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PLAQUETOGRAMA
DRA. GABRIELA CAVAGNOLLI
DISCIPLINA: HEMATOLOGIA CLÍNICA
CURSO: BIOMEDICINA/ FSG
GABRIELA.CAVAGNOLLI@FSG.BR
SÉRIE PLAQUETÁRIA NA AUTOMAÇÃO
Pct ou PLT: número de plaquetas (140.000-450.000/μl).
VPM: volume plaquetário médio (7,0-11 fl)
 Correlação entre volume plaquetário e grau de estímulo ou nível de produção medular
 Correlação com a idade das plaquetas
 plaquetas mais novas: maiores
 plaquetas mais velhas: menores
PDW: platelet distribution width (derivado da curva de distribuição das plaquetas)
VOLUME PLAQUETÁRIO MÉDIO(VPM)
 Plaquetas mais jovens tem volume maior do que plaquetas maduras.
 VPM = número de plaquetas jovens na circulação está elevado, o que reflete uma maior 
atividade megacariocítica.
Plaquetas com mais de 12 fL
e sua quantidade é calculada
em relação à população total
de plaquetas.
PLT falsamente ↓:
• Coagulação parcial da amostra
• Agregação plt- EDTA dependente
• Satelitismo plaquetário
• Plaquetas gigantes
PLT falsamente ↑:
• Eri microcíticos e fragmentados 
• fragmentos de leucócitos
ERROS NAS CONTAGENS AUTOMATIZADAS
AGREGAÇÃO PLAQUETÁRIA EDTA DEPENDENTE
 O sangue contém uma aglutinina plaquetária ativa na presença de EDTA.
 A aglutinação começa em poucos minutos, ao resfriar-se o sangue (é mais ativa
abaixo de 25ºC), e é progressiva;
 Ainda mais frequente é a agregação espontânea in vitro em qualquer
anticoagulante: é rápida no EDTA, mas ocorre também em citrato e fluoreto.
SOLUÇÃO: coletar o sangue em tubo aquecido a 37ºC e, imediatamente, passá-lo
no contador eletrônico.
AGREGAÇÃO PLAQUETÁRIA
 Geralmente notada pelos contadores de grande porte, com emissão do flag
Platelet Clumps.
 Contagem baixa de plaquetas não deve ser liberada sem análise:
 Microscópica em busca de agregados
 Amostra no tubo para verificar presença de fibrina (auxílio pipeta Pasteur)
Todo plaquetograma á invalidado em 
qualquer desses casos
NOVA COLETA!!!
AGREGAÇÃO PLAQUETÁRIA EDTA DEPENDENTE
Sugestão para liberação do laudo:
PLAQUETAS – contagem prejudicada por agregação. Solicita-se 
nova coleta, com hora marcada, na matriz (ou onde for a central 
técnica) do laboratório.
AGREGAÇÃO PLAQUETÁRIA EDTA DEPENDENTE
SATELITISMO PLAQUETÁRIO
 Mediado por um fator plasmático (IgG ou IgM)
 As plaquetas aderem in vitro aos neutrófilos, envolvendo-os como uma coroa.
 É um evento relativamente raro (≅ 1/12.000)
 Sem significação clínica, pois não ocorre in vivo
 Se não for identificado→ falsa trombocitopenia
SATELITISMO PLAQUETÁRIO
SATELITISMO PLAQUETÁRIO
PLAQUETAS GIGANTES
 Síndrome de Bernard Soulier
 Presença de eritrócitos fragmentados ou microcitose extrema
 Presença de fragmentos de leucócitos
 Contaminação da amostra in vitro: bactérias e fungos podem ser identificados como
plaquetas em contagens por impedância. Geralmente o histograma mostra um pico anômalo
entre 2 e 4 fL.
PLAQUETAS GIGANTES OU MACROPLAQUETAS
PLAQUETAS GIGANTES OU MACROPLAQUETAS
PLAQUETAS IMATURAS
 São mais densas e reativas que as plaquetas maduras .
 Contribuem na avaliação da supressão e consumo plaquetário.
 Refletem a velocidade de trombopoiese.
 O conteúdo de RNA nas plaquetas está correlacionado com a atividade
megacariocítica.
 Presentes em diferentes patologias.
FRAÇÃO IMATURA DE PLAQUETAS (IPF)
 Identificada plaquetas jovens.
 Informações em tempo real da atividade megacariocítica.
 O aumento do IPF pode predizer o tempo da recuperação das plaquetas pós-
trasplantes e quimioterapia.
 O IPF pode ser utilizado na decisão da necessidade de transfusão de plaquetas.
 Utiliza os mesmos reagentes do hemograma. Emissão de resultado < 1 min.
 Baixo custo.
CONSIDERAÇÕES SOBRE IPF
 IPF é útil no diagnóstico das trombocitopenias:
IPF aumentado  destruição /consumo aumentado de plaquetas -Trombopoiese.
 Destruição plaquetária periférica ou perda aguda de sangue.
IPF diminuído  deficiência da medula óssea- Trombopoiese.
 Insuficiência medular, como hipoplasia ou aplasia de medula ou ação de
quimioterapia.
FRAÇÃO DE PLAQUETAS IMATURAS - IPF
FRAÇÃO DE PLAQUETAS IMATURAS - IPF
EXEMPLOS
TROMBOCITOSE
PLAQUETAS NORMAIS
PLAQUETOGRAMA
Plaquetose(↑)
 Inflamação, anemias, artrite reumatóide, pós operatório, pós esplenectomia,
trombocitemia (contagem> 1 milhão, plaquetas gigantes e dismórficas).
Plaquetopenia(↓)
 Exige confirmação de nova coleta(verificar se há coágulos no tubo).
 Abaixo de 80.000 o doente apresenta manifestações hemorrágicas.
 Viroses na infância, leucemias, aplasias, quimio e radio, remédios, LES, AIDS...
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