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6/6/17 ITIL V3 Foundations 1 2011 Edition Rev. Nov. / 2015 6/6/17 6/6/17 OBJETIVO Este treinamento tem como objetivo apresentar as boas práticas no Gerenciamento de Serviços de TI segundo o modelo da : ITIL V3 – Information Tecnology Infrastructure Library E, preparar o aluno para realizar o exame de certificação oficial do ITIL V3 Foundation – Edition 2011, sendo abordado conceitos, funções e processos do Ciclo de Vida do Serviço. 6/6/17 APRESENTAÇÃO Quem somos Nós Expectativas Fábio José - Engenheiro Mecânico , atuando a mais de 15 anos em Governança e Gerenciamento de Serviços de TI, tendo participado de vários projetos de implantação e melhoria de serviço e processos de TI . Certificado : ITIL V3 Expert , PMP , Cobit Foundation e SQM Foundation. 5 CONTEÚDO ITIL® é uma marca registrada do OGC (Office of Government Commerce) no Reino Unido e outros países 1. Conceitos 2. Ciclo de Vida do Serviço 3. Estratégia de Serviço 4. Desenho de Serviço 5. Transição de Serviço 6. Operação de Serviço 7. Melhoria de Serviço Continuada 8. Informações & Dicas 9. Bibliografia 6 1. Conceitos 2. Ciclo de Vida do Serviço 3. Estratégia de Serviço 4. Desenho de Serviço 5. Transição de Serviço 6. Operação de Serviço 7. Melhoria de Serviço Continuada 8. Informações & Dicas 9. Bibliografia 7 Conceitos – I “Mestres” Serviço Gerenciamento Processos Papéis Alinhamento com o Negócio Entrega de um bem, não material, que auxilie o usuário ( do serviço ) atingir um resultado Gerenciar compreende : planejar, organizar e disponibilizar recursos , dirigindo e controlando uma organização ou esforço ,com a finalidade de realizar um resultado. Utilizando de forma eficiente e eficaz os recursos humanos, financeiros, tecnológicos, e naturais Um conjunto estruturado de Atividades, elaborado para alcançar um determinado resultado . Características essenciais para um processo - segundo ITIL § Resultados específicos (por que fazemos isto?) - individualmente identificável. § Orientado ao cliente (para quem nós fazemos isto?) - seja ele interno ou externo; deve atender às expectativas do cliente. § Mensurável (como vamos controlar as metas?) - guiado para obter melhor desempenho - qualidade & custo, produtividade. § Responde a eventos específicos (o que inicia isto?) - iniciado por um gatilho específico. Conjunto de responsabilidades e autoridades concedido a uma pessoa ou grupo em um processo , de modo a atingirem determinado resultado . Uma pessoa ou grupo pode ter múltiplos papéis, e papel não é cargo. Ordenar todas as ações e resultados de TI , de tal forma a ajudar e suportar o negócio a atingir o seu resultado Alinhar pessoas e tarefas para entregar resultados de valor 8 Conceitos – II : Identificar Envolvidos Funcão Modelo RACI Cada função tem o seu próprio corpo de conhecimento (unidade especializada em determinados assuntos técnicos) e foca em otimizar seu trabalho e gerar resultados específicos. Um exemplo de uma função é a Central de Serviços, que é composta por um grupo de atendentes de suporte. Define papéis e responsabilidades na organização de forma que tanto as decisões como ações sejam executadas pelas pessoas, tempo e ocasiões corretas. O Modelo RACI apresenta a seguinte grade de papéis: Responsible ( Responsável ) : Pessoa ou grupo de pessoas responsáveis pela execução da atividade Accountable ( Prestador de Conta ) : Pessoa que responde pela qualidade e resultado final. Quem presta conta pela atividade . Responderá pelo sucesso ou fracasso da atividade. Consulted ( Consultado ) : Pessoa que poderá ser consultada e opiniões consideradas. Informed ( Informado ) : Pessoa que deverá ser mantida a par do progresso das atividades 9 Conceitos – III : Garantir e Medir o Resultado Fator Crítico de Sucesso Principal Indicador de Desempenho (PID) Algo que deve acontecer em um Processo, Projeto, Plano ou Serviço de TI para que o mesmo tenha sucesso. Indicadores são usados para medir se os FCS foram alcançados. Por exemplo: o FCS "proteger Serviços de TI quando Mudanças são feitas” pode ser medido por : " redução na percentagem de Mudanças que não obtiveram sucesso", ou " redução na percentagem de Mudanças que causaram Incidentes“, entre outros § O PID é mais conhecido como : Key Performance Indicator (KPI) § Métrica utilizada no gerenciamento de um Processo, Serviço de TI ou Atividade. Várias Métricas podem ser definidas, mas somente as mais importantes devem ser definidas como PIDs e usadas para ativamente gerenciar e reportar sobre o Processo, Serviço de TI ou Atividade. PIDs devem ser selecionados para garantir que a Eficiência, Eficácia e Efetividade em Custo, sejam todas gerenciadas. Estratégia 10 Conceitos – IV : Construir o Serviço Descreve uma proposição de valor diferenciado Objetivos Fim que se quer atingir Metas É o objetivo traduzido em termos quantitativos. Exemplo: Objetivo : Implantar novo Sistema de RH Meta : até dd/mm/aaaa Planos Proposta detalhada que descreve as atividades e recursos necessários para alcançar um objectivo dentro da meta 11 Serviço Serviço : Corte de cabelo Prestador : Cabeleireiro Resultado desejado : Ficar Bonito Serviço : Tira dúvida de Excel Prestador : Analista Suporte Resultado desejado : Emitir Relatório mensal de Ligações recebidas no 190 “Serviços assumiram o papel de Ativos Estratégicos pois provém a base para a competência , performance diferenciada , vantagem ao longo do tempo e qualificação para participar das oportunidades de negócio” 12 Processo Um conjunto estruturado de Atividades, elaborado para alcançar um determinado resultado. O processo nos fala sobre : O que fazer . E deve ter ü Metas e Objetivos ü Proprietário ü Repetibilidade ü Funções e Responsabilidades ü Políticas , Planos e procedimentos ü Ação de Melhoria Continua Solicitação Atividade Resultado 13 Principais Papéis Dono / Proprietário do Serviço Para garantir que um serviço é gerenciado com foco de negócio, a definição de um único ponto de responsabilidade é absolutamente essencial para fornecer o nível de atenção e o foco necessário para a sua entrega. O dono do serviço é responsável por : Entrega de um serviço específico de ti. Perante o cliente para a iniciação, transição e manutenção e suporte de um serviço específico Perante o diretor de gerenciamanto de serviço pela a entrega do serviço. A responsabilidade por um serviço específico dentro da organização é independente de onde os componentes de tecnologia de suporte, processos ou recursos profissionais estejam alocados. A propriedade do serviço é tão crítica para a gestão de serviço que cria propriedade sobre os processos através de estruturas verticais ou departamentos. É possível que uma única pessoa possa desempenhar o papel de dono de serviço para mais de um serviço. 14 Principais Papéis Dono do Processo O Dono de processo é responsável por garantir que um processo está apto para a finalidade. Este papel é muitas vezes atribuído para a mesma pessoa que exerce a função de Gerenciador do processo, mas os dois papéis podem ser separados em grandes organizações. O dono de processo é responsável por garantir que o seu processo é realizado de acordo com o padrão acordado e documentado e cumpre os objetivos da definição do processo. Gerente do Processo O papel de gerente de processo é responsável pela gestão operacional de um processo. Pode haver vários gerentes de processo para um processo, por exemplo gerentes de mudança regional ou gerentes de continuidade serviçode cada centro de dados. A função de gerente do processo muitas vezes é atribuída à pessoa que exerce o papel de dono do processo, mas os dois papéis podem ser separados em grandes organizações. Profissional do Processo Um profissional (praticante ) de processo é responsável pela realização de uma ou mais atividades de processo.Em algumas organizações e para alguns processos, o papel pode ser combinado com a função de gerente de processo; em outros, pode haver um grande número de profissionais de diferentes partes do processo. 15 1. Introdução 2. Ciclo de Vida do Serviço 3. Estratégia de Serviço 4. Desenho de Serviço 5. Transição de Serviço 6. Operação de Serviço 7. Melhoria de Serviço Continuada 8. Informações & Dicas 9. Bibliografia 16 Ciclo de Vida Uma abordagem ao Gerenciamento de Serviço de TI que enfatiza a importância da coordenação e controle através de várias Funções, Processos e Sistemas necessários para gerenciar o Ciclo de Vida completo de Serviços de TI. A abordagem do Ciclo de Vida do Gerenciamento de Serviço para os Serviços de TI : 17 ITIL V3 É um modelo onde a estratégia começa com os resultados desejados do cliente. Os “clientes não compram produtos, eles compram a satisfação de suas necessidades.” Os serviços são meios de entregar valor aos clientes, facilitando resultados que os clientes querem atingir, sem o ônus dos custos e de riscos específicos. 18 Alinhamento e Foco Alinhado com Cobit Visão mais Estratégica e de Gestão dos Serviço Foco nos relacionamentos e interdependência entre processos Ciclo de Vida Maior Importância em Métricas Maior Importância em Fatores Críticos de Sucesso Melhor detalhamento dos Processos em TI 19 Estratégia de Serviço üDefinição da Estratégia de Serviços Direção à seguir Priorizar Investimentos üEntregáveis Portfólio de Serviços Catálogo de Serviços Requerimentos dos serviços 20 Desenho de Serviço üConstrução dos serviços novos ou mudanças , incluindo suas arquiteturas, processos, políticas e documentação, para atingir as necessidades atuais e futuras acordadas do negócio . üGarantir uma análise completa de todos os aspectos do serviço üConsiderar todos aspectos dos elementos individuais do desenho Funcional Gerenciamento Operação 21 Transição de Serviço üPlanejar e Gerenciar os recursos para colocar o serviço em produção de forma estável ( novo ou mudança ) üAumentar a satisfação do cliente, do usuário e da equipe da gerência do serviço üGarantir o uso apropriado dos serviços, das aplicações e das soluções da tecnologia 22 Operação de Serviço üCoordenar o processo de entrega e gerenciamento do serviço nos níveis acordados üGerenciar a Infra-estrutura üGerenciar o dia a dia das operações üMonitorar desempenho, avaliar métricas , recolher dados para os processos de melhoria contínua do serviço 23 Melhoria Contínua do Serviço üRevisar e analisar os níveis de serviços atingidos üIdentificar e implantar melhorias tanto nos serviços de TI em si , quanto nos processos de gerenciamento destes Serviços üMelhorar a rentabilidades dos serviços de TI 24 Processos 25 Modelo de Certificação Foundation •Obtem conhecimento em Terminologia ; Estrutura e Conceitos básicos; Compreensão dos conceitos base das práticas ITIL de gerenciamento de serviços •2 Créditos Intermadiate •Há 2 caminhos a serem trilhados • Lyfecycle Obter conhecimento sobre o Service Lyfecicle • 5 Modulos : 3 créditos por modulo • Capability Obtem conhecimento em processos e papeis específicos • 4 Modulos 4 créditos por modulo •Managing Across Lifecycle Curso de 5 Creditos ( obrigatorio para obter proximo nível ) ITIL Expert •Recebe este certificação automaticamente ao somar 22 créditos. •Sendo obrigatório ter na soma créditos das áreas •2 créditos - Foundations •15 Creditos Lifecycle / Capability •5 Créditos : Managing Across Lifecycle Course ITIL Master •Não Liberado A estrutura de certificação ITIL esta baseada em 4 níveis e créditos a cada etapa vencida 26 ITIL v3 Certification Examination § Exame de Multiescolha § Tempo : 1 hora § Score para passar : 26 de 40 (65%) § Sucesso : 95% passam na primeira vez que fazem o exame 27 Garanta que voce conheça : üQue processos pertencem a cada Fase do Ciclo de Vida üAtividades chaves que compõe üAcrônimos, Terminologia e Frase-chaves das atividades üInterdependência entre processos üBenefícios de cada processo 28 Dicas § A maioria das questões são sobre os processos em sí § Algumas poucas questões são sobre pessoas ou tecnologia § Decorem as abreviações e acronicos e em qual processo aparecem § Faço o test dos cursos On-Line da IBM § Processo e Funções sobre as quais devem dar uma maior atenção e que possivelmente verão mais questões Gerenciamento de Mudança Gerenciamento de Incidentes Gerenciamento de Problemas Gerenciamento Configuração e Ativos Gerenciamento de Nivel de serviço Central de Serviços (Service Desk ) 29 1. Introdução 2. Ciclo de Vida do Serviço 3. Estratégia de Serviço 4. Desenho de Serviço 5. Transição de Serviço 6. Operação de Serviço 7. Melhoria de Serviço Continuada 8. Informações & Dicas 9. Bibliografia 30 31 Estratégia de Serviço - Princípios “People do not want quarter-inch drills. They want quarter-inch holes.” “ Pessoas não desejam uma furadeira de 6,35 mm . Elas desejam furos de 6,35 mm “ Professor Emeritus Theodore Levitt, Harvard Business School 32 Estratégia de Serviço – Porque ? Sobrevivência a Longo Prazo Como ter sucesso no mercado ? Stratégia de Serviço Como agregar valor ao negócio ? Serviço para estratégia Estratégia ü Qual o propósito da organização ? ü Quais Serviços a Organização de TI deve oferecer ? ü Como gerar valor para o cliente ? ü Qual caminho seguir na melhoria dos serviços ? üComo sobreviver e ter sucesso ao longo do tempo ? Estratégia para Serviços x Serviços para Estratégia Serviços de TI é seu negócio ? Prepare-se para estar no mercado, e com sucesso , por longo tempo. Porque seu cliente continuaria com você ? Qual seu Diferencial ? a TI esta alinhada ao negócio de seu Cliente ? 33 Os 4 P da Estratégia Visão de longo termo garantir o sucesso e futuro de organização Planos Posicionamento Perspectiva Descreve a visão e direção da Organização Descreve como se pretende competir frente ao concorrente no mercado Descreve como se fara a transição da situação atual para a situação desejada Descreve as ações repetíveis em curso, que deverão se realizadas para cumprir os objetivos estratégicos. Padrões 34 Os 4 P da Estratégia Perspectiva : Define direção geral, valores, crenças e finalidade; e, de alto nível, como pretende alcançar. As formas mais comuns de declarações de perspectiva são declarações de visão e missão. A perspectiva lembra a funcionários, clientes e fornecedores sobre as crenças, valores e propósito da organização. Ele define uma direção geral para a organização e articula como ela cumprirá sua finalidade Visão : Uma descrição do que a organização pretende tornar-se no futuro. É criada pela Diretoria e usada para ajudar a influênciar cultura e planejamento estratégico. Missão : Descrição curta, mas completa da finalidade geral e intenções de uma organização. Ele afirma que o que deve ser alcançado, mas não como isso deve ser feito. Visão A organizaçãode TI contribui para a vantagem competitiva da empresa X, entregando-a serviços que atendam os resultados de negócios definidos. Missão A organização de TI compreende os resultados de negócio que permitem que a empresa X ser bem sucedida. Constrói recursos , entrega serviços para unidades de negócios para alcançar estes resultados. A organização de TI permite que a empresa X operar eficientemente e com o mínimo de interrupção, e também ajudar a cada unidade de negócio inovar formas de criar e entregar valor a clientes externos. 35 Os 4 P da Estratégia Posicionamento : Define como o provedor de serviço será diferenciado de seus concorrentes . Por exemplo, posicionamento pode basear-se no tipo ou a gama de serviços oferecidos, ou prestação de serviços ao menor custo. O Posicionamento é freqüentemente expresso por meio de políticas sobre quais serviços fornecerá, à qual o nível e para que os clientes. . Plano : Plano estratégico identifica como a organização irá alcançar seus objetivos, a visão e o posicionamento. O plano é um fluxo de atividades e ações para alcançar os objetivos estratégicos e descreve como a organização irá mover-se de um ponto para outro dentro de um cenário específico. Embora um plano estratégico possa ser um documento único, mais frequentemente ele pode incluir vários planos – especialmente quando o prestador de serviços está buscando mais de uma posição ou mais de um mercado. Padrões : Padrão de ação é como uma organização funciona. Hierarquias formais mostram uma visão de organização, mas as interações entre essas hierarquias, a troca de informações, a entrega das unidades de trabalho e a troca de dinheiro, tudo isso contribui para uma rede de atividade que obtém o resultado . 36 Objetivos & Metas Estratégia de Serviço – Definição Objetivos Estratégicos §Direção para Crescer §Priorização dos Investimentos Entregáveis Portfólio de Serviço Catálogo de Serviço Requerimentos para : Desenho , Transição e Operação de Serviço 37 A meta da Estratégia de Serviços é : Definir os Objetivos Estratégicos Desenvolver Políticas e Planos Alocar recursos para implantar os Planos e Políticas Os Objetivos Estratégicos devem Definir a direção para crescimento Priorizar Investimentos Definir Resultados ( pelos quais a efetividade dos serviços serão medidos ) A definição da Estratégia de Serviço deve : Ajudar a Organização de TI a entender seu Cliente e suas necessidades Prover Valor ao seu cliente Diferenciar-se da concorrência Identificar as oportunidades de serviços que pode ser oferecido ao Cliente Identificar os recursos necessários à estratégia O Estratégia deve ser revista anualmente , de forma a garantir seu constante alinhamento com os objetivos de negócio 38 Definição de Valor Utilidade Garantia Valor Está o usuário convencido do real valor do serviço recebido ? Para ele o valor do serviço reside na combinação do efeito de 2 critérios [Funcionalidades] Aumenta a possibilidade de performance e remove obstáculos dos processos de negócio do usuário [ Performance ] Assegura que o serviço está disponível quando necessário , diminuindo a possibilidade de perda de resultados do cliente por variação de performance. A diferenciação no mercado deve ser conseguida a partir das “utilidades” fornecidas ao cliente , uma vez que as diferenciações por garantia no mercado são quase inexistentes 39 Criação de Valor através dos Serviços Resultado Melhorado = Valor Criado Realização de Serviço através de Ativos de Serviço Aumento Melhoria Performance do Ativo do Cliente Resultado do Cliente O Valor do Serviço pode ser medido em relação a melhoria dos resultados do ativo do cliente diretamente relacionado ao impacto do serviço de TI 40 Ativos Ativo ( Asset ) é qualquer Recurso ou Capacidade. Ativos de um Provedor de Serviço inclui tudo que pode contribuir para a entrega de um serviço. Recursos : Entradas diretas para produção Exemplos : Capital financeiro , infra estrutura , aplicações , informação, pessoas ( quantidade ) Capacidade : representa a capacidade da organização coordenar , controlar , e distribuir recursos para produzir valor Exemplos : Gerenciamento , Organização , processos , conhecimento , pessoas ( conhecimento , habilidades , relacionamento ) 41 Tipos de Ativos (9) : 1.Gerência / Management A gerência é um sistema que inclui liderança, administração, políticas, medidas de desempenho e incentivos. Este ativo , coordenada e controla todos os outros “ativos” . 