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EAD - ABORDAGENS HUMANISTAS EM PSICOLOGIA

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Pergunta 2
Fritz Perls (1988) considera que “se não nos podemos compreender nem entender o que fazemos, não podemos pretender resolver nossos problemas nem esperar viver vidas gratificantes” (p. 17). Por essa razão, a Gestalt-terapia deve repousar sobre fundamentos claros e compreensíveis, ao invés de obscuros e irracionais. A Gestalt-terapia por ele iniciada segue algumas premissas básicas. Indique-as abaixo:
A autorregulação, que é o processo pelo qual o organismo interage com o meio.
A homeostase, segundo a qual o organismo busca permanecer em equilíbrio e evitar o desequilíbrio.
O conceito de Gestalt, que se refere ao todo figura-fundo.
A projeção, a partir do qual o organismo projeta no ambiente os significados que lhe são satisfatórios. 
São premissas da Gestalt-terapia apenas:
	
	a.
	I, III e IV.
	
	b.
	II e IV.
	
	c.
	I, II e IV.
	
	d.
	I e III.
	
	e.
	I e II.
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Pergunta 3
Há, segundo Carl Rogers, três condições que devem estar presentes para que se crie um clima facilitador de crescimento – autenticidade, aceitação incondicional e compreensão empática. Estas condições são fundamentais para o evento de uma relação psicológica que privilegie a questão do sentido, portanto com fortes matizes humanistas. Assinale a alternativa que estabelece uma correlação correta entre estas atitudes e suas definições:
	
	a.
	O psicólogo trabalha para tranquilizar seu interlocutor, aliviar sua angústia, apaziguá-lo. Assim cria-se uma atmosfera positiva, demonstrando que os sentimentos não se justificam, que o problema pode ser minimizado.
	
	b.
	Quanto mais o psicólogo for ele mesmo na relação com o outro, quanto mais puder remover as barreiras profissionais ou pessoais, maior a probabilidade de que ocorram mudança 
e crescimento de um modo construtivo.
	
	c.
	Implica uma série de atitudes do psicólogo, principalmente atitudes de despojamento de valores, conceitos e ideias. O psicólogo precisa ajudar o cliente a perceber as suas atitudes que vão contra a moral vigente.
	
	d.
	O psicólogo/facilitador deseja que o cliente expresse o sentimento que está ocorrendo no momento, qualquer que seja ele – confusão, ressentimento, medo, raiva, coragem, amor ou orgulho. O psicólogo tem a tarefa de organizar junto com o paciente seus sentimentos e pensamentos, condicionados pelo papel desempenhado pelo psicólogo.
	
	e.
	Quanto mais o psicólogo demonstrar sua competência técnica, revelando, assim, suas opiniões sobre as dificuldades dos envolvidos no trabalho realizado, aliviará a angústia, criando uma atmosfera de confiança a partir do psicólogo/facilitador como modelo que inspira segurança.
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Pergunta 4
Nas primeiras sessões, Fernanda parece não conseguir dizer o que quer dizer e se perde entre palavras chegando a dizer, entretanto, coisas que parecia não querer dizer. Seu discurso compõe frases como: não sei por que estou aqui; acredito que ninguém pode me ajudar; ninguém me ajuda; estou sozinha; diga-me o que fazer. Parece que Fernanda perdeu o sentido de quem é, e principalmente, de quem deve viver a sua vida. Suas demandas incluíam solicitações que se perdiam num mundo dos porquês e das tentativas de explicações em busca de uma cura para tudo que estava acontecendo em sua vida, uma vida que muitas vezes não identificava como sendo dela própria.
A partir da perspectiva da Gestalt-terapia, leia atentamente as afirmações abaixo sobre o modo como se abordaria esta situação terapêutica:  
Fernanda pede explicações e se perde nos porquês, pois não observa e não parece saber descrever o que está fazendo e como (aqui e agora).
Fernanda perde o sentido de quem é, pois não está consciente (awareness) de sua situação existencial.
Fernanda busca explicações e justificativas, pois não se reconhece como autora de sua própria vida.
Fernanda perde o sentido de quem é, pois parece ter traumas infantis importantes que precisam ser analisados.
Fernanda espera que o terapeuta lhe diga quem ela é, dado que esse é o papel do terapeuta na Gestalt-terapia.
Apresentam leituras corretas dos fenômenos clínicos apresentados somente as afirmações:
	
	a.
	I, II e V.
	
