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1094659 TCCPROJETO 0 217777

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CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL UNINTER
 
Nome: Andreia Martins Ribeiro
RU: 1094659
1 TEMA
	Educação inclusiva: da exclusão à inclusão.
1. 1 DELIMITAÇÃO DO TEMA
	A educação inclusiva: a história, o papel social da escola e a falta de formação adequada aos educadores no atendimento a esses alunos.
2 PROBLEMATIZAÇÃO
	O que é preciso para que a inclusão realmente aconteça como prática educativa?
3 JUSTIFICATIVA
	O tema pesquisado gera ainda muita discussão sobre sua teoria e prática. Os alunos com necessidades especiais, tem seu direito a freqüentar a escola regular assegurado por lei, mas as escolas na sua maioria, não estão preparadas para atender tais alunos, pela falta de infraestrutura adequada e pela falta de qualificação adequada dos professores nesse assunto.
	Dessa forma, a pesquisa sobre inclusão visa colaborar com o ensino-aprendizagem desses alunos e mostrar a necessidade do respeito às diferenças.
	Conhecendo a história da inclusão escolar veremos que muito já foi feito, mas ainda há muito a fazer para proporcionar a esses alunos um ensino de qualidade.
4 OBJETIVOS
4.1 OBJETIVO GERAL
	Identificar e analisar a história da inclusão, e o que esta sendo feito para adequar escolas e professores a educação inclusiva, sendo que esta faz \parte do cotidiano escolar.
4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Apresentar os aspectos teóricos da educação inclusiva e sua história;
Analisar como tem sido realizado o trabalho de inclusão nas escolas regulares;
Analisar o que tem sido feito pelos professores para se adequar a essa realidade.
5 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
	Pessoti (1984) afirma que, embora a Antiguidade não traga muitas referências quanto aos portadores de deficiência, sabe-se que em Esparta crianças com deficiências físicas ou mentais eram consideradas subumanas, o que fazia com que eles eliminassem ou abandonassem tais crianças. Portanto, pode-se dizer que não havia interação com tais indivíduos.
	Já na Idade Média como afirma Mendes (1995), foi uma fase de institucionalização, em que as pessoas que portassem algum tipo de deficiência, ficavam agregados e protegidos, em instituições residenciais.
	No Renascimento, surgem as primeiras escolas residenciais de cegos, surdos e débeis mentais. Assim nas palavras de Pereira (1993) “se acreditava que se conseguiria, através da Educação Especial, resolver a maioria dos males provenientes da deficiência”.
	Já no Brasil a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei N° 4.024/61, garantiu o direito dos “alunos com necessidades educativas especiais”, à educação, estabelecendo em seu Artigo 88 que para integrá-los na comunidade esses alunos deveriam enquadrar-se, dentro do possível, no sistema geral de educação.
	É importante considerar que os professores do Ensino Regular consideram-se sem competência para atender essas diferenças na sala de aula.
	De acordo com Mantoan (2003, p.67), “a inclusão não prevê a utilização de práticas de ensino escolar específicas para esta ou aquela deficiência e/ou dificuldade de aprender”.
6 METODOLOGIA
	O presente projeto tem como base a pesquisa bibliográfica, a partir de publicações sobre o tema em documentos impressos como livros, teses, artigos e leis.
REFERÊNCIAS
PESSOTI, I. Deficiência mental: da superstição à ciência. São Paulo: T. A. Queiroz: Editora da Universidade de São Paulo, 1984.
MENDES, E. G. Deficiência mental: a construção científica de um conceito e a realidade educacional. 1995. Tese (Doutorado em Psicologia) Universidade de São Paulo, 1995.
PEREIRA, L. M. Evolução Histórica da Educação Especial. In Integração Escolar, Coletânea de Textos. Lisboa: FMH/UTL, 1993.
_______. Ministério da Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. LDB 4.024, de 20 de dezembro de 1961.
MANTOAN, M. T. E. Inclusão Escolar de deficientes mentais: que formação para professores? In: Mantoan, Maria Teresa Egler. (org.) A integração de pessoas com deficiência: contribuições para uma reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnon; SENAC, 1997.	Comment by Sidney: Valeu pelo esforço, parabéns!