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Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial
Segundo o CPC 18 (R2) - Investimento em coligada, controlada e empreendimento controlado em conjunto, o método de equivalência patrimonial é o método de contabilização por meio do qual o investimento é reconhecido inicialmente pelo custo e posteriormente ajustado pelo reconhecimento da parte do investidor nas alterações dos ativos líquidos da investida.
Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial
Aplicação
O método de equivalência patrimonial deve ser utilizado pela investidora que tem influência significativa, controle individual ou conjunto sobre uma investida.
Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial
Aplicação
Influência significativa é o poder de participar das decisões sobre políticas financeiras e operacionais de uma investida, mas sem que haja o controle individual ou conjunto dessas políticas.
Controle existe quando um investidor está exposto a, ou tem direitos sobre, retornos variáveis decorrentes de seu envolvimento com a investida e tem a capacidade de afetar esses retornos por meio de 
seu poder sobre a investida. 
Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial
Aplicação
Empreendimento controlado em conjunto é um acordo por meio do qual duas ou mais partes têm controle conjunto (Compartilhamento, contratualmente convencionado, do controle de negócio, que existe somente quando decisões sobre as atividades relevantes exigem o consentimento unânime das partes que compartilham o controle).
Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial
Aplicação
Contudo, a entidade não precisa aplicar o método de equivalência patrimonial, mesmo que exerça influência significativa, controle individual ou conjunto quando a controladora estiver dispensada 
legalmente de elaborar demonstrações consolidadas.
Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial
Aplicação
A controladora é dispensada de elaborar demonstrações consolidadas quando:
a) A entidade é controlada (integral ou parcial) de outra entidade, a qual, em conjunto com os demais acionistas ou sócios, incluindo aqueles sem direito a voto, foram informados a respeito e não fizeram objeção quanto à não aplicação do método da equivalência patrimonial; 
Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial
Aplicação
b) Os instrumentos de dívida ou patrimoniais da entidade não são negociados publicamente (bolsas de valores domésticas ou estrangeiras ou mercado de balcão, incluindo mercados locais e regionais); 
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Aplicação
c) A entidade não arquivou e não está em processo de arquivamento de suas demonstrações contábeis na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou outro órgão regulador, visando à emissão e/ou distribuição pública de qualquer tipo ou classe de instrumentos no mercado de capitais;
Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial
Aplicação
d) A controladora final ou qualquer controladora intermediária da entidade disponibiliza ao público suas demonstrações contábeis, elaboradas em conformidade com os Pronunciamentos, Interpretações e Orientações do CPC, em que as controla das são consolidadas ou são mensurados ao valor justo por meio do resultado de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 36.
Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial
Aplicação
Quando o investimento em coligada e em controlada, ou em empreendimento controlado em conjunto, for mantido (direta ou indiretamente) por uma entidade de capital de risco, a investidora pode adotar a mensuração ao valor justo por meio do resultado para esses investimentos, em consonância com o CPC 38 – Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e mensuração.
Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial
Aplicação
As empresas de capital de risco investem em negócios com grande potencial de retorno, com recursos de fundos de pensão e de outras entidades que pretendem obter um retorno superior ao da média de mercado.
Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial
Aplicação
Se parcela do investimento for obtida por meio de organização de capital de risco, a entidade deve adotar o método da equivalência patrimonial para a parcela remanescente da participação que detiver no investimento em coligada ou em controlada, ou em 
empreendimento controlado em conjunto que não seja detida indiretamente por meio de uma organização de capital de risco.
Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial
Aplicação
Ressalta-se que a exceção relativa a organização de capital de risco não está prevista na Lei nº 6.404/76.
Cumpre mencionar ainda que as entidades que possuem outros investimentos permanentes devem contabilizar seu s investimentos pelo Método de Custo.
Uma comparação sobre o que determina a Lei nº 6.404/76 e o CPC 18 (R2) sobre a aplicação do método de equivalência patrimonial.
Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial
Aplicação
O artigo 248 da Lei nº 6.404/76 determina que o resultado da equivalência seja apurado com base no valor do patrimônio líquido, mas o CPC 18 (R2) determina que o investimento seja apurado com base no lucro ou prejuízo da investida, além das variações ocorridas em outros resultados abrangentes da investida.
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