	b.
	I, II e IV.
	
	c.
	II, IV e V.
	
	d.
	I, II e III.
	
	e.
	I, II, III e V.
UNIDADE III
Pergunta 1
De acordo com Rogers, o conselheiro deve ser capaz de vivenciar a relação de ajuda dentro do contínuo fenomenológico (SCHMIDT, 2009).
Analise as propostas a respeito da conduta do conselheiro e indique a afirmação incorreta:
	
	a.
	 Rogers não propõe técnicas especiais para que se estabeleça uma relação de ajuda.
	
	b.
	 O conselheiro deve conduzir como pessoa e não como especialista.
	
	c.
	 A proposta é que o conselheiro concentre-se na aplicação de conhecimentos ou habilidades. 
	
	d.
	 Propõe que o modo do conselheiro de relacionar-se é determinante no processo de crescimento.
 
	
	e.
	O contato de ajuda deve consistir num conjunto de concepções e atitudes relativas ao ser humano.
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Pergunta 2
A teoria Traço e Fator ainda é muito estudada, principalmente, por permitir compreender a originalidade de Rogers no âmbito do Aconselhamento psicológico. Acerca dessa teoria e sua relação com o Aconselhamento psicológico centrado na pessoa, assinale a alternativa incorreta:
 
	
	a.
	A teoria Traço e Fator é orientada por duas concepções centrais: a) o indivíduo é portador de um conjunto de capacidades e potencialidades passíveis de medição objetiva; b) há uma unidade entre organismo e ambiente e o consequente reconhecimento da influência do ambiente e do grupo social no indivíduo, em suas ações e decisões.
	
	b.
	 A teoria Traço e Fator propõe um método diretivo de aconselhamento. O conselheiro assume o papel de modelo, veiculando normas de conduta, valores sociais e hábitos de cidadania, atuando de forma ativa na avaliação e no julgamento do aconselhando. Esse é um dos aspectos a que Rogers se opõe na elaboração do aconselhamento centrado na pessoa.
	
	c.
	 A teoria Traço e Fator tem em sua base a ideia de bom e mau ajustamento social. Ela visa reconhecer as potencialidades de um indivíduo, medi-las para possuir dados adequados para elaborar um plano de execução, isto é, um encaminhamento correto para o indivíduo.
	
	d.
	 Segundo a teoria Traço e Fator, é fundamental que o aconselhador tenha uma postura otimista em relação ao aconselhando. O aconselhador deve possuir um interesse genuíno e profundo pelo bem-estar do aconselhando, criando uma situação pessoal e de calor humano. Nota-se aqui claramente aspectos que se mantiveram na atitude de Rogers.
	
	e.
	 A teoria Traço e Fator trabalha com técnicas como sugestão e persuasão, técnicas essas que não serão mais adotadas por Rogers, pois seu emprego somente faz sentido em situações em que está implicada alguma forma de poder e distinção hierárquica.
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Pergunta 3
Paulo procura o serviço de plantão psicológico buscando atendimento para sua esposa. Conta com detalhes os comportamentos dela que o preocupam, como, por exemplo, não dar mais conta de atividades rotineiras, como cozinhar, estar completamente desatenta às necessidades dos filhos, dormir muito, ouvir vozes e acordar assustada durante a noite imaginado que ele esteja morto.
 Segundo o modelo de atendimento em plantão psicológico (CHALOM et al., 1999), fundamentado nas abordagens humanistas, como o psicólogo/conselheiro conduz esta sessão? 
 I – O conselheiro focaliza toda atenção para a problemática da esposa de Paulo, a fim de construir um diagnóstico.
II – O conselheiro, atento também à ansiedade de Paulo, comenta que percebe estar sendo difícil para ele ficar nessa situação, assumindo tarefas que seriam dela, preocupando-se com os filhos que passam o dia com ela e assustando-se ao ser apalpado no meio da noite quando ela quer verificar se está vivo ou morto.
III – O conselheiro focaliza a atenção ao fato de a esposa de Paulo