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FACULDADE DE JUAZEIRO DO NORTE
Saúde do Adulto
PIELONEFRITE
Hellen Cavalcanti Barbosa
Júlia Gomes Sousa
Kananda Ivna Aquino Diógenes
Lizzandra Bruna Filgueiras 
Magda Oliveira da Silva
É uma infecção do trato urinário superior que atinge a pelve renal, túbulos e tecido intersticial de um ou ambos os rins. Geralmente é causada por bactérias da microbiota intestinal, que alcançam a bexiga por meio da uretra e ascendem ao rim. Porém pode ser causada pelo refluxo ureterovesical e pela obstrução do trato urinário.
PIELONEFRITE
Anatomia feminina;
Obstrução no trato urinário;
Sistema imunológico debilitado;
Bexiga neurogênica.
FATORES DE RISCO
PIELONEFRITE AGUDA
É mais comumente causada por uma infecção bacteriana aguda. Os pacientes com pielonefrite aguda geralmente apresentam: 
Rins aumentados com infiltrações intersticiais das células inflamatórias;
Atrofia dos glomérulos;
Disúria;
Urina turva e com odor desagradável;
Bacteriúria e piúria;
Dor no flanco;
Dor lombar;
Febre e calafrios.
PIELONEFRITE CRÔNICA
Deriva de surtos de pielonefrites agudas, que podem ser mais graves, e que ocorrem, frequentemente, durante um período alargado. Os sinais e sintomas mais comuns são: 
Fadiga;
Cefaléia;
Apetite deficiente;
Poliúria;
Sede excessiva;
Perda de peso;
Destruição generalizada de nefróns, que são substituídos por tecido de cicatrização. 
COMPLICAÇÕES 
Insuficiência renal crónica terminal (IRCT);
Doença renal em estágio terminal (DRET);
Aumento da formação de cálculos renais.
DIAGNÓSTICO 
Análise laboratorial, através de hemograma completo urinocultura.
Análise de imagem, através de ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética
 
O tratamento é feito com antibióticos de amplo espectro (CeftriaxonA, Levofloxacina) baseado no teste de sensibilidade bacteriana;
Correção cirúrgica dos fatores predisponentes (um cálculo renal) pode ser necessária para completar o tratamento;
Recomendar todo o cuidado possível com a higiene íntima, sobretudo na infância e na terceira idade;
Estimular hábitos saudáveis, como alimentação adequada, prática regular de exercícios e ingestão frequente de líquidos, para a manutenção de uma boa saúde renal.
TRATAMENTO
PREVENÇÃO
CASO CLÍNICO
Paciente L.F.O, sexo feminino, 55 anos, deu entrada ao ambulatório urológico referindo febre, calafrios, episódios de cefaleia e dor em flanco direito. Refere polidipsia e perda de apetite, apresentava antecedência de história de cálculo renal a direita. Realizou acompanhamento, mas perdeu seguimento há 4 anos, sem resolução do caso, porém mantendo-se assintomática neste período. Segue consciente e orientada, hipercorada, com hipertermia (T: 39 °C), taquipneica (28 RPM), taquicárdica (120 BPM), desidratada e apresenta disúria e poliúria.
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM - NANDA
Hipertermia relacionada a doença, evidenciada por aumento da temperatura corporal acima dos parâmetros normais.
 
