A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
35 pág.
APOSTILA PALPATÓRIA 2 (2)

Pré-visualização | Página 1 de 12

ORIGINAL 
ORIGINAL 1 
ANATOMIA PALPATÓRIA 
 
UNIDADE I - CINTURA ESCAPULAR E OMBRO 
 
 
CINTURA ESCAPULAR 
 
Osteologia 
 
 Clavícula 
 Extremidades mediais, diáfise, extremidades laterais 
 Escápula 
Ângulo inferior, borda lateral ou axilar, borda medial ou vertebral, ângulo superior, espinha da 
escapula, acrômio e processo coracóide 
 Úmero (Extremidade Superior) 
Tubérculo maior e menor e tendão da porção longa do bíceps 
 
Clavícula: 
 
Extremidades mediais; 
 _ Paciente  sentado ou em d.d. de frente para o terapeuta; 
 _ Terapeuta  
_ Palpação  palpar as extremidades mediais das clavículas com os polegares, mãos 
pronadas contornando os ombros; 
Verificar mobilidade ântero-posterior; 
 
Extremidades laterais: 
_ Paciente  
_ Terapeuta  
_ Palpação 
percebe a convexidade anterior (1/3 medial) e concavidade anterior (1/3 lateral) 
até as extremidades laterais imediatamente antes do limite lateral, encontra-se 
a tuberosidade (no ponto de inserção do trapézio superior). Logo após há uma 
depressão que corresponde à extremidade lateral da clavícula aonde ela se 
articula com o acrômio. 
 
Escápula: 
Ângulo inferior, borda lateral e medial 
_ Paciente 
apoiado nas costas, de costas par o terapeuta. 
_ Terapeuta  
_ Palpação  com a mão sensitiva, encaixar a região da mão compreendida entre o 
polegar e o indicador. Se for a mão direita palpando a escápula direita, o 
polegar corresponderá à borda medial e o indicador à borda lateral. 
 
Ângulo superior 
_ Paciente  de costa para o terapeuta, sentado ou d.v.; 
_ Terapeuta  
_ Palpação 
se encontra 2 dedos acima da raiz da espinha da escápula. 
 
 
 
ORIGINAL 
ORIGINAL 2 
Espinha da escápula 
_ Paciente  
_ Terapeuta  idem à palpação anterior; 
_ Palpação  palpar a espinha da escápula de medial para lateral, medialmente no seu 
limite, encontra-se a raiz da espinha da escápula. Lateralmente, encontra-se o 
ângulo da espinha que representa o limite entre a espinha e o acrômio que é a 
sua continuidade. 
 
Acrômio 
_ Paciente  
_ Terapeuta  idem à palpação anterior; 
_ Palpação  palpar o acidente que é a continuação natural da espinha da escapula. 
 
Processo coracóide 
_ Paciente  sentado ou em d.d., de frente para o terapeuta; 
_ Terapeuta  de frente para o paciente; 
_ Palpação  o terapeuta colocará seu dedo sensitivo sobre o sulco delto-peitoral, 2 
dedos abaixo da clavícula. Aí se encontra p processo coracóide. 
 
Úmero (Extremidade superior): 
 
Tubérculo maior e menor e tendão da porção longa do bíceps 
_ Paciente  sentado, braço ao longo do corpo, cotovelo a 90º em rotação neutra; 
_ Terapeuta  ao lado do paciente ou em frente a ele; 
_ palpação  na região anterior proximal do úmero, o terapeuta palpará transversalmente 
a porção longa do bíceps. A seguir o terapeuta deposita sua mão sensitiva na 
face anterior da região superior do úmero e realizará rotação medial para palpar 
o tubérculo maior do úmero e realizará rotação lateral para palpar o tubérculo 
menor do úmero. 
 
Artrologia: 
 Articulação esterno-clavicular 
_ Paciente sentado ou em d.d. de frente para o terapeuta; 
_ Terapeuta de frente para o paciente; 
_ Palpação Idem à da extremidade medial da clavícula, apenas deslocando o dedo 
sensitivo medial e caudalmente. 
 
 Articulação acrômio-clavicular 
_ Paciente sentado ou em d.d. de frente para o terapeuta; 
_ Terapeuta de frente para o paciente; 
_ Palpação Idem à palpação da extremidade lateral da clavícula, entre esta e o 
acrômio. 
 
 Ligamento interclavicular 
_ Paciente sentado ou d.d., de frente para o terapeuta; 
_ Terapeuta de frente para o paciente; 
_ Palpação o dedo sensitivo palpará o ligamento interclavicular entre as 2 clavículas, 
sobre o manúbrio. 
 
