muitas vezes, notamos que os alunos se esforçam muito tentando decorar as 
diferentes normas de auditoria, sem entender os conceitos e a lógica que envol-
vem essa disciplina \u2014 fato que se agrava quando nos deparamos com normas em 
constante evolução. 
Nessa obra, queremos mostrar que a auditoria é uma disciplina muito intuitiva 
e que, se conseguirmos entender os diferentes conceitos envolvidos e compreender 
como as normas se relacionam, não será difícil ter sucesso em qualquer prova de 
concurso, sem decorar textos normativos. 
Assim, nossa proposta é "traduzir" as diferentes normas, relacionando-as entre 
si e com os conceitos doutrinários que regem a disciplina. Dessa forma, vamos 
trazer uma visão sistemática e objetiva de toda a matéria, capaz de permitir que 
o aluno compreenda o significado das Normas Brasileiras de Auditoria. 
Por fim, temos a convicção de que com o estudo dessa obra você estará preparado 
para enfrentar os diferentes concursos que cobram essa importante disciplina, além 
disso, entenderá o que é auditoria e como essa importante técnica é aplicada. 
37 Normas de Auditoria Independente de Informação Contábil Histórica (NBC TA) e 1 Norma 
Brasileira de Contabilidade Profissional d o Auditor Independente (NBC PA). 
SUMÁRIO 
PARTE I 
O QUE É AUDITORIA? 
CAPÍTULO 1 - CONCEITOS GERAIS 17 
1.1. Origem e evolução da auditoria 17 
1.2. Tipos de auditoria 19 
1.2.1. Auditoria das demonstrações contábeis 19 
1.2.2. Auditoria de conformidade ou de compliance 20 
1.2.3. Auditoria operacional ou de gestão 21 
1.3. Auditoria independente versus auditoria interna 21 
1.4. Auditoria governamental 25 
CAPÍTULO 2 - AUDITORIA INDEPENDENTE DAS 
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 29 
2.1. Quando a auditoria independente das demonstrações contábeis é 
necessária? 32 
2.2. Risco de auditoria 34 
2.2.1. Riscos de distorção relevante 35 
2.2.2. Risco de detecção 37 
Exercícios comentados - Capítulos 1 e 2 40 
Exercícios \u2014 Capítulos 1 e 2 45 
PARTE II 
O QUE È CONTROLE INTERNO? 
CAPÍTULO 3 - CONTROLE INTERNO 53 
3.1. Definições gerais 53 
3.2. Princípios do controle interno 55 
\u2022 ; : , , ' AUDITORIA - D a v i Barre to e F e r n a n d o Graeff . : : 
3.2.1. Custo X Benefício do Controle 55 
3.2.2. Atribuição de responsabilidades 56 
3.2.3. Definição das rotinas internas 56 
3.2.4. Limitação do acesso aos ativos 57 
3.2.5. Segregação de funções 57 
3.2.6. Confronto dos ativos com os registros 58 
3.2.7. Amarrações do sistema 58 
3.2.8. Auditoria interna 58 
3.2.9. Limitações do controle interno 59 
3.3. Componentes do controle interno 59 
3.3.L Ambiente de controle 59 
3.3.2. Avaliação de riscos 60 
3.3.3. Informação e comunicação 61 
3.3.4. Atividade de controle 61 
3.3.5. Monitoramento de controles 61 
3.4. Avaliação do controle interno pelo auditor independente 62 
CAPÍTULO 4 - IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS RISCOS 
DE DISTORÇÃO RELEVANTE POR M E I O DO 
ENTENDIMENTO DA ENTIDADE E DO SEU 
AMBIENTE 65 
4.1. Entender o quê? 65 
4.1.1. Entendimento da entidade e do seu ambiente