Termorregulação(0800)
 
 
Extremamente comprometido
(a)
1
 
 
Substancialmente comprometido
(a)
2
 
 
Moderadamente comprometido (a)
3
 
 
Levemente comprometido (a)
4
 
Não comprometido (a)
5
Temperatura da peleDPE
 
 
2 
 
 
 
 
5
Mudanças da cor da pele presentes
 
 
 
2
 
 
 
4
 
Pulso DPE
 
 
 
2 
 
 
 
 
4 
 
 
 
Calafrios
 
2 
 
 
 
 
5
CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS DE ENFERMAGEM – NOC:
Estado Atual do paciente
 
Evoluir para
INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM – NIC:
REGULAÇÃO DA TEMPERATURA:
Monitorar a temperatura pelo menos a cada 2 horas, quando adequado;
Instituir um instrumento de monitorização contínua, da temperatura central, quando adequado;
Monitorar pressão arterial, o pulso e a respiração quando adequado;
Monitorar a cor e a temperatura da pele;
Administrar medicação antipirética, quando adequado;
Usar colchão de resfriamento e banhos frios para adaptar a temperatura corporal alterada, quando adequado.
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM - NANDA
Eliminação urinária prejudicada relacionada a infecção no trato urinário, evidenciada por disúria.
CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS DE ENFERMAGEM – NOC:
 
Eliminação urinária (0503)
 
 
Extremamente comprometido
(a)
1
 
 
Substancialmente comprometido
(a)
2
 
 
Moderadamente comprometido (a)
3
 
 
Levemente comprometido (a)
4
 
Não comprometido (a)
5
Padrão de eliminação DPE
 
1
 
 
 
 
 
4
 
Quantidade de urina DPE
 
 1
 
 
 
 
4
 
Transparência da urina
 
1
 
 
 
 
 
4 
 
 
Estado Atual do paciente
 
Evoluir para
INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM – NIC:
CONTROLE DA ELIMINAÇÃO URINÁRIA:
Monitorar a eliminação urinária, incluindo a frequência, a consistência, o odor, o volume e a cor, quando adequado;
Ensinar ao paciente os sinais e sintomas de infecção do trato urinário;
Realizar higiene íntima;
Orientar o paciente/família a registrar o débito urinário, quando adequado;
Restringir líquidos, conforme a necessidade;
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM - NANDA
Dor aguda relacionada a agentes lesivos (biológicos), evidenciada por relato verbal de dor.
 
Dor: Efeitos nocivos (2101)
 
Grave
1
 
Substancial
2
 
Moderado(a)
3
 
Leve
4
 
Nenhum (a)
5
Eliminação prejudicada
 
1
 
 
 
 
4 
 
Falta de apetite
 
 
 
2
 
 
 
4
 
Atividadesde lazer comprometidas
 
 1
 
 
 
 
 
 
4 
 
 
 
Desempenho do papelprejudicado
 
1
 
 
 
4 
 
CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS DE ENFERMAGEM – NOC:
Estado Atual do paciente
 
Evoluir para
INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM – NIC:
CONTROLE DA DOR:
Realizar um levantamento abrangente da dor de modo a incluir o local, as características, o início/duração, a frequência, a qualidade, a intensidade ou a gravidade da dor e os fatores precipitantes;
Assegurar o paciente cuidados precisos de analgesia;
Determinar o impacto da experiência de dor sobre a qualidade de vida (ex: sono, apetite, atividade, cognição, estado de ânimo, relacionamentos, desempenho profissional e responsabilidade dos papéis);
Avaliar com o paciente e a equipe de cuidados de saúde a eficácia de medidas de controle da dor que tenham sido utilizadas;
Determinar a frequência necessária para fazer um levantamento do conforto do paciente e implementar um plano de monitoramento;
Usar medidas de controle da dor antes que a mesma se agrave;
Oferecer informações sobre a dor, a saber, suas causas, tempo de duração e desconfortos antecipados decorrentes de procedimentos;
Monitorar satisfação do paciente com o controle da dor, a intervalos específicos.
PÓS TESTE
REFERENCIAS
BRUNNER E SUDDARTH – Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 3 ed.
Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificação 2009-2011
THOMAS, Nicola. – Enfermagem em nefrologia. 2ª ed. Loures: Lusociência. 2005. 
CAMPOS, Flávio - Frequência dos sinais de pielonefrite aguda em pacientes submetidos a tomografia computadorizada. Radiologia Brasileira. 
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