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UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS
DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS II
PROFESSOR: EGÍDIO LUIZ FURLANETTO
 
HÉLIO
LEONARDO GOMES CAVALCANTI - 11223327
RAFAEL
SORRANI
WEYDSON RODRIGUES DA ROCHA - 11123319
 
COMPRAS NO SETOR PRIVADO:
Uma análise na Sidney C. Dore Industria de Refrigerantes LTDA.
 
 
 
 
João Pessoa
Outubro 2017
 INTRODUÇÃO
Este trabalho de pesquisa tem por finalidade apresentar breves descrições sobre o setor de Compras de uma organização e quais procedimentos são de sua responsabilidade, bem como abordar a importância da Administração de Materiais para garantir um bom fluxo produtivo, fundamental para o bom desempenho de suas atividades.
Abordou-se também a questão da diferenciação entre os processos de compras de empresas privadas e de empresas públicas, abordando a metodologia, com foco maior nos processos de compra do setor privado.
Para que se entenda-se melhor as funções da área de compras, buscou-se visitar uma organização, para ver, no dia-a-dia, como se dá os processos de aquisições em suas rotinas. 
A empresa escolhida foi a Sidney C. Dore Industria de Refrigerantes, localizada na Avenida Parque s/n, no Distrito Industrial de João Pessoa, na Paraiba. 
2 AQUISIÇÕES E COMPRAS
Mediante o que explicita a Universidade de São Paulo (2007), numa organização, o setor de Compras é o responsável por pesquisar, negociar com fornecedores, comprar, combinar a entrega dos materiais solicitados; tais materiais podem ser matérias-primas, suprimentos, máquinas, equipamentos e até mesmo serviços. O trabalho do setor de Compras atende aos demais departamentos da empresa, tais como produção, manutenção, engenharia, administração geral, garantindo que as solicitações sejam atendidas com a qualidade esperada, dentro do prazo, e ao menor custo possível.
Podemos abordar um conceito mais atual, bem recente, que diz que compras é uma função administrativa dentro da organização, responsável por coordenar um sistema de informação e controle capaz de adquirir externamente, para garantir o fluxo de materiais necessário à missão da organização, bens e serviços na quantidade certa, na qualidade certa, da fonte certa, no exato momento e ao preço certo. (COSTA, 1994 apud COSTA, 2000, p. 1)
As principais atividades de compras pontuadas por Gasparini (2012), são:
Determinar o que, quando e onde comprar;
Avaliar os fornecedores e verificar sua capacidade técnica;
Promover a concorrência para a seleção do fornecedor vencedor;
Fechar pedido e contrato de compra;
Acompanhar o processo entre o pedido e a entrega;
Encerrar o processo, após recebimento do material.
Porém, vale salientar que há discrepâncias entre os processos de compras entre as organizações privadas e públicas. Costa (2000) explicita que, são diferenças de princípios, finalidades ou objetivos. Onde ambas têm o mesmo propósito, porém as empresas particulares têm maior liberdade na escolha de seus fornecedores, de acordo com suas estratégias; já as organizações públicas seguem as orientações regulamentas, e as normas para os processos de licitações e contratos da Administração Pública estão referidos na Lei 8.666/93. Abaixo, segue uma tabela explicativa.
	COMPRAS
	Setor Privado
	Setor Público
	1° Parâmetro: Seleção de Fornecedores
	> Forte negociação Possibilidade de parcerias;
	> Impossibilidade de parcerias
Critério de seleção com base no preço;
	> Critério de seleção centrado no fornecedor; 
	> Critério de seleção centrado no produto;
	 
	2° Parâmetro: Custo de Pedido
	> Menores custos de pedidos;
	> Maiores custos de pedidos, já que envolve realização de processos;
	 