2.Organização / Organization Os ativos organização são pessoas, processos, aplicações e infra-estrutura que realizam toda a atividade de organização através dos princípios de especialização e coordenação. Esta categoria de ativos inclui as hierarquias funcionais, redes sociais, equipes e os indivíduos, assim como os sistemas utilizados para trabalho em equipe e atingir os objetivos e incentivos compartilhados. 3.Processo / Process Os ativos processo são algoritmos, métodos, procedimentos e rotinas que dirigem a execução e o controle das atividades e das interações. Há grande diversidade nos ativos do processo, que podem ser de vários formatos para atender os processos da gerência , algoritmos de software ,formulários da automatização, etc . Os ativos do processo são os mais dinâmicos entre todos tipos de ativos . 4.Conhecimento / Knowledge Os ativos conhecimento são as somas de conscientização, experiência, informação, introspecção e propriedade intelectual que são associadas com as ações e o contexto. Os ativos da gerência, da organização, do processo e das aplicações usam e armazenam ativos do conhecimento. 42 5. Pessoas / People O valor dos ativos pessoas é a capacidade para criação, a análise, a percepção, a aprendizagem, o julgamento, a liderança, a comunicação, a coordenação, a empatia e a confiança. Tal capacidade está nas equipes e nos indivíduos dentro da organização, devido ao conhecimento, à experiência e às habilidades. 6. Informação / Information Os ativos informação são coleções, arranjos e estruturas de dados, aplicados nos contextos tais como : clientes, contratos, serviços, eventos, desenhos e operações. São úteis para as várias finalidades que incluem comunicação, coordenação e o controle das atividades do negócio. 7. AplicaÇão / Applications Os ativos aplicação são de diversos tipo e incluem aplicações de mercado, automatização e as ferramentas usadas para suportar o desempenho de outros tipos de ativo. As aplicações são compostas por software, hardware, documentos, métodos, procedimentos, rotinas, certificados e das instruções. 8. Infra-Estrutura / Infrastructure Os ativos infra-estrutura têm a propriedade peculiar de existir sob a forma das camadas definidas com relação aos ativos que suportam, especialmente as pessoas e às aplicações. Incluem ativos da tecnologia da informação tais como aplicações, software, computadores, sistemas do armazenamento, dispositivos da rede, equipamento de telecomunicação, cabos, Rede Wireless, dispositivos do controle de acessos e sistemas de vigilância. 9. Capital Financeiro / Financial Capital Os ativos financeiros são necessários para suportar a posse ou o uso de todos os tipos de ativos. Igualmente medem o valor econômico e o desempenho de todos os tipos de ativos. 43 Estratégia de Serviço 44 Gerenciamento Estratégico para Serviços de TI 45 Propósito § Articular como um provedor de serviço habilitara a organização a atingir seus resultados de negócio § Estabelecer critérios e mecanismos para decidir quais serviços melhor se ajustam para atingirem os resultados de negócio e o mais efetivo e eficiente caminho de gerenciar estes serviços. § Garante que a estratégia é definida , mantida e atinge seus propósitos. Objetivos § Analisar ambientes internos e externos para identificar oportunidades que poderão beneficiar a organização ( de TI ) § Identificar restrições que possam impedir a realização dos resultados de negocio ( de TI ) § Acordar as perspectiva rever regularmente para garantir a pertinência .Isto resultara em uma clara declaração da visão e missão do provedor de serviço ( TI ) § Definir quais serviços serão entregues em qual mercado e como manter a vantagem competitiva § Produzir e manter o plano estratégico e seus documentos , e garantir que todo os envolvidos tenham acesso a eles . 46 Principais Atividades Definir Mercado : Para entender o cliente e as oportunidades em termos de serviço Desenvolver Ofertas : Para definir quais serviços devem ser ofertados pelo TI Desenvolver Ativos Estratégicos : Para oferecer valor superior aos clientes Preparar para Execução : Para especificar o Portfólio de Serviço e as exigências necessárias para todas as fases do ciclo de vida do serviço Defina Mercado Desenvolva ofertas Desenvolva ativos estratégicos Prepare para a execução Fatores Externos Fatores Internos 47 Clientes e Oportunidades Defina Mercado Entender o Cliente e seus ativos Como o ativo do seu Cliente cria valor para os clientes dele ? Habilitar/Melhorar a performance dos ativos de seu cliente Como a organização de TI cria valor para seu cliente ? Como prover Valor ? Entender as Oportunidades Identificar e analisar os resultados dos clientes de TI Suportar os resultados do cliente Ativos de Serviço e Serviços devem ser descritos de forma a facilitar os resultados do cliente Estabelecer relacionamento entre ativos de serviço e resultados do cliente 48 Classifique e Visualize os Serviços Defina Mercado Classifique e Visualize os serviços ofertados baseados na forma que eles provêem valor a um ativo específico do cliente Linha de Serviço Arquétipo de Serviço Ativo do Cliente Estou respondendo o porque o serviço existe e o que ele pode fazer pelo cliente Aluguel Alugar , Licenciar, Fornecer Comodato de PC/Notebook Catálogo de Serviço Pessoas Licenciar Soft Processo 49 Classifique e Visualize os Serviços Defina Mercado Os serviços diferem primariamente pela forma como criam o valor e em que contexto. Os arquétipos do serviço são como modelos comerciais para serviços. Definem como os provedores de serviços atuam em nome dos clientes para criar o valor. Os ativos do cliente são o contexto em que o valor é criado porque são ligados aos resultados do negócio. Os clientes possuem e operam tipos diferentes de ativos dependendo de diversos fatores tais como, clientes, concorrentes, modelos comerciais, e estratégia da indústria. 50 Desenvolva ofertas Desenvolva as Ofertas Espaço de Mercado : é definido por um conjunto de resultados do negócio, que podem ser facilitados por um serviço. Clara Definição do Serviço Especificar o contexto no qual o serviço será aplicado Especificar o resultado de negócio que justificara ao cliente o custo do serviço Descrever os elementos que compõe o serviço Descreva as tarefas de forma que possam ser atribuídas às diferentes equipes da organização de TI Entrega de Valor via serviço ao cliente Arquétipo de Serviço Ativo do Cliente Alugar , Licenciar, Fornecer Comodato de PC/Notebook Ativo de Serviço Empregados Facilitando Processos de Negócio 51 Desenvolva ativos estratégicos Ativos Estratégicos Ativo Estratégico Conjunto de capacidades distintas que oferecem valor diferenciado ao cliente através de serviços Entrega desempenho diferenciado, as competências de base e vantagem consistente a organização da TI Os provedores de serviços devem tratar a Gerência do Serviço como um recurso estratégico A idéia de recursos estratégicos é importante no contexto da boa prática na gerência do serviço. Incentiva a organizações pensar nos investimentos ,na gerência do serviço ,da mesma maneira que o negócio pensa no investimento na produção sistemas, redes de distribuição, pesquisa e desenvolvimento, etc. Ativos como pessoas, processos, conhecimento e a infra-estrutura são geradores de valor para os benefícios que geram para seus clientes.Os recursos estratégicos são aqueles que fornecem a base para que a competência, o desempenho diferenciado, a vantagem perene , e as qualificações para atuar nas oportunidades de negócio. 52 Prepare para a execução Metas O objetivo desta atividade é formular uma estratégia de serviço nos termos de Portfólio de Serviço Requerimentos para Desenho de Serviço Requerimentos para Transição de Serviço Requerimentos para Operação 53 Prepare para a execução Atividades Geração da Estratégia , Avaliação , e Seleção Determinar a Perspectiva Formar Posição Criar um plano Adotar padrões de ação Entradas vem de : Definir / Analisar Mercado Desenvolver Ofertas Desenvolver Ativos Estratégicos Habilitam a Analise dos Fatores Externos : Definir Mercado e Cliente Entender as Oportunidades Habilitam a Analise dos Fatores Internos: Forças e Fraquezas da Organização de TI Capacidades e recursos atuais Competências 54 Gerenciamento do Portfólio de Serviço 55 Gerenciamento do Portfólio de Serviço - Objetivo Maximizar o valor com recursos e capacidades limitados pela procura portfólio eficiente com ótimos níveis de retorno de Investimento e de riscos Gerir investimentos nos serviços através do empreendimento e gerenciamento do serviço com foco ao valor. 56 Gerenciamento do Portfólio de Serviço - Objetivo O Portfólio de Serviços descreve serviços de um fornecedor nos termos do valor de negócio. Articula necessidades do negócio e a resposta do fornecedor às necessidades . Por definição, os termos do valor de negócio correspondem aos termos de mercado, prever meios para comparar a concorrência do serviço através dos fornecedores alternativos. Atuando como base de uma estrutura da decisão, O Portfólio de Serviço esclarece ou ajuda a esclarecer as seguintes perguntas estratégicas : Por que deve um cliente comprar estes serviços ? Por que devem comprar estes serviços de nós ? Que são os modelos da fixação de preço ou do ressarcimento ? Que são nossas forças e fraquezas, prioridades e risco ? Como devem nossos recursos e capacidades ser alocados ? 57 Gerenciamento do Portfólio de Serviço – Processo Definir Analisar Aprovar Provisionar Estratégia de Serviço Inventário de Serviços ; Business Case ; Dados do Portfólio Validados Proposição de Valor ; Priorização: Balanceamento de Oferta e Demanda Portfólio de Serviço ; Autorizar Serviços e Recursos Comunicar Decisões ; Alocar Recursos ; Provisionar Serviços 58 Gerenciamento do Portfólio de Serviço – Processo Definir Começar com a coleta da informação de todos os serviços existentes assim como cada serviço proposto. Cada serviço proposto incluiria aqueles em uma fase de desenvolvimento Analisar Momento em que a intenção estratégica é construída . Respondendo as seguintes questões : Que são os objetivos a longo prazo do Provedor de Serviço ? Que serviços são exigidos para atingir estes objetivos ? Que capacidades e recursos são exigidos para que a organização consiga aqueles serviços? Como chegamos lá ? 59 Gerenciamento do Portfólio de Serviço – Processo Aprovar As fases anteriores desenharam o que o futuro deveria ser. Agora vamos deliberar as aprovações ou as desaprovações para que futuro ocorra. Com aprovações, vem a autorização corresponder para serviços novos erecursos. Provisionar Comece com uma lista de decisões e itens de ação. Estes devem ser comunicados de maneira clara e inequívoca à organização de TI. Estas decisões devem estar correlacionado às decisões orçamentais e plano financeiro. Os alocamentos de orçamento devem reforçar o alocamento e recursos. 60 O Catálogo de Serviço Catálogo de Serviço Processo de Negócio 1 Processo de Negócio 2 Catálogo de Serviços de Negócio Serviço 1 Serviço 2 Serviço 3 Catálogo de Serviços Técnico Help Desk Hardware Adm. De Dados 61 Catálogo de Serviço Catalogo de Serviço de Negócio O catálogo do serviço é o subconjunto do Portfólio de Serviço visível aos clientes. Consiste nos serviços ativos e presentemente na fase de operação de serviço aprovados para ser oferecido prontamente aos clientes atuais ou em perspectiva. Os itens podem entrar no catálogo do serviço somente depois que os devidos controles e teste forem executado ( custos e riscos relacionados). Os recursos devem ser disponibilizados para suportar inteiramente os serviços ativos. Catalogo de Serviço Técnico Contém detalhes de todos os serviços de TI entregue ao cliente, junto com os relacionamentos para suportar serviços compartilhados , IC necessários para suportar a provisão de serviços para o negócio. Deve sustentar o Catálogo de Serviços de Negócio e é de uso da organização de TI e não do cliente 62 Gerenciamento de Demanda 63 Gerenciamento de Demanda - Objetivos Minimizar as incertezas de Demanda Prover dados de confiança ao planejamento do Gerenciamento de Capacidade Evitar excesso ou insuficiência de Capacidade O Gerenciamento de Demanda é um aspecto crítico da Gerência de Serviço. Demanda mal gerenciada é fonte de risco para provedores de serviços por causa da incerteza na demanda. A capacidade excedente gera o custo sem criar o valor que forneça uma base para a recuperação de custo. Os clientes são relutantes em pagar pela capacidade inativa a menos que tenha o valor para eles. 64 Gerenciamento de Demanda - Conceitos Gerenciamento de Demanda baseada na Atividade : Auxilia a entender e planejar demanda baseada nas atividades do negócio do cliente, auxiliando o Gerenciamento de Capacidade. Testes padrões da atividade e perfis de usuário : Atividades de negócio direcionam demanda por serviços . Os recursos do cliente tais como pessoas , processos, e aplicações geram testes padrões da atividade empresarial e definem a dinâmica de um negócio ( freqüência, volume,locação ) e incluem interações com clientes, fornecedores, sócios e outras partes interessadas. 65 Gerenciamento de Demanda - Conceitos Pacotes de Serviços Conceito de Pacotes de Serviços vem do fato que os serviços são hoje combinações complexas de vários componentes de serviço, sendo : Uma descrição detalhada de um Serviço de TI que está disponível para ser entregue a Clientes. Um Pacote de Serviço inclui um Pacote de Nível de Serviço e um ou mais Serviços Principais e Serviços de Apoio. Serviço Principal : Um Serviço de TI que entrega o resultado fundamental desejado por um ou mais Clientes. Serviços de Apoio / Habilitador : Um Serviço que permite ou melhora um Serviço Principal. Por exemplo, um Serviço de Diretório ou Serviço de Cópia de Segurança. Servico de Melhoria [ Enhacement Service ] : São os serviços não essenciais , que são adicionados ao serviço de principal para seduzir ou excitar o cliente.Há sempre o perigo de que os clientes ficarem acostumados com o reforço , e vê-los como parte do serviço do principal. 66 Gerenciamento de Demanda - Conceitos Pacote de Nível de Serviço (PNS) Um nível definido de Utilidade e Garantia para um Pacote de Serviço específico. Cada PNS é desenhado para atender as necessidades de um Padrão de Atividade de Negócio em particular. Desenvolver Ofertas diferenciadas Segmentação É a combinação de PNS + PS para permitir a criação de propostas específicas para um único cliente ou grupo de clientes 67 Gerenciamento Financeiro 68 Gerenciamento Financeiro - Objetivos Visibilidade Operacional Visão Interna Tomadas de Decisões de alto nível Quantificar em termos financeiros : Valor dos Serviços de TI Valor dos Ativos de fornecimento do serviço São as principais capacidades trazidas à Organização de TI com a aplicação rigorosa de Gerenciamento Financeiro 69 Gerenciamento Financeiro - Objetivos Rigorosamente aplicado, o Gerenciamento Financeiro gera dados críticos de desempenho usados para responder perguntas importantes para uma organização de TI: Está nossa estratégia da diferenciação tendo resultado ? Lucros mais elevados, maior rendimentos, custos mais baixos ou maior adoção do serviço? Que serviços nos custaram mais, e porque? Quais são os volumes e tipos de serviços consumidos, e quais são os recursos financeiros correlacionados ? Quão eficiente é nosso modelo de provisão de serviço com relação ás alternativas? 70 Gerenciamento Financeiro - Conceitos Avaliação do serviço : quantifica, em termos financeiros, o orçamento requerido pelo Negócio e TI para os serviços entregues, baseado no valor acordado daqueles serviços. Modelagem de Demanda : Identifica o custo de utilização do serviço e faz previsão das implicações financeiras em caso de variações de demanda. 71 Gerenciamento Financeiro - Conceitos Gerenciamento de Portfólio de Serviço : O Gerenciamento Financeiro é uma entrada chave para o Gerenciamento de Portfólio. Pelo entendimento das estruturas de custo aplicadas no fornecimento de um serviço, uma companhia pode avaliar o custo do serviço em comparação a outros fornecedores. Desta maneira, as companhias podem usar a informação financeira de TI , junto com a demanda do serviço e a informação da capacidade interna , discutidas previamente, para validar e tomar decisões a respeito dos serviços. Otimização de Provisão de Serviços : Examina as entradas e as restrições financeiras dos componentes de serviço ou modelo de entrega para determinar se as alternativas devem ser exploradas em relação a como um serviço pode ser provido diferentemente para ficar mais competitivo em termos de custo ou de qualidade. 72 Gerenciamento Financeiro - Conceitos Planejamento da Confiabilidade : Fornece a tradução e a qualificação financeira da demanda futura prevista para serviços de TI . Analise de Investimento de Serviço : O objetivo da análise de investimento de serviço é obter uma indicação do valor de um serviço para todo seu ciclo de vida baseado em : 1) Valor recebido, 2) Custos incorrido durante o ciclo de vida do serviço. Contabilidade : Contabilidade dentro do Gerenciamento Financeiro difere da contabilidade tradicional na adição de categoria e as características que devem ser definidas para permitir a identificação e o seguimento da despesa orientada a serviço ou itens importantes. Conformidade : Relaciona-se à habilidade de demonstrar que os métodos e/ou práticas apropriadas e consistentes de contabilidade estão sendo empregadas Dinâmica do custo variável : Centra-se sobre a análise e a compreensão das múltiplas variáveis que impactam o custo do serviço, como tão sensível aqueles elementos são à variabilidade, e do como valor incremental relacionado muda esse resultado 73 Business Case Um Caso de Negócio é uma ferramenta de suporte e planejamento de decisão que projete as conseqüências prováveis de uma ação no negócio. As conseqüências podem ser analisadas nas dimensões qualitativas e quantitativas. Uma análise financeira, por exemplo, é freqüentemente um bom exemplo do negócio. 74 Business Case • Apresentar os objetivos de negócioendereçados pelo serviço Introdução • Define os limites do exemplo do negócio, tais como o período de tempo, custos e benefícios Métodos e Premissas • Resultados Financeiros e não financeiros Impacto no Negócio • A probabilida de que resultados alternativos emergirão Riscos e Contingências • Ações específicas recomendadas Recomendações Estrutura de um Business Case 75 Gerenciamento de Relacionamento de Negócios 76 Proposito § Estabelecer e manter um relacionamento de negócio entre o provedor do serviço e o cliente, baseado no entendimento do cliente e de suas necessidades de negócio § Identificar as necessidades do cliente e garantir que o provedor esteja apto a atende-las , tanto as atuais quanto as futuras § Garantir que as expectativas do cliente não exceda ao valor por ele pago , e garantir que o provedor é capaz de atender as expectativas do cliente antes de acordar a entrega do serviço 77 Objetivos § Garantir que o provedor do serviço entenda a perspectiva do cliente sobre o serviço , e portanto seja capaz de priorizar seus serviços e ativos apropiadamente § Garantir alto nível de satisfação do cliente , indicando que o provedor esta satisfazendo os requerimentos do cliente § Estabelecer e manter um relacionamento construtivo baseado no entendimento do cliente e dos direcionadores de negócio § Identificar mudanças no ambiente do cliente que possam impactar o tipo, nível ou utilização do provedor de serviço 78 Escopo O Gerenciamento de Relacionamento de Negócio foca em entender como os serviços satisfazem os requerimentos, atravéz do entendimento e comunicação §Provedor Interno : É tipicamente executado pelo executivo senior de TI , ( em empresas maiores podem ter Gerentes de Relacionamento de Negócio -GRN ) com os executivos senior do Negócio. A enfase é no alinhamento de objetivos do negócio com as atividades de TI. §Provedor Externo : É executado frequentemente por um Gerente de Relacionamento ou Gerente de Conta , dedicado a um cliente ou grupo de pequenos clientes . A enfase é maximizar o valor do contrato atravéz da satisfação do cliente. 