 
 
 
 
ORIGINAL 
ORIGINAL 3 
 Ligamento acrômio-clavicular 
_ Paciente sentado ou d.d., de frente para o terapeuta; 
_ Terapeuta de frente para o paciente; 
_ Palpação o dedo sensitivo do terapeuta encontra-se entre a extremidade lateral da 
clavícula e o acrômio. 
 
 Bursa sub-acromial 
_ Paciente sentado com o braço em extensão ou d.d., de frente para o terapeuta; 
_ Terapeuta de frente para o paciente; 
_ Palpação delimita-se a extremidade anterior do acrômio, imediatamente abaixo deste 
encontra-se a bursa sub-acromial. 
 
 Articulação escápulo-torácica 
_ Paciente preferencialmente em d. lateral, de costas para o terapeuta ou de frente 
para o terapeuta; 
_ Terapeuta de frente para o paciente; 
_ Palpação palpa-se a borda medial da escápula e segure-a fazendo mobilizações 
verificando a mobilidade da escapula no gradil costal. 
 
 
Nota: Os demais ligamentos presentes na região não podem ser palpados diretamente, pois 
nessa região há muita interposição de tecidos. 
 
 
Miologia 
 
 Músculos que ligam o Membro Superior, Cintura Escapular à Coluna Vertebral: 
Trapézio, grande dorsal. rombóide maior, rombóide menor, levantador da escápula 
 
Nome Origem Inserção Ação 
 
 
Trapézio 
Linha nucal sup 
Prot. Occipital ext, Ligam nucal 
E proc. espinhosos de todas 
cervicais e torácicas 
 
1/3 lat da clavícula, 
acrômio e esp. da 
escápula 
Eleva e gira 
superiormente 
Retração 
Depressão da 
escapula 
Levantador da 
Escápula 
Tubérculo post do processo 
transverso das 4 1as. vért. 
cervicais 
Borda medial da 
escápula, da espinha 
até o âng.superior 
 
Eleva a escápula 
Rombóide maior e 
menor 
Pr. Espinhosos da 7ª vért. 
cervical e 5 1ªs vert. Torácicas 
Borda medial da 
escápula, da espinha 
até o âng. Inferior 
Elevam e retraem 
a escápula 
 
Grande Dorsal 
Pr. Espinhosos das 6 ult. vért. 
tor., crista ilíaca e fáscia 
toracolombar 
Crista do tubérculo 
menor e assoalho do 
sulco intertubercular 
Extensão, adução e 
rot. medial do braço 
 
Trapézio 
Palpação global do trapézio - fibras superiores, médias e inferiores. Paciente em pé ou 
sentado de costas para o terapeuta. Fisio - pede ao paciente para elevar os braços simultaneamente, 
atingindo aproximadamente 100° de abdução da articulação do ombro e de forma concomitante deve 
realizar um esforço de adução escapular, os cotovelos deverão estar flexionados. 
 
 
ORIGINAL 
ORIGINAL 4 
Latíssimo do dorso (Grande Dorsal) 
Paciente em pé, braço homolateral apoiado no ombro do terapeuta. Fisio - de frente para 
a região axilar do paciente. O paciente abaixará seu braço contra o ombro do terapeuta. O grande 
dorsal se tornará proeminente e facilmente palpável. 
 
Rombóide maior 
Paciente em pé, sentado ou em DV, com o braço em rotação medial, cotovelo flexionado 
e com o antebraço apoiado atrás do tronco. Fisio - ao lado do paciente, uma das mãos apoiada um 
pouco acima do cotovelo do paciente. A mão sensitiva irá palpar a partir da borda vertebral da 
escápula, ao nível de seu ângulo inferior. O terapeuta pedirá ao paciente um esforço em adução de 
escápula (retroversão de ombro) e resistirá ao movimento na região do cotovelo já que 
automaticamente este se desloca para trás. 
Obs.: se a palpação for feita próxima ao ângulo inferior da escápula, a palpação será direta porque 
nesta região o rombóide maior é superficial. 
Alguns autores afirmam que o rombóide menor não é perceptível à palpação devido ao fato dele ser 
recoberto pelas fibras medias do trapézio que é responsável pelo movimento de adução da escapula, 
o mesmo que é realizado pelo rombóide menor. 
 
Levantador da Escápula 
Paciente sentado com o antebraço apoiado na coxa, de costas para o terapeuta ou em 
D.D. O terapeuta localiza a borda vertebral da escápula, a nível do angulo da raiz da espinha da 
escápula, 2 dedos acima deste ponto. Esta palpação é a de seu ponto de inserção escapular. 
 
 Músculos que ligam o Membro Superior e Cintura escapular às paredes torácicas anterior e 
lateral: 
 Peitoral maior, peitoral menor, subclávio, serrátil anterior 
 
Nome Origem Inserção Ação 
 
Peitoral Menor 
 
Da 2ª a 5ª costela, próximo à 
união da

Crie agora seu perfil grátis para visualizar sem restrições.