	3° Parâmetro: Preço de Concorrência
	> Concorrência centrada na qualidade, entrega, serviços, preços, tempo de vida do produto;
	> Concorrência centrada no preço;
Fonte: Baseado em COSTA, 2000.
3 COMPRAS NO SETOR PRIVADO
A terminologia compras utilizada outrora tende ao desuso sendo substituída pela expressão administração de suprimentos ou pela palavra procurement. É definido como uma função administrativa, dentro da organização, responsável por coordenar um sistema de informação e controle capaz de adquirir externamente, para garantir o fluxo de materiais necessário à missão da organização, bens e serviços na quantidade certa, na qualidade certa, da fonte certa, no exato momento e ao preço certo (Costa, 1994).
Conceitualmente, a empresa privada também é considerada, tal qual a organização do Estado, como uma burocracia, Motta & Pereira, 1991; Drucker, 1993. Na grande empresa privada moderna, a figura do proprietário não mais existe; ela é substituída pela do gestor, do administrador profissional que, embora não tenha uma lei para regular sua autoridade, deve seguir normas internas escritas, em uma organização hierarquizada e também burocrática.
O marco da atuação da administração de suprimentos se deu com a crise do petróleo de 1973, pois a redução da matéria-prima no cenário mundial, decorrente da crise, demandou dessa função uma atitude mais ativa para o ressuprimento das necessidades internas das empresas. Decorre daí o surgimento de novas formas de gerenciamento da produção, com a introdução de conceitos como Just In Time (JIT), Gerenciamento pela Qualidade Total, redução do ciclo de produção de novos produtos, dentre outras práticas que buscavam a redução de custos e a melhoria de qualidade para maior competitividade no cenário internacional, focando na construção de vantagens competitivas para o negócio. 
A orientação estratégica da função Compras ou Suprimentos aqui desenhada proporcionou o surgimento do strategic sourcing como mecanismo de implementação prática dos conceitos estratégicos. Destina-se ao gerenciamento, desenvolvimento e integração das competências e capacidades dos fornecedores no sentido de serem obtidas vantagens competitivas para a empresa compradora. Essas vantagens podem estar relacionadas com a redução de custo, desenvolvimento de tecnologia, aprimoramento de qualidade, redução do tempo de ciclo para atendimento dos pedidos colocados pelos clientes ou, também, redução do tempo necessário para a disponibilização de novos produtos aos consumidores, além de melhoria no serviço de entrega. 
Para que o processo alcance os resultados mencionados, é recomendável que a sua implementação não fique restrita ao setor de Compras e, portanto, conte com representantes dos demais segmentos da empresa, possibilitando a formação de grupos de trabalho, com participantes de marketing, contabilidade, produção, controle de qualidade, engenharia, planejamento estratégico e outros. Esses especialistas contribuem significativamente para que as questões de obtenção de bens e serviços sejam equacionadas conjuntamente, garantindo a integração. 
 3.1 SELEÇÃO DE FORNECEDORES
Selecionar o fornecedor adequado é a principal atividade do sistema de suprimentos. Em cada caso, um sistema administrativo foi montado para garantir a escolha da fonte adequada de fornecimento. Segundo Heinritz e Farrell (1993), nas empresas privadas as fases ou estágios do processo de compras na empresa privada, após a emissão da requisição, podem ser descritos como os seguintes: a) estágio de levantamento ou pesquisa básica; b) estágio da averiguação ou estudo de fornecedores; c) estágio da negociação e da seleção; d) estágio de experiência ou avaliação de fornecedor.
Segundo LEENDERS & BLENKHORN (1991, p. 29-30), "Na visão tradicional de suprimentos, o comprador reage aos esforços de marketing de fornecedores atuais e em potencial, se o mercado é incapaz de satisfazer aos objetivos de qualidade, quantidade, entrega, preço e serviço, o comprador pode bem ser forçado a desenvolver novas fontes de suprimentos".
3.2 NEGOCIAÇÃO