79 Diferença entre : Ger. de Relacionamento de Negócio Ger. Nível de Serviço Propósito Estabelecer e manter um relacionamento de negócio entre o provedor do serviço e o cliente, baseado no entendimento do cliente e de suas necessidades de negócio Identificar as necessidades do cliente ( utilidade e garantia ) e assegurar que o provedor de serviço esta habilitado em satisfazê-las Negociar o nível de serviço acordado com o cliente e garantir que todos níveis de gerenciamentos dos processos de serviço, operacionais e contratos de apoio são apropriados para os níveis acordados . Foco Estratégico e Tático : o foco é sobre a relacionamento geral entre o provedor de serviço e seus clientes, e qual serviço deve ser entregue para atender as necessidades do cliente Tático e Operacional : O foco é chegar ao acordo sobre o nível de serviço que será entregue para serviços novos e existentes, e se o prestador de serviços é/foi capaz de cumprir os acordos Métrica Principal - Satisfação do usuário - Nível de recomendação do serviço a outros clientes potenciais Atingir os níveis de serviços acordado 80 1. Introdução 2. Ciclo de Vida do Serviço 3. Estratégia de Serviço 4. Desenho de Serviço 5. Transição de Serviço 6. Operação de Serviço 7. Melhoria de Serviço Continuada 8. Informações & Dicas 9. Bibliografia 81 Requerimentos de Negócio Requerimentos de Processo 82 Desenho de Serviço - Princípios “O um bom Desenho é a maneira mais importante de diferenciar-se de nossos concorrentes.” Samsung CEO - Yun Jong Yong 83 Desenho de Serviço – Metas e Objetivos Satisfazer os objetivos de negócio, baseados na qualidade, exigência de conformidade, risco e segurança, entregando soluções de TI e negócio mais eficaz e eficiente e serviços alinhados às necessidades do negócio pela coordenação todas as atividades de desenho dos serviços de TI , para assegurar-se da consistência e foco no negócio Desenhar Serviços que podem ser facilmente e eficientemente desenvolvido e melhorado no prazo, custo apropriados e, na medida do possível, reduzir, minimizar ou limitar os custos a longo prazo da provisão de serviço Desenhar processos eficientes e eficazes para Desenho de Serviço, Transição, Operação e promover a melhoria dos serviços de TI á alta qualidade. Identificar e Controlar os Riscos de modo que possam ser removidos ou mitigados antes da colocação dos serviços em produção. Desenhar Infra-estruturas de TI seguras e resilientes , ambientes, aplicações e dados/recursos e capacidade de informação que atendam as necessidades atuais e futuras do negócio e dos clientes 84 Desenho de Serviço – Metas e Objetivos Desenhar métodos de medição e indicadores para avaliar a eficácia e eficiência dos processos de desenho e de seus entregáveis Produzir e manter planos de TI, processos, políticas, arquiteturas, modelos e documentos para o desenho de soluções de TI com qualidade, para atender as necessidades correntes e o futura do negócio Ajudar no desenvolvimento das políticas e dos padrões em todas as áreas de desenho e planejamento de serviços e de processos, recebendo e atuando sobre feedback em processos de desenho de todas outras áreas e de incorporar as ações em um processo contínuo de melhoria Desenvolver habilidades e capacidades dentro TI transformando as atividades da Estratégia e Desenho em tarefas operacionais, fazendo o uso eficaz e eficiente de todos os recursos de TI Contribuir para melhoria da qualidade dos serviços de TI dentro dos limites impostos ao Desenho, especialmente reduzindo a necessidade de re-trabalho e melhorando os serviços já em produção . 85 Valor para o negócio Garantir o atingimento dos objetivos do negócio Prover serviços com custos efetivos Entregar melhoria de qualidade “O Desenho de serviços apropriados e inovadores, incluindo suas arquiteturas, processos, políticas e documentação, para ir de encontro as necessidades atuais e futuras de acordo com os requerimentos do negócio.” 86 Valor para o negócio Os seguintes benefícios para o negócio resultam da boa prática do Desenho de Serviço Reduzir o Total Cost Ownership (TCO): O custo da propriedade pode somente ser minimizado se todos os aspectos dos serviços, dos processos e da tecnologia são desenhados corretamente e executado como foram desenhado. Melhorar a qualidade do serviço : A qualidade de serviço e operacional devem ser melhorados Melhorar a consistência do serviço: Como os serviços são desenhados dentro da estratégia corporativa, arquiteturas e dos limitantes Facilitar implantação de serviços novos ou modificados Melhorar o alinhamento do serviço : participação da concepção do serviço, assegurando- se de que serviços novos ou modificados atendam as necessidades do negócio, com os serviços desenhados para cumprir exigências do Nível de Serviço ( SLA – ANS ) 87 Valor para o negócio Desempenho mais eficaz do serviço: com incorporação e reconhecimento da Capacidade, Disponibilidade Financeira e Plano de continuidade dos serviços de TI Melhorar a Governança de TI : assistência a implantação e comunicação de um conjunto de controles para a administração eficaz de TI Gerênciar Serviço e Processos de TI mais eficazmente : os processos serão desenhados com qualidade e rentabilidade eficientes Melhorar aTomada de Decisão e Informação : Medições e Métricas mais detalhada e efetivas permitem a melhor tomada de decisão e a melhoria contínua de práticas de Gerencias de Serviço no estágio de desenhodo ciclo de vida do serviço. 88 Desenho de Serviço - Overview A principal entrega do Desenho de Serviço é o desenho das soluções do serviço para cumprir as exigências sempre em mudança do negócio. Ao projetar estas soluções, entrada de muitas áreas diferentes precisam ser consideradas dentro das várias atividades envolvidas em desenhar a solução do serviço, identificar e analisar requerimentos, através da construção uma solução e Pacote de desenho de serviço para ser entregue a Transição de Serviço 89 Pacotes de Desenho de Serviço Definir um conjunto de limites de desenho Passagem dos Pacotes para Transição de Serviço “O Desenho de Serviço é a arte de gradualmente aplicar restrições até que somente uma solução permaneça.” 90 Espaço de Solução Espaço de solução ou o conjunto de desenhos que são permitidos a partir da aplicação do conjunto de restrições. Nível de Garantia Restrições Técnicas Restrições de Capacidade Copyrights, patentes, marcas registradas Compromissos assumidos Custos comparativos Solução Desejada Solução Aceitável 91 Pacotes de Desenho de Serviço Um Pacote de Desenho de Serviço contem Requerimentos : Requerimentos de negócio; aplicabilidade do serviço ; contatos Desenho de Serviço : Requerimentos Funcionais; Acordo de nível de Serviço; Requerimentos de gerenciamento de serviço e operacional 92 Desenho de Serviço - Aspectos Desenho de Serviço Processos Tecnologia e Arquitetura Medição Portfólio de Serviço Soluções de Serviço 93 Desenho de Serviços - Aspectos O desenho das soluções do serviço, incluindo todas as exigências, recursos e capacidades funcionais necessários e concordados O desenho de sistemas de gestão e ferramentas do serviço, especialmente Portfólio de Serviço para a gerência e controle dos serviços em seu ciclo de vida O desenho das arquiteturas , tecnologia, gerência e ferramentas exigidas para prover os serviços O desenho ou a especificação dos processos necessários a Desenho, Transição, Operação e Melhoria Contínua dos serviços, as arquiteturas e os processos de TI O desenho dos sistemas de medida, métodos e indicadores para os serviços 94 Os 4 P do Desenho de Serviço • Processos• Parceiros • Produtos• Pessoas Pessoas , habilidades e competências envolvidas na prestação de serviços Tecnologia e sistemas de gestão usados na entrega de serviços Processos, funções e atividades envolvidas na prestação de serviços Fornecedores , fabricantes, e provedores usados para apoiar a prestação de serviço 95 Tecnologia e Arquitetura Como a Automação suporta a integração de processos Melhora a utilidade e garantia dos Serviços Flexibiliza o ajuste da capacidade dos Recursos Fornece base confiável de dados para medição Melhora as capacidades de gerenciamento do conhecimento Reduz Riscos e Custos Para automatizar Obtenha processos simplificados Tenha um desenho de processo bem feito e definido Reduza a participação do usuário ao máximo Não automatize por automatizar , verifique claramente o ganho obtido x custo envolvido 96 Tecnologia e Arquitetura Conjunto de Ferramentas para Gerenciamento Integrado de Tecnologia Auto Ajuda ( Help ) Fluxo de Trabalho / Processo Sistema de Gerenciamento de Configuração Integrado Ferramentas de Auditoria de Infra-estrutura Controle Remoto Diagnósticos Relatórios Painéis de Controle ( dashboard ) Interface com ferramentas do negócio 97 Opções de Modelo de Entrega Insourcing [ internalização ] : A organização constroe tudo com equipe interna o design, desenvolvimento, transição, operação e suporte de um novo serviço. Outsourcing [ terceirização ] : Imodelo que contrata um terceiro para entregar algum aspecto de um serviço. Co-sourcing / Multisourcing [Multiplo recursos ] : Neste modelo temos um conjunto de fornecedores atuando , para fornecer diferentes aspectos do serviço Partnership [ Parceria ] : Duas ou mais organizações trabalham em conjunto para fornecer um serviço. A relação aqui é muito mais formal e duradoura do que um acordo de co-sourcing Business process outsourcing [Outsourcing dos Processos de Negócio] Esta estratégia envolve a terceirização de uma função da rotina negócios. Um exemplo comum é a folha de pagamento. Fornecedores de business process outsourcing ofertam expertise na execução do processo Application service provision [ Provisão de Serviço de Aplicativo ] Envolve o uso de um serviço de TI hospedado e operado por um terceiro.. 98 Opções de Modelo de Entrega Knowledge process outsourcing [ Outsourcing de Processos de Conhecimento ] As organizações de KPO fornecem processos e expertise de negócio além de simples expertise de processo, e requerem habilidades analíticas e especializadas da organização do Outsourcing.Esta estratégia leva o processo de terceirização passo adiante, também a terceirização de decisões de negócios de baixo nível ( terciarização de processos de negócio penas terceiriza a execução do processo). O valor do Outsourcing de processo de Conhecimento é que ele mantém o conhecimento sobre quais as decisões são tomadas. Por exemplo, existem organizações especializadas que prestam serviços de verificação de crédito para organizações financeiras Cloud [ Nuvem ]- Descreve a prestação de serviços específicos, predefinidos geralmente através da internet. Ex. MS office 365 99 Acordo de Nível de Serviço Assegurar de que o nível acordado de todos os serviços atuais e futuros sejam entregues dentro dos objetivos acordados Implementar medidas de melhorias para os níveis de serviços entregues 100 Desenho de Serviço 101 Coordenação de Desenho 102 Propósitos As atividades da fase de Desenho do Serviço são detalhadas e complexas. Somente uma ação bem coordenada pode garantir que o provedor de serviço criar desenhos de serviço abrangentes e adequados, que apoiarão a realização dos resultados de negócio Garantir que as metas e objetivos da fase de Desenho de Serviço são atendidos pela criação e manutenção de um ponto único de coordenação e controle para todas as atividades e processos desta fase do ciclo de vida do serviço Escopo O escopo do processo de coordenação inclui toda a atividade de desenho, particularmente, todos os serviços novos ou em mudança e/ou de soluções que estão sendo projetados para transição em (ou, no caso de uma aposentadoria de serviço) o ambiente ao vivo. 103 Objetivos • Garantir o desenho consistente e apropriado de serviços, sistemas de gerenciamento de informações , arquiteturas , tecnologia, processos, informação e métricas para atender os requisitos e resultados do negócios atuais e em evolução • Coordenar todas as atividades de desenho nos projetos, mudanças, fornecedores e equipes de suporte, e gerenciar agendas , recursos e conflitos sempre que necessário • Planejar e coordenar os recursos e capacidades requeridas para desenhar serviços novos ou em mudanças • Produzir pacotes de desenho de serviço baseados em lista de serviço ( novos ou em mudança ) e as solicitações de alteração • Gerenciar o critério de qualidade , requerimentos e pontos de entrega e entre as fases de Desenho , Estratégia e Transição • Garantir que modelos e solução de desenho de serviço estão em conformidade com a estratégia, governança e outros requerimentos corporativo • Garantir que todas as partes adotem um modelo padrão em comum , praticas de desenho reutilizável na forma de atividades, processos e sistema de apoio, sempre que necessário • Monitorar e melhorar a performance do estagio de Desenho de Serviço104 Gerenciamento do Catálogo de Serviço 105 Portfólio de Serviço & Catálogo de Serviço Sistema de Gerenciamento do Conhecimento de Serviço Portfólio de Serviço Requerimentos do Portfólio Catálogo de Serviço Visão do Cliente 106 Portfólio de Serviço Contem informação e todas as exigências futuras para cada serviço Suporta todos os Processos Projetado por Desenho de Serviço De Propriedade e Gerenciado pela Estratégia de Serviço 107 Portfólio de Serviços Deve conter informação em relação a cada serviço e seu status atual dentro da organização. As opções do status serviço devem incluir: · Requisição : Solicitado pelo Negócio ou TI um serviço novo ou alteração em um existente Definido: Os Requerimentos para o novo serviço está sendo avaliado, definido e documentado e o Requisito de Nível de Serviço (RNS) foi iniciado Analisado: Os requerimentos para o serviço novo estão sendo analisados e priorizados Aprovado: Os requerimentos para o serviço novo foi finalizado e autorizado Iniciado : Os requerimentos do serviço foram comunicados e os recursos e orçamentos alocados 108 Portfólio de Serviços Projetado: O novo serviço e seus componentes estão sendo projetados ( e obtido, se necessário) Desenvolvido: O serviço e seus componentes estão sendo desenvolvidos Construção: O serviço e seus componentes constitutivos estão sendo construídos Em Teste: O serviço e seus componentes estão sendo testados Liberado: O serviço e seus componentes estão sendo liberados Em produção : O serviço e seus componentes estão liberados no ambiente de produção Retirado : O serviço e seus componentes foram desativados. 109 Catálogo de Serviço Contém Detalhes de todos os serviços Operacionais Resumo de todos serviços e características de cliente É a face visível ao cliente dos serviço de TI em produção 110 Gerenciamento do Catálogo de Serviço - Objetivos A finalidade do Gerenciamento do Catálogo do Serviço é fornecer uma única fonte de informação consistente em todos os serviços acordados, e assegurar que estão disponíveis a quem estiver autorizado a acessá- los. A meta do processo do Gerenciamento de Catálogo do Serviço é assegurar que o catálogo é produzido e mantido, contendo a informações exatas em todos os serviços em produção e para aqueles que estão sendo preparados para entrar em produção O objetivo do Gerenciamento de Catálogo do Serviço é controlar a informação contida no catálogo de serviço, e assegurar-se de que ela seja exata e reflita os detalhes, status e relações de pendências atuais, de todos os serviços em produção ou que estão sendo preparados para entrar em produção. 111 O Catálogo de Serviço Gerenciamento do Catálogo de Serviço - Conceitos Processo de Negócio 1 Processo de Negócio 2 Catálogo de Serviços de Negócio Serviço 1 Serviço 2 Serviço 3 Catálogo de Serviços Técnico Help Desk Hardware Adm. De Dados 112 Gerenciamento do Catálogo de Serviço - Conceitos O catálogo do serviço tem dois aspectos: O Catálogo de Serviços de Negócio : Contém detalhes de todos os serviços entregues ao cliente, junto com relacionamentos às unidades de negócios e ao processo de negócio que necessitam dos serviços. Esta é a visão do cliente do catálogo do serviço. O Catálogo do Serviço Técnico: Contém detalhes de todos os serviços entregues ao cliente, junto com relacionamentos aos serviços de apoio, serviços compartilhados, componentes e de Itens de Configuração necessários à suportar a provisão do serviço ao negócio. Deve apoiar e sustentar o Catálogo de Serviços do negócio e não é acessado pelo cliente. 113 Gerenciamento do Catálogo de Serviço - Papéis O Gerente de Catálogo de Serviço é responsável por garantir : Produzir e manter o Catálogo de Serviço Atingir as metas do processo Que todos os serviços em produção estejam registrados no catálogo de Serviços Que toda informação contida no catálogo esteja atualizada e seja correta A consistência entre as informações do Portfólio de Serviço e catálogo de Serviço Participar de reuniões do CCM (Comitê Consultivo de Mudanças ) quando apropriado 114 Gerenciamento do Nível de Serviço 115 Gerenciamento de Nível de Serviço - Objetivos Os objetivos do Gerenciamento do Nível de Serviço são : Definir, documentar, acordar, monitorar, medir, reportar e rever o nível de serviços providos Prover e melhorar o relacionamento e a comunicação com negócio e clientes Assegurar que objetivos específicos e mensuráveis sejam definidos para todos os serviços Monitorar e melhorar a satisfação do cliente com a qualidade de serviço entregue Assegurar que os clientes tenham uma clara e inequívoca expectativa do nível de serviço a ser entregue Assegurar que medidas pró-ativas de melhoria dos níveis de serviço entregues sejam executadas onde o custo for justificável 116 Gerenciamento de Nível de Serviço - Acordos Cliente Organização de TI A N S Fornecedor Provedor Externo Departamento de TI Provedor Interno C A A N O 117 Gerenciamento de Nível de Serviço - Acordos § Acordo de Nivel de Serviço ( ANS ) Um acordo entre um provedor de serviço de TI e um cliente. O acordo de nível de serviço descreve o serviço de TI, documenta metas de nível de serviço e especifica as responsabilidades do provedor de serviço de TI e do cliente. Um único acordo pode cobrir múltiplos serviços de TI ou múltiplos clientes. Contrato de Apoio ( CA) Um Contrato entre um Provedor de Serviços de TI e um Terceiro. O Terceiro fornece produtos ou Serviços que são necessários para a execução de um Serviço de TI a um Cliente. O Contrato de Apoio define metas e responsabilidades que são necessárias para atingir Metas de Nível de Serviço acordadas em um ANS. Acordo de Nível Operacional ( ANO ) Um Acordo entre um Provedor de Serviço de TI e outra parte da mesma Organização. Um ANO suporta a entrega de Serviços de TI do Provedor de Serviço de TI aos seus Clientes. O ANO define produtos ou Serviços a serem fornecidos e as responsabilidades de ambas as partes. Por exemplo, pode haver um ANO entre: • O Provedor de Serviço de TI e o departamento de compras para obter hardware dentro de um prazo acordado. • A Central de Serviços e um Grupo de Suporte para fornecer Resolução de Incidente dentro de um prazo acordado. 