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PoriferaUFPE2013

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Scypha sp. (Calcarea) 
Reprodução 
Sexuada Assexuada 
Brotamento 
Maioria hermafrodita 
Maioria vivípara 
Gêmulas 
Óvulo Espermat. 
Maioria com fecundação interna 
Reprodução Sexuada 
Parenchymela Amphiblastula 
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Reprodução Assexuada: 
Brotamento 
Tethya sp 
Reprodução Assexuada: 
Gemulação 
Spongilla alba 
Ecologia 
Ø São animais de vida longa, sendo que algumas 
espécies apresentam um ciclo de vida anual (eg. 
Sycon) 
Ø Existem espécies com rápido crescimento (Terpios 
das Filipinas com 2,3 cm por mês) 
Ø Já Sphaerotylus antarticus e outras espécies da 
Antártica passam mais de dez anos sem nenhum 
crescimento (1500 anos de vida). 
Esponjas perfurantes 
Perfurantes de calcário 
Afetam recifes de corais 
Infestam cultivos de mariscos 
Esponjas aglutinam sedimentos 
Esta esponja aglutinou a parte de cima do 
biquini, misteriosamente perdido numa praia de 
Búzios (RJ)... 
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Bactérias, Cianobactérias, Archaea, Zoochlorelas, Zooxanthelas 
Biologia Aplicada 
Ø Esponjas de banho (maricultura) 
Ø Bioindicadoras ambientais 
Ø Levantamento paleoclimático 
Ø Potenciais depuradores ambientais 
Ø Fibra óptica 
Importância econômica 
Esponjas de banho 
Atualmente com preços elevados 
Usadas desde a antigüidade até ~1930-1950 
Importância econômica: Cultivo 
Gêneros: Spongia ou Hippospongia 
(ocorrem no Nordeste) 
Cortes 
Flutuadores 
Cordas 
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Esponja Fashion Week Esponja Fashion Week 
-  Recifes de coral, costões, cosmopolitas 
-  Sésseis, filtradoras, abundantes, diversas 
-  Sensíveis à qualidade da água 
-  Acumulam poluentes 
Ø As esponjas tem uma grande capacidade de 
captação de pequenas partículas do meio. 
Ø  Sua partícula preferida são as do tamanho de 
bactérias 
Ø Funcionam como filtros que retêm as bactérias 
do meio líquido. 
Espículas como fibras óticas: 
Tethya seychelensis + Ostreobium 
Presença de alga verde no interior da esponja sugere transmissão de luz pelas espículas 
Fibras óticas: Hexactinellida 
Fibra ótica artificial Hyalonema sp. 
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Espículas como fibras óticas: 
Rossela racovitzae + Diatomáceas 
Antártida, 120 m prof. 
Diatomáceas associadas às pentactinas 
Experimento demonstra que espículas conduzem luz, 
e sugere que diatomáceas usam luz concentrada pelas espículas 
Levantamento paleoclimáticos 
Ø A grande maioria possui espículas de sílica 
Ø Quando a esponja morre esta sílica vai pra o fundo 
do mar ou corpo de água doce habitado pela esponja. 
Ø Através do estudos destas espículas é possível 
descobrir: 
Ø Quais espécies já viveram naquela localidade ? 
Ø  Como era a localidade na época em que a esponja vivia ? 
Importância Econômica 
	
   • 	
  Farmacológica	
  
ü An$micó$cas,	
  an$bacterianas	
  e	
  
an$virais	
  
Importância econômica: Farmacologia 
- Ácido okadaico: Inibidor de Fosfatase 
- AZT: tratamento da AIDS 
- Antibacteriana - Antifúngica - Antiviral - Antimitótica - Tumorogênica - 
- Citotóxica - 
‘ 
- // - 
Microorganismos 
Algas 
Animais Marinhos 
Plantas 
Animais terrestres 
Percentagem de extratos ativos 
Atividades 
Tedania ignis 
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-  
 
Argila com espículas (MEV) 
Drulia uruguayensis 
Drulia brownii 
Estudo das esponjas no Brasil 
Taxonomia 
(Pesquisa de Base) 
Química 
Extração de compostos químicos 
Farmacologia 
(Estudo dos compostos bioativos) 
Citologia Genética 
Estudo das esponjas no Brasil 
Aplysina caissara 
Estudo das esponjas no Brasil 
Folha de São Paulo 
Estudo das Esponjas no Brasil 
Ø Pesquisa Básica 
Ø Biologia Celular 
Ø Taxonomia e Sistemática 
Ø Ecologia 
Ø Genética 
Ø Pesquisa Aplicada 
Ø Química 
Ø Farmacologia 
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Biologia Celular 
Ø  As esponjas foram os primeiros animais a desenvolverem a 
multicelularidade 
Ø  Célula-organismo (Protozoários) para a célula-elemento de 
um organismo (metazoários) 
Ø  Estudo das esponjas (multicelulares mais primitivos 
existentes) pode oferecer pistas de quais foram os passos 
evolutivos permitiram que células ancestrais auto-suficientes 
pudessem se organizar nos tecidos e órgãos altamente 
integrados e interdependentes que constituem os animais mais 
recentes 
Biologia Celular 
Ø  O escopo destes trabalhos vem sendo a investigação de 
processos biológicos básicos, mas ainda desconhecidos nas 
esponjas, tais como: 
Ø Reações de reconhecimento 
Ø  Nutrição a nível celular 
Ø Sistemas integradores do organismo 
Ø  O estudo dos arqueócitos (cel. totipotêntes) tem permitido 
entender os mecanismos desempenhados pelas células tronco 
nos vertebrados. 
Reconhecimento 
Básico. Reações imunes 
A 
B 
Citologia 
Indivíduo B 
Indivíduo A 
Células responsáveis 
Mecanismos 
 ??? 
Hymeniacidon 
Haliclona 
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Apoptose? 
Métodos iniciais Métodos iniciais 
Óxido Nítrico? 
Métodos iniciais 
Proliferação 
Genética 
Ø Ferramenta importante para a taxonomia e 
para sistemática filogenética. 
Ø Utilizada nos grupos controversos, com poucos 
caracteres morfológicos. 
Ø Pode ser usada para detectar diferenças 
intraespecíficas. 
Taxonomia 
Ø Tem como escopo o levantamento da biodiversidade 
de Porifera para o Brasil. 
Ø Nos ambientes dulciaqüícolas existem 150 espécies 
descritas para o mundo. 
Ø O Brasil conta com ~50 espécies (1/3 das espécies). 
Ø A maior parte dos registros foram feitos na 
Amazônia e no Rio Grande do Sul. 
Ø Coincidentemente a mesma região onde se 
concentraram os esforços de estudo da única 
taxonomista do grupo para o Brasil, até pouco 
tempo atrás. 
 
Estudo das esponjas no Brasil 
Taxonomia 
(Pesquisa de Base) 
Química 
Extração de compostos químicos 
Farmacologia 
(Estudo dos compostos bioativos) 
Citologia Genética 
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Estudo das esponjas no Brasil 
Aplysina caissara 
Estudo das esponjas no Brasil 
Folha de São Paulo 
Estudo multidisciplinar entre as pesquisas 
básicas e aplicadas com esponjas 
Monografia: Descrição de 
Aplysina caissara sp.n 
Extração de novos compostos 
 químicos: Caissarina A e B 
Farmacologia: Caissarina A e B 
(ação antitumoral) 
Dissertação (Mestrado): 
Revisão do Gênero Aplysina 
 para costa brasileira 
Descrição de nove espécies 
novas para o 
gênero Aplysina 
Pesquisadores que desenvolvem trabalhos com 
Esponjas no Brasil 
Fundação Zoobotânica (RS): 
Ø  Dr. Maria Conceição Tavares 
Ø  Dra. Cecília Volkmer-Ribeiro 
USP (SP): 
Ø  Dr. Márcio Custódio 
 
UERJ (RJ): 
Ø  Dra. Gisele Lobo-Hajdu 
Ø  Dr. Eduardo Esteves 
 
Museu Nacional/UFRJ (RJ): 
Ø  Dr. Eduardo Hajdu 
Ø  Dr. Guilherme Muricy 
UFRJ (RJ): 
Ø  Dra. Michelle Klautau 
UFPE (PE) 
Ø Dr. Ulisses Pinheiro 
UFBA (BA) 
Ø Dra. Carla Menegola 
Ø Dr. Emilio Lanna 
 
Créditos: 
Ø Esquemas: 
Ø Dr. Márcio Custódio (IB/USP) 
Ø Fotos: 
Ø Dr. Eduardo Hajdu (Museu Nacional/UFRJ) 
Ø Dr. Guilherme Muricy (Museu Nacional/UFRJ) 
Ø Dr. Fernando Moraes (Museu Nacional/UFRJ) 
 
http://www.poriferabrasil.mn.ufrj.br/ 
06/06/14 
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Esponjas incrustantes finas 
Monanchora sp. 
Esponjas incrustantes finas 
Iotrochota birrotulata 
Esponjas incrustantes finas 
Chondrilla nucula 
Esponjas incrustantes espêssas 
Xestospongia sp. 
Esponjas incrustantes espêssas 
Plakortis angulospiculatus 
Esponjas incrustantes lobadas 
Oscarella tuberculata Oscarella lobularis 
06/06/14 
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Esponjas maciças 
Dictyonella sp. 
Esponjas maciças 
Ircinia strobilina 
Esponjas esféricas 
Tetilla radiata