Sobre negociação, pode-se distinguir duas metodologias: a primeira, genericamente chamada de "cotação"; e a segunda, chamada de "negociação". O sistema que adota a cotação paraescolha da empresa fornecedora pode ser visualizado no modelo proposto por MACHLINE (1954, p. 170). A realidade empresarial e a liberdade jurídica da empresa privada tornaram obsoleto um modelo que foi aperfeiçoado visando a dar mais eficiência às suas aquisições externas. A negociação, que antes era proibitiva devido à sua dificuldade de controle, passou a ser prática corrente nas indústrias. 
3.3 PARCERIAS
No sistema de suprimentos nascido com a filosofia just-in-time o relacionamento comprador/fornecedor tem como base a política de parcerias e contratos de longa duração, conforme visto inclusive em DEMING (1990, p. 147). "Uma relação de longo prazo entre o comprador e o fornecedor se faz necessária para assegurar melhor economia."
Não existe a possibilidade de ocorrer parcerias em compras no setor público, o relacionamento com o fornecedor nas entidades que utilizam do sistema de licitação é feito por contrato de curta duração. O registro de preço poderia ser uma alternativa de se estabelecer parceria. Esta política não pode ser adotada pela empresa pública, é incompatível com a legislação vigente, a Lei nº 8 666/93 não admite contratos de longa duração.
3.4 LOTE DE COMPRA
Como o custo de pedido no setor público é maior, o lote de compra de mínimo custo também deve ser maior. Se o lote econômico de compra é maior, pela expressão conclui-se que o custo de manter também será maior. Com todas estas análises já é possível afirmar que as entidades públicas terão muita dificuldade em trabalhar com o sistema just-in-time de administração de materiais. Este sistema, para eliminar desperdícios, prevê um lote tão pequeno quanto possível (a meta é a unidade), incompatível com a sistemática governamental. Segundo HAHN, PINTO & BRAGG (1983), objetivando diminuir a quantidade de aquisição, os criadores do sistema trabalharam para diminuir o custo do pedido. A principal prática para esta diminuição é o sistema de parcerias. Os contratos públicos não admitem o sistema de parceria como concebido no sistema just-in-time. 
4 A SIDNEY C. DORE
A Sidney C. Dore. é uma empresa que atua no ramo de alimentos, mais especificamente voltada a bebidas não alcólicas, e por fim, trabalha na fabricação de refrigerantes, com um faturamento anual de 7 milhões, segundo fontes internas. Existe a mais de 100 anos no mercado, tendo sido fundada em 1911, sendo sua Matriz na Paraíba – sendo esta o objeto de estudo - e tendo uma filial em Parnamirim/RN, a Sidore.
No mercado paraibano atende a inúmeras regiões, desde o pequeno empresário em sua mercearia de bairro, até gigantes nacionais, como Atacadão, Makro, entre outros.
Oferecendo-lhes uma gama de produtos de um portifólio variado, produz e comercializa as seguintes marcas: Ice Cola, Dore Cola, Dore Guaraná, Dore Laranja, Dore Limão, Dore Uva, Grapette e Guaraná com Açaí, e possui algumas embalagens de tamanhos distintos, como as pet’s de 250ml, de 1000ml (1L) e 2000ml (2L). A empresa também é responsável pela distribuição do energético Mormmai e Infinity no estado. 
Fonte: @DoreRefrigerantesOficial
Nas duas unidades possui cerca de 200 colaboradores distribuidos nos mais diversos setores, desde o setor produtivo até a logística.
A empresa, tem como Missão e Visão: 
Missão – Comercializar produtos de excelência em qualidade, trazendo satisfação aos consumidores, conduzindo-os assim a ter confiança e afinidade para com a marca.
Visão – Ser uma das maiores empresas do ramo de bebidas carbonatadas do Brasil, sendo referência neste ramo de atuação.
4.1 Processo de compras na Sidney C. Dore LTDA.
Por ser uma empresa privada, seus processos de compra são realizados de forma direta, junto a fornecedores e parceiros, sem restrições específicas como ocorre no setor público. Ao apresentar-se a necessidade, segue-se naturalmente um fluxo padrão de gestão, e sem mais burocracias dá-se início ao processo de compras.
 