118 Gerenciamento de Nível de Serviço - Atividades As Principais atividades dentro do processo do GNS devem incluir Determinar, negociar, documentar e acordar os requerimentos para serviços novos ou alterados em seus requerimentos, controlar e rever os ANS durante o ciclo de vida do serviço para serviços operacionais Monitorar e medir a performance alcançada de todos os serviços em produção em comparação com os níveis acordados nos ANSs Coletar , medir e melhorar a satisfação do cliente Produzir relatórios do serviço Conduzir revisão dos serviços e instigar melhorias com um Plano de Melhoria de Serviços 119 Gerenciamento de Nível de Serviço - Atividades Rever e revisar os ANSs , ANOs , contratos, e todos os outros acordos de apoio Manter contato e relacionamentos entre TI e negócio, clientes e as partes interessadas Desenvolver e documentar contatos e relacionamentos com o negócio clientes e partes interessadas. Registrar e controlar todas as queixas e elogios Prover a informação de gerenciamento apropriada para apoiar o gerenciamento de performance e demonstrar o atingimento dos objetivos Deixar disponível e a atualizado documentos, templates e padrões do Gerenciamento do Nível de Serviço . 120 Gerenciamento de Nível de Serviço – Indicadores Os indicadores de desempenho (PDI) e o métricaspodem ser usadas para avaliar a eficiência e eficácia das atividades do GNS e o progresso do Plano de Melhoria do Serviço. A métrica deve ser desenvolvida para serviço, cliente e da perspectiva do negócio e deve cobrir medidas subjetivas e objetivas tais como o seguinte. Objetivo Número ou porcentagem dos objetivos do serviço que estão sendo cumpridos Número e severidade das quebras de serviço Número de serviços com ANSs atualizados Número de serviços com relatórios “on-time” e revisões de serviços em produção. Subjetivo Melhoria na satisfação do cliente. 121 Gerenciamento de Nível de Serviço – Desafios Identificar o representante apropriado do cliente. Quem é o dono do serviço ? Designar representantes apropriados do Provedor de TI ( Interno e Externo ) Obter compromisso da Central de Serviço Formalizar e Comunicar os Acordos ( ANS , ANO , CA ) 122 Gerenciamento de Nível de Serviço – Papéis O Gerente do Nível de Serviço tem a responsabilidade de assegurar de que os objetivos do Gerenciamento do Nível de Serviço sejam cumpridos. Isto inclui responsabilidades como Garantir o cumprimento das metas do Gerenciamento do Nível de Serviço Manter atualizado e ciente das mudanças de necessidades do negócio Assegurar de que as exigências atuais e futuras do serviço dos clientes estejam identificadas, compreendidas e documentadas Negociar e acordar os níveis de serviço a ser entregados com o cliente (interno ou externo); e documentar formalmente estes níveis de serviço em ANS Negociar e acordar ANOs Ajudar a Manter o Portfólio de Serviços Assegurar de que os objetivos acordados no Contratos de Apoio estejam alinhados com os objetivos dos ANS e RNS (Requisito de Nível de Serviço) 123 Gerenciamento de Nível de Serviço – Papéis Assegurar que relatórios de quebra de ANS sejam emitidos e as causas sejam avaliadas , planos de ação criados e ações tomadas Assegurar de que as revisões de desempenho do serviço sejam realizadas periodicamente com clientes e documentadas com as ações acordadas Assegurar-se de que as iniciativas da melhoria identificadas em revisões do serviço sejam efetuadas e seu progresso documentados em relatórios fornecidos aos clientes Rever escopo de serviço , ANS , ANOs , e os outros contratos , regularmente , idealmente pelo menos uma vez ao ano Assegurar de que todas as mudanças sejam avaliadas em relação ao impacto em níveis de serviço Identificar todas as partes interessadas e clientes chaves , mantendo comunicação com eles. Registrar e atuar sobre toda reclamação do cliente Registrar, Medir , analisar e melhorar a satisfação do cliente Participar de reuniões do CCM (Comitê Consultivo de Mudanças ) quando apropriado 124 Gerenciamento da Disponibilidade 125 Gerenciamento da Disponibilidade - Objetivos O meta do processo da Gerenciamento da Disponibilidade é assegurar de que o nível de disponibilidade de serviço entregue em todos os serviços atenda ou exceda as necessidades atuais e futura acordadas do negócio, dentro de um custo justificável, Os Objetivos são Produzir e manter atualizado um Plano de Disponibilidade que reflita as necessidades atuais e futuras do negócio Fornecer consultoria e a orientação ás áreas de negócio ou TI em situações correlacionadas a disponibilidade Assegurar de os resultados da disponibilidade de serviço cumpram ou excedam os níveis acordados, controlando o desempenho de disponibilidade dos serviços e recurso correlacionado Colaborar na solução de incidentes e problemas correlacionados com disponibilidade Avaliar o impacto de todas as mudanças no Plano de Disponibilidade e o desempenho e capacidade de todos os serviços e recursos Assegurar a execução de medidas pró-ativas para melhorar a disponibilidade dos serviços sejam executadas onde o custo justifique 126 Gerenciamento da Disponibilidade - Atividades O processo de Gerenciamento da Disponibilidade deve incluir: Monitoração de todos os aspectos da disponibilidade, da confiabilidade e da manutencibilidade de serviços e dos componentes de apoio, com eventos apropriados, alarmes e escalonamento, com scripts automatizados para a recuperação Manutenção de métodos, técnicas e cálculos para todas medidas, métricas e relatórios da disponibilidade Auxiliar atividades da avaliação e gerenciamento de risco Coleção das medidas, análise e produção de regular ou Ad Hoc de relatórios de disponibilidade dos serviços e seus componentes Compreender as demandas acordadas e futuras do negócio para serviços e sua disponibilidade Influenciar o projeto dos serviços e dos componentes para alinhar com as necessidades do negócio 127 Gerenciamento da Disponibilidade - Atividades O processo da gerência da disponibilidade tem dois elementos chaves Atividades reativas O aspecto reativo do Gerenciamento da Disponibilidade envolve a monitoração, a medição, a análise e a gerência de eventos, incidentes e problemas envolvendo indisponibilidade. Estas atividades são desenvolvidas principalmente pelos papéis operacionais. Atividades pró-ativas As atividades pró-ativas do Gerenciamento da Disponibilidade envolvem o planejamento, o projeto e a melhoria proativa da disponibilidade. Estas atividades são desenvolvidas principalmente pelos papéis de projeto e planejamento. O Gerenciamento da Disponibilidade se completa em dois níveis interconectados Disponibilidade de serviço: envolve todos os impacto da disponibilidade e indisponibilidade do serviço e da disponibilidade de componente, ou o impacto potencial da indisponibilidade do componente e disponibilidade de serviço Disponibilidade componente: envolve todos os aspectos da disponibilidade e indisponibilidade dos componentes. 128 Gerenciamento da Disponibilidade - Base Sistema de Informação de Gerenciamento de Disponibilidade Relatórios de Disponibilidade Plano de Disponibilidade Critérios de desenho de Disponibilidade Programação de teste da disponibilidade Analise e Gerenciamento de Risco Planejamento e desenho de serviços novos ou mudados Implementação a custo justificável Revisar todos serviços (novos/mudados) . Testar disponibilidade e mecanismo de resiliência Atividades pró-ativas Monitorar, medir, analisar, reportar e rever disponibilidade serviço e componente Investigar toda ocorrência de indisponibilidade e promover ação corretiva Atividades Reativa 129 Gerenciamento da Disponibilidade - Papéis O Gerente do Gerenciamento da Disponibilidade tem a responsabilidade de assegurar de que os objetivos do Gerenciamento da Disponibilidade sejam cumpridos. Isto inclui responsabilidades como Adequar a Disponibilidade de TI para cumprir os níveis requeridos de serviço Prever futuras necessidades de Disponibilidade de forma a atender as mudanças constantes de negócio Produzir, manter e revisar periodicamente o Plano de Disponibilidade Em caso de quebra de performance ou ativação de gatilhos de controle de capacidade ocorrer , providenciar o devido incidente / problema e auxiliar em sua investigação. Agir como ponto focal para situações anormais de Disponibilidade. Assistir o Gerenciamento de Segurança e de Continuidade em análise e gerenciamento de riscos Participar de reuniões do CCM (Comitê Consultivo de Mudanças ) quando apropriado. 130 Gerenciamento da Capacidade 131 Gerenciamento da Capacidade - Objetivos O objetivo do processo da Gerenciamento da Capacidade é assegurar a um custo justificável que a Capacidade de TI esteja sempre disponível e atenda às necessidades atuais e futuras acordadas com o negócio, e : Produzir e manter o Plano de Capacidade com vistas as necessidades atuais e futuras Prover Medidas de MelhoriaGarantir acordos de Nível de Serviço sejam cumpridos ou excedidos , pelo gerenciamento de performance e capacidade de serviços e recursos Prover Conselho e orientação ao TI e Negócio Avaliar o impacto de mudanças sobre o Plano de Capacidade Garantir que medidas proativa para melhora a performance de serviços sejam implantada se o custo for justificável 132 Gerenciamento da Capacidade - Atividades Para alcançar seus objetivos , o Gerenciamento da Capacidade deve realizar as seguintes atividades Gerenciamento da Capacidade do Negócio Gerenciamento da Capacidade de Serviço Gerenciamento da Capacidade dos Sistemas de Informação Gerenciamento da Capacidade de Componentes Atividades de sustentação do Gerenciamento da Capacidade Gerenciamento de Demanda Modelagem e Tendências Dimensionamento de Aplicações Gerenciar eventos de controle 133 Gerenciamento da Capacidade - Base Portfólio de Serviço Estratégia de Serviços Necessidades de Negócio Gerenciamento da Capacidade do Negócio ( Transforma necessidades e planos de negócio em requerimentos para TI ) ANS RNS Desenho de Serviço de TI Gerenciamento da Capacidade de Serviço Gerenciamento da Capacidade do Componente ( gerenciamento, controle e predição de performance , utilização e capacidade dos componentes individuais de TI [CPU, Disk , etc.] ) 134 Gerenciamento da Capacidade - Papéis O Gerente do Gerenciamento da Capacidade Serviço tem a responsabilidade de assegurar de que os objetivos do Gerenciamento da Capacidade sejam cumpridos. Isto inclui responsabilidades como Adequar a Capacidade de TI para cumprir os níveis requeridos de serviço Aconselhar Gerência Sênior de TI como combinar a capacidade e a Demanda Entender a atual utilização da Infra-estrutura de TI e o máxima capacidade entregável de cada componente Prever futuras necessidades de Capacidade de forma a atender as mudanças constantes de negócio Produzir, manter e revisar periodicamente o Plano de Capacidade Em caso de quebra de performance ou ativação de gatilhos de controle de capacidade ocorrer , providenciar o devido incidente / problema e auxiliar em sua investigação. Agir como ponto focal para situações anormais de Capacidade e performance Participar de reuniões do CCM (Comitê Consultivo de Mudanças ) quando apropriado 135 Gerenciamento da Continuidade de Serviço de TI 136 Gerenciamento da Continuidade de Serviço de TI A meta de GCSTI é suportar o processo Gerenciamento da Continuidade do Negócio assegurando-se de que as necessidades técnicas e facilidades de serviço de TI (que incluem sistemas, redes, aplicações, banco de dados ,telecomunicações, ambiente, suporte e central de serviço) pode ser retomada dentro do requerido, acordado, e no tempo do negócio Os objetivos do GCSTI são Produzir e manter o Plano de Continuidade de TI alinhado com o plano de continuidade do negócio Efetuar regularmente a Análise de Impacto do Negócio (AIN) para garantir que o Plano de Continuidade atende as mudanças do negócio Conduzir regularmente análise de risco Dar consultoria e orientação a todas áreas do negócio e TI em situações de continuidade e recuperação Assegurar de que os mecanismos apropriados da continuidade e da recuperação estejam no lugar para atender ou exceder os acordos de continuidade do negócio Avaliar o impacto de todas as mudanças no Plano de Continuidade do Serviço de TI e Plano de recuperação Gerenciar os contratos necessários com os fornecedores para a provisão da capacidade necessária da recuperação 137 GCSTI - Atividades O processo de GCSTI inclui O acordo do escopo do processo de GCSTI e políticas adotadas A análise de Impacto do Negócio para determinar o impacto da perda de serviço TI teria no negócio Análise de risco - A identificação e avaliação do risco para identificar ameaças potenciais à continuidade e à probabilidade das ameaças se tornar. Inclui a tomada de medidas para gerenciar as ameaças onde o custo for justificado Produção de uma estratégia de GCSTI integrada na estratégia do plano de continuidade do negócio Teste dos Planos Manutenção das Planos 138 GCSTI – Ciclo de Vida Iniciação Políticas Escopo Iniciar projeto Requerimento e Estratégia AIN Analise de Risco Estratégia de Continuidade Implantação Desenvolver : Plano de Continuidade e de recuperação, processos , testes estratégicos Em produção Educação, concientização , treinamento. Revisão e Auditoria Testes Mudanças Gerenciamento de Continuidade de negócio Estratégia de Continuidade de Negócio Plano de Continuidade de Negócio Testes e Revisões Ativação 139 GCSTI - Papéis O Gerente do GCSTI tem a responsabilidade de assegurar de que os objetivos do GCSTI sejam cumpridos. Isto inclui responsabilidades como Executar análises de impacto do negócio para todos os serviços existentes e novos Executar e manter o processo de GCSTI de acordo com exigências da do processo de gerenciamento continuidade do negócio Garantir que os planos, riscos e as atividades de GCSTI estejam alinhados com os planos, riscos e atividades do Gerenciamento de GCN, e sejam capazes de atender os níveis acordados sob qualquer circunstâncias, e rever pelo menos uma vez ao ano Executar a avaliação e a gestão de riscos Desenvolver e manter a estratégia da continuidade da organização de TI Avaliar potencial problema de continuidade e ativar o Plano de Continuidade do serviço se necessário 140 GCSTI - Papéis Gerenciar o Plano de Continuidade do Serviço quando estiver em operação Executar revisões posteriores a testes da continuidade do serviço ou ativação, efetuando ações corretivas onde exigido Desenvolver e gerenciar os Planos de GCSTI garantindo que sempre a recuperação do negócio possa ser conseguida Manter uma detalhada programação de teste Manter revisados todos os procedimentos e assegurar de que estes estejam incorporados na programação de teste Comunicar e manter conscientização dos objetivos de GCSTI no negócio e TI Gerenciar os contratos de apoio necessários ao serviço de recuperação dos serviços de TI Avaliar impacto de mudanças no GCSTI e em seus Planos Participar de reuniões do CCM (Comitê Consultivo de Mudanças ) quando apropriado 141 Gerenciamento da Segurança da Informação 142 Gerenciamento da Segurança da Informação - Objetivos A meta do processo de GSI é alinhar a segurança de TI com a segurança do negócio e garantir que a informação é efetivamente gerenciada em todos os serviços e nas atividades de gerenciamento de serviços Os objetivos da Segurança de Informação é : Proteger os interesses daqueles que confiam na informação e os sistemas que entregam a informação , do dano resultante de falhas da disponibilidade, segurança e da integridade Cumprir os requerimentos de segurança do negócio conforme o acordado nos SLAs e normas externa. Prover nível básico de segurança 143 Gerenciamento da Segurança da Informação - Objetivos Os objetivos da Segurança de Informação são atingidos quando temos : Disponibilidade : A Informação esta disponível e usável quando necessária, e os sistemas que a prove são resistentes a ataques e recuperam-se ou previnem falhas Confidencialidade : A Informação é acessada por somente por quem tem direito para tal Integridade : A Informação é completa , exata ,e protegida contra modificações desautorizada Transações de negócio, bem como as trocas de informações entre empresas ou parceiros são confiáveis ( autenticidade ) 144 GSI – Conceitos Básicos ANS CA ANO Políticas Conscientização Documentar Segurança Física/Pessoal Redes, Aplicações,PCs Gerenciamento de Acessos Procedimentos de Incidente de Segurança Auditorias Internas Auditorias Externas Auto-Avaliação Incidentes de Segurança Aprendizado Melhorar Plano Implantar N E C E S S I D A D E N E G Ó C I O Relatórios Controle . Organiza . Estabelece Metodologia . Aloca Recursos Planejar Implementar Avaliar Manter 145 GSI – Papéis O Gerente do GSI tem a responsabilidade de assegurar de que os objetivos do GSI sejam cumpridos. Isto inclui responsabilidades como Desenvolver , manter , comunicar e publicar a Política de Segurança da Informação Assegurar de que a política da segurança da informação seja consistente e aderente Identificar e classificar os Itens de Configuração de TI, e o nível de controle e segurança requerido Participar da Analise de Impacto do Negócio Executar análise e gerenciamento de riscos em conjunto com Disponibilidade e o GCSTI Desenvolver controles e planos de segurança Desenvolver e documentar procedimentos para operação e manutenção dos controles de segurança Monitorar e gerenciar as brechas de segurança , manusear os incidentes de segurança, efetuar ações corretivas para prevenir novas ocorrências Reportar, analisar e reduzir o impacto e volume dos incidentes de segurança em conjunto com o Gerenciamento de Problemas 146 GSI – Papéis Promover conscientização e educação de segurança Manter um conjunto de controles e documentação de segurança, regularmente revisto e auditado Garantir que toda mudança seja analisada sob os aspectos da segurança Participar de reuniões do CCM (Comitê Consultivo de Mudanças ) quando apropriado Efetuar teste de segurança Garantir que a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos serviços são mantidos nos níveis acordados Garantir que todo acesso de serviços por parceiros externos possuam contratos, com responsabilidades definidas Agir como ponto focal nas situações de incidentes ou problemas de segurança 147 Gerenciamento do Fornecedor 148 Gerenciamento de Fornecedor - Propósito O processo visa obter valor pelo pagamento efetuado aos fornecedores e fornecer serviço de qualidade para o negócio, garantindo que todos os contratos e acordos com fornecedores suportam as necessidades do negócio e que todos os fornecedores cumpram os seus compromissos contratuais. Os objetivos do processo de Gerenciamento de Fornecedor são : Obter valor pelo dinheiro pago a fornecedores e contratos Garantir que os contratos de apoio e acordos com fornecedores estão alinhados com as necessidades do negócio e com os ANS, ANO Gerenciar o relacionamento com os fornecedores Gerenciar a performance com os fornecedores Negociar e acordar contratos com fornecedores com seu ciclo de vida Manter a Política de fornecedor e a Base de Dados de Fornecedor e Contrato (BDFC) 149 Sistema Gerenciamento Conhecimento De Serviço Gerenciamento de Fornecedor - Conceitos Básicos Estabelecer novos fornecedores e contratos Gerenciamento de fornecedores e performance Revisão ou termino de Contrato Avaliação de novos fornecedores e contratos Categorização de Fornecedor e manutenção do BDFC Banco de Dados de Fornecedores e Contratos Estratégia e Política de Fornecedores 150 Gerenciamento de Fornecedor - Categorias de Fornecedores Risco e Impacto Va lo r e Im po rtâ nc ia Baixo Baixo Médio Médio Alto Alto Comodities (produtos) Tático Operacional Estratégico 151 Gerenciamento de Fornecedor - Categorias de Fornecedores § Estratégico de relações significativas que envolvam os gerentes seniores, compartilhamento de informações estratégicas / confidenciais para facilitar os planos de longo prazo de 'parceria'. Essas relações são normalmente gerenciadas e de propriedade da gerência sênior do provedor de serviço e envolve contato e revisão de desempenho regulares e freqüentes. Essas relações provavelmente exigigem o envolvimento da Estratégia de Serviço e Desenho de Serviço incluem programas específicos de melhoria contínua § Tático para relações que envolvem a significativa atividade comercial e interação de negócios. Essas relações são normalmente gerenciadas pela média gerência e envolvem contato e revisões desempenho regulares e, muitas vezes incluiem programas de melhoria contínua § Operacional para fornecedores de produtos ou serviços operacionais . Essas relações são normalmente gerenciadas por gerente operacional Júnior e envolvem contato e avaliações de desempenho regulares § Produto ( comodities ) para fornecedores de produtos de baixo valor e/ou prontamente disponíveis e serviços, o que podem ser substituidos relativamente fácil (por exemplo, papel ou impressora fornecedores de cartucho). 152 Gerenciamento de Fornecedor - Papéis O Gerente do Gerenciamento de Fornecedores tem a responsabilidade de assegurar de que os objetivos do GF sejam cumpridos. Isto inclui responsabilidades como Fornecer auxílio no desenvolvimento e revisão de ANSs, contratos, acordos ou de alguns outros documentos para fornecedores Garantir de que o valor do dinheiro sejam obtido de todo fornecedores e contratos de TI Garantir que os processos de fornecedor de TI sejam consistentes e alinhados a todas as estratégias corporativas de fornecedor, processos e termos padrão e condições Garantir que todos os contratos, acordos ou ANSs desenvolvidos estejam alinhados com os padrões e necessidades do negócio Garantir que todos os papéis e relacionamentos entre fornecedores e sub-contratados sejam documentados, mantidos e sob acordo contratual Monitorar e reportar regularmente desempenho do fornecedor, com a identificação de ações da melhoria , e assegurar que estas ações serão executados Participar de reuniões do CCM (Comitê Consultivo de Mudanças ) quando apropriado Garantir que toda mudança que envolva fornecedores seja analisada sob estes aspectos 153 1. Introdução 2. Ciclo de Vida do Serviço 3. Estratégia de Serviço 4. Desenho de Serviço 5. Transição de Serviço 6. Operação de Serviço 7. Melhoria de Serviço Continuada 8. Informações & Dicas 9. Bibliografia 154 155 Transição de Serviço - Princípios 156 Transição de Serviços - Introdução Ciclo de Vida do Serviço Prover a orientação sobre como os requerimentos da Estratégia de Serviço ( codificada no Desenho de Serviço ) são efetivamente realizado na Operação de Serviço enquanto controla o risco de falhas ou interrupção Desenho Transição Operação 157 Transição de Serviços – Mundo Real A maioria dos projetos da Tecnologia da Informação não rende os resultados desejados Aproximadamente 80 % dos Incidentes são causados pela falha de mudanças e atividades em TI A Maioria das Organizações necessita : Estabilidade Melhoria de Qualidade Aumento de Eficiência e Efetividade Redução de custos de TI 158 Transição de Serviços – Metas e Objetivos O propósito principal da Transição de Serviço é Planejar e gerenciar a capacidade e recursos requeridos para juntar, construir, testar e distribuir uma liberação para produção e iniciar o serviço dentro dos requerimentos do clientes e partes interessadas Os objetivos da Transição de Serviço é Planejar e gerenciar os recursos de formar a garantir que serviços novos ou mudados serão colocados em produção , no tempo , no custo e na qualidade requerida Garantir que sejam atendidas as expectativas e requerimento dos clientes Garantir o menor impacto possível nos serviços em produção, na operação e na suporte Aumentar a satisfação do cliente , usuário e staff de Gerenciamento de Serviço com praticas de Transição através de distribuição de serviços novosou alterados , comunicação, liberação de documentação, treinamento e transferência de conhecimento Aumentar o uso apropriado dos serviços, aplicações e das soluções da tecnologia Fornecer planos claros e detalhados que permitem os projetos da mudança do cliente e do negócio de alinhar suas atividades com o serviço com os planos da Transição de Serviço 159 Transição de Serviços – Adicionar valor ao negócio A Transição de Serviço adiciona valor ao negócio principalmente por : Habilidade de adaptar-se rapidamente a novos requerimentos ( Agilidade ) e desenvolvimento de mercado ( Margem competitiva ) A taxa de êxito de mudanças e de liberações para o negócio Confiança no grau de conformidade com requerimentos e regulações legais do negócio e governança durante o processo de mudança Gerenciamento da transição das fusões, separação , aquisições e transferência de serviços As predições de níveis de serviço e garantias para serviços novos e mudados Redução de Custo dos serviços prestados Maximização do Valor Estabilidade Fl ex ib ili da de 160 Transição de Serviço 161 Planejamento e Suporte da Transição 162 Planejamento e Suporte da Transição – Objetivos Os objetivos de Planejamento e Suporte da Transição é Planejar e Coordenar os recursos para iniciar com sucesso um serviço novo ou mudado na produção, dentro das estimativas previstas do custo, qualidade e tempo Garantir que todos as partes adotem modelos em comum de processos , padrões e sistemas de apoio a fim melhorar a eficácia e a eficiência das atividades integradas do planejamento e da coordenação Prover planos claros e completos que permitem aos projetos de mudança do cliente e do negócio alinhar suas atividades com os planos da Transição de Serviço 163 Gerenciamento de Mudanças 164 Gerenciamento de Mudanças – Serviço Mudança pode ser definida de várias maneiras. A definição de Mudança de Serviço é : A adição , modificação , ou remoção de um serviço ou componente de serviço e sua documentação associada de forma autorizada e planejada 165 Gerenciamento de Mudanças – Objetivos O propósito do processo de Gerenciamento de Mudança é : Padronizar metodologia e procedimentos a serem usados para um eficiente manuseio das mudança Todas as mudanças em ativos de serviços e Itens de Configuração serem registradas no Sistema de Gerenciamento da Configuração (SGC) Reduzir risco de negócio As metas do processo de Gerenciamento de Mudança são Responder aos requerimentos de mudanças dos cliente e negócio enquanto maximiza o valor Reduzir a ocorrência de incidentes , interrupção e re-trabalho Atender as mudanças que alinham serviços com as necessidades do negócio. 166 Gerenciamento de Mudanças – Objetivos O Objetivo do processo Gerenciamento de Mudanças é garantir que toda mudança seja executada de forma controlada : Registrada Avaliada Autorizada PriorizadaPlanejadaTestada Implantada Documentada Revisada 167 Gerenciamento de Mudanças – Escopo Gerenciar o negócio Gerenciar processos de Negócio Gerenciar Operações de Negócio Gerenciar Fornecedores do negócio Gerenciar Serviços Externos Operações Externas Portfólio de Serviços Operação de Serviços Gerenciar Serviços de TI Provedor de Serviço Negócio Fornecedor Mudança Estratégica Mudança Técnica Mudança Operacional Mudança de Serviço 168 Gerenciamento de Mudanças – Escopo Mudanças são solicitadas por várias razões : Proativamente - Adicionar benefícios ao negócio tais como a diminuição de custos ou melhora do serviços ou aumento da facilidade e da eficácia de suporte Reativamente como forma de resolver erros , ou adaptar os serviços às circunstâncias em mudança no negócio ou TI. Mudanças devem ser gerenciadas para : Otimizar exposição ao risco ( suportando o perfil de risco requerido pelo negócio ) Minimizar a severidade de qualquer impacto ou interrupção Ser bem sucedido na primeira tentativa 169 Mudanças Gerenciamento de Mudanças Tipos de Requisição e de Mudanças NormalPadrão Pré- Autorizado Emergencial 170 Gerenciamento de Mudanças Tipos de Requisição e de Mudanças Mudança Padrão - É uma mudança de serviço ou infra-estrutura para qual a abordagem é pré- autorizada pelo Gerenciamento de Mudança que tem um procedimento aceitado e estabelecido para prover os requerimentos da mudança. Os exemplos podem incluir um upgrade de um PC par instalar software padrão , movimentar desktop para um único usuário. Outros exemplos incluem o mudança de baixo impacto, mudança rotineira da aplicação de antivírus. Mudança Normal - Segue o fluxo normal do processo de Gerenciamento de Mudança, e pode ser como categorizada Maior, Menor , Significativa Mudança Emergencial – São requeridas alguma vezes e devem ser projetadas com cuidado e testadas antes de se aplicada, ou o impacto da mudança da emergência pode ser maior do que o incidente original. As mudanças da emergência devem se documentadas após sua aplicação. O número de mudanças emergenciais propostas deve ser mantido a um mínimo absoluto, porque são geralmente mais invasivas e propensa a falhas 171 Gerenciamento de Mudanças Requisição de Mudança - Conceitos A mudança é submetida pela requisição de um solicitante individual ou grupo o qual propõe a mudança . Por exemplo, determinada necessidade do negócio , para a solução de um problema , instalação de um novo hardware ou software, etc. Sendo então produzida a Requisição de Mudança A RdM deve : Ter Conteúdo Ter Numeração única Ser Documentada : Papel , e-mail , ferramentas Os procedimentos devem estipular como as mudanças são registradas, devendo o Gerenciamento de Mudança realizar análise inicial de cada pedido e filtrar RdM que sejam Impraticável Repetições de RdMs em : produção , já aceita, já rejeitada ou em análise Submissões incompletas, por exemplo, descrição inadequada, sem necessária aprovação orçamentária , etc. 172 Gerenciamento de Mudanças - Atividades Sistem a de G erenciam ento da C onfiguração Registrar RdM Revisar RdM Estimar e avaliar a Mudança Autorizar a Mudança Atualizar Planos Coordenar implantação da Mudança Revisar e fechar a mudança Ordens de Trabalho Relatório de Avaliação Criar a RdM Ordens de Trabalho Proposta de Mudança ( opcional ) Autorizar proposta de Mudança 173 Gerenciamento de Mudanças - Os “Sete Rs” Avaliação da Requisição de Mudança As questões seguintes devem ser respondidas para todas as Mudanças. Sem estas informações, a análise do impacto pode não ser completa, e o balanço entre risco e benefício para vida do serviço pode não ser entendido. Isto poderá resultar um uma mudança que não entregue todas as possibilidades ou benefícios esperado pelo negócio ou ainda que haja um detrimento ou efeito inesperado sobre a vida do serviço Quem submeteu ( Raise ) a Mudança ? Qual é a Razão para a Mudança ? Qual é o Retorno requerido da mudança ? Quais são os Riscos envolvidos na Mudança ? Quais os Recursos são requeridos para entregar a Mudança ? Quem é o Responsável por construir, testar e implantar a mudança ? Qual é o Relacionamento entre esta mudança e outras mudanças ? 174 Gerenciamento de Mudanças - Planejamento Programação das Mudanças Todas as Mudanças autorizadas e com data de Implantação proposta Indisponibilidade de Serviço Planejada (ISP) Um Documento que identifica o efeito de Mudanças Planejadas, Atividades de manutenção e Planos de Teste nos Níveis de Serviço acordados. Plano de Recuperação Plano para recuperarpara um estado conhecido depois de uma Mudança ou Liberação que falhou. 175 Gerenciamento de Mudanças - Autorizar a Mudança C om un ic aç ão ,E sc al aç ão d e R dM , r is co s, p ro bl em as Comitê Executivo de Negócio Comitê de Gerenciamento de TI Comitê Consultivo de Mudanças /Emergencial Autorizações Local Alto Risco/Custo Requer autorização de Executivos Impacto em vários Serviços ou depto. da organização Impacto somente local ou em um grupo de serviço Mudança Padrão Autoridade Exemplos de nível de impacto Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 C om un ic aç ão ,D ec is ão , Aç ão 176 Gerenciamento de Mudanças - Autorizar a Mudança Autorização formal é obtida para cada mudança da autoridade de mudança que pode ser um papel, pessoa ou grupo de pessoa . Os níveis de autorização para uma tipo de particular de mudança deve ser julgado pelo tipo , tamanho ou risco da mudança, por exemplos mudanças em um grande empresa que afete muitas sites pode ter a necessidade de ser autorizado pelo mias alto nível de autoridade tal como um CCM Global ou o Comitê de Diretores. A cultura da organização dita , de uma forma marcante , a maneira pela qual as mudanças são autorizadas Um grau de autoridade delegada pode existir dentro de um nível da autorização, por exemplo delegar autoridade ao Gerente de Mudança de acordo com parâmetros pré-ajustados em relação a: Risco de Negócio Implicações Financeiras Escopo da mudança (por exemplo : somente efeitos internos, em serviços externos específicos 177 Gerenciamento de Mudanças - CCM / CCME CCM – Comite Consultivo de Mudança Dono : Gerente Mudança Objetivo : Suportar a avaliação, priorização, autorização e programação de mudanças Participantes : Todas as pessoas que possam de alguma forma contribuir para analise da mudanças , incluindo , mas não se limitando a : representantes de todas as áreas do provedor de serviço de TI, do negócio e de terceiros, tais como fornecedores. Periodicidade : Deve ser definida de comum acordo com as necessidaes de negócio CCM/E – Comite Consultivo de Mudança Emergencial Dono : Gerente Mudança Periodicidade : Sempre que uma mudança emergencial for necessaria Objetivo : Analisar e aprovar as mudanças emergenciais Participantes : Grupo normalmente reduzido de Gerentes de TI e negócio 178 Gerenciamento de Mudanças Revisão de Implementação A Revisão Pós Implementação deve ser realizada para confirmar : Que a mudança atingiu seus objetivo Que o clientes e partes interessadas estão satisfeitos com o resultado Que não haja efeitos inesperados Consumo de recursos Tempo e custo de execução. Após a revisão , realizar processo de “Lições Aprendidas” de forma a identificar e registradas informações relevantes para uso em futuras mudanças . 179 Gerenciamento de Mudanças - Métricas O Gerenciamento de mudança deve assegurar-se de que as medidas tenham o significado específico. Embora seja relativamente fácil contar o número de incidentes que geram eventualmente mudanças, é infinitamente mais valioso olhar a causa subjacente de tais mudanças, e identificar tendências. Melhor ainda é medir o impacto das mudanças e demonstrar a redução de interrupção devido a introdução do Gerenciamento de Mudança, e para medir a velocidade e a eficácia com que o provedor de serviço responde as necessidades de negócio 180 Gerenciamento de Mudanças - Métricas As métricas adotadas devem ser alinhadas com os objetivos de negócio , onde prático , e com custo viável , disponibilidade e confiabilidade, ainda , todas as metas devem ser comparadas com as medidas reais. Os indicadores de desempenho chave para o Gerenciamento de Mudança são: Mudanças Implantadas com sucesso ( no tempo, Custo, e Qualidade requeridas pelo cliente ) Redução do numero de interrupções do serviço Redução do numero de mudanças não autorizadas Redução da Lista de Requisição de Mudanças em espera Redução no numero e percentagem de mudanças não planejadas e emergenciais Redução de Mudanças onde o Plano de Recuperação foi ativado Redução do numero de Mudanças que falharam Tempo Médio de implantação de Mudanças urgentes ou de alta Prioridade Incidentes atribuíveis a Mudanças 181 Gerenciamento de Mudanças - Papéis O Gerente do Gerenciamento de Mudança tem a responsabilidade de assegurar de que os objetivos do GM sejam cumpridos. Isto inclui responsabilidades , sendo que algumas poderão ser delegadas, como : Receber , listar e alocar a prioridade em colaboração com o solicitante Rejeitar as RdM que forem impraticáveis Preparar e Gerenciar as reuniões do CCM em todos os seus aspectos Definir os participantes de determinada reunião do CCM Convocar reuniões de emergência d CCM ou CCME para todas as RdM urgentes Liderar as reuniões do CCM Após considerações do CCM autorizar as RdMs Autorizadas 182 Gerenciamento de Mudanças - Papéis Contatar com todas as partes necessárias para coordenar a construção, teste e a execução da mudança, de acordo com programações Atualizar o registro da mudança com todo o progresso que ocorrer, incluindo todas as ações para corrigir problemas e/ou oportunidades de melhorar a qualidade do serviço Revê todas as mudanças executadas para assegurar-se de que atenderam seus objetivos; falharam ou tiveram o plano de recuperação ativado Revê toda RdM que espera análise ou ação Analisar os registros de Mudanças para determinar tendências ou problemas aparentes que ocorrerem, e tomar as devidas ações Fechar Requisições de Mudanças Produz relatórios gerenciais confiáveis regularmente 183 Gerenciamento da Configuração e de Ativo de Serviço (GCAS) 184 Gerenciamento da Configuração e de Ativo de Serviço Objetivos Componente 1 Componente 2 Componente 1 Componente 2 Serviço 2 Serviço 1 Prover registro de configuração acurado Definir e Controlar os Itens de Configuração Projetar e Garantir Integridade 185 Gerenciamento da Configuração e de Ativo de Serviço Objetivos O propósito do GCAS é : Identificar, controlar, registrar, reportar, auditar e verificar os ativos de serviço e os Itens de Configuração, incluindo versões, linhas de base, componentes constitutivos, seus atributos, e relacionamentos Gerenciar e proteger a integridade de ativos de serviço e os itens de configuração, durante seu ciclo de vida garantindo que somente componentes autorizados estão em uso e somente modificações autorizadas são implantadas Garantir a integridade dos ativos de serviço e configurações requeridas para controlar serviços e infra-estrutura de TI pela criação e manutenção As metas do GCAS são Suporte aos objetivos de controle e requerimentos do negócio e cliente Suporte eficiente e eficaz ao processo de Gerenciamento de Serviço fornecendo informação de configuração integra permitindo tomada de decisão rápida , por exemplo autorizar a mudança e liberações, resolver incidentes e problemas mais rápidos Minimizar o número de problemas de qualidade e da conformidade causadas pela configuração imprópria dos serviços e dos recursos Otimizar os ativos de serviço, Configurações de TI , capacidades e recursos 186 GCAS - Conceitos Ativo de Serviço - Qualquer Habilidade ou Recurso de um Provedor de Serviço. Processos ( Gerenciamento de Mudança ) Organização ( Experiência, Relatórios ) Pessoas, Informação , Aplicação, Infra-estrutura Capital Financeiro Item de Configuração (IC) Qualquer Componente que necessite ser gerenciado para que possa entregar um Serviço de TI. Informação sobre cada IC é registrada no Registro de Configuraçãodentro do Sistema de Gerenciamento da Configuração e é mantido durante todo o seu Ciclo de Vida pelo Gerenciamento da Configuração. ICs estão sob controle do Gerenciamento de Mudanças. ICs tipicamente incluem hardware, software, instalações, pessoas e documentos formais tais como documentos de Processos e ANSs. 187 GCAS - Sistema de Gerenciamento da Configuração (SGC) Para gerenciar a grandes e complexa infra-estrutura e serviços de TI, ativos de serviço e a Gerenciamento de Configuração exigem o uso de um sistema de apoio conhecido como Sistema de Gerenciamento da Configuração (SGC ), que conterá informações como Detalhes de todos os componentes da Infra-Estrutura de TI Relacionamentos O SGC mantém os relacionamentos entre todos os componentes de serviço e todos os incidentes relacionados, problemas, erros conhecidos, a documentação de mudanças e liberação e pode igualmente conter dados corporativos sobre empregados, fornecedores, posições e unidades de negócios, clientes e usuários. Banco de Dados do Gerenciamento da Configuração (BDGC) Ferramentas automatizadas 188 GCAS – Componentes do SGC Biblioteca e Armazéns Seguro Uma biblioteca segura é uma coleção do software, documento eletrônico de Itens de Documentação com tipo e conhecidos. O acesso aos itens em uma biblioteca segura é restrito. Um armazém seguro é um local onde se armazena ativos de TI. Desempenham um papel importante na provisão de segurança e de continuidade – garantindo acesso a equipamento de qualidade conhecida Biblioteca de Mídia Definitiva (BMD) Uma ou mais localidades em que a versão de todos os Itens de Configuração software em sua forma definitiva e aprovada são armazenados de maneira segura. A BMD também pode conter ICs tais como licenças e documentação. A BMD é uma área de armazenamento lógica única, mesmo que existam diversas localidades. Todos os softwares na BMD estão sob o Controle do Gerenciamento de Mudanças e de Liberações e são registrados no Sistema do Gerenciamento da Configuração. Somente software proveniente da BMD serão aceitos para o uso em Liberações. 189 GCAS – Componentes do SGC Linha de base Uma Referência usada como ponto inicial para comparação no futuro. Por exemplo : Uma Linha de base do GSTI pode ser usada como ponto de partida para medir o efeito de um Plano de Melhoria do Serviço. Uma Linha de base de Desempenho pode ser usada para medir mudanças no Desempenho durante todo o período em que um Serviço de TI estiver na ativa. Uma Linha de base do Gerenciamento da Configuração pode ser usada para possibilitar que a Infra-estrutura de TI possa ser recuperada de volta a sua Configuração conhecida se uma Mudança ou Liberação falhar. Instantâneo ( snapshot ) O estado corrente de uma Configuração, geralmente capturada por uma ferramenta de inventário. 190 GCAS – Papéis O Gerente de Ativo de Serviço / Gerente de Configuração , entre outras , as seguintes responsabilidades: Garantir objetivos acordados com o Gerente de Serviços Implantar a política e os padrões do Gerenciamento do processo Avaliar sistemas existentes do Gerenciamento de Ativos/Configuração e, projetar, executar e gerenciar melhoria ou implantação de sistemas com maior eficiência e a eficácia, Acordar o escopo do processo , funções , itens a serem controlados, e qual informação a ser registrada ; desenvolvendo planos , procedimentos e padrões. Analista de Configuração Suportar a criação de Planos de Gerenciamento de Ativos de Serviço a Configuração,e principalmente sua implantação Criar processos e procedimentos do Gerenciamento de Ativos de Serviço e Configuração 191 Gerenciamento de Liberação e Implantação 192 Gerenciamento de Liberação e Implantação - Objetivos Gerenciamento de Liberação e Implantação é sobre , construir , testar , e entregar a capacidade para prover os serviços especificados por Desenho de Serviço e de que realizará os requerimentos das partes interessadas e entregará os objetivos pretendidos. Seus Objetivos são garantidos por : Planos da liberação e da distribuição claros e detalhados que permitam os projetos da mudança do cliente e do negócio alinhar suas atividades com estes planos Viabilidade - Um pacote da liberação que pode ser construído, instalado, testado e desdobrado eficientemente a um ambiente ou grupo com sucesso e conforme programação Construir Um serviço novo ou mudado e seus sistemas, tecnologia e organização capazes de entregar as os requerimentos acordados com o cliente ou negócio Mínimo impacto imprevisível nos serviços em produção, nas operações e na organização de suporte Transferência de Conhecimento para cliente, usuários,equipe de suporte ) 193 Gerenciamento de Liberação e Implantação Unidade de Liberação Unidade de liberação descreve a parcela de um serviço ou de uma infra-estrutura de TI que é liberada normalmente junto, de acordo com a política da liberação da organização. A unidade pode variar, dependendo dos tipos ou dos itens do ativo de serviço ou do componente de serviço tais como o software e hardware. Unidade de Liberação Unidade de Liberação Serviço de TI Troca do parque de Informática Troca de Hardware Atualização de Pacote para escritório Instalar soft de comunicação remota Entrega de “Token” Ativação Wireless 194 Gerenciamento de Liberação e Implantação Unidade de Liberação Os seguintes fatores devem ser tomados em consideração ao decidir o nível apropriado para unidades da liberação: A facilidade e a quantidade de mudanças necessárias para liberar e distribuir uma Unidade de Liberação A quantidade de recursos e tempo necessário para construir, testar, distribuir e executar uma unidade da liberação A complexidade das relações entre a unidade proposta e dos serviços e infra-estrutura de TI O armazenamento disponível nos ambientes de desenvolvimento, teste, e nos ambientes de produção. 195 Gerenciamento de Liberação e Implantação Formatos de Desenho de Liberação Big Bang - o serviço novo ou mudado é distribuído a todas as áreas de usuário em uma operação. Isto será usado freqüentemente quando ao introduzir uma mudança da aplicação, a consistência do serviço através da organização é considerado importante Fase - O serviço é desdobrado a uma parte da base de usuários inicialmente, e esta operação é repetida então para partes subseqüentes da base de usuários através de um Plano de Distribuição Push & Pull – Empurra e Puxa O método Empurra ( Push ) é usado onde o componente de serviço é distribuído de uma central ( automatizada ) que os envia as localizações alvo. Nos termos da distribuição do serviço, entregar componentes de serviço atualizados a todos os usuários – em Big-Ban ou em Fase – é `push', desde que o serviço novo ou mudado é entregue no ambiente de usuários em um momento que não é de sua escolha. O método Puxe é usado para as liberações de software onde o software está disponível em uma central de distribuição automatizada ,e os usuários podem puxar o software para seu equipamento em um momento de sua escolha ou quando á estação de trabalho do usuário reiniciar 196 Gerenciamento de Liberação e Implantação Pacotes de Liberação Um Pacote de Liberação pode ser uma única unidade de Liberação ou um conjunto de unidades de liberação. Pacote de Liberação - PL1 Unidade de Liberação - Aplicativos Documentação usuário Serviço A ( Cliente ) Mudança do banco de dados Clientes WEB Serviço de Suporte á aplicação Documentação de Liberação Serviço de Suporte á Infra- estrutura Unidade de Liberação 1 Unidade de Liberação 2 197 Gerenciamento de Liberação e Implantação Modelo Os modelos da liberação e da distribuiçãodefinem : Estrutura da liberação - a estrutura para construir um pacote da liberação e os ambientes Os critérios de entrada e saída mandatórios e opcionais que incluem entregáveis e a documentação para cada estágio Ambientes controlados requeridos para construir e testar a liberação para cada nível de liberação Os papéis e as responsabilidades para cada item de configuração a cada nível da liberação Modelo para promoção da liberação e linha de base da configuração Modelos de programações da liberação e distribuição Sistemas, ferramentas e procedimentos de apoio para documentar e seguir todas as atividades da liberação e distribuição A atividades de passagem ( Hand-Over ) e responsabilidades pela execução da passagem e a aceite para cada estágio da liberação e distribuição. 198 Gerenciamento de Liberação e Implantação Modelo V de Serviço O Modelo V de é um conceito que oferece um caminho a seguir no que diz respeito à definição dos requisitos para um pacote de serviço, projetando o pacote, construindo e testando o pacote. O modelo fornece pontos de referência ao longo do caminho que são usados como pontos de checagem para garantir que o que está sendo projetado, construído e entregue é realmente o que foi exigido.Para cada passo também foi especificamente nomeada saídas que devem ser visíveis. O V-Model demonstra as relações entre cada fase do ciclo de vida de desenvolvimento e sua fase de teste associados A vantagem do modelo V é que, ao escrever os testes no momento de especificação ,erros de especificação podem ser detectados em uma fase inicial, evitando retrabalhos caros mais tarde. Além disso, os testes acontece em diferentes níveis, testes de componentes , teste de pacotes, de sistema etc, novamente levando a detecção precoce de erros. 199 Gerenciamento de Liberação e Implantação Modelo V de Serviço 200 Gerenciamento de Liberação e Implantação - Papéis Gerente de liberação e implantação é responsável por Planejamento, desenho, construção, configuração e teste de todos os softwares, hardwares para criar o pacote de liberação para a entrega de mudanças nos serviços Coordenar documentação e comunicação da Liberação, incluindo treinamento dos usuários, serviços de suporte e técnicos Planos de distribuição em conjunto com Gerenciamento de Mudanças e da Configuração e de Ativo de Serviço Orientação técnica , inclusive , relatórios de Erros Conhecidos e Soluções de Contorno Registrar métricas para Distribuição para garantir os ANS Gerente de empacotamento e construção de liberação, tem a responsabilidade de Entregar aplicações que cumpram os requerimentos definidos no Desenho de Serviço Estabelecer a configuração final da liberação (exemplo : conhecimento, informação, hardware, software e infra-estrutura) Teste de entrega Final Relatórios de Erros Conhecidos e Soluções de Contorno 201 Validação e Teste de Serviço 202 Validação e Teste de Serviço – Propósito Planejar e implantar um processo estruturado da validação e teste que forneça a evidência objetiva que o serviço novo ou mudado suportará os requerimentos do negócio ,da parte interessada e do cliente, incluindo ANSs Assegurar a qualidade da liberação, seus componentes de serviço, o serviço resultante e a capacidade de serviço entregada por uma liberação Identificar , avaliar e endereçar problemas, erros e riscos durante todo a transição do serviço. O Propósito do processo da Validação e Teste do serviço é : O objetivo da validação e do teste do serviço é assegurar que um serviço fornecerá o valor aos clientes e ao seu negócio. 203 Validação e Teste de Serviço - Objetivo O modelo do serviço descreve a estrutura e a dinâmica de um serviço que seja entregue por Operações de Serviço, através do Plano de Operações do Serviço. A Transição do Serviço avalia estes durante os estágios da validação e do teste. Modelo de Serviço Configuração dos Ativos de Serviço ( Desenho do serviço ) Atividades , eventos e interações (Desenho de Serviço ) Operações de Serviço 204 Avaliação de Mudança 205 Avaliação A Avaliação é um processo genérico que considera se o desempenho de algo é aceitável, com boa relação custo x valor, etc . E se deverá se dar continuidade , aceito para uso, pago por ele , etc. O propósito da Avaliação é fornecer meios consistentes e padronizados de determinar o desempenho de uma mudança do serviço no contexto de serviços existentes ou proposto da infra-estrutura de TI . O desempenho real de uma mudança é avaliado contra seu desempenho previsto e todos os desvios entre os dois são compreendidos e gerenciados. O Objetivo da avaliação é ajustar corretamente expectativas da parte interessada e fornecer informações efetivas e corretas para o Gerenciamento de Mudança para certificar-se que mudanças que afetem adversamente a capacidade de serviço e introduzem o risco sejam verificadas 206 Gerenciamento do Conhecimento 207 Gerenciamento do Conhecimento O propósito do Gerenciamento do Conhecimento é assegurar de que a informação certa seja entregue no lugar apropriado ou à pessoa competente no momento adequado de modo à permitir a uma decisão consistente. O objetivo do Gerenciamento do Conhecimento é permitir organizações melhorar a qualidade da tomada de decisão da gerência assegurando-se de que a informação e os dados de confiança e seguros estejam disponíveis ao longo do ciclo de vida do serviço. A implantação de Sistema de Gerenciamento do Conhecimento de serviço reduz os custos de manter e controlar os serviços, aumentando a eficiência de procedimentos de gerenciamento operacional e reduzindo os riscos que ocorrem da falta de mecanismos apropriados. 208 Gerenciamento do Conhecimento Sistema de Gerenciamento do Conhecimento de Serviço O sistema SGCS cobre aspectos mais largos de Gerenciamento do Conhecimento, criando conhecimento a partir de dados, e facilitando as tomadas de decisão 209 1. Introdução 2. Ciclo de Vida do Serviço 3. Estratégia de Serviço 4. Desenho de Serviço 5. Transição de Serviço 6. Operação de Serviço 7. Melhoria de Serviço Continuada 8. Informações & Dicas 9. Bibliografia 210 Operação de Serviço - Princípios 211 Operação de Serviço - Introdução A Operação de Serviço é a fase no ciclo de vida de gerenciamento dos serviços de TI que é responsável pelas atividades do dia a dia. Ao considerar Operação de Serviço é normal centrar-se somente sobre o gerenciamento de atividades e da tecnologia do dia a dia como um fim em si mesma . Entretanto, a Operação de Serviço existe dentro de um contexto maior. Como parte do ciclo de vida do Gerenciamento de Serviço , é responsável por executar processos que melhoram o custo e a qualidade dos serviços. Como parte da organização, é responsável por habilitar o negócio a atingir seus objetivos. Como parte da organização de TI, é responsável pelo o funcionamento eficaz dos componentes que suportam os serviços. 212 Operação de Serviço - Introdução Operação de Serviço fornece o consultoria e orientação em melhores práticas em todos os aspectos do gerenciamento de operação do dia a dia de uma organização de serviços de TI. Cobre assuntos em relação aos pessoas , processos, e tecnologia , e aos relacionamentos necessários para garantir alta qualidade e custo efetivo dos serviço, necessário para atender as necessidades do negócio. Este serviço tem como foco principal Gerenciamento do Dia a Dia Atender as necessidades do negócio Prover e Suportar Serviços 213 Operação de Serviço - Objetivos O Propósito da Operação de Serviço é coordenar e realizar as atividades e os processos exigidos para entregar e gerenciar os serviços aníveis acordados com os usuários e clientes. Sendo igualmente responsável por gerenciar a tecnologia “em produção” que é usada para entregar e serviços de assistência. Processos bem desenvolvidos e implantados serão de pouco valor se a operação do dia- hoje destes processos não é corretamente conduzida gerenciada e controlada. Nem melhorias serão possível se as atividades do dia a dia para monitorar performance , garantir métricas e obter dados não são sistematicamente conduzido durante a Operação de Serviço O foco está sobre : Operação do dia a dia dos serviços Coordenar e realizar os requerimentos de operação para gerenciar serviços nos níveis acordados Habilitar o negócio a atingir seus objetivos Funcionamento efetivo da tecnologia que suporta o serviço 214 Operação de Serviço - Comunicação Uma boa comunicação é necessário com outras equipes e departamentos, com usuários e os clientes internos, e entre as equipes da operação de serviço e os departamentos. Problemas podem freqüentemente ser impedidos ou mitigados com uma comunicação apropriada. Operação de Serviços Clientes & Usuários Fornecedores Outros Gerenciamento de Serviços 215 Operação de Serviço -Balanceamento A operação de serviço é mais do que apenas a execução repetitiva de um conjunto de procedimentos ou atividades padronizadas . Todas as funções, processos e atividades são projetadas para entregar um especifico e um nível acordado de serviços, mas têm que ser entregadas em um ambiente sempre em mudança. Isto dá forma a um conflito entre a manutenção do status vigente e a adaptação a mudanças no negócio e nos ambientes tecnológicos. Um dos papéis chave da Operação de Serviço é conseqüentemente tratar esta situação e conseguir um balanceamento entre conflitos e das prioridades Pro atividade Custo do Serviço Responsividade Visão de Negócio Reatividade Qualidade do Serviço Estabilidade Visão de TI 216 Operação de Serviço -Visão de TI x Visão de Negócio Visão de negócio Visão de TI Operação Padrão Como precisa ser feito Alta consistência na entrega Equipe de entregas versáteis O que precisa ser feito Baixa consistência na entrega 217 Operação de Serviço -Visão de TI x Visão de Negócio Visão Interna de TI x Visão Externa de Negócio é o conflito mais fundamental em todas as fases do ciclo de vida de gerenciamento de serviço. Está entre a visão de TI como um conjunto de serviços (a visão externa do negócio) e a visão de TI como um conjunto de componentes de tecnologia (visão interna de TI). Visão externa de TI : é a maneira como os serviços são experimentados por seus usuários e clientes. Não compreendem ,nem importam-se sobre os detalhes de que tecnologia é usada para gerenciar aqueles serviços. O que interessa é que os serviços sejam entregues dentro dos requerimentos e o ANS. Visão Interna de TI : É a maneira como componentes e sistemas é gerenciados para entregar os serviços. Como sistemas de TI são complexo e diverso, isto significa que a tecnologia é gerenciada por diversas equipes diferentes ou departamentos - cada qual é centrado na realização do desempenho e disponibilidade do seu sistema. 218 Service Operation Estabilidade x Velocidade de Resposta Estabilidade Velocidade de Resposta Alinhamento com negócio Previsões baseadas sobre atividades futuras do negócio Crescimento baseado em novas tecnologias ANOs não alinhados com as necessidades do negócio Previsões baseadas nas demandas atuais Crescimento baseado em sistemas atuais 219 Operação de Serviço Estabilidade x Velocidade de Resposta Não importa quão boa é a funcionalidade do serviço de TI e não importa quão bom foi projetado, pesará mais se os componentes de serviço não estão disponíveis ou se são inconsistentes. Isto significa que a Operação de Serviço precisa-se assegurar de que infra-estrutura esteja estável e disponível como projetado. Ao mesmo tempo, a Operação de Serviço precisa reconhecer que os requerimentos de negócio mudam 220 Service Operation - Qualidade x Custos Qualidade Custos Negócio demanda mais serviços de TI Limitar a qualidade ao orçamento disponível Atender ao orçamento e redução de custo Crescimento de solicitação por serviço de maior qualidade Entregar mais que o necessário Entrega ao nível acordado não obstante o custo 221 Operação de Serviço -Qualidade x Custos A Operação de Serviço é exigida constantemente em entregar o nível acordado de serviço de TI a seus clientes e usuários, e ao mesmo tempo manter custos e utilização do recurso em nível ótimo. 222 Operação de Serviço -Reativo x Pró-Ativo Reativo pró-ativo Criar Plano de Recuperação Antecipar os problemas de capacidade Antecipar as necessidades do negócio Não estar preparado para desastres Esperar até os problemas de capacidade ocorrer Responder as necessidades do negócio quando exigido 223 Operação de Serviço -Reativo x pró-ativo Uma organização reativa é uma que não age a menos que for solicitada por um solicitante externo, por exemplo uma exigência nova do negócio, uma aplicação à desenvolvida ou agravamento das queixas feitas por usuários e clientes. Uma organização proativa está procurando sempre maneiras de melhorar a situação atual. Fará continuamente a varredura dos ambientes internos e externos, procurando sinais de mudanças potencial de impacto. O comportamento pró-ativo é considerado geralmente como o positivo, especial se permite a organização manter vantagens competitivas em um ambiente em mudança. 224 Processos de Negócio Operação de Serviço - Definições Infra-estrutura de TI Usuários Central de Serviços Eventos / Alertas Chamados 225 Operação de Serviço -Definições Evento • Uma mudança de estado a qual possui significado para o gerenciamento de um Item de Configuração ou Serviço de TI. Também é o termo usado para quando um Alerta ou notificação criada por qualquer Serviço de TI, Item de Configuração ou ferramenta de monitoração. Alerta • Um aviso de que certo limite foi atingido, algo mudou ou uma Falha ocorreu Alertas são muitas vezes criados e gerenciados por aplicações para Gerenciamento de Sistemas Requisição de serviço • Uma solicitação de um Usuário para informação, aconselhamento, para uma Mudança Padrão ou Acesso a um Serviço de TI. Incidente • Uma interrupção não planejada de um Serviço de TI ou uma redução da Qualidade de um Serviço de TI. Falha de um Item de Configuração que ainda não tenha impactado um Serviço de TI é também um Incidente. Problema • A causa raiz de um ou mais incidentes. A causa geralmente não é conhecida no momento em que o Registro de Problema é criado Solução de Contorno • Reduzir ou eliminar o Impacto de um Incidente ou Problema para o qual a Resolução completa ainda não está disponível 226 Operação de Serviço 227 Central de Serviço 228 Central de Serviço Eventos Alertas Incidents Requisição de Serviço BDGC Central de Serviços Relatórios Suporte Externo Serviço inteno de suporte Suporte SAP Rede Telecomunicação Envia para 229 Central de Serviços - Objetivos A Central de Serviço é uma unidade funcional composta de equipe de técnicos responsáveis por tratar uma variedade de eventos do serviço, solicitados freqüentemente através de chamadas telefônicas, interface WEB , ou dos eventos de infra-estrutura automáticamente reportados. A Central de Serviço é um componente vital da organização de TI e deve ser o Ponto Único de contato para os usuários no dia a dia - e manusear todos os incidentese requisição de serviços, utilizando normalmente ferramentas de software para registrar e gerenciar todos eventos. Seus principais objetivos são Restaurar o serviço ao normal o mais rápido possível Atender as requisições de Serviço Responder outras questões Dono do ticket 230 Site 1 Central de Serviço - Estrutura Local : A Central de Serviço esta instalada dentro ou fisicamente perto da comunidade de usuário. Isto freqüentemente ajuda a uma comunicação e dá uma proximidade que alguns usuários gostam, porém se compararmos a capacidade de atendimento com demanda a ser atendida o custo pode não justificar os recurso alocados Usuário 1 Usuário 2 Usuário 3 Central de Serviço Gerenciamento Técnico Gerenciamento de Operações de TI Gerenciamento de Aplicativo Suporte Externo 231 Central de Serviço - Estrutura Centralizado : É possível aumentar a Eficiência Central de Serviço centralizando o atendimento em 1 ou poucas equipes centralizadas .Isto pode trazer um melhor custo x benefício , permitindo que uma equipe reduzida trate um volume mais elevado de chamadas, e pode igualmente conduzir a níveis de habilidade mais elevados com a familiarização com as ocorrências mais freqüente dos eventos. Pôde ainda ser necessário manter uma equipe local para segurar o atendimento de situações que exigem a presença do técnico fisicamente , mas tais equipe podem ser gerenciadas e ativadas pela Central de Serviço Organização Usuário Do Site 1 Usuário do Site 2 Usuário Do Site 3 Central de Serviço Gerenciamento Técnico Gerenciamento de Operações de TI Gerenciamento de Aplicativo Suporte Externo Requisição de Serviço Suporte de 2• Nível 232 Central de Serviço - Estrutura Virtual / Follow the Sun BDGC único Central de Serviços 233 Central de Serviço - Estrutura Virtual / Follow the Sun Com o uso da tecnologia, particularmente a Internet, e o uso ferramentas de suporte baseadas na WEB , é possível dar a impressão de uma única, Central de Serviços em quanto de fato as equipes podem estar localizadas em qualquer localização geográficas . Isto traz opção de “Home Office” , “Off-Shore” ou “Outsourcing” - ou qualquer combinação necessária para atender a demanda do usuário. É importante notar, entretanto, que cuidados são necessários em todas estas circunstâncias para garantir a consistência e a uniformidade na qualidade do serviço e em termos culturais Algumas organizações globais ou internacionais podem desejar combinar duas ou mais de suas Centrais de Serviço dispersadas pelo globo para proporcionar um serviço de Seguir o Sol durante 24 horas 234 Central de Serviço – Quadro de Colaboradores Um importante fator na Central de Serviços são os Recursos Humanos. Deve ser selecionar habilidades individuais com entendimento do negócio e prover treinamento adequado, prevenindo redução dos níveis de qualidade no suporte devido a falhas de conhecimento. Havendo Cinco áreas a serem considerada Staffing Levels • Uma organização deve assegurar-se de que o número correto de equipe de funcionários esteja disponível de modo à atender a demanda à Central de Serviço pelo negócio Skills Level • Uma organização deve decidir no nível e amplitude das habilidades que exige de sua equipe de Central de Serviço - e assegurar de que estas habilidades estejam disponíveis no momento apropriados. Training Requirements • É vital que toda a equipe da Central de Serviço esteja treinada adequadamente antes de proverem suporte. Staff Retention • É muito importante que todos da gerencia de TI reconhecam a importância da Central de Serviço e da equipe que trabalha Rquired Skills • Pessoas possuem habilidades diferentes , e devem ser alocadas corretamente para uma formação eficiente da Central de Serviço como : Comunicativo , Analítico , Generalista , detalhista, etc 235 Central de Serviço – Métricas Métricas devem ser estabelecidas de modo que o desempenho da Central de Serviço possa ser avaliado em intervalos regulares. É importante avaliar a saúde, a maturidade, a eficiência, a eficácia e as todas as oportunidades de melhorar a operação da Central de Serviço. Ao medir a Central de Serviço devemos fazê-lo tanto do ponto de Vista Operacional da mesma ( visão interna ) – Eficiência ; quanto do ponto de vista do usuário - Eficácia. Operação da Central de Serviço “Baseada em fatos” – Eficiência • Estatistica de Chamados Atendidos • % de Chamados atendidos em 1• Ligação • Tempo médio de Escalonamento do Chamado • Tempo médio de Resolução Satisfação do Usuário “Baseada em percepção” - Eficácia % de usuarios satisfeito com o prazo % de usuarios satisfeito com a solução % de usuarios satisfeito com o tempo % de usuarios satisfeito com o atendimento pessoal % de usuários que indicariam o serviço a outros 236 Gerenciamento de Eventos 237 Gerenciamento de Eventos - Objetivos Gerenciamento de Eventos prove a habilidade para detectar eventos , entende-los e determinar a ação de controle apropriada. Gerenciamento de Eventos é conseqüentemente a base para a monitoração e controle operacionais. As principais atividades são : Detectar Eventos, entende-lo e determinar os apropriados ações de controle Automatizar atividades rotineiras do Gerenciamento de Operações Comparar performance e condutas contra padrões a ANSs Base para Garantia , Reporte e Melhoria de Serviço 238 Gerenciamento de Eventos - Papéis É incomum uma organização apontar um Gerente de Evento , como os eventos tendem a ocorrer em múltiplos contextos e por muitas razões diferentes Entretanto, é importante que os procedimentos do Gerenciamento de Evento sejam coordenados para impedir duplicação de esforço e de ferramentas. Os papéis das Funções de Service Operation no Gerenciamento de Evento são : O Papel da Central de Serviço • Suporte Inicial Escalonamento Comunicação Papel do Gerenciamento Técnico e de Aplicação • Definir e gerenciar eventos • Ajudar em incidentes e problemas relacionado com eventos Gerenciamento de Operações de TI • Monitorar eventos, prover resposta inicial 239 Gerenciamento de Incidentes 240 Gerenciamento de Incidentes Na terminologia da ITIL, um Incidente é definido como: Uma interrupção não programada de serviço de TI ou redução na qualidade do serviço de TI. A falha de um Item de Configuração que não impacte ainda o serviço é igualmente um incidente, por exemplo a falha de um HD em um array de discos. O Gerenciamento de Incidente é o processo para tratar todos os incidentes; isto pode incluir as falhas, questões relatadas pelos usuários (geralmente através de uma chamada telefônica à Central de Serviço), pela equipe técnica, ou detectadas automáticamente e reportadas por ferramentas de monitoração do evento. 241 Gerenciamento de Incidentes - Objetivos O objetivo fundamental do processo da Gerenciamento de Incidente é : Restaurar ao normal a operação de serviço o mais rapidamente possível Minimizar o impacto adverso nas operações do negócio, Garantir os melhores níveis de qualidade e indisponibilidade de serviço A operação normal do serviço é definida como a operação de serviço dentro dos limites dos ANS. 242 Gerenciamento de Incidentes - Escopo O Gerenciamento de Incidente inclui todo o evento que interrompe, ou que poderia interromper, um serviço. Isto inclui os eventos que são comunicados diretamente por usuários, através da Central de Serviço ou através da interface do Gerenciamento de Evento com às ferramentas de Gerenciamento de Incidente. Os incidentes podem igualmente ser relatados e/ou registrado pela equipe de técnica243 Gerenciamento de Incidentes - Conceitos Há algumas coisas básicas que são necessárias ter em conta e decidir quando considerar o Gerenciamento de Incidente Tempo de Resposta : devem ser acordados para todos os estágios de tratativa do incidente (estes diferirão dependendo do nível de prioridade) – e são baseado nos tempos de resposta e solução do incidente dentro do ANSs Modelos de incidente : Muitos incidentes não são novos - envolvem tratar algo que já aconteceu e pode acontecer de novo.Por este motivo, muitas organizações acham útil predefinir padrões de modelo de incidente. Incidentes Graves : Um procedimento específico , com tempo de resposta mais curtos e maior urgência, deve ser usado para Incidentes Graves . Uma definição do que constitua um incidente grave deve ser acordada .Normalmente envolvem : Incidentes com alto potencial de impacto no negócio Alta Urgência ( eminente ataque de vírus ) Causas conhecidas , porém sem solução de contorno. 244 Gerenciamento de Incidentes – Processo Identificar Registrar Categorizar Requisição de Serviço ? Priorizar Incidente Grave ? Diagnose Inicial Escalar ? Investigar e diagnosticar Solucionar e Restaurar Fechar Cumprimento de Requisição Procedimento de Incidente Grave S NS Escalar S N N 245 Gerenciamento de Incidente – Priorização Prioridade - Definir qual chamado será atendido , baseado no Impacto , Urgência e Dependência de recursos ( tempo , pessoas, dinheiro ) Impacto é determinado pelo o efeito sobre as atividades do negócio Urgência é determinada pelo quão rápido o incidente precisa ser solucionado 246 Gerenciamento de Incidente – Priorização A Central de Serviço deve levar em consideração os abaixo para a definição do Impacto Risco à vida ou á integridade física O número de serviços afetados O nível de perdas financeiras Efeito na reputação do negócio Rupturas regulatória ou legais 247 Gerenciamento de Incidentes - Escalonamento CIO Gerente de TI Gerente Técnico 1 Gerente Técnico 2 Banco de Dados Web RedeProgramadoresCentral de Serviço Conhecimento A ut or id ad e Escalonamento Funcional Escalonamento Hierárquico 248 Gerenciamento de Incidentes - Escalonamento Escalonamento Funcional . Assim que se tornar claro que a Central de Serviço é incapaz de resolver o incidente (ou quando o tempo para primeiro atendimento forem excedidos) o incidente deve imediatamente ser escalado para o próximo nível de suporte ou outra equipe. Escalonamento Hierárquico. Se os incidentes são de uma natureza séria (por exemplo incidentes da prioridade 1) os apropriados gerentes de TI devem ser notificados, no mínimo para informação. O Escalonamento Hierárquico é usado igualmente se as etapas de Investigar e Diagnosticar e da Solucionar e Restaurar estão tomando tempo demais ou estão provando-se demasiado difícil. 249 Gerenciamento de Incidentes - Métricas As métricas de que devem ser monitoradas e reportadas para avaliar a eficiência e a eficácia do processo da Gerenciamento de Incidente, e sua operação, incluirá, entre outros Porcentagem dos incidentes atendidos dentro do ANS Números totais de incidentes Quebra dos tipos de incidentes em cada estágio Tamanho do “Backlog” atual de incidentes Número e porcentagem de incidentes graves Tempo de resposta ao incidente, por tipo de impacto Número de incidentes reabertos Porcentagem dos incidentes fechados em primeiro contato Número e porcentagem dos incidentes resolvidos remotamente Os relatórios devem ser produzidos sob a autoridade do Gerente de Incidente, que deve elaborar uma programação e uma lista de distribuição, em colaboração com a Central de Serviço os grupos de suporte 250 Gerenciamento de Incidentes - Desafios Habilidade de detectar incidentes o mais cedo possível Convencer toda a equipe que todos os incidentes devem ser registrados Disponibilidade da informação sobre problemas e erros conhecidos Integração no BDGC para determinar relacionamentos entre IC e seu histórico Integração no processo do GNS. Isto ajudará o Gerenciamento de Incidente a avaliar corretamente o impacto e a prioridade dos incidentes e auxilia em definir e executar procedimentos de escalonamento 251 Gerenciamento de Incidentes - Papéis O Gerente de Incidente tem a responsabilidade por: Conduzir com eficiência e eficácia o processo do Gerenciamento de Incidente Produzir a informação Gerencial Gerenciar trabalho das equipes de apoio Monitorar a eficácia do Gerenciamento de Incidente e fazer recomendações para a melhoria Desenvolver e manter os sistemas de gerenciamento de incidente Gerenciar Incidentes Graves Desenvolver e manter o processo e os procedimentos do Gerenciamento de Incidente. Equipe de Central de Serviço Especialistas de 2• , 3• , etc níveis em várias especialidades 252 Cumprimento de Requisição 253 Cumprimento de Requisição – O Processo O termo Requisição de Serviço é usado como uma descrição genérica para muitos tipos de variação de demandas postas pelos usuários que são atendidas por TI. Muita destas sendo realmente pequenas alterações - de baixo-risco, de ocorrência freqüente, baixo custo, etc. (por exemplo um pedido de alterar uma senha, um pedido para instalar uma aplicação de software, um pedido realocar alguns equipamentos) ou talvez apenas uma solicitação de Informação – sendo que por freqüência , demanda e natureza , normalmente de baixo-risco, indica que deva ser atendida por um processo específico do que congestionar e obstruir os processos da Gerenciamento de Incidente e Mudança 254 Cumprimento de Requisição – Objetivos É o processo de tratar os pedidos de serviço dos usuários, e inclui : Fornecer um canal por onde os usuários solicitem e recebam serviços padrão para qual um processo predefinido da aprovação e da qualificação Fornecer informação aos usuários e aos clientes sobre a disponibilidade e serviços e procedimento para obtê-los Prover e entregar os componentes de serviços padrão solicitados Auxiliar com informação geral, queixas ou comentários 255 Cumprimento de Requisição – Papéis A tratativa inicial de Requisições de Serviço será efetuada pela equipe de Central de Serviços e de Gerenciamento de Incidente. Eventualmente poderá ser realizada por equipes específicas de Operação de Serviço e/ou por Fornecedores Externos, ou ainda , freqüentemente por Gerência de Facilidades, Compras e outras áreas de negócio que auxiliam no atendimento das Requisições de Serviço. Na maioria dos casos não há nenhuma necessidade de papéis adicionais serem criados. 256 Gerenciamento de Acesso 257 Gerenciamento de Acesso - Objetivos O Gerenciamento de Acesso fornece aos usuários direitos para que possam usar um serviço ou um grupo de serviços. É conseqüentemente a execução das políticas e das ações definidas no Gerenciamento da Segurança e Disponibilidade. 258 Gerenciamento de Acesso - Conceitos A gerência de acesso é o processo que permite aos usuários usar os serviços que estão Catálogo do Serviço. Compreende os seguintes conceitos básicos: Acesso : refere-se ao nível e a extensão da funcionalidade ou dos dados de um serviço que um usuário pode usar Identidade : refere-se a identificação de pessoas, de tal forma a reconhecer um indivíduo especifico e qual o seu status dentro da organização, sendo sua identidade única Direitos : (ou privilégios) refere-se ao ajuste de acesso fornecido a um usuário a um serviço ou a um grupo de serviços. Tipicamente incluem ler, escrever, executar, alterar, suprimir. Serviços ou Grupos de Serviço. A maioria de usuáriosnão usam somente um serviço, e os usuários que executam atividades similares terão um conjunto similar de serviços. Em vez de fornecer o acesso de cada serviço para cada usuário , é mais eficiente conceder a cada usuário - ou grupo de usuários – um conjunto de acesso dos serviços que estão autorizados. Serviços de Diretório : refere-se a uma ferramenta específica que é usada para controlar o acesso e os direitos 259 Gerenciamento de Acesso - Papéis É incomum que uma organização aponte um Gerente de Acesso, embora seja importante que haja um único processo da Gerenciamento de Acesso e um único conjunto das políticas relativas à direitos e gerenciamento de acesso. Este processo e as políticas relacionadas são definidos e mantidos pelo Gerenciamento de Segurança da Informação e executados pelas várias funções da Operação de Serviço. As tarefas de Gerenciamento de Acesso podem ser realizadas pela Central de Serviço e Equipes Técnicas de Suporte 260 Gerenciamento de Problema 261 Gerenciamento de Problema - Objetivos O Gerenciamento de Problema é o processo responsável por gerenciar o ciclo de vida de todos os problemas. Os objetivos primários do Gerenciamento de Problema são Prevenir problemas ( e incidentes resultantes ), Eliminar incidentes recorrentes e minimizar o impacto dos incidentes que não possam ser impedidos. Diagnosticar a causa raiz de um problema Determinar a solução de um problema ITIL define problema como : A causa desconhecida de um ou mais incidentes 262 Gerenciamento de Problema - Conceitos Problema A causa desconhecida de um ou mais incidentes Solução de Contorno Meio temporário de sobre passar uma dificuldade técnica Erro Conhecido Um Problema o qual possui Causa Raiz e Solução de Contorno documentados. Banco de Dados de Erros Conhecidos Banco de dados onde estão armazenados conhecimento prévio sobre acidentes e problemas e como eles foram superados, permitindo rápido diagnóstico e solução se eles recorrem. 263 Gerenciamento de Problema - Modelo Muitos problemas serão originais e exigirão a manipulação em uma maneira individual - mas é concebível que alguns incidentes podem recorrer por causas dormente ou problemas subjacentes Um Modelo de Problema é o caminho predefinido com os passos que devem ser tomados para manusear um incidente causado por um erro ou Erro Conhecido , e tem o objetivo de garantir a eficiência e eficácia no descobrimento da Causa Raiz e sua solução 264 Gerenciamento de Problema - Papéis Gerente de Problema coordenará toda as atividades do Gerenciamento de Problema e terá a responsabilidade específica para: Relacionar-se com todos os grupos de solução de problema para assegurar a rápida solução dos problemas dentro dos ANs Posse e proteção do BDEC e garantir a inclusão de todos os erros conhecido Fechamento formal de todos os registros do problema Relacionamento com fornecedores, contratados, etc. para assegurar de que os terceiros cumpram suas obrigações contratuais Gerenciar e documentar toda atividade de acompanhamento em relação às revisões de problema grave. Grupos de Resolução de Problema A resolução de problemas é tarefa ser empreendida por um ou vários grupos técnicos fornecedores ou suporte contratado - sob a coordenação do Gerente de Problema. 265 Funções Gerenciamento Técnico Gerenciamento de Operações de TI Gerenciamento de Aplicativo 266 Gerenciamento Técnico – Objetivos Os objetivos do Gerenciamento Técnico são ajudar a planejar, executar e manter uma infra- estrutura técnica estável para suportar os processos de negócio da organização através de : Uma topologia técnica bem projetada ,com alta resiliencia e bom custo benefício. O uso de habilidades técnicas adequadas para manter a infra-estrutura em ótimas condições Uso de habilidades técnicas para rapidamente diagnosticar e resolver falhas que ocorrerem. 267 Gerenciamento Técnico - Papéis O Gerenciamento Técnico executa dois papéis : É o curador do conhecimento técnico e da perícia relativa ao gerenciamento da infra-estrutura de TI. Neste papel, assegura-se de que o conhecimento exigido para projetar, testar, controlar e melhorar serviços esteja identificado, desenvolvido e refinado. Fornece os recursos reais para suportar o ciclo de vida de GSTI. Neste papel assegura-se de que os recursos estejam efetivamente treinados e distribuídos para projetar, construir, transferir, operar e melhorar a tecnologia exigida para entregar e suportar serviços. 268 Gerenciamento de Operações de TI Os objetivos Gerenciamento de Operações de TI incluem: No Controle das Operações de TI Manutenção do status quo para atingir a estabilidade dos processos e atividades do dia a dia da organização Exame minucioso e melhorias regulares para atingir redução de custos do serviço, ao mesmo tempo que mantém a estabilidade Diagnosticar e resolver falhas de Operações de TI Responsabilidade pelas atividades operacionais diárias necessárias para controlar e manter o infra-estrutura de TI No Gerenciamento de Facilidades Gerenciamento do ambiente físico de TI , como Data Centers e sala de Computadores 269 Gerenciamento de Aplicações A Gerenciamento de Aplicação é responsável por controlar aplicações ao longo de seu ciclo de vida. A função é executada por alguns departamento, grupo ou equipe envolvidas em gerenciar e em suportar aplicações operacionais. O Gerenciamento de Aplicação igualmente efetua um papel importante no projeto, no teste e na melhoria das aplicações que fazem parte de serviços. Como tal, pode ser envolvido nos projetos de desenvolvimento, mas não é geralmente o mesmo que as equipes de desenvolvimento das aplicações. Os objetivos da Gerenciamento de Aplicação são suportar os processos de negócio ajudando á identificar requerimentos funcionais e de viabilidade para aplicações, e assistir no projeto e distribuição das aplicações e suporte em produção e a melhoria daquelas aplicações 270 1. Introdução 2. Ciclo de Vida do Serviço 3. Estratégia de Serviço 4. Desenho de Serviço 5. Transição de Serviço 6. Operação de Serviço 7. Melhoria de Serviço Continuada 8. Informações & Dicas 9. Bibliografia 271 Melhoria de Serviço Continuada - Princípios 272 Melhoria de Serviço Continuada – Metas A finalidade primária MSC é alinhar continuamente e realinhar serviços de TI as necessidades sempre em mudança do negócio, identificando e executando melhorias aos serviços que suportam os processos de negócio. Estas atividades de melhoria suportam o ciclo de vida através da Estratégia de Serviço, Desenho de Serviço, Transição de Serviço e a Operação de Serviço. De fato, MSC é sobre a procura constante de maneiras de melhorar a eficácia, eficiência e rentabilidade do serviço ou processo Sempre lembrar que : O que não muda , morre. 273 Serviço 3 Melhoria de Serviço Continuada Ciclo de Vida do Serviço - Va lo r + Tempo Contribuição ao negócio Lucro Serviço 1 Serviço 2 Serviço 4 OSES DS TS OS Melhoria de Serviço Continuada 274 Melhoria de Serviço Continuada – Escopo Há três áreas principais que MSC precisa endereçar : A integridade do GSTI como uma disciplina ITIL V3 O alinhamento contínuo do Catálogo de Serviços com as necessidades atuais e futuras do negócio A maturidade de habilitar os processos de TI para cada serviço em um modelo de Ciclo de Vida do Serviço contínuo 275 Melhoria de Serviço Continuada Os objetivos de Melhoria de Serviço Continuada são Revisar, analisar e fazer recomendações nas oportunidades melhoria em cada fase do ciclo de vida: Estratégia deServiço, Desenho de Serviço, Transição de Serviço e Operação de Serviço. Rever e analisar resultados obtidos de nível de serviço. Identificar e executar atividades específicas para melhorar a qualidade do serviço e a Eficiência e eficácia dos processos de GSTI Melhorar a rentabilidade dos serviços entregue sem sacrificar a satisfação do cliente. Assegurar de que métodos de gerência da qualidade sejam usados para suportar as atividades de melhoria contínua. 276 Melhoria de Serviço Continuada Valor para o Negócio Perspectivas de benefícios : Há quatro pontos principais ao discutir resultados da MCS • Resultados que quando comparados a situação anterior, mostram um aumento ou diminuição mensurável em um indicador pré definido Melhorias • Ganhos conseguidos com a realização das melhorias, expressado geralmente mas não sempre em termos monetários. Benefícios • A diferença entre o benefício (economia) conseguido e a quantidade gasta para conseguir esse benefício, expressado como uma porcentagem. Logicamente, deve-se gastar menos do que recebido de volta ROI (Retorno do Investimento) • O valor extra criado pelo estabelecimento dos benefícios que incluem resultados não monetários ou a longo prazo. O ROI é um sub componente do VOI VOI (valor no Investimento) 277 Melhoria de Serviço Continuada Benefícios para o Negócio Benefícios ao Cliente Melhor alinhamento entre TI e as necessidades do negócio Alta confiabilidade e disponibilidade dos serviços de TI Alta satisfação do cliente Benefícios Financeiros Aumento de produtividade Redução de Custo Inovação Aumento de produtividade Grande Flexibilidade para o negócio devido a rápida resposta a melhoria de TI 278 Melhoria de Serviço Continuada - Benefícios para TI Base : Conhecimento, Ação, Monitoramento • Melhorar informações gerenciais • Melhorar comunicação e trabalho em equipe • Aumentar motivação dos colaboradores • Papéis e responsabilidades definidas Pessoas • Melhorar Métricas • Aumentar efetividade dos processos • Melhorar a maturidade dos processos em produção • Melhorar o nível de informação dos serviços em produção e sobre onde as mudanças trariam os melhores benefícios • Redução do Risco de Falha no Atendimento ao ANS • Melhor gerenciamento de fornecedores Processos • Conhecimento de ferramentas e recuros de apoio a MSC • Melhorar o conhecimento de capacidade de TI e potencial futuro de serviçosTecnologia 279 Melhoria de Serviço Continuada - Modelos Ciclo de Deming ou PDCA – Base para o Gerenciamento e Melhoria da Qualidade Não se pode melhorar o que não é Controlado Não se pode controlar nada que não se tenha Medido Não se pode medir nada que não tenha sido Definido Não se Pode Definir nada que não tenha sido Identificado Plan DoCheck Act Tempo Q ua lid ad e 280 Melhoria de Serviço Continuada - Modelos O PDCA é aplicado para se atingir resultados dentro de um sistema de gestão e pode ser utilizado em qualquer empresa de forma a garantir o sucesso nos negócios, independentemente da área de atuação da empresa. O ciclo começa pelo planejamento, em seguida a ação ou conjunto de ações planejadas são executadas, checa-se se o que foi feito estava de acordo com o planejado, constantemente e repetidamente (ciclicamente), e toma-se uma ação para eliminar ou ao menos mitigar defeitos no produto ou na execução. Plan (planejamento) : estabelecer uma meta ou identificar o problema (um problema tem o sentido daquilo que impede o alcance dos resultados esperados, ou seja, o alcance da meta); analisar o fenômeno (analisar os dados relacionados ao problema); analisar o processo (descobrir as causas fundamentais dos problemas) e elaborar um plano de ação. Do (execução) : realizar, executar as atividades conforme o plano de ação. Check (verificação) : monitorar e avaliar periodicamente os resultados, avaliar processos e resultados, confrontando-os com o planejado, objetivos, especificações e estado desejado, consolidando as informações, eventualmente confeccionando relatórios. Atualizar ou implantar a gestão à vista. Action (ação) : Agir de acordo com o avaliado e de acordo com os relatórios, eventualmente determinar e confeccionar novos planos de ação, de forma a melhorar a qualidade, eficiência e eficácia, aprimorando a execução e corrigindo eventuais falhas. 281 Melhoria de Serviço Continuada - Modelos Modelo de Melhoria de Serviço Continuada Qual é a visão ? Onde estou agora ? O que queremos ? Como chegamos lá ? Alcançamos ? Metas e Objetivos Avaliar Linha Base Melhoria de processos e Serviço Objetivos mensurados Medição & métrica Como nós mantemos em movimento ? 282 Melhoria de Serviço Continuada - Atividades Revisão da Informação Gerencial Analise de Tendência Produzir e analisar Relatórios de ANS Avaliar Maturidade Efetuar Auditoria Interna Fazer Recomendações Efetuar Pesquisas de Satisfação de Clientes Revisar Serviços Identificar oportunidades de melhorias 283 Melhoria de Serviço Continuada - Gerente Responsável pelo desenvolvimento da MSC Responsável por comunicar a visão de MSC para a organização de TI Atuar junto aos proprietários de serviço para identificar e priorizar as oportunidades da melhoria Atuar junto ao Gerente de Nível de Serviço para assegurar a monitoração dos níveis acordados Atuar junto ao Gerente de Nível de Serviço para identificar Plano de Melhoria de Serviço Assegurar que as ferramentas de monitoramento sejam condizentes ao tipo de dados a serem coletados Responsabilidades chaves 284 Melhoria de Serviço Continuada - Gerente Assegurar que linha de base seja registrada para medir a melhoria em relação a situação atual e a linha de base Definir e relatar FCS , PID e métricas da atividade de MSC Identifica outras estruturas, modelos e padrões que suportarão atividades de MSC Assegurar de que a Gerência do Conhecimento seja uma parte integrante das operações do dia a dia Possuir a habilidade de influenciar positivamente todos os níveis de gerência para assegurar que as atividades da melhoria do serviço estejam recebendo o suporte e recursos necessários para implementar soluções. 285 Melhoria de Serviço Continuada 286 Processo de Melhoria em 7 Passos ( Etapas ) Processo de Melhoria em 7 Passos ( Etapas ) Os primeiros 3 passos são sobre o que está acontecendo Os 4 passos seguintes são sobre transformar as informações obtidas nas melhorias necessárias, as quais devem estar alinhadas a visão, metas e objetivos do Negócio 288 Processo de Melhoria em 7 Passos ( Etapas ) 1 – Definir o que deve ser medido : Conversar com o negócio, cliente e direção de TI. Utilizar das fontes de informações de TI. 2 – Definir o que voce pode medir : Listar ferramentas que estão em uso. Compilar uma lista de quais ferramentas pode ser medidas, comparar com o 1 passo. Evite ANSs para oque não pode ser medido. 3 – Obter de Dados : Coletar dados requer alguma forma de monitoramento implantada(automática ou manual). Existem métricas de tecnologia, processos e serviços que precisam ser coletadas 4 – Processar Dados : Converter dados para o formato requerido e para o publíco requerido. Tecnologias para gerar relatórios são normalmente usadas neste estágio. Questões chaves precisam ser feitas e respondidas neste estágio 5 – Analisar Dados : Analisar dados transforma informação em conhecimento, mais habilidade e experiência são necessárias para executar a análise de dados do que para coleta e processamento. 6 – Apresentar e usar a informação : Neste estágio a informação é formatada em conhecimento para que todos os níveis possam apreciare visualizar suas necessidades e expectativas. 7 – Implantar ação corretiva : O conhecimento ganho a partir dos passos anteriores é usado para otimizar, aperfeiçoar e corrigir os serviços. 289 Métodos e Técnicas § Avaliações As avaliações são mecanismos formais para comparar o ambiente de processo operacional com padrões de desempenho para efeitos de medir a capacidade melhoria do processo e/ou para identificar potenciais falhas que poderiam ser abordadas. A vantagem das avaliações é que elas fornecem uma abordagem para experimentar determinados elementos de um processo ou a organização de processo que afetam a eficiência e a eficácia do processo. § Análise comparativa ( Comparativo ) É um tipo específico de avaliação e é um processo utilizado em gerenciamento, particularmente gestão estratégica, em que organizações avaliam vários aspectos de seus processos em relação às melhores práticas, geralmente dentro de seu próprio setor. Isso permite que as organizações desenvolvem planos sobre como adotar essa melhor prática , geralmente com o objectivo de aumentar a algum aspecto de desempenho. “Benchmarking” pode ser uma ocorrência única, mas muitas vezes é tratado como um processo contínuo no qual organizações continuamente procuram desafiar suas práticas. 291 Medição de Serviço Por que medimos ? • Monitorar e medir para validar decisões anteriores Para validar • Monitorar e medir para ajustar a direção das atividades de modo a atender os resultados. É a razão mais predominante para a monitoração e medição Para dirigir • Monitorar e medir para justificar, como evidência ou prova, que um plano de ação é necessário Para justificar • Monitorar e medir para identificar um ponto de intervenção o qual inclui mudanças e ações corretivas Para intervir 292 Métricas Métricas de Tecnologia – estas métricas são associadas freqüentemente com o componente e aplicação tal como o desempenho, a disponibilidade, etc. Métricas de Processo - estas métricas são coletadas sob a forma dos Fatores Críticos de Sucesso e Indicadores Chaves e métricas de atividade para processos de gerenciamento de serviços. Este medidor pode ajudar a determinar a integridade de um processo. Os Indicadores Chave ( KPI ) pode ajudar a responder quatro perguntas chaves , sobre qualidade, desempenho, valor e conformidade em seguir o processo. MSC usaria esta métrica como a entrada para identificar oportunidades da melhoria para cada processo. Métricas de Serviço – estas métricas são sobre os resultados entregues de serviço. As métricas de componente/tecnologia é usada para computar a métrica de serviço 293 Retorno de Investimento Poucas organizações estão dispostas a aprovar o custo e o esforço associados com a melhoria de processo sem alguma quantificação dos custos e evidência dos benefícios e dos resultados. Infelizmente, ir além do ponto : “isso é uma boa idéia”, e ter resultados mensuráveis representa muitos desafios, como : Não há nenhuma real compreensão dos custos e capacidades atuais de TI Há um conhecimento limitado dos drives de negócio, e sua ligação com TI Dados viáveis são difíceis de encontrar em processos de baixa maturidade em uns dados ou em ambiente pobre de dados. 294 Negócio TI Relato de Serviços Trata dos aspectos de relatório tais como a identificação, propósito, audiência e para qual fim o relatório será usado. Uma quantidade significativa de dados é coletada e monitorada por TI na entrega diária de serviço de qualidade ao negócio; entretanto, somente um grupo de informação pequeno é do interesse e de real importância ao negócio. A maioria dos dados e seu significado são mais de utilização interna da gerência de TI. O negócio prefere acompanhar o desempenho passado; entretanto, isto é mais verdade em relação aqueles eventos passados que continuam a ser uma ameaça, e quais ações corretivas e preventivas serão tomadas Coletar Analisar & Transformar Publicar Definir política e regras dos Relatórios Visão de negócio 295 1. Introdução 2. Ciclo de Vida do Serviço 3. Estratégia de Serviço 4. Desenho de Serviço 5. Transição de Serviço 6. Operação de Serviço 7. Melhoria de Serviço Continuada 8. Informações & Dicas 9. Bibliografia 296 Bibliografia http://www.robinson.luis.nom.br/web/index.php http://itsm.certification.info/servicev.html http://www.pedrofcarvalho.com.br/itil.html ITIL® Version 3 Road Show - ITSMF International ITIL V3_Glossary_Brazilian_Portuguese_v3.1.24 Itsmf An Introductory Overview Of Itil v3 ITIL V3 Foundation Course Material – Quint Brasil ITIL Service Strategy ITIL Service Design TIL Service Transition ITIL Service Operation ITIL Continual Service Improvement 6/6/17 Agradeço a participação de todos Sugestões e correções serão bem vindas. Por favor enviar para : fjplima@br.ibm.com