113 Codigo de Praticas n 01 (2)
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CÓDIGO 
DE PRÁTICAS 
No 01
ALVENARIA 
DE VEDAÇÃO EM 
BLOCOS CERÂMICOS
CÓDIGO DE PRÁTICAS Nº 01
ALVENARIA DE VEDAÇÃO EM BLOCOS CERÂMICOS
FINEP \u2013 Financiadora de Estudos e Projetos
HABITARE \u2013 Programa de Tecnologia de Habitação
IPT \u2013 Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo S.A.
EPUSP \u2013 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
Ercio Thomaz
Cláudio Vicente Mitidieri Filho
Fabiana da Rocha Cleto
Francisco Ferreira Cardoso
2009
Agradecimentos
Agradecemos a participação dos diversos representantes do setor da construção civil, relaciona-
dos abaixo, na discussão e elaboração deste Código de Práticas piloto para alvenaria de vedação 
em blocos cerâmicos: 
ACERTAR \u2013 Associação das Cerâmicas de Tatuí e Região (Vanderlei Lopes, Francisco G. Malavasi);
ACERVIR \u2013 Associação das Cerâmicas Vermelhas de Itu e Região (Cristhian Ysemburg);
ANICER \u2013 Associação Nacional da Indústria Cerâmica (Carlos André F. Lanna; Luis Carlos Barbosa Lima);
ARCO \u2013 Assessoria em Racionalização Construtiva (Luis Sérgio Franco, Cynthia Kamei);
AsBEA \u2013 Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (José Edgar Pompeo);
CAIXA \u2013 Caixa Econômica Federal (Luiz Guilherme de Mattos Zigmantas, Marcel Minami Borges, 
Orlando Silva Filho);
CDHU \u2013 Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (Fabio 
Aquino Leme);
LÓGICA Engenharia (Richard Dantas Batista);
PAULA VIANNA Consultoria em Projetos S/C Ltda. (Paula Pinheiro de Toledo Vianna);
PETRA Arquitetura e Racionalização Construtiva LTDA (Monserrat Dueñas Pena);
SECOVI-SP \u2013 Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis 
Residenciais e Comerciais de SP (Ricardo Bunemer);
SENAI \u2013 Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial na Construção Civil (Marcelo Duarte da Silva);
Sindicercon \u2013 Sindicato da Indústria da Cerâmica para Construção do Estado de SP (Antônio 
Carlos Gomes Pereira, Walter Gimenez Félix);
Sinduscon-SP \u2013 Sindicato da Indústria da Construção Civil de Grandes Estruturas no Estado de 
SP (Erika Urbanjos);
TECNOLOGYS (Valério Paz Dornelles, Érico Rodrigo Cassiano, Luciana Sciani);
UEL - Universidade Estadual de Londrina (Fernanda Saffaro).
UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (Janaide Cavalcante Rocha);
ALVENARIA DE VEDAÇÃO EM BLOCOS CERÂMICOS
1. INTRODUÇÃO.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1
1. 1 DOS CÓDIGOS DE PRÁTICAS ................................................................................ 1
1.2 DAS ALVENARIAS DE VEDAÇÃO .............................................................................. 2
1.3 OBJETIVO ......................................................................................................... 3
1.4 CAMPO DE APLICAÇÃO ........................................................................................ 3
1.5 LIMITAÇÕES DE USO ........................................................................................... 4
1.6 TERMINOLOGIA .................................................................................................. 4
1.6.1 ALVENARIA DE VEDAÇÃO .................................................................................. 4
1.6.2 BISNAGA DE ASSENTAR .................................................................................... 4
1.6.3 BLOCO CERÂMICO DE VEDAÇÃO .......................................................................... 4
1.6.4 BLOCO CERÂMICO ESTRUTURAL .......................................................................... 4
1.6.5 BLOCO CERÂMICO VAZADO ................................................................................ 4
1.6.6 BLOCO COMPENSADOR ...................................................................................... 5
1.6.7 BLOCO DE AMARRAÇÃO ..................................................................................... 5
1.6.8 \u201cBONECA\u201d .................................................................................................... 5
1.6.9 CANALETA J .................................................................................................. 5
1.6.10 CANALETA U ............................................................................................... 5
1.6.11 CINTA DE AMARRAÇÃO ................................................................................... 5
1.6.12 COMPONENTES COMPLEMENTARES.................................................................... 5
1.6.13 CONTRAVERGA ............................................................................................. 5
1.6.14 ESCANTILHÃO .............................................................................................. 6
1.6.15 ESCANTILHÃO COM TRIPÉ ............................................................................... 6
1.6.16 ESCANTILHÃO TELESCÓPICO ............................................................................ 6
1.6.17 ESTICADOR DE LINHA ..................................................................................... 6
1.6.18 FINCA-PINOS ............................................................................................... 6
1.6.19 FIO TRAÇANTE ............................................................................................. 6
1.6.20 GRAUTE ...................................................................................................... 7
1.6.21 JUNTA A PRUMO ........................................................................................... 7
1.6.22 JUNTA DE CONTROLE ..................................................................................... 7
1.6.23 JUNTA EM AMARRAÇÃO .................................................................................. 7
1.6.24 JUNTA SECA ................................................................................................ 7
1.6.25 MEIA-CANA ................................................................................................. 7
1.6.26 MÓDULO (M) .............................................................................................. 7
1.6.27 PALETE ...................................................................................................... 8
1.6.28 \u201cPALHETA\u201d, MEIA-DESEMPENADEIRA OU RÉGUA DE ASSENTAR ............................... 8
1.6.29 TIJOLO CERÂMICO MACIÇO .............................................................................. 8
1.6.30 VÃO \u201cEM OSSO\u201d ........................................................................................... 8
1.6.31 VERGA ........................................................................................................ 8
1.6.32 VIDA ÚTIL (VU) .......................................................................................... 8
1.6.33 VIDA ÚTIL DE PROJETO (VUP) ....................................................................... 8
2. ETAPA DE SELEÇÃO DE MATERIAIS .......................................................... 9
2.1 BLOCOS CERÂMICOS .......................................................................................... 9
2.2 ARGAMASSA DE ASSENTAMENTO .......................................................................... 13
2.3 TELAS METÁLICAS ............................................................................................ 13
3. ETAPA DE PROJETO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
3.1 REQUISITOS E CRITÉRIOS DE DESEMPENHO ............................................................ 14
3.2 EXIGÊNCIAS E RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS DE PROJETO DE ALVENARIAS DE VEDAÇÃO .... 18
3.2.1 COORDENAÇÃO MODULAR HORIZONTAL E VERTICAL ............................................... 19
3.2.1.1 Disposição das paredes em relação aos pilares