4.2 A Sidney C. Dore Industria de Refrigerantes LTDA na Paraíba
4.2.1 Um pouco da história e atual situação
A Dore, foi fundada por um engenheiro inglês chamado Sidney Clement Dore em 1911, na cidade da Parahyba do Norte, hoje chamado de João Pessoa, no Estado da Paraíba. Na época a empresa, a Anglo Brasileira de Águas Gasosas era pequena, porém reconhecida pela qualidade de seus produtos, que eram produzidos nos mesmos moldes em que se era fabricado um refrigerante na Inglaterra. Sidney Clement Dore veio ao Brasil para montar uma grande estrada de ferro pelo interior do Nordeste Brasileiro, fixou-se no país em 1911, mesmo ano que fundou a empresa de Águas Gasosas, que atendia apenas a capital paraibana, cidades circunvizinhas e interior do estado. 
De sua terra natal, Dore importava os vasilhames com tampas de louça fixadas sob pressão de molas de arame. Na época, as bebidas gasosas com sabores artificiais de frutas, não eram tão populares quanto hoje, mas a empresa cresceu aos poucos, solidificando sua matriz ao tempo em que disseminava o gosto pela bebida onde era distribuído.
Atualmente, a Dore tem uma marca consolidada no mercado Paraibano, e é umas das empresas do estado que ambiciosamente competem com as multinacionais líderes no segmento, conquistando assim sua fatia neste mercado, com produtos de qualidade e acessíveis ao público das mais diversas faixas de renda.
5 RESULTADOS OBTIDOS ATRAVÉS DA VISITA A SIDNEY C. DORE NA PARAÍBA 
Para chegar-se aos seguintes resultados, foi mantido o contato entre um membro do grupo que já foi funcionário da empresa objeto da pesquisa, e um dos sócios, que também é um dos gestores da empresa, mediante e-mails e outros meios, onde houve uma comunicação inicial e uma posterior entrevista contendo algumas perguntas baseadas no roteiro proposto pelo professor, entre outras indagações mais especificas. 
Posteriormente, marcou-se uma visita à empresa para que possíveis dúvidas fossem esclarecidas.
5.1 Descrição da empresa: atividades e cadeia de suprimentos
A Sidney C. Dore, é uma empresa privada. Uma indústria de bebidas, voltada a produção e comercialização de refrigerantes, bem como representação e distribuição de outros produtos como energéticos, no estado da Paraíba, e tem como natureza jurídica o parecer de Sociedade Empresária Limitada.
Referente a Cadeia de Suprimentos, o processo de compras da DORE se dá mediante cotações e posteriores aquisições diretas. A DORE possui um setor específico voltado a tal atividade, e o mesmo está inserido no Almoxarifado. 
A cadeia de suprimentos da DORE se relaciona da seguinte maneira, quando há a necessidade da aquisição de algum recurso, seja material secundários, materiais de expediente, matérias-primas, entre outros, a DORE estuda e compara preços e a qualidade do item, bem como leva em consideração os custos logísticos, e diretamente efetua a compra.
Geralmente, abre-se um leque enorme de fornecedores, e o sistema de parceria entre a empresa e muitos destes é efetuada, o que na própria empresa é tratada como Ciclo de Confiança. O mesmo ocorre com as transportaras, onde são escolhidas as que geralmente propõem o menor preço, e prestam um serviço de qualidade.
5.2 Relações da organização com as outras organizações que fazem parte da sua cadeia de suprimentos
O contato com seus fornecedores se dá através das demandas que são encaminhadas ao setor de Compras, onde estas são criticamente analisadas por meio do sistema, e após um processo de gestão e aprovação interna da OC (Ordem de Compra) pelo Diretor da empresa, que ocorre mais especificamente dependendo do valor agregado da compra ao ser realizado, ocorre o lançamento direto do pedido junto ao fornecedor.
Vale pontuar, que o contato com a rede de fornecedores acontece por intermédio de ligações e e-mails. O desenho abaixo irá explicar de forma mais detalhada a relação da cadeia de suprimentos da DORE.
Fonte: Elaborado pelo autor.
6 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Tendo em vista o que foi abordado nesse trabalho, torna-senítida a imensurável importância de Compras em uma organização, seja no setor público ou no privado. Em relação a DORE, sabendo-se que a organização é privada, viu-se que para a realização de suas aquisições não há tanta burocracia, apenas uma gestão sistêmica e padrão, que finda na compra ou aquisição direta junto ao fornecedor. É importante transparecer, que as compras que demandassem um maior investimento agregado, deveriam passar pela aprovação do Diretor da empresa por meio do sistema. 
Por fim, conclui-se então que a DORE, no que diz respeito a compras e aquisições de uma empresa privada, segue um fluxo processual de compras padrão, considerando critérios internos de gestão e controle, prezando sempre por fazer o melhor negócio junto aos fornecedores que na maioria dos casos são parceiros comerciais.
REFERENCIAS
COSTA, André Lucirton. Sistemas de Compras Públicas e Privadas no Brasil. Notas & Comunicações, São Paulo, v. 35, n. 4, p.01-14, out. 2000. Disponível em: <http://www.anpad.org.br/admin/pdf/enanpad1998-ap-07.pdf>. Acesso em: 10 nov. 2015
COSTA, André L. Sistemas de compras privadas e públicas no Brasil – Revista de Administração, São Pulo v.35, n.4, p.119-128, outubro/dezembro 2000. Disponível em: < https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3816506/mod_resource/content/1/Artigo_Sisitema_de_Compras_Publico_e_Provado.pdf>. Acessado em: 01 de novembro de 2017
COSTA, André L. Sistemas de compras: a Lei de Licitação e a função compras da empresa privada. São Paulo, 1994. Dissertação (Mestrado) – Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas.
DEMING, W. E. Qualidade: a revolução da administração. Tradução por Clave Comunicação de Recursos Humanos. Rio de Janeiro, Marques Saraiva. Tradução de: Out of the crisis.
1990.
DRUCKER, P. Sociedade pós-capitalista. Tradução por Nivaldo Montingelli Jr. São Paulo, Pioneira, 1993.Tradução de: Post-capitalist society.
FERNANDES, Ciro Campos Christo. Transformações na gestão de compras da administração pública brasileira. Disponível em: <http://repositorio.enap.gov.br/bitstream/handle/1/1713/Transforma%C3%A7%C3%B5es%20na%20gest%C3%A3o%20de%20compras%20da%20adm%20p%C3%BAblica%20brasileira%20Ciro%20Fernandes.pdf?sequence=1&isAllowed=y> Acesso em: 10 nov. 2015.
GASPARINI, Diógenes. Direito Administrativo. 17. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Disponível em: <http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/> Acesso em 12 nov. 2015.
HAHN, C. K.; PINTO, P. A.; BRAGG, D. J. Just-in-time production and purchasing. Journal of Purchasing and Material Management, New York, Fall, 1983. p. 2-10.
HEINRITZ, S.F.; FARRELL, P.V. Compras: princípios e aplicações. Tradução por Augusto
Reis. São Paulo, Atlas, 1983.Tradução de: Purchasing.
LEENDERS, M. R.; BLENKHORN, D. L. Marketing reverso. São Paulo, Makron Books,
Free Press, 1991.
MACHLINE, C. e outros. Manual de administração da produção. São Paulo, Fundação
Getúlio Vargas, 1954.
SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS (Brasil). SEBRAE nos estados: SEBRAE-PB. 2015. Disponível em: <http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/pb?codUf=16>. Acesso em: 14 nov. 2015.
UNIVERIDADE DE SÃO PAULO. Administração de Compras. São Paulo, 2007. Disponível em: <http://sistemas.eel.usp.br/docentes/arquivos/5840789/179/Cap08-Adm.deCompras.pdf> Acesso em: 10 nov. 2015.
ANEXOS
Roteiro para elaboração do trabalho final de Administração de Materiais II
Universidade Federal da Paraíba - UFPB
Centro de Ciências Sociais Aplicadas – CCSA
Departamento de Administração - DA
Disciplina: Administração de Materiais I
Professor: Egidio Luiz Furlanetto - Período 2015.1
 
 
ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO FINAL ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS II
 
1. Descreva a empresa, caracterizando sua atividade e detalhando sua cadeia de suprimentos.
 
2. Como ocorrem as relações da organização com as outras organizações que fazem parte da sua cadeia de suprimentos?
 
2.1. Através de um desenho explique a cadeia de suprimentos com seus principais elos.
 
3. No caso de uma empresa pública descrever todos os procedimentos legais adotados para adquirir os recursos.

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