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Regra RBNA 2006 Navegação Interior

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2-18 
100 – Aberturas na estrutura 2-18 
200 – Descontinuidades a evitar 2-18 
300 – Elementos pré - fabricados 2-18 
D2. Fabricação 
400 – Corte do aço 2-18 
100 – Solda a arco metálico com eletrodo revestido 2-18 
200 – Solda a arco submerso 2-19 
300 – Solda por eletro – escória 2-19 
400 – Solda por eletrogás 2-19 
500 – Solda a arco metálico com atmosfera gasosa 2-19 
600 – Solda a arco-tungstênio com atmosfera gasosa 2-19 
D3. Solda de chapas a 
topo 
700 – Processos especiais 2-20 
100 – Juntas em T e em cruz 2-20 
200 – Juntas sobrepostas 2-20 
300 – Juntas em bujão e ranhura 2-20 
D4. Solda em filetes 
400 – Dimensionamento 2-21 
100 – Ajustagem de montagem 2-34 
200 – Aberturas de passagem 2-34 
D – Princípios da 
construção 
D5. Montagem / Edifica-
ção 
300 – Acesso para trabalho e inspeção 2-34 
100 – Hipótese de cálculo 2-35 
200 – Definições 2-35 
Seção 2 – 
Estrutura 
E – Princípios de 
projeto dos sistemas 
estruturais locais 
E1. Cálculo direto / defi-
nições 
300 – Unidades utilizadas 2-35 
 
 Índice - 8 
 
Seções CAPÍTULOS SUBCAPÍTULOS ITEM Pág. 
100 – Esforços solicitante 2-35 
200 – Distribuição de esforços 2-35 
300 – Vão das vigas 2-35 
400 – Módulos para as condições de apoio das vigas 2-35 
500 – Borboletas 2-35 
E2. Configurações dos 
sistemas estruturais locais 
600 – Espaçamento padrão de enrijecedores 2-36 
E3. Carregamentos 100 – Abordagem 2-36 
100 – Equação geral para espessuras 2-37 E4. Equação geral para 
espessuras e módulo re-
sistente de vigas 200 – equação geral para módulos resistentes 2-37 
100 - Espessura 2-37 
200 – Proporções e detalhes de vigas 2-37 
300 – Módulo de vigas laminadas 2-37 
E – Princípios de 
projeto dos sistemas 
estruturais locais 
E5. Seleção dos escanti-
lhões a utilizar 
400 – Módulo de vigas fabricadas 2-38 
100 – Espessura do fundo nas extremidades 2-40 
200 – Espessura do meio fundo a meia nau 2-40 
300 – Quilha 2-40 
400 – Conexão ao cadaste e à roda de proa 2-40 
500 – Hastilhas, longitudinais, longarinas e hasti-
lhas gigantes de fundo simples 
2-40 
600 – Teto do fundo duplo 2-41 
F1. Fundo e fundo duplo 
700 – Hastilhas, longitudinais, longarinas e hasti-
lhas gigantes de fundo duplo 
2-41 
100 – Definições 2-42 
200 – Carregamentos 2-42 
300 – Chapeamento de AECs 2-42 
400 – Prumos AECs 2-42 
500 – Disposições para ATQs 2-43 
600 – Chapeamento de ATQs 2-44 
700 – Prumos de ATQs 2-44 
F2. Anteparas 
800 – Tanques avulsos 2-44 
100 – Espessura do costado 2-44 
200 – Cavernas verticais 2-44 
300 – Cavernas horizontais 2-45 
400 – Escoas que suportam cavernas verticais 2-45 
500 – Cavernas gigantes 2-45 
600 – Cavernas reforçadas 2-46 
F3. Costado 
700 – Caverna gigante suportando vau gigante em 
balanço (Cantilever) 
2-46 
100 – Espessura de convés nas extremidades 2-47 
Seção 2 – 
Estrutura 
F – Dimensiona-
mento por sistemas 
da estrutura 
F4. Convés 
200 – Espessura de convés resistente a meia nau 2-47 
 
 Índice - 9 
 
Seções CAPÍTULOS SUBCAPÍTULOS ITEM Pág. 
300 – Espessura de convés de coberta 2-47 
400 – Vaus e vigas transversais 2-47 
500 – Longitudinais e sicordas 2-47 
600 – Braçola de escotilha 2-47 
F4. Convés 
700 – Pilares 2-48 
100 – Cadaste da barra 2-48 
200 – Cadaste da chapa 2-48 
300 – Soleira de cadaste 2-48 
400 – Bosso estrutural, suporte de pino inferior do 
leme 
2-49 
500 – Suporte de leme semi-suspenso 2-49 
600 – Bosso do tubo telescópio 2-49 
F5. Estrutura de popa 
700 – Pés de galinha 2-49 
100 – Roda de proa de chapa 2-49 
200 – Roda de proa de barra 2-49 
300 – Fundo plano a vante 2-49 
F6. Estrutura de proa 
400 – Outros reforços 2-49 
100 – Configuração 2-49 
200 – Chapeamento de anteparas externas 2-50 
300 – Prumos de anteparas externas 2-50 
400 – Chapeamento de convés 2-50 
500 – Vigas 2-50 
F7. Superestruturas e ca-
sarias 
600 – Pilares 2-50 
F – Dimensiona-
mento por sistemas 
da estrutura 
F8. Resumo de fórmulas 
para dimensionamento 
local 
100 – Fórmulas e aplicação 2-50 
G1. Abordagem 100 – Aplicação 2-52 
100 – Navios tipo “B” 2-52 
200 – Navios tipo “B” especiais e tipo “C” 2-52 
G2. Configuração da es-
trutura global 
300 – Navios e barcaças tipo “A” 2-52 
100 – Momento fletor longitudinal total 2-52 
200 – Momento em águas calmas 2-52 
300 – Momento em ondas 2-53 
G – Princípios de 
projeto da viga navio 
G3. Carregamentos da 
estrutura global 
400 – Momento total 2-53 
100 – Extensão dos escantilhões a considerar 2-55 
200 –Aplicação 2-55 
300 – Módulo mínimo 2-55 
400 – Inércia mínima 2-55 
H1. Resistência da seção 
mestra 
500 – Cálculo do módulo efetivo 2-55 
100 – Tensões no convés 2-57 
Seção 2 – 
Estrutura 
H – Dimensiona-
mento global da viga 
navio 
H2. Verificação da resis-
tência longitudinal 200 – Tensões em topo de braçola contínua e de 
tronco 
2-57 
 Índice - 10 
 
Seções CAPÍTULOS SUBCAPÍTULOS ITEM Pág. 
100 – Configuração 2-58 I1. Jazentes de motores de 
propulsão, de caixas redu-
toras e de mancais de es-
cora 
200 – Orientação para escantilhões 2-58 
100 – Aplicação de esforços em mastros e em colu-
nas suportes de guindastes 
2-58 
200 – Borda falsa 2-58 
I2. Mastros e outros com-
plementos 
300 – Tensão do material 2-58 
100 – Forças do movimento do navio 2-58 
200 – Acelerações, forças induzidas e valores 2-58 
I – Complementos 
da estrutura 
I3. Reforços para movi-
mentos do navio 
300 – Tensão no material 2-58 
T1. Inspeções de materi-
ais 
100 – Abordagem 2-59 
T2. Inspeções da constru-
ção 
100 – Elementos de submontagens 2-59 
100 – Condições ambientais 2-60 
200 – Supervisão da soldagem 2-60 
300 – Proteção individual 2-60 
T3. Inspeção da soldagem 
de produção 
400 – Seqüência de soldagem 2-60 
100 – Montagem 2-60 
200 – Pré-aquecimento 2-60 
300 – Limpeza da juntas 2-60 
400 – Soldas provisórias e ponteamentos 2-60 
500 – Goivagem 2-61 
600 – Martelamento 2-61 
T4. Preparação para a 
soldagem 
700 – Tratamento térmico 2-61 
100 – Qualidade das soldas 2-61 
200 – Ensaios não destrutivos 2-61 
T5. Inspeção da soldagem 
300 – Reparos das soldas 2-61 
100 – Locais de testes 2-63 
Seção 2 – 
Estrutura 
T – Inspeções e tes-
tes 
T6. Teste de estanqueida-
de e de resistência estru-
tural 
200 – Pressão nos testes 2-63 
A – Abordagem A1. Aplicação 100 – Natureza dos sistemas 2-65 
100 – Sistema de manuseio de carga ou de serviço 2-65 
200 – Sistema de fundeio, amarração e reboque 2-65 
300 – Sistema de manobra 2-65 
400 – Salvatagem 2-65 
500 – Prevenção e combate a incêndio 2-65 
600 – Abertura do casco – proteção e fechamento 2-65 
B1. Documentação para o 
RBNA 
700 – Acessórios do casco 2-65 
B2. Regulamentação 100 – Aplicação 2-65 
Seção 3 – 
Equipa- 
mentos de 
casco 
B – Documentos, 
regulamentação e 
normas 
B3 – Normas 100 – Normas industriais 2-66 
 
 Índice - 11 
 
Seções CAPÍTULOS SUBCAPÍTULOS ITEM Pág. 
C1. Materiais para equi-
pamentos do casco 
100 – Aplicação 2-66 C – Materiais e 
mão-de-obra 
C2. Mão-de-obra 100 – Aplicação 2-66 
100 – Aplicação 2-66 
200 – Definições 2-66 
300 – Arranjos 2-66 
D1. Manuseio de carga ou 
de serviço 
400 – Hipóteses de projeto 2-66 
100 – Aplicação 2-67 
200 – Arranjos 2-67 
300 – Numeral do equipamento 2-67 
400 – Seleção de instalação de âncoras 2-67 
500 – Seleção de amarras 2-68 
600 – Seleção de molinete 2-68 
700 – Cabos de amarração e reboque 2-69 
D2. Fundeio, amarração e 
reboque 
800 – Sobressalentes